Categoria: Colunistas

  • A VELA E O FOGO por Nilson Lattari

    A VELA E O FOGO por Nilson Lattari

    A vela é somente vela quando tem o fogo a tremelicar com o vento. Desenha formas desordenadas nas paredes, dá vida ao breu, entretém as pessoas, e é o motivo de brincadeiras de crianças, quando juntam os dedos das mãos e fazem teatro nas paredes.

    Os pratos são servidos romanticamente por elas, quando um casal se junta e comemora, em brinde ao casamento do futuro ou de outrora, lira de muitos anos vividos, amancebados, ou então a aurora de um amor nascendo nos seres aconchegados.

    A vela é somente vela quando o corpo é velado, e se despedem do morto, em choros, abraços, saudades, desejando que a longa viagem não termine em trevas. O fogo é outra vida.

    A vela é aniversário, é comemorar de anos, passar do tempo, e elas vão se multiplicando a cada ano vivido, desejando todos que elas se repitam.

    Ela conduz o viajante pela estrada escura, é protegido o fogo com a mão em borco como se fosse uma lamparina, dessas que se veem nas carruagens. Ela conduz o morador por entre os quartos escuros, e verificado cada ponto, cada barulho estranho, como se andasse em um labirinto.

    Ela segue na procissão, repetida de mão em mão, adorando a imagem que segue no andor, carregada nos ombros dos homens. É a virgem iluminada unindo corações. A derramar suas lágrimas quentes que escorregam nas mãos trêmulas dos jovens na primeira comunhão.

    O que seria da vela, se não existisse o fogo?

    Seria apenas um pedaço de sebo, parafina, esquecida em uma gaveta, com a caixa de fósforos ao seu lado, preparadas para o chamado de emergência ou da comemoração, reunindo os homens ou dando ao solitário a companhia.

    Está na mansão ou no casebre, no castelo, nas igrejas, caminhando com o santo e o seu capuz na estrada, ou o homem impuro, preso na tocaia, ela a vela, ele o fogo, companheiros inseparáveis que se transformam em luz.

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  • MORADA ENCANTADA por JUAREZ ALVARENGA

    MORADA ENCANTADA por JUAREZ ALVARENGA

             Buscar um sentido pela nossa existência é uma tarefa diária.

             Congratular com as adversidades é uma maneira de cumprimentar a realidade.

             Em nossa guerra cotidiana é necessário conforto psicológico, para enfrentar as grandes batalhas.

             E. nossa morada intima é onde recolhemos das tempestades externas, infernais vindas de nosso grande confronto com as dores do mundo.

             Com está paz interior  suportamos, com tenacidade, qualquer atrocidade advinda das mais sangrentas guerras que enfrentamos na caminhada tortuosa de nossa existência.

             Decretada paz interior construímos qualquer império com facilidade.

             Seremos táticos e estratégicos em nossas ações e realidade será combatida com inteligência, nascida no poderio, de nosso suporte intimo.

             Confesso que meu intimo era depositário de traumas vivenciais, parece o holocausto da segunda guerra mundial, onde os problemas putrificavam em sintonias com as musicas fúnebres.

             Hoje, com espaço confortável vivo dentro de mim vinte quatro horas por dia, acho pouco tamanha minha a satisfação de ter feito do meu habitat natural meu lugar ideal.

             ‘Meu intimo atual é como fluxo de uma fonte no começo se sua trajetória.  Saem águas cristalinas, limpas e saudáveis fertilizando com os raios solares, as manhãs dos eldorados dos meus sonhos,

             Hoje, sou morador do meu intimo e sinto como criança no parque de diversão. E com essa naturalidade, pego o meu brinquedo predileto, que é a vida e como instrumento enfrenta a realidade com maestria dos mestres medievais.

           

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  • O AMOR É CEGO por NILSON LATTARI

    O AMOR É CEGO por NILSON LATTARI

    Se um preto e uma branca, uma gorda e um magro, um baixo e uma alta e uma jovem e um velho passeiam de mãos dadas pelas ruas, trocando carícias, dizendo coisas ao ouvido de um e de outro, rindo de coisas simples e em voz baixa fazendo planos, poderiam dizer alguns e pensariam outros, que estão fora do jogo, que o amor é cego, coitado.

    Nessa hora, o amor responderia que pior cego é aquele que não quer ver. Porque o amor olha com olhos diferentes, o amor de olhar por dentro de cada um, e dentro de cada um dos amantes há um mundo inteiro a compartilhar, e que mantém aqueles que passam, olham e imaginam muito longe desse compartilhamento, de que os olhos do amor enxergam tudo, tudo aquilo que aqueles que não amam, ou não estão no estado de amar, não conseguem enxergar.

