Categoria: Brasil

  • Pesquisa: 42% dos alunos de faculdades privadas podem ter que deixar curso

    Pesquisa: 42% dos alunos de faculdades privadas podem ter que deixar curso

    Quase a totalidade dos estudantes matriculados no ensino superior privado querem continuar os estudos, mas quase metade (42%) afirma que há um risco de ter que desistir. O principal motivo para o possível abandono é não conseguir pagar as mensalidades, seja porque o emprego foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, seja porque os pais ou responsáveis não conseguirão arcar com os custos.

    As estimativas foram divulgadas na terceira etapa da pesquisa Coronavírus e Educação Superior: o que pensam os alunos e prospects, da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), feita em parceria com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights.

    Ao todo, foram entrevistados 644 estudantes e 963 potenciais alunos entre os dias 28 e 31 de maio.

    Dentre os estudantes matriculados, 52% disseram querer continuar estudando não importa o cenário. Essa porcentagem caiu em relação a primeira etapa da pesquisa, realizada em março, quando era 57%. Outros 42% dizem querer continuar estudando, mas reconhecem que há risco de desistirem. Esse percentual era 37% em março. Outros 4% disseram que provavelmente irão desistir do curso e 2% que irão desistir por conta do cenário atual.

    De acordo com a pesquisa, o emprego ser afetado pela pandemia pesa como fator de decisão para deixar os estudos para 60% dos entrevistados. Já a dificuldade dos responsáveis arcarem com os custos pesa para 22%. Apenas 8% dizem que pretendem desistir porque a faculdade não migrou as aulas para o ensino a distância. “Esse desafio tem que ser endereçado pelas instituições”, diz o diretor presidente da Abmes, Celso Niskier. “A gente tem recomendado [para as instituições de ensino] que sejam identificados os grupos que têm maior risco por perda de renda e emprego e que sejam oferecidas alternativas, que seja analisado caso a caso”.

    A entidade diz que além dos descontos, têm buscado alternativas de financiamento tanto para os estudantes quanto para as instituições de ensino, para que possam arcar com as despesas do período. No levantamento, 22% dos entrevistados informaram ter perdido o emprego em função da pandemia. No levantamento anterior, feito em abril, esse percentual era de 20%. As novas matrículas também preocupam.

    O estudo mostra que caiu de 22% para 14%, entre março e maio, a porcentagem dos potenciais alunos que planejam começar o curso no segundo semestre deste ano. Cerca de um terço, 36%, pretende adiar o ingresso no ensino superior para o começo de 2021; 7% para o segundo semestre de 2021; e, 43% decidirão quando a situação se normalizar.

    Ensino à distância

    O ensino presencial é o mais impactado neste contexto. A pesquisa mostra que para não interromper as aulas, as faculdades migraram as disciplinas para modalidades remotas. Entre os estudantes de cursos presenciais, 82% disseram que estão tendo aulas à distância. De acordo com o estudo, embora 67% avaliem como positiva a experiência com ensino a distância, 73% manteriam a decisão pelas aulas presenciais. Apenas 3% disseram que migrariam definitivamente para a modalidade a distância. Na hora de começar a estudar, apenas 7% dos futuros alunos entrevistados disseram que pretendem iniciar um curso na modalidade presencial ainda neste ano.

    Já na modalidade a distância, esse percentual chega a 30%. Entre os estudantes já matriculados, 45% pretendem seguir os estudos independentemente do cenário no ensino presencial. No ensino a distância, são 60%. Para Niskier, a pandemia acelerou um processo que já vinha ocorrendo na educação superior, que é um aumento do ingresso de novos estudantes na modalidade à distância.

    De acordo com a Abmes, o Brasil terá mais alunos do ensino superior estudando na modalidade a distância do que na presencial em 2022. Antes, a projeção da entidade é que isso ocorreria em 2023.

    A pandemia pode ser vista, segundo o diretor presidente, como oportunidade para que as instituições aprimorem essa modalidade que tem mensalidades mais acessíveis e é mais flexível que a presencial, podendo chegar a locais remotos do país. Pode-se inclusive, segundo ele, desenvolver melhor um modelo híbrido.

    Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2018, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o setor privado é responsável por 70,2% de todas as matrículas realizadas em cursos presenciais no país e 91,6% das matrículas nos cursos de educação a distância.

    Fonte UOL

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  • Homenageados por conduta exemplar: Guardas humilhados por desembargador recebem medalha

    Homenageados por conduta exemplar: Guardas humilhados por desembargador recebem medalha

    Os guardas municipais Cícero Hilário e Roberto Guilhermino receberam a homenagem da prefeitura de Santos, por terem uma conduta exemplar durante a abordagem realizada no sábado ao deseembargador Eduardo Siqueira

    Da cidade de Santos, litoral paulista, está vindo uma pequena prova que as coisas podem estar mudando em nosso país.

    Os dois guardas municipais  Cícero Hilário, de 36 anos, e Roberto Guilhermino, de 41, que haviam sido desrespeitados no cumprimento do seu dever no sábado pelo desembargador Eduardo Siqueira, foram homenageados pelo prefeito da cidade, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), na tarde deste segunda-feira (20), e receberam medalhas por conduta exemplar.

    Segundo a prefeitura, a ação foi realizada em reconhecimento aos serviços prestados pelos guardas à sociedade. A homenagem aconteceu no Salão Nobre do Palácio José Bonifácio, com número restrito de pessoas, devido ao Covid-19.

    O prefeito reiterou o agradecimento e apoio à conduta dos guardas municipais e que foi carregada de emoção dos familiares. O Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, citado pelo desembargador na abordagem no sábado, também participou do evento.

    “Fico muito contente pelo reconhecimento ao nosso trabalho. Essa medalha se estende a todos os membros da corporação da Guarda Municipal e para todas as guardas do Brasil. Eu tenho muito orgulho de fazer parte dessa corporação e esse reconhecimento tá sendo muito gratificante”, disse o guarda municipal Cíce Hilário em entrevista à TV Tribuna.

    O guarda municipal Guilhermino destacou a importância de se manter sempre tranquilo ao conduzir uma abordagem. “Foi um momento delicado, uma abordagem que a gente se deparou com um cidadão com bastante hostilidade, mas mantemos a calma. É um trabalho de uma vida, eu estou há 18 anos na corporação. O Hilário há nove anos, quase completando 10, então temos que manter nossa conduta. Eu estava fazendo as imagens, mas tinha certeza que o Hilário conduziria a ocorrência da forma que conduziu”, relatou o GCM.

    Os guardas dizem que além de colegas de profissão, são grandes amigos, e que estão muito felizes por terem recebido juntos a medalha. A homenagem também foi acompanhada pelo comanda da Guarda Municipal.

    Entenda o caso

    A guarda municipal estava fazendo uma força-tarefa no sábado (18), quando abardou o desembargador, conforme aparece nas imagens divulgadas na internet, entretanto a multa foi aplicada após o mesmo se recusar a colocar a máscara.

    Então após a total recusa, a multa foi aplicada no valor de R$ 100,00. “Trata-se de um caso de reincidência: o mesmo cidadão já foi multado em outra data por cometer a mesma infração”, informou o município.

    O desembargador ainda conforme a imagens, ligou para o secretário de Segurança de Santos, Sérgio Del Bel. Entretanto o secretário “deu total apoio à equipe que fez a abordagem e a multa foi lavrada na tarde desse sábado (18)”. Após a entrega da multa, o desembargador rasgou o papel e jogou no chão, conforme mostra o vídeo. Como Siqueira ainda jogou lixo no chão, ganhou mais uma multa de R$ 150,00, conforme a Lei Cidade sem Lixo.

    O desembargador Siqueira se manifestou em nota afirmando que o vídeo é verdadeiro, mas que mantém seu posicionamento que decreto não é lei” e que, por isso, entende não ser obrigado a usar máscara.

    Siqueira ainda afirma ser vítima de perseguição pela Guarda Civil Municipal, por não ser o primeiro incidente que aconteceu. “Infelizmente, perseguido desde então, ontem, acabei sendo vítima de uma verdadeira armação”, completa.

    Fonte Saber Viver Mais

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    A Universidade de Oxford divulgou na manhã desta segunda-feira (20) resultados positivos dos primeiros testes da vacina contra a COVID-19. Os estudos preliminares apontaram que ela é segura e treina o sistema imunológico.

    Trata-se de resultados da fase 1, que envolveram 1.077 pessoas que foram vacinadas e produziram anticorpos e glóbulos brancos com poder para combater o novo coronavírus. O estudo foi divulgado na revista The Lancet.

    É uma descoberta muito promissora, mas ainda é cedo para saber se é suficiente para garantir a eficácia da vacina. Os testes da fase 3 já estão sendo realizados, inclusive no Brasil, desde junho.

    Fonte EM

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  • BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    Os novos casos de Covid-19, felizmente, já estão em queda em 13 estados brasileiros – mais um motivo pra gente continuar se cuidando, manter as medidas protetivas e evitar aglomerações até a pandemia passar, mesmo porque os casos continuam crescendo na maior parte do Brasil, com mais de 1,8 milhão de contaminados.

    Dito isto, vamos aos dados. Houve queda de novos casos do coronavírus em 13 estados entre a 27ª e 28ª semana epidemiológica, a mais recente, de acordo com dados do Ministério da Saúde analisados pelo Metrópoles. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste:

    1. Rio Grande do Norte -56,4%
    2. Roraima -45,9%
    3. Amapá -23%
    4. Rio de Janeiro -20,6%
    5. Espírito Santo -15,7%
    6. Maranhão -14,6%
    7. Bahia -7,6%
    8. Alagoas -6,2%
    9. Pará -6,2%
    10. Paraná –4,9%
    11. Rondônia -4%
    12. Distrito Federal -2,7%
    13. Sergipe -2,4%

    Estados/ novos casos em alta

    Já nas 14 unidades restantes da Federação o crescimento de contaminados continua preocupante:

    Na estatística, Santa Catarina, Pernambuco e Mato Grosso chamam a atenção pela quantidade de novos casos. Veja onde tem aumentado:

    1. Santa Catarina +24,3%
    2. Pernambuco +24,3%
    3. Mato Grosso +19,8%
    4. Minas Gerais +19,1%
    5. Mato Grosso do Sul +17,5%
    6. São Paulo +15,8%
    7. Tocantins +14,7%
    8. Rio Grande do Sul +7,3%
    9. Goiás +6,2%
    10. Amazonas +5,2%
    11. Ceará +4,7%
    12. Acre +1,2%
    13. Paraíba +0,6%

    Mortes

    A quantidade de mortes de brasileiros durante 24 horas pela Covid-19 caiu para 770 nesta segunda, 13, de acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa – com dados das secretarias estaduais de Saúde – uma redução em relação à quantidade diária que passava de mil casos por dia.

    Mesmo assim, chegamos à trágica marca de 72.921 brasileiros mortos, vítimas da doença.

    Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.052 por dia, uma variação de 7% em relação aos óbitos registrados em 14 dias.

    Estados/ Ranking de mortes:

    Em queda: 

    RJ, AC, AM, AP, PA, RR e RN.

    Em estabilidade: 

    ES, SP, AL, BA, MA, PB, PE, PI e SE.

    Subindo:

    PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, RO, TO e CE.

    O estado de Mato Grosso não divulgou os dados até as 20h. Considerando os dados até as 20h de domingo, estava subindo (a alta era de +31%).

    Se cuide!

