A adoção é, sem dúvidas, um dos maiores gestos de amor. Mas infelizmente durante a pandemia o número de adoções despencou em quase 50% no Sul de Minas. Em toda a região, 650 crianças e adolescentes seguem em busca de um lar e de uma família que os ame de verdade.
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pandemia de coronavirus impactou diretamente na procura e consumação das adoções de crianças e adolescentes em todo país.
Os números mostram que em 2019 foram 3.143 adoções no Brasil. Já em 2020 esse número caiu para 2.184 e agora, até o presente momento, em 2021 são 1.517.
O CNJ revelou que muitos processos de adoção foram prejudicados no país por conta do fechamento dos fóruns e de toda a rotina de trabalho diretamente afetada pela pandemia e pelas normas de combate ao vírus, onde muitas atividades em todo país deixaram de ser presenciais e migraram para o universo online.
Ações que são praxe no processo de adoção, como as visitas de assistentes sociais e das famílias interessadas na adoção, não puderam ser realizadas de forma presencial.
Ainda conforme o Conselho Nacional de Justiça, atualmente são mais de 4.000 crianças e adolescentes que estão na fila por adoção no Brasil e, infelizmente, a maior parte delas já tem mais de 15 anos de idade, o que dificulta ainda mais o interesse pela adoção, já que normalmente a maior procura é por bebês e crianças em menor faixa etária.
Em todo o estado de Minas Gerais já são 655 adolescentes acima de 15 anos em busca de uma família e um lar.
Na contramão desta realidade triste, algumas ações vem sendo desenvolvidas em algumas cidades, como por exemplo em Alfenas, onde foi criado um grupo de apoio para acompanhar e acelerar os processos de adoção.
O processo de adoção no Brasil é lento e bastante burocrático. Há prazos de 2 anos em média para que as crianças ou adolescentes sejam inseridos em uma nova família. Mas com ações de apoio à adoção, como o que acontece em Alfenas, por exemplo, o tempo do processo pode cair. A maior preocupação é sempre a proteção da criança ou do adolescente que se encontra abrigado e em busca de uma nova casa.
Hoje no Brasil são 29.054 crianças acolhidas no país, sendo que destas 4.249 já estão disponíveis para adoção e outras 4.537 com processo em aberto.
Como funciona o processo de adoção no Brasil?
De acordo com o CNJ o processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude mais próxima da residência do interessado. A idade mínima para se habilitar a adoção é 18 anos, independente do estado civil, desde que exista a diferença de 16 anos entre quem deseja adotar e a criança ou adolescente acolhido.
Após a escolha, devem ser apresentados os documentos pessoais que passaram por uma análise e, em seguida, será feita uma avaliação interprofissional do candidato à adoção. O interessado deve participar de um programa de preparação para a adoção. Após esse processo, é feita a análise do requerimento pela autoridade judiciária e encaminhado para ingresso no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento.
Por fim, é feito um período de estágio de convivência de no máximo três meses e dando tudo certo o processo de adoção é concluído, fazendo com que a criança ou adolescente adotado passe a ter todos os direitos de um filho.
Maiores informações sobre adoção podem ser acessadas através do links:
A Polícia Militar de Boa Esperança, após receber a denúncia de uma agressão contra uma mulher, ao adentrar na residência do casal, encontrou não apenas o agressor mas também a inusitada “decoração”: um pé de maconha plantado em um vaso sanitário velho no interior do imóvel.
Conforme a PM de Boa Esperança a mulher se dirigiu até o quartel daquela cidade informando que havia sido agredida pelo seu companheiro.
Ao chegar no endereço, que fica no bairro Ozanan, com a devida autorização da denunciante, os policiais entraram na casa e encontraram o pé de maconha.
Tanto a mulher quanto seu companheiro, de 24 anos, foram conduzidos para a delegacia de polícia.
O QUE DIZ A LEI SOBRE O PLANTIO DE MACONHA
Segundo a Lei n.º 11.343, de 23 de Agosto De 2006, art. 2º, é proibido plantar plantas como a Cannabis, utilizada para produção da maconha, sendo que incumbe à União autorizar seu plantio, sua cultura e colheita, mediante fiscalização.
Contudo, fica a dúvida: a qual crime tal conduta pertence? Cultivo para consumo próprio ou tráfico de drogas?
O art. 28 da Lei 11.343 de 23 de Agosto de 2006 assevera o que se segue:
Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:
I – advertência sobre os efeitos das drogas;
II – prestação de serviços à comunidade;
III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.
§ 1o Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.
§ 2o Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.
§ 3o As penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 5 (cinco) meses.
Já o art. 33 diz o seguinte:
Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:
Pena – reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.
§ 1o Nas mesmas penas incorre quem:
I – importa, exporta, remete, produz, fabrica, adquire, vende, expõe à venda, oferece, fornece, tem em depósito, transporta, traz consigo ou guarda, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, matéria-prima, insumo ou produto químico destinado à preparação de drogas;
II – semeia, cultiva ou faz a colheita, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, de plantas que se constituam em matéria-prima para a preparação de drogas;
Depreende-se destes artigos que em determinados casos seria considerado injusto reputar como tráfico a conduta daquele que cultivava substância entorpecente para uso próprio.