    O amor é cego porque ele tateia o corpo de quem se ama, como a cegueira que procura a zona de conforto. O amor é cego porque ultrapassa as barreiras do preconceito, do padrão de beleza e não vê diferença no tempo entre dois cegos a se encontrarem.

    O amor, como o cego, esbarra naquilo que não vê, como se fosse o encontro do acaso, uma química qualquer se esvai e percorre todo o corpo, não sabendo bem no que esbarrou o olhar e, de repente, tudo em volta para, e procura entender o que está a sua frente, não pensa em escapar ou evitar, mas, pelo contrário, deseja mergulhar fundo para descobrir o que fazer com aquilo que enternece o corpo e a alma, e nos faz apaixonar.

    O cego procura melhorar e aguçar os outros sentidos que lhe restam, o amor, ao contrário, desliga tudo que tem em volta e fecha os olhos procurando curtir aquela escuridão, que vem de surpresa calando as vozes da multidão.

    O cego segura a mão daquele que o guia, o amor segura a mão da cegueira e se entrega ao prazer de cada dia.

    O cego evita o obstáculo, o amor o enfrenta e acolhe, o cego procura chegar ao destino em segurança, o amor se prepara para a mudança, sabendo que nada será como antes.

    O cego chega ao destino e fecha a porta se retirando ao seu mundo particular, onde tudo lhe é familiar, o amor abre uma porta nova e se deixa naufragar e se entrega ao destino e à aventura.

    O amor é cego por muitos motivos: é um guia amante da cegueira que leva outro cego pelo braço; aproxima dois seres que sem pensar dizem segredos de si para cada um em momentos de ternura; pensa que mais vale dois pássaros voando com as mãos entrelaçadas do que um pássaro sozinho, triste e amargurado.

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  • ONDE ESTÁ A ALMA GÊMEA por Nilson Lattari

    ONDE ESTÁ A ALMA GÊMEA por Nilson Lattari

    A alma é gêmea, parecida, tem semelhanças, mas, não é igual, não é cópia, papel carbono, com as mesmas ideias, nem mesmo com a mesma força de amar. Nenhuma alma é gêmea, e nem por isso não existe, nem mesmo subsiste na nossa forma de pensar, porque não é o reflexo de um espelho do destino, nem mesmo está esperando a nossa chegada, a nossa entrada repentina em um bar, em uma virada de esquina, ou no apresentar de alguém.

    Gêmeos são duplicados, mas, diferentes, nascidos em tempos entre si, distantes, mesmo que infinitesimais. Possuem gostos diferentes, pelas cores, pelas roupas, pelos brinquedos. E nem sempre formam um par equidistante, formal, que se completa, que se deva viver sempre próximo, colado, pregado, dividindo coisas em comum.

    Não se procura uma alma gêmea, até porque sendo alma, inerte, feita de luz, imaginária, as almas não se procuram, porque são almas, puras e não viventes do viver físico.

    Almas gêmeas são figuras físicas, podendo ser um amigo, uma amiga, um companheiro momentâneo de viagem, um conhecido que nos faça rir, um encontro em uma fila, um bate-papo informal. E como almas são assim, fugazes, momentâneas, podem se dar por um dia ou por toda a vida, nada além da eternidade, e na eternidade quem sabe, as almas sejam gêmeas, de verdade.

    Quem procura almas gêmeas encontra infelicidade, e não percebem que as almas gêmeas vêm em nosso socorro sem que saibamos. No desconhecido que nos ajuda em um escorregar na calçada, no vizinho que acode nossos gritos, naquele que nos cede um lugar, ou nos oferece uma ajuda sem pensar, apenas com o prazer, este de alma, de nos ajudar.

    É muitas vezes o amigo que para, para nos ouvir, consolar, indicar caminhos, e depois de algum tempo, ele some, se esconde no seu endereço, nunca mais é solicitado, e guardamos dele o endereço, o telefone e, algumas vezes, a saudade, e nos faz pensar: o que aquele anjo que nos guardou faz agora?

