Tag: Saúde

  • INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    Como se sabe, a realidade de muitas pessoas em situação de rua configura-se em um drama social. Eles sofrem com as discriminações, falta de privacidade, carências na educação e saúde, violências, além de possuírem fragilidade dos vínculos sociais.

    No Brasil, a cidade que possui maior concentração de população em situação de rua é São Paulo. Em 2015, estima-se que 15.905 pessoas estavam vivendo em situação de rua. Desse número, 7.335 estavam sem abrigo.

    Em virtude dessas condições de vida e em busca de fugir da situação em que se encontra, o transtorno mais comum nessa população está associado à dependência de álcool (8% – 58%) e outras drogas (5% – 54%).

    Para melhorar o acesso à saúde da população em situação de rua, foi criado o Consultório na Rua. Essas ações são realizadas por equipes da atenção básica em determinadas datas para atuarem no cuidado integral dos pacientes.

    Dicas de como conquistar e manter uma saúde mental saudável

    – Realize atividades que lhe tragam prazer, como um hobby, aulas de artes, leitura ou ampliar as amizades;

    – Mantenha seu corpo ativo por meio da prática de exercícios físicos regulares;

    – Desenvolva novos hábitos e objetivos. O cérebro precisa se manter ativo;

    – Organize sua rotina, com tarefas e responsabilidades em equilíbrio;

    – Durma bem. A falta e o excesso de sono prejudicam à saúde e também podem ser gatilhos para ansiedade, estresse ou depressão;

    – Trinta minutos diários de exercícios físicos favorecem o bem-estar físico e mental;

    – Pratique meditação. Ela melhora o foco e a concentração;

    – Quando necessário, procure ajuda profissional. O desequilíbrio químico do cérebro também afeta a saúde mental;

    – Se afaste ao menos um pouco das redes sociais. Elas podem ser nocivas quando usadas em excesso;

    – Sorria mais, leve a vida de forma mais leve;

    – Se alimente bem e mantenha a hidratação;

    – Ter um amigo pet ajuda a manter a saúde emocional em dia;

    – Brinque mais, saia mais, dance, se divirta;

    – Evite se envolver com várias coisas ao mesmo tempo.

    Idoso em situação de rua no centro de Três Pontas.

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    Saúde mental no Brasil na saúde pública

    A criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) foi um importante passo da reforma psiquiátrica no Brasil, que aconteceu em 2001.

    Os CAPs substituíram o antigo modelo hospitalocêntrico e manicomial e seguem os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de universalidade, equidade e integralidade.

    O papel dos CAPs é o de oferecer assistência, cuidados e tratamentos para a saúde mental da população brasileira.

    Além do atendimento às pessoas com transtornos mentais como depressão, ansiedade, esquizofrenia e outros, os CAPs também têm um grande foco aos dependentes de substâncias psicoativas, principalmente o crack, que é uma preocupante realidade entre a população vulnerável no Brasil.

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    Saúde mental no Brasil no ambiente corporativo

    Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que no mundo, os transtornos mentais e físicos estão entre os principais motivos de faltas no trabalho no Brasil.

    A depressão afeta 59% dos trabalhadores. Outros 63% sofrem de transtornos de ansiedade. Estresse afeta 37% dos colaboradores, enquanto outros 44% afirmam ter tido esgotamento mental.

    Apesar de ser um tema não muito aberto para discussões na sociedade, é preciso mudar esse cenário com urgência. Faltas e afastamentos impactam diretamente de forma positiva no sistema produtivo.

    Apatia ou desgaste emocional são facilmente identificados e, quando tratados precocemente, não geram maiores problemas de saúde.

    Mas, se ignorados, podem causar sérios problemas psicológicos, biológicos e até no funcionamento mental e físico do trabalhador. O bem-estar da equipe é responsabilidade do gestor da empresa.

    Bons líderes precisam estar atentos para reconhecer os sinais de adoecimento mental. Os custos para tratar o problema tira todos os anos mais de US$ 1 trilhão da economia mundial.

    Além disso, são elevados os números de faltas e de afastamentos, reduzindo a produtividade e onerando os planos de saúde. Adotar programas preventivos de saúde e serviço de telemedicina pode ajudar a mudar esse cenário.

    Pessoas em situação de rua na Avenida Oswaldo Cruz, no coração de Três Pontas.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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    Roger Campos

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  • ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    Especialistas da USP apontam que o Brasil está entre os países que mais apresentam pessoas ansiosas (63%) e depressivas (59%). A Irlanda ocupa a segunda colocação com 61% da população apresentando ansiedade e 57% depressão.

    Esse quadro se agravou ainda mais entre 2020 e 2021 devido à pandemia de coronavírus. Em muitos períodos o afastamento social imposto por quarentena e lockdown privou a população do convívio social e do trabalho.

    O estudo da Universidade foi realizado em 11 países. Confinadas em casa, as pessoas que ficaram desempregadas foram as mais afetadas, apresentando sintomas de depressão e de ansiedade.

