Autor: Roger Campos

  • ESPECIAL CONEXÃO MULHER: Duas mulheres querem derrubar tabus com sua ‘Pussypedia’

    ESPECIAL CONEXÃO MULHER: Duas mulheres querem derrubar tabus com sua ‘Pussypedia’

    Duas mulheres, uma jornalista americana e uma artista gráfica mexicana, vão se lançar à tarefa de construir um site denominado “Pussypedia” para derrubar tabus em torno dos genitais e da sexualidade feminina e empoderar as mulheres com um melhor conhecimento de seus corpos.
    “Começamos este projeto porque nos demos conta de que nós mulheres às vezes não sabemos o que acontece com nosso corpo, e com a Pussypedia vamos abarcar todos os temas da vulva”, diz à AFP María Conejo, de 30 anos, que estudou design.

    Zoe Mendelson, jornalista de 27 anos, natural de Chicago e residente no México há três anos, explica que elas já têm uma lista de 200 a 250 artigos para o site, que pretendem lançar no início de 2019.

    “Queremos que estejam escritos de forma amigável para que todas os entendam”, diz Conejo.

    Na construção deste site também participa Jackie Jahn, dos Estados Unidos, especialista em saúde pública e gênero e estudante de doutorado da Universidade de Harvard.

    Para reunir fundos para o projeto, suas promotoras, que se declaram feministas, abriram o site pussypedia.net, em que vendem diferentes produtos, como bolsas, camisetas e imagens em serigrafia.

    A loja digital explica o objetivo da Pussypedia: “uma enciclopédia da pussy, bilíngue (em espanhol e inglês) e gratuita, feita para que você a entenda”.

    Com este projeto em construção, buscam derrubar alguns mitos.

    “Dizem que o esperma mais rápido e mais forte é que fecunda o óvulo, como se dissesse ‘eu ganhei’. Na verdade é o óvulo que decide qual deixa entrar”, diz Mendelson.

    “A Pussypedia também busca empoderar as mulheres através do conhecimento de seus corpos, que sejam donas de seus corpos”, acrescenta Conejo.

    Elas também trabalham em um artigo sobre a consciência que as mulheres devem tomar em relação aos limites que devem estabelecer em torno ao seu corpo, no momento em que se multiplicam as denúncias por assédio sexual.

    Conejo reconhece que nos últimos anos foram sendo derrubados alguns tabus sobre a sexualidade feminina, tema do qual já se pode conversar com mais conforto entre amigas, mas ainda é preciso percorrer um grande caminho para que as mulheres conheçam a fundo todos os aspectos de sua sexualidade.

    “No México, pela religião, pelo machismo, você não pode falar confortavelmente nem mesmo com a sua mãe. Por exemplo, quando você tem um problema de mau cheiro vaginal, você fica com o que diz a publicidade – se precisa de um banho, se deve cheirar de tal forma”.

    A Pussypedia estará dividida em diferentes categorias para abranger desde o início da menstruação até a menopausa, passando pelas doenças sexualmente transmissíveis e outros aspectos da sexualidade.

    O projeto também abordará temáticas relativas à comunidade transgênero, segundo suas promotoras.

    Fonte Pussypedia
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  • ESPECIAL CONEXÃO MULHER: Cultura da violência contra as mulheres está nas raízes do Brasil

    ESPECIAL CONEXÃO MULHER: Cultura da violência contra as mulheres está nas raízes do Brasil

    Ainda precisamos evidenciar o que é obvio e aceitar que somos um país violento, onde uma diversidade de discursos nos ajuda a construir essa imagem, essa autoimagem que nós temos, perpetuada pela literatura, pela arte e, mais recentemente, pela indústria cultural.

    É só refletir sobre comerciais de TV, anúncios de revistas, propagandas diversas. Quantos deles possuem a presença feminina e em quantos deles nós aparecemos como um produto, um corpo prestes a agradar? Isso mostra o quanto a violência simbólica e física contra a mulher na nossa sociedade é invisibilizada por um pacto de silêncio e como ele acaba por encobrir a misoginia e o machismo, protegendo inclusive agressores que permanecem impunes.

    O fato é que hoje os mitos que fundaram essa identidade sorridente, dançante e sensual afundaram-se em estatísticas aterrorizantes de estupros, feminicídios e tantas outras violências de gênero que nos golpeiam a cada dia, a cada vez que lemos jornais, vemos os noticiários ou acessamos as redes sociais.