Para tanto, se faz necessária a análise de cada caso, no tocante à quantidade da planta plantada, do local onde ela é cultivada, das condições em que se desenvolveu a ação, das circunstâncias sociais e pessoais do réu, da conduta e dos antecedentes do agente.
Contudo, corre-se o risco de que a análise de alguns casos seja muito subjetiva, podendo o réu ser condado com penas brandas em até 05 meses, no caso da planta ser considerada para consumo próprio, ou de ser condenado com penas mais severas, que variam de 05 a 15 anos.
Em um caso da 6ª Vara Criminal de Santos, o réu, um médico ginecologista e obstetra, foi acusado por tráfico de drogas – crime equiparado a hediondo, já que plantava maconha em seu apartamento, em Santos (SP).
A juíza Silvana Amneris Rôlo Pereira Borges entendeu na instrução processual que o médico plantou a erva para o próprio consumo e desclassificou o delito para porte de drogas, vez que não houve uma prova sequer do comércio de drogas.
O jovem justificou a quantidade de mudas da planta apreendidas em seu apartamento lembrando que somente a planta fêmea dá flor, que é a parte consumível da mesma e que detém o princípio ativo do entorpecente. Disse ainda que várias plantas que vingavam eram machos.
Conclui-se que, mais uma vez, deve-se apurar caso a caso, valendo-se de neutralidade, ponderação e análise ostensiva das circunstâncias nas quais ocorreram o delito para saber se encaixa-se em cultivo para consumo próprio ou tráfico de drogas.
IMAGEM IMPACTANTE LEMBRA ACIDENTE DE MÉDICOS TRESPONTANOS
Um terrível acidente de trânsito foi registrado na manhã de hoje, (31) na BR-381, em São Sebastião da Bela Vista (MG). De acordo com as informações da concessionária que administra a rodovia, a pista sentido São Paulo (SP) foi totalmente interditada e o congestionamento chegou a 25 km. Dois ocupantes do automóvel, sogro e genro, residentes em Pouso Alegre, morreram. No dia 25 de março deste ano um acidente parecido, envolvendo conhecidos médicos trespontanos, deixou os três ocupantes feridos. “Milagrosamente vivos!”
O engavetamento ocorreu na altura do km 845, no município de São Sebastião da Bela Vista, próximo a Pouso Alegre. Os dois ocupantes do automóvel prensado por duas carretas na manhã de hoje morreram ainda no local.
A Polícia Rodoviária Federal afirmou que o acidente envolveu dois carros e duas carretas. O carro em que estavam Ednilson Masson, de 54 anos, e Luiz Fernando Guimarães Brigagão, de 24 anos, com placas de Pouso Alegre (MG), ficou irreconhecível. Sogro e genro, trabalhavam na empresa Cimed e moravam naquela cidade.
O Corpo de Bombeiros trabalhou no desencarceramento das vítimas. Os próprios bombeiros, acostumados com cenas de tragédia, se mostraram assustados com o que se transformou o Fiat Pálio. “Assim que chegamos no local nos deparamos com uma cena fortíssima, uma situação atípica, tanto pelo fato da carreta ter chegado a subir do automóvel quanto pelo achatamento do carro, onde a roda traseira do automóvel acabou ficando em cima do próprio capô dianteiro. Infelizmente vimos que a possibilidade de encontrar alguém com vida ali dentro era muito pequena”, contou o Tenente David Melo.
Com o imenso congestionamento provocado pelo acidente, a orientação da PRF foi para que os motoristas fizessem o retorno no Km 839, entre São Sebastião da Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí, retornando à BR 381 na altura do trevo do Fernandão.
Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Pouso Alegre. As causas do acidente serão investigadas.
Acidente parecido com irmãos médicos trespontanos
O acidente de trânsito gravíssimo envolveu 8 veículos e deixou cinco feridos na manhã do dia 25 de março, na Rodovia Fernão Dias, em Extrema (MG). Se envolveram no grande engavetamento três carretas, um caminhão e quatro automóveis, sendo que um deles, um veículo de passeio, de cor branca, acabou sendo “espremido” entre duas carretas. Nele estavam os médicos trespontanos Dr. Pablo Girardelli e seu irmão Tácio Girardelli Mendonça Mesquita, além da namorada de Tácio, Kátia.
Quem viu as imagens do acidente, pessoas que estavam no local e os próprios agentes de salvamento, ficaram surpresos com o fato dos três ocupantes do carro branco terem sido retirados com vida e conscientes. Para muitos, um verdadeiro milagre!
O acidente ocorreu sentido São Paulo, no KM 946,8 e provocou a interdição da pista e um congestionamento de cerca de 10 km. O tráfego foi desviado para a alça de acesso àquela cidade.
Uma vítima (Tácio Girardelli), conforme informações da época, teria sido socorrida pelo Helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros/SAMU. Outras, que ficaram feridas com menor gravidade, também foram levadas para hospitais de Extrema (MG) e de Pouso Alegre (MG). Além dessas, outras três pessoas, com ferimentos leves, recusaram atendimento médico. O Conexão Três Pontas conversou com socorristas que estiveram no local. Conforme o COBOM de Extrema “graças a Deus, por um milagre, foram vítimas não tão graves, a maioria leves. Teve todo acompanhamento, apoio do Corpo de Bombeiros, do AC3, suporte do Arcanjo; foram levados para hospitais da região e felizmente estavam todos bem”, destacou naquela ocasião.