    No mundo a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades. Juntas, depressão e ansiedade custam US$ 1 trilhão para a economia mundial, de acordo com levantamento da OMS.

    Depressão é a causa número um de incapacidade, podendo levar ao suicídio. Todos os anos, mais de 800 mil pessoas com idades entre 15 e 29 anos, se matam. A doença afeta mais mulheres do que homens e pode gerar sérios problemas de saúde física.

    Pessoas depressivas têm problemas no trabalho, em casa ou na escola. Tratamentos com multiprofissionais ou atividades físicas podem ajudar na recuperação.

    Questionário DASS-21 sobre saúde mental

    O questionário usado para distinguir a depressão, ansiedade e o estresse é o DASS- 21, desenvolvido pelo PhD Peter Lovibond.

    A avaliação permite medir a gravidade dos sintomas do paciente, mas também um modo de acompanhar e medir a resposta do paciente ao tratamento psicológico.

    Seu objetivo é mensurar a intensidade das sensações e comportamentos dos transtornos mentais experimentados nos últimos sete dias.

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    Como funciona o teste DASS-21?

    Desenvolvido em 1995, o teste DASS-21 é uma importante ferramenta que ajuda as pessoas a identificarem o seu estado emocional. Por meio de 21 questões, o teste mede o humor, a ansiedade, o estresse e até a depressão.

    São questionamentos sobre reações ou sintomas que a pessoa vivencia, decorrente de algumas situações cotidianas. Cada pergunta é classificada na escala Likert de quatro pontos de frequência que vão de zero a três.

    Sendo zero, que não se aplica de maneira alguma e três se aplica muito ou o tempo todo. Eles servem para ressaltar os estados emocionais. O resultado pode indicar se é preciso acompanhamento médico.

    Porém o teste não substitui uma avaliação psicológica e nem vale como diagnóstico. Se prestar atenção, o ideal é que a pessoa procure atendimento psicológico o quanto antes.

    O teste é de domínio público e está disponível na internet por meio de vários sites especializados em saúde mental. Ele serve de alerta para que a pessoa possa procurar ajuda, se auto avaliar e promover mudanças em seu estilo de vida.

    Entenda a relação dos jovens com a saúde mental no Brasil

    Como se sabe, a adolescência é um período de muitas mudanças. Hábitos sociais e mentais desenvolvidos são importantes para o bem estar social.

    Diante tantas mudanças, estudos apontam que entre 10 e 19 anos existe uma prevalência maior de transtornos mentais, sendo o principal fator agravante as incertezas dessa fase da vida.

    De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, as condições de saúde mental são responsáveis por 16% da carga global de doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos.

    Os dados também apontam que metade de todas as doenças mentais começa aos 14 anos, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada. Entre os transtornos, a depressão se destaca como uma das principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes.

    Ao longo da vida, uma em cada dez pessoas precisará de cuidados de saúde mental. Se os momentos de estresse e apreensão não forem reconhecidos e gerenciados, esses sentimentos podem levar à doença mental.

    Infelizmente, a maioria não é diagnosticada e muito menos tratada. Consequentemente, o suicídio torna-se a terceira causa de morte entre os adolescentes.

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    Como prevenir os transtornos?

    Independente do tipo de problema que possamos enfrentar na vida, prevenir os transtornos mentais é sempre possível. O equilíbrio físico e mental pode partir de ações simples no dia a dia, seja em casa, no lazer ou no trabalho.

    Manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regulares, dormir bem, pode ser o ponto de partida na prevenção de doenças. Vamos ver outras sugestões que podem ajudar a prevenir transtornos mentais.

    – Mantenha o equilíbrio emocional partindo de quatro passos: não seja impulsivo; seja flexível; não foque somente no problema, busque soluções e acima de tudo, respeite seus limites;

    – Sempre fale o que pensa ou sente;

    – Não acumule tristezas e angústias;

    – Mantenha a respiração estável, mesmo em situações de estresse;

    – Ame a vida e mantenha o foco no presente.

    Atividades de promoção e prevenção

    Além das medidas individuais, é preciso olhar para a saúde mental como saúde pública. A visão estrutural da promoção e prevenção dos transtornos envolve:

    • Intervenções psicológicas individuais online, para ampliar o acesso à ajuda específica;
    • Intervenções focadas na família, como treinamento do cuidador;
    • Intervenções nas escolas, como ensino sobre saúde mental e habilidades para a vida. Treinamento pessoal para a detecção e manejo básico do risco de suicídio e programas escolares de prevenção para adolescentes vulneráveis à condições de saúde mental;
    • Programas para prevenir e administrar os efeitos da violência sexual em adolescentes;
    • Programas multissetoriais de prevenção ao suicídio.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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    Roger Campos

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  • Papo Cabeça SEXUALIDADE SEM PRECONCEITO: COITO INTERROMPIDO? – Dr. Eduardo Marcondes Lemos, Médico Ginecologista e Obstetra, fala tudo…

    Papo Cabeça SEXUALIDADE SEM PRECONCEITO: COITO INTERROMPIDO? – Dr. Eduardo Marcondes Lemos, Médico Ginecologista e Obstetra, fala tudo…

    MAS O QUE É COITO INTERROMPIDO?

