Categoria: Brasil

  • Testes da vacina BCG contra Covid começam em outubro no Brasil

    Testes da vacina BCG contra Covid começam em outubro no Brasil

    A Fiocruz começa agora em outubro os testes com a vacina BCG para verificar se a vacina já usada para prevenir tuberculose poderá proteger contra a Covid-19.

    Os primeiros testes serão feitos em 3 mil profissionais de saúde nos estados do Mato Grosso Sul e do Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, da Austrália.

    O estudo será financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    “Todos os voluntários passarão por exames para verificar se há ou não a presença do vírus no organismo. As pessoas aprovadas para o estudo receberão a cepa da BCG dinamarquesa. Vamos acompanhar essas pessoas por até um ano, período em que serão feitas análises interinas de proteção, ou seja, avaliações intermediárias recomendadas em estudos de longa duração”, disse Margareth Dalcolmo, que coordena o experimento juntamente com seu colega Júlio Croda.

    Experimento Mundial

    Além do Brasil, a Austrália, a Espanha e o Reino Unido fazem parte da pesquisa por meio da Universidade de Melbourne, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Os pesquisadores australianos se basearam em estudos já existentes que mostram que a vacina BCG é eficiente contra outras infecções respiratórias virais.

    Sem comprovação ainda

    “É importante ressaltar que ainda não temos a comprovação de que a BCG é eficaz contra a covid-19, nem por quanto tempo ela mantém o organismo imune contra outras doenças respiratórias. Por isso, as pessoas não devem tomar a vacina acreditando que possa evitar o novo coronavírus”, alertou Júlio.

    Obrigatória

    A vacina BCG é obrigatória no Brasil para recém-nascidos e desde 1976 está disponível no Sistema Único de Saúde, o SUS. Porém, pode ser tomada até os quatro anos de idade. O imunizante protege crianças de até cinco anos de idade das formas mais graves da tuberculose.

    Com informações do Diário da Saúde (Apud Só Notícia Boa)

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  • Ipea: Inflação dos mais pobres sobe com alimentos e a dos mais ricos cai

    Ipea: Inflação dos mais pobres sobe com alimentos e a dos mais ricos cai

    Enquanto a taxa de inflação das famílias mais pobres apontou alta de 0,38% em agosto, a faixa de renda mais alta registrou uma deflação de 0,1%

    inflação dos alimentos e a deflação dos serviços, em meio à recessão provocada pela pandemia de covid-19, levaram o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda de agosto a mostrar uma pressão inflacionária maior para as famílias mais pobres.

    Em agosto, enquanto a taxa de inflação das famílias mais pobres apontou alta de 0,38%, a faixa de renda mais alta registrou uma deflação de 0,1%, Ipea (informou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta segunda-feira (14).

    No acumulado do ano, o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda para as famílias muito pobres acumula alta de 1,5%. Para os mais ricos, há retração de 0,07% no índice.

    As diferenças nas composições das cestas de consumo, entre as famílias muito pobres e as famílias mais ricas, explica a diferença. Especialmente quando se leva em conta as quantidades, além do preço, os muito pobres gastam, relativamente, mais com alimentos e menos com serviços. Já os mais ricos gastam mais, também relativamente, com serviços.

    “Evidencia-se uma pressão altista vinda dos alimentos no domicílio – que formam o grupo de maior peso na cesta de consumo das famílias mais pobres – e uma queda nos preços dos serviços, cujo alívio é bem mais intenso sobre o orçamento das famílias mais ricas”, diz um trecho do relatório do Ipea.

    O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda decompõe o IPCA por faixas de renda. A faixa mais pobre tem renda domiciliar abaixo de R$ 1.650,50 mensais por família. A faixa mais rica tem renda domiciliar acima de R$ 16.5009,66 mensais por família.

    Segundo o Ipea, enquanto a inflação dos alimentos voltou a se acelerar em agosto, os descontos dados por creches e escolas particulares por causa da pandemia contribuíram para derrubar ainda mais o índice de serviços. O preço das mensalidades escolares é exemplo típico de item que afeta mais os orçamentos dos mais ricos, já que as famílias mais pobres, tipicamente, não gastam com mensalidades, pois recorrem ao ensino público.

