Categoria: Brasil

  • PRESOS “SOLTOS”: Maioria do STF é favorável a indulto de Natal de Temer

    PRESOS “SOLTOS”: Maioria do STF é favorável a indulto de Natal de Temer

    A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira não impor limites ao decreto de indulto assinado pelo presidente Michel Temer em 2017, que abriria a possibilidade de perdão judicial a políticos condenados na Lava-Jato. O julgamento foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Luiz Fux e não tem data para recomeçar.

    Seis magistrados apresentaram voto defendendo a prerrogativa exclusiva do presidente em estabelecer os parâmetros do perdão judicial a criminosos. Apenas Luís Roberto Barroso, relator, e Edson Fachin votaram para restringir o indulto.

    O decreto assinado por Temer concedeu perdão judicial a criminosos que tivessem cumprido um quinto da pena em qualquer caso de crime praticado sem violência. Autoridades enxergaram no texto — o mais abrangente dos últimos 30 anos — uma tentativa de livrar da cadeia condenados pela Lava-Jato.

    Nesta quinta, diante do resultado parcial do julgamento, o procurador Deltan Dallagnol lembrou que o indulto de Temer poderá perdoar pelo menos 21 condenados por corrupção pela Lava-Jato que, nas palavras dele, “sairão pela porta da frente da cadeia sem pagarem o preço devido por seus graves crimes”.

    Enquanto os investigadores da Lava-Jato lamentavam, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, comemorou o resultado parcial do julgamento.

    — A votação representa uma vitória do Estado de Direito, já que não existe nada no nosso ordenamento jurídico que autorize ministros do STF a definir as regras de decretos de indulto natalino. Ministros podem até não concordar com o decreto, mas não podem reescrevê-lo — disse Marun.

    Embora o pedido de vista tenha adiado a decisão da Corte, o recado da maioria dos ministros é que, se o presidente Michel Temer quiser editar um decreto com os mesmos parâmetros neste ano, não encontrará barreiras jurídicas. Até o julgamento ser retomado, ainda tem validade a liminar dada em março pelo ministro Barroso, que restringiu o alcance do decreto, tirando o benefício de condenados por corrupção. Além de Fux, Cármen Lúcia e o presidente, Dias Toffoli, ainda não votaram.

    O presidente eleito, Jair Bolsonaro, já afirmou que não irá decretar indultos em seu governo.

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    Roger Campos

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  • Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    A aprovação de um aumento de 16,38% para os salários de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República — com efeito cascata que poderá gerar gastos superiores a R$ 5 bilhões — revoltou milhões de brasileiros.

    A votação do texto no Senado foi contrária à austeridade fiscal defendida pelas equipes econômicas do governo de Michel Temer (MDB) e do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

    Um abaixo-assinado online, criado pelo partido Novo logo após a aprovação pelo Senado, no dia 7, pede que o presidente Temer vete o aumento. A petição teve uma média de 223 mil subscrições por dia, atingindo 2,663 milhões neste domingo (18).

    Se sancionado por Temer, o salário dos magistrados irá dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. O valor é o mesmo pago a deputados e senadores.

    “O plano dos parlamentares é aumentar o salário dos ministros do STF para ampliar o teto constitucional, assim conseguem aumentar os próprios salários e os de outras funções públicas. Isso causa um efeito cascata e retroativo que o Brasil não suporta mais, com graves consequências posteriores para estados e municípios, muitos já em situação de calamidade financeira”, escreveu o partido Novo na petição, que tem efeito legal ou prático.

    Nenhum representante do Novo foi localizado para comentar o abaixo-assinado.

    Temer aguarda um parecer técnico do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que deverá servir de embasamento para a decisão sobre o aumento. Mesmo que derrubado pelo presidente, o veto volta para o Congresso, onde os parlamentares poderão votar por manter o reajuste.

    Uma sondagem feita pelo Paraná Pesquisas na semana passada mostrou que nove em cada dez brasileiros acham o aumento injusto.

    A “moeda de troca” do Judiciário, proposta pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, foi abrir mão do auxílio-moradia pago aos magistrados: R$ 4.377,73 mensais (o custo total desse benefício pode chegar a R$ 900 milhões neste ano).

    Para o fundador e secretário-geral da Associação Contas Abertas, Francisco Gil Castello Branco Neto, “é lamentável essa ideia de uma barganha”.

    “Trocar um absurdo antigo por um absurdo novo. Absurdo antigo é o auxílio-moradia da forma como foi concedido, beneficiando juízes e procuradores mesmo quando eles têm imóveis próprios nas cidades onde residem e trabalham. O segundo absurdo é o aumento é irresponsável sob o ponto de vista fiscal, quando o país tem um déficit previsto para o ano que vem de R$ 139 bilhões”, diz.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), defendeu a aprovação do texto, no dia da votação.

