Categoria: Brasil

  • “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    10 milhões de brasileiros já perderam seus empregos formais devido à crise provocada pelo coronavírus.

    O Ministro Paulo Guedes, chefe da pasta econômica do Governo Bolsonaro, ouviu de grandes empresários e do setor industrial, na manhã desta quinta-feira (07) que se não houver agora uma abertura responsável, porem urgente, do comércio e da indústria, a economia pode parar.

    Já são, segundo levantamentos, 10 milhões de empregos formais a menos no país. O pior cenário dos últimos 25 anos e a tendência, caso nada seja feito na defesa da economia, é só piorar.

    O número de desempregados informais ou de pessoas que tiveram seus rendimentos severamente diminuídos já passa dos 38 milhões de pessoas.

    O presidente Bolsonaro disse após a reunião, que contou com a presença do Presidente do STF, Ministro Dias Toffoli, que teme que o Brasil tenha sua economia encolhida a ponto de virar uma Argentina ou até uma Venezuela.

    “A indústria está na UTI. Depois da UTI vem o cemitério. Não há mais espaço para postergar! Ou fazemos algo urgente agora, ou todos vamos sentir mais ainda essa crise, muito mais do que agora. Todos precisam ajudar, ter consciência, inclusive os funcionários públicos, cujo aumento neste atual momento é totalmente inviável. Vou vetar esse aumento para o bem da economia, dos empregos, para o bem de todos nós, inclusive dos servidores públicos”, disse o presidente da República.

    O Governo acreditava, num cenário mais pessimista, que o número de empregos formais perdidos devido à crise do coronavírus seria de, no máximo, 3 milhões. Visivelmente assustado e preocupado, Jair Bolsonaro lamentou os números três vezes maiores.

    Especialistas em economia, avaliando o cenário hoje, falam em até 20 milhões de pessoas perdendo seus empregos formais nos próximos dois meses.

    Também foi dito no encontro, pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, que um quadro que era inimaginável pode começar a assombrar o país: o desabastecimento. “Se o quadro se agravar mais ainda, se não voltarmos a produzir e a trabalhar, com responsabilidade e todos os critérios de proteção contra o coronavírus, começará a faltar mantimentos, haverá desabastecimento e uma grande desorganização social”, emendou.

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  • ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    26 anos depois, Conexão traz detalhes daquela tragédia que enlutou todo país em 1º de Maio de 1994. As principais causas da morte do piloto brasileiro – e as consequências que mudaram a Fórmula 1 para sempre

    Uma batida violenta, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, em 1994, tirou a vida do tricampeão mundial de F-1. Era a terceira etapa de uma temporada que não ia nada bem para Senna. Ele ainda não havia conquistado pontos no campeonato e via um novato, Michael Schumacher, disparar com duas vitórias (o alemão viria a conquistar seu primeiro título naquela temporada).

    Ayrton passou os dois anos anteriores comendo poeira dos carros da Williams e, justo quando se transferiu para a equipe com o melhor veículo, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) proibiu as tecnologias que davam vantagem à escuderia azul e branca.

    O fim de semana do GP, disputado no circuito de Ímola, já estava carregado por causa de um acidente grave de Rubens Barrichello, nos treinos de sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. No domingo, 1º de maio, foi a vez de Senna.

    SANGUE NO ASFALTO

    A pista de Ímola tinha muitas ondulações. Os carros de F-1 precisam “grudar” no asfalto e, numa superfície irregular, ficam instáveis e sujeitos a derrapar. Para complicar a situação, os veículos da Williams estavam difíceis de guiar, já que a equipe ainda estava se adaptando à proibição do uso do sistema de suspensão eletrônica.

    CURVA DA MORTE

    A Tamburello já havia sido palco de acidentes. Em 1987, Nelson Piquet bateu no mesmo ponto a 280 km/h por causa de um pneu furado. Dois anos depois, Gerhard Berger, amigo de Senna, bateu e incendiou sua Ferrari no muro da curva. Após o acidente de Senna, a curva virou uma inofensiva chicane – sequência de curvas de baixa velocidade.

    RODA MURCHA

    Uma teoria culpa os pneus. Na primeira volta da corrida, os pilotos tiveram de dirigir devagar por causa de um acidente. Com isso, os pneus esfriaram e perderam 25% da pressão. O carro ficou 5 mm mais baixo, o que pode ter desestabilizado a aerodinâmica. Isso teria causado a perda de aderência da Williams com a pista.

    FORA DE CONTROLE

    A explicação mais famosa é a de que a coluna de direção, que liga o volante às rodas da frente, quebrou. Senna pediu aos engenheiros que aumentassem o tamanho da peça em 1,8 cm para que o volante ficasse mais próximo dele. Segundo a Justiça italiana, a solda de um pedaço extra de metal teria sido mal feita e causado a quebra da coluna.

    A última vez em que Senna testou seu carro, o mesmo do acidente fatal.

    (SEM) FIO DA MEADA

    Os sistemas eletrônicos do carro enviam dados de performance a computadores da equipe. É a chamada telemetria. No caso de Senna, os dados revelam que havia força sendo aplicada na coluna de direção, o que provaria que ela não quebrou antes do impacto. Também dá para saber que o piloto acionou freios e soltou o acelerador.

    IMPACTO PROFUNDO

    O carro não estava tão rápido (216 km/h) e a batida não foi frontal – pilotos já escaparam com vida de acidentes mais violentos. A falta de sorte foi que, na batida, a roda direita ficou prensada entre o muro e o carro. Isso causou a quebra do braço da suspensão, que entrou pela viseira do capacete, perfurou o crânio e atingiu o cérebro. Além do crânio perfurado, não havia outra lesão no corpo de Senna: nenhum osso quebrado ou hematomas.

    À ESPERA DE UM MILAGRE

    Os bombeiros chegaram 20 segundos após o acidente, mas não tinham o que fazer, já que não houve incêndio. A ambulância levou dois minutos para chegar ao local do acidente – tempo demorado na opinião de especialistas em segurança de corridas. Já fora do carro, Senna teve o pescoço cortado para poder respirar (traqueostomia). Após mais 15 minutos, um helicóptero levou o piloto ao hospital Maggiore, em Bolonha. Ele morreu 40 minutos após ser internado.

    Brasil parou durante o velório do herói nacional Ayrton Senna.

    Resultados da tragédia

    Acidente tornou a F-1 mais segura

    A Justiça italiana investigou o caso até 1997. Membros da equipe Williams, incluindo o dono, Frank Williams, foram julgados e absolvidos. O jornalista Flavio Gomes, especializado em automobilismo, explica: “Não há culpados no sentido de alguém ter sido negligente ou descuidado”. Pelo menos, houve uma boa consequência: a segurança aumentou. Hoje, as rodas são “amarradas” ao carro para não voarem, há reforços nas laterais e uma comissão de segurança da F-1.

    O foto mais emblemática do fim de uma lenda. Minutos antes de entrar em seu carro, naquele fatídico dia, Senna olha para sua Williams visivelmente triste, parece estar prevendo o que lhe aconteceria naquela manhã de domingo. Com as mãos sobre o aerofólio, Ayrton parece se despedir das pistas, da vida…

    Fontes:  Flavio Gomes, jornalista da FOX Sports e do site Warm Up / Livro The Death of Ayrton Senna, de Richard Williams / documentário Seismic Seconds: The Death of Ayrton Senna, da National Geographic / The Guardian / Super Interessante / Terra Brasil / Abril.com / The Independent / BBC / VEJA / FastCompany

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  • Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    A taxa de desemprego no país subiu para 12,2% no primeiro trimestre, na comparação com o último trimestre de 2019, atingindo 13 milhões de pessoas. Segundo analista do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ainda não é possível medir o impacto do coronavírus sobre esse resultado, já que os dados são dos meses de janeiro a março.

    A alta do desemprego foi de 1,3 ponto percentual (p.p) sobre o trimestre anterior (10,9%), o que representa 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por um emprego.

    Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada hoje pelo IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.). “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 p.p.”, disse a analista da pesquisa Adriana Beringuy.

    Pesquisa ainda não mediu impacto do coronavírus Ainda não foi possível mensurar se as medidas de isolamento social, provocadas pela pandemia do novo coronavírus, refletiram na taxa de desemprego do trimestre fechado em março, afirmou Beringuy.

    Segundo a analista, grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. A maioria dos estados decretou o isolamento a partir da segunda quinzena de março. “Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, comentou. Por causa do isolamento social, os dados da Pnad Contínua estão sendo coletados pelo IBGE somente por telefone, e não mais presencialmente.

    Informalidade tem leve queda A taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, representando 36,8 milhões de trabalhadores. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,8%.

    Rendimento médio é R$ 2.398 O rendimento médio real dos brasileiros ficou em R$ 2.398. O valor permaneceu estável em comparação com o trimestre móvel anterior e com o primeiro trimestre do ano passado. Subutilizados são 27,6 milhões A taxa de subutilização ficou em 24,4%, o que representa 27,6 milhões de brasileiros.

    A taxa cresceu em relação ao trimestre anterior (23%) mas caiu se comparada ao primeiro trimestre de 2019 (25%).

    A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa), pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia, pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa.

    Metodologia da pesquisa

    A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

    Fonte IBGE/ Uol

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  • Moro pede Demissão do Ministério da Justiça

    Moro pede Demissão do Ministério da Justiça

    O agora Ex-Ministro disparou contra o Governo Bolsonaro temendo interferência política na Polícia Federal.

    Após sucessivos embates com o presidente Jair Bolsonaro, o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro decidiu pedir demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O estopim foi a exoneração do delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). O anúncio foi feito às 11h.

    Generais palacianos conversam com Moro e tentam convencê-lo a voltar atrás em sua decisão. No entanto, o ministro já teria escrito sua carta de demissão.

    Moro foi surpreendido com a publicação da demissão de Valeixo no Diário Oficial da União (DOU). Interlocutores do ministro dizem que o agora ex-ministro não deu aval para essa decisão e que a exoneração não foi “a pedido”, como consta no texto.

    Na quinta-feira, Bolsonaro avisou a Moro que pretendia trocar o comando da PF. O ex-ministro, então, fez um ultimato e disse que deixaria o cargo se isso acontecesse.

    Durante todo o dia, ministros “bombeiros” da ala militar tentaram convencer Bolsonaro a adiar a demissão de Valeixo para encontrar um nome de consenso entre Moro e o presidente. Parlamentares bolsonaristas foram às redes dizer que era mentira que Bolsonaro trocaria o comando da PF e garantir Moro ficaria no governo.

    Assessores de Moro afirmaram que ele teria ficado no cargo caso conseguisse indicar o sucessor de Valeixo. A publicação no DOU da exoneração do seu braço-direto, na madrugada, implodiu essa possibilidade.

    Moro afirmou a diversos interlocutores que estava preocupado que a mudança na cúpula da PF tivesse como objetivo enfraquecer a autonomia da corporação e que isso pudesse comprometer a condução das investigações.

    Moro chegou ao governo em janeiro de 2019 com status de “superministro” após abrir mão de 22 anos de magistratura. Como juiz da Lava-Jato, foi alçado a herói nacional com a bandeira de combate à corrupção.

    Desde que assumiu a pasta, no entanto, Moro acumulou uma série de derrotas e esteve em rota de colisão com o presidente em diversas situações.

    As diferenças com Bolsonaro se acentuaram ainda mais em meio à pandemia do novo coronavírus. Com um discurso favorável ao isolamento social, Moro estava mais próximo do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que foi demitido na semana passada.

    Fonte Valor Investe

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  • Moro pode pedir demissão depois de Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

    Moro pode pedir demissão depois de Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

    APESAR DE VÁRIOS VEÍCULOS CONFIRMAREM A SAÍDA, FONTES DO GOVERNO NEGAM PEDIDO DE DEMISSÃO.

    O ministro Sérgio Moro, da Justiça, pode ter chegado ao seu limite e, segundo parte da imprensa brasileira, deverá pedir demissão ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23/4). O motivo foi o anúncio feito pelo presidente de que deve trocar o comando da Polícia Federal. Bolsonaro tenta, agora, reverter o pedido de Moro.

    O atual diretor-geral, Maurício Valeixo, que tem o apoio do ministro, deve ser demitido para dar lugar a um nome que tenha maior proximidade com Bolsonaro. Moro, porém, vê na troca um ato extremo de desautorização.

    A intenção de fazer a troca ocorre em meio ao andamento de um inquérito, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do Procurador-geral da República, Augusto Aras, que mira diversos deputados. Eles são suspeitos de atuar para financiar e incentivar manifestações contra o Supremo e o Congresso.

    As tentativas de trocar o diretor-geral da PF encontram resistência não só de Moro, mas também de delegados e agentes.

    Dentro da corporação, a notícia da troca foi recebida como uma bomba por agentes e delegados. Nem a Presidência nem o Ministério da Justiça se manifestaram oficialmente sobre o caso, até o momento.

    Fonte: Correio Braziliense

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  • Bolsonaro demite Mandetta; Conheça o novo Ministro da Saúde

    Bolsonaro demite Mandetta; Conheça o novo Ministro da Saúde

    Discordâncias sobre a forma de enfrentar o novo coronavírus no Brasil e “rusgas” públicas fizeram presidente decidir por mudança na pasta; substituto será Nelson Teich

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitiu, nesta quinta-feira, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. A decisão, comunicada em reunião no Palácio do Planalto, é resultado de semanas de tensões e discordâncias públicas entre o executivo e o agora ex-chefe da pasta sobre como combater a pandemia do novo coronavírus no Brasil.

    O substituto será o oncologista Nelson Teich, que se reuniu com Bolsonaro na manhã desta quinta, em Brasília. No encontro, o médico apresentou propostas de enfrentamento à COVID-19 no país.

    Enquanto esteve no cargo, Mandetta seguiu recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e orientou um confinamento mais abrangente, que incluísse a maioria da população, com o objetivo de evitar mortes e sobrecarga no sistema de saúde. Já Bolsonaro, com o propósito de reduzir danos econômicos, defende o chamado “isolamento vertical”, em que apenas aqueles que estão em grupos de risco (idosos e pessoas com doenças crônicas) devem ficar em casa.

    As especulações sobre a troca de comando no Ministério da Saúde se arrastam há semanas. No último dia 6, Bolsonaro havia decidido pela demissão de Mandetta, mas voltou atrás ao ser convencido pela chamada “ala militar” do governo de que era melhor mantê-lo no cargo em meio à crise. A tensão voltou a crescer quando o ministro concedeu uma entrevista ao Fantástico, da TV Globo, no último domingo. Mandetta lamentou as divergências no combate à pandemia e disse que a o brasileiro não sabe quem deve escutar: o Ministério da Saúde ou o presidente. As declarações irritaram o governo e aumentaram a pressão pela demissão, agora com o aval da própria “ala militar”.

    O Novo Ministro da Saúde

    Nelson Luiz Sperle Teich é formado em Medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), especialista em oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer e doutorado em Ciências e Economia da Saúde pela Universidade de York, no Reino Unido.

    Fundou e presidiu o Grupo Clínicas Oncológicas Integradas (COI) entre 1990 e 2018. Foi consultor da área de saúde da campanha de Jair Bolsonaro à presidência em 2018. Chegou a ser cotado para o Ministério da Saúde na época.

    O oncologista conta com apoio da classe médica e mantém boa relação com os empresários do setor de saúde. A expectativa é de que Teich traga dados que destravem debates “politizados” sobre a COVID-19.

    Segundo seu perfil no LinkedIn, ele atuou como consultor da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, atualmente comandado por Denizar Vianna.

    Com informações do Estado de Minas

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  • Pai preso por matar filho de um ano é encontrado morto em cela

    Pai preso por matar filho de um ano é encontrado morto em cela

    Preso desde dezembro de 2019 por sequestrar e matar o filho de um ano de idade, o funcionário público Paulo Roberto de Caldas Osório, de 45 anos, foi encontrado morto na cela onde ficava detido dentro do Complexo da Papuda no sábado.

    Segundo a Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, Paulo foi encontrado por um agente dentro da cela com sinais de enforcamento. Oficiais acionaram o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência e tentaram o reanimar dentro da cela, mas não obtiveram sucesso.

    Um procedimento administrativo foi aberto para investigar o caso. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, que vai definir a causa da morte. Não há informações sobre se Paulo dividia a cela com mais pessoas.

    O rosto do homem ficou conhecido no fim de 2019 após ele sequestrar o próprio filho, Bernardo, como forma de se vingar da ex-esposa e da ex-sogra, com quem tinha desavenças. Paulo foi até a creche do menino e o levou embora, administrando uma dose de remédio que teria sido fatal para a criança e descartando o corpo dela na beira de uma estrada.

    Fonte O Dia

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  • Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Ela contou ao Conexão o trauma de ficar 33 horas no local, sem qualquer assistência.

    Formada em Comércio Exterior, a trespontana Tamiris Sacho Mendonça, 26 anos, estava os cerca de 80 brasileiros que ficaram retidos, sem qualquer assistência, por mais de 24 horas, no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, em meio a pandemia de coronavírus. A própria Tamiris e a tia Tânia Sacho Porto entraram em contato com o Conexão Três Pontas na tarde desta sexta-feira pedindo a divulgação do fato e nossa ajuda para que o governo brasileiro, o Itamaraty, tomasse alguma providência. Dentre os passageiros brasileiros também estavam crianças e idosos.

    O voo 1137 da Latam estava marcado para decolar na quinta-feira (09) à noite, mas apresentou problemas técnicos. Brasileiros reclamaram que receberam apenas um lanche e que a polícia local só permitiu a ida para hotéis àqueles que tinham residência no país.

    Os fatos

    Os passageiros publicaram uma carta nas redes sociais que também foi encaminhada às autoridades brasileiras. O documento, postado por Natália Belian, em nome de todos os passageiros brasileiros, mostra a cronologia do descaso:

    _ Voo agendado para 21h00.

    _ 20h45 Anúncio que o voo estava com problemas de manutenção e a previsão de dar um retorno em 1h.

    _ 21h00 Confirmaram que entrariam em contato em mais 1h.

    _ 22h00 Anunciaram o início do embarque.

    _ Dentro do avião, os funcionários da Latam foram chamados e orientados a não iniciarem as atividades e começar a separar lanches em sacolas.

    _ 22h50 Dentro do avião, anunciaram que o voo estava cancelado, para todos ficarem tranquilos que teriam alimentação, transporte e hotel até o voo do dia seguinte (10/04/2020) às 21h.

    _ Ao sair do avião, funcionários da Latam disseram que iriam entregar as bagagens, minutos depois disseram que as bagagens ficariam presas dentro da aeronave.

    _ 23h20 Os passageiros foram encaminhados para a área da emigração em que foi orientado que as polícias alemãs não liberariam os brasileiros para irem ao hotel, apenas brasileiros com permissão de residência na Alemanha.

    _ 00h22 Funcionários da Latam disseram para os brasileiros procurarem um lugar para dormir no aeroporto e que deveriam passar novamente pela inspeção/segurança do aeroporto.

    _ Durante a passagem pela segurança uma passageira foi intimidada por uma funcionária da Latam por estar gravando a situação das pessoas. A mesma funcionária tentou pegar o celular da passageira e foi chamar o policial alemão para intimidar novamente a passageira.

    _ Com ironia, a mesma funcionaria intimidadora informou que caso algum passageiro quisesse tomar café da manhã deveria procurar o McDonald´s.

    _ Não houve nenhuma informação orientando como seria a alimentação dos passageiros.

    _ Após passar pela segurança, os passageiros confirmam que todos os funcionários da Latam foram para o hotel, nenhum funcionário ficou acompanhando os passageiros.

    _ Não houve condições de higiene para os passageiros.

    _ Não foi confirmado se houve alguma desinfecção do aeroporto.

    _ Não havia nenhum profissional da área da saúde acompanhando os passageiros.

    _ Havia passageiros idosos, crianças de colo, pessoas com comorbidades (A comorbidade é a ocorrência de duas ou mais doenças relacionadas no mesmo paciente e ao mesmo tempo).

    _ Não houve a disponibilização de água e nenhuma prestação de serviço dentro do aeroporto.

    _ Não houve a confirmação do novo voo.

    _ Todos os passageiros ficaram sem acesso as suas bagagens.

    _ 22h58 )s passageiros entraram em contato por meio do telefone com o Ministério de Relações Exteriores de brasileiros na Europa. O atendimento foi realizado pelo colaborador Roney, que retornou e orientou os passageiros a entrarem em contato com o Consulado brasileiro e que já estavam em contato com a Latam.

    _ 01h57 Roney, do Ministério de Relações Exteriores, ligou informando que o plantão estava sendo transferido para o colaborador Igor.
    Até as 02h15 do dia 10/04/2020 não foi apresentado nenhum suporte, como insumos básicos, como máscaras, álcool, medicamentos para os passageiros.

    Conforme a regulamentação da ANAC, a companhia aérea deveria ter e utilizar um plano de contingência, apresentar todas as condições básicas de saúde aos passageiros.

    Dentre as reivindicações dos brasileiros retidos no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, a principal era a repatriação dos brasileiros no próximo voo, do dia 10/04/2020. Também solicitaram que durante o período de espera que os passageiros tivessem auxílio alimentação, higiene e informações corretas. Que fossem tratados com dignidade e respeito.

    A trespontana Tamiris falou da experiência traumática ainda enquanto estava no aeroporto alemão:

    “Oi Roger, é a Tamiris. Estou presa no aeroporto de Frankfurt tentando voltar para o brasil. Estamos em mais ou menos 80 brasileiros e tem idosos e crianças. A Latam cancelou nosso voo ontem a noite. Já estamos no aeroporto há 24 hrs. Sem apoio nenhum! Não fomos encaminhados para um hotel pois a imigração da Alemanha não liberou nossa saída do aeroporto. Dormimos aqui em cadeiras. Não tivemos acesso a travesseiros, cobertores, comida, produtos de higiene. Se puder, divulgue por favor!”.

    Tamiris e os demais passageiros já retornaram ao Brasil, desembarcando no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Alguns deles, que precisaram fazer conexões para outros estados brasileiros, alegaram não ter conseguido remarcar os voos sequentes.

    Na manhã deste sábado (11) a jovem estudante, que ficou na Irlanda durante 6 meses aprimorando seu inglês, conversou novamente com nossa reportagem. Ela reforçou que o retenção no Aeroporto de Frankfurt não tem nenhuma relação com suspeita de algum caso de coronavírus no voo 1137 da Latam. O motivo alegado foi problemas técnicos na aeronave. A companhia interromperá os voos internacionais a partir da próxima segunda-feira.

    Foto Arquivo Pessoal

    Tamiris contou ainda que na chegada ao Brasil os passageiros ficaram retidos por cerca de 50 minutos dentro do avião, quando tiveram suas temperaturas aferidas. “As bagagens foram tiradas primeiro do avião e nós passamos pelos exames para descartar ou confirmar qualquer caso de coronavírus. Felizmente todos estão bem. Ficamos pouco tempo no aeroporto em São Paulo. Mesmo estando bem fomos orientados a usar máscara e ficar de quarentena por 14 dias”, revelou.

    Ainda conforme a jovem estudante, antes de ir para a Irlanda estava morando e trabalhando em Santa Catarina com a tia Tânia. Tamiris disse ainda não ter uma definição se ficará para Três Pontas ou se voltará para o sul do Brasil.

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  • Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com informações sobre o número de indivíduos curados do novo coronavírus

    O Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com o número de pessoas que receberam alta médica após recuperação da covid-19 — doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com a pasta, 173 pessoas foram liberadas pelos médicos só nas últimas 24 horas.

    Wanderson Oliveira, secretário Nacional de Vigilância em Saúde, ressaltou nesta terça-feira (7) que os indivíduos curados, principalmente os que precisam ficar em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), são submetidos a um protocolo de tratamento.

    “Nós ainda não temos esse painel concluído. Mas, eu posso passar os números das últimas 24h. Foram 114 óbitos ante 173 pacientes que tiveram altas de hospitais. É importante dizer que geralmente a pessoa que fica na UIT, ele não é liberada imediatamente. Geralmente ela fica um tempo na enfermaria”, explicou durante entrevista coletiva.

    Novo coronavírus no Brasil

    O Ministério da Saúde contabilizou, nesta terça-feira (7), 667 mortes causadas pelo novo coronavírus. Os casos confirmados de covid-19 em todo o país chegam a 13.717.

    Tocantins é o único estado que não registrou mortes até o momento. São Paulo e Rio de Janeiro continuam a ser as unidades da federação com os maiores números de óbitos e casos confirmados.

    A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil é de 4,9%, abaixo da média mundial: 5,67%.

    Fonte R7

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  • HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    Instituições públicas, como o Hospital das Clínicas de São Paulo e o Hemorio, também vão participar dos testes, liberados pela Anvisa no fim de semana, com plasma de pessoas curadas da covid-19.

    O Instituto Estadual de Hematologia – Hemorio – inicia nesta semana uma série de estudos para usar o plasma sanguíneo de pessoas que foram curadas do novo coronavírus (covid-19) no tratamento de pessoas em estado grave.

    O procedimento consiste em colher o soro com anticorpos do sangue de curados e depois transferir para o corpo de pacientes que estão infectados com covid-19, em apresentam quadro grave.

    De acordo com o Hemorio, estudos com o chamado plasma convalescente têm sido feitos na França, no Canadá, em Israel, na Espanha e China.

    Esse tipo de terapia já foi utilizada em epidemias como a de ebola e a de H1N1. O próprio Hemorio já fez um estudo semelhante para tratar a dengue, com bons resultados obtidos em laboratório.

    Pacientes que já se curaram da doença estão sendo convocados e serão avaliados como potenciais doadores de plasma.

    São Paulo

    Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, vai participar do estudo para confirmar a eficácia do método junto com Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

    “Quando injetado em um novo paciente, o plasma convalescente fornece “imunidade passiva” até que o sistema imunológico do paciente possa gerar seus próprios anticorpos”, explica Nelson Tatsui, diretor-técnico do Grupo Criogênesis e hematologista do HC-FMUSP.

    Luiz Vicente Rizzo, diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, conta que a técnica de transferir a “imunidade” de um indivíduo curado de doença infecciosa para outro que está doente existe há mais de 100 anos.

    “Foi usada durante muito tempo no tratamento de coqueluche, tétano, durante as epidemias de Sars e Mers e ocasionalmente em pacientes com ebola”, lembra.

    Procura por doadores

    O protocolo do Albert Einstein vai focar as pesquisas em 30 pacientes, mas pode chegar a 100,  conforme o andamento. O primeiro passo é encontrar doadores

    “Estamos ligando para quem deixou seu nome como possível voluntário e vendo quem está disponível”, diz diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Os requisitos para ser doador são:

    • Ter mais do que 18 e menos do que 60 anos
    • Ter mais do que 55 kg
    • Não ter mais o vírus
    • Não ter nenhuma outra infecção transmissível
    • Possuir os anticorpos neutralizantes

    Interessados em doar devem entrar em contato com o banco de sangue dos hospitais participantes.

    Para a segurança dos voluntários, a coleta será feita na casa do doador de sangue.

    De acordo com o especialista do HC-FMUSP, um dos melhores métodos de coleta de plasma destes indivíduos convalescentes é a tecnologia de aférese.

    Um doador ajuda até 3 pacientes

    No caso do novo coronavírus, Nelson Tatsui acredita que é possível atender até 3 pacientes com apenas uma coleta.

    “A maior vantagem da [técnica] Aférese é a possibilidade de retirar de um único doador uma quantidade suficiente para atender 2 a 3 pacientes graves de covid-19”, afirmou.

    A expectativa dos especialistas é de que esse tratamento provoque uma melhora mais rápida dos pacientes com coronavírus em estado grave.

    “Nossa maior expectativa com o tratamento é que o paciente se recupere melhor e de forma mais rápida, o que contribuiria para que leitos e aparelhos que auxiliam na respiração atendessem mais pessoas”, concluiu Luiz Vicente Rizzo, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Fonte Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • CONEXÃO ENSINA QUEM TEM DIREITO A RECEBER O AUXÍLIO DE 600 REAIS DO GOVERNO BOLSONARO

    CONEXÃO ENSINA QUEM TEM DIREITO A RECEBER O AUXÍLIO DE 600 REAIS DO GOVERNO BOLSONARO

    Quem terá direito ao auxílio de 600 reais e quando será o pagamento da ajuda na crise do coronavírus?

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou o auxílio emergencial mensal de 600 reais para trabalhadores informais de baixa renda, que será concedido durante a crise gerada pela pandemia de coronavírus. A medida — aprovada na segunda-feira pelo Senado e sancionada por Jair Bolsonaro ontem (01º)―, vai durar, a princípio, três meses, porém poderá ser prorrogada. De acordo com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, o benefício deve começar a ser pago a partir da segunda semana de abril, muito possivelmente já no dia 08 ou 10.

    Quem terá direito ao auxílio?

    Além dos trabalhadores informais, terão direito também ao pagamento aqueles que tenham contrato intermitente inativo, autônomos e microempreendedores individuais (MEI). Para ter direito ao auxílio é necessário ser maior de idade, ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo per capita ou três salários mínimos no total. Para receber o auxílio, o trabalhador não pode ter aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do Governo. Também não pode fazer parte de programa de transferência de renda, com exceção do Bolsa Família. Está excluído ainda o trabalhador que tenha recebido rendimentos tributáveis acima de 28.559,70 reais em 2018.

    A ajuda inclui também idosos e pessoas com deficiência na fila do INSS para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

    Quantas pessoas da mesma família podem pedir a ajuda?

    Para cada família beneficiada, a concessão do auxílio ficará limitada a dois membros, ou seja, cada grupo familiar poderá receber até 1.200 reais. Mães solteiras receberão, automaticamente, duas cotas do benefício.

    Quando e como será feito o pagamento?

    O pagamento ainda depende de regulamentação do Executivo. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que o dinheiro do auxílio deve começar a ser transferido no dia 08 de abril para quem está no cadastro único (banco de dados onde o Governo Federal tem registrados os nomes das pessoas de baixa renda habilitadas a receberem benefícios sociais). Segundo o ministro, os primeiros a receberem serão os beneficiários do Bolsa Família que estão aptos ao auxílio dos 600 reais, porque o cadastro e a logística de pagamento para eles já está consolidada. Os beneficiários receberão apenas a ajuda de maior calor. O programa tem hoje mais de 14 milhões de famílias.

    A ordem de pagamentos, de acordo com o ministro, deve ser:

    1º: trabalhadores informais que recebem o Bolsa Família

    2º: informais que estão no Cadastro Único

    3º: microempreendedores individuais e contribuintes individuais

    4º: informais que não estão em cadastro nenhum

    Onde receber?

    Os pagamentos serão feitos pelos bancos públicos federais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, bancos privados, além das lotéricas e Correios) em três parcelas mensais, no mínimo. Os beneficiários receberão o valor em contas criadas especialmente para esse fim, que não exigirão a apresentação de documentos e não terão taxas de manutenção. Será possível fazer uma movimentação gratuita por mês para qualquer outra conta bancária. Ainda não foi detalhado como será feito o pagamento para as pessoas que não possuem contas em bancos.

    O que deve fazer quem ainda não está inscrito no cadastro único?

    A verificação de renda para receber o auxílio será feita pelo Cadastro Único, do Ministério da Cidadania, mas os trabalhadores informais que não estavam inscritos no cadastro antes do dia 20 de março poderão participar por autodeclaração. Ainda está sendo estudada pela equipe econômica como essa autodeclaração seria feita, mas se discute a possibilidade de ser realizada via aplicativo de celular ou presencialmente na rede de lotérica, o que gera preocupação uma vez que a recomendação das autoridades sanitárias é de isolamento.

    O ministro pediu que as pessoas não corram para agências bancárias, lotéricas ou Centro de Referência Social (CRAS) neste momento, uma vez que o Governo ainda não definiu como será o cadastro. Ele afirmou ainda que os trabalhadores informais que estão à margem de qualquer cruzamento de dados do governo contarão com uma “solução tecnológica” para o recebimento dos 600 reais de auxílio a autônomos.

    A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado estima que o auxílio emergencial vai beneficiar diretamente 54 milhões de cidadãos — cerca de 25% da população do país, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a estimativa de seu custo é de 98 bilhões reais em 2020.

    Profissões que terão direito ao Auxílio

    – Pescadores profissionais artesanais e os aquicultores, os agricultores familiares registrados no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF);

    – os técnicos agrícolas;

    – os cooperados ou associados em cooperativa ou associação de catadores e catadoras de materiais recicláveis;

    – os taxistas e os mototaxistas; os motoristas de aplicativo; os motoristas de transporte escolar; os caminhoneiros; os entregadores de aplicativo;

    – as diaristas;

    – os agentes de turismo e os guias de turismo;

    – os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles, os autores e artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluindo intérpretes e executantes, e os técnicos em espetáculos de diversões;

    – os mineiros; os garimpeiros, definidos como aqueles que, individualmente ou em forma associativa, atuem diretamente no processo da extração de substâncias minerais garimpáveis;

    – os ministros de culto, missionários, teólogos e profissionais assemelhados;

    – os profissionais autônomos da educação física; os trabalhadores do esporte, entre eles, atletas, para-atletas, técnicos, preparadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, árbitros e auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, incluindo aqueles trabalhadores envolvidos na realização das competições;

    – os feirantes, os barraqueiros de praia; os ambulantes, os feirantes, os camelôs, as baianas de acarajé, os garçons, os marisqueiros, os catadores de caranguejos;

    – as manicures e pedicures;

    – os sócios de pessoas jurídicas inativas, dispensada a apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

    Como serei informado (a) de vou receber? Como saber se estou no Cadastro Único?

    Basta acessar o portal do CadÚnico e preencher as informações pedidas. É possível baixar o aplicativo do CadÚnico ou ligar no número 0800 707 2003, de segunda a sexta-feira, das 07 às 19h, e aos finais de semana e feriados o horário de atendimento será das 10h às 16h.

    Explicando de Forma Mais Simples

    Quem receberá? – Trabalhadores informais, os que tenham contrato intermitente inativo, autônomos e microempreendedores individuais (MEI).

    Quais requisitos para receber? – Ser maior de idade, ter renda familiar mensal inferior a 522,50 reais por pessoa ou 3.135 reais no total da casa. Não pode receber aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do Governo.

    Beneficiários do Bolsa Família vão receber? – Sim, receberão! Pessoas com deficiência também receberão.

    Mães solteiras receberão? – Sim, e o valor deverá chegar a 1.200 reais.

    Quando receber? – A partir do dia 08 de abril, para quem está no Cadastro Único (Pessoas de baixa renda habilitadas a receberem benefícios sociais, como o Bolsa Família)

    Onde receber? – Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, bancos privados, além das lotéricas e Correios, em três parcelas mensais, no mínimo. Serão criadas contas especialmente para esse fim, sem que a pessoa tenha que apresentar documentos e não terá taxas de manutenção.

    Como serei informado? – Clique agora no texto em azul – portal do CadÚnico – e preencha as informações pedidas. É possível baixar o aplicativo do CadÚnico ou ligar no número 0800 707 2003, de segunda a sexta-feira, das 07 às 19h, e aos finais de semana e feriados o horário de atendimento será das 10h às 16h.

     

    Fontes Agência Senado / IstoÉ Dinheiro / Governo Federal

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  • URGENTE: Brasil registra 42 mortes por COVID-19 em apenas um dia

    URGENTE: Brasil registra 42 mortes por COVID-19 em apenas um dia

    Ministério da Saúde registrou mais 42 mortes relacionadas à pandemia de coronavírus no país, nas últimas 24 horas. Com isso, o Brasil já contabiliza 201 mortes e outras 5.717 contaminações pelo vírus. Os dados foram divulgados na tarde desta terça-feira (31), nas redes sociais da pasta federal.

    Em comparação com o boletim divulgado na segunda, o número de mortes saltou 26%, já que na ocasião, haviam sido registradas 159 mortes. Já o aumento no número de casos foi de 24%; ontem eram 4.579 pessoas contaminadas.

    São Paulo é o estado mais crítico, registrando 2.339 mil casos da COVID-19 – 822 em apenas 24 horas. No estado que abriga a capital financeira do país, 136 pessoas já morreram devido à doença – no boletim de segunda, eram 113 mortes. A taxa de letalidade em São Paulo é de 5,8%, 2,3% a mais do que a média nacional.

    Contudo, embora o número assuste, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vem ponderando que a tendência é de dimuição, já que as secretarias estaduais e municipais aumentarão o ritmo de testes nos próximos dias, o que acarretará em um número maior de positivos não letais.

    Apesar de uma taxa letalidade menor (3,2%), o Rio de Janeiro é o segundo estado que mais preocupa o país. Os fluminenses registram 23 mortes e 708 casos de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus – um aumento de 5 e 41 registros, respectivamente, em comparação com o boletim anterior.

    Ainda no Sudeste, Minas Gerais tem 275 casos e duas mortes. Na segunda-feira eram 189 e apenas um óbito registrado. O Espírito Santo registra 84 casos e nenhuma morte.

    No Nordeste, região que abriga cerca de 50% das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, a situação também já é crítica. A região é a segunda que mais apresenta casos no país. Por lá, o Ceará continua sendo o estado com mais pessoas contaminadas, registrando 390 casos e sete mortes.

    A Bahia é o segundo estado da região com maior número de casos: 213 pessoas contaminadas e duas mortes.

    Por outro lado, o Piauí é o estado com a maior taxa de letalidade (22,2%), com 18 casos e quatro mortes. Mais uma vez, segundo Mandetta, esse número deverá cair nos próximos dias, com o aumento da distribuição de testes para as secretarias de Saúde.

    Seguindo a lista, a Região Sul, tem 672 casos e nove mortes. Entre esses números, quatro óbitos estão no Rio Grande do Sul, que também contabiliza 274 pessoas contaminadas. O Paraná registra 3 mortes e tem 179 casos confirmados da doença. Por último,  tem Santa Catarina tem 219 casos e duas mortes.

    O Distrito Federal, unidade federativa que abriga a capital do país, também registra vários casos (332). No entanto, contabilizando 3 mortes, a taxa de letalidade é baixa e não chega a 1%.

    Apesar de ser a região menos populosa do país, o Centro-Oeste não é a que apresenta os menores números. Ao todo, a região tem 470 pessoas contaminadas e cinco mortes. Já o Norte tem 294 casos e quatro mortes.

    Fonte Estado de Minas

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