Um pet tem o poder de alegrar a casa. Por isso, qualquer sinal de desânimo do animal, como deixar de brincar ou se alimentar, é um alerta para o tutor. “Cães muito quietos, sem apetite e sem resposta a estímulos, podem estar com algum problema. Observar mudanças de comportamento facilita o diagnóstico, tornando o tratamento mais rápido e eficaz”, explica a médica-veterinária e analista técnica de marketing de pets da Syntec do Brasil, Suzana Melo.
Uma das enfermidades que afeta a qualidade de vida e as rotinas dos animais é a displasia coxofemoral. Comum, ela afeta principalmente cães de médio e grande portes. De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), 37% dos atendimentos feitos em clínicas em raças como Pastor Alemão, Labrador, Golden Retriever e Buldogue Inglês referem-se a essa doença.
“A displasia coxofemoral caracteriza-se por ser um distúrbio ortopédico causado por falha no encaixe do fêmur com a articulação do quadril do animal. Por isso, causa disfunção lateral ou bilateral dos membros, prejudicando seus movimentos e, consequentemente, a qualidade de vida”, esclarece Suzana.
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De acordo com a especialista da Syntec, as causas são diversas e vão desde a predisposição da raça até alimentação e idade. “O ambiente no qual o cão vive também pode influenciar diretamente o surgimento dessa enfermidade. Isso porque até o piso do lugar pode agravar a lesão, sobretudo quando é muito irregular ou escorregadio”, comenta Suzana.
“Além do solo, outros fatores contribuem para o agravamento do problema. A idade e o porte físico do animal são exemplos. A nutrição também: a ingestão inadequada de cálcio durante a fase de crescimento do filhote pode causar distúrbios que interferem na formação das estruturas ósseas. Essas malformações impedem o encaixe perfeito do acetábulo, depressão da pelve, com a cabeça do fêmur”, complementa a veterinária.
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Entre os principais sintomas estão a limitação de movimento, a redução das atividades físicas, membros mais rígidos, claudicação e dor ao toque no local. “Percebendo qualquer desses sinais, o tutor deve procurar um veterinário, que fará os exames completos para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento correto. Lembrando que, por acometer os pets durante a fase de crescimento, a displasia coxofemoral pode se iniciar ainda já nos primeiros meses de vida do animal”.
Para diminuir as dores causadas pela doença nos pets, a Syntec do Brasil oferece Maxitec, anti-inflamatório não esteroide à base de Meloxicam com alta segurança comprovada no tratamento para cães e gatos. “Trata-se de uma das soluções terapêuticas que auxilia a controlar o problema e contribui para a qualidade de vida dos pets”, reforça Suzana Melo.
Vacina é a melhor forma de prevenir contra doenças causadas pelo vírus
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) aproveitou o Dia do Adolescente, comemorado hoje (21), para divulgar a importância da campanha de multivacinação, que termina no próximo dia 30, incluindo a vacinação contra o HPV.
O imunizante contra o HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) foi inserido no calendário vacinal em 2014. A vacina é a melhor forma de prevenir contra doenças causadas pelo papiloma vírus, como verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e cânceres do colo do útero e genitais.
A enfermeira sanitarista Gabrielli Damasceno, coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, orienta os responsáveis para que levem seus filhos crianças e adolescentes até 15 anos de idade para regularizar a carteira de vacinação contra doenças como o sarampo, a caxumba e a rubéola, difteria e tétano, hepatite B, febre amarela, meningite, catapora e, principalmente, o HPV, que tem uma faixa etária muito específica.
“Quando a criança ou adolescente é imunizado nessa faixa etária – meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos –, eles diminuem em até 70% o risco do câncer do colo do útero, como também as verrugas no aparelho genital, tanto feminino, como masculino”, disse Gabrielli.
Índices baixos
A vacinação está muito baixa no estado do Rio de Janeiro, não só para HPV como para todas as outras vacinas, admitiu a coordenadora. “Porque não adianta tomar uma única dose. Tem vacinas que têm que ser tomadas três doses para ter o esquema completo e, outras, duas doses, como ocorre com o HPV”.
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A vacina contra o HPV é ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível nos postos de saúde. Ela protege contra quatro tipos do vírus: o HPV-16 e o HPV-18, ambos de alto risco; e o HPV-6 e o HPV-11, de baixo risco. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o HPV-16 e o HPV-18 são responsáveis por causar pelo menos 70% dos casos de câncer de colo do útero.