    “Essa matéria não aumenta despesa. O próprio presidente da Suprema Corte [ministro Dias Toffoli], assim como a procuradora-geral [Raquel Dodge], ligou para mim dizendo que eu ficasse despreocupado ao votar essa matéria porque há um teto de gastos e que não ultrapassariam em um centavo sequer o teto de gastos das suas instituições.”

    O fundador da Contas Abertas discorda. “Talvez no STF, por serem 11 ministros, e no Ministério Público Federal eles consigam respeitar o teto de gastos. Mas não há como desconsiderar o efeito brutal que isso pode ter nos Estados. Inclusive, 14 Estados já extrapolaram o limite de 60% da receita corrente líquida em gastos com pessoal.”

    A Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado estima que só a União gastaria R$ 1,7 bilhão por ano com o reajuste.

    Nos Estados, o órgão parlamentar estima um custo adicional de R$ 3,6 bilhões, ressalvando, no entanto, que o impacto pode “ser significativamente mais elevado” do que este cálculo.

    Folha de pagamento é a maior despesa

    A principal despesa do Judiciário é com pessoal (ativos e inativos): R$ 18,5 bilhões em 2017 (44% do total), no caso dos tribunais ligados à União. Somente o Supremo desembolsou R$ 417,7 milhões no ano passado para pagar salário de servidores.

    Para efeito de comparação, a Suprema Corte dos Estados Unidos gastou o equivalente a R$ 299,6 milhões (US$ 79,2 milhões) com salários no ano fiscal de 2017 (out/2016 a set/2017).

    O salário dos ministros da Suprema Corte americana aumentou 19,3% em oito anos: de US$ 213,9 mil para US$ 255,3 mil por ano.

    A inflação acumulada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entre dezembro de 2009 e outubro de 2018 é de 69,75%. Com base nisso, o salário de um ministro do Supremo teria que ser de R$ 46.165,75 se fosse reposta toda a perda monetária do período.

    Gil Castello Branco acrescenta que o argumento da correção salarial é incoerente do ponto de vista social.

    “Isso teria algum sentido se todas as categorias profissionais do Brasil tivessem conseguido uma reposição de perda salarial decorrente da corrosão inflacionária. Estamos elevando os maiores salários do país com 13 milhões de desempregados.”

    Entre os 16 senadores que votaram contra o texto — foram 41 votos favoráveis —, está Cristovam Buarque (PPS-DF). O parlamentar afirmou que “não é hora de dar aumento no teto”.

    “Alguns dizem, eles [ministros do STF] são tão pouquinhos que no conjunto da dívida pública brasileira isso não vai pesar. É simbólico, além do que custa quando se espalhar para todos. É uma vergonha, é uma desmoralização das contas públicas que alguns de nós sempre lutamos para que fossem zeladas.”

    Outro voto contrário foi do senador Reguffe (sem partido-DF). Ele disse que o Executivo, o Legislativo e também o Judiciário já têm “privilégios e mordomias inaceitáveis”.

    “Esse aumento é, na minha opinião, uma verdadeira excrescência, um desrespeito ao contribuinte deste país”, acrescentou.

    Fonte R7

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    Roger Campos

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  • Sul de Minas deve perder 70 médicos cubanos com fim de parceria do Mais Médicos

    Sul de Minas deve perder 70 médicos cubanos com fim de parceria do Mais Médicos

    O Sul de Minas deve perder 70 médicos cubanos até o fim do ano nas unidades de saúde da região. A informação é Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). O impacto deve acontecer após o governo de Cuba anunciar a decisão de deixar o Programa Mais Médicos.

    Com a movimentação do governo cubano para retirada dos profissionais de saúde a partir de 25 de novembro, as cidades do Sul de Minas começam a perder profissionais. Os 70 médicos fazem parte do grupo de 187 profissionais cadastrados no Mais Médicos em 82 cidades da região. Com isso, o programa perde no Sul de Minas 37,4% dos seus médicos.

    “Nós temos que fazer a substituição o mais rápido possível. Pro Sul de Minas, são 70 médicos da cooperação com Cuba que deixam nossa região”, explicou o presidente do Conasems, Mauro Junqueira.

    Mauro reforçou a preocupação do conselho com a falta de profissionais na região e em todo o país. “São quase 8,4 mil médicos que deixam o programa [no país] e nós temos que fazer a substituição o mais rápido possível”.

    Na segunda-feira (19), o Ministério da Saúde discute com o Conasems os detalhes do edital para substituição dos profissionais que devem deixar o país. Minas Gerais perderá 596 médicos com o fim da parceria com cuba no programa social. Segundo dados do Ministério da Saúde, eles são responsáveis pelo atendimento em 283 dos 853 municípios de Minas Gerais.