    Não se procura a alma gêmea como a felicidade. Não encontramos a felicidade, ela nos encontra, nos momentos de sorte, de alegria, como devem

    ser os momentos de felicidade, surpresos, não cotidianos. Na alegria do primeiro beijo, do primeiro encontro, na troca de olhares, do aperto de mão entusiasmado e no abraço que concedemos sem vergonha, no meio da rua, apenas externando que a alma gêmea está ali, agora, e, de repente, não encontraremos mais, e encontraremos outras almas; igualzinho à felicidade.

     Nilson Lattari

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  • DAS TRIPAS, UM CORAÇÃO por NILSON LATTARI

    DAS TRIPAS, UM CORAÇÃO por NILSON LATTARI

    É com um coração que tiramos das adversidades a coragem de continuar. Se tudo aquilo que temos é o infortúnio e adversidade para enfrentar, não poderemos nunca encará-las, se não tivermos um coração para colocar na frente e avançar.

    O coração do ser humano é um terreno de solidão onde ninguém, a não ser seu dono, pode penetrar, invadir, perguntar, se sentir acolhido. O terreno da solidão é árido. E como dois viajantes que vagam pelo deserto, o coração e seu dono vão se satisfazer nas lágrimas, oásis de banhos de tristezas e alegrias, em busca das miragens que oscilam na penumbra da noite, ou no recolhimento da casa, se perguntando onde foi o erro, e, identificado, os porquês tão angustiantes que assomam a nossa consciência.

    Louco é o coração que vagueia pela noite em busca de um amor inconsequente, ou que se esconde nas sombras para poder vislumbrar a sombra do perfil amado que se exibe na janela iluminada. Louco é o seu dono que leva o companheiro da solidão pelas escaladas da aventura, na busca de um amor incerto.

    Se o coração não suporta mais a adversidade, é o guerreiro com tenacidade que tece outros corações, vindo de outras partes do corpo, e mesmo nas tripas encontra força para que ele exista.

    Sofre o corpo de um coração aventureiro que dá ao corpo as dores reais que ele apenas sente como um arranhão na pele. Indiferente continua a maltratá-lo, porque é do amor ausente que ele se alimenta, enquanto o corpo definha lentamente.

    No corpo, o coração é o único órgão que fala, batendo sempre como um código indecifrável, e que transmite apenas emoções, quando acelera, dispara, ou quando, lentamente, vai diminuindo sua ansiedade, dando ao corpo a oportunidade de pensar e agir, enquanto os outros somente a dor acusa sua presença.

    Se das tripas construímos um coração, a ele depois damos vida humana, quando quase sai pela boca, ou aos pulos parece que vai explodir quando se prepara para a notícia por longo tempo esperada.

    Coração de pedra, coração de anjo, coração de gelo, coração de criança, coração de ouro, quantos nomes damos a ele, e, no entanto, nenhum deles pode lhe nomear, o coração é inconstante, e muda de nome diante de cada momento que vive, e se se despedaça é nas tripas que vamos encontrá-lo.

    Mesmo que nomes tenha, sejam para o bem ou para o mal, todos são afetos que sentimos e damos aos outros, e se damos, a afeição é um feito revolucionário. A ela não podemos ficar indiferentes; ou mudamos, ou as circunstâncias nos farão mudar.

    Abandonamos nosso mundo de conforto, e para enfrentar o mundo novo é preciso buscar um coração onde estiver, mesmo nas tripas do ditado popular.

     

     Nilson Lattari

     

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  • QUANDO O SOL NASCE por JUAREZ  ALVARENGA

    QUANDO O SOL NASCE por JUAREZ  ALVARENGA

    Sob a cama onde traçamos nossos sonhos inertes abusamos nossas mentes das grandiosidades de nossas quimeras, que exigirá atitudes épicas ao tempo todo, pondo em dúvida  a veracidade e  autenticidade de nossas utopias.

    Nosso quarto,  onde nos encontramos, mesmo possuidores  de fragilidades que desemboca em mares agitados, muitas vezes, nossos horizontes ultrapassam portos seguros.

    Temos o privilégio, de todos os dias, ver o sol nascer, clareando e fragmentando as labaredas dos nossos caminhos, com objetivos que incendeia nossas mentes com sabedoria e raciocínio racional.

    Quando, o sol nasce os pássaros inquietos e guerreiros, com suas armas, procuram alimentos suculentos e mais do que isso, brigam; por cautelosamente, tendo senso dos limites e do perigo humano que o homem lhe trás.

    Quando, o sol nasce no oriente, à população em estado anestésico, paralisa o seu progresso, pois lá é noite, aqui no ocidente começa a locomotiva da evolução humana infinita, porém o progresso é como uma fazenda sem cercas dá melhor os sonhadores, ousados e astutos.