    Quando analisamos a nossa história, desde o começo, conseguimos observar que fomos construídos sob a égide da violência, e uma violência de gênero, nesse caso específico, que pesou sobre nós mulheres, desde as primeiras índias violentadas pelos colonizadores, às negras trazidas da áfrica ou às sinhás e suas filhas, que viviam sob o jugo de seus maridos e pais, senhores de engenho e fazendeiros, os homens bons.

    É importante perceber que a mestiçagem americana desenvolveu-se associada a um forte componente sexual, fertilizado pela condição de uma ocupação eminentemente masculina, e à presença de corpos femininos nus das índias e das negras africanas, que raramente se ligavam a preceitos religiosos cristãos. Em pouco tempo, essas figuras foram associadas ao genuinamente nacional no século XIX e XX.

    A ideologia patriarcal que estruturava as relações sociais no Brasil Colônia dava aos homens poder irrestrito sobre as mulheres, algo que justificava atos de violência cometidos por pais e maridos. Isso disseminou entre os homens, de uma forma geral, um sentimento de posse sobre o corpo feminino, atrelado à ideia de honra masculina. Cabia aos homens disciplinar e controlar os corpos femininos para garantir a ordem.

    O Código Filipino, a legislação do período colonial que permaneceu até o século XIX, por exemplo, permitia que o marido assassinasse a esposa em caso de adultério. Era facultativo a pais e maridos o enclausuramento forçado das esposas e filhas, ou recolhimentos em ordens religiosas e sanatórios.


    Já o Código Criminal do Império definia como crime sexual o agravo cometido a “mulheres honestas”, um termo que constou no Código Penal de 1940, em vigor até 2003. Nascia assim, no Brasil, o lar como um lugar privilegiado para a prática da violência contra a mulher. Dados do IPEA em 2014 apontam que 24,1% dos agressores das crianças são os próprios pais ou padrastos, e 32,2% são amigos ou conhecidos da vítima.

    No século XIX, o Brasil passou por um processo civilizatório e higienizador, onde as mulheres pobres foram duramente atingidas, tanto pela violência do Estado, quanto pela violência já normalizada por seus companheiros. Muitas delas, descendentes de escravos alforriados que migraram para as cidades em crescimento, trabalhavam em casa (como cozinheiras, lavadeiras) e sustentavam as famílias.

    Eram mulheres que tinham relevância econômica dentro daquele contexto e foram as mais afetadas pela urbanização das grandes cidades. Como boa parte delas sustentava suas famílias, com a derrubada dos cortiços, elas foram as mais atingidas, pois tinham seus afazeres atrelados à própria moradia. Muitas foram para as ruas, acentuando a repressão policial, além da violência conjugal.

    Em paralelo a isso, no século XIX, a medicina social assegurava como características biológicas femininas a fragilidade, o recato, o predomínio das faculdades afetivas sobre as intelectuais, a subordinação da sexualidade à vocação maternal. Em oposição, o homem conjugava à sua força física uma natureza autoritária, empreendedora, racional e uma sexualidade sem freios. (Nada muito diferente do que muitos pensam ainda hoje).

    Lombroso, médico italiano do século XIX, argumentava que as leis do adultério só deveriam atingir a mulher não predisposta pela natureza para esse tipo de comportamento. Aquelas dotadas de erotismo intenso e forte inteligência seriam despidas do sentimento de maternidade, característica inata da mulher normal. As que não tinham essa característica eram consideradas extremante perigosas. Constituíram-se, assim, criminosas natas, as prostitutas e as loucas que deveriam ser afastadas do convívio social.

    A violência seria marcante então nesse processo de contenção e disciplinamento dos desejos. Torna-se bem evidente aqui que a violência surge da incapacidade de exercer poder irrestrito sobre a mulher. Ela é antes uma demonstração de fraqueza e impotência masculina do que de força e poder.

    Por isso, as violações em massa e o assassinato de mulheres, garotas e meninas foi uma característica comum das guerras genocidas, ou de qualquer ação destinada a subjugar e explorar uma população. O controle das mulheres e seus descendentes foi a base de todo regime repressivo em nossa sociedade.