    “A retração no valor das mensalidades das creches (-7,7%) e das escolas de ensino fundamental (-4,1%) e médio (-2,9%) gerou um alívio maior sobre o orçamento da população de renda mais alta, pois é esse segmento que, majoritariamente, utiliza os serviços privados de educação”, diz o relatório do Ipea.

    Fonte R7

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  • COMENTANDO… AS DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    COMENTANDO… AS DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    Hoje é um dia muito especial para todos nós brasileiros. Nesta segunda-feira, 7 de setembro, são comemorados os 198 anos da Proclamação da Independência do Brasil. E é preciso destacar, nesta data tão importante, as “duas independências” que o País celebra:

    A primeira delas, ocorreu no dia 07 de setembro de 1822.

    A Independência do Brasil é o feriado em que se celebra a emancipação brasileira do reino de Portugal.

    O Dia da Independência do Brasil se comemora no dia 7 de setembro de 1822, data que ficou conhecida pelo episódio do “Grito do Ipiranga”.

    A Independência do Brasil deu os primeiros passos às margens do riacho Ipiranga, hoje atual cidade de São Paulo. O Príncipe Regente Dom Pedro ordenou aos soldados que o acompanhavam que jogassem fora os símbolos portugueses que levavam nos uniformes.

    Em seguida, gritou “independência ou morte” e a partir desse momento, simbolicamente, o Brasil não era mais uma colônia de Portugal.

    A segunda delas ocorreu no dia 28 de outubro de 2018, quando Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

    Foram 16 anos de “petismo vermelho” no poder. Anos que começaram com muita esperança, afinal o filho de nordestinos, pobre, humilde, que era transportado em caminhões velhos chamados de “pau de arara”, o semianalfabeto chegava ao cargo máximo do poder nacional.

    Vieram os programas assistenciais que fizeram o povo acreditar na defesa de seus direitos, na valorização da classe trabalhadora e na inserção, daqueles que sempre foram esquecidos, à chamada classe média. Mas vieram os escândalos nunca vistos em proporção sistêmica. A economia rateando, a Petrobrás, orgulho dos brasileiros, quebrada e saqueada, muitas empresas fechando as portas, empresários dando, literalmente, tiro no ouvido, recessão, crise e uma operação da Polícia Federal inédita em nossa história. O sonho virou pesadelo. A presidente deposta e o chefão preso.

    O povo se mostrou cansado, descrente e com um desejo latente de mudança. Fizeram uma grande faxina. As últimas eleições mudaram muito. Embora alguns ‘tumores da política tupiniquim” ainda permaneçam crescendo no grande organismo chamado Brasil.

    Bolsonaro chegava com o discurso incisivo, duro e de promessa de uma revolução. A “segunda independência do Brasil” obteve a confirmação às 19h18, daquele 28 de outubro de 2018, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). Com 100% das seções apuradas, Bolsonaro recebeu 57.797.847 votos (55,13%) e Haddad, 47.040.906 (44,87%).

    Se o atual presidente fará ou não tudo que prometeu, se realmente libertará o país da corrupção, se vai devolver o “Brasil aos brasileiros”, resgatando a tão alardeada soberania, são outros quinhentos. Mas inegavelmente uma grande ruptura, uma grande mudança aconteceu.

    O país-continente descoberto em 1.500 está sob nova direção. E tomara que reencontre de fato o rumo, navegando em águas tranquilas e atracando num porto muito seguro…

    País sem ordem nunca terá progresso.

    Viva a liberdade, viva a independência!

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  • EM TRÊS PONTAS: Polícia Federal combate fraudes ao Auxílio Emergencial do Governo Federal

    EM TRÊS PONTAS: Polícia Federal combate fraudes ao Auxílio Emergencial do Governo Federal

    Homem também é suspeito de ameaçar e divulgar dados pessoais do presidente da Caixa Econômica Federal.

    A Polícia Federal deflagrou, nesta manhã (02/09), a Operação Falso Samaritano com o objetivo de apurar os crimes de estelionato para o recebimento do auxílio emergencial, ameaça e divulgação de informações pessoais. De acordo com a Polícia Federal, o alvo de um mandado de busca e apreensão estava na casa dele, em Três Pontas (MG).

    O indivíduo é suspeito de difundir formas de fraudar os benefícios, além de ameaçar e divulgar dados do presidente da Caixa. Durante as investigações foi identificado que o suspeito utilizava-se dos dados das vítimas para se cadastrar nos aplicativos dos auxílios emergenciais do Governo Federal e, assim, receber os valores em benefício próprio.