    Não relaxe das medidas de segurança e do isolamento social. Tome todas as precauções, como o uso de máscaras e álcool em gel, se tiver que sair de casa por qualquer motivo.

    • Mantenha o distanciamento social, fique a 2 metros das pessoas na rua
    • Ao voltar, troque os sapatos para entrar em casa (borrife com álcool ou passe água sanitária nos sapatos usados na rua e ponha em local reservado)
    • tire a roupa usada na rua e ponha para lavar
    • tome banho com sabonete
    • vista roupas limpas
    • use chinelos limpos para andar dentro de casa
    • Mantenha o chão da casa limpo frequentemente com água sanitária

    Todo esse esforço vale pra cuidar de você e das pessoas que você ama, enquanto não sair uma vacina para acabar com essa Covid-19. Se cuide!

    Fonte Só Notícia Boa

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  • Onda de “frio extremo” vai atingir boa parte do Brasil nos próximos dias

    Onda de “frio extremo” vai atingir boa parte do Brasil nos próximos dias

    Após a passagem por um poderoso ciclone por Santa Catarina, deixando rastros de mortes e destruição, uma forte onda de frio “extremo” deve atingir boa parte do Brasil nos próximos dias e perdurar por todo mês de julho. As temperaturas já começam a baixar no início do mês e vão ao “extremo” em algumas regiões.

    Devemos ter temperaturas perto de zero, e até negativas, na região serrana de Santa Catarina e Rio grande do Sul e existe inclusive a possibilidade de neve e chuva congelada no estado catarinense. O estado parananense não vai ficar atrás, e também deve registrar muito frio.

    E não será somente no Sul que teremos esse “ar congelante”. A região Sudeste também sentirá temperaturas abaixo dos 10 graus, especialmente na cidade de São Paulo e interior do estado paulista. O Sul de Minas também está na rota do frio intenso.

    Preparem os casacos.

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  • Beneficiários do Fies poderão suspender pagamentos

    Beneficiários do Fies poderão suspender pagamentos

    Lei foi sancionada na sexta-feira (10)

    A suspenção do pagamento das parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19), foi sancionada na última sexta-feira (10), pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. Anteriormente, o Ministério da Educação (MEC) já havia anunciado a suspensão de até quatro parcelas conforme previsto na Lei nº 13.998/2020. Agora, a decisão tem efeito de lei e já está válida.

    Além de conceder a pausa aos estudantes que estavam em dia com as prestações do financiamento até o dia 20 de março, quando foi decretado o estado de calamidade pública no país, a nova lei também se estende a quem está com parcelas em atraso por, no máximo, 180 dias, devidas até 20 de março.

    Dessa forma, os beneficiários que optarem por realizar a suspensão das parcelas do Fies terão os saldos diluídos nas parcelas restantes, sem a cobrança de juros ou multas. Para realizar a solicitação, no entanto, o estudante financiado não poderá ser inscrito em cadastros de inadimplentes.

    Para solicitar a suspensão, os interessados devem manifestar interesse pelo banco que firmou o contrato do Fies. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já disponibilizaram formas de acesso, por meio dos seus canais de atendimentos eletrônicos. No caso do Banco do Brasil é possível fazer pelo aplicativo do banco ou indo presencialmente em uma agência bancária. Já a Caixa disponibilizou a opção pelo próprio site.

    Bolsas de estudo para faculdade a distância

    Quem não conseguiu ser contemplado com o Fies para dar início a uma graduação pode começar ainda neste semestre o ensino superior com auxílio estudantil. O Educa Mais Brasil, maior programa de inclusão educacional do país, oferta bolsas de estudo EAD para quem deseja estudar sem sair de casa.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas em qualquer período do ano. Para se candidatar não é preciso ter feito o Enem e nem comprovar renda familiar. Ao finalizar o curso, estando adimplente com o programa e a instituição de ensino, não é preciso se preocupar com dívida estudantil. Acesse o site do Educa Mais e confira as oportunidades disponíveis na sua região.