    Apenas no século XX, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e o questionamento do lugar de subalternidade, algumas mudanças começam a ocorrer.


    A Segunda Guerra Mundial e o desenvolvimento econômico possibilitaram que se aproveitasse uma “mão de obra parada”. Com a inserção das mulheres no mercado de trabalho pós-guerra, há uma virada nas regras e valores sociais (era necessário e urgente contar com a força de trabalho feminina), que conduzem à explosão do movimento feminista na Europa e EUA nos anos 1960 e no Brasil da década posterior.

    Muitos estudos começam a surgir hoje sobre a condição feminina no processo de urbanização brasileira entre os séculos XIX e XX, mas existem tão poucos documentos organizados que hoje a nossa maior fonte de pesquisa é a documentação policial e judiciária. Ela nos fornece material privilegiado para fazer vir à tona a contribuição feminina nesse processo histórico. Outro meio interessante de acompanhar as mudanças e permanências da condição feminina é pelo que era veiculado na imprensa.

    Um dos primeiros casos que encontramos, está em “O Correio de São Paulo” de 11 de setembro de 1905 e ficou conhecido como “A Rainha do Baile”. Joana Maria Ramos foi esfaqueada na saída de uma gafieira. A vítima foi descrita como “uma dengosa mulata, abundante de formas e de seduções, metida vaidosamente em seu vestido vermelho, com um farto decote e um ramalhete de cravos no bandó engruvinhado.”

    Existem vários outros casos midiáticos no país: Lindomar Castilho, “O assassino romântico” de Eliana de Gramond; Sandra Gomide, em 2000, assassinada por Pimenta Neves; Eloá, menina de 15 anos, assassinada pelo namorado; Eliza Samudio, morta por Bruno, goleiro do Flamengo; o caso de Mirella Sena, em 2017, no Recife.

    A violência é estrutural e precisa ser combatida não só por leis e em momentos de intensos debates, mas principalmente indo na raiz do problema, focando no desenvolvimento de cidadãos conscientes em relação à igualdade de gênero e nos processos de socialização.

    A educação pode formar sujeitos que constroem relações mais igualitárias. É imprescindível, por exemplo, discutir gênero e sexualidade nas escolas. Uma educação não sexista que educa seres humanos, e não ‘princesas’ e ‘heróis’, é fundamental para enfrentar o problema da violência de gênero. No fim, fica uma pergunta simples. Por que a civilização se construiu com a ideia de que somos seres de segunda classe?

    Para essa resposta, é fundamental entender o papel que as masculinidades e feminilidades (comportamentos tidos como “naturais” entre os gêneros) cumprem na reprodução da violência. Porque, embora as normas sociais sejam internalizadas em nós desde que nascemos, elas mudam historicamente e podem e devem ser questionadas se trazem resultados negativos.

    É urgente combater os retrocessos. Nossa sociedade é composta por discursos, movimentos sorrateiros, ameaças simbólicas imperceptíveis, que constroem esse edifício degrau por degrau, e é preciso estar atento, forte e combativo. Só existe uma possibilidade de mudança: nos perguntar sempre sobre quem se beneficia da cultura da violência contra nós mulheres.

    Fonte: Vermelho

    *Naymme Moraes é historiadora e doutoranda em Sociologia pela UFPE.

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    Roger Campos

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  • ESPECIAL CONEXÃO MULHER: A cada 30 minutos uma mulher sofre algum tipo de violência no Sul de MG

    ESPECIAL CONEXÃO MULHER: A cada 30 minutos uma mulher sofre algum tipo de violência no Sul de MG

    Um estudo sobre violência doméstica e familiar, divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública de Minas Gerais, aponta que, a cada 1h, duas mulheres sofreram algum tipo de violência em 2016 no Sul de Minas (uma mulher agredida a cada 30 minutos). A média vem se mantendo nos últimos dois anos, mesmo com um leve aumento nos números absolutos em relação a 2015 e uma pequena redução no comparativo com 2014. O documento ainda mostra que 46,43% dos casos correspondem a violência física e que ao menos duas mulheres foram mortas por mês no último ano na região.