No estado do Rio de Janeiro, a taxa de vacinação contra o HPV no primeiro semestre de 2022 para as meninas entre 9 e 14 anos de idade ficou em 54,76% para a primeira dose e 33,27% para o esquema vacinal completo. No caso dos meninos, os percentuais ficaram em 22,45% e 14,02%, respectivamente. “Para a gente entender que essas crianças estão com a cobertura vacinal, só tomando as doses completas daquela vacina”, disse.
Gabrielli Damasceno informou que da mesma maneira que acontece com a imunização contra o HPV, a vacinação contra as demais doenças está aquém do necessário. Para o sarampo, por exemplo, a primeira dose está em torno de 40% e, a segunda, da ordem de 20% do público-alvo. “A poliomielite segue esse mesmo padrão. Não é por falta de imunobiológicos, porque o Ministério da Saúde tem enviado e a Secretaria de Estado de Saúde tem repassado para todos os municípios”.
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Transmissão
O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) mais comuns e geralmente é transmitida pela relação sexual ou contato sexual com uma pessoa com o vírus. A doença pode ser transmitida, inclusive, quando há uso de preservativos.
O vírus sobrevive por muito tempo nas superfícies dos objetos e, dessa forma, também pode ser transmitido através de objetos ou materiais usados por pessoas infectadas.
Fake news
Desde o início de agosto, a SES está realizando em todo o estado, em parceria com as secretarias municipais de Saúde, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação. A ação prevê a atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos, com a oferta de doses contra sarampo, rubéola e caxumba (tríplice viral), difteria e tétano (DT), hepatite B, febre amarela, meningite (Meningocócica ACWY conjugada), catapora e HPV.
De acordo com a Coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES-RJ, o índice de vacinação está baixo devido às fake news. Uma dessas notícias falsas veiculadas nas redes sociais é que as crianças que tomaram vacina contra sarampo, caxumba e rubéola ficaram autistas. “Não tem nada a ver isso. Esse movimento antivacina tem prejudicado muito a cobertura vacinal”, alerta.
Ela reconhece, no entanto, que a pandemia da covid-19 afastou os cidadãos dos postos de saúde em 2020 e 2021. No caso do sarampo, lembrou que o Brasil está no processo de reverificação do certificado de eliminação, que foi perdido em 2019. “A cada dia que passa, outras doenças que podem ser prevenidas por vacina estão sendo reelegidas, porque as pessoas não estão se vacinando. Se a gente tem vacina, por que não se vacinar?”, indagou.
Gabrielli destacou ainda que o Brasil é um país de referência mundial em relação à qualidade de suas vacinas, que são armazenadas, conservadas e exportadas dentro de todos os níveis de segurança, para não perder a validade e eficácia dos imunobiológicos.
Pedido deve ser feito no cartório eleitoral da zona onde tem cadastro
O eleitor que perdeu o título eleitoral ou teve o documento extraviado tem até esta quinta-feira (22), 10 dias antes do primeiro turno do pleito, para solicitar a segunda via no cartório eleitoral da zona onde tem cadastro.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a emissão da segunda via do título o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais – como o de mesário –, ou ainda multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral.
Neste ano, o eleitor com situação regular na Justiça Eleitoral poderá imprimir o título diretamente na ferramenta Autoatendimento do Eleitor, no Portal do TSE na internet, no campo “Imprimir o título eleitoral”.
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Documentos
O título eleitoral não é o único documento que dá direito à participação nas eleições. As pessoas aptas a votar podem se apresentar à mesa de votação com qualquer documento oficial com foto, como a carteira de identidade, a carteira de trabalho, a carteira de motorista ou o passaporte, por exemplo.
Há ainda a opção de levar a versão digital do título eleitoral, o e-Título, que pode ser obtido gratuitamente por meio de aplicativo para dispositivos móveis nas lojas virtuais Apple Store e Google Play.
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O e-Título também possibilita a apresentação de justificativa eleitoral e oferece uma série de serviços e informações, como a emissão das certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais; o acesso e a emissão de guia para o pagamento de multas; a consulta ao local de votação; e a inscrição como mesário voluntário, entre outros.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a Resolução 940/22 que remodelou algumas regras para o uso de capacetes para piloto e passageiro de veículos motorizados de duas rodas. O principal objetivo da nova norma é agrupar em um texto único os itens incluídos nas Resoluções 453/13, 680/17 e 846/21, que são determinações previstas e que regulamentam o novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Quais foram as mudanças?