    O coito interrompido é o ato de o homem retirar o pênis da vagina antes de ejacular, limitando as chances de o esperma atingir o óvulo. É um método de fácil entendimento sobre como funciona, mas de difícil execução e pouco eficiente.

    Ele pode gerar gravidez?

    É muito importante o entendimento de que nem todo o esperma é liberado na hora da ejaculação. O líquido pré-ejaculatório, aquele liberado pelo homem durante a excitação, ou seja antes do orgasmo, já possui espermatozoides e pode sim engravidar.

    Outro fator é que o parceiro deve ter um autocontrole muito grande e experiência em realizar este método, para ter certeza do momento que vai ejacular e conseguir realizar a retirada do pênis antes da saída do esperma.

    Motivos que levam o casal a realizar esta prática

    • A mulher não gosta de usar camisinha ou acredita que tenha alergia a ela.

    • O parceiro impõe a sua vontade por não gostar da camisinha.

    • Desconhecimento sobre o potencial de gerar gestação do método

    • Falta de acesso a outros métodos

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    Como utilizar o coito interrompido corretamente?

    • Retirar o pênis bem antes da ejaculação, sem deixar “escapar” nada de sêmen para dentro da vagina

    • Não ejacular na região próxima à vulva

    • Se houver um segundo round no sexo, fazer uma pausa para urinar e lavar o pênis

    • Tomar banho e cuidar para que não chegue perto da vagina nada com o conteúdo da ejaculação no intervalo de uma a seis horas

    • Combinar o coito interrompido com outro método contraceptivo, como anticoncepcionais, pode diminuir muito a chance de gravidez.

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    Principais desvantagens do coito interrompido

    • O método tem eficácia reduzida, com potencial de falhas de até 27 %.

    • É uma prática pouquíssimo segura em relação a doenças transmitidas pelo sexo, visto que não há qualquer proteção para evitar a troca dos fluidos entre os parceiros

    • O fato de que muitos casais que adotam o método relatam um extremo desgaste psicológico e insatisfação com a vida sexual.

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    (35) 3265-2338

     

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  • URGENTE: USO DE MÁSCARAS DEIXARÁ DE SER OBRIGATÓRIO EM AMBIENTES FECHADOS EM TRÊS PONTAS

    URGENTE: USO DE MÁSCARAS DEIXARÁ DE SER OBRIGATÓRIO EM AMBIENTES FECHADOS EM TRÊS PONTAS

    Mudança segue orientação do Governo de Minas e acontecerá a partir de 1º de Maio

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em suas redes sociais o fim da obrigatoriedade do uso das máscaras contra a covid-19 em ambientes fechados, a partir do dia primeiro de maio. 

    O Executivo Municipal está seguindo uma orientação do Governo do Estado de Minas Gerais.

    O uso das máscaras já havia deixado de ser obrigatório em locais abertos por conta da melhora dos números de casos, que segue em baixa, muito por conta da vacinação que acontece de forma ampla e acelerada em todo município.

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    Ainda conforme a Prefeitura Municipal e recentes declarações do gestor Marcelo Chaves Garcia, Três Pontas havia alcançado o índice de 50% da população imunizada e com o esquema vacinal completo, ou seja, com todas as doses tomadas. Mas que seria necessário atingir a meta de 70% para que a liberação também ocorresse em ambientes fechados. 

    De acordo com a Prefeitura Municipal, procurada na manhã de hoje pelo Conexão, o percentual de 70% ainda não foi atingido, devendo estar na casa de 60% a 65% neste momento. Porém o Município segue as diretrizes do Estado e como houve a orientação para a liberação por parte da Secretaria de Estado da Saúde, Três Pontas acatou e liberará a partir de primeiro de maio.

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    A campanha de vacinação contra a covid-19 segue de forma rápida, eficaz e exemplar, com a dedicação de muitos profissionais, divulgações maciças e uma incessante luta para vencer o inimigo invisível. O que, finalmente, parece estar acontecendo, embora, as autoridades de saúde alertem que os cuidados de prevenção devem continuar.

     

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA casos de covid-19

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA casos de covid-19

    Último Boletim mostra nenhum caso ativo, ninguém em isolamento ou internado com o coronavírus.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou no último dia 25, início desta semana, o mais recente Boletim Epidemiológico que trata dos números da covid em Três Pontas. Não há, no momento, ninguém com covid-19 no município!

    A boa notícia dos dados trazidos pelo boletim mostram que não há ninguém internado na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis com coronavirus, Também não há ninguém internado com suspeita e ainda nenhum caso confirmado em isolamento.