    Cerca de 600 municípios brasileiros podem ficar sem nenhum médico da rede pública a partir do dia 25 de dezembro. O governo de Cuba anunciou a decisão de sair do programa social Mais Médicos na última quarta-feira (14), citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) à presença dos médicos cubanos no Brasil.

    Com as mudanças, a previsão da Confederação dos Municípios é que 28 milhões de pessoas sejam afetadas.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • GÁS DE COZINHA MAIS CARO a partir desta terça-feira (06/11), anuncia Petrobras

    GÁS DE COZINHA MAIS CARO a partir desta terça-feira (06/11), anuncia Petrobras

     

    O preço do gás de cozinha será reajustado pela Petrobras a partir desta terça-feira, 6 de novembro (06/11). O Sindigás, que representa as empresas distribuidoras, afirmou que os preços devem aumentar entre 8,2% a 9%, no caso do GLP para embalagens de até 13 kg.

    A revisão do preço para consumo residencial representa em valores R$ 25,07, um reajuste de R$ 1,97 por botijão. No ano, a alta acumulada é de 2,8%. Desde janeiro, a estatal reajusta o botijão de gás trimestralmente. Em janeiro e abril, os valores foram reduzidos e em julho, elevado.

    Desde o início do ano, revisões trimestrais são feitas. A estatal realiza o segundo aumento de preço seguido após dois trimestres de diminuição de preços.

    Apesar do aumento, o Sindigás estima que o preço ainda esteja 29% abaixo da média praticada no mercado internacional no caso dos botijões de até 13 kg.

    No caso do GLP empresarial, os preços no mercado aparecem 52,4% maior em comparação com o gás de cozinha.

    Fonte O Povo Online

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  • Horário de Verão já está valendo em 10 estados e no DF.

    Horário de Verão já está valendo em 10 estados e no DF.

    “ACERTE O SEU PELO MEU, RELÓGIO QUE ATRASA NÃO ADIANTA”.

    Esse bordão ficou muito conhecido na rádio do sul de Minas. É de autoria do mais importante radialista da história de Três Pontas, Rui Quintão, responsável, dentre outras coisas, pelo lançamento do cantor e compositor Milton Nascimento no cenário musical. E por conta da entrada em vigor do horário de verão, essa frase está atualíssima. Os relógios já foram adiantados em uma hora. Fique atento!

    Radialista Rui Quintão não deixava nenhum ouvinte “perder a hora”.

    O horário de verão de 2018 começou na primeira hora deste domingo (4). Desde meia-noite, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal foram orientados a adiantar o relógio em uma hora.

    O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e irá vigorar até o terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).

    Este ano, o horário de verão foi encurtado. Até o ano passado, ele se iniciava no terceiro domingo de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou a duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição.

    O Palácio do Planalto chegou a informar no início do mês que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro.

    Relógios fora de hora

    As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão.

    No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android.

    Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados e mostravam horário de verão na manhã do domingo (21).

    O SindiTeleBrasil, sindicato responsável pelas operadoras de telefonia, afirmou que as empresas já programaram o início do horário de verão em suas redes e serviços.

    Apesar disso é preciso estar atento para que a função “data e hora” do celular esteja em modo de busca automática pelo horário da rede operadora, afirma o SindiTeleBrasil. Caso contrário o aparelho não fará a atualização automaticamente.

    Fim do horário de verão

    O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo.

    Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia.

    O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo.

    De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma:

    “Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”.

    O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.

    O Ministério de Minas e Energia disponibiliza perguntas e respostas sobre o horário de verão.

    Fonte G1

     

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  • Sérgio Moro aceita convite de Bolsonaro para o Ministério da Justiça

    Sérgio Moro aceita convite de Bolsonaro para o Ministério da Justiça

    O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 1ª instância, aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

    Os dois estiveram reunidos nesta manhã, no Rio de Janeiro. Moro chegou à casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, um pouco antes das 9h. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças.

    Após o encontro, Moro divulgou nota dizendo que aceitou “honrado” o convite. Moro disse, ainda, que aceitava o cargo com “certo pesar” pois terá que abandonar a carreira de juiz após 22 anos de magistratura.

    “No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”, escreveu Moro.

    Com a decisão de se afastar do Judiciário, Moro não vai mais interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – o petista seria ouvido em 14 de novembro.

    Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

    Veja na íntegra o comunicado do juiz Sérgio Moro:

    “Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar, pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrução dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes.

    Curitiba, 01 de novembro de 2018.