    O “Diagnóstico da violência doméstica e familiar em Minas Gerais” analisou registros feitos nos 853 municípios do estado pela Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros nos anos de 2014, 2015 e 2016. A natureza dos crimes contra a mulher foi dividida em seis categorias:

    _ física (que envolve agressão, lesão corporal, homicídio e tortura)

    _ psicológica (como abandono, maus-tratos e ameaça)

    _ sexual (considerando não apenas o estupro, mas o assédio e qualquer manifestação que agrida a intimidade da vítima)

    _ patrimonial (extorsão, dano, roubo, estelionato)

    _ moral (calúnia, injúria e difamação)

    _ e casos em que a violência sofrida não foi tipificada.

    Por se basearem em boletins de ocorrência, os dados possivelmente estão aquém da realidade enfrentada pelas mulheres no Estado, conforme indica a Secretaria de Segurança Pública, mas são uma referência para as políticas públicas nos municípios. O relatório traça um perfil de vítimas e agressores.  Elas estão em todos os grupos étnicos e sociais e 73% das agredidas têm entre 18 e 44 anos. Eles são, em sua maioria, companheiros e maridos (38% das denúncias) ou ex-companheiros (o que corresponde a 31% dos casos).

    Embora o Sul de Minas não esteja entre as regiões consideradas mais violentas para as mulheres viverem no Estado (o ranking é liderado pelas regionais de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Contagem), a segurança feminina é uma preocupação cada vez maior.

    (Com informações do G1 Sul de Minas) 

    Mais de 50 mil mulheres sofreram atos de violência em 2017 em MG

    Minas Gerais registrou, no ano passado, quase cinquenta mil ocorrências de violência contra a mulher, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Apesar deste número, praticamente igual ao de 2016, muitos casos nem são denunciados.

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  • Consultoria de Moda por Sindi Mendonça (By Veste Modas)

    Consultoria de Moda por Sindi Mendonça (By Veste Modas)

    Olá amigos e amigas!!! Meu trabalho como consultora de moda é explorar a moda de diversos anglos seja no passado, vintage ou retrô, ao que é moderno e pós moderno. Estamos por dentro de todas as tendências das mais simples as mais sofisticadas. Meu principal objetivo é ajudar as pessoas a se vestir bem e a se sentir bem com elas mesmas, aumentar a autoestima, não seguindo exatamente a risca o padrão de moda, mais sim conhecendo o seu gosto, seu estilo, sua personalidade, seu corpo.
    É através do corpo de cada uma é que indico o que ela deve ou não usar, o que valoriza e o que desvaloriza o seu corpo, sabendo também camuflar o que elas não gostam em seu corpo com um simples toque de moda.
    Essa área aborda três tipos de consultoria:]
    ______________ 
    _ Consultoria Personalizada é aquela que a pessoa passa as informações básicas dos seus gostos e a maneira em que se veste e o que na verdade ela quer passar e dou uma repaginada no guarda roupa dela com que valoriza o seu corpo e com que não valoriza. E o que não valoriza será descartado. É usada mais pra uma estética externa, pra ela se sentir melhor como mulher.
    ________________
    _ Consultoria Especial, usada para uma ocasião especial, casamento, bodas, formatura,festa de 15 anos, etc.
    _ Consultoria pra Logistas é usada para lojas, lojas especializadas em moda, vestuário etc. Costuma envolver palestras, workshop e montagens de looks para as próprias lojas, especialmente para atrair os clientes!
    Traremos muitas informações e dicas aqui no Conexão e muitas fotos para aguçar seu bom gosto. Lembro que temos lindas coleções em nossa loja Veste Modas, localizada no início da Avenida Ipiranga, onde convido a todos para nos visitarem… Até a próxima!!!
    _____________________ 
    Texto e Fotos – Sindi Mendonça (Veste Mais)
    Oferecimento:
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  • 4ª FECOM começou hoje e vai até quinta-feira, dia 08, em TP.

    4ª FECOM começou hoje e vai até quinta-feira, dia 08, em TP.

    Com o tema “Intercooperação no fortalecimento da cadeia produtiva”, Cocatrel e Minasul se uniram novamente para a realização da 4ª Feira de Negócios Cocatrel Minasul (FECOM). A Feira se iniciou na manhã de hoje (6) e acontecerá até o dia 8 de março, no Espaço Cocatrel, em Três Pontas. A FECOM trará aos cooperados o que há de melhor em tecnologia agrícola. O Conexão Três Pontas Fez uma transmissão ao vivo pela manhã e conversou com o presidente da Cocatrel, Francisco Miranda de Figueiredo Filho.

    Veja a ‘live’ (transmissão ao vivo) do Conexão:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/2076623035925497/

    A 4ª edição da FECOM reforça ainda mais a importância da intercooperação, já que traz grandes novidades e variedades que levam em conta as necessidades da agricultura moderna, e mostra que o trabalho conjunto das cooperativas pode atender e auxiliar ainda mais os seus cooperados.

    Juntas, Cocatrel e Minasul buscam oferecer aos 11 mil associados, grandes oportunidades de negócio, com a presença de 70 expositores e diferentes opções em máquinas e implementos agrícolas, com os melhores preços do mercado, além de condições especiais de pagamento:

    – Tratores Mahindra em até quatro safras (2018, 2019, 2020 e 2021);
    – Implementos em até três safras (2018, 2019 e 2020) e, ainda;
    – Troca de café por produtos (modalidade barter) ou financiamento.

     

    Atrações para o visitante

    Além dos stands de negócios, a feira  conta com espaços de diversão para toda a família, como a mini fazenda, que vai oferecer interatividade do público e, principalmente das crianças, com pequenos animais. O dia da mulher também vai ser comemorado com surpresas na Fecom e, para agitar ainda mais o evento, a feira vai promover um happy hour,  com barzinho e música ao vivo, ali mesmo no espaço Cocatrel, todos os dias, das 16 às 20 horas.

    Satisfeitos com o sucesso das últimas feiras, a Cocatrel e a Minasul novamente trabalham juntas para garantir que essa edição seja ainda mais proveitosa para os 11 mil cooperados. Quem quiser fazer bons negócios em equipamentos e implementos agrícolas com os melhores preços do mercado, não poderá deixar de visitar a 4ª FECOM.

    Venha participar da 4ª FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul e conhecer as melhores opções em maquinários do setor agrícola.

    Informações: [email protected]

    Fonte: Ascom FECOM

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  • 4ª FECOM: tudo pronto para a feira que acontece nos dias 6, 7 e 8  de março

    4ª FECOM: tudo pronto para a feira que acontece nos dias 6, 7 e 8  de março

    Já está tudo pronto para a 4ª edição da FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul que acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de março, no Espaço Cocatrel, em Três Pontas. Várias empresas estarão reunidas na feira agrícola que esse ano tem como tema “Intercooperação no fortalecimento da cadeia produtiva”.

    Estarão disponíveis na feira diversos modelos de máquinas e implementos agrícolas, de última geração e alta tecnologia, que poderão ser adquiridos pelos produtores associados, com condições especiais de pagamento que serão oferecidas pela FECOM, entre elas a modalidade Barter, que é a troca de produtos por café.

    Serão 65 stands, com milhares de opções em podadoras, colhedeiras, tratores, aplicadores de defensivos agrícolas, e muitos outros equipamentos e implementos agrícolas para facilitar o trabalho do produtor rural durante todas as etapas da produção.

    Atrações para o visitante

    Além dos stands de negócios, a feira  conta com espaços de diversão para toda a família, como a mini fazenda, que vai oferecer interatividade do público e, principalmente das crianças, com pequenos animais. O dia da mulher também vai ser comemorado com surpresas na Fecom e, para agitar ainda mais o evento, a feira vai promover um happy hour,  com barzinho e música ao vivo, ali mesmo no espaço Cocatrel, todos os dias, das 16 às 20 horas.

    Satisfeitos com o sucesso das últimas feiras, a Cocatrel e a Minasul novamente trabalham juntas para garantir que essa edição seja ainda mais proveitosa para os 11 mil cooperados. Quem quiser fazer bons negócios em equipamentos e implementos agrícolas com os melhores preços do mercado, não poderá deixar de visitar a 4ª FECOM.