    O sol nasce para todos, mas somete os sonhadores reais são os pioneiros de fragmentos de claridade, que irão corporificar com o tempo, pois estes verdadeiros jogadores, se jogam na realidade como os mendigos se jogam nas calçadas  das noites  frias das madrugadas.

    Quando, o sol nasce à razão proeminente assenta no seu trono subindo a montanha do sucesso, apoiando nos intervalos das pedras chegando com trabalho ao topo.

    O homem se projeta ao sol, com a NASA nos seus sustentáculos. O impulso será da intensidade dos sonhos ancorados em nosso intimo.

    Quando, o sol nasce à natureza cala e a razão se instala e os sonhos são exterminados da clareza solar, pois lugar de utopias é nas bases de nosso intimo sacudindo a realidade

    Quando, o sol nasce à tendência da luta humana é terminar por pontos, pois na claridade, todos podem manusear as suas armas mais fortes. Porém, só termina antes se seus boxeadores agridem seus sonhos com força animalesca.

    Aprenda que na vida só os aliados do sol serão vencedores, os seus desafetos irão morrer de tédio e fracassos.

     

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    JUAREZ ALVARENGA

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  • Comentando… “Não deu nem pro cheiro”

    Comentando… “Não deu nem pro cheiro”

    O futebol é uma paixão. Talvez o mais alucinante, dramático e prestigiado esporte em todo mundo. E não é pra menos. O futebol nos últimos anos ganhou tons de ‘business’, de negócio multimilionário. Cada vez mais o dinheiro dita as regras do futebol, onde, claramente, quem tem mais recurso tem mais craques e mais conquistas.

    Inegavelmente é o que hoje em dia acontece com o Flamengo. Num passado não muito distante o time carioca tinha dificuldades até pra pagar suas contas básicas, como água e luz. Mas atualmente o Flamengo virou uma potência, contratou muitos craques, alguns com experiência e mercado ainda aberto na Europa. Contratou um técnico “importado” e provocou uma grande revolução, não apenas interna, mas em todo futebol brasileiro.

    As ideias do Mister Jorge Jesus de futebol vistoso, pra frente, em cima do adversário os 90 minutos (independente do placar) e de que essa história de poupar jogadores está ultrapassada, foram compradas pelo elenco da Gávea e o resultado está aí: o melhor futebol praticado no momento, finalista da Libertadores e virtual campeão brasileiro.

    O mais legal é como Jesus vê e pratica o futebol, por prazer. Ele diz aos seus comandados “vão lá e divirtam-se”. E a coisa flui.

    O que o Flamengo está mostrando hoje em dia me remete ao melhor Flamengo que vi jogar (82/83), quando Zico, Júnior, Andrade, Adílio, Mozer, Leandro e Nunes davam show. Não se apostava quem venceria uma partida e sim de quanto aquele Flamengo ganharia. Era um massacre, uma aula, um culto aos deuses do futebol, como Pelé e Garrincha.

    Flamengo de 1983.

    Ainda acho aquele Flamengo melhor que o atual. Aquele Flamengo é o melhor time que já vi em campo, seguido pelo Milan Bicampeão do Mundo (1988 – 1990) de Baresi, Maldini, Rijkaard, Van Basten e Gullit. Aquele Flamengo era melhor que o Napoli de Maradona e Careca. Sou corinthiano, mas não há como deixar de reconhecer isso, como negar a história.

    O Flamengo de hoje conseguiu sepultar (até aqui) as piadas do “cheirinho”, onde o time chegava mas não levava. O que o Flamengo fez com o Grêmio ontem foi um massacre, um atropelo sem dó e sem piedade. Poderia ser mais. Cinco foi pouco. Não deu nem pro cheiro! E se espera isso do Flamengo todo jogo, seja contra quem for.

    Mesmo assim a goleada vexatória na Libertadores não serviu para dar mais humildade ao técnico gremista. Renato Gaúcho manteve sua retórica ultrapassada e o tom de soberba. Não reconhece o brilhantismo adversário como deveria, dando como desculpa erros de seu time. O Grêmio errou sim, mas erros forçados pela aula flamenguista, principalmente no segundo tempo. A tampa do caixão foi quando ele disse “que até uma mulher grávida faria gol no Grêmio”. Será que ele não conhece a força de uma mulher grávida? Procurem se informar da parte hormonal atrelada a conhecida força da mulher. Que declaração infeliz desse treinador.

