Tag: Saúde

  • Anvisa aprova uso do remédio Paxlovid, da Pfizer, para combater a Covid-19

    Anvisa aprova uso do remédio Paxlovid, da Pfizer, para combater a Covid-19

    Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu a aprovação emergencial para o medicamento Paxlovid, da Pfizer, pensado para o combate à Covid-19.

    A Anvisa recebeu o pedido para registro emergencial em 15 de fevereiro, e a Diretoria Colegiada do Órgão decidiu aprová-lo em reunião nesta quarta, 30, após o processo de análise.

    O Paxlovid é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid-19 grave, e já foi aprovado para uso emergencial nos Estados Unidos, na Europa, no Canadá, na China, na Austrália, no Japão, no Reino Unido e no México.

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    O remédio consiste de dois (nirmatrelvir e ritonavir) ministrados juntos – eles bloqueiam a replicação do coronavírus no organismo.

    “Todos os processos de medicamentos e vacinas contra a Covid-19 submetidos à Agência foram exaustivamente avaliados por uma equipe multidisciplinar de servidores públicos que empenharam todos os seus esforços para que, no Brasil, fosse dado acesso a diferentes vacinas e tratamentos”, disse Meiruze Freitas, relatora do processo.

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    Estudos indicam que a droga reduz em 89% o risco de hospitalização ou morte em adultos vulneráveis.

    Freitas ressaltou, contudo, que a melhor estratégia de combate à Covid-19 continua sendo a vacinação em massa.

    Fonte JP

     

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    Roger Campos

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  • Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Produzida pela Funed, a vacina, que já é oferecida para menores de cinco anos, estará disponível até julho para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade

    O Calendário Nacional de Vacinação está oferecendo gratuitamente, até julho, a vacina meningocócica C (Conjugada) para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade que não tenham nenhuma dose do imunizante registrada no cartão.

    A vacina já é disponibilizada em postos de saúde de todo o país para menores de cinco anos de idade, sendo administrada regularmente em esquema de duas doses, aos três e cinco meses de vida, e uma dose de reforço, preferencialmente, aos 12 meses de idade. Normalmente, para as crianças que por algum motivo perderam a oportunidade de receber a vacina nas idades indicadas, recomenda-se a administração de uma dose até os quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade.

    Prevenção

    A ampliação temporária da administração da meningocócica C (conjugada) para crianças com menos de 12 anos ainda não vacinadas tem como objetivo aumentar a proteção contra a doença, um dos tipos de meningite mais agressivos e que pode levar rapidamente à morte ou deixar graves sequelas. No ano de 2021, em Minas Gerais, foram registrados 17 casos de doença meningocócica e quatro óbitos. Já em 2022, até o momento, foram seis casos e uma morte.

    A vacina é a principal forma de prevenção. Em 2020, a cobertura vacinal em Minas Gerais para a meningocócica C (Conjugada) foi de 86,43% em menores de 1 ano e de 85,67% em crianças de um ano de idade ou mais. Já em 2021, a cobertura registrada foi de 73,7% nos menores de um ano e de 72,26% para os maiores de um ano de idade. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é a cobertura vacinal de 95% dentro do público indicado para receber o imunizante.

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    A doença

    A meningite é uma infecção que atinge as meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Embora todos os tipos de meningites demandem rigor no acompanhamento do quadro clínico, a meningite do tipo doença meningocócica apresenta maior gravidade.

    “Todas deixam sequelas e levam à morte, porém a doença meningocócica tem evolução para óbito em até 24h, além de sequelas que vão de surdez até amputação de membros”, reforça Fernanda Barbosa, referência técnica da Coordenadoria de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

    Fernanda explica que a doença meningocócica é a infecção causada por uma bactéria (meningococo), podendo apresentar vários sorogrupos, sendo A, B, C, W, X e Y os mais importantes. “A garganta dos seres humanos é o reservatório natural desse microrganismo, portanto, a sua transmissão ocorre por meio de partículas eliminadas durante a respiração, a fala, a tosse, o espirro, o beijo ou, ainda, por meio de contato direto com secreções respiratórias de pacientes ou portadores assintomáticos”, diz.

    Controle

    Coordenadora Estadual do Programa de Imunizações, Josianne Dias Gusmão explica que, apesar de a faixa etária em maior risco de adoecimento ser a das crianças menores de um ano de idade, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença na comunidade. “Portanto, a única forma de controlar a doença meningocócica é manter elevadas coberturas vacinais tanto na população infantil como em adolescentes”, reforça.

    A coordenadora também destaca a importância da vacina para evitar a ocorrência de surtos da doença, bem como hospitalizações pelo sorogrupo C, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos.

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    Produção

    A vacina foi introduzida na campanha de vacinação do estado de Minas Gerais em 2009. Um ano depois, o governo brasileiro a incluiu no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Desde então, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), por meio de uma Aliança Estratégica com a GSK para transferência de tecnologia do processo produtivo, vem sendo a fornecedora exclusiva do imunizante na rede pública do país.

    Para o diretor Industrial da Funed, Bruno Pereira, o quantitativo de doses enviado ao Ministério da Saúde nos últimos meses é suficiente para atender a todos os grupos contemplados pela vacina, mesmo com a ampliação da faixa etária, como previsto pelo Ministério da Saúde. “Mesmo diante da pandemia da covid-19 e de todos os desafios que a mesma apresenta, inclusive quanto ao transporte, temos garantido o abastecimento da vacina para todo o país. Em 2021, foram enviadas ao Ministério da Saúde cerca de nove milhões de doses”, reforçou o diretor. Neste ano, até o momento, já foram enviadas quase dois milhões de doses.

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INICIA APLICAÇÃO DA QUARTA DOSE DA VACINA CONTRA COVID EM TRÊS PONTAS

    SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INICIA APLICAÇÃO DA QUARTA DOSE DA VACINA CONTRA COVID EM TRÊS PONTAS

    Veja quem pode tomar a dose e onde será aplicada!

    A Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, através do setor de Vigilância Epidemiológica, iniciará nesta quarta-feira, 30 de março, a aplicação da quarta dose da vacina contra o coronavirus. É a chamada segunda dose de reforço.

    O imunizante Será aplicado durante dois dias, amanhã, dia 30 e quinta-feira, dia 31, no Ginásio Delvo Corrêa, das 8 às 12 horas, no bairro Padre Vítor.

    Poderão se vacinar amanhã, idosos com 85 anos de idade ou mais, que já tenham tomado as três doses, sendo que a última com intervalo mínimo de 4 meses.

    Já na quinta-feira poderão se vacinar as pessoas com 80 anos ou mais, com as mesmas condições.

    Idosos acamados devem entrar em contato com o posto de saúde ao qual pertencem para fazerem o agendamento da aplicação.

    É preciso levar o cartão de vacina, cartão do SUS e CPF.

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    A aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 para idosos ou imunodeprimidos já começou em pelo menos sete estados, mas só na segunda-feira (21), o Ministério da Saúde recomendou a quarta dose.

    Já estão vacinando os idosos com mais de 60 anos estados como São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Pará, Rio Grande do Norte e Mato Grosso, de acordo com a CNN Brasil. Cerca de 17 estados e o Distrito Federal já aplicam a quarta dose apenas na população imunossuprimida. São eles: Tocantins, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraná, Paraíba, Minas Gerais, Alagoas, Goiás, Acre, Santa Catarina, Amapá, Maranhão, Piauí, Sergipe e o DF.

    Já em Roraima e Rondônia, a aplicação da 4ª dose ainda não começou.

    MG distribui 533 mil doses de astrazeneca para 4ª dose em idosos

    O Governo de Minas Gerais anunciou, nesta terça-feira (29), que iniciou a distribuição de vacinas para a aplicação da quarta dose, ou segunda dose de reforço, contra a Covid-19 em idosos. As 533 mil unidades do imunizante da astrazeneca são destinadas ao público com mais de 80 anos.

    A SES-MG (Secretaria de Estado de Saúde) informou que o número de vacinas na remessa “é suficiente para imunizar todo o público-alvo no estado, estimado em 531.564 pessoas, segundo dados da Fundação João Pinheiro”.

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    Quarta dose da vacina contra a Covid-19 é necessária, diz CEO da Pfizer

    Para ajudar a combater uma nova onda de covid-19, as pessoas precisarão de uma quarta dose da vacina, afirmou Albert Bourla, CEO da Pfizer. “Muitas variantes estão surgindo e a Ômicron foi a primeira a conseguir escapar, de maneira habilidosa, da proteção imunológica que estamos dando”, disse Bourla ao programa “Face the Nation” da CBS. “A proteção que estamos recebendo da terceira dose é boa o suficiente. Na verdade, muito boa para diminuir hospitalizações e mortes”, disse o CEO da Pfizer.

    Mas a proteção após três doses “não é tão boa contra infecções” e “não dura muito” quando confrontada com uma variante como a Ômicron. “Por enquanto, uma quarta dose é necessária”, completou.

     

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    Roger Campos

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  • MOBILIZAÇÃO E SOLIDARIEDADE: Hemominas, Unimed Três Pontas, Santa Casa e Secretaria de Saúde realizam enorme coleta de sangue

    MOBILIZAÇÃO E SOLIDARIEDADE: Hemominas, Unimed Três Pontas, Santa Casa e Secretaria de Saúde realizam enorme coleta de sangue

    Número de doadores passou de 170 e superou as expectativas: “Muitas vidas serão salvas!”

    Doar sangue é doar vida! É um dos maiores gestos de amor ao próximo. A Fundação Hemominas em Poços de Caldas realizou, na manhã de hoje, dia 26 de março, uma grande coleta de sangue no município de Três Pontas, região do Sul de Minas. A ação aconteceu das 7h às 12h, na sede do Hospital Unimed, na Avenida Nilson José Vilela, próximo ao trevo que dá acesso à MG 167. A previsão seria atender até 150 candidatos. Mas, graças ao empenho de todas as entidades e seus profissionais envolvidos, a mobilização e a já tradicional solidariedade dos trespontanos, o resultado foi espetacular, segundo os organizadores, passando de 170 doações de sangue.

    Quem Pode Doar ‘Vida”

    Segundo a Portaria 2.712 de 12/11/2013 e a RDC 51, do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 69 anos, sendo que a idade máxima para a primeira doação é até sessenta anos.

    Jovens com 16 e 17 anos somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/regulamento_nova_legislacao.html

    Todos os candidatos devem pesar acima de 50 quilos; não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas; não ter tido hepatite após os 11 anos de idade e que não tenham tido permanência ou visita às regiões brasileiras endêmicas para Doença de Chagas. Pessoas que fizeram tatuagens ou piercings nos últimos 12 meses também não podem doar. 

    “Já as pessoas que tiveram covid-19 podem fazer a doação de sangue caso estejam bem de saúde e tenham se curado do coronavírus há mais de 30 dias”, disse Ludmila Otacília Pinelli Mendes, coordenadora de enfermagem do Hospital Unimed. 

    “Estamos muito felizes com a realização e os resultados desse grande evento que envolveu a Unimed, a Santa Casa, o Município de Três Pontas e também o Hemominas. Foi, realmente, muito importante a captação de sangue desses 170 doadores”, emendou.

    Devido a pandemia de coronavírus houve uma queda considerável no movimento dos bancos de sangue. 

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    Na verdade essa coleta externa já é preconizada pelo Hemominas. Então, uma vez a cada ano ou até a cada 6 meses existe todo esse envolvimento, toda essa mobilização na realização da coleta de sangue, uma ação que envolve amor e solidariedade. 