Felizmente todos os três trespontanos estão bem e já voltaram a realizar suas atividades habituais.
Fotos: Fernando Lima / COBOM / Conexão Três Pontas
Novas oportunidades de negócio começaram com a Fecon 2021 – Feira Cocatrel de Negócios, que acontece de 30 de agosto a 3 de setembro.
Os cooperados podem aproveitar ótimos preços e condições especiais de pagamentos durante a feira, que é 100% digital e pode ser acessada pelo www.cocatrel.com.br/fecon.
Para quem preferir ser atendido pessoalmente, todas as lojas da Cocatrel estão aptas para receber, cumprindo os protocolos de segurança para evitar a proliferação do coronavírus.
Minas Gerais registrou mais duas mortes por Covid-19 causadas pela variante delta, e o total de óbitos provocados pela cepa chega a quatro no estado.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), as novas mortes ocorreram em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Claro dos Poções, no Norte de Minas.
Outros dois óbitos já tinham sido confirmados, em Rio Novo, na Zona da Mata, e Uberaba, no Triângulo Mineiro. Todas as vítimas são mulheres, com idades entre 56 e 86 anos.
Minas Gerais tem 102 casos de Covid-19 causados pela delta – segundo a SES-MG, isso significa que amostras genotipadas identificaram a variante.
A pasta informou que realiza monitoramento dos casos confirmados e dos contatos dos pacientes contaminados, com o objetivo de minimizar o risco de disseminação da cepa. A secretaria ressalta que a vacinação completa contra a Covid-19 e os cuidados preventivos como uso de máscara e distanciamento social são essenciais para reduzir a transmissão da doença.
Nesta semana, o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, disse que a delta já predomina nas amostras de coronavírus que passam por estudo genômico em Minas Gerais.
Itajubá confirma caso de contaminação com variante mais temida da covid-19 em paciente de 37 anos
A Prefeitura de Itajubá confirmou a contaminação com a variante delta da Covid-19 em um paciente de 37 anos. O comunicado da administração municipal sobre a infecção com a cepa indiana foi divulgado na tarde desta segunda-feira (23).
Conforme a prefeitura, a confirmação ocorreu após uma amostra ser analisada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte. Segundo a administração municipal, o paciente disse que recebeu, no início de agosto, a visita de um parente de Brasília (DF).
Ainda de acordo com a prefeitura, o paciente e os familiares dele, também contaminados, já se recuperaram do vírus e passam bem.
“A confirmação acende o alerta para a população redobrar os cuidados a fim de evitar a infecção pela nova cepa do coronavírus, especialmente por se tratar de uma variante ainda mais contagiosa e potencialmente perigosa. Os cuidados devem ser mantidos: distanciamento social, uso de máscaras, evitar tocar olhos e boca e higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%”, pontuou a prefeitura.
A confirmação feita pela Prefeitura de Itajubá é o primeiro caso oficializado da variante delta no Sul de Minas. Até então, contaminações pela cepa haviam sido divulgadas em cidades como Belo Horizonte, Juiz de Fora, Virginópolis, Unaí, Itabirito, Carangola, Divido e Uberlândia.
Covid-19 em Itajubá
Conforme boletim epidemiológico da prefeitura, divulgado na noite de domingo (22), Itajubá contabiliza 9.399 casos positivos de Covid-19, sendo 408 mortes em decorrência da doença na cidade.
Novo lote é referente à 33ª remessa enviada pelo Ministério da Saúde.
As regionais de Saúde do Sul de Minas recebem nesta terça-feira (3) mais um lote de vacinas para prosseguimento da campanha de imunização contra a Covid-19. As regionais vão receber mais 94.290 mil doses dos imunizantes da Pfizer, Astrazeneca e Coronavac.
O Governo de Minas recebeu 641.200 doses de vacinas contra a covid-19 às Unidades Regionais de Saúde, que, por sua vez, farão a distribuição aos municípios. Segundo o estado, esse lote é referente à 33ª remessa envida pelo Ministério da Saúde.
A remessa será destinada à aplicação da primeira e da segunda dose em caminhoneiros e trabalhadores industriais dos municípios que ainda não concluíram a vacinação desses grupos. Os imunizantes também contemplam adultos de 50 a 54 anos e a segunda dose de pessoas com comorbidade e pessoas com deficiência permanente grave.
Confira a distribuição das doses nas Unidades Regionais de Saúde do sul de Minas:
AgroCP inaugura outra unidade em Santana da Vargem, voltada principalmente para a produção de fertilizantes foliares e especiais, com capacidade produtiva diária de 322 toneladas.
A AgroCP é uma empresa consolidada no mercado de organominerais há mais de 33 anos e tem como compromisso um modelo de negócios baseado em soluções inovadoras com valores sustentáveis.