    O investigado também ameaçou e divulgou dados pessoais do presidente da Caixa Econômica Federal e de seus familiares, após o presidente do banco ter alertado a população sobre a existência de golpes, bem como declarado que iria intensificar as medidas para impedir a ação dos fraudadores.

    Em julho, a PF abriu o inquérito para apurar invasões ao celular de Pedro Guimarães, que foi alvo de ataques e teve informações pessoais vazadas. Na época, o presidente da Caixa disse que “centenas de milhares” de contas poupança digital do banco, movimentadas pelo Caixa Tem e usadas para o crédito do Auxílio Emergencial, foram suspensas por suspeita de fraude.

    No imóvel, foram apreendidos chips de celulares e outras materiais não informados pela PF. Tudo foi levado à sede da Delegacia da Polícia Federal de Varginha (MG).

    Estão sendo apurados pela PF os crimes de estelionato, ameaça e divulgação de dados sigilosos. A PF não divulgou sua identidade e nem o número de pessoas que foram lesadas.

    Fotos Polícia Federal

    Fonte Polícia Federal / G1

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  • Vacinação contra o Sarampo se encerra no próximo dia 31

    Vacinação contra o Sarampo se encerra no próximo dia 31

    DEVEM TOMAR A VACINA PESSOAS NA FAIXA ETÁRIA ENTRE 20 E 49 ANOS.

    sarampo é uma doença infecciosa grave, provocada por vírus, transmitida pela fala, tosse e espirro, e extremamente contagiosa, podendo ser contraída por pessoas de qualquer idade. É caracterizada por febre, inflamação das mucosas do trato respiratório, erupção maculopapular generalizada seguida por descamação. É importante lembrar que a única forma de prevenção é a vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    A fim de proteger a população e controlar possíveis surtos da enfermidade, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), sob recomendação do Ministério da Saúde, promove até o dia 31 de agosto, a 4ª etapa da Campanha de Vacinação contra o Sarampo. Essa tem como público-prioritário pessoas de 20 a 49 anos de idade em todo o país. A vacinação contra o sarampo será realizada independentemente da situação vacinal das pessoas na faixa etária preconizada. A meta é imunizar certa de 8.964.626 pessoas em Minas Gerais.

    Vacine-se!

    O sarampo é uma doença prevenível por vacinação. Atualmente a vacina que protege contra o sarampo está indicada:

    • Dose zero: Devido ao aumento de casos de sarampo em alguns estados, todas as crianças de 6 meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas (dose extra).
    • 1ª dose: Crianças que completarem 12 meses (1 ano).
    • 2ª dose: Aos 15 meses de idade, última dose por toda a vida.

    Pessoas entre 1 e 29 anos de idade, com 1 (uma) dose comprovada da vacina no cartão de vacina, deverá completar o esquema vacinal com a 2ª dose da vacina.

    Se a pessoa não tomou nenhuma dose da vacina, perdeu o cartão ou não se lembra:
    De 1 a 29 anos: são necessárias 2 (duas) doses;
    De 30 a 59 anos: apenas 1 (uma) dose.

    OBSERVAÇÃO: Neste ano de 2020, sob recomendação do Ministério da Saúde na 4ª etapa da Campanha de Vacinação contra o Sarampo, pessoas de 20 a 49 anos em todo o país devem receber uma dose da vacina contra o sarmpo independente da situação vacinal anterior, e mesmo que ela esteja regular com o determinado acima.

    Os tipos de vacinas que protegem contra o sarampo são:

    Dupla viral: protege do vírus do sarampo e da rubéola. Pode ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto;
    Tríplice viral: protege do vírus do sarampo, caxumba e rubéola;
    Tetra viral: protege do vírus do sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora).

    Entenda o Sarampo

    O vírus ainda circula em grande quantidade em várias regiões da Europa e da América. Devido as migrações e as viagens internacionais, o vírus foi importado e voltou a circular. Além disso, a baixa imunização da população brasileira, que vem decaindo nos últimos anos, também contribuiu para a volta da circulação do vírus.

    A transmissão da doença ocorre diretamente de pessoa a pessoa, através de gotículas do nariz, boca ou garganta de pessoas infectadas pelo vírus. Os acometidos pela doença podem evoluir com complicações graves, incluindo encefalite, pneumonia e morte, principalmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.Também tem sido descrito o contágio por dispersão de aerossóis com partículas virais no ar, em ambientes fechados, como escolas, creches e clínicas.

    Pessoas acometidas pela doença apresentam febre, manchas avermelhadas pelo corpo (exantemas), tosse, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes), fotofobia (sensibilidade à luz) e pequenas manchas brancas dentro da boca (manchas de Koplik).

    A vacina é feita a partir do vírus atenuado e, por isso, o risco do vacinado ser infectado pela vacinação é inferior a 2%. O risco da pessoa não se imunizar e contrair a doença é muito maior do que deixar de se vacinar, uma vez que a vacina é altamente eficaz na prevenção da doença.

    A vacina é contraindicada durante a gestação pois são produzidas com o vírus do sarampo vivo, apesar de atenuado, e a gestação tende a diminuir a imunidade da mulher. O Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), recomenda que mulheres em idade fértil devem evitar gravidez até 1 (mês) após a vacinação.

    Cada pessoa contrai a doença apenas 1 (uma) vez na vida. Logo, se há confirmação do diagnóstico para a doença, a pessoa já estará imunizada para toda a vida.

    Fonte SES-MG

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  • BOA NOTÍCIA: Pela 1ª vez desde abril, Brasil tem desaceleração no contágio da covid-19

    BOA NOTÍCIA: Pela 1ª vez desde abril, Brasil tem desaceleração no contágio da covid-19

    Pela primeira vez desde abril, o ritmo de transmissão da covid-19 está em desaceleração no Brasil. De acordo com dados do centro de controle de epidemias do Imperial College, a taxa de contágio (Rt) no País foi de 0,98, número que indica quantas pessoas são infectadas, em média, por cada paciente do novo coronavírus. Os dados foram verificados na semana que começou no domingo, 16.

    Isso significa que 100 pessoas contaminadas contagiam outras 98 que, por sua vez, passam a doença para outras 96. Essas contaminam 94 e assim sucessivamente, o que comprova a desaceleração do contágio.

    Em julho, o País apresentou taxas de 1,01, situação definida como “fora de controle”. O Brasil deixou a zona vermelha pela primeira vez depois de 16 semanas consecutivas de taxa de transmissão acima de 1.

    A nova configuração não significa controle estabilizado da transmissão. Nos últimos sete dias, a média móvel de novos óbitos foi de 989 a cada 24 horas pelo novo coronavírus.

    Fonte Extra

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  • Com funcionários em greve, Correios retomam negociações no TST

    Com funcionários em greve, Correios retomam negociações no TST

    Com a manutenção da greve dos trabalhadores por tempo indeterminado, os Correios ajuizaram nesta terça-feira (25) o Dissídio Coletivo de Greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com isso, agora caberá ao tribunal tentar arbitrar a situação entre trabalhadores e empresa.

    Na última sexta-feira, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) formaram maioria para manter liminar que previa apenas um ano de vigência do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Com isso, a negociação recomeça do zero.

    Os Correios querem fazer alteração nos benefícios dos trabalhadores. Os funcionários, por sua vez, alegam que a retirada de direitos adquiridos é abusiva e lutam pela manutenção dos benefícios.

    A representação da empresa foi distribuída para o atual vice-presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. A expectativa agora é que o ministro chame as partes para a conciliação e se não houve acordo o TST julga e decide sobre o dissídio.

    O secretário da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), Emerson Marinho, disse que a categoria segue mobilizada para a paralisação e deve organizar atos de protestos nos próximos dias em algumas capitais.

    Já os Correios aguardam “o retorno dos trabalhadores que aderiram ao movimento paredista o quanto antes, cientes de sua responsabilidade para com a população, já que agora toda a questão terá seu desfecho na justiça”.

    O que pedem os trabalhadores?

    Nossa reportagem recebeu o print abaixo, através de funcionários dos Correios de Três Pontas, com as reinvindicações da categoria:

    Fonte Uol

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  • Meteorologistas alertam para chegada de massa polar com ‘potencial histórico e de neve’ em metade do país

    Meteorologistas alertam para chegada de massa polar com ‘potencial histórico e de neve’ em metade do país

    Uma massa de ar frio tão poderosa a ponto de atravessar o Brasil, afetar outros sete países da América do Sul e ter efeitos até no hemisfério Norte, onde é verão. Esta é a previsão da MetSul, instituto de meteorologia sediado em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, para esta semana. Os especialistas alertam para o “potencial histórico e de neve” da massa polar, que deve atingir Sul, Centro-Oeste, o Sudeste e parte do Norte do Brasil, além de Paraguai, Bolívia, Uruguai, Peru e mesmo Equador, Colômbia e Venezuela.

    “O potencial histórico deste evento de frio, a se confirmar, não será pelas temperaturas mínimas, e sim pela neve, se ela vier forte e em mais locais que o habitual, como indicado por alguns modelos”, explica o instituto.

    O comunicado ressalta que, embora o sul do país esteja acostumado a receber fortes massas de ar frio todo ano, esta é “excepcionalmente forte e abrangente”. O fenômeno deve se estender durante toda a segunda metade de agosto e a neve pode chegar até a lugares onde tradicionalmente não ocorre ou não é vista há décadas.

    “Como é comum na presença de uma área de menor pressão atmosférica, ar seco avança a Oeste e ao Norte do sistema. Por isso, esfriará muito e com mínimas muito baixas com geada no Norte da Argentina, no Paraguai, em pontos do Centro-Oeste do Brasil e em parte do Sudeste, não se afastando geada em Minas Gerais fora das áreas de Serra como a região do Triângulo Mineiro e até no Sul de Goiás”, diz.

    “A queda da temperatura será sentida a partir da quarta-feira no Rio Grande do Sul e, entre quinta e sexta-feira, será percebida nas demais regiões brasileiras. A quinta, a sexta e o começo do sábado serão dias de muito frio no Sul do Brasil. Como a massa de ar será por demais gelada, é comum que chegue com vento moderado a forte que vai trazer sensação térmica com valores muito baixos, negativos em muitas localidades”, informa o instituto.

    A análise considera altíssima a probabilidade de ocorrência de neve no Sul do país, já que todos os modelos numéricos consultados pela MetSul apontam neve entre quinta-feira e sábado. A dúvida dos especialistas é onde e o quanto pode nevar, já que as projeções apontadas pelos sistemas variam bastante conforme a massa se desloca.

    Na tarde desta segunda, um dos sistemas do instituto apontava neve em maior quantidade nas áreas tradicionais do Planalto Sul Catarinense e dos Aparados da Serra do Rio Grande do Sul. O que chamou a atenção é que ele sinalizava o fenômeno em menor quantidade também em áreas do Norte gaúcho, como o Planalto Médio, e em pontos do Oeste e Meio-Oeste Catarinense e do Planalto de Palmas, no Paraná.

    “Diante deste cenário, reiteramos que a probabilidade de neve é altíssima, mas que hoje não se pode fazer responsavelmente projeções precisas de quantidade e localização do fenômeno. O que pode e deve ser informado é que deve nevar e não se descarta que forte em alguns locais e, ainda, que o fenômeno possa alcançar até pontos menos acostumados a ele. Somente nos próximos dias se terá um cenário mais claro”, diz o texto.

    O frio intenso em áreas mais quentes deve ter impactos no setor agrícola, segundo a previsão. Além disso, o instituto não descarta a ocorrência de chuva congelada até em locais até de menor altitude, mesmo ao nível do mar.

    “Isso porque a atmosfera estará extremamente resfriada na segunda metade da semana e este tipo de precipitação pode ocorrer com a temperatura em superfície acima de 5ºC positivos”, conclui.

    Fonte Extra

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  • BOA NOTÍCIA: Brasileiros descobrem que anticorpo de cavalos contra a Covid é até 50 vezes mais potente

    BOA NOTÍCIA: Brasileiros descobrem que anticorpo de cavalos contra a Covid é até 50 vezes mais potente

    As células geradas pela resposta imunológica dos equinos foram processadas para criação de terapia. O sangue do animal foi purificado para isolar os anticorpos, que depois foram usados para a produção de um soro que os pesquisadores pretendem testar em humanos.

    Cientistas brasileiros anunciarão nesta quinta-feira (13) em sessão da Academia Nacional de Medicina uma nova descoberta. Cavalos receberam a proteína Spike do Sars CoV-2, responsável por infecção das células humanas, e desenvolveram um anticorpo neutralizante 20 a 50 vezes mais potente contra a Covid-19.

    Jerson Lima Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), e Adilson Stolet, médico e presidente do Instituto Vital Brazil (IVB), entraram com o pedido de patente da tecnologia.

    “É importante fazer esta etapa de patente. Tudo foi desenvolvido aqui no Brasil e é importante fazer essa proteção intelectual”, disse Silva.

    O pesquisador da UFRJ disse que o próximo passo será a aprovação dos estudos clínicos, os testes em humanos, para averiguar a segurança de um tratamento sorológico contra a Covid-19. Ele disse que está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e explicou que a potência 50 vezes maior do anticorpo dos cavalos é um número conservador.

    O estudo:

    • coronavírus tem uma proteína em forma de coroa, a Spike. É por meio dela que o vírus se liga aos receptores das células humanas para se multiplicar;
    • O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) produziu uma proteína igual à do Sars CoV-2 e participou da pesquisa;
    • Os especialistas do IVB inocularam apenas a proteína nos cavalos – que gera uma resposta imunológica, mas não deixa que o vírus infecte os animais;
    • Foram feitas 6 aplicações nos animais e os pesquisadores acompanharam a produção de anticorpos semanalmente;
    • Foi retirado o sangue dos cavalos e foi purificado até isolar apenas o anticorpo, em um produto pronto para fazer soroterapia em humanos;
    • A pesquisa está em fase de pré-impressão, divulgada em uma plataforma de estudos científicos, mas ainda sem publicação por revistas e revisão dos pares.

    Este tipo de terapia com sorologia é usado há décadas em doenças como a raiva, o tétano e picadas de abelhas e cobras. De acordo com Silva, ainda é preciso responder qual é a melhor fase da infecção do coronavírus para a aplicação dos anticorpos neutralizantes em humanos, mas ele acredita que será em pacientes moderados e hospitalizados.

    O pesquisador também adianta que os testes clínicos poderão ser feitos em parceria com o Instituto D’Or, que hoje lidera as pesquisas da vacina contra o coronavírus da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Rio de Janeiro.

    Plasma x anticorpos isolados

    Nesta terça-feira (11), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou que o tratamento com plasma sanguíneo com anticorpos da Covid-19 não tem benefícios comprovados pela ciência. O tipo de tratamento, no entanto, é diferente (veja abaixo a explicação) do que está sendo pensado pela UFRJ, IVB e Fiocruz.

    O diretor da Opas, Sylvain Aldighieri, explicou que o tratamento com plasma sanguíneo com anticorpos de um determinado vírus é utilizado para algumas doenças, como o Ebola, na África. No caso do coronavírus, contudo, como ainda não há comprovação científica, e a Opas não recomenda.

    “[Tratamento com plasma] Não faz parte do tratamento principal para Covid-19 que estamos recomendando na Opas”, esclareceu Aldighieri, lembrando que ainda não há nenhum medicamento e tratamento comprovado contra o vírus.

    • Plasma: O plasma é a parte líquida do sangue, onde ficam os anticorpos produzidos pelo organismo para combater as doenças. Essa substância, retirada de pacientes recuperados, pode ser aplicada em alguém que tenha Covid, por exemplo. No entanto, cada amostra terá uma quantidade e uma composição diferente de anticorpos, pois depende do organismo do doador, e pode não ter eficiência.
    • Anticorpos neutralizantes: Os cientistas isolam apenas o anticorpo que consegue neutralizar o coronavírus, especificamente. O produto será um frasquinho apenas com o anticorpo contra a doença, enquanto o plasma contém todos os anticorpos, variando em composição.

    Equipe

    Também participaram da pesquisa, além de Silva e Stolet: Leda Castilho e Renata Alvim (Coppe/UFRJ); Luís Eduardo Ribeiro da Cunha e Marcelo Strauch (Instituto Vital Brazil); Amilcar Tanuri, Andrea Cheble Oliveira, Andre Gomes, Victor Pereira e Carlos Dumard (UFRJ); Thiago Moreno Lopes (Fiocruz) e Herbert Guedes (UFRJ/Fiocruz).

    O estudo foi financiado pela Faperj, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

    Fonte G1

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina BCG contra a covid-19 poderá ser alternativa de proteção em 2021

    BOA NOTÍCIA: Vacina BCG contra a covid-19 poderá ser alternativa de proteção em 2021

    Pesquisadores brasileiros estão estudando a possibilidade de usar a vacina BCG, que serve para combater a tuberculose, contra a covid-19 – o que daria proteção contra as duas doenças ao mesmo tempo. Isso seria possível graças a modificações genéticas feitas na bactéria utilizada para fabricar a vacina.

