Categoria: Brasil

  • Caixa anuncia novo pacote de medidas de crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas

    Caixa anuncia novo pacote de medidas de crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas

    A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira (02), mais um pacote de medidas para o crédito imobiliário, diante dos efeitos econômicos causados pela pandemia de coronavírus. Há novidades para pessoas físicas e para construtoras.

    Entre as medidas, o banco anunciou a criação de uma linha de crédito para o pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e dos custos com cartórios para pessoas físicas. E a partir do dia 13 de julho, a Caixa passa a permitir o registro eletrônico dos financiamentos de imóveis.

    Para as construtoras, o pacote facilita o acesso ao financiamento, ao flexibilizar as exigências para concessão do crédito. “São medidas objetivas para atender as demandas do segmento imobiliário, que analisamos e vimos que temos capacidade para atender matematicamente”, diz o presidente do banco, Pedro Guimarães.

    Guimarães ressaltou que, até maio, o banco tinha 5,5 milhões de contratos habitacionais, que totalizavam R$ 500 bilhões, somando as linhas contratadas pelo Minha Casa Minha Vida e aquelas feitas no âmbito do SPBE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que usam recursos da poupança.

    Tanto o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que tem taxas reguladas e é voltado a imóveis de menor valor, quanto o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) – que engloba imóveis acima de R$ 950 mil no RJ, em SP, MG e no DF ou acima de R$ 800 mil no resto do país -, utilizam os recursos do SBPE em suas linhas de crédito.

    Guimarães disse que houve um aumento de 22% nas contratações de crédito entre janeiro e junho de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. “Em 2020 estamos fechando uma média de 2 mil contratos habitacionais por dia e com 873 mil pessoas com a casa própria. Só em junho, foram R$ 11,1 bilhões em contratos”, disse.

    Jair Luiz Mahl, vice-presidente de Habitação da Caixa, afirmou que o resultado do mês de junho foi histórico. “No mês, 55 mil famílias assinaram contratos, o que mostra a pujança e a solidez do enfrentamento do setor nesse momento duro. Hoje a Caixa conta com 69,1% de market share da carteira imobiliário do mercado”, diz.

    Confira o pacote de novas medidas anunciadas:

    Pessoas físicas

    Desde de abril, quando o banco anunciou, entre outras medidas, seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos, 26 mil novos contratos habitacionais foram fechados. “É um alívio no orçamento das famílias essa pausa no pagamento da primeira prestação”, disse Mahl.

    O banco anunciou que os clientes que pretendem comprar o imóvel com a Caixa poderão incluir os custos cartorários, que são as despesas da aquisição do imóvel ou encargos decorrentes dele, e as despesas de ITBI, tributo obrigatório que deve ser pago na compra de um imóvel, no contrato de financiamento imobiliário.

    Essa opção vale para todas as operações residenciais feitas com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e, também nas feitas com recursos SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), para imóveis de até R$ 1,5 milhão.

    “O limite das custas financiáveis é de 5% sobre o valor financiado para operações contratadas com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS. O valor total do contrato  (que inclui a compra do imóvel mais o financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra”, informou o banco em nota.

    Essas despesas representam em torno de 2% a 5% do valor do imóvel, dependendo da região do país, e são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional.

    Essa modalidade vinha sendo testada desde abril. “Foram aprovados 3 mil contratos na fase piloto e todos bem-sucedidos. A partir de agora, todas as famílias poderão optar por essa linha, que traz mais facilidade, alivia o orçamento e evita que o comprador busque outro empréstimo com taxa mais altas e prazo menor para arcar com os custos do processo”, diz Mahl.

    A medida deve injetar R$ 2,4 bilhões na economia, segundo Guimarães. “Queremos dar o auxílio financeiro completo na aquisição da casa. Por isso, faz sentido incluir essa modalidade no financiamento”, diz.

    Registro eletrônico de escrituras

    Outra novidade é que a partir da próxima segunda-feira (13) será possível fazer o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física e jurídica.

    “O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada”, segundo o banco.