    “Normalmente, nós mandamos os doadores de Três Pontas e região para Poços de Caldas, para a Hemominas. De fato, a pandemia trouxe a escassez de doadores. E assim, nossas agências transfusionais trabalharam com seus estoques de sangue abaixo do nível desejado. Jamais desabastecido, porém extremamente crítico”, explicou Adriana Beatriz Zacaroni, farmacêutica da Agência Transfusional da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis em Três Pontas.

    Ludmila Otacília Pinelli Mendes, coordenadora de enfermagem do Hospital Unimed, Adriana Beatriz Zacaroni, farmacêutica da Agência Transfusional da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis em Três Pontas e Aislan José Silva Lino, enfermeiro. Todos envolvidos com a espetacular captação de doação de sangue.

    Ainda conforme Adriana, com o controle parcial da pandemia, houve a necessidade e a possibilidade do Hemominas vir até Três Pontas, através de uma mobilização muito grande que envolveu cerca de 20 funcionários de Poços de Caldas.

    Importante ressaltar que o evento de hoje não é destinado a coleta de sangue para a Santa Casa de Três Pontas. “A Unimed gentilmente cedeu o espaço, nós da captação da Santa Casa também estamos atuando, assim como é importante destacar o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas”, ressaltou a farmacêutica.

    A Hemominas fez questão de destacar o sucesso do evento e o comprometimento dos trespontanos nessa captação de sangue, do número de doadores ter sido maior do que o esperado.

    “Com relação ao tipo de sangue, nós precisamos de todos os tipos. Obviamente o sangue ‘O Negativo’, por ser doador universal, a gente tenta tratar esses doadores com uma certa prioridade, haja visto que em qualquer intercorrência o sangue O Negativo pode ser liberado sem tantas provas, sem tantos exames para um caso de extrema urgência, onde não é necessário tanta demora”, pontuou ela.

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    “Doar sangue não traz nenhum problema para a nossa própria saúde, é um procedimento totalmente seguro, onde rapidamente o organismo repõe esse sangue. E quem doa fica com o coração cheio de alegria!”

    Ainda segundo os profissionais envolvidos com a captação de sangue em Três Pontas, todas as semanas uma van leva um número determinado de cidadãos para a cidade de Poços de Caldas para que na sede do Hemominas seja feita a doação de sangue. Isso é feito através de uma grande parceria. “A Santa Casa faz a captação dos doadores, a Prefeitura libera o transporte e a Santa Casa banca o almoço do doador lá em Poços de Caldas. Quero destacar que felizmente nunca faltou sangue na agência de Três Pontas”, revelou Adriana.

    Sem dúvida, um grande sucesso, um ato de generosidade e doação ao próximo que merece todos os destaques e aplausos. Está na índole do trespontano ser solidário!

    Ana Carla Castro dos Santos médica triagista, Cibele Angélica de Souza Spina, médica triagista, Martha Reis Monteiro, enfermeira triagista e o enfermeiro Aislan Lino.

    “Eu fico muito emocionada de falar desse grande gesto de amor e de solidariedade. Porque para mim não tem um ato de solidariedade maior, você supera o seu medo, os seus dogmas, não tem raça, não tem cor, não tem sexo, não tem posição social, nada. Você está fazendo algo que irá salvar vidas. Quem está envolvido sabe da importância desse ato” concluiu Adriana.

    “Eu também gostaria de ressaltar e encerrar a minha fala para agradecer a parceria da nossa administração (Unimed), da Margarete, no sentido de que o evento pudesse ser realizado aqui na Unimed. Ela é a nossa coordenadora”, finalizou.

    “Eu quero agradecer a todos que estão participando deste evento, agradecer os doadores, todas as equipes que foram envolvidas. A gente sempre tenta ajudar o município e dessa vez foi em comum acordo com a Unimed e com a Santa Casa. Quando eu trabalhava na Santa Casa e realizava o evento eu quero destacar que a Luciane me ajudava muito”, disse Aislan José Silva Lino, enfermeiro.

    O enfermeiro Aislan, Maria Lauriceia Esteves Cardoso, captadora na Fundação Hemominas e Adriana Beatriz Zacaroni, farmacêutica.

    Dentre os doadores também estavam policiais militares de Três Pontas. Compromisso com a sociedade, amor ao próximo!

    Ainda não há previsão para o próximo evento em Três Pontas.

    Parabéns a todos os envolvidos!

     

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    Roger Campos

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  • Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Especialistas dizem que medida é prematura

    Ao menos dez estados brasileiros e o Distrito Federal já flexibilizaram suas regras de uso de máscaras de proteção respiratória, autorizando prefeituras locais a seguirem o mesmo caminho. Embora haja, entre os especialistas, quem julgue prematuro o relaxamento da medida de proteção contra o novo coronavírus, os governantes alegam que o avanço da vacinação e o menor número de casos da covid-19 no país tornam seguro que as pessoas voltem a descobrir seus rostos após dois anos de pandemia.

    Entre as 11 unidades federativas consultadas pela Agência Brasil, a última a implementar as novas normas foi Minas Gerais. Desde o sábado (12), o governo estadual tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos. A decisão final, contudo, cabe aos municípios, que podem não adotar o que o governo estadual classifica como uma “orientação”, adotada “a partir da melhoria dos indicadores da pandemia” no estado. Qualquer que seja a decisão das prefeituras em relação aos espaços abertos, a máscara deve continuar sendo exigida em locais fechados de cidades onde menos de 70% da população com idade para ser imunizada tenham completado o ciclo vacinal.