Agora, além de adesivos retrorrefletivos na parte posterior do capacete e nas laterais, existe também a obrigatoriedade de uma certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para este dispositivo de segurança.
Para maior proteção e evitar penalidades, o capacete do piloto e do garupa devem estar devidamente afivelados, por baixo do maxilar inferior, com o conjunto que envolve a cinta jugular e engate.
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Em relação à viseira do capacete, ela ainda é considerada um item obrigatório. Porém, em casos que este item não se faz presente, um óculos de proteção, em bom estado de conservação, pode ser utilizado. É importante lembrar que os óculos de proteção são aqueles que podem ser utilizados simultaneamente com modelos corretivos ou de bloqueio solar.
Óculos de sol ou de correção não são considerados substitutos de viseiras e, portanto, geram penalidade caso o piloto seja flagrado trafegando nestas condições pelo Detran (Departamento de Trânsito). Modelos EPI (de segurança do trabalho) também não podem ser usados no lugar da viseira.
Quando a motocicleta estiver em circulação, de acordo com os estabelecimentos da resolução, a viseira ou óculos de proteção precisam estar devidamente ajustados de forma a proporcionar total proteção aos olhos, ou seja, a viseira deve estar abaixada.
Outras orientações relacionadas
Se por algum motivo a motocicleta estiver parada na autoestrada, ou vias em geral, é permitido erguer totalmente a viseira. Assim que o veículo começar a se mover, ela deve ser recolocada na posição correta, proporcionando assim, proteção frontal total dos olhos, levando em consideração o plano horizontal, permitindo uma pequena abertura para ventilação no caso de capacetes com queixeira.
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No caso de um capacete modular, além da viseira, o protetor de queixo deve ser abaixado e travado até o fim. Se a proteção do queixo puder ser dobrada para trás em capacetes modulares expansíveis, ela deve ser totalmente abaixada e travada na posição frontal ou traseira.
À noite é necessário usar uma viseira com padrão de cristal, isto é, totalmente translúcido. A norma também estabelece que não se deve aplicar, em viseiras ou óculos, camadas de qualquer tom de películas ou insulfilm.
Penalidades previstas
As infrações de trânsito ocorrem quando os condutores são flagrados durante o descumprimento das normas estabelecidas e obrigatórias. Em relação às mudanças que envolvem viseira e capacete, existem algumas penalidades distintas.
Pilotar sem capacete, por exemplo, é considerado uma infração auto-suspensiva. O que quer dizer que a CNH será suspensa de imediato, mesmo com a marcação da pontuação na carteira e com a multa no valor de R$ 293,47.
Em relação ao uso de capacete, porém sem seguir as especificações exigidas na resolução, é considerada uma infração grave e o piloto terá que arcar com uma multa de R$ 195,23.
Agora, quando se trata de passageiros (garupas), a ausência de viseira e/ou capacete ou o uso de ambos, mas em desacordo com as normas, rende uma multa de R$ 130,16 e é considerada infração média.
Médico Cardiologista falou com exclusividade ao Conexão.
As principais doenças do inverno são as doenças respiratórias transmissíveis, como resfriados e gripes, além do agravamento de outras como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia, pois este período favorece a circulação de vírus e bactérias, já que a temperatura fica mais baixa, o ar fica mais seco e há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados.
As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado.
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Para se proteger e evitar estas doenças, recomenda-se:
Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
Beber cerda de 2 litros de água por dia;
Evitar ir com frequência de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
Evitar o contato próximo com outras pessoas, quando se estiver resfriado, principalmente idosos e recém-nascidos.
Além disso, é recomendada a vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período. Esta vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou auto-imunes.
Veja abaixo a entrevista completa com o médico Dr. Luiz Roberto Dias que traz uma série de outras informações importantes:
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a proibição de importação, propaganda e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. A restrição começou em 2009, mas a comercialização continua ocorrendo de forma ilegal no país.
A decisão foi tomada durante a 10ª reunião da diretoria colegiada do órgão. Por unanimidade, a diretoria seguiu voto proferido pela diretora Cristiane Rose Jourdan.
Segundo a diretora, estudos científicos demonstram que o uso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) está relacionado com aumento do risco de jovens ao tabagismo, potencial de dependência e diversos danos à saúde pulmonar, cardiovascular e neurológica.