    Mahl comenta que a medida vai acelerar o registro das operações, que antes levava cerca de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em cinco dias. Além de dispensar a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório, o registro eletrônico evita que as construtoras e clientes façam deslocamentos.

    Por enquanto, a plataforma está disponível para 1.356 cartórios em 14 estados. É possível que os cartórios não cadastrados façam o registro no site da Caixa. “Serão anunciados em breve quais estados ainda não têm acesso e eles serão adicionados aos poucos para garantir fluidez e rapidez aos processos”, disse Mahl.

    Pessoa jurídica

    Hoje, a Caixa financia 5.603 empreendimentos e 740 mil unidades residenciais em fase de construção, segundo Guimarães. A expectativa, com as novas medidas, é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representaria 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos.

    “Quando lançamos o outro pacote de medidas, em abril, a expectativa era termos até 5% das obras paralisadas. Agora temos menos de 1%”, disse Guimarães.

    O vice-presidente de Habitação da Caixa explica que as medidas para pessoas jurídicas diminuem as exigências feitas para contratação do crédito na fase inicial do projeto

    Na prática, a empresa não precisa mais ter 15% da obra pronta para conseguir o financiamento, ela pode contrair o crédito mesmo sem ter iniciado a construção. E antes, para conseguir o financiamento, era necessário ter vendido 30% dos imóveis do projeto. “Vamos diminuir o percentual para 15%. Ou seja, precisa ter no mínimo 15% de vendas para conseguir o crédito”, disse Mahl.

    Segundo ele, o objetivo das medidas é trazer mais liquidez para o mercado imobiliário e fomentar lançamentos de novos empreendimentos, que vão ajudar na retomada do setor. “Mesmo em meio à crise, em junho, voltamos a fazer cerca de 300 mil simulações dia, o que demonstra que a demanda está muito aquecida, e que as empresas podem fazer os lançamentos”, diz.

    Serviço

    A Caixa disponibilizou os principais canais em que os clientes podem tirar dúvidas:

    Aplicativo Habitação CAIXA: disponível para os sistemas operacionais Android e iOS (pode ser baixado gratuitamente na Google Play ou App Store);

    Telefones: 3004-1105 e 0800 726 0505 (disponíveis de segunda a sexta-feira das 8h às 20h);

    SAC: 0800 726 8068 (disponível de segunda a sexta em qualquer horário e aos sábados de 10h às 16h).

    Fonte InfoMoney

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  • Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil. Imunizador está atualmente na fase três de testes

    A vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

    O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

    “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

    Segundo ela, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

    A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

    Vantagens da vacina de Oxford

    Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

    Fonte R7

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  • Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados na quarta-feira (8), o Brasil acumula 1.713.160 de casos confirmados e 67.964 mortes pelo novo coronavírus. O país atingiu hoje a marca de um milhão de casos recuperados de covid-19.

    Nas últimas 24 horas, foram adicionadas 1.223 mortes aos registros oficiais. Há ainda 4.105 óbitos em investigação. O painel do órgão também trouxe 44.571 novos casos diagnosticados de terça-feira (7) para ontem. Estão em acompanhamento no país 624.695 pacientes infectados pelo novo coronavírus.

    No balanço de terça-feira, o país contabilizava 66.741 mortes e 1.668.589 casos acumulados de covid-19, desde o início dos registros.

    Em entrevista coletiva realizada hoje em Brasília, a equipe do Ministério da Saúde apresentou a evolução da pandemia no país, destacando uma estabilidade na curva do número de mortes e um aumento na curva dos casos confirmados.

    Estados

    Os estados com mais mortes são São Paulo (16.788), Rio de Janeiro (10.970), Ceará (6.665), Pernambuco (5.323) e Pará (5.169). As unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (134), Tocantins (233), Roraima (386), Acre (404) e Santa Catarina (432).