Por isso, com intuito de impulsionar cada vez mais o agronegócio brasileiro com tecnologias competitivas, ambientalmente seguras e que incrementem a qualidade e melhorem a performance das lavouras, a AgroCP inaugura outra unidade em Santana da Vargem-MG, voltada principalmente para a produção de fertilizantes foliares e especiais, com capacidade produtiva diária de 322 toneladas.
O manejo nutricional vegetal é um dos fatores determinantes para proporcionar máxima produtividade econômica. Desse modo, a fertilização foliar é uma estratégia para suplementar a adubação via solo, e estimular processos fisiológicos, principalmente no que tange a aplicação de micronutrientes para atender a limitação nutricional da cultura, uma vez que alguns elementos essenciais tem a disponibilidade dependente de fatores como pH e umidade do solo, entre outros, bem como apresentam baixa mobilidade no xilema e floema das plantas.
Assim, esse segmento tem diante um cenário promissor e desafiador, visto que a demanda por fertilizantes foliares e especiais aumentou em 6 e 7,7%, respectivamente, comparado com o ano de 2019, de acordo com dados da Associação Brasileira das Industrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo).
Nesse contexto, para favorecer a dinamicidade da cadeia de produção de alimentos e de fibras energéticas de forma assertiva, alinhado com as exigências e responsabilidades do agronegócio, a AgroCP investe constantemente na capacitação de seus profissionais, em altas tecnologias e na modernização dos processos com a construção de fábricas 4.0 aptas para fabricação de fertilizantes simples individuais, a produtos mais complexos como formulados especiais para atender a necessidade de diferentes culturas e estágios fenológicos, produção de adjuvantes que tangibilizam as aplicações e operações agrícolas, bioestimulantes e desenvolvimento de produtos com microrganismos simbióticos.
Com isso, a AgroCP visa proporcionar ao agricultor acesso a diferentes e seguras tecnologias que possibilitem maior eficiência do manejo, rentabilidade e ganhos produtivos.
A AgroCP investe porque acredita no potencial do Agro brasileiro!
Professor afirma que os preços atuais sobem a níveis ‘nunca vistos na história’. Agrônomos ainda contabilizam prejuízos nos cafezais da região.
As geadas que ocorreram nos últimos dias no Sul de Minas causaram prejuízos nas lavouras da região. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), haverá pouca produção de café no ano que vem já que as floradas foram prejudicadas. O prejuízo total ainda é avaliado por agrônomos, mas a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) já estima que possa ser 7 milhões de sacas de café para a produção de 2022.
Este tipo de perda traz um impacto forte e faz o mercado cafeeiro econômico reagir de maneira evidente. O professor de economia rural da Universidade Federal de Alfenas, Renato Fontes, destaca que, neste momento, os preços já vêm subindo a níveis “nunca vistos na história”.
“É um efeito climático que toda produção agropecuária está sujeita. A agropecuária, no caso a cafeicultura, é a indústria a céu aberto e o clima é um fundamento importantíssimo na produção do café. Infelizmente, para aqueles cafeicultores que foram afetados pela formação na geada, não é uma situação positiva para a sua produção futura. Com isso, afetando a oferta do café no mercado, isso faz com que os preços se movimentem. Neste momento os preços vêm subindo a níveis, em reais, nunca vistos na história”, explicou o professor.
Ainda avaliando os prejuízos, os agrônomos da Cocatrel já comparam os estragos causados na pior geada do Sul de MG, em 1994. A Epamig estima que a área que sofreu danos na região seja de 20% a 30%, principalmente, em lavouras mais novas ou que foram podadas. Teve casos de até 70% de áreas atingidas pela geada. Mas ainda não sabem os prejuízos para a próxima safra. Pode ser, segundo a Epamig, que seja de 50% ou até mesmo 100%.
O professor de economia rural destaca que as geadas são vistas, entre os produtores, por dois ângulos diferentes: os que não sofreram impactos e os que tiveram prejuízos na plantação. Isso, porque, conforme ele explica, o preço já subiu do ano de 2020 para 2021 para o mercado futuro e para a bolsa de mercadoria, o que faz uma correlação para quando o valor chegar até o mercado físico, que é quando o produtor recebe pela mercadoria.
“Estamos em uma bienalidade, em uma produção menor aqui no Brasil. Você tem uma diminuição dos estoques o Brasil e também internacional. E o mercado esperava que na próxima safra houvesse um aumento na oferta, principalmente vindo do Brasil. A geada, principalmente no Sul de Minas, que é o maior produtor de café do Brasil e do mundo, é extremamente negativa para a oferta. Isso vai fazer com que os preços, que já se elevaram, mantenham um padrão elevado de preço”, disse.
“No momento que surjam novas informações do efeito geada na produção, ai o preço vai movimentar novamente. Pode ser para cima, ou estabilizar ou uma pequena queda quando chegar a safra. Isso vai depender de como os técnicos, os profissionais da área, vão avaliar a situação da lavouras cafeeiras”, concluiu.
Estado de calamidade em Coqueiral
Devido aos prejuízos causados pelas geadas, a Prefeitura de Coqueiral decretou Estado de Calamidade no Município. Conforme o decreto, os trabalhadores e produtores
Quase metade das propriedades produtoras de café, segundo a Emater, foram afetadas pela geada. Na cidade, como em outros municípios, há registros de lavouras inteiras que não devem produzir em 2022.
“[O estado de calamidade] É uma forma de dar mais segurança ao produtor rural, porque o estado de calamidade, na questão de seguro junto aos bancos, por exemplo, é exigido. E o pagamento do seguro, se houver, é mais rápido”, disse o prefeito Rossano de Oliveira (PP).
O decreto entrou em vigor na terça-feira (20) e segue em vigor pelo período de 180 dias.
Em algumas localidades foram registradas temperaturas abaixo de -2º C. Para quantificar o tamanho do impacto é preciso esperar mais alguns dias, mas as áreas atingidas são extensas.
“Cenário desolador!” As temperaturas caíram drasticamente na madrugada do último dia 20, ocasionando geada em diversas regiões produtoras de café no Paraná, São Paulo e Minas Gerais, (sul de Minas e Cerrado mineiro). Os resultados são caóticos para produtores de diversas localidades. A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do prefeito Marcelo Chaves Garcia e a Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas) se pronunciaram no sentido de demonstrar apoio aos cafeicultores.
O que disse a Cocatrel
“Sobre a geada que atingiu a região cafeeira do sul de Minas em 20/07/21 Caros produtores:
No dia 20 de julho de 2021, toda a região cafeeira do sul de Minas foi atingida por uma geada. Houve casos de geada moderada, severa e muito severa. Alguns produtores foram atingidos de maneira mais branda, outros tiveram seu parque cafeeiro bastante danificado.
Nesse momento difícil para os produtores, a Cocatrel está disponibilizando o seu departamento técnico para atender aos cooperados. Estamos fazendo um levantamento da geada ocorrida para entendermos melhor os prejuízos causados. Nossos agrônomos estão visitando propriedades e avaliando a situação.
Seguindo as recomendações de instituições de pesquisas e também a experiência do departamento técnico da cooperativa, a primeira recomendação é de que é preciso esperar um pouco para qualquer tomada de decisão. Os resultados da geada virão dentro de alguns dias para que, a partir daí, ações assertivas sejam traçadas.
Devemos levar em consideração que há riscos de novas ondas de frio e novas geadas podem ocorrer. Por isso, esperar e avaliar a reação das plantas é o melhor a se fazer nesse momento. Recomendamos também que você, produtor, conte com o auxílio de profissionais especializados para ajudar a traçar estratégias pós-geada. A qualquer momento você pode entrar em contato com o departamento técnico da Cocatrel. Estamos prontos para atendê-lo.”
O que disse a Prefeitura Municipal
“O Prefeito Municipal Marcelo Chaves Garcia, atual presidente do Concafé, vem por meio da presente publicação manifestar o seu pesar pela perda causada em toda cadeia produtiva do café e de outras atividades agrícolas com a geada ocorrida nesta semana em nosso Município e em toda nossa região.
É importante salientar que desde o conhecimento através da EMATER local da gravidade da situação de produtores rurais, imediatamente foram tomadas medidas como decretar calamidade pública, agendar reuniões com autoridades de todas as esferas e com representantes de bancos e dos próprios produtores para a obtenção de ajuda para vencer este momento difícil para agricultura.
Fomos prontamente atendidos e amanhã (hoje) acontecerá uma reunião em Alfenas com a Sra Ministra da Agricultura, com parlamentares federais, e demais autoridades para debater a matéria e verificar a possibilidade de utilização de recursos do Funcafé. Juntos somos fortes!”
A Geada
As geadas que afetaram áreas cafeeiras do Brasil nesta semana geraram o temor de que produtores decidam pelo “default” nas entregas do café recém-colhido, que foi vendido a tradings de commodities há meses por preços que equivalem à metade dos valores atuais.
Uma onda de frio incomum, com temperaturas caindo para níveis congelantes em questões de minutos na manhã do dia 20 de julho, atingiu o coração do cinturão de café do Brasil, danificando lavouras e afetando as perspectivas para as safras do próximo ano.
Agora, é possível que produtores pensem duas vezes antes de cumprir suas obrigações contratuais na atual safra, disseram operadores e analistas, na esteira de uma disparada dos contratos futuros do arábica negociados na ICE.
“Esses agricultores venderam café por apenas 500 reais (por saca)”, disse Judy Ganes, analista de soft commodities nos Estados Unidos, acrescentando que a produção de café do Brasil já foi reduzida pela pior seca em 90 anos.
Antes das geadas, alguns produtores tentaram renegociar preços com tradings.
“O mercado já falava de ‘defaults’ quando os preços estavam 40 centavos de dólar mais baixos”, disse um operador de café no mercado europeu, que acrescentou que a alta recente “tornou o risco dez vezes mais provável.”
Os preços do café arábica subiram 10% nesta quinta-feira, para 1,95 dólar por libra-peso, maior patamar em seis anos e meio.
Um corretor que trabalha com grandes tradings internacionais que obtêm café em Minas Gerais, maior Estado produtor da commodity no Brasil, disse que o mercado físico está paralisado, mas acrescentou que “até agora, não recebemos qualquer notificação formal de produtores dizendo que não vão entregar.”