    Isso se deve, fundamentalmente, à toda grande campanha de vacinação contra o vírus e ainda revela a importância de todas as campanhas de divulgação e conscientização por parte do Executivo Municipal no sentido de mostrar aos cidadãos trespontanos a importância da imunização e que, sem ela, seria impossível vencer o inimigo invisível.

    A vacinação segue avançando de forma exemplar e deve ser destacada toda atuação e dedicação de todos os profissionais de saúde do município.

    Também hoje, a Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em suas redes sociais que seguirá a orientação do Governo do Estado de Minas Gerais no sentido de extinguir a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados a partir do próximo dia primeiro de maio.

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    Ainda conforme o último Boletim Epidemiológico contra a covid-19 em Três Pontas, o total de casos confirmados é de 10748. O número de pessoas recuperadas é de 10562. O número de óbitos totaliza 186. E os casos de síndrome gripal somam 39491 registros.

    Do total de casos confirmados até o último dia 25 de abril, 4742 são homens e 6006 são mulheres.

    Separando o número de contaminações desde o início da pandemia até agora, por faixa etária, são 342 casos de zero a nove anos, 711 casos de 10 a 19 anos, 4466 casos de 20 a 39 anos, 3610 casos de 40 a 59 anos e 1619 casos em pessoas com mais de 60 anos.

    Em relação as vidas que foram perdidas para o coronavirus em Três Pontas, são 101 homens e 86 mulheres. Isso dá um total de 187 óbitos, e não 186 como mostra o boletim, mas considera-se o fato de um óbito ter sido registrado em outro município.

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    Sobre as comorbidades, doenças pré-existentes que acabaram sendo determinantes no agravamento de alguns casos que terminaram em mortes, 58 deles tinham diabetes, 44 tinham hipertensão arterial, 67 tinham um doença cardiovascular, 12 tinham doença renal, 10 tinham obesidade, 8 tinham doença neurológica crônica, 6 tinham outra pneumopatia crônica, 4 tinham asma, além de outros casos com outras doenças.

    Desde o início da pandemia, em abril de 2020, hoje, sem sombra de dúvida, se vive o melhor momento de enfrentamento à pandemia.

    Autoridades de saúde insistem que, apesar do afrouxamento do uso da máscara, outros cuidados de prevenção devem ser mantidos.

    Vale lembrar que na Europa e no nascedouro do coronavirus, a China, os casos seguem aumentando por conta da baixa vacinação. Todo cuidado é pouco para que não tenhamos no Brasil uma nova onda de casos e mortes.

    Dia D de Vacinação

    Fique ligado. Sábado teremos o DIA D da Vacinação em Três Pontas. Vacinas contra COVID, Influenza e Sarampo.

    INFLUENZA (GRIPE)

    – Idosos acima de 60 anos
    – Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
    – Profissionais de saúde
    SARAMPO
    – crianças de 6 meses a menores de 5 anos.
    – profissionais de saúde;
    COVID
    – 1ª e 2ª doses: crianças e adolescentes
    – 3ª dose ou reforço: pessoas acima de 18 anos
    – 4ª dose: pessoas acima de 70 anos
    SÁBADO, 30 DE ABRIL
    Horário: de 8h às 17h
    Local: salas de vacinas municipais:
    – CENTRO DE SAÚDE SANTA EDWIGES
    – CENTRO DE SAÚDE CATUMBI
    – CENTRO DE SAÚDE VILA MARILENA( MORADA NOVA)
    – Policlinica
    – PSF Dr. Oscar de Oliveira Brito ( Bairro Filadélfia)

     

     

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  • FIQUE ATENTO: Vacinação contra a Covid-19, Gripe e Sarampo acontecerão em Três Pontas de 25 a 29 de abril

    FIQUE ATENTO: Vacinação contra a Covid-19, Gripe e Sarampo acontecerão em Três Pontas de 25 a 29 de abril

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde e do setor de imunização está realizando um amplo trabalho de vacinação em diversas frentes no município. É preciso ficar atento!

    Dentre os dias 25 de abril e 29 de Abril acontecerá a vacinação contra a influenza (gripe), contra o sarampo e contra a covid-19.

    Contra a influenza (gripe), serão imunizados idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses até 5 anos de idade, gestantes e puérperas e ainda profissionais de Saúde. A vacinação ocorrerá em todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 às 17 horas.

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    Já a vacinação contra o sarampo atenderá crianças maiores de 6 meses e menores de 5 anos de idade além dos profissionais de saúde, com aplicação em todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 horas às 17 horas.

    E a vacinação contra a covid-19 continua em ritmo acelerado em Três Pontas, já que a meta é ter mais de 70% da população vacinada, com o esquema vacinal completo, para que a obrigatoriedade da máscara não seja mais exigida em ambientes fechados.

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    Estão sendo aplicadas a primeira e segunda doses em crianças e adolescentes, a terceira dose ou reforço em pessoas acima de 18 anos e ainda a quarta dose em pessoas acima de 70 anos. Os locais de imunização são todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 horas às 17 horas.