    Fonte: Folha de Pernambuco

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  • Caixa anuncia novo pacote de medidas de crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas

    Caixa anuncia novo pacote de medidas de crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas

    A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira (02), mais um pacote de medidas para o crédito imobiliário, diante dos efeitos econômicos causados pela pandemia de coronavírus. Há novidades para pessoas físicas e para construtoras.

    Entre as medidas, o banco anunciou a criação de uma linha de crédito para o pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e dos custos com cartórios para pessoas físicas. E a partir do dia 13 de julho, a Caixa passa a permitir o registro eletrônico dos financiamentos de imóveis.

    Para as construtoras, o pacote facilita o acesso ao financiamento, ao flexibilizar as exigências para concessão do crédito. “São medidas objetivas para atender as demandas do segmento imobiliário, que analisamos e vimos que temos capacidade para atender matematicamente”, diz o presidente do banco, Pedro Guimarães.

    Guimarães ressaltou que, até maio, o banco tinha 5,5 milhões de contratos habitacionais, que totalizavam R$ 500 bilhões, somando as linhas contratadas pelo Minha Casa Minha Vida e aquelas feitas no âmbito do SPBE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que usam recursos da poupança.

    Tanto o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que tem taxas reguladas e é voltado a imóveis de menor valor, quanto o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) – que engloba imóveis acima de R$ 950 mil no RJ, em SP, MG e no DF ou acima de R$ 800 mil no resto do país -, utilizam os recursos do SBPE em suas linhas de crédito.

    Guimarães disse que houve um aumento de 22% nas contratações de crédito entre janeiro e junho de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. “Em 2020 estamos fechando uma média de 2 mil contratos habitacionais por dia e com 873 mil pessoas com a casa própria. Só em junho, foram R$ 11,1 bilhões em contratos”, disse.

    Jair Luiz Mahl, vice-presidente de Habitação da Caixa, afirmou que o resultado do mês de junho foi histórico. “No mês, 55 mil famílias assinaram contratos, o que mostra a pujança e a solidez do enfrentamento do setor nesse momento duro. Hoje a Caixa conta com 69,1% de market share da carteira imobiliário do mercado”, diz.

    Confira o pacote de novas medidas anunciadas:

    Pessoas físicas

    Desde de abril, quando o banco anunciou, entre outras medidas, seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos, 26 mil novos contratos habitacionais foram fechados. “É um alívio no orçamento das famílias essa pausa no pagamento da primeira prestação”, disse Mahl.

    O banco anunciou que os clientes que pretendem comprar o imóvel com a Caixa poderão incluir os custos cartorários, que são as despesas da aquisição do imóvel ou encargos decorrentes dele, e as despesas de ITBI, tributo obrigatório que deve ser pago na compra de um imóvel, no contrato de financiamento imobiliário.

    Essa opção vale para todas as operações residenciais feitas com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e, também nas feitas com recursos SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), para imóveis de até R$ 1,5 milhão.

    “O limite das custas financiáveis é de 5% sobre o valor financiado para operações contratadas com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS. O valor total do contrato  (que inclui a compra do imóvel mais o financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra”, informou o banco em nota.

    Essas despesas representam em torno de 2% a 5% do valor do imóvel, dependendo da região do país, e são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional.

    Essa modalidade vinha sendo testada desde abril. “Foram aprovados 3 mil contratos na fase piloto e todos bem-sucedidos. A partir de agora, todas as famílias poderão optar por essa linha, que traz mais facilidade, alivia o orçamento e evita que o comprador busque outro empréstimo com taxa mais altas e prazo menor para arcar com os custos do processo”, diz Mahl.

    A medida deve injetar R$ 2,4 bilhões na economia, segundo Guimarães. “Queremos dar o auxílio financeiro completo na aquisição da casa. Por isso, faz sentido incluir essa modalidade no financiamento”, diz.

    Registro eletrônico de escrituras

    Outra novidade é que a partir da próxima segunda-feira (13) será possível fazer o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física e jurídica.

    “O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada”, segundo o banco.

    Mahl comenta que a medida vai acelerar o registro das operações, que antes levava cerca de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em cinco dias. Além de dispensar a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório, o registro eletrônico evita que as construtoras e clientes façam deslocamentos.

    Por enquanto, a plataforma está disponível para 1.356 cartórios em 14 estados. É possível que os cartórios não cadastrados façam o registro no site da Caixa. “Serão anunciados em breve quais estados ainda não têm acesso e eles serão adicionados aos poucos para garantir fluidez e rapidez aos processos”, disse Mahl.

    Pessoa jurídica

    Hoje, a Caixa financia 5.603 empreendimentos e 740 mil unidades residenciais em fase de construção, segundo Guimarães. A expectativa, com as novas medidas, é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representaria 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos.

    “Quando lançamos o outro pacote de medidas, em abril, a expectativa era termos até 5% das obras paralisadas. Agora temos menos de 1%”, disse Guimarães.

    O vice-presidente de Habitação da Caixa explica que as medidas para pessoas jurídicas diminuem as exigências feitas para contratação do crédito na fase inicial do projeto

    Na prática, a empresa não precisa mais ter 15% da obra pronta para conseguir o financiamento, ela pode contrair o crédito mesmo sem ter iniciado a construção. E antes, para conseguir o financiamento, era necessário ter vendido 30% dos imóveis do projeto. “Vamos diminuir o percentual para 15%. Ou seja, precisa ter no mínimo 15% de vendas para conseguir o crédito”, disse Mahl.

    Segundo ele, o objetivo das medidas é trazer mais liquidez para o mercado imobiliário e fomentar lançamentos de novos empreendimentos, que vão ajudar na retomada do setor. “Mesmo em meio à crise, em junho, voltamos a fazer cerca de 300 mil simulações dia, o que demonstra que a demanda está muito aquecida, e que as empresas podem fazer os lançamentos”, diz.

    Serviço

    A Caixa disponibilizou os principais canais em que os clientes podem tirar dúvidas:

    Aplicativo Habitação CAIXA: disponível para os sistemas operacionais Android e iOS (pode ser baixado gratuitamente na Google Play ou App Store);

    Telefones: 3004-1105 e 0800 726 0505 (disponíveis de segunda a sexta-feira das 8h às 20h);

    SAC: 0800 726 8068 (disponível de segunda a sexta em qualquer horário e aos sábados de 10h às 16h).

    Fonte InfoMoney

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  • Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil. Imunizador está atualmente na fase três de testes

    A vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

    O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

    “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

    Segundo ela, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

    A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

    Vantagens da vacina de Oxford

    Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

    Fonte R7

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  • Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados na quarta-feira (8), o Brasil acumula 1.713.160 de casos confirmados e 67.964 mortes pelo novo coronavírus. O país atingiu hoje a marca de um milhão de casos recuperados de covid-19.

    Nas últimas 24 horas, foram adicionadas 1.223 mortes aos registros oficiais. Há ainda 4.105 óbitos em investigação. O painel do órgão também trouxe 44.571 novos casos diagnosticados de terça-feira (7) para ontem. Estão em acompanhamento no país 624.695 pacientes infectados pelo novo coronavírus.

    No balanço de terça-feira, o país contabilizava 66.741 mortes e 1.668.589 casos acumulados de covid-19, desde o início dos registros.

    Em entrevista coletiva realizada hoje em Brasília, a equipe do Ministério da Saúde apresentou a evolução da pandemia no país, destacando uma estabilidade na curva do número de mortes e um aumento na curva dos casos confirmados.

    Estados

    Os estados com mais mortes são São Paulo (16.788), Rio de Janeiro (10.970), Ceará (6.665), Pernambuco (5.323) e Pará (5.169). As unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (134), Tocantins (233), Roraima (386), Acre (404) e Santa Catarina (432).

    Fonte: Agência Brasil

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  • Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, afirmou ao Jornal da CBN que a vacina contra o coronavírus desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac pode estar pronta para uso já no fim deste ano. Segundo ele, estudos apontaram que a proteção do medicamento ficou acima dos 90%. O especialista destacou que 60 milhões de doses estarão disponíveis em setembro, mas a distribuição só vai acontecer após a confirmação da eficiência.

    “Esse estudo clínico deve acontecer muito rapidamente. Esperamos concluir [a análise dos resultados de] 9 mil voluntários, no máximo, até outubro. […] Quando você compara o grupo vacinado com o grupo controle, os resultados estatísticos podem aparecer muito rapidamente. Se esses resultados aparecerem ainda esse ano, nós podemos registrar a vacina em regime de urgência, e a partir daí, nós já teremos a vacina. No nosso acordo com a Sinovac, nós temos acesso a 60 milhões de doses a partir de setembro.”

    Dimas Tadeu Covas também falou que apenas os profissionais da saúde poderão ser voluntários. Ele explicou que o objetivo é facilitar o experimento, já que a categoria está mais exposta ao coronavírus:

    “Então, são profissionais da saúde com idade acima de 18 anos em sete centros do estado de São Paulo e cinco centros fora, em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília. Esses centros farão o recrutamento. Quer dizer, cada um desses centros faz o seu recrutamento e acompanha os voluntários. Os voluntários são acompanhados com muita frequência, com todo o procedimento, que é controlado por uma agência internacional no sentido de garantir que o estudo está sendo bem feito dentro dos padrões éticos mundiais.”

    O diretor do Instituto Butantan ainda disse que a pandemia está em franca ascensão no Brasil, principalmente no interior. Segundo ele, as medidas de restrição e flexibilização das atividades devem se estender até o fim deste ano em algumas regiões do país:

    “Acho que vamos ter um bom período pela frente, com essas questões de quarentena, de ter que aumentar a quarentena. Nos lugares que estiverem um pouco melhor, você pode afrouxar um pouco, para não sufocar a atividade econômica. Mas nós vamos ter que aprender a conviver com a situação, que deve perdurar até outubro, novembro ou até dezembro em algumas regiões.”

    A terceira fase de testes da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan começa no dia 20. Já o recrutamento dos voluntários que querem participar dos testes vai ter início na segunda-feira.

    Fonte: CBN

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  • Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    País tem pesquisadores de primeiro mundo!

    Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que a cura da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) está próxima. Trata-se do primeiro estudo, em escala global, a testar um supertratamento em indivíduos cronicamente infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).

    Quem coordena a pesquisa é o infectologista Ricardo Sobhie Diaz. Juntamente com a sua equipe, Diaz vem trabalhando em duas frentes para a cura da doença. Uma delas utiliza medicamentos e substâncias que matam o vírus no momento da replicação e eliminam as células em que o HIV fica adormecido (latência); a outra desenvolve uma vacina que leva o sistema imunológico a reagir e eliminar as células infectadas nas quais o fármaco não é capaz de chegar.

    A pesquisa foi realizada com 30 voluntários com carga viral indetectável, sob tratamento padrão, conforme o que é atualmente preconizado: a combinação de três tipos de antirretrovirais, mais conhecida como “coquetel”. Os voluntários foram divididos em seis subgrupos, recebendo – cada um deles diferentes combinações de remédios, além do próprio “coquetel”.

    Para os integrantes do subgrupo que apresentou os melhores resultados até o momento, foram administrados mais dois antirretrovirais: o dolutegravir, a droga mais forte atualmente disponível no mercado; e o maraviroc, substância que força o vírus, antes escondido, a aparecer.

    Eles também receberam duas substâncias que potencializam o efeito dos medicamentos: a nicotinamida – uma das duas formas da vitamina B3, que mostrou ser capaz de impedir que o HIV se escondesse nas células; e a auranofina – um antirreumático, que deixou de ser utilizado há muitos anos para tratar a artrite e outras doenças reumatológicas. A auranofina revelou potencial para encontrar a célula infectada e levá-la ao suicídio.

    O infectologista explica que os testes in vitro, in vivo (em animais) e, agora, em humanos confirmam que a nicotinamida é mais eficiente contra a latência quando comparada ao potencial de dois medicamentos administrados para esse fim e testados conjuntamente.

    Vacina 

    Apesar da descoberta dessas substâncias (a nicotinamida e a auranofina) para a redução expressiva da carga viral, os pesquisadores concluíram que seria necessário algo estratégico que ajudasse a imunidade do paciente contra o vírus. Dessa forma,  eles desenvolveram uma vacina de células dendríticas, que conseguiu ensinar o organismo do paciente a encontrar as células infectadas e destruir uma a uma, eliminando completamente o vírus HIV. A vacina de células é fabricada a partir de monócitos (células de defesa) e peptídeos (biomoléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos) do vírus do próprio paciente.

    Uma vez apresentados, esses linfócitos, que participam do controle de infecções, aprendem a encontrar e matar o HIV presente em regiões do corpo – chamadas pelos especialistas de “santuários” – aonde os antirretrovirais não chegam ou, quando chegam, atuam de forma muito modesta, como cérebro, intestinos, ovários e testículos.

    Os seis pacientes que fizeram parte do subgrupo que recebeu o supertratamento ainda aguardam os resultados finais da terceira dose da vacina. Após análises de sangue e das biópsias do intestino reto deste grupo vacinado  que os pesquisadores partirão para o desafio final: suspender todos os medicamentos de um deles e acompanhar como seu organismo irá reagir ao longo dos meses ou, até mesmo, dos anos”, conclui. “Caso o tempo nos mostre que o vírus não voltou, aí sim, poderemos falar em cura”, afirma Ricardo Sobhie Diaz, segundo à Agência Unifesp.

    Fonte: Exame

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  • BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    De acordo com análise do Imperial College de Londres, a taxa atual é menos do que a metade registrada há três semanas

    O Brasil tem registrado uma sucessiva diminuição na taxa de contágio (Rt) da covid-19 nas últimas semanas. Em nova análise do Imperial College de Londres, pesquisadores inferiram que, atualmente, cada grupo de 100 pessoas infectadas com o vírus transmite a doença para outras 105. O índice, no entanto, ainda é considerado alto e faz com que a epidemia se espalhe em velocidade progressiva no país.

    Em pouco mais de um mês, a Rt brasileira caiu de 2,8 (ou seja, um doente passando o vírus para quase três pessoas) para 1,05. Taxas acima de 1 indicam que a transmissão ainda está fora de controle. Por isso, o Brasil está há oito semanas no rol de países cuja epidemia não consegue ser barrada com eficácia.

    No grupo de 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo Imperial College, o Brasil, que já ocupou a posição de maior taxa de transmissão no fim de abril, agora está na 27ª posição. Na América Latina, epicentro da doença no mundo, a Bolívia e o Peru estão com Rt de 1,36. Na frente do Brasil também se encontram a Argentina (1,29), Chile (1,12) e Colômbia (1,1).

    A diminuição da taxa deve impactar no número total de óbitos ao final desta semana epidemiológica, já que os estudos não indicam que o acumulado deve continuar subindo. Até dia 20 de junho, o grupo estima que serão contabilizadas mais 7.090 mortes. O recorde foi de 7.096 na semana epidemiológica 23.

    Nem por isso a situação é confortável para o Brasil que, atualmente, é o país com maior número de casos e fatalidades registrados diariamente. Desta forma, a previsão é também a maior entre os 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo grupo. A segunda estimativa mais alta é quase a metade da brasileira. São esperados 3,6 mil mortos no México.

    Fonte Correio Braziliense

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