    Sergio Fernando Moro”

    Fonte G1

     

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  • ELEIÇÕES: BOLSONARO É O NOVO PRESIDENTE DO BRASIL

    ELEIÇÕES: BOLSONARO É O NOVO PRESIDENTE DO BRASIL

    O candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil! Ele obteve a confirmação na eleição do segundo turno realizada neste domingo (28) e confirmada pelo TSE há poucos instantes. Bolsonaro havia ganho com uma margem ampla o primeiro turno das eleições presidenciais do Brasil e disputou o segundo turno com Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), numa eleição marcada por Fake News, facada, falta de debates e muita baixaria.

    Na véspera da eleição do segundo turno, o Ibope divulgou neste sábado (27) a última pesquisa do instituto sobre a intenção de voto da eleição presidencial. Segundo o instituto, Jair Bolsonaro (PSL) venceria se a eleição fosse ontem. Mas a distância dele para Fernando Haddad (PT) teria diminuído.

    Um candidato é eleito no segundo turno quando consegue cinquenta por cento dos votos válidos mais um voto.

    Nas eleições do segundo turno, que acabaram de sacramentar a vitória do Partido Social Liberal nas urnas, a votação ficou assim:

    Votos (Urnas apuradas 100%)

    _ Bolsonaro: 57.797.073 – 55,13%

    _ Haddad: 47.039.291 – 44.87%

    _ Brancos: 2.486.581 – 2,14%

    _ Nulos: 8.608.022 – 7,43%

    O NOVO PRESIDENTE DOS BRASILEIROS

    Jair Messias Bolsonaro (1955) é capitão da reserva do Exército e político brasileiro. Exerce seu sétimo mandato de deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 21 de março de 1955. Filho de Perci Geraldo Bolsonaro e de Olinda Bonturi, ambos descendentes de famílias italianas. Foi aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de Campinas. Em 1977 formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro. Cursou a Brigada de Paraquedismo do Rio de Janeiro. Em 1983 formou-se no curso de Educação Física do Exército. Chegou à patente de Capitão.

    Em 1986 liderou um protesto contra os baixos salários dos militares. Escreveu um artigo para uma revista de grande circulação no país, intitulado “O salário está baixo”.

    Carreira Política

    Em novembro de 1988, Jair Bolsonaro foi eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Em outubro de 1990, foi eleito deputado federal pelo PDC. Renunciou o mandato de vereador e tomou posse na Câmara dos Deputados em 1991. Em 1993, participou da fundação do Partido Progressista Reformador (PPR), nascido da fusão do PDC e do Partido Democrático Social (PDS).

    Em 1994 foi reeleito e na sua candidatura, a sua plataforma de campanha incluía a luta pela melhoria salarial para os militares, o fim da estabilidade dos servidores, a defesa do controle da natalidade e a revisão da área dos índios ianomâmis.  Foi mais uma vez indicado para a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara. Em 1995 filia-se ao Partido Progressista Brasileiro (PPB), resultado da fusão do PPR com o PP.

    Em 1998, exercendo seu terceiro mandato de deputado, se candidatou ao cargo para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

    Em 2002, foi eleito pela quarta vez ao cargo de deputado federal pelo PPB, mas nesse mesmo ano, filia-se ao PTB. No início de 2005 deixa o PTB e filia-se ao PFL. Em abril, deixa o PFL e filia-se ao Partido Progressista (PP). Em 2006 é eleito para seu quinto mandato. Assume a titularidade das comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania, de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

    Em 2014, Jair Bolsonaro foi reeleito para o seu 7º mandato. Em março de 2016, filiou-se ao PSC, em 2017 esteve em negociações com o Patriotas (PEN). Em 2018 a sua candidatura à Presidência do Brasil foi feita através do PSL.

    Família

    Jair Bolsonaro foi casado com a vereadora Rogéria Nantes Nunes, entre 1993 a 2001. Juntos tiveram três filhos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro), Flávio Bolsonaro (deputado estadual do Rio de Janeiro) e Eduardo Bolsonaro (deputado federal por São Paulo). Foi também casado com Ana Cristina Vale, com quem teve um filho. Em 2013 casou-se com Michelle, e com ela tem uma filha.

    Atentado a Bolsonaro

    No dia 6 de setembro de 2018, Jair Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen no momento em que estava no meio de uma multidão fazendo campanha eleitoral na cidade mineira de Juiz de Fora. Bolsonaro foi levado para a Casa de Misericórdia, onde se submeteu a uma cirurgia. A facada atingiu o intestino delgado e o intestino grosso. Depois da cirurgia, Bolsonaro foi transferido para o Hospital Albert Einstein em São Paulo. No dia 13, depois de diagnosticado com aderência no intestino, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de emergência e encontra-se em recuperação. O agressor foi preso e levado para a Polícia Federal para prestar esclarecimentos.