    Fonte Imprensa Cocatrel (Ana Luisa Leite)

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  • 4º FECOM: Cocatrel e Minasul juntas pela “Intercooperação no fortalecimento da cadeia produtiva”

    4º FECOM: Cocatrel e Minasul juntas pela “Intercooperação no fortalecimento da cadeia produtiva”

    Com o tema “Intercooperação no fortalecimento da cadeia produtiva”, Cocatrel e Minasul se unem novamente para a realização da 4º Feira de Negócios Cocatrel Minasul (FECOM). A Feira que acontecerá entre os dias 6, 7 e 8 de março, no Espaço Cocatrel, em Três Pontas, irá trazer aos cooperados o que há de melhor em tecnologia agrícola.
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    A 4º edição da FECOM reforça ainda mais a importância da intercooperação, já que traz grandes novidades e variedades que levam em conta as necessidades da agricultura moderna, e mostra que o trabalho conjunto das cooperativas pode atender e auxiliar ainda mais os seus cooperados.
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    Juntas, Cocatrel e Minasul buscam oferecer aos 11 mil associados, grandes oportunidades de negócio, com a presença de 70 expositores e diferentes opções em máquinas e implementos agrícolas, com os melhores preços do mercado, além de condições especiais de pagamento:

    – Tratores Mahindra em até quatro safras (2018, 2019, 2020 e 2021);

    – Implementos em até três safras (2018, 2019 e 2020) e, ainda;

    – Troca de café por produtos (modalidade barter) ou financiamento.

    Venha participar da 4º FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul e conhecer as melhores opções em maquinários do setor agrícola.

    Informações: [email protected]

    Fonte (Caroline Botrel)
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  • ESPECIAL CONEXÃO MULHER: “Sofri um estupro coletivo no dia do meu casamento”

    ESPECIAL CONEXÃO MULHER: “Sofri um estupro coletivo no dia do meu casamento”

    Quando a queniana Terry Gobanga – então Terry Apudo – não apareceu no dia do seu casamento, ninguém poderia imaginar que ela havia sido sequestrada, estuprada e deixada à beira da morte no acostamento de uma estrada. Foi a primeira das duas tragédias a atingi-la. Mas ela sobreviveu. Veja abaixo o seu depoimento:

    “Seria um grande casamento. Era pastora, então, todos os membros da nossa igreja haviam sido convidados, assim como nossos parentes. Harry, meu noivo, e eu estávamos muito ansiosos – afinal, nos casaríamos na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quênia) e eu havia alugado um lindo vestido. 

    Mas na noite anterior ao casamento, percebei que algumas das roupas de Harry estavam comigo, incluindo sua gravata. Ele não poderia se casar sem ela, então, uma amiga que havia passado a noite na minha casa se ofereceu a levá-la para ele logo de manhã. Acordamos durante a madrugada e eu a levei até o ponto de ônibus. 

    Quando estava voltando para casa, passei por um homem que estava sentado no capô de um carro. De repente, ele me segurou por trás e me jogou no banco traseiro. Havia mais dois homens dentro do veículo, que partiu. 

    Tudo aconteceu numa fração de segundos. 


    Um pano foi enfiado na minha boca. Chutava, me debatia e tentava gritar. Quando consegui me livrar da mordaça, gritei: “É o dia do meu casamento!” Foi quando levei o primeiro soco. Um dos homens me disse para “cooperar ou eu morreria”.

    Os homens se revezaram para me estuprar. Sabia que ia morrer, mas estava lutando por minha vida, então quando um dos homens tirou o pano da minha boca, mordi o pênis dele. Ele gritou de dor e outro me esfaqueou na altura do meu estômago. Então, eles abriram a porta e me jogaram para fora do carro em movimento. 

    Estava a quilômetros de casa, fora de Nairóbi. Mais de seis horas se passaram desde que havia sido sequestrada. 

    Uma criança me viu sendo lançada para fora do carro e chamou sua avó. As pessoas vieram correndo. Quando a polícia chegou para verificar minha pulsação, ninguém conseguiu. Pensaram que estava morta, me envolveram num lençol e começaram a me levar ao necrotério. Mas, no caminho, engasguei e tossi. O policial me perguntou: “Você está viva?” Então, ele deu meia volta e me levou ao maior hospital público do Quênia”.

    Foto: BBC Brasil

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  • COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

             A minha primeira entrada no mar foi de deslumbramento e bravura. Senti sua imensidão e sonhei atravessar navegando. Era adolescência acreditava no potencial virgem que iria, com uma só braçada, atravessar o gigantesco mar. Pura ilusão. Dentro da lógica do sucesso tem que haver planejamento e preparação.

             Joguei os olhos sob sua imensidão. Tinhas sonhos e objetivos do tamanho de sua grandeza.

             Dentro do mar perdido navegava sob suas ondas, sem bussola e sem destino. Enfrentei tempestades sem abrigo e sem estrutura psicológica. Era um aventureiro solitário que acreditava na sua aventura sem propósito e sem direção.

             Sozinho e povoado de terror com as investidas do mar, não tinha como sair; deixei as ondas impulsionar as águas e meu destino.

             O que delineava nesta aventura existencial era um precoce fim trágico sem minhas rédeas, impulsionado pelas destemidas ondas de um mar sem piedade.

             No auge do desespero as ondas, sem saber, estavam mim levando para o sonhado porto.

             Avistei; isto foi para mim como a abertura do sol depois do anoitecer. A claridade da realidade favorável foi um lance de sorte de ter chegado ao porto seguro ocasionalmente modificou minha vida.

             A experiência vivida de ser um aventureiro com sorte em alto mar mim trouxe para minha existência que em todo empreendimento há uma porção do acaso.

             Setenta por centos do sucesso é racionalidade, planejamento, vontade e inteligência;  trinta por cento, são pura ocasionalidade.

             Se você está iniciando a aventura no mar é melhor dispor de instrumentos seguros e planejamentos inteligentes, pois somente assim o porto estará acessível a fazer parte de nosso destino.

             Evitar o fracasso é acreditar que o sucesso é uma porção maior de nosso planejamento; porém o acaso tem um relativo peso.

             Entre no mar na hora certa, busque assegurar de clareza diurna seus objetivos, pois senão, as ondas irão dispersar; mesmo tendo planejamento e inteligência a ocasionalidade derruba também os mais inteligentes planos.

             O negocio é se planejar para aumentar a porcentagem do sucesso. Mas 100% de acerto só depois do fato consumado. Enquanto isto, aja com determinação e fixação de objetivos.

     

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R:  ANTÔNIO   B.  FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

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  • SAUDADE: 22 anos sem Mamonas Assassinas! A dor não passa…

    SAUDADE: 22 anos sem Mamonas Assassinas! A dor não passa…

     

    Há exatos 22 anos, no dia 2 de março, um acidente de avião parou o Brasil. Dentro da aeronave, que caiu na Serra da Cantareira (SP), estavam dois tripulantes, um segurança, um assistente de palco e todos os cinco integrantes do grupo que vendeu mais de 5 milhões de discos com seu som divertido e irreverente. A saudade dos Mamonas Assassinas não passa…

    Todos morreram, deixando um vazio enorme e uma obra incrível que nunca será esquecida. Não à toa, todo mundo no Twitter está mega saudoso nesta semana.

    Até mesmo quem era criança lembra desse do dia 02 de março de 1996.

    Histórico

    O “Mamonas Assassinas” foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990, inicialmente com o nome de Utopia. O som era uma mistura de punk rock com influências de gêneros populares, tais como forró (Jumento Celestino), brega (Bois Don’t Cry), heavy metal (Débil Metal), pagode (Lá Vem o Alemão), música mexicana (Pelados em Santos), reggae (Onon Onon) e vira (Vira-Vira).

    Fernando Sampaio/AE Pasta: 30671

    A carreira da banda, com o nome de Mamonas Assassinas, durou de julho de 1995 até 2 de março de 1996 (pouco mais de 7 meses). Tiveram um sucesso meteórico. Com um único álbum de estúdio, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, o grupo vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD. Com letras bem-humoradas, o álbum lançou os “Mamonas” ao estrelato nacional.

    A banda enviou uma fita demo com as músicas Pelados em Santos, Robocop Gay e Jumento Celestino para três gravadoras, entre elas Sony Music e EMI. Rafael Ramos, baterista da banda Baba Cósmica e filho do diretor artístico da EMI, João Augusto Soares, insistiu na contratação. Após assistir a uma apresentação do grupo em 28 de abril de 1995, João Augusto resolveu assinar contrato com os Mamonas.

    NOSSA REPORTAGEM ESTEVE EM GUARULHOS

    O enterro, no dia 4 de março no cemitério Parque das Primaveras, em Guarulhos-SP, fora acompanhado por mais de 65 mil fãs (em algumas escolas, até mesmo não houve aula por motivo de luto) O enterro também foi transmitido na televisão, com canais interrompendo sua programação normal.