    Fonte: Agência Brasil

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  • Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, afirmou ao Jornal da CBN que a vacina contra o coronavírus desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac pode estar pronta para uso já no fim deste ano. Segundo ele, estudos apontaram que a proteção do medicamento ficou acima dos 90%. O especialista destacou que 60 milhões de doses estarão disponíveis em setembro, mas a distribuição só vai acontecer após a confirmação da eficiência.

    “Esse estudo clínico deve acontecer muito rapidamente. Esperamos concluir [a análise dos resultados de] 9 mil voluntários, no máximo, até outubro. […] Quando você compara o grupo vacinado com o grupo controle, os resultados estatísticos podem aparecer muito rapidamente. Se esses resultados aparecerem ainda esse ano, nós podemos registrar a vacina em regime de urgência, e a partir daí, nós já teremos a vacina. No nosso acordo com a Sinovac, nós temos acesso a 60 milhões de doses a partir de setembro.”

    Dimas Tadeu Covas também falou que apenas os profissionais da saúde poderão ser voluntários. Ele explicou que o objetivo é facilitar o experimento, já que a categoria está mais exposta ao coronavírus:

    “Então, são profissionais da saúde com idade acima de 18 anos em sete centros do estado de São Paulo e cinco centros fora, em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília. Esses centros farão o recrutamento. Quer dizer, cada um desses centros faz o seu recrutamento e acompanha os voluntários. Os voluntários são acompanhados com muita frequência, com todo o procedimento, que é controlado por uma agência internacional no sentido de garantir que o estudo está sendo bem feito dentro dos padrões éticos mundiais.”

    O diretor do Instituto Butantan ainda disse que a pandemia está em franca ascensão no Brasil, principalmente no interior. Segundo ele, as medidas de restrição e flexibilização das atividades devem se estender até o fim deste ano em algumas regiões do país:

    “Acho que vamos ter um bom período pela frente, com essas questões de quarentena, de ter que aumentar a quarentena. Nos lugares que estiverem um pouco melhor, você pode afrouxar um pouco, para não sufocar a atividade econômica. Mas nós vamos ter que aprender a conviver com a situação, que deve perdurar até outubro, novembro ou até dezembro em algumas regiões.”

    A terceira fase de testes da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan começa no dia 20. Já o recrutamento dos voluntários que querem participar dos testes vai ter início na segunda-feira.

    Fonte: CBN

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  • Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    País tem pesquisadores de primeiro mundo!

    Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que a cura da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) está próxima. Trata-se do primeiro estudo, em escala global, a testar um supertratamento em indivíduos cronicamente infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).

    Quem coordena a pesquisa é o infectologista Ricardo Sobhie Diaz. Juntamente com a sua equipe, Diaz vem trabalhando em duas frentes para a cura da doença. Uma delas utiliza medicamentos e substâncias que matam o vírus no momento da replicação e eliminam as células em que o HIV fica adormecido (latência); a outra desenvolve uma vacina que leva o sistema imunológico a reagir e eliminar as células infectadas nas quais o fármaco não é capaz de chegar.

    A pesquisa foi realizada com 30 voluntários com carga viral indetectável, sob tratamento padrão, conforme o que é atualmente preconizado: a combinação de três tipos de antirretrovirais, mais conhecida como “coquetel”. Os voluntários foram divididos em seis subgrupos, recebendo – cada um deles diferentes combinações de remédios, além do próprio “coquetel”.

    Para os integrantes do subgrupo que apresentou os melhores resultados até o momento, foram administrados mais dois antirretrovirais: o dolutegravir, a droga mais forte atualmente disponível no mercado; e o maraviroc, substância que força o vírus, antes escondido, a aparecer.

    Eles também receberam duas substâncias que potencializam o efeito dos medicamentos: a nicotinamida – uma das duas formas da vitamina B3, que mostrou ser capaz de impedir que o HIV se escondesse nas células; e a auranofina – um antirreumático, que deixou de ser utilizado há muitos anos para tratar a artrite e outras doenças reumatológicas. A auranofina revelou potencial para encontrar a célula infectada e levá-la ao suicídio.

    O infectologista explica que os testes in vitro, in vivo (em animais) e, agora, em humanos confirmam que a nicotinamida é mais eficiente contra a latência quando comparada ao potencial de dois medicamentos administrados para esse fim e testados conjuntamente.

    Vacina 

    Apesar da descoberta dessas substâncias (a nicotinamida e a auranofina) para a redução expressiva da carga viral, os pesquisadores concluíram que seria necessário algo estratégico que ajudasse a imunidade do paciente contra o vírus. Dessa forma,  eles desenvolveram uma vacina de células dendríticas, que conseguiu ensinar o organismo do paciente a encontrar as células infectadas e destruir uma a uma, eliminando completamente o vírus HIV. A vacina de células é fabricada a partir de monócitos (células de defesa) e peptídeos (biomoléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos) do vírus do próprio paciente.

    Uma vez apresentados, esses linfócitos, que participam do controle de infecções, aprendem a encontrar e matar o HIV presente em regiões do corpo – chamadas pelos especialistas de “santuários” – aonde os antirretrovirais não chegam ou, quando chegam, atuam de forma muito modesta, como cérebro, intestinos, ovários e testículos.

    Os seis pacientes que fizeram parte do subgrupo que recebeu o supertratamento ainda aguardam os resultados finais da terceira dose da vacina. Após análises de sangue e das biópsias do intestino reto deste grupo vacinado  que os pesquisadores partirão para o desafio final: suspender todos os medicamentos de um deles e acompanhar como seu organismo irá reagir ao longo dos meses ou, até mesmo, dos anos”, conclui. “Caso o tempo nos mostre que o vírus não voltou, aí sim, poderemos falar em cura”, afirma Ricardo Sobhie Diaz, segundo à Agência Unifesp.

    Fonte: Exame

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  • BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    De acordo com análise do Imperial College de Londres, a taxa atual é menos do que a metade registrada há três semanas

    O Brasil tem registrado uma sucessiva diminuição na taxa de contágio (Rt) da covid-19 nas últimas semanas. Em nova análise do Imperial College de Londres, pesquisadores inferiram que, atualmente, cada grupo de 100 pessoas infectadas com o vírus transmite a doença para outras 105. O índice, no entanto, ainda é considerado alto e faz com que a epidemia se espalhe em velocidade progressiva no país.

    Em pouco mais de um mês, a Rt brasileira caiu de 2,8 (ou seja, um doente passando o vírus para quase três pessoas) para 1,05. Taxas acima de 1 indicam que a transmissão ainda está fora de controle. Por isso, o Brasil está há oito semanas no rol de países cuja epidemia não consegue ser barrada com eficácia.

    No grupo de 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo Imperial College, o Brasil, que já ocupou a posição de maior taxa de transmissão no fim de abril, agora está na 27ª posição. Na América Latina, epicentro da doença no mundo, a Bolívia e o Peru estão com Rt de 1,36. Na frente do Brasil também se encontram a Argentina (1,29), Chile (1,12) e Colômbia (1,1).

    A diminuição da taxa deve impactar no número total de óbitos ao final desta semana epidemiológica, já que os estudos não indicam que o acumulado deve continuar subindo. Até dia 20 de junho, o grupo estima que serão contabilizadas mais 7.090 mortes. O recorde foi de 7.096 na semana epidemiológica 23.

    Nem por isso a situação é confortável para o Brasil que, atualmente, é o país com maior número de casos e fatalidades registrados diariamente. Desta forma, a previsão é também a maior entre os 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo grupo. A segunda estimativa mais alta é quase a metade da brasileira. São esperados 3,6 mil mortos no México.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Mancha de poeira ‘Godzilla’ se aproxima das Américas e pode atingir o Brasil

    Mancha de poeira ‘Godzilla’ se aproxima das Américas e pode atingir o Brasil

    O ano de 2020 parece não estar para brincadeira. Além de pandemia, vespas assassinas e nuvem de gafanhotos, mais uma manifestação da natureza surge como alerta: uma gigantesca mancha de poeira que anda em direção ao continente americano.

    Especialistas chamam de “nuvem de poeira Godzilla”. Esse é um fenômeno comum, mas parece estar mais intenso dessa vez. Trata-se de uma massa de ar seco carregada de partículas de areia, que se forma no deserto do Saara quando é final da primavera no Hemisfério Norte (final do outono no Brasil) e em outras épocas do ano.

    É um fenômeno de curta duração, mas a presença de ventos suaves podem fazer com que a nuvem cruze o Atlântico.

    Saúde humana

    O ar seco dessa grande nuvem pode afetar a pele e os pulmões, pois tem cerca de 50% menos umidade do que a atmosfera tropical típica. Pessoas que sofrem de problemas respiratórios podem ter também alergias e irritações nos olhos, o que se torna mais grave com a pandemia do covid-19.

    Fonte IBanhia

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  • Nuvem de gafanhotos: governo brasileiro declara emergência fitossanitária

    Nuvem de gafanhotos: governo brasileiro declara emergência fitossanitária

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina devido ao risco de surto da praga Schistocerca cancellata nas áreas produtoras dos dois estados. A portaria com a medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (25).

    O estado de emergência tem por objetivo permitir a implementação de plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais. De acordo com o ministério, a emergência fitossanitária é por um prazo de 1 ano.

    A nuvem de gafanhotos está a cerca de 250 quilômetros da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina. A preocupação das autoridades do setor agropecuário e de produtores rurais é o dano que os insetos possam causar às lavouras e pastagens, se houver infestação.

    A dieta do inseto varia, conforme a espécie, entre folhas, cereais, capins e outras gramíneas. Segundo informações repassadas à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, a nuvem é originária do Paraguai, das províncias de Formosa e Chaco, onde há culturas de cana-de-açúcar, mandioca e milho.

    Em nota, o minstério informou que está acompanhando o fenômeno em tempo real e que “emitiu alerta para as superintendências federais de Agricultura e aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região.

    De acordo com a pasta, especialistas argentinos estimam que os insetos sigam em direção ao Uruguai. A ocorrência e o deslocamento da nuvem de gafanhotos são influenciados pela temperatura e circulação dos ventos.

    O fenômeno é mais comum com temperatura elevada. Segundo o setor de Meteorologia da secretaria gaúcha, há expectativa de aproximação de uma frente fria pelo sul do estado, que deve intensificar os ventos de norte e noroeste, “potencializando o deslocamento do massivo para a Fronteira Oeste, Missões e Médio e Alto Vale do Rio Uruguai”.

    A nota diz ainda que o gafanhoto está presente no Brasil desde o século 19 e que causou grandes perdas às lavouras de arroz na Região Sul no período de 1930 a 1940. “No entanto, desde então, tem permanecido na sua fase ‘isolada’, que não causa danos às lavouras.”

    O ministério informa que especialistas estão avaliando “os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva” e que o fenômeno pode estar relacionado a uma conjunção de fatores climáticos.

    A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul orienta os produtores rurais gaúchos a informar a Inspetoria de Defesa Agropecuária da sua localidade se identificar a presença de tais insetos em grande quantidade.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.

    Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

    “No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

    Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

    Registro da vacina deve sair este ano

    No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

    A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

    O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

    Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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  • Governador do Rio pode sofrer impeachment e ser preso

    Governador do Rio pode sofrer impeachment e ser preso

    Acusações são de fraudes em respiradores e hospitais de campanha que deveriam combater o coronavírus.

    O Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel pode se tornar o primeiro político do primeiro escalão da atualidade a perder o mandado e até ser preso.

    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) já tem os nomes dos deputados estaduais que irão analisar a denúncia que pede o impeachment do governador Wilson Witzel (PSC).

    O processo de impeachment contra Witzel foi aceito pela Alerj na quarta-feira (10). A decisão não o afasta do cargo, mas permite que a Casa analise o pedido, que pode ser levado ao plenário.

    O pedido de impeachment aceito foi o dos deputados Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB, que acusam Witzel de crime de responsabilidade. Outros 13 foram arquivados. Wilson Witzel é acusado de compra de respiradores no combate ao coronavírus com suspeita de superfaturamento; construção dos hospitais de campanha, cuja licitação é investigada; suposto vínculo de Witzel com o empresário Mário Peixoto; parecer do TCE pela rejeição das contas de 2019 do governo Witzel.

    O Governador disse que vem sendo alvo do que chama de “ditadura fascista” do governo do Presidente Jair Bolsonaro e que provará sua inocência.

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  • Polícia prende Fabrício Queiroz no interior de São Paulo

    Polícia prende Fabrício Queiroz no interior de São Paulo

    Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro foi encontrado em um imóvel em Atibaia, ligado ao advogado do parlamentar, Frederick Wassef

    Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, foi preso nesta quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo, em um imóvel ligado ao advogado do senador, Frederick Wassef.

    A ação foi realizada pela Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo e do Rio de Janeiro. Queiroz foi levado para a sede da Polícia Civil de São Paulo, no bairro da Luz. Antes, passou por exame de corpo de delito no IML Central de São Paulo.

    Os mandados foram expedidos pela Justiça do Rio de Janeiro em investigação que apura esquema de “rachadinha” no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. 

    Rachadinha é o nome dado a uma manobra em que o funcionário devolve parte do salário ao parlamentar. Segundo o MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), servidores da Alerj devolveriam parte dos vencimentos a Flávio na época em que ele era deputado estadual do Rio de Janeiro.

    A Operação Anjo, deflagrada no início da manhã, cumpre ainda outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça relacionadas ao inquérito. As medidas incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, o comparecimento mensal em Juízo e a proibição de contato com testemunhas.

    De acordo com o MPRJ, outros investigados são o servidor da Alerj Matheus Azeredo Coutinho; os ex-funcionários da casa legislativa Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins; e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

    A Promotoria identificou que Queiroz recebeu R$ 2 milhões por meio de 483 depósitos de dinheiro em espécie feitos por 13 assessores ligados ao gabinete do filho do presidente da República.

    A investigação começou depois do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificar movimentações bancárias atípicas no nome de Queiroz.

    O Conselho identificou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de Queiroz, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O documento também cita um repasse de R$ 24 mil para a futura primeira-dama Michelle Bolsonaro — o presidente Jair Bolsonaro disse, na época, que se tratava do pagamento de uma dívida antiga do policial militar com ele.

    Fonte R7

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  • Serasa promove ação para consumidor limpar nome e quitar pequenas dívidas

    Serasa promove ação para consumidor limpar nome e quitar pequenas dívidas

    Ação vale para quem possui dívidas pertencentes à securitizadora Ativos, parceira da Serasa

    A Serasa está fazendo uma ação para ajudar os consumidores com pequenas dívidas a limparem seus nomes. Quem tem dívidas entre R$ 200 e R$ 1.000 poderá quitá-las integralmente pelo valor de R$ 100. A ação vale para dívidas que pertencem à securitizadora Ativos, que é parceira da Serasa. Segundo a empresa, a iniciativa pode beneficiar mais de 1,5 milhão de consumidores.

    Securitizadoras de crédito, como é o caso da Ativos, são empresas que compram dívidas originadas por outras instituições e passam a ser as novas donas desse crédito a receber. Do ponto de vista do consumidor, ele deixa de dever dinheiro para uma empresa, loja ou banco, por exemplo, e passa a dever para a securitizadora.

    “O objetivo é ajudar ainda mais as pessoas endividadas, que estão sofrendo com desemprego ou redução de renda, o que dificulta conseguir crédito; mais uma oportunidade de retomar suas atividades e ter de volta serviços essenciais”, explicou Lucas Lopes, diretor do Serasa Limpa Nome.

    Para ter acesso a essa opção de negociação de dívidas, o consumidor precisa acessar o site do Serasa Limpa Nome, ou negociar pelo aplicativo do Serasa, disponível para Android e iOS ou pelo WhatsApp, no número (11) 98870-7025.

    Fonte Correio Braziliense

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