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Os cigarros eletrônicos são aparelhos alimentados por bateria de lítio e um cartucho ou refil, que armazena o líquido. Esse aparelho tem um atomizador, que aquece e vaporiza a nicotina. O aparelho traz ainda um sensor, que é acionado no momento da tragada e ativa a bateria e a luz de led.
A temperatura de vaporização da resistência é de 350°C. Nos cigarros convencionais, essa temperatura chega a 850°C. Ao serem aquecidos, os DEFs liberam um vapor líquido parecido com o cigarro convencional.
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Os cigarros eletrônicos estão na quarta geração, onde é encontrada concentração maior de substâncias tóxicas. Existem ainda os cigarros de tabaco aquecido. São dispositivos eletrônicos para aquecer um bastão ou uma cápsula de tabaco comprimido a uma temperatura de 330°C. Dessa forma, produzem um aerossol inalável.
Recurso foi apresentado pela União em defesa do CTB.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que exige a comprovação de exame toxicológico negativo para obtenção e renovação das categorias C, D e E da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O julgamento foi realizado em 8 de junho pela Primeira Seção do STJ. O acórdão da decisão foi publicado no dia 15 de junho.
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Os ministros atenderam um recurso apresentado pela União em defesa do CTB e derrubaram decisões da Justiça Federal que suspenderam a exigência do exame negativo.
Pelo texto do acórdão do julgamento ficou definido que, “a obrigatoriedade de apresentação de resultado negativo no exame toxicológico de larga detecção está vinculada às categorias de habilitação, e não a parâmetros associados à atividade profissional do condutor”.
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O entendimento deverá ser aplicado em outros casos semelhantes que estão em tramitação no Judiciário.
Após meses de estabilidade, quedas e índices zerados, já são quase 200 novos casos confirmados no Município.
Desde o último dia 01º de maio, atendendo a uma sugestão da Secretaria de Estado da Saúde, ligada ao Governo de Minas Gerais, a Prefeitura Municipal de Três Pontas, assim como muitas prefeituras mineiras, aboliu o uso das máscaras de proteção contra o coronavírus em ambientes fechados. Coincidência ou não, quase um mês depois os resultados voltam a causar preocupação. Abolir a máscara em ambientes fechados em pleno ‘inverno rigoroso’ parece não ter sido uma boa ideia por parte da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
No Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, na última segunda-feira, dia 30, havia 189 pessoas em isolamento domiciliar com a covid-19.
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No mesmo boletim, 11.060 notificações positivas para coronavírus desde o início da pandemia foram apresentadas.
Quanto o número de óbitos, se mantém a estabilidade, com 186 vidas perdidas. Já o número de internados com o vírus é de 7 pessoas. Não há ninguém internado com suspeita da doença.
Casos de síndrome gripal disparou para 40.361.
Curados já são 10.680.
A vacinação é a responsável pelo controle do coronavírus nos últimos meses.
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Cadê a Metade?
De acordo com informações apuradas pelo Conexão Três Pontas junto aos órgãos responsáveis pelo combate ao coronavírus no município, apenas 50% dos trespontanos procuraram os pontos de vacinação e foram imunizados com a terceira dose. Também apenas metade (50%) das crianças apareceram para tomar a segunda dose!
Sobre a quarta dose, infelizmente a procura está muito baixa, entre os idosos e pessoas que fazem parte dos perfis inclusos no direito ao imunizante!
Ou seja, as pessoas que precisam tomar a vacina e têm direito ao imunizante, precisam aparecer, comparecer, tomar a vacina! Só assim Três Pontas voltará a ter o controle mais amplo da pandemia de coronavírus.
Os profissionais da Saúde estão fazendo a sua parte. Se a população, ou parte dela que ainda não se imunizou, não cooperar e enxergar o quão importante é a vacina, poderemos voltar aos quadros mais graves e preocupantes, talvez até com o retorno de algumas restrições, internações e mortes.
De acordo com o Inmet, o volume de chuvas previsto é acima de 100 milímetros por dia.
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, alertou para a possibilidade de fortes chuvas em SP e MG nos próximos dias. Foram emitidos avisos meteorológicos de perigo (laranja) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o Espírito Santo, MG, SP e Rio de Janeiro.