    Renato Gaúcho tem história e seu Grêmio é, de fato, um baita time. Mas o melhor futebol de hoje em dia é do Flamengo.

    Se não fosse a tragédia no Ninho do Urubu, a irresponsabilidade criminosa dos mandatários flamenguistas, 2019 poderia ser o maior ano da história do time carioca. Infelizmente vidas foram perdidas, sonhos interrompidos e nada foi feito como mera reparação até agora. Ou seja, fora de campo o Flamengo ainda é uma bagunça.

    Dentro das quatro linhas tem tudo pra ganhar tudo! Ou quase tudo, já que no mundial tem um Liverpool jogando hoje o melhor futebol do planeta.

    Parabéns Flamengo pelo futebol dentro de campo! Comemore muito nação flamenguista! O bonde está de volta!

     

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  • Comentando… Que tipo de ser humilha uma criança com câncer?

    Comentando… Que tipo de ser humilha uma criança com câncer?

    Quero pedir licença aos meus 27 anos de jornalismo, aos meus leitores de linguajar e perfil mais “diplomático”, mais “rebuscado”. Licença às normas do Jornalismo (Código de Ética e ABNT) e talvez até ao bom senso, já que muito do que escrevo aqui, a partir de agora, será guiado não apenas pela razão, mas pela emoção, por ser pai, por saber o que é ver um filho humilhado, sofrendo bullying, ameaçado. Por conhecer através de várias reportagens a dor e sofrimento das pessoas com câncer. Ainda mais uma criança com câncer, que já “paga um preço altíssimo” por algo que nem sabe explicar, nem culpa tem, não pode se defender sozinha.
     
    Quem é MG Gui? De novo, quem é MC Gui? Talvez em letras garrafais ajude: QUEM É MC GUI?
     
    Canta que tipo de música? Não, não é música. É no máximo um grunhido, assim como muitos de seu questionável “estilo musical”. Quem canta sem voz, quem utiliza de outros artifícios (apelação) para fazer sucesso (meteoro – vem e vai sem deixar saudade, rastro) não pode sequer ser chamado de artista. Hoje em dia se canta com várias partes do corpo, principalmente com as nádegas, menos com a garganta. Mas isso nem é o pior, não é o “X” da questão aqui e agora.
     
    Quantos discos esse tal Gui já vendeu? Quantos Grammy ganhou? Ficou nas Paradas de Sucesso por quantos anos? Tem pelo menos uma música que preste? Pelos nomes e letras de suas canções dá pra ver o nível, ou melhor, a falta dele. Algumas de suas “musiquetas”: Tibum Pa, Chapei o Coco. Vai Tomando Vai, Príncipe da Ostentação, Novinha Bandida.
     
    Pai Eterno!!! Cazuza, Renato Russo, Cartola, Heitor Villa-Lobos, Adoniran Barbosa, Luiz Gonzaga, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, entre outros ícones, devem revirar em seus túmulos quando alguma dessas aberrações ecoa no gosto popular (leia-se mau gosto mesmo).
     
    Que obras sociais esse ser tem? Ele é um filantropo? Será que já foi em Barretos no Hospital do Câncer, como diversos artistas (artistas de verdade, não palhaços oportunistas) fazem e ajudam? Que bons exemplos esse “moleque” (leia o termo de forma pejorativa) deixa para nossos adolescentes?
     
    É mais um boçal a abrir a boca para “vomitar” asneira, mostrar seu verdadeiro perfil, sua criação, a falta de educação e de respeito que tem pelas pessoas. É igual àquele Felipe Neto, um youtuber que ficou milionário falando mer… e dando mau exemplo.

    Toda forma de bullying é desprezível, todo ato de humilhação contra alguém, principalmente pessoas em situações desfavoráveis (minorias, idosos, doentes, analfabetos, moradores de rua, etc), deve ser amplamente combatido. Esse caso contra essa criança com câncer não é banal, não pode ser visto como coisa simples, como brincadeira. Vá, um dia apenas, no setor oncológico do Hospital Bom Pastor e veja como é o sofrimento de um paciente com câncer.
     
    Preste atenção MC Gui! Ninguém pediu pra nascer feio, deficiente, pobre, doente… Ninguém pede pra nascer! Ninguém escolhe ter um câncer, ter que usar peruca, emagrecer muito, fazer quimioterapia, tirar um seio, ter um visual fora dos tais “padrões”.
     
    Lamentável o que você fez. Lamentável também saber que ainda iremos ver e ler pessoas defendendo o “artista”. Que esse gravíssimo erro sirva de lição, que você amadureça e aprenda a respeitar as pessoas. Que você, finalmente, vire gente…
     
    Nojo, repulsa, aversão, total indignação de pessoas assim, com esse comportamento. Quem humilha um “pequeno” é muito menor que ele. Quem zomba de uma pessoa com câncer ou com qualquer doença, com qualquer deformidade ou fragilidade, pra ser bem sincero, não merece ser chamado de gente, não merece viver…
     
    Desculpem o desabafo!

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  • CRÔNICA DA LOUCURA por Nilson Lattari

    CRÔNICA DA LOUCURA por Nilson Lattari

    Afinal que loucura é essa que anda pelas mentes, essa vontade irresistível de mudanças? Como é ser louco em um mundo cada vez mais distante do humanismo que deveria permear todas as nossas ações?

    Que faz um louco que diz coisas insanas como querer menos desigualdades, a bradar pelos ares que devemos ser mais iguais, menos egoístas, menos ambiciosos na forma de buscar novas formas de viver, mas de acumular coisas, como se fôssemos viver eternamente e nossos destinos seriam o de alugar galpões de fundos intermináveis?

    Enquanto um louco sorri sozinho, de si mesmo, de seus devaneios, esses loucos que lutam por novas formas de viver são as vítimas dos sorrisos daqueles que passam e os ouvem a bradar pelas praças, a empunhar faixas e cartazes, de que a vida tem de mudar. São loucos a pedir o término da loucura.

    Loucos são aqueles que buscam uma vida mais simples, que procuram formas mais naturais de se alimentar, de consumir, dentro dos seus limites, estabelecendo uma nova forma de entender a felicidade, que mesmo restrita a uma casa, a um quarto, a uma mente descolada, apenas são vistos como os loucos, os diferentes.

    A diferença é a loucura dos visionários, e não a indiferença que está dentro de nós – que mundo louco, meu Deus!

    No final do século XIX ficou estabelecido que loucos seriam aqueles que não obedeciam às normas sociais. E quantas coisas foram feitas aos loucos que apenas queriam mostrar no presente as mudanças possíveis no futuro? Quantas vezes as ideias loucas por um mundo mais justo foram consumidas nas fogueiras, escondidas e guardadas em livros que se empoeiraram nas bibliotecas e nos porões sujos, protegidos pela onda de normalidade que assaltou alguns de nós.

    Enquanto os loucos querem um outro mundo possível, livre das amarras e das ideias já estabelecidas e prontas para aqueles que estão vindo, há os que obedecem ao sistema pronto e desfilam suas normalidades e falsas aparências.

    Como não estabelecer um muro divisório físico, real e outro dentro de nós mesmos? Todos têm medo dos loucos e das suas loucuras. Quem sabe eles mesmos nem têm ideia aonde as suas loucuras os vão levar? Mas vão, mas se sentirem medo ou dor, vão assim mesmo.

    Cada louco com sua mania, cada louco com seu sonho. Como é a sensação dos normais olharem por cima dos muros e rir da loucura dos outros? Será que riem ou gracejam do outro ou riem de si mesmos por não serem corajosos em embarcar na loucura do futuro possível, são os risos dos nervosos e claudicantes.

    Loucos são os revolucionários, que quando veem suas ideias sucumbirem no caudaloso rio da subserviência são somente loucos e que a eles não se deve dar atenção. Ou então são os heróis do futuro, aqueles que propuseram uma nova forma de vida, não tão nova, porque queiramos ou não ela está dentro de nós, espremida pela loucura de viver um mundo para o qual não fomos forjados para viver e a nossa zona de conforto.

    Quantos loucos de verdade saíram para as ruas a defender heróis forjados na primeira hora, quantos serviram de loucos para resguardar a loucura do egoísmo de poucos? Quantos foram taxados de loucos por defender alguma coisa contrária?

    Se ficamos louco de amor, fazemos coisas além de nós: pulamos muros, convenções, preconceitos, apenas pela vontade pura de exercer nossa paixão. Loucos são assim, mas somente os amantes são adorados e os revolucionários quando são vitoriosos. Amar é uma forma de loucura. Se todos nós somos capazes de amar, por que não nos permitir outras loucuras?

    Mbuki-mvuki é uma expressão do bantu (África) que é intraduzível, e remete àquela vontade irresistível de tirar as roupas enquanto dança. Pense na palavra, no seu jeito, e se imagine. Embarque nas palavras e nas ideias loucas que o mundo dos loucos te dá. Tenha o seu momento de loucura.

     Nilson Lattari

     

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  • Comentando… Aos Mestres com carinho!

    Comentando… Aos Mestres com carinho!

    Hoje é Dia do Professor e eu quero homenagear todos eles, verdadeiros heróis nacionais, aqueles que ensinam e que educam, muitas vezes cumprindo papel de pai e mãe, enfrentando dificuldades, incompreensões, injustiças, baixo salário, péssimas condições de trabalho, etc.

    Ser professor nesse país não é fácil. Hoje em dia virou praxe agredi-los verbal e fisicamente. O aluno é repreendido, fica irritado, bate no professor e ainda tem o apoio dos pais. Mas o grande tapa na cara do professor quem dá é o governo que não o reconhece com o devido retorno e a comunidade com o merecido status. Não há meritocracia para o professor. Todos ganham muito abaixo do que realmente valem.

    Aristóteles dizia: “O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre.”.

    Como é linda a profissão de um professor. Seja ele de que grau for, de que matéria for. Esses mestres do saber transformam nossas vidas, nos abrem horizontes e oportunidades de crescimento, sucesso e felicidade. Nos levam ao imaginário, brotam sonhos em nós.

    Ser professor é exercer a mais sublime das missões, a única que nos ensina outras profissões, que nos transmite muito mais que conhecimento e experiências. Nos transmite vida!

    “Todo profissional é prosa. Só o professor é poesia.”, afirmava Leonardo Lisbôa Bcen.

    O professor exerce seu trabalho com todo amor possível e imaginável. Ultrapassa a árdua jornada diária levando tarefas, provas e afazeres para casa. Vive mais “os filhos dos outros” que os próprios.

    Três Pontas e o Sul de Minas têm excepcionais professores e eu sei que cometerei o pecado do esquecer alguém, mas vou me arriscar e destacar todos os meus professores, aqueles que passaram pela minha vida e deixaram marcas, ajudaram na minha construção como ser humano, desde as primeiras séries (em São Paulo), passando pela adolescência no Estadual Teodósio Bandeira (escola maravilhosa, que merece reconhecimento e valor) até os dias atuais na Faculdade (UNIS – Varginha).

    Minha amada Tonha Mello, Gina, Eneuzira, Consuelo, Nanci Reis, Euza, Nanci Tiso, Pelói, Dominguinhos, Padre Sebastião, Paulo, Camilo, Galvão, Vilma Reis, Celso Macário, PC, Jane Mary, Carminha, Gilda, entre outros…

    Hoje na Faculdade: Marco Antônio Azze (gênio), Gisele, Fernanda, Romilson, Joel, Stefano Lopes, Marcão, Rafael (Parada), Humberta, Lucas, Márcia e os de EAD.

    Para C. S. Lewis “a tarefa do educador moderno não é derrubar florestas, mas irrigar desertos.”.

    Ensinar não é só colocar a matéria no quadro, mas sim, tocar o coração de cada aluno e abrir a mente para o conhecimento, para o novo, para um futuro mais promissor. E é isso que vocês fazem, queridos professores!

    Eu sei bem o que é ser professor, afinal fui durante 10 anos professor de Legislação de Trânsito. Participei da luta e aprendizado de centenas de novos motoristas, jovens e mais velhos, homens e mulheres. Cada um deixou sua marca, sua história. Como é bom “comandar uma sala”, repassar conhecimento. Dividir experiências…

    George Lichtenberg ressalta que “um professor não educa indivíduos. Ele educa uma espécie.”, tamanha sua importância, nutrida no dom e no talento, na dedicação e no amor.

    Meu aplauso a cada professor. Se orgulhem do papel vital que exercem. Se orgulhem da nobre missão e de cada gota de suor e conhecimento transmitido. Vocês já foram aprovados com nota máxima, com louvor, na faculdade da vida e nos nossos corações!

    Daquela que deu a vida, morrendo queimada, para salvar seus alunos (Heley de Abreu) a cada um dos nossos (passado e presente) que se doara e se doam de corpo e alma em prol da Educação, meu muito obrigado!

    Deus lhes pague!

    “A primeira fase do saber é amar os nossos professores.”, pontuava Erasmo de Rotterdam. Essa é a primeira e grande lição!

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  • MODA: FIGURINO DO SÉCULO com GABRIELA PETRUCCI ESTREIA NO CONEXÃO

    MODA: FIGURINO DO SÉCULO com GABRIELA PETRUCCI ESTREIA NO CONEXÃO

    O Conexão Três Pontas, ampliando sua cobertura de matérias/assuntos, renovando e aprimorando seu conteúdo, está agregando muito valor ao seu trabalho com a chegada de novos profissionais que passam a fazer parte do time de colunistas. E uma delas é a jovem promissora Gabriela Petrucci, estudante de jornalismo e apaixonada por moda. Cabe a ela a assinatura da coluna Figurino do Século, que falará sobre moda, um assunto cada vez mais em alta.

    Vamos ao primeiro tema:

    SUSTENTABILIDADE NÃO É UMA TENDÊNCIA, É UMA NECESSIDADE!

    A Revista Vogue reuniu varias grifes e marcas que vêm procurando dar um novo significado à moda, criando roupas com princípios de sustentabilidade, produção justa, economia, desenvolvimento social e empoderamento feminino. A coordenadora de moda do Sebrae Fabiana Pereira Leite, que está a frente do projeto Moda Sustentável conta que acompanhou 40 grifes durante 15 meses para ajuda-las a criar os cinco pilares de sustentabilidade. São eles: social, ambiental, econômico, territorial e cultural.

    As marcas que têm este propósito e ter uma tag que discrimina todos os custos de cada peça, dos aviamentos aos impostos e valores operacionais. têm como objetivo despertar no cliente o interesse e a preocupação com o que ele consome. Assim estará incentivando praticas mais éticas. Natália Paes, da grife carioca Augustana, conta que está sendo incluída nas etiquetas das roupas a procedência das matérias-primas (se são 100% brasileiras, biodegradáveis, veganas, etc.).

    No Brasil há uma parceria com a Malha (espaço no Rio de Janeiro que conecta designers, empreendedores, produtores, fornecedores e consumidores em prol de criações colaborativas, locais e sustentáveis) com o intuito de ações como incubação de jovens marcas e cursos para reverberar inovações. O sistema fashion está cada vez mais rápido e descartando produtos com igual velocidade.

    Leslie Johnston diretora executiva global do instituto afirma que “é preciso mudar a maneira de olhar a moda, com peças que são, desde a perspectiva do design, criadas para fluir, não morrer”.

    Gabriela Petrucci

    Estudante de Jornalismo

    Especializada em Moda

     

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  • O SUCO DA CLASSE MEDIA por JUAREZ ALVARENGA

    O SUCO DA CLASSE MEDIA por JUAREZ ALVARENGA

    Se de um lado a vida nos impõe adversidades, de outro nos cabe enfrentá-las, sobrevoando nosso campo de atuação, guiado pelo radar, que nos permite identificar nossas estratégias, com coragem e determinação.

    A denominada, classe média, hoje, mais que ontem, não está no paraíso sonhado, o que a leva buscar, com determinação e realismo, reabilitar-se.

    O homem nasceu para ser engenheiro e pedreiro de seus sonhos, ou seja, a ele cabe elaborar a planta e executá-la; vez que suas construções vivências devem se revestir de durabilidade permanente.

    A vida é feita de motivos, seja para viver ou morrer, cabendo à classe média, penetrar no eldorado vivencial, tirando da vida a sustentabilidade da lógica natural, agarrando às oportunidades, com afinidades,  buscando a felicidade e transpondo as adversidades.

    O tempo está a indicar uma nova roupagem, neste vestuário cotidiano, cabendo ao homem  jorrar perfumes neste novo espaço.

    O suco de laranja, da classe média, está petrificado, os relacionamentos estão estremecidos, o entusiasmo sufocado, e, os sonhos, enterrados. Diante deste quadro, entendemos ser o momento de trocar as laranjas, adicionando, com carinho, o tempero que dará sabor ao liquido vivencial, para que possa fluir sem obstáculos.

    Sonhar é preciso, mas tais sonhos devem estar no horizonte atingível, não só para o sonhador, como para as pessoas que amam. Daí, caber aos pais idealizar o futuro dos filhos, com alegria e otimismo, mesmo porque, os sonhos nos conduz às realizações.

    A classe média tem o direito de sonhar, mesmo que para isto, tenha que enfrentar as tempestades, com resignação e acreditar que pode contemplar o arco íris a todos os instantes.

    Finalmente, entendemos que o suco da classe média, tem que ser temperado com sonhos, maneira única, de enfrentar a guerra cotidiana, matando, com eficiência o espantalho que distancia suas realizações.

     

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    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

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