    O jornalista Roger Campos esteve em Guarulhos na época, visitou a casa de Dinho e também o local onde os 5 integrantes, o Parque Cecap onde eles moravam, além do piloto foram enterrados. Veja fotos dessa visita:

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    Opinião

    Engraçado como existem coisas que marcam a nossa vida de um jeito bem forte. Os Mamonas foram, provavelmente, meus primeiros ídolos, em uma época que eu nem entendia o que era ter um ídolo. E hoje, 22 anos depois, continuam sendo! Ser fã de Mamonas é solitário, às vezes meio incompreendido, não temos muito em que nos apegar e talvez seja por isso que muita gente não entenda como depois de todos esses anos ainda existam pessoas que não esquecem jamais.

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    Os Mamonas foram passageiros quando se fala em meses, anos, tempo, mas quando se fala em amor, fã, admiração, foram e serão eternos. 22 anos sem eles, contados em tempo, mas um pra sempre com eles, contados em amor.

    Viva os Mamonas!

     

     

  • EMOÇÃO E REVOLTA: Policial encontra recém-nascido abandonado em lote no sul de Minas

    EMOÇÃO E REVOLTA: Policial encontra recém-nascido abandonado em lote no sul de Minas

    Um policial militar viveu momentos de muita emoção e revolta ao encontrar um recém-nascido que foi largado, abandonado em um lote vago na cidade de Paraguaçu, no sul de Minas Gerais, na tarde desta quinta-feira (1º). O bebê, que nasceu um dia antes, na quarta-feira (28), foi resgatado ainda com vida pela PM local.

    A notícia ganhou repercussão instantânea em todo Brasil e gerou um misto de emoção e felicidade pelo fato do recém-nascido ainda estar com vida, e revolta, indignação de constatar que uma mãe teve a coragem, a crueldade de jogar um filho fora.

    Um vídeo que foi gravado pela própria PM viralizou nas redes sociais. Nele é possível ver quando o militar, emocionado, localizou o bebê. Lutando pela vida do recém-nascido, é possível ver o policial fazendo massagem cardíaca e repetindo desesperadamente a frase: “Respira, neném, respira”.

    Conforme informações divulgadas pela Polícia Militar de Paraguaçu, o bebê não apresentava sinais de violência. Ele foi levado para o pronto socorro local e depois transferido para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas, onde, segundo informações apuradas pelo Conexão, permanecia, até o fechamento desta reportagem, em estado grave.

    Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar de Paraguaçu até a mãe do recém-nascido. Em seu depoimento à Polícia Civil, a jovem genitora, de apenas 15 anos de idade, afirmou que deixou a criança abandonada, pra morrer naquele lote vago, em um momento de desespero.

    Apesar desse ato que causou grande revolta nas redes sociais, a genitora foi ouvida e liberada. Caso sobreviva, a criança deverá ser encaminhada para adoção.

    Fotos EPTV 
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    Roger Campos

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  • APAE Três Pontas realizará seu tradicional Brechó a partir do dia 05

    APAE Três Pontas realizará seu tradicional Brechó a partir do dia 05

    A APAE realizará mais um Brechó em Três Pontas. A entidade que foi fundada em 14 de junho de 1972, declarada de Utilidade Pública Federal pela Lei Nº 89.375 de 09/02/84, declarada de Utilidade Pública Municipal pela Lei Nº 724 de 07/08/72 e declarada de Utilidade Pública Estadual através do decreto n. 15.271 de 19/02/73, localizada na Rua Barão da Boa Esperança 420, no Centro de Três Pontas, precisa da solidariedade e apoio popular para se manter. O início se dará no dia 05 de março.

    E o tradicional brechó também é uma forma de arrecadar recursos para a manutenção e melhorias na própria entidade.

    Além de encontrar uma variedade de roupas, calçados e artesanato em geral, o participante contribui com uma Instituição que atende cerca de 460 pessoas com deficiência.

    O Brechó da APAE acontece de 05 a 09 de março, das 08:00 às 17:00 na rua São Pedro, nº 46, no Centro, ao lado dos Móveis Nossa Senhora de Fátima.

    Venha participar do tradicional Brechó da APAE de Três Pontas!

    APAE de Três Pontas! Unidos Por Um Mundo Bem Melhor!

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