De acordo com o Inmet, o volume de chuvas previsto é acima de 100 milímetros por dia. Diante do cenário, o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec) vai monitorar a evolução dos avisos em tempo real e as regiões que devem ser afetadas já foram notificadas da situação.
Os temporais podem ser acompanhados de ocorrências de alagamentos, inundações e enxurradas e de deslizamentos de terra em áreas de encosta. Isso também é reflexo dos altos acúmulos de chuva que vêm caindo sobre essas áreas ao longo das últimas semanas.
“É importante que a população fique atenta e acompanhe a difusão de outras informações nas redes sociais e pelos alertas enviados por SMS. É importante, também, procurar orientações nas defesas civis municipais e estaduais, que precisam ter um planejamento para as ocorrências de chuvas fortes. O ideal é mapear as localidades com maior risco e, se necessário, fazer evacuação preventiva”, afirmou o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun.
Segundo o Inmet, haverá atuação do fenômeno Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) – quando uma faixa de nuvens fica praticamente estacionada, provocando grande quantidade de chuvas contínuas, na mesma área, por, pelo menos, quatro dias.
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Desta vez, a ZCAS ficará sobre o estado de MG e também terá reflexos em partes do Rio de Janeiro, SP, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.
Os locais com maior potencial de serem afetados em território mineiro são a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Campo das Vertentes, Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Norte de Minas e Noroeste de Minas.
Já no estado de SP, as áreas de atenção englobam a Região Macrometropolitana de SP, o Vale do Paraíba e as localidades em torno de Presidente Prudente, Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Assis e Bauru.
No estado do Rio de Janeiro, devem ficar atentos os moradores da Região Metropolitana da capital, além de quem vive no Noroeste, Centro, Sul e Norte Fluminenses. Já no Espírito Santo, as áreas de atenção são as Central, Sul e Noroeste.
Também devem ficar atentos os moradores das regiões Noroeste, Oeste, Norte-Central e Centro-Ocidental do Paraná; do Leste, Sudoeste e Centro-Norte de Mato Grosso do Sul; e do Sul e Leste de Goiás.
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Cuidados
A Defesa Civil Nacional alerta para a tomada de alguns cuidados que podem ajudar a reduzir danos materiais e preservar vidas em caso de ocorrências graves relacionadas às chuvas intensas.
Uma delas é desligar os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em caso de enxurrada ou similar, coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Caso haja uma situação de grande perigo confirmada na sua região, procure abrigo e evite permanecer ao ar livre.
Além disso, em ocasiões de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores por conta do risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
Número de internados com suspeita de coronavírus pulou de 3 para 10 nas últimas 24 horas, segundo Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde; Três Pontas se aproxima de 1.000 casos ativos no momento.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (19) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município.O total de óbitos segue em 168. Há cinco pessoas internadas na Santa Casa com a doença e outras 10 hospitalizações com suspeita.
Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano.
Número de internados com covid-19 disparou nas últimas 24 horas em Três Pontas.Índice de internados com suspeita de covid-19 também obteve alta elevada nas últimas 24 horas no município.
Última morte por covid-19 em Três Pontas havia sido registrada no dia 13 de setembro de 2021. Depois de 124 dias município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 14 de janeiro.
Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 7.902 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 7.124 já se recuperaram e, infelizmente, 168 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 610 pessoas estão com o vírus.
Números do dia 14 de Janeiro de 2022
Números de hoje, 19 de Janeiro de 2022
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Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.
O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 31.902.
Dez pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Cinco pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 964pessoas se encontram em isolamento.
O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 643 dias. Isso dá uma média de 12,84 novos casos a cada 24 horas.
Todos os indicadores estão em alta no momento em Três Pontas.
A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.
“De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”
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De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico de hoje, 14 de janeiro, a 168ª vítima fatal da covid-19 em Três Pontas é um homem, com idade entre 60 e 79 anos, portador de diabetes, doença renal crônica.
ÓBITOS
POR SEXO:
_ 93 Homens
_ 75 Mulheres
POR IDADE:
_ 10 a 19 anos – 01
_ 20 a 59 anos – 56
_ 60 a 79 anos – 77
_ 80 anos ou mais – 34
COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)
_ Diabetes – 53
_ Hipertensão – 41
_ Hipertireoidismo – 01
_ Doença Cardiovascular Crônica – 61
_ Doença Renal Crônica – 09
_ Epilepsia – 01
_ Obesidade – 08
_ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03
_ Doença Neurológica Crônica – 08
_ Câncer – 01
_ Síndrome de Down – 02
_ Doença Hepática Crônica – 03
_ Autismo – 01
_ Outra Pneumopatia Crônica – 02
_ Hipotireoidismo – 01
_ Asma – 04
_ Sequela de AVC – 01
_ Lupus – 01
_ Varizes Esofagianas – 01
_ Alzheimer – 02
_ Mialgia – 01
_ Fibromialgia – 01
TEMPO DE INTERNAÇÃO:
_ 0 a 7 dias – 75
_ 8 a 15 dias – 53
_ 16 a 21 dias – 13
_ 22 ou mais – 15
Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.
Diabetes e o Coronavírus
Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.
Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.
Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.
As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).
Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.
Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus
O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?
Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.
O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.
As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.
O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.
Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.
Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.
A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.
A NOVA VARIANTE ÔMICRON
Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.
Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.
Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.
Alerta foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia nesta quinta-feira (30). Superintendente da Defesa Civil destacou os cuidados para a região.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil de Minas Gerais alertaram para os riscos de alagamentos e tempestades no Sul de MG. O alerta foi feito devido à previsão de chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia até esta sexta-feira (31).
O Inmet salientou, ainda, que há possibilidade de ventos intensos, entre 60 e 100 quilômetros por hora, além de risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
“Essas chuvas que atingirão ao Sul de Minas elas podem vir, é uma expectativa, em forma de tempestades. Então, em poucas horas, elas podem atingir uma região, encher os rios e eles transbordarem”, destacou o superintendente de gestão de desastres da Defesa Civil Estadual, major Eduardo Lopes.
“Dentro dessa chuva que esperamos, devemos ficar atentos porque ela pode causar alagamentos, então é muito comum sermos surpreendidos em razões de chuvas intensas com áreas alagadas. Temos visto muitos cidadãos desafiando a travessia de ruas com as áreas alagadas. Essas águas podem vir a arrastar os veículos”, completou.
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O major relembra as chuvas que já caíram em outras regiões de Minas Gerais este ano e também o recente caso na Bahia, como exemplos para que a população ficar atenta e em alerta.
“Esse sistema que se formou no estado de Minas Gerais é o mesmo que estava atuando no sul da Bahia e norte e Vale do Jequitinhonha, em MG. Ele enfraqueceu, as segue descendo da região central do estado, mas tende a chegar também ao sul do estado e zona da mata. Por isso, a expectativa é de muita chuva e por isso convocamos à população a ficar atenta”, disse.
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Na ocorrência de chuvas com rajadas de vento, o Inmet pede que a população não se abrigue embaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
O instituto ainda destaca para que, se possível, os aparelhos elétricos e quadro geral de energia sejam desligados.
Ao perceber chuvas intensas procure se manter em locais seguros e espere a chuva passar para ir a algum lugar seguro. Aqueles que residem em áreas de declives, essa chuva persistindo nos próximos dias, elas tendem a encharcar o solo e causar deslizamentos. “Por isso, precisamos ficar atentos a qualquer indicio de trincas em muros, terreno encharcado, acionar a Defesa Civil”, falou o superintendente.
Mortes sobem para 572,6 mil e casos, para 20,4 milhões
O total de vidas perdidas para a covid-19 subiu para 572.641. Em 24 horas, desde o boletim de ontem (18) foram registradas 979 novas mortes.
Ainda há 3.597 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.
Desde o início da pandemia, 20.494.212 pessoas contraíram a doença. Entre ontem e hoje, foram registrados 36.315 novos diagnósticos positivos de covid-19.
Ainda há 528.524 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.
O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 19.393.047.
As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19). A atualização reúne informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre os casos e óbitos relacionados à covid-19.
Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (143.752), Rio de Janeiro (61.090), Minas Gerais (52.248), Paraná (36.769) e Rio Grande do Sul (33.887). Com menos mortes estão Acre (1.808), Roraima (1.924), Amapá (1.943), Tocantins (3.637) e Sergipe (5.958).
Vacinação
Até o início da noite de hoje (19), o painel de vacinação ainda não tinha dados sobre as ações de imunização hoje. Até ontem, o número de doses contra a covid-19 aplicadas estava em 172,9 milhões, sendo 119,9 milhões como primeira dose e 52,9 milhões como segunda dose ou dose única.
Conforme as informações mais recentes, foram distribuídas 207,4 milhões de doses da vacna contra a covid-19.