    É preciso levar documento e o cartão de vacina.

     

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  • II Conferência Municipal aborda os desafios da Saúde Mental em Três Pontas

    II Conferência Municipal aborda os desafios da Saúde Mental em Três Pontas

    Está acontecendo em Três Pontas a II Conferência Municipal da Saúde Mental, evento que tem como sede o auditório da Associação Comercial e Industrial de Três Pontas – ACAITP.

    A Conferência de Saúde Mental é organizada pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Conselho Municipal de Saúde e tem como objetivo propor diretrizes para a formulação da Política Municipal, Estadual e Nacional de Saúde Mental e o fortalecimento dos programas e ações de Saúde Mental para a cidade.

    Estão participando da conferência, dentre outras pessoas, o prefeito Marcelo Chaves Garcia, a secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa e o provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro.

    Saúde mental no Brasil: entenda o que é, impactos e como prevenir

    Quais os desafios da saúde mental no Brasil? Nos últimos anos, as doenças mentais tiveram um aumento considerável. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. Mesmo assim, parte dessas pessoas não possuem assistência médica adequada quanto à saúde mental.

    A depressão é o mal do século XXI. A ansiedade afeta 18,6 milhões de brasileiros. Os transtornos mentais são responsáveis por mais de um terço do número total de incapacidades nas Américas. Então, como viver de forma plena e equilibrada diante uma realidade tão alarmante?

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    O que é saúde mental?

    Apesar da OMS apontar que não existe uma definição oficial sobre o problema, a saúde mental é considerada a todas as formas como a pessoa reage à diversas situações da vida.

    Exigências, desafios, problemas, mudanças, momentos felizes e nem tão bons. Emoções que vivenciamos todos os dias, ao acordar e ao se deitar. Sentimentos que, de alguma forma despertam reações emocionais que impactam nossas vidas e a maneira como agimos e como pensamos.

    Saúde mental é equacionar bem essas emoções. É estar bem consigo mesmo e com os outros, aceitando e entendendo o que a vida nos apresenta.

    É considerado um nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional, que define o nosso bem-estar social, emocional e psicológico. A forma como lidamos com esses fatores é que será determinante para manter ou não a qualidade da nossa saúde mental.

    Seja em casa, em família, com amigos ou no trabalho, as adversidades existem e podem ser superadas.

    Mas se não conseguirmos lidar com elas positivamente, isso pode gerar um desequilíbrio emocional, ocasionando uma série de transtornos emocionais e até doenças mentais.

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    Os desafios de saúde mental no Brasil

    O assunto ganhou importância e preocupação internacional. Tanto que foi instruído uma data especial para alertar sobre o tema e suas consequências. No dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde Mental, especialistas e instituições de saúde focam suas iniciativas sobre os desafios desta área.

    Os desafios são grandes, em especial em relação à assistência que ainda é deficitária. Problema que compromete a reabilitação do paciente, em especial em instituições públicas.

    A falta de uma política séria e programas eficientes são os maiores desafios a serem ultrapassados. Aliado a isso, o preconceito ainda é outro grande entrave. Muitas pessoas simplesmente são chamadas de loucas e afastadas do convívio social.

    Por outro lado, a pessoa doente se sente envergonhada ou tem medo de buscar ajuda psiquiátrica. Desinformação, falta de programas educativos preventivos e falta de conhecimento sobre a realidade do problema completam o quadro.

    O Ministério da Saúde reconhece o agravamento da situação, em especial, pelo aumento no número de doenças psicossomáticas e suicídios.

    Praticamente 20% dos brasileiros têm, teve ou terá algum distúrbio emocional, como ansiedade, depressão ou síndrome do pânico. Por outro lado, o declínio no número de leitos para internação só vem caindo nos últimos anos.

    Em 1980 eram 120 mil e hoje em dia, não passam de 12 mil em todo país. No trabalho o problema é grande, agravado por jornadas de trabalho exaustivas, cobranças incabíveis e metas inalcançáveis. A mudança desse cenário exige engajamento de todos!

    Conscientização

    A maioria das pessoas não sabe ou confunde os sintomas de doenças mentais. Conscientizar as pessoas sobre o problema e as formas preventivas para evitá-lo é o melhor caminho.

    Se não tratada corretamente, as doenças mentais agravam o estado de saúde mental e físico. A mudança desse cenário exige engajamento social. Os serviços de saúde precisam esclarecer a população sobre os cuidados preventivos.

    Para isso se faz necessário investimentos públicos e privados em medidas de prevenção e de conscientização. Isso, para que um grau relativamente leve não evolua para grave, levando à pessoa à internação e privação do convívio social e do trabalho.

    Cuidar do preconceito com o tema é o primeiro passo. O segundo é identificar e tratar sintomas como:

    – Tristeza e preocupações excessivas;

    – Cansaço sem motivo aparente;

    – Perda do prazer por atividades que antes gostava;

    – Desmotivação pelo trabalho;

    – Alterações de humor ou alucinações.

    Tratamento

    Doenças mentais são complexas por si só. Exigem tratamento com multiprofissionais de saúde, como psicólogos, terapeutas ocupacionais, farmacêuticos, entre outros.

    Claro que nem todas as pessoas que apresentam algum transtorno psíquico devem passar por todos esses profissionais. Os tratamentos são individualizados e personalizados de acordo com a grau do problema e as necessidades do paciente.

    Os tratamentos podem ser somáticos ou psicoterapêuticos. O primeiro inclui medicamentos e terapias que estimulem o cérebro, como os estímulos magnéticos transcraniana e do nervo vago.

    Já os tratamentos psicoterapêuticos, envolvem psicoterapia, técnicas de terapia comportamental e hipnoterapia. Dependendo do caso, o especialista pode associar todos os tipos de tratamentos e ainda indicar uso de medicamentos.

    Entre eles antidepressivos, inibidores de substâncias químicas presentes no cérebro, ansiolíticos, antipsicóticos, entre outros. Em geral é o psiquiatra o profissional mais indicado para tratar doenças mentais e indicar o melhor tratamento.

    Os mais convencionais são: eletroconvulsoterapia; psicoterapia; terapias comportamental, cognitiva e interpessoal; psicanálise; psicoterapia psicodinâmica ou psicoterapia de apoio.

    *Com informações do Conexa Saúde

     

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  • CONEXÃO URGENTE: PARÓQUIA D’AJUDA SERÁ ELEVADA A SANTUÁRIO EM TRÊS PONTAS

    CONEXÃO URGENTE: PARÓQUIA D’AJUDA SERÁ ELEVADA A SANTUÁRIO EM TRÊS PONTAS

    Se tornará assim, em 23 de Maio, o primeiro santuário da Diocese da Campanha

    De acordo com informações que nos foram passadas na noite deste sábado, 16 de Abril, pelo ministro extraordinário da sagrada comunhão, Luis Gustavo Mendonça, A Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda será elevada a santuário no dia 23 de maio deste ano.

    Ainda conforme LG Santos Mendonça, o Cônego Douglas Baroni trouxe a informação durante a celebração de Aleluia das 19 horas na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Nos próximos dias os critérios e outros detalhes referentes a mudança, serão divulgados. Com a confirmação, a Paróquia D’Ajuda passará a ser o primeiro santuário da Diocese da Campanha.

    Uma grande celebração acontecerá com a presença do bispo Dom Pedro Cunha Cruz.

    Veja o vídeo abaixo com outras informações e o anúncio oficial por parte do pároco da Matriz d’Ajuda:

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    Um santuário (do Latim sanctuarium, de sanctus), no conceito religioso, é um local sagrado, para onde, por devoção, acolhem peregrinos de diversas regiões. Geralmente possui objetos simbólicos usados no culto. Em algumas denominações religiosas, estes objetos são imagens ou relíquias.

    Na igreja Católica, é considerado um Santuário a Igreja frequentada por fiéis vindos de outras regiões atraídos por algo que existe especificamente naquele Templo.

    Por exemplo no Brasil, em Aparecida (São Paulo), temos o Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Este é o maior e mais visitado Santuário brasileiro e maior santuário do mundo de devoção a Maria. O Santuário recebe visitas de romeiros de todo o Mundo, o motivo são os vários milagres concedidos por Deus, pela intercessão de Maria a seus devotos naquele lugar. Entre eles está o que deu origem a primeira Igreja do local: o encontro da imagem da Santa de cor morena, que está disposta no interior do Santuário.

    A cada ano, a fé no beato Padre Victor segue rompendo fronteiras e crescendo mundo afora. Agora, com a confirmação de que a paróquia será santuário, a tendência é que o número de romeiros que visitam o município a cada ano cresça substancialmente.

    De todas as formas, em diversos setores, tal mudança trará inúmeros benefícios para nossa comunidade, para nossa economia.

    Cada vez mais, Três Pontas se consolida como a terra da música, do café e da fé.

     

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  • Estudo aponta que cerveja aumenta chance de contrair Covid-19, e vinho diminui

    Estudo aponta que cerveja aumenta chance de contrair Covid-19, e vinho diminui

    O consumo de cerveja ou de destilados pode tornar mais fácil para que as pessoas sejam infectadas pela Covid-19, enquanto o vinho pode tornar mais difícil. A conclusão é de um estudo comportamental realizado por pesquisadores do Hospital Shenzhen Kangning, na China.

    A pesquisa analisou 473.957 pessoas, das quais 16.559 receberam diagnóstico positivo para Covid-19. Os resultados apontaram que pessoas que consomem cerveja e cidra, não importando frequência e quantidade, tem risco maior de contrair a doença, assim como quem consome destilados frequentemente (cinco ou mais copos por semana).

    Por outro lado, quem tinha maior consumo de vinho tinto, branco ou champanhe apresentou menos chance de ser infectado.

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    “O consumo de cerveja e cidra não é recomendado durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de Covid-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja e cidra”, afirmam os autores no estudo.

    Os cientistas ainda compararam o risco de ser infectado de quem não bebe com o de quem consome bebidas alcoólicas, e identificaram que os que bebiam tinham uma chance ligeiramente menor de desenvolver a doença, mas o efeito protetor não foi significativo.

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    Por outro lado, quem bebia acima das diretrizes (sete litros de cerveja, sete taças de vinho ou 14 doses de destilado por semana) teve uma tendência de risco para a Covid-19 aumentada.

    E aí? Vai largar a ‘loira gelada’ por conta do coronavírus?

    Fonte JPNews

     

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    Roger Campos

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  • Anvisa aprova uso do remédio Paxlovid, da Pfizer, para combater a Covid-19

    Anvisa aprova uso do remédio Paxlovid, da Pfizer, para combater a Covid-19

    Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu a aprovação emergencial para o medicamento Paxlovid, da Pfizer, pensado para o combate à Covid-19.

    A Anvisa recebeu o pedido para registro emergencial em 15 de fevereiro, e a Diretoria Colegiada do Órgão decidiu aprová-lo em reunião nesta quarta, 30, após o processo de análise.

    O Paxlovid é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid-19 grave, e já foi aprovado para uso emergencial nos Estados Unidos, na Europa, no Canadá, na China, na Austrália, no Japão, no Reino Unido e no México.

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    O remédio consiste de dois (nirmatrelvir e ritonavir) ministrados juntos – eles bloqueiam a replicação do coronavírus no organismo.

    “Todos os processos de medicamentos e vacinas contra a Covid-19 submetidos à Agência foram exaustivamente avaliados por uma equipe multidisciplinar de servidores públicos que empenharam todos os seus esforços para que, no Brasil, fosse dado acesso a diferentes vacinas e tratamentos”, disse Meiruze Freitas, relatora do processo.

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    Estudos indicam que a droga reduz em 89% o risco de hospitalização ou morte em adultos vulneráveis.

    Freitas ressaltou, contudo, que a melhor estratégia de combate à Covid-19 continua sendo a vacinação em massa.

    Fonte JP

     

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  • Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Produzida pela Funed, a vacina, que já é oferecida para menores de cinco anos, estará disponível até julho para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade

    O Calendário Nacional de Vacinação está oferecendo gratuitamente, até julho, a vacina meningocócica C (Conjugada) para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade que não tenham nenhuma dose do imunizante registrada no cartão.

    A vacina já é disponibilizada em postos de saúde de todo o país para menores de cinco anos de idade, sendo administrada regularmente em esquema de duas doses, aos três e cinco meses de vida, e uma dose de reforço, preferencialmente, aos 12 meses de idade. Normalmente, para as crianças que por algum motivo perderam a oportunidade de receber a vacina nas idades indicadas, recomenda-se a administração de uma dose até os quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade.

    Prevenção

    A ampliação temporária da administração da meningocócica C (conjugada) para crianças com menos de 12 anos ainda não vacinadas tem como objetivo aumentar a proteção contra a doença, um dos tipos de meningite mais agressivos e que pode levar rapidamente à morte ou deixar graves sequelas. No ano de 2021, em Minas Gerais, foram registrados 17 casos de doença meningocócica e quatro óbitos. Já em 2022, até o momento, foram seis casos e uma morte.

    A vacina é a principal forma de prevenção. Em 2020, a cobertura vacinal em Minas Gerais para a meningocócica C (Conjugada) foi de 86,43% em menores de 1 ano e de 85,67% em crianças de um ano de idade ou mais. Já em 2021, a cobertura registrada foi de 73,7% nos menores de um ano e de 72,26% para os maiores de um ano de idade. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é a cobertura vacinal de 95% dentro do público indicado para receber o imunizante.

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    A doença

    A meningite é uma infecção que atinge as meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Embora todos os tipos de meningites demandem rigor no acompanhamento do quadro clínico, a meningite do tipo doença meningocócica apresenta maior gravidade.

    “Todas deixam sequelas e levam à morte, porém a doença meningocócica tem evolução para óbito em até 24h, além de sequelas que vão de surdez até amputação de membros”, reforça Fernanda Barbosa, referência técnica da Coordenadoria de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

    Fernanda explica que a doença meningocócica é a infecção causada por uma bactéria (meningococo), podendo apresentar vários sorogrupos, sendo A, B, C, W, X e Y os mais importantes. “A garganta dos seres humanos é o reservatório natural desse microrganismo, portanto, a sua transmissão ocorre por meio de partículas eliminadas durante a respiração, a fala, a tosse, o espirro, o beijo ou, ainda, por meio de contato direto com secreções respiratórias de pacientes ou portadores assintomáticos”, diz.

    Controle

    Coordenadora Estadual do Programa de Imunizações, Josianne Dias Gusmão explica que, apesar de a faixa etária em maior risco de adoecimento ser a das crianças menores de um ano de idade, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença na comunidade. “Portanto, a única forma de controlar a doença meningocócica é manter elevadas coberturas vacinais tanto na população infantil como em adolescentes”, reforça.

    A coordenadora também destaca a importância da vacina para evitar a ocorrência de surtos da doença, bem como hospitalizações pelo sorogrupo C, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos.

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    Produção

    A vacina foi introduzida na campanha de vacinação do estado de Minas Gerais em 2009. Um ano depois, o governo brasileiro a incluiu no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Desde então, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), por meio de uma Aliança Estratégica com a GSK para transferência de tecnologia do processo produtivo, vem sendo a fornecedora exclusiva do imunizante na rede pública do país.

    Para o diretor Industrial da Funed, Bruno Pereira, o quantitativo de doses enviado ao Ministério da Saúde nos últimos meses é suficiente para atender a todos os grupos contemplados pela vacina, mesmo com a ampliação da faixa etária, como previsto pelo Ministério da Saúde. “Mesmo diante da pandemia da covid-19 e de todos os desafios que a mesma apresenta, inclusive quanto ao transporte, temos garantido o abastecimento da vacina para todo o país. Em 2021, foram enviadas ao Ministério da Saúde cerca de nove milhões de doses”, reforçou o diretor. Neste ano, até o momento, já foram enviadas quase dois milhões de doses.

    Fonte Agência Minas

     

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  • SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INICIA APLICAÇÃO DA QUARTA DOSE DA VACINA CONTRA COVID EM TRÊS PONTAS

    SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INICIA APLICAÇÃO DA QUARTA DOSE DA VACINA CONTRA COVID EM TRÊS PONTAS

    Veja quem pode tomar a dose e onde será aplicada!

    A Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, através do setor de Vigilância Epidemiológica, iniciará nesta quarta-feira, 30 de março, a aplicação da quarta dose da vacina contra o coronavirus. É a chamada segunda dose de reforço.

    O imunizante Será aplicado durante dois dias, amanhã, dia 30 e quinta-feira, dia 31, no Ginásio Delvo Corrêa, das 8 às 12 horas, no bairro Padre Vítor.

    Poderão se vacinar amanhã, idosos com 85 anos de idade ou mais, que já tenham tomado as três doses, sendo que a última com intervalo mínimo de 4 meses.

    Já na quinta-feira poderão se vacinar as pessoas com 80 anos ou mais, com as mesmas condições.

    Idosos acamados devem entrar em contato com o posto de saúde ao qual pertencem para fazerem o agendamento da aplicação.

    É preciso levar o cartão de vacina, cartão do SUS e CPF.

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    A aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 para idosos ou imunodeprimidos já começou em pelo menos sete estados, mas só na segunda-feira (21), o Ministério da Saúde recomendou a quarta dose.

    Já estão vacinando os idosos com mais de 60 anos estados como São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Pará, Rio Grande do Norte e Mato Grosso, de acordo com a CNN Brasil. Cerca de 17 estados e o Distrito Federal já aplicam a quarta dose apenas na população imunossuprimida. São eles: Tocantins, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraná, Paraíba, Minas Gerais, Alagoas, Goiás, Acre, Santa Catarina, Amapá, Maranhão, Piauí, Sergipe e o DF.

    Já em Roraima e Rondônia, a aplicação da 4ª dose ainda não começou.

    MG distribui 533 mil doses de astrazeneca para 4ª dose em idosos

    O Governo de Minas Gerais anunciou, nesta terça-feira (29), que iniciou a distribuição de vacinas para a aplicação da quarta dose, ou segunda dose de reforço, contra a Covid-19 em idosos. As 533 mil unidades do imunizante da astrazeneca são destinadas ao público com mais de 80 anos.

    A SES-MG (Secretaria de Estado de Saúde) informou que o número de vacinas na remessa “é suficiente para imunizar todo o público-alvo no estado, estimado em 531.564 pessoas, segundo dados da Fundação João Pinheiro”.

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    Quarta dose da vacina contra a Covid-19 é necessária, diz CEO da Pfizer

    Para ajudar a combater uma nova onda de covid-19, as pessoas precisarão de uma quarta dose da vacina, afirmou Albert Bourla, CEO da Pfizer. “Muitas variantes estão surgindo e a Ômicron foi a primeira a conseguir escapar, de maneira habilidosa, da proteção imunológica que estamos dando”, disse Bourla ao programa “Face the Nation” da CBS. “A proteção que estamos recebendo da terceira dose é boa o suficiente. Na verdade, muito boa para diminuir hospitalizações e mortes”, disse o CEO da Pfizer.

    Mas a proteção após três doses “não é tão boa contra infecções” e “não dura muito” quando confrontada com uma variante como a Ômicron. “Por enquanto, uma quarta dose é necessária”, completou.

     

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