    No segundo turno, ficou mais em casa, atendendo a recomendações médicas. Evitou debates e compromissos externos de campanha. Venceu as eleições de ponta a ponta, sendo odiado pelas minorias e classe artística. Mas para seus seguidores, se tornou uma espécia de “mito”, tendo agora a responsabilidade de tirar o Brasil do marasmo econômico e social, devolvendo=o ao crescimento e a um patamar de confiança interna e internacional.

    Fonte: EBiografia

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  • EDITORIAL: QUE BRASIL TEREMOS PÓS ELEIÇÃO?

    EDITORIAL: QUE BRASIL TEREMOS PÓS ELEIÇÃO?

    As Fake News já “venceram” os projetos.

    Independente de quem vença as eleições neste domingo (28) fatalmente um novo ciclo se iniciará. Com Haddad recolocando o PT mais uma vez no poder, depois do impeachment de Dilma Rousseff. Mas principalmente se Bolsonaro vencer.

    O candidato do PSL significa para muitos brasileiros a chance de colocar um fim nos escândalos de corrupção, nas acusações sistêmicas de roubo do dinheiro público. Para outros será um retrocesso, uma volta à ditadura e até a perseguição contra as minorias. Mas é fato que Bolsonaro, praticamente um desconhecido até pouco tempo atrás, se tornou “mito” para alguns de seus defensores por causa das falhas, dos desvios e desmandos que envolvem o Partido dos Trabalhadores, que, segundo muitos, como Cid Gomes e o rapper Mano Brown, se desvirtuou, saiu dos trilhos, perdeu a identidade e se afastou da população. Foi o PT quem serviu de escada para que Jair Bolsonaro subisse no conceito, no gosto e nas pesquisas.

    Não precisa ser cientista político para perceber que o Brasil depositou todas as suas fichas em Lula, quando chegou ao Planalto pela primeira vez, principalmente pela origem pobre, pelas lutas sindicais, por parecer diferente, por passar a imagem de ser mais um de nós, do povo trabalhador. Mais do que qualquer um, ele não poderia errar. E como resultado disso, concordem ou não, achem justo ou achem golpe, o semideus petista está preso, acusado de corrupção no caso Triplex, talvez “o menor dos crimes” que ainda lhe poderão cair nas costas.

    O fracasso de Dilma, golpe ou não, deu mais combustível a Bolsonaro, uma espécie de porta-voz do grito cada vez mais forte contra o PT. A presidência da República cairia no colo de Aécio Neves, sem o menor esforço. Mas a sede de poder, o envolvimento em outros escândalos de corrupção, alardeados aos quatros cantos, jogado debaixo do tapete pelo STF, o reduziram apenas ao posto de deputado. Isso graças aos mineiros que, parecendo não ter aprendido, lhe outorgaram mais um mandato, revalidaram seu foro privilegiado, afastando dele as grades da prisão, caso houvesse uma condenação, a exemplo de Lula.

    O vice de Dilma, agora presidente, Temer, resolveu atear fogo no circo e, com uma piores aprovações para um chefe da Nação, inflamou em muitos as teorias de que Bolsonaro seja o único caminho.

    Essa eleição que se encerra com o voto na urna amanhã, entra para história como aquela em que as Fake News deram o tom, no lugar de propostas. Agressões nas redes totalmente insociais, xingamentos, tapas, chutes, socos e sopapos fora da internet. Sem contar a facada que quase tirou a vida do mais cotado a assumir a presidência. Num caso, aliás, ainda hoje totalmente mal explicado. Não é mesmo Adélio?

    Foi assim com Ulisses Guimarães, com Teori Zavascki, com Eduardo Campos, principalmente com Tancredo Neves. Ainda pode ser com Bolsonaro, caso ele obtenha maioria nas urnas. Rogando praga? Não, claro que não! Apenas uma análise do atual cenário político eleitoral brasileiro. Nebuloso é pouco! De terror.

    Bolsonaro está longe de ser “a menina dos olhos”, a feição da perfeição, um salvador da Pátria, literalmente. Sua falta de discurso em muitos momentos, sua rispidez e defesa de valores conservadores colocam uma pulga atrás da orelha de muita gente aqui e no mundo. Ao mesmo tempo, é por isso que muitos o idolatram. O capitão austero, defensor da família, que coloca o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos, que promete não roubar e punir quem rouba; não fazer conchavo e acordos políticos duvidosos; dar mais segurança, emprego, saúde e educação; é visto como a última esperança de uma real mudança no Brasil. Para melhor!

    Aliás, por falar em Real, essa eleição se vencida por Bolsonaro, representará o fim do polo do Plano Real, onde tucanos e petistas assumiram a paternidade do filho bonito e se garantiram no poder até hoje.