    O governo do Rio de Janeiro autorizou que as prefeituras fluminenses liberassem a população da obrigação de usar máscaras em ambientes ao ar livre, desde que observados critérios como o respeito ao distanciamento social e o percentual da população imunizada. Inicialmente, o avanço da variante Ômicron desestimulou muitas cidades a relaxarem as regras. Até que, no começo deste mês, o governo estadual liberou os municípios a flexibilizarem as regras também em lugares fechados. Na ocasião, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, recomendou às pessoas com sinais e sintomas de quaisquer doenças respiratórias que continuassem a utilizar o protetor ao se aproximarem de outras pessoas. Na capital fluminense, o prefeito, Eduardo Paes, revogou a obrigatoriedade do uso de máscaras na última segunda-feira (7).

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    Além de Minas Gerais e Rio de Janeiro, também já anunciaram regras mais flexíveis que as adotadas nos primeiros meses da pandemia as seguintes unidades federativas: Amazonas; Distrito Federal; Espírito Santo; Goiás; Maranhão; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Santa Catarina e São Paulo. Outros estados como Bahia e Paraná já informaram que anunciarão novas normas em breve se os números de contágio e, principalmente, mortes, seguirem em queda.

    No Amazonas, desde a última sexta-feira (11), as prefeituras podem tornar facultativo o uso de máscaras em locais abertos. Ainda assim, a Secretaria Estadual de Saúde orienta os municípios que o fizerem a continuarem recomendando o uso do equipamento de proteção, principalmente por quem tem mais de 60 anos de idade, e que a população evite aglomerações.

    No Distrito Federal, onde a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais ao ar livre foi revogada no início de março, a utilização em locais fechados se tornou facultativa na última quinta-feira (10). “A gente espera que a população tenha os cuidados, evitando aglomeração, pois a pandemia ainda existe. Chegou a hora de tentarmos voltar a ter uma vida normal”, declarou o governador Ibaneis Rocha ao anunciar a medida.

    Já no Espírito Santo, só hoje (14) os moradores das cidades capixabas puderam voltar a circular por locais abertos com os rostos à vista. O fim da obrigatoriedade em espaços ao ar livre vale para os municípios considerados como de baixo risco de transmissão da covid-19,. Nas cidades classificadas como de risco moderado, a máscara continuará sendo exigida mesmo em ambientes abertos. Enquanto nas de risco muito baixo, o uso em ambientes fechados é somente recomendado – sendo obrigatório apenas para pessoas que tenham testado positivo para a doença.

    Em Goiás, no último dia 10, o governo estadual recomendou aos gestores municipais a liberação do uso de máscaras em locais abertos, sem aglomerações, em cidades onde ao menos 75% da população a partir de 5 anos já tenham completado o ciclo vacinal. A secretaria continua preconizando os protetores em ambientes coletivos fechados, como, por exemplo, transporte público, aeroportos, rodoviárias, escolas, e em ambientes abertos com aglomeração, e por pessoas imunodeprimidas, com comorbidades de alto risco, não vacinadas e com sintomas de síndrome gripal, mesmo quando em locais abertos e sem aglomeração

    Em novembro de 2021, o Maranhão tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos e facultativo em locais fechados de municípios com mais de 70% da população com ao menos duas doses da vacina. No entanto, tal como o Rio de Janeiro, o governo maranhense recuou após o número de casos da doença voltar a aumentar no início deste ano, e retomou o uso obrigatório de máscaras nos ambientes fechados de todo o território maranhense.

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    Já Mato Grosso delegou às prefeituras o poder de decidir sobre a obrigatoriedade em espaços públicos e privados, levando em conta o contexto local. Ao menos 40 localidades mato-grossenses já deixaram de exigir o item, seja em locais abertos, seja em espaços fechados. Na capital, Cuiabá, contudo, o prefeito Emanuel Pinheiro disse, no último dia 8, que ainda manteria a obrigatoriedade em lugares fechados por mais alguns dias. “Nossos números são altamente satisfatórios, mas, ainda não nos permitem retirar as máscaras”, disse. “A tendência é, em poucos dias, colocar como facultativa e cada cidadão decida qual a melhor forma de se defender, de proteger a si e a sua família da covid-19”, completou.

    O governo de Mato Grosso do Sul liberou as cidades do estado a decretarem o fim da obrigatoriedade nos ambientes fechados no último dia 10. Como nos demais casos, a decisão não impede as prefeituras de manterem medidas mais rígidas, caso julguem necessário.

    Em Santa Catarina, o governo estadual publicou um decreto no sábado (12) desobrigando os municípios catarinenses a cobrarem o uso da máscara, em locais abertos ou fechados. Porém, o governo estadual alerta que, em locais onde não é possível manter o distanciamento, tais como no transporte público, bem como em hospitais e centros de saúde, a proteção continua sendo “altamente recomendada devido ao risco de transmissão da doença”.

    O governo de São Paulo mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados, mas, no último dia 9, liberou as prefeituras paulistas para que tornem opcional a utilização em locais abertos. A liberação vale para ruas, praças, parques, pátios de escolas, estádios de futebol, centros abertos de eventos e autódromos. Na ocasião em que detalhou a medida, o governador João Doria mencionou planos de estender a liberação para ambientes fechados a partir de 23 de março – medida ainda em estudo.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    O CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que será necessário uma quarta dose da vacina contra a covid-19. Em entrevista ao programa Face The Nation, da TV americana CBS, Bourla explicou que apesar de a terceira dose ser bastante eficaz contra mortes e hospitalizações, ela ainda não consegue impedir infecções.

     “A proteção que estamos recebendo da terceira dose é boa o suficiente. Na verdade, muito boa para diminuir hospitalizações e mortes, mas não é tão boa contra infecções”, afirmou.

    “Da maneira que vimos, é necessário uma quarta dose“, disse.

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    Bourla destacou que isso acende o alerta sobre a possibilidade de surgimento de variantes que eventualmente possam escapar da proteção oferecida pelas vacinas. “Muitas variantes estão surgindo e a ômicron foi a primeira a conseguir escapar, de maneira habilidosa, da proteção imunológica que estamos dando”, destacou.

    Albert Bourla ainda afirmou que a farmacêutica está trabalhando na elaboração de uma vacina que combata todas as variantes e que tenha eficácia de pelo menos um ano.

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    “Estamos trabalhando de forma diligente nisso, não só para fazer uma vacina que atue contra todas as variantes, incluindo a ômicron, mas também que garanta proteção por pelo menos um ano”, disse.

    No Brasil, imunossuprimidos com mais de 12 anos estão autorizados a tomar a quarta dose da vacina desde fevereiro. Entram nesse grupo transplantados, pessoas que vivem com HIV, em tratamento para câncer ou que usam medicamentos imunossupressores.

    Todos os maiores de 18 anos devem tomar a terceira dose ou o reforço.

    Fonte EM

     

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  • Dr. Eduardo Camargo se torna membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Dr. Eduardo Camargo se torna membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Médico ‘trespontano’, referência em cirurgia, é um exemplo de de amor pela profissão e de dedicação aos seus pacientes.

    Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, médico cirurgião, que atuou como diretor nos momentos mais desafiadores que o Hospital São Francisco de Assis viveu durante o auge da pandemia de coronavírus, deixando um legado de ótimos serviços prestados à comunidade, está comemorando o fato de ter sido ‘promovido’, subido de posto junto ao Colégio Brasileiro de Cirurgiões, agora se tornando membro titular.

    Na premiação, que ocorreu na sede da Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, no último dia 12 de março, o médico, que atua em Três Pontas na Santa Casa, no Hospital Unimed e em seu consultório, esteve acompanhado de sua esposa, Josilene Cascardo Camargo.

    Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Um grupo de 28 cirurgiões liderados por Antônio Benevides Barboza Viana se reuniu no prédio do antigo Sylogeau Brasileiro, no centro do Rio e fundaram, em 30m de julho de 1929, uma entidade médica nos mesmos moldes do American College of Surgeons. Nasce, nesse momento, o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. O primeiro Estatuto foi aprovado no mês seguinte por 58 cirurgiões reunidos na sede do Hospital da Cruz Vermelha.

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    No dia 11 de setembro, na Academia Nacional de Medicina, aconteceu o I Congresso Brasileiro de Cirurgia. Já em 1941, durante a II Gerra Mundial, o CBC atendeu o convite do Corpo de Saúde do Exército para um Curso de Emergência destinado a preparar médicos que seriam convocados. Em 1956 o cirurgião urológico, Juscelino Kubitschek, na época presidente da república, abriu o V Congresso Brasileiro de Cirurgia, onde foi empossado como Membro Honorário do CBC. O certificado está exposto no Museu JK em Brasília.

    Ao comemorar 30 anos, o CBC já era uma das maiores entidades médicas do Brasil, com mais de 600 membros. No ano de 1970 foi criado o prêmio CBC, concedido anualmente aos cirurgiões brasileiros que tenham contribuído para o ensino e desenvolvimento da cirurgia. Já em 1986 foram criados os congressos regionais em todo o país. Pulando para 1991, o Colégio Brasileiro de Cirurgia passa a integrar a Associação Médica Brasileira (AMB), como Departamento de Cirurgia Geral.

    Uma grande conquista veio em 2013: a inclusão de procedimentos por videocirurgia no novo rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) e na Tabela SUS foi uma conquista do CBC em ação conjunta com outras entidades cirúrgicas. No ano de 2017 aconteceu a criação do Programa de Capacitação em Cirurgia Geral.

    Dr. Eduardo de Vasconcelos Camargo

    Eduardo de Vasconcelos Camargo nasceu em Itajubá no dia 20 de março de 1977. É filho de José Eduardo Camargo e Rosane Maria Vasconcelos Camargo. Tem como irmãos Flávio de Vasconcellos Camargo, Danielle de Vasconcelos Camargo e Gabriel de Andrade Vasconcelos Camargo.

    É casado com Josilene Cascado Camargo desde 27 de junho de 2003 e desta feliz união nasceram os filhos Maria Eduarda Cascardo Camargo, Túlio Cascardo Camargo e Vitor Cascardo Camargo.

    Doutor Eduardo, ou simplesmente Edu, como é carinhosamente chamado pelos amigos, é uma pessoa extremamente querida, dedicada a sua profissão demonstrando diariamente profundo amor à Medicina, ao dom de salvar vidas.

    É formado em Medicina. Atua com grande capacidade em Cirurgia Geral e ainda é pós-graduado em Medicina Intensiva. Tem uma grande atuação no Hospital de Três Pontas. Sábio, fala mansa, poucas palavras as vezes, é uma pessoa centrada e de capacidade incontestável. É muito querido por seus pacientes e colegas de trabalho.

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    Eduardo também se destaca por sua grande preocupação e atuação nas questões sociais.

    Iniciou os estudos na Faculdade de Medicina de Teresópolis, no Rio de Janeiro, no ano de 1997. Depois se transferiu para Faculdade de Itajubá, onde se formou no ano de 2003. Já no ano seguinte iniciou a sua especialização em Cirurgia Geral na Santa Casa de Itajubá. Esses estudos foram concluídos em dezembro de 2006 e logo em seguida iniciou as suas atividades como Cirurgião Geral na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis.

    Dentre os seus hobbys preferidos estão a pesquisa e o contato com assuntos filosóficos, mas ressalta que é difícil encontrar pessoas com o mesmo gosto para que possam refletir juntamente. É um apaixonado pelo judô mas se diz decepcionado pela modalidade não ser tão difundida atualmente em Três Pontas mesmo se tratando de uma modalidade olímpica. Atualmente tem procurado a natação nos poucos horários vagos que lhe restam.

    Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, trespontano de coração e de ofício, de suor e dedicação, de carisma e competência, hoje integra o CBC como membro titular, o que enche Três Pontas de orgulho e seus pacientes de confiança e tranquilidade, afinal de contas sabem eles que, se porventura, precisarem, contarão com um médico altamente capacitado, que estarão em boas mãos.

    Parabéns!

     

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

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  • COVID: Minas Gerais distribui mais 114 mil vacinas pediátricas da Pfizer

    COVID: Minas Gerais distribui mais 114 mil vacinas pediátricas da Pfizer

    Também está em operação a entrega de outras 308,8 mil doses do imunizante para adultos

    Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) está distribuindo mais uma remessa de vacinas da Pfizer pediátrica contra a covid-19. O lote com 114.160 unidades é destinado à aplicação de segunda dose (D2) para a população de 5 a 11 anos de idade. A remessa integra o 94º lote de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde.

    Além dos imunizantes para a população infantil, também estão em distribuição outras 308.880 vacinas da Pfizer para aplicação de segunda dose (D2) para pessoas com 12 anos ou mais de idade, referentes ao 93º lote recebido pelo Estado.

    Para melhor preservação, os imunobiológicos para adultos permanecerão armazenados na Central Estadual da Rede de Frio e as Unidades Regionais de Saúde irão realizar a retirada do quantitativo de doses necessário para os municípios de jurisdição.

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    Até o momento, o Governo de Minas já vacinou quase 1,1 milhão de crianças contra a covid-19. Ao todo, já foram administradas mais de 41,2 milhões de doses de imunizantes na população com mais de 5 anos de idade.  Esta é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.

    Clique aqui para verificar a quantidade de doses destinadas a cada município mineiro da remessa de Pfizer pediátrica do lote 94.

    Confira o cronograma de distribuição de doses do lote 94 para as Unidades Regionais de Saúde (horário previsto de retirada na Central Estadual da Rede de Frio) 

    Segunda e terça-feira (14 e 15/3) 

    – Uberlândia / Uberaba / Patos de Minas / Itiutaba / Unaí

    – Belo Horizonte (Capital e Regional) / Barbacena / São João del-Rei / Juiz de fora

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    Quinta-feira (17/3) 

    – Pedra Azul: 7h30

    – Montes Claros: 8h

    – Pouso Alegre: 8h30

    – Governador Valadares e Teófilo Otoni: 9h

    – Varginha e Alfenas: 9h30 

    – Diamantina: 10h

    – Ponte Nova: 10h15

    – Divinópolis: 10h30

    – Sete Lagoas: 11h

    Sexta-feira (18/3) 

    – Manhuaçu: 8h

    Segunda-Feira (21/3) 

    – Pirapora: 8h

    – Itabira: 8h30

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA número de internados com covid-19

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA número de internados com covid-19

    Vacinação e qualidade no atendimento oferecido em Três Pontas garantem esses números.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (15) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos segue em 184. Não há nenhuma pessoa internada na Santa Casa com a doença e ninguém está hospitalizado com suspeita naquela unidade de saúde. Recuperados seguem em alta e já passam dos dez mil!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’, com desaceleração nas últimas duas semanas. Mas o feriado de carnaval volta a preocupar!

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, então a primeira de 2022, seguida por outras, infelizmente.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 10.709 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 10.479 já se recuperaram e, infelizmente, 184 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 56 pessoas estão com o vírus.

    Números Atuais

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 38.946.

    Nenhuma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontram-se hospitalizada; 56 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas faz um estudo constante que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 698 dias. Isso dá uma média de 15,34 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Uma liderança da Santa Casa de Três Pontas disse ao Conexão que todas as mortes por complicações da covid-19 em 2022 envolvem pessoas que não se vacinaram ou que tomaram apenas uma dose.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 100 Homens

    _ 84 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 59

    _ 60 a 79 anos – 85

    _ 80 anos ou mais – 39

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 57

    _ Hipertensão – 44

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 66

    _ Doença Renal Crônica – 12

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 10

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 06

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 02

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Reumatismo – 01

    _ DPOC – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 80

    _ 8 a 15 dias – 61

    _ 16 a 21 dias – 14

    _ 22 ou mais – 17

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

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    Roger Campos

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  • Novidade na Saúde: Atendimentos da Ortopedia do Pronto Socorro são transferidos para o Hospital da Unimed em Três Pontas

    Novidade na Saúde: Atendimentos da Ortopedia do Pronto Socorro são transferidos para o Hospital da Unimed em Três Pontas

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou em sua página oficial nas redes sociais uma alteração nos atendimentos ortopédicos que eram realizados no PAM. “Para garantir mais comodidade e segurança aos usuários da Ortopedia do Pronto Atendimento Municipal (PAM), os atendimentos como consultas e exames de Raio X foram transferidos para o Hospital da Unimed, local preparado e estruturado para receber esses pacientes”, disse o comunicado.

    Ainda conforme a nota da Prefeitura, “essa ação visa desafogar e melhorar o atendimento do PAM, além de garantir segurança para os usuários, que não precisarão mais ficar expostos a outros tipos de doenças”.

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    A secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa falou sobre a alteração: “Nós levamos para a Unimed o atendimento ambulatorial da Ortopedia, que era realizado no Pronto Atendimento Municipal. Ou seja, as consultas, as fraturas, situações de urgência e de emergência nós transferimos para o Hospital da Unimed no intuito de desafogaria o PAM e também oferecer mais segurança aos pacientes no sentido de não se misturarem com outras enfermidades”, pontuou.

    Também foi explicado que a transferência desse atendimento inclui, não somente os pacientes que procuram o Pronto Socorro, mas também aqueles que passam pelo Centro de Especialidades Médicas da Santa Casa.