    “Existem outras iniciativas para usar a BCG no combate de outras doenças infecciosas e, com a pandemia, a gente pensou em usar contra a covid-19”, conta Sergio Costa Oliveira, coordenador da pesquisa e professor titular de imunologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

    A vacina ainda está na fase de produção em laboratório. “Estamos colocando os genes do coronavírus na bactéria usada na vacina BCG, para produzir o que se chama de ‘bactéria recombinante’, ou seja, geneticamente modificada”, explica o pesquisador.

    De acordo com ele, a previsão é que os testes do imunizante em animais comecem até o final deste ano. Já os testes em humanos devem ter início no começo de 2021.

    O projeto é feito em parceria com a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), o Instituto Butantan, em São Paulo, e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Doenças Tropicais (INCT-DT). Há ainda o apoio da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Instituto Karolinska, na Suécia.

    Como é feita a vacina

    Oliveira explica que a vacina para tuberculose é fabricada a partir de uma bactéria capaz de infectar bovinos chamada Mycobacterium bovis. A versão usada na vacina é enfraquecida e recebe o nome de bacilo Calmette-Guérin, por isso a sigla BCG.

    As mudanças genéticas feitas nessa versão mais fraca é que possibilitaria a dupla imunização contra a tuberculose e a covid-19. “A estratégia é fazer com que essa bactéria produza proteínas que estão presentes no coronavírus e são capazes de provocar uma resposta imune”, afirma o professor. “Seria um vetor para proteger contra a covid-19”, define.

    Segura e capaz de ativar diferentes respostas imunes

    Dentre as vantagens oferecidas por esta empreitada está o fato de que a BCG já é usada em vários países e, no Brasil, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, por isso a segurança de que ela não causa efeitos colaterais já está comprovada. “A gente espera que, com isso, o processo regulatório seja acelerado”, pontua.

    Outro diferencial é que a vacina será capaz de ativar a imunidade inata – as primeiras armas do organismo, que servem para combater qualquer agente invasor – e a imunidade adaptativa – que vai fornecer uma resposta personalizada para o novo coronavírus.

    “A bactéria BCG estimula o sistema imunológico de maneira inespecífica. Ela é usada, por exemplo, na imunoterapia contra o câncer de próstata”, cita Oliveira.

    “A gente vai dar especificidade ao fazer com que ela produza proteínas [presentes no coronavírus]. Assim, ela vai estimular a fabricação de anticorpos neutralizantes e de linfócitos T [células de defesa que identificam e matam outras células infectadas]”, completa.

    Produção em larga escala e parcerias

    Uma estratégia para produzir o imunizante em larga escala ainda não foi pensada, mas a expectativa é que a parceria com o Instituto Butantan facilite esse processo. “A prioridade, neste momento, é fazer dar certo no laboratório e em animais”, destaca Oliveira,

    Contudo, o objetivo não é substituir as vacinas produzidas em outros países que já estão em fases avançadas de testes em humanos.

    “Cada vacina que está sendo testada tem suas peculiaridades e tecnologias. Pode ser que uma delas estimule uma parte do sistema imune e outra parte seja estimulada com uma vacina diferente. A gente não descarta que elas possam se complementar e ser eficazes”, pondera.

    O projeto tem o apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), mas ainda precisa de mais subsídios financeiros.

    “São poucos recursos. A gente espera que na segunda fase de testes [quando eles avançam para humanos] seja possível atrair a parceria de empresas farmacêuticas”, afirma o coordenador.

    Fonte R7

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  • Saúde prepara Programa Nacional de Vacinação contra covid-19

    Saúde prepara Programa Nacional de Vacinação contra covid-19

    O Ministério da Saúde deu início ao desenvolvimento de um programa nacional de vacinação contra a covid-19 no Brasil. Com os recentes avanços do estudo clínico com a potencial vacina da Universidade de Oxford, que está na fase três de testes em seres humanos — inclusive com ensaios no País —, a pasta já conversa com gestores de estados e municípios na articulação por uma “grande campanha”.