    Mais do que um modelo perfeito através da figura de Bolsonaro, está claro com o crescimento absurdo dos “antis” contra o petismo, o esquerdismo e o socialismo, que o brasileiro, com exceção do petista, se cansou.

    Caso Haddad seja derrotado e Lula continue preso, o que é mais provável que aconteça, aproximará o fim da história do PT no poder. E também da farra que envolve todos os partidos tradicionais e envolvidos em corrupção, que se mostram temerosos de que Bolsonaro, aparentemente fora do “eixo do mal”, não convidado para participar do Clube do Bolinha onde a picaretagem impera, no comando do país, faça uma faxina geral em Brasília.

    Faxina, aliás, que os brasileiros iniciaram nessas eleições, botando vários caciques políticos no olho da rua, sem seus cargos políticos diante das derrotas nas urnas. Ainda tem muita gente ruim pra ser tirada. Mas pelo menos o brasileiro realmente parece ter acordado. Minas Gerais por um lado tirou Pimentel que quebrou o Estado, mas deu mais uma vitória a Aécio. Não dá pra entender…

    A politica no Brasil se mostra hoje terra arrasada. Essa eleição deixou um recado para o sistema político atual: ou trabalham para o povo ou destronamos quem quer que seja.

    Isso tudo é resultado da recessão, do agravamento da crise econômica e da pobreza, da miséria social. Não, não tiraram milhões da pobreza. Eles continuam lá! Muitos na ilusão de que, mesmo sem emprego, sem saúde, sem educação, sem segurança, sem transporte, sem saneamento, sem esperança, graças a programas assistenciais, tudo está uma maravilha. Se dá o peixe na boca e não se ensina a pescar.

    Há muita gente que, de fato, precisa do Bolsa Família. E pra esses deve ser mantida. Mas outros abusam da “boa vontade” do Governo, não controlam a taxa de natalidade, não procuram o sustento próprio. E quando procuram nunca acham. Portas fechadas. Não temos vagas! Não estamos contratando. Aliás, estamos demitindo, fechando as portas, pedindo concordata, falindo…

    Bolsonaro se apresentou como porta-estandarte de um novo modelo de politica, de valores, de possibilidades.  A moralidade, a religiosidade fez com que os brasileiros assinassem esse cheque em branco. O PT deu poder a Bolsonaro. Ele é Deus? É mito? Não, claro que não! É apenas uma ideia, um modelo que se apresenta de uma politica diferente que pode se confirmar ou não. Que pode representar o inicio de um novo ciclo ou a derrocada de vez do país.

    Ele terá que calibrar as expectativas gigantes dos brasileiros, infladas com seus discursos fortes e cheio de valores. É fato que Bolsonaro remou contra todo o sistema politico corrupto que governou o País desde a criação da República. É fato que a imprensa nacional, beneficiada com as parcerias e os acordos financeiramente interessantes e vantajosos, para grupos como do conglomerado Globo. O medo da viciada politica corrupta e dos meios de comunicação aproveitadores do estado, do leite secar, da mamata se encerrar e da vaca ir para o brejo, gerou uma campanha contra Bolsonaro nunca vista no país, com ataques pessoais jamais vistos na história politico-eleitoral do Brasil, chamando-o de terrorista, fascista, machista, homofóbico, ditador, etc. Porém, nunca conseguiram chamá-lo de corrupto. E isso poderá fazer a diferença na cabeça do povo brasileiro.

    A imagem que a imprensa e os oposicionistas tentaram passar de um Bolsonaro antidemocrático, louco para implantar a Ditadura, acabou não sendo comprada pelo eleitor brasileiro.

    Nem em embates entre Lula e Collor, Maluf e Brizola, se viu comportamentos do tipo, nessa escala assustadora. Com destaque para a pós-moderna “Fake News”, o uso maléfico, vil das redes sociais.

    O PT, tirando as duvidosas pesquisas eleitorais, cada vez mais estapafúrdias, parece ter entrado no segundo turno apenas para cumprir tabela. Haddad foi escolhido por falta de escolha, por falta de opções, já que o sistema que aí está jamais acreditaria que o semideus da esquerda, Lula da Silva, seria impedido de disputar as eleições por ser um presidiário condenado e continuar trancafiado.

    Caso Bolsonaro vença e acerte o pé do Brasil, o estado brasileiro voltará a funcionar depois de anos ou décadas. Caso erre, toda confiança, sonhos, bandeiras e investimentos em Bolsonaro irão por água abaixo e, mais do que isso, representarão a morte da derradeira esperança. A incredulidade de tudo que envolve a politica.

    E pode ter certeza, se Bolsonaro for eleito e fizer bobagem, será mais um a descer a rampa antes da hora.

    Certamente haverá mais “dureza”, mais embate e combate ao crime, à falta de segurança. Uma mudança nas leis de segurança do estado brasileiro, para uns chamada de clima de terrorismo ou de ditadura, para outros a necessária reforma que o Brasil clama.

    Bolsonaro terá que carregar nos ombros uma responsabilidade jamais dada a nenhum presidente. Ou seja, terá que confirmar tudo aquilo que seu “exército eleitoral” apostou. Suas fichas, sua confiança, seu dinheiro, seu apoio, suas esperanças. Terá também que conviver, certamente, com a maior oposição da história, a ponto de ter que enfrentar uma nova esquerda formada por antigos inimigos: PT e PSDB, juntos. Terá que combater o crime, gerar emprego, dar saúde e educação ao povo, valorizar de fato a criança, o idoso, as famílias. Reconduzir o Brasil no caminho do crescimento através, principalmente de seu guru econômico Paulo Guedes.

    Terá também que provar a cada dia que não implantará uma temida ditadura, a volta do AI-5 e o cerceamento da imprensa, o banimento da liberdade de expressão. Terá que colocar ordem na casa sem ser ditador.

    Caso Haddad vença, terá que provar que o PT não é esse monstro pintado de vermelho. Terá que cumprir suas teses e devolver o Brasil ao crescimento, aos brasileiros.

    Desde Lula, nunca um segundo turno de eleições presidências teve tamanha diferença e favoritismo como o de Bolsonaro. Repito, isso aumenta drasticamente a responsabilidade dele como chefe da Nação.

    Resta esperar amanhã e não desconsiderar uma possível vitória de Haddad. Mas se der Bolsonaro, será que o “Trump Brasileiro” conseguirá governar ou, como a ideia de renovação, será abatido antes do término dos 4 anos?

    Quem viver, verá…

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  • CELULARES ERRAM DE NOVO e entram em horário de verão antes da hora

    CELULARES ERRAM DE NOVO e entram em horário de verão antes da hora

    Uma semana atrás, a operadora TIM viu seus usuários acordando mais cedo após uma falha ter ativado o horário de verão nos relógios fornecidos pela rede celular. Agora (início da madrugada do dia 21 de outubro), o problema aconteceu de novo e dessa vez atingindo mais operadoras. Usuários com linhas ativadas em várias operadoras já afirmaram que o relógio dos seus aparelhos foi adiantado em uma hora. Ou seja: o horário de verão foi ativado antes da hora.

    Aparentemente, desta vez o problema foi apenas no Android. Não há confirmação, mas há grandes chances de que não haja influência das operadoras – pois o problema estaria ligado à agenda oficial da própria Google.

    Até o momento, nenhuma das operadoras  e nem a Google se manifestou. Mesmo assim, é certo que nas próximas horas a correção já será realizada e todos vão voltar a ter seus horários marcados corretamente. De todo modo, você pode fazer a alteração manual conforme indicado logo abaixo.

    Como corrigir no Android

    • 1. Vá até as configurações
    • 2. Data e Hora
    • 3. Desmarque “Data e hora automáticas”
    • 4. Defina o horário certo (para saber o horário correto em sua região, busque por “hora certa” no Google.)

    E quando começa o horário de verão, afinal?

    Originalmente programado para o terceiro domingo de outubro (21), neste ano o início do horário de verão foi adiado primeiro para não atrasar a apuração dos resultados do segundo turno das eleições, em 28 de outubro. Assim, a mudança oficial de horário começa no dia 4 de novembro e vai até o terceiro domingo de fevereiro, dia 17.

    Fonte Tecmundo

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    Roger Campos

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  • CARROS NOVOS MOVIDOS A GASOLINA OU DIESEL SERÃO PROIBIDOS NO BRASIL.

    CARROS NOVOS MOVIDOS A GASOLINA OU DIESEL SERÃO PROIBIDOS NO BRASIL.

    Avança projeto que proíbe carro novo movido a combustível fóssil a partir de 2030.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que proíbe a venda de veículos novos com motor a combustão a partir do ano de 2060. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o PLS 454/2017 segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA), para decisão terminativa.

    A proposta foi aprovada com relatório favorável do relator, Cristovam Buarque (PPS-DF), que não alterou o texto original. O senador prevê uma mudança gradual: a partir de 2030, 90% dos veículos vendidos poderão ter tração automotora por motor a combustão. O percentual passará para 70% em 2040 e para apenas 10% em 2050. Dez anos depois, a proibição será total. A vedação não se aplica a veículos movidos exclusivamente por biocombustíveis.

    Mudança será gradual, estabelece a proposta aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos

    O objetivo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (como gasolina e óleo diesel) e, consequentemente, a emissão de poluentes atmosféricos. O texto altera a Lei 8.723, de 1993, que trata da redução das emissões de poluentes por veículos automotores.

    Ao justificar o projeto, Telmário afirma que a frota nacional de veículos passou de 32 milhões em 2001 para 93 milhões em 2016. É preciso, na opinião dele, reduzir o emprego do combustível fóssil e estimular o uso de veículos elétricos ou que usam biocombustíveis.

    Segundo o autor, países como França, Reino Unido, Áustria, Noruega e Holanda já estão planejando proibir a venda de carros novos a diesel ou gasolina em um futuro próximo.

    Depois da aprovação do projeto na CAE, o relator comparou o prazo para a substituição da gasolina e do diesel com o da Europa, que é mais curto — França e no Reino Unido, por exemplo, anunciaram o fim da venda de carros a diesel e gasolina a partir de 2040; na Noruega, a previsão é 2025.

    — Eu teria colocado prazo mais curto, para 2030 — destacou Cristovam.

    Impacto

    Para Telmário, restringir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis é uma das medidas necessárias para reduzir o aquecimento global causado pelas diversas atividades humanas.

    Além disso, a medida deve reduzir doenças causadas pela poluição atmosférica, especialmente em crianças e idosos, nos grandes centros urbanos. “Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa e a troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, afirma Telmário.

    Em seu relatório favorável, Cristovam informa que dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o setor de transportes é responsável por 15% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. Para o relator, o Brasil precisa acelerar a produção dos carros elétricos “não só para induzir um maior desenvolvimento da indústria brasileira, como também para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”.

    Fonte Agência Senado

     

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    Roger Campos

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  • POLÊMICO: Início do Horário de Verão 2018-2019 entra em vigor no próximo dia 04.

    POLÊMICO: Início do Horário de Verão 2018-2019 entra em vigor no próximo dia 04.

    GOVERNO HAVIA DECIDIDO ADIÁ-LO PARA 18 DE NOVEMBRO, MAS VOLTOU ATRÁS.

    O Horário Brasileiro de Verão 2018-2019 começa às 00h do dia 04 de novembro de 2018. Desde que foi implantado pela primeira vez no Brasil, o Horário de Verão vem gerando certa polêmica. Existem os favoráveis, os contrários a esse sistema e aquelas pessoas que são simplesmente indiferentes à mudança nos relógios, que são programados para funcionar adiantado uma hora.

    A partir da meia-noite do dia 04 de novembro, os relógios brasileiros serão ADIANTADOS em 1 hora nos estados em que o Horário de Verão é válido.

    Este ano o Horário de Verão começa mais tarde por conta das Eleições 2018. Embora tenha sido cogitado um segundo adiamento do início do horário de verão para o dia 18 de novembro (com o objetivo de não interferir com o Exame Nacional do Ensino Médio), este não se concretizou.

    Origens

    As origens do Horário de Verão datam do ano de 1907, quando William Willettb, um construtor britânico e membro da Sociedade Astronômica, deu início a uma campanha para adoção do Horário de Verão naquele país.

    Naqueles dias, o argumento utilizado era que haveria mais tempo para o lazer, menor criminalidade e redução no consumo de luz artificial. No entanto, devido à oposição, a ideia não foi implantada na Inglaterra.

    Somente em 1916, a Alemanha, adota o Horário de Verão, tornando-se a primeira nação a adotar o sistema, no que foi seguida por diversos países da Europa, em função da Primeira Guerra Mundial.

    NO BRASIL – Ele foi adotado pela primeira vez em 1931, visando também a economia de energia elétrica.

    Mas, e pra você? O Horário de Verão é bom ou ruim?

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  • ELEIÇÕES: TSE reafirma que eleitor pode usar camiseta de candidato na hora do voto

    ELEIÇÕES: TSE reafirma que eleitor pode usar camiseta de candidato na hora do voto

    Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) reafirmou nesta sexta-feira que o eleitor pode usar camiseta de seu candidato no dia da eleição . Mas não serão permitidas condutas que caracterizem boca de urna, como aglomeração de pessoas com a mesma roupa nem distribuição dessas camisetas.

    O relator do caso, ministro Tarcísio Vieira, destacou que a resolução do TSE sobre o assunto tem uma redação que deixa margem para interpretações distintas. O ideal seria mudar o texto, mas, faltando apenas dois dias para a eleição, isso não seria possível.

    — O que a lei proíbe categoricamente? A promoção de comício, de carreata, uso de alto-falante, arregimentação de eleitor, propaganda de boca de urna. Enfim, proíbe a propaganda eleitoral, mas não a manifestação pessoal, desde que seja respeitosa, silenciosa e sobretudo individual — afirmou o ministro.

    A Corte deliberou sobre o tema a pedido do vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques. Segundo ele, era necessário ter uma padronização da norma, uma vez que havia divergências entre os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

    Fonte Extra 
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