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    O prefeito Marcelo Chaves Garcia disse que apesar da distância, do hospital da Unimed, a mudança trará melhoria no atendimento tanto do Pronto Atendimento Municipal, que ficará menos sobrecarregado, quanto nos atendimentos ortopédicos que passam a ser feitos no Hospital da Unimed, com toda estrutura de primeira. “A Unimed tem sido sempre uma grande parceira do Município. E nos preocupamos também com a locomoção dos pacientes e estamos intensificando a circulação de ônibus pelo local. É uma importante conquista, um avanço na Saúde em favor dos trespontanos”, disse o gestor municipal, cuja fala foi replicada pelo vice-prefeito Luis Carlos da Silva (foto capa).

    O Hospital da Unimed está localizado na Avenida Nilson José Vilela, na entrada do município, próximo à MG 167.

     

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    Roger Campos

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  • ALÔ DOUTOR ESPECIAL: Quais os riscos da gestação nos extremos de idade – adolescentes e mulheres acima de 40 anos?

    ALÔ DOUTOR ESPECIAL: Quais os riscos da gestação nos extremos de idade – adolescentes e mulheres acima de 40 anos?

    Em reportagem esclarecedora, Dr. Eduardo Marcondes Lemos aborda o tema de grande interesse das mulheres.

    Quais os riscos, os perigos e também os cuidados que se deve ter em dois contextos que envolvem gestações: na adolescência e também acima dos 40 anos? Procurado por nossa reportagem, diante de uma série de pedidos de leitoras solicitando um enfoque mais detalhado sobre o assunto. O renomado ginecologista e obstetra, Dr. Eduardo Marcondes Lemos, que atende em Três Pontas, falou ao Conexão.

    O índice de gravidez na adolescência no Brasil está acima da média mundial. Em 2020, registrou-se que, a cada mil brasileiras entre 15 e 19 anos, 53 tornam-se mães. No mundo, são 41, conforme relatório lançado recentemente pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa).

    “As gestações nos extremos da idade reprodutiva da mulher, em geral, apresentam piores desfechos para a mãe e para o bebê. No entanto, apesar de haver riscos gestacionais, gestantes saudáveis com idade menor do que 15 e maior do que 35 anos podem ser acompanhadas em pré-natal de baixo risco na própria unidade de saúde, exceto quando há intercorrências clínicas que motivem o encaminhamento para outros níveis de atenção”, disse o profissional.

    Ainda conforme o Dr. Eduardo, a informação é fundamental para um desfecho mais saudável e feliz para todos.

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    Adolescentes:

    Gestantes adolescentes merecem atenção especial durante a assistência pré-natal, pois apresentam maior frequência de pré-natal inadequado (menor número de consultas e maiores índices de faltas) e riscos elevados para comorbidades associadas a gestação como:
    – Pré-eclâmpsia,
    – Anemia
    – Nascimento de bebês prematuros ou com baixo peso.

    “Outro ponto relevante é que frequentemente as gestações em adolescentes não são planejadas, o que pode aumentar riscos de transtornos físicos, psicológicos e sociais para esta população. Estes fatos podem eventualmente expor a esta jovem ao consumos de medicamentos, álcool, tabaco e outras drogas”, ponderou o ginecologista e obstetra.

    Mães Tardias:

    Com o passar dos anos, a maternidade vem sendo adiada cada vez mais pelas mulheres. Antes, era comum que a gravidez acontecesse na casa dos 20 anos, mas o comportamento mudou e, atualmente, a busca pela construção de uma família vem acontecendo depois dos 30 anos de idade.

    Segundo dados da sociedade Brasileira de reprodução assistida SBR a, em 10 anos, a quantidade de gestantes com 35 a 39 anos de idade aumentou em 63,3% no Brasil. Entre as mulheres de 40 a 44 anos, o número de partos subiu em 57%. Já as mulheres com mais de 50 anos, a alta foi de 55%.

    Mães com idade avançada apresentam dificuldade de concepção devido a diminuição da fertilidade materna após os 35 anos.

    “Há, também, maior risco de abortamentos espontâneos e de cromossomopatias (doenças genéticas, como a Síndrome de Down)”, revela.

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    É também após esta faixa etária que as mulheres apresentam com maior frequência doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo e obesidade.

    “Assim elas estão mais propensas a desenvolverem condições que podem afetar a evolução da gestação, bem como aumentam riscos de morte materna e fetal”, conclui o Dr. Eduardo.

    O acompanhamento também pré-natal é de suma importância, através dele conseguimos reduzir:

    – A mortalidade materna e fetal no parto e puerpério;

    – O número de abortos espontâneos;

    – O número de partos prematuros;

    – O número de recém-nascidos de baixo peso

    – As complicações de saúde materno durante e após a gestação.

    Dr. Eduardo Marcondes Lemos, médico ginecologista e obstetra, atende em Três Pontas.

    Serviço

    Quer saber mais? Agende uma consulta com o Dr. Eduardo.

    (35) 3265-2338.

     

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    Roger Campos

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  • SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    Diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammentra), Alysson Coimbra, expõe a importância dos cuidados para dirigir na chuva

    Mesmo com algumas cidades cancelando os eventos do carnaval, devido ao aumento dos casos de COVID-19, as rodovias brasileiras estão movimentadas neste feriado. Segundo o diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra, algumas informações de segurança são necessárias ao dirigir em estradas, principalmente nesta época, em que ocorrem fortes chuvas.

    Além de alguns dispositivos, como o cinto de segurança e capacetes, os equipamentos usados para transportar crianças e animais de estimação são importantes para reduzir os riscos e a possibilidade de multas.

    “O motorista deve obedecer às especificações da lei para o transporte adequado de crianças conforme o peso e faixa etária. Já ara para os animais, as medidas necessárias serão avaliadas por meio do porte e peso do pet”, explica Alysson.

    A manutenção do veículo também é indispensável. De acordo com o diretor científico da Ammetra, é importante que o condutor cheque os níveis de água e óleo, calibre os pneus e avalie os itens de segurança, como o macaco, o triângulo, e se o estepe está calibrado.

    “Não se pode esquecer de analisar o funcionamento dos faróis, lanternas, setas e luz de freio”, completa o especialista.

    Alysson assegura que o motorista deve ter atenção com o excesso de velocidade, já que é, na maioria das vezes, responsável pelos acidentes mais graves. “Com as vias menos obstruídas, muitos motoristas dirigem em alta velocidade, o que aumenta os riscos de acidentes. É indispensável seguir o limite de velocidade estipulado pela via e não fazer ultrapassagens em locais proibidos”, alerta o especialista.

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    Cuidados são indispensáveis antes e durante a viagem

    Segundo Alysson Coimbra, o condutor precisa estar preparado para longas viagens, pois o fator humano é responsável por cerca de 90% dos acidentes.

    “É preciso que o motorista tenha dormido o suficiente à noite e esteja descansado. Não indicamos que quem iniciou algum tratamento recentemente faça uso do medicamento e dirija, já que há remédios que podem interferir diretamente na capacidade de concentração e reação. Na dúvida, consulte seu médico”, disse.

    Em época de chuvas e enchentes, dirigir requer uma série de cuidados para evitar novas tragédias e, por isso, é recomendável um estudo prévio da rota antes de sair de casa.

    “Tenha um plano extra em caso de obstruções da via e mantenha sempre alguma reserva de água potável e alimentos para consumo imediato, caso fique preso em alguma interdição do percurso”, orienta o especialista.

    Utilizar o GPS, mesmo que conheça o trajeto, também é preciso, pois notifica sobre as interdições e desvios por conta de alagamentos. “Jamais atravesse pontos alagados em ruas, estradas e rodovias, pois em muitos casos podem existir crateras. Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda e, em caso de enxurradas, sendo possível, não saia do veículo”, completa o diretor científico da Ammenta.

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    Além disso, Alysson explica que, quando a pista estiver molhada, o motorista deve reforçar a atenção para evitar a aquaplanagem — momento em que uma camada de água se forma entre pneu e o solo.

    “Nessa situação a recomendação é parar de acelerar, manter o volante em linha reta e jamais acionar os freios, pois isso pode fazer o veículo perder o controle e sair da pista”, reforça.

    Em caso de chuva, o motorista deve estar em uma distância segura (de 4 segundos) em relação ao veículo da frente.  “Para calcular o tempo, escolha um ponto fixo à frente e comece a contar depois que o outro carro passar por ele. Use faróis baixos para melhorar a visibilidade, nunca a luz alta. Quando a pista estiver molhada, o ideal é transitar em uma velocidade de até 80% do limite permitido na via”, acrescenta.

    Confira as dicas para dirigir em segurança

    • Utilize equipamentos de segurança, como cinto e capacete, em caso de motocicletas Confira os níveis de água, óleo, calibre pneus
    • Confira o funcionamento das luzes de freio, ré, faróis e lanternas
    • Verifique os itens de segurança obrigatórios: triângulo, macaco e se o estepe está calibrado
    • Durma bem e só pegue a estrada se estiver descansado
    • Tenha reserva de água e comida para o caso de interdições de pista ou congestionamento

    Em caso de chuva

    • Use GPS mesmo que conheça o caminho, eles avisam sobre interdições e desvios seguros
    • Em caso de chuva intensa, procure lugar seguro para parar o carro
    • Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda
    • Não saia do carro em caso de enxurrada
    • Mantenha distância segura do veículo à frente
    • Use farol baixo
    • Reduza a velocidade gradativamente e não freie bruscamente
    • Em caso de aquaplanagem, mantenha o volante reto, pare de acelerar e não freie
    • Jamais estacione no trecho de circulação da via, dando preferência para acostamento ou vias marginais.
    • Em caso de interdição de pista: se não existir local seguro para estacionar, acione as luzes de alerta e abandone o veículo, buscando abrigo em local seguro
    • Em casos de chuva forte e descargas elétricas, não busque abrigo embaixo de árvores
    • Se possível, faça a sinalização para que os demais motoristas possam reduzir a velocidade e evitar colisões

    Transporte adequado para crianças 

    • Bebê conforto: crianças de até um ano de idade e até 9kg, posicionado em sentido contrário ao painel do veículo.
    • Assento conversível: crianças de até um ano de idade e até 13kg posicionado no sentido contrário ao painel do veículo até a criança completar 1 ano de idade.
    • Cadeirinha: crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg, posicionamos de frente para o painel do veículo.
    • Assento de elevação: crianças de 4 a 10 anos de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg, sempre conectado ao cinto de três pontos.
    • Banco traseiro e dianteiro somente com o cinto de segurança: crianças com mais de 10 anos de idade e/ou estatura superior a 1,45.

    Transporte adequado para animais de estimação

    • Caixa de transporte: deve ser fixada pelo cinto de segurança do veículo no banco traseiro e precisa ser ventilada e estar de acordo com as dimensões do animal.
    • Cestinhos ou cadeirinhas: recomendadas para animais de pequeno porte que não se adaptam em viajar nas caixas de transporte. São projetadas para serem utilizadas com os animais utilizando coleiras do tipo peitoral e devem ser fixadas no encosto de cabeça do banco traseiro e retidas com o cinto de segurança do veículo.
    • Cinto de segurança: recomendado para cães de porte médio ou grande na posição central do banco traseiro, com os adaptadores presos às coleiras peitorais, e fixados no encaixe do cinto de segurança do veículo.
    • Grades de contenção: indicada para animais de grande porte e têm a função de limitar a circulação do animal dentro do carro e impedir o cão de saltar pela janela.
    • Capa protetora para banco traseiro: pode ser usada com o cinto de segurança, minimizando o risco do animal de sofrer ferimentos em desacelerações bruscas, por exemplo.

    Fonte EM

     

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

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