    Eduardo Macario, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças, afirmou, nesta quarta-feira (29), que o SUS (Sistema Único de Saúde) está se preparando, seja do ponto de vista tecnológico quanto do aperfeiçoamento do sistema existente, para viabilizar uma ação conjunta em nível nacional. “Uma campanha que vai dar, sim, essa solução para o enfrentamento à covid-19. Principalmente, protegendo toda a população brasileira”, disse o diretor durante entrevista coletiva, em Brasília.

    Em junho, o governo anunciou um acordo para produzir no Brasil a vacina desenvolvida por Oxford em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca. O potencial imunizante, que está na terceira fase de testes clínicos, é considerado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) o “mais avançado” até o momento.

    “Nós estamos atentos as vacinas que estão em desenvolvimento no mundo. E pelo óbvio, parece que a vacina de Oxford, a chamada vacina de Oxford, se mostra uma das vacinas mais promissoras. Esse ministério, de maneira célere, entrou numa encomenda tecnológica para comprarmos o quantitativo extremamente importante de vacina”, disse Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde.

    O acordo tem duas etapas. Começa com uma encomenda em que o Brasil assume também os riscos da pesquisa. Ou seja, será paga pela tecnologia mesmo não tendo os resultados dos ensaios clínicos finais. Em uma segunda fase, caso a vacina se mostre eficaz e segura, será ampliada a compra.

    Nessa fase inicial, de risco assumido, serão 30,4 milhões de doses da vacina, no valor total de U$ 127 milhões, incluídos os custos de transferência da tecnologia e do processo produtivo da Fiocruz, estimados em U$ 30 milhões. Os dois lotes a serem disponibilizados à Fiocruz, de 15,2 milhões de doses cada, deverão ser entregues em dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

    Questionado sobre a capacidade de distribuição da rede pública, o secretário de Vigilância em Saúde ressaltou que o SUS, até mesmo por conta do histórico de campanhas de imunização, está preparado para aplicar uma possível vacina até mesmo nos “lugares mais remotos” do Brasil.

    “Nós estamos falando de Brasil, de SUS, que nós temos capacidade e capilaridade já estabelecidas pelos inúmeros programas de vacinação que esse país já desenvolveu, apresentou e realizou. Hoje mesmo tivemos reuniões de planejamento em nossa secretaria para que, chegando a vacina, a gente possa distribuir aos lugares mais remotos dentro da estratégia de vacinação que está sendo montada no nosso país”, completou Medeiros.

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  • BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    No mesmo dia em que os testes da vacina chinesa Coronavac iniciaram no estado de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mais um ensaio clínico para verificar a eficácia de duas vacinas contra o novo coronavírus. Com isso, quatro diferentes testes de potenciais imunizações contam com voluntários brasileiros na corrida para encontrar métodos eficazes de combate à pandemia.

    As duas novas vacinas (BNT162b1 e BNT162b2) serão testadas dentro de um mesmo estudo e elas estão sendo desenvolvidas pelas empresas BioNTech e Pfizer. Ambas são baseadas no RNA da covid-19 que, ao ser introduzido pela dose, provoca a formação proteína do vírus para que, assim, o corpo produza a resposta imunológica.

    O ensaio clínico que testará as duas vacinas no Brasil terá duas fases, a dois e a três. Na segunda, a vacina é administrada em pessoas que são a população-alvo. “Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade, posologia e modo de administração”, explica a Anvisa.

    Já na terceira fase, a vacina é administrada em uma quantidade maior de indivíduos, para que os especialistas possam avaliar se a imunização é capaz de proteger a população com a menor reação adversa possível.

    De acordo com a agência, dados das etapas anteriores, como testes em animais e estudos in vitro, foram analisados para verificar a segurança da vacina. “Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas”, disse a Anvisa em nota.

    No Brasil, serão selecionados mil voluntários em São Paulo e na Bahia para a fase 3 de testes. O ensaio, assim como o de Oxford e o da chinesa CoronaVac, será feito por estudo randomizado. Em metade do grupo será aplicada a potencial imunização e na outra, uma injeção placebo.

    Com mais este estudo, três ensaios clínicos de diferentes vacinas serão realizados no Brasil. O primeiro estudo aprovado foi o estudo da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Além dele, a vacina CoronaVac, produzida pela empresa farmacêutica chinesa Sinovac, também já começou a ser testada no Brasil. Nesta terça-feira (21/7), os primeiros voluntários já receberam a dose do imunizante dando início ao estudo que será conduzido pelo Instituto Butantan.

    Fonte Correio Braziliense

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