Geada em Patrocínio
Airton Gonçalves, que possui quase 400 mil pés de café em Patrocínio (MG), disse que entregou 1.500 sacas à trading europeia Sucafina nesta semana, um dia antes da geada de 20 de julho.
Ele havia concordado, há alguns meses, em vender este café por uma média de 640 reais por saca.
Corretores disseram ter tomado conhecimento de ofertas de 1.050 reais/saca em Minas Gerais nesta quinta-feira –que não tiveram vendedores.
Tamanho Das Perdas, Recuperação Lenta
Estimativas sobre possíveis perdas para a safra do ano que vem variavam nesta quinta-feira, com o mercado digerindo os danos. Projeções iniciais de perdas de 1 milhão a 2 milhões de sacas rapidamente aumentaram.
A exportadora de café Guaxupé disse que espera um corte de 4,5 milhões de sacas em estimativas iniciais de quase 70 milhões de sacas para a safra 2022.
Ganes, que viajou ao Brasil três vezes neste ano para avaliar a seca e as geadas, disse que ainda é cedo demais para especular.
“Há muitas imagens aéreas circulando. Mas ninguém sabe se essas árvores terão de ser podadas, o que resultará em produção zero no ano que vem, ou se precisarão ser retiradas, o que significaria produção zero por dois ou três anos”, disse ela.
Eduardo Carvalhaes, veterano corretor de café em Santos (SP), afirmou que viveiros de café também foram atingidos pelas geadas, o que vai dificultar o replantio por parte dos produtores.
Airton Gonçalves, que acredita que terá de remover cerca de 80 mil árvores queimadas, não tem certeza se conseguirá encontrar mudas.
“Pode ser que eu tenha de plantar milho nessa área no ano que vem, enquanto espero os pés chegarem ao mercado.”
Fontes Cocatrel / Prefeitura Municipal de Três Pontas / Cafeicultura
Na terra da Música, da Fé e do Café, Cocatrel se destaca, sendo orgulho da nossa gente!
Três Pontas é, como muitos sabem, uma terra abençoada por Deus e pujante, economicamente falando, através dos olhares especiais e da proteção de Padre Victor e da Nossa Mãe. Assim, a mística do número 3 – que nos remete à Santíssima Trindade – para os trespontanos revelada através daquela serra com as suas três extremidades, nos faz celebrar três pilares incontestáveis na nossa história e desenvolvimento: a música, a fé e o café. E se tem café, tem Cocatrel!
Na música, somos destaques absolutos no sul de Minas, considerada por muitos o berço da cultura regional. Na fé, um sacerdote humilde, filho de escrava, bem como uma religiosa que simboliza a melhor expressão do amor, sobressaem e nos impulsiona a dias melhores através da esperança e da crença nas forças superiores, em busca de dias melhores. E no café, maior riqueza econômica do município, de onde literalmente brota o sustento de milhares de famílias, a Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas, Cocatrel, ocupa papel fundamental, vivendo atualmente uma fase extraordinária, graças a sua direção que, não somente fortaleceu toda a sua estrutura local, mais também ampliou horizontes, capilarizando toda a estrutura que não para de crescer, de ganhar território, de romper fronteiras, se tornando uma das maiores cooperativas do planeta. Nos seus 60 anos, comemorados agora, o Conexão Três Pontas faz questão de parabenizar, destacar e homenagear a cooperativa que é símbolo de eficiência e orgulho para todos nós.
Feira de Negócios Cocatrel
A Cocatrel ainda, como se não bastasse a geração de emprego e renda, a defesa e o fortalecimento do agronegócio, também tem uma enorme preocupação social, onde se destaca na coordenação e/ou apoio em diversas e constantes ações gerando solidariedade, empatia e bons exemplos. A cooperativa também evidencia em diversas cadeias, mas de forma explícita através do projeto Cafeína, a valorização da mulher na cafeicultura, não como coadjuvante, mas como protagonista em diversas frentes.
A Cocatrel sabe valorizar e reconhecer cada cooperado através de um pool de iniciativas, como a criação da premiação dos melhores cafés, os cafés especiais.
Projeto Cafeína, valorizando a mulher na cafeicultura
A Cocatrel também abre seu leque de produtos tornando a marca mais abrangente, multifacetada e aceita cada vez mais longe. Hoje a Cocatrel, assim como nosso Milton “Bituca” Nascimento, é de Minas, do Brasil e do Mundo, sem nunca deixar de ser trespontana, com orgulho!
“A Cocatrel ganhou o mundo mas não perdeu suas origens, a raiz forte do café de Três Pontas!”
Jornalista Roger Campos
60 Anos de História
Em 14 de agosto de 1960, na sede da Associação Comercial de Três Pontas, dezenas de produtores rurais e várias autoridades ligadas ao setor cafeeiro se reuniram para a assembleia de fundação da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas. O objetivo era defender o cooperativismo e, por meio dele, beneficiar, padronizar, estocar e comercializar a produção de café dos seus cooperados, promovendo e defendendo seus interesses econômicos, profissionais e o bem-estar social. A Cocatrel entrou em operação oficialmente em 18 de julho de 1961.
Atualmente a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel) emprega cerca de 550 colaboradores e possui 7 mil cooperados, gerando renda e fomentando a economia dos 11 municípios onde está inserida, além de Três Pontas, em Santana da Vargem, Coqueiral, Nepomuceno, Carmo da Cachoeira, Ilicínea, Córrego do Ouro, Varginha, Santo Antônio do Amparo, Guapé e Três Corações. Anualmente, a Cocatrel recebe uma média de 2 milhões de sacas de café em seus armazéns, nas modalidades granel, bags e sacarias.
Com um setor exclusivo para cafés especiais e exportações, o Cocatrel Direct Trade (CDT), a cooperativa conquistou clientes no mundo inteiro, exportando cafés para todos os continentes, e uma indústria de rebeneficiamento com capacidade para preparar até 5 mil sacas de café por dia.
A Cocatrel tem a missão de proporcionar soluções de qualidade e excelência, gerando segurança e sustentabilidade aos cooperados, sendo base para crescer, está perto para ouvir e, acima de tudo, segura para o seu negócio.
Cocatrel em Números
_ 2.000.000 de sacas de café recebidas em 2020
_ 11 municípios com estruturas da Cocatrel
_ Mais de 7.000 cooperados
_ 13 unidades de armazenamento e recebimento
_ 400.000 sacas de cereais recebidas em 2020
_ 20.000 litros de leite recebidos diariamente
Armazéns e rastreabilidade
Os cafés recebidos na cooperativa contam com sistema de rastreamento por rádio frequência RFID, o que garante a completa rastreabilidade desses cafés. Os armazéns estão aptos a receber cafés das principais certificadoras nacionais e internacionais, como UTZ, Certifica Minas, 4C, Rainforest Alliance e C.A.F.E Practices.
Soluções financeiras
Na Cocatrel o cooperado pode escolher como quer vender seu café. São várias modalidades de comercialização e ainda a opção dele personalizar e vender seu café como e onde desejar. As soluções financeiras que proporciona, como financiamentos, adiantamentos, créditos e seguros, dão tranquilidade para o dia a dia dos cooperados. Além disso, suas feiras garantem as melhores negociações para os produtores, que podem adquirir insumos por meio da troca por café (barter).
Responsabilidade Social
Dentro dos princípios cooperativistas, está o interesse pela comunidade. Por isso a Cocatrel realiza, participa e patrocina ações de responsabilidade sociais, culturais e ambientais que visam o desenvolvimento das cidades onde atua. Na área ambiental, apoiou a criação da Central de Recolhimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, mantém uma área de reflorestamento, com manejo sustentável para seu consumo de lenha e realiza o tratamento de efluentes da indústria de laticínios. O projeto da Estação de Tratamento de Efluentes da indústria de laticínios é inovador: está voltado também para servir à conscientização ambiental. Em relação aos benefícios sociais, oferece convênio com a Unimed, extensivo às famílias dos cooperados a preços reduzidos e com alto padrão de qualidade. A Educação também recebe apoio, como no projeto de Inclusão Digital, com participação na criação de salas de informática em escolas rurais. A Cocatrel também apoia eventos culturais, sociais e esportivos nas comunidades onde atua.
Diversificação da produção
Apoiando a diversificação das atividades dos cooperados, a Cocatrel possui também um silo com capacidade de 300 mil sacas, para recebimento de grãos como milho, soja, sorgo e trigo. Além disso, a cooperativa conta com uma indústria de laticínios, e recebe de seus cooperados cerca de 20 mil litros de leite, diariamente. Com esse leite, uma linha de produtos é fabricada e comercializada com a marca Cocatrel. São eles: queijos muçarela, parmesão, prato, frescal, cobocó e minas padrão, leite pasteurizado, manteiga, iogurtes, bebidas lácteas e doce de leite. Além dos laticínios, a linha de produtos conta também com os cafés de alta qualidade, comercializados em grãos, torrado e moído, e em cápsulas. A difusão do conhecimento, com a capacitação de cooperados e colaboradores faz da Cocatrel uma cooperativa que valoriza seus recursos humanos e entende que a informação é base para o sucesso de todos.
Plataforma de serviços
A cooperativa conta ainda com uma plataforma completa de serviços que dão base e sustentabilidade para o negócio dos cooperados, como assistência técnica especializada, laboratório de análises de solo e folhas, loja de insumos, peças e maquinários agrícolas, oficina mecânica e aluguel de colhedeiras e torrefação.
Diretores e Conselheiros
Diretoria Executiva
Marco Valério Araújo Brito – Diretor Presidente
Marcelo Botrel Vicentini – Diretor Comercial
Francisco de Paula Vitor Miranda – Diretor Técnico Industrial
Conselho Administrativo
Adriana Pereira Silva
Francisco de Paula Vitor Miranda
Leonardo Sandy Reis
Luciano Ribeiro Lima
Luiz Eduardo Vilela de Rezende
Marcelo Botrel Vicentini
Marco Valério Araújo Brito
Pedro Augusto Meinberg
Vítor Flávio Lorenzon
Conselho Fiscal
Claudio Herodiano Nonato
Denilson Antônio Costa
Expedito Alves de Oliveira
Jacques Fagundes Miari
Samuel Antônio Reis
Vitor Ramon da Silva
Palavra do Presidente
Marco Valério Araújo Brito, um dos nomes mais respeitados na cafeicultura internacional, presidente da Cocatrel e da Coccamig, expôs em seu blog seu pensamento, a melhor definição do trabalho desenvolvido, tradução fiel do que é hoje a Cocatrel e onde ela quer chegar… E chegará!
Presidente Marco Valério Araújo Brito
“Quando entrei para a Cocatrel como diretor comercial, sabia que teria um grande desafio pela frente: manter a cooperativa sólida e confiável, porém com crescimento sustentável, apostando sempre na transparência e na segurança. Sabia que seria difícil, mas com o tempo conseguimos mudar culturas, adotar um organograma interno e apostar em uma gestão mais profissional e tecnológica, com planejamento e processos definidos, além de poder contar com lideranças transformadoras.
Trouxemos a consultoria da Fundação Dom Cabral e definimos ideologia e planejamento estratégico, sempre com o propósito de sermos uma cooperativa próxima, que entende as demandas do produtor e acima de tudo segura para os seus negócios. Sim, batemos sempre nessa tecla porque essa é a nossa visão e, por mais que muitas vezes pareça que estamos distantes, de portas fechadas, na verdade estamos imersos nessa gestão que busca alcançar cada vez mais eficiência na prestação dos serviços e resultados expressivos como os de 2019.
Cocatrel na Semana Internacional do Café
Falando especificamente de 2019. Esse foi um ano de bienalidade baixa que nos trouxe conquistas históricas. A Cocatrel faturou quase R$1 bilhão de reais, comercializou 1.750.000 (um milhão e setecentas mil sacas de café) e tivemos como sobra positiva mais de R$16 milhões que, por sugestão do conselho de administração deverá ter 50% desse valor, mais de R$8 milhões, distribuídos aos cooperados.
Estes números são frutos de muita dedicação de todos e de decisões complexas, que por vezes tendem a desagradar algumas pessoas. Porém precisamos pensar na cooperativa como um todo, pois somos todos donos e temos que agir como tal, com total igualdade nas ações tomadas para o pequeno, o médio e o grande cooperado.”
Premiação dos melhores cafés
Destacamos e homenageamos também cada colaborador da Cocatrel, seus antigos diretores, bem como aqueles que souberam e sabem usar a política como instrumento de inclusão e de defesa da cafeicultura, que, cada vez mais, precisa voltar a ter assento, cadeira cativa nas mesas de negociações da política/economia brasileiras. E a Cocatrel tem um peso enorme nessa luta.
Parabéns pelos 60 anos de história! Que venham outros 60 de sucesso!
Governador Romeu Zema no estande da Cocatrel na SIC.
Condenação de Wellington Clair foi divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais. Clair é apontado como chefe de organização criminosa
O ex-delegado regional de polícia de Varginha, Wellington Clair de Castro, foi condenado a 19 anos, um mês e 25 dias de reclusão e três meses de detenção. A condenação foi divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Ele foi preso em outubro do ano passado.
Segundo o Ministério Público, o ex-delegado terá que cumprir pena, em regime inicial fechado, pela prática dos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e prevaricação. A decisão cabe recurso.
Na Operação Ilusionista foram apuradas ações envolvendo a prática de crimes no âmbito do Detran de Minas Gerais. A ação penal envolvendo o ex-delegado regional de Varginha, apontado como chefe da organização criminosa, resultou na condenação.
“[O esquema] consistia mais basicamente no pagamento de propina por parte dos despachantes aos servidores públicos policiais, para que permitissem que emplacamentos e lacrações fossem feitos em outras localidades, permitissem a transferência de veículos sem a realização da necessária vistoria. [Isso] para que eles agilizassem os procedimentos de transferências de veículos, além de outras irregularidades”, explicou o Coordenador do Gaeco, Igor Serrano Silva.
Wellington Clair foi condenado a 19 anos, um mês e 25 dias de reclusão e três meses de detenção. O coordenador do Gaeco destacou que a sentença também prevê o pagamento de multa.
“Além do cumprimento da pena privativa de liberdade, o sentenciado foi ainda condenado ao pagamento de multa penal e dano moral coletivo, de aproximadamente R$ 470 mil. Também foi determinado o perdimento de bens, no valor de 247,5 mil, valor esse reconhecido como propina. Além disso, houve também a declaração da perda do cargo de delegado de polícia”, disse o coordenador.
As ações penais contra os demais indivíduos apontados como membros da mesma organização criminosa, policiais civis, servidores públicos e despachantes prosseguem em andamento.
Em novembro de 2020, ele chegou a ter um pedido de liberdade negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Em uma das investigações, ele é alvo da Operação “Ilusionista”, que é um desdobramento da “Operação Êxodo 23”, realizada entre 2019 e 2020 e que apurou crimes no Departamento de Trânsito (Detran) em Varginha.
O ex-delegado regional de Varginha também é alvo de uma outra investigação do Ministério Público que apura crimes como corrupção e lavagem de dinheiro em São Gonçalo do Sapucaí (MG).