Categoria: Colunistas

  • A FANTASIA NA HORA DO SOL por JUAREZ ALVARENGA

    A FANTASIA NA HORA DO SOL por JUAREZ ALVARENGA

     

                             A noite começa perder sua escuridão. O pescador abre os olhos e enxerga ao seu redor uma profissão de desafios. Levanta sem muita arma, mas com muita coragem.

                            Lutar para sobreviver é o seu lema. Viver é apenas uma fábrica de matéria prima produzida na sua pura, inocente e inteligente mente.

                            O sol agora aparece e a escuridão tímida se escondeu para mais tarde voltar a expor.

                            O pescador de pés descalço, camisa aberta vai até o barco e enfrenta por mais uma vez o tenebroso mar. Joga as redes e as esperanças. Pega desilusões e fantasias. Insiste e nada consegue. De volta a praia começa então a pensar em coisas que nunca havia pensado antes.

                            Enquanto as enzimas destroem o restante do pão da manhã ele catalisa na sua rica mente fantasias e interrogações provocadas pela própria realidade.

                            Começa a olhar na superfície do oceano e fazer perguntas a si mesmo. Por que neste monstruoso mar existe tantos peixes e eu volto de barco vazio? Por que o homem dividiu o mar e os peixes não obedecem as limitações desta divisão? Por que estes mesmos peixes não ficam na superfície, pois assim seria muito mais fácil pegá-los?

                            Chegou em terra firme e deixou dentro do mar os pensamentos. As crianças o rodeiam e reclamam dos peixes que não vieram. Sua mulher lamenta mais um dia de podridão.

                            E novamente a escuridão que havia acovardado, agigantou e apareceu. O pescador cansado dorme como se estivesse morrido. Mas o galo anuncia que a claridade está de volta.

                            Agora as coisas mudaram. As redes estão cheias de peixes e soluções. E o velho pescador tornou-se novo. Ao encontrar com sua mulher foi logo dizendo: esta vida só se consegue quando parte. Porém é partindo que conseguimos voltar. É conhecendo o começo que atingimos o fim. É chegando no fim que retornamos no princípio. É sonhando na hora do sol que chegamos na novela das seis vitoriosos.

                            O importante é nós sabermos que somos possuidores de uma dupla personalidade como a do pescador. Que enfrenta o sol para brincar com a lua. Que procuramos os peixes para sobreviver, mas só realizamos na fantasia.

                            O melhor nós termos uma única personalidade. A do sol (realidade) nos é vestida. A da lua (fantasia) é totalmente despida. A primeira nos é imposta a segunda nos é desejada.

                            Ainda bem que existe um final de semana para tirarmos a roupa que nos está incomodando e jogarmos nas madrugadas. Voltando a vestir somente na segunda-feira.

    JUAREZ ALVARENGA

    ESCRITOR EM COQUEIRAL

    R:ANTONIO  B. FIGUEREIDO,29

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  • Consultoria de Moda por Sindi Mendonça (By Veste Modas)

    Consultoria de Moda por Sindi Mendonça (By Veste Modas)

    Olá amigos e amigas!!! Meu trabalho como consultora de moda é explorar a moda de diversos anglos seja no passado, vintage ou retrô, ao que é moderno e pós moderno. Estamos por dentro de todas as tendências das mais simples as mais sofisticadas. Meu principal objetivo é ajudar as pessoas a se vestir bem e a se sentir bem com elas mesmas, aumentar a autoestima, não seguindo exatamente a risca o padrão de moda, mais sim conhecendo o seu gosto, seu estilo, sua personalidade, seu corpo.
    É através do corpo de cada uma é que indico o que ela deve ou não usar, o que valoriza e o que desvaloriza o seu corpo, sabendo também camuflar o que elas não gostam em seu corpo com um simples toque de moda.
    Essa área aborda três tipos de consultoria:]
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    _ Consultoria Personalizada é aquela que a pessoa passa as informações básicas dos seus gostos e a maneira em que se veste e o que na verdade ela quer passar e dou uma repaginada no guarda roupa dela com que valoriza o seu corpo e com que não valoriza. E o que não valoriza será descartado. É usada mais pra uma estética externa, pra ela se sentir melhor como mulher.
    ________________
    _ Consultoria Especial, usada para uma ocasião especial, casamento, bodas, formatura,festa de 15 anos, etc.
    _ Consultoria pra Logistas é usada para lojas, lojas especializadas em moda, vestuário etc. Costuma envolver palestras, workshop e montagens de looks para as próprias lojas, especialmente para atrair os clientes!
    Traremos muitas informações e dicas aqui no Conexão e muitas fotos para aguçar seu bom gosto. Lembro que temos lindas coleções em nossa loja Veste Modas, localizada no início da Avenida Ipiranga, onde convido a todos para nos visitarem… Até a próxima!!!
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    Texto e Fotos – Sindi Mendonça (Veste Mais)
    Oferecimento:
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  • COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

             A minha primeira entrada no mar foi de deslumbramento e bravura. Senti sua imensidão e sonhei atravessar navegando. Era adolescência acreditava no potencial virgem que iria, com uma só braçada, atravessar o gigantesco mar. Pura ilusão. Dentro da lógica do sucesso tem que haver planejamento e preparação.

             Joguei os olhos sob sua imensidão. Tinhas sonhos e objetivos do tamanho de sua grandeza.

             Dentro do mar perdido navegava sob suas ondas, sem bussola e sem destino. Enfrentei tempestades sem abrigo e sem estrutura psicológica. Era um aventureiro solitário que acreditava na sua aventura sem propósito e sem direção.

             Sozinho e povoado de terror com as investidas do mar, não tinha como sair; deixei as ondas impulsionar as águas e meu destino.

             O que delineava nesta aventura existencial era um precoce fim trágico sem minhas rédeas, impulsionado pelas destemidas ondas de um mar sem piedade.

             No auge do desespero as ondas, sem saber, estavam mim levando para o sonhado porto.

             Avistei; isto foi para mim como a abertura do sol depois do anoitecer. A claridade da realidade favorável foi um lance de sorte de ter chegado ao porto seguro ocasionalmente modificou minha vida.

             A experiência vivida de ser um aventureiro com sorte em alto mar mim trouxe para minha existência que em todo empreendimento há uma porção do acaso.

             Setenta por centos do sucesso é racionalidade, planejamento, vontade e inteligência;  trinta por cento, são pura ocasionalidade.

             Se você está iniciando a aventura no mar é melhor dispor de instrumentos seguros e planejamentos inteligentes, pois somente assim o porto estará acessível a fazer parte de nosso destino.

             Evitar o fracasso é acreditar que o sucesso é uma porção maior de nosso planejamento; porém o acaso tem um relativo peso.

             Entre no mar na hora certa, busque assegurar de clareza diurna seus objetivos, pois senão, as ondas irão dispersar; mesmo tendo planejamento e inteligência a ocasionalidade derruba também os mais inteligentes planos.

             O negocio é se planejar para aumentar a porcentagem do sucesso. Mas 100% de acerto só depois do fato consumado. Enquanto isto, aja com determinação e fixação de objetivos.

     

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

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  • RESILIÊNCIA: NÃO AGRADE OS INGRATOS, NEM SIRVA AOS FOLGADOS 

    RESILIÊNCIA: NÃO AGRADE OS INGRATOS, NEM SIRVA AOS FOLGADOS 

    Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer. Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.

    Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.

    É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele. Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

    Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável. Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.

    Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível. Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

     Fonte: Resiliência
    (http://www.resilienciamag.com/)
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    Roger Campos

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  • A VIDA NÃO É SÓ REALIDADE Por JUAREZ ALVARENGA

    A VIDA NÃO É SÓ REALIDADE Por JUAREZ ALVARENGA

                            A mesma preocupação que o homem tem para com o trabalho, deve se estender ao lazer, uma vez que a vida não é só a realidade, embora, as adversidades e contrariedades cotidianas fazem parte da luta na busca da realidade sonhada.

                            Nesta pluralidade existencial, entre a realidade que nos é imposta e a felicidade que o homem busca, como símbolo de eterna conquista, não nos é permitido vivenciar sofrimentos ou alimentar, com masoquismo, as contrariedades que nos é impostas, como passagem natural pelos caminhos da vida, até o fim de nossos dias.

                            Ao amanhecer, devemos acordar para a vida, pesando como Ford, que com muita propriedade, já dizia: “todos os dias acordo para vencer”. Ambições temporâneas são fundamentais, tanto para vencer, como para viver, pois ao homem somente é permitido levar a vida, e,  não deixar que a mesma o leve, como simples vivente, sem compromissos para com a sociedade ou para consigo mesmo.

                            Se a vida é um circo, a nós compete sermos acrobatas no céu da felicidade, vivenciando o lado alegre desta pluralidade existencial.

                            Vida é o fim de semana descontraído e alegre, é a vara de anzol, a beira do ribeirão, é o livro de Guimarães Rosa, retratando, com originalidade singular, a realidade sertaneja, é o gol ou a magia de seu time de futebol, ou ainda, a poesia na musica de Chico Buarque, é o sono tranqüilo, é a certeza do dever cumprido, é a reunião em família, é a beleza no horizonte, nas tardes, encantadas pelo cantar das saracuras, que podemos apreciar das sacadas de nossas casas.

                            A vida, não é só realidade, e, nesta empolgação e alegria que podemos encontrar, nas coisas mais simples, os nossos sonhos e descobrimos a alegria de viver e conviver com as pessoas que amamos. Devemos vivermos com otimismo, buscando a felicidade, mesmo que tenhamos que enfrentarmos a realidade cotidiana.

                            A vida é uma das partidas mais difíceis, que não se resume  apenas em noventa minutos, como ocorre no futebol, e, para sermos vitoriosos devemos ser eterno juiz de nossas próprias atitudes. É um jogo, mas um jogo sem fim e sem cansaço, na busca de marcar o gol, mas o gol certeiro no coração da vida, da vida que é real, mas que nem por isso deixa de ser um sonho. O sonho de viver, e, depois, bom,  depois, morrer, mas isto é outra história.

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • COLUNISMO: A NOITE Por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISMO: A NOITE Por JUAREZ ALVARENGA

            As fadas costumam-nos visitar durante a noite, mas não cabe a elas roubar nosso sono e nem intimidar nossas ações. A noite é epopeia grandiosa de um descanso generoso. Nela, a gentileza da vida, deposita sua delicadeza no santuário da alegria. É voar na paisagem concreta sem caçador para derrubar a bravura de enfrentar o espaço infinito. E o perfume no ápice de seu aroma. É um tempo mágico construído  de sonhos consistentes. É uma sombra egoística proveniente de uma alma despida. É o silêncio da realidade na folia da alegria.

            Os homens, esses seres enigmáticos, buscam na noite assistir o circo da vida, vendo os trapezistas fazerem malabarismo com os problemas existenciais. É preciso contemplar a noite como viver o dia. Distanciar das fontes potentes geradoras de problemas e regar à noite com as águas cristalinas da vida, em eterna primavera. Noite não é tempo, é divã de alegria. É uma féria diária. Para isto é preciso estrangular a noite do dia. Não levar para o céu da noite o inferno do dia. A noite é uma caverna de felicidade, onde os bandidos da realidade caem sem antes pegar o ouro da vida.

            As luzes artificiais iluminam as ruas da solidão, com fechos de soluções. Em cada lar, um universo, circunscrito de soluções infinitas.

            A noite é de vadios sonhos descompromissados com a realidade. É o antro dos casais apaixonados. É a chama de planos homéricos. É alegria persistente e transitória, porém sempre existente. A noite é a realidade pálida. É o sonho configurado. É o problema sepultado.

            Noite é alegria, felicidade vasta e férias diárias. Por isto sonhar na noite é abrir as porteiras das realizações com ilusões consistentes.

     

    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

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  • CRÔNICA: Aquela Estrela está se apagando em meio aos gritos de ‘Lula Lá”… Só não sabemos onde!

    CRÔNICA: Aquela Estrela está se apagando em meio aos gritos de ‘Lula Lá”… Só não sabemos onde!

    “Lula lá, brilha uma estrela… Lula lá, cresce a esperança…” Em tempos idos essa musiquinha de campanha do petista Luis Inácio da Silva tinha peso, eco e muita força. Não se pode negar que ainda seja ouvida em coro, mas em menos bocas e não mais em plenos pulmões. Uma pseudo ‘pneumonia político empresarial’ pode ter selado o destino de Luizinho do ABC. Diante do momento histórico vivido neste dia 24, cabe uma reflexão, com uma dose de bom humor, já que, por enquanto, a imprensa é livre e temos liberdade para gritar ‘Lula lá… na Cadeia’ ou ‘Lula lá… na Presidência”.

    E engraçado como o Brasil, pais gigante, país continente, vive e explora seus extremos, inclusive de opinião, de verdade ou de exageros. O primeiro ponto que retrato fala que segundo a Polícia Militar havia entre mil e 5 mil manifestantes em Porto Alegre pró-Luizinho do ABC. Mas se perguntarmos para os manifestantes, os chapolins (vermelhinhos) ligados aos sindicatos e movimentos sociais (ou anti sociais) o número real foi de quase 8 milhões, confirmado pelo neutro Data Folha (Data Lula).

    Assim que começou o julgamento na ‘terra dos homens machos’, a gauchada do Tribunal trocou as bombachas e o chimarrão pela caneta e os discursos firmes de que, de fato, Luizinho do ABC, no mínimo, se confundiu ao transcender o poder de Mandatário Máximo e passou a colecionar em seu favor gestos de camaradagem e partilha, o que incluiu aí o triplex.

    Moro, que não advém do verbo morar, era visto, pelos petistas, como um canalha, um anti Cristo, uma aberração. Um fantasma que passou a caçar (talvez caiba o termo cassar também) a figura cristalina, quase lúdica e imaculada do Luizinho do ABC, que representa os pobres e excluídos, mesmo esses sabendo que o ídolo, o ícone venerado de fato roubou, saqueou, dilapidou. Cheguei até a ler uma agonizante defesa de um fã de Luizinho do ABC afirmando “ele roubou sim, mas criou o Bolsa Família e tirou os pobres da linha da pobreza…” Pode ser, mas o preço foi tirar o Brasil dos trilhos esmagar a economia exposta sobre a linha do trem.

    Isso só serve pra me mostrar o quão Luizinho do ABC é uma figura impactante e até atraente. Venerado, idolatrado, defendido a socos, gritos e pontapés. Mesmo que o Brasil vire uma Venezuela, pra muitos, Luizinho é quase de Deus.

    No julgamento, claramente, todo o absurdo feito contra o Brasil foi apresentado, escrachado, ao ponto da pena de 9 anos passar para 12 + 1 mês. Luizinho questionou aos berros no ABC:

    _ Truco!

    Um desembargador em resposta enfatizou:

    _ Seis!

    Moro, o Sérgio, emendou:

    _ Nove!

    Por fim o Relator cravou:

    _ Doze, e um mês de lambuja.   

    Iniciou-se então um carnaval fora de época para os anti esquerdinhas, os antagônicos contestadores da ‘turminha vermelha’. Mas engana-se quem pense que os ‘chapolins’ se curvaram. Que nada! Continuaram cantando Lula lá e endeusando o político sorrateiro, anárquico e, diga-se passagem extremamente popular (Ou seria populista?). Não contavam com a astúcia de seus defensores. Lula encerrou dizendo: “Esse triplex não é meu!” Acabou sendo processado por Maluf por plágio.

    Nas redes sociais, muitos ainda querem Luizinho do ABC na presidência. Inclusive Dom Diego Armando Maradona, eterno Deus da Bola para os hermanos, maior ídolo argentino. Infelizmente, tratando-se de Maradona, a postagem que ele fez com a camisa da seleção canarinho com o nome Luizinho do ABC, não cheirou nada bem. Aliás, cheirar é coisa que Maradona entende e muito, né companheiros? Incorporando a visionária pouco confiável Mãe Dinah, ele cravou no fim da mensagem: “Te amo, tchau querido!” De fato, tenho que me render. Maradona, previu o resultado. Sentiu o cheiro (Nenhuma alusão a um time carioca de futebol).

    É preciso lembrar, senhoras e senhores, vermelhos, azuis ou multicoloridos, que por enquanto só se tratou do tal triplex. A coisa nem começou a feder direito, afinal ainda temos a Petrobrás (símbolo da independência e pujança financeira do Brasil, totalmente afanada, destruída), o BNDS que pode ter servido aos interesses pessoais de Luizinho do ABC desenvolvendo socialmente suas contas bancárias de forma polpuda. Também ainda há o que apurar no sítio e na Odebrecht, nome que soa tão bonito e que virou cenário da grande farra tupiniquim envolvendo políticos e empresários.

    A Cleptocracia (Estado governado por ladrões, literalmente. O termo se refere a um tipo de governo no qual as decisões são tomadas com extrema parcialidade, indo totalmente ao encontro de interesses pessoais dos detentores do poder político) tomou conta de Brasília, desde que aquele presidente esportista, que andava de jet ski, transformou a Casa da Dinda numa Bagdá, cercada por muito mais de 40 ladrões. Talvez tenha começado bem antes disso. Descortinou-se ali a avacalhação da moral e dos bons costumes.

    Mas antes de encerrar minha crônica apartidária, vou tomar um café, pois sou filho de Deus e não do Lula. Uma justa homenagem com pinga ‘da boa’ e mortadela de tira gosto.

    De volta ao texto, penso que o não menos larápio Aécio ‘narizinho suave”, assim como Temer (mordomo do belzebu) e outros quadrilheiros do Congresso e dos Estados, devam estar  se borrando… Quem será o próximo? Luizinho do ABC pode ser preso, como ainda pode ser presidente. Mas penso que ele não pode ser o único, o último. Ele deve ser espelho, deve, finalmente, servir de exemplo para alguma coisa. Para os ladrões começarem a perceber que o crime não compensa. Que a Justiça tarda e raramente não falha.

    Destaco o trabalho dessa tal militância colorada que se mostra vitimizada e que é inflamada por um energúmeno chamado Jean Willis e que o tem como referência, como porta voz dos adultos. Certamente Caetano deve inspirar os menores de 13 anos. Tão simpático!

    Luizinho vai recorrer. Talvez não fique um dia preso. Talvez se candidate mediante liminar. Talvez compre milhares ou até milhões de votos, corrompa, seduza e engane muita gente sofrida e indefesa. Talvez se reeleja Mandatário Máximo e chegue ao Planalto, local que assim como Bangu é cercado de muitos meninos maus. Aliás, vale o registro de que nosso ‘desgovernador’ Pimentel esteve ao lado de Luizinho do ABC, no ABC, durante o julgamento. Afinal, Pimentel no… dos outros é refresco!

    É companheiros, parece que a justiça começa a tirar a venda dos olhos. E por falar em venda. Acho que há uma oferta de um lindo triplex recém desocupado a venda… Alguém se habilita….?

    E os milhões gastos nessa mega operação para o julgamento? Os companheiros vão pagar ou de novo a conta chegará para todos os brasileiros, travestida em energia ou gasolina a preço de ouro?

    Termino com aquela música que trata e retrata bem o nosso Brasil: “Moro num pais tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza…” Eu, você e o Sérgio…

     
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    Roger Campos

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  • VOCÊ ACHA QUE A SUA VIDA É UM FATO CONSUMADO? Por JUAREZ ALVARENGA

    VOCÊ ACHA QUE A SUA VIDA É UM FATO CONSUMADO? Por JUAREZ ALVARENGA

    A visão privilegiada da vida só acontece quando estamos na sua margem. Dentro dela muitas vezes colocamos nossas possíveis soluções no vácuo ou no oco. O núcleo, nossa meta maior, fica obscuro e inacessível.

    Sondar o terreno antes de pisar é ter convicção que abaixo de nossos pés não existe areia movediça. Depois de certificar o terreno cabe a nós traçar nosso horizonte visto somente com binóculo. Paisagem a distancia a ser atingível ditará o ritmo de nossos passos.

    Ninguém acerta a essência da vida na sorte. É um processo de tentativa, juntamente de muito trabalho, contemplação e identificação com o roteiro traçado.

    O construir é um ato de observação e de muita inquietação. A inércia produz o famigerado desânimo como o começo nos impulsiona para fim com sua empolgação. As pessoas levantam apenas o físico, o espírito compreendedor fica contido nas entranhas da alma.

    Manter um sonho erguido é inquietar nossos inimigos de sufocação permanente. Não existe pior sensação para o adversário que ver nossos sonhos mantidos verticalizados. Sua manutenção é a pavimentação para sua concretização. A utopia erguida é adversário na lona. Abandonada, é alívio para as pessoas que não querem ver sua concretização.

    Ser viajante cauteloso com tanque cheio de combustível da motivação nos levará perto do céu terreno. Se o céu transcendental  tem como arquiteto Deus, o nosso terreno tem como construtor nós mesmos.

    Direcionar a vida rumo à felicidade é se deixar sair pela tangente quando estamos agindo automaticamente. A ação deve ter sua formulação exata e não nascer da improvisação.

    Nossa vida poderá se caçar abismos ou erguer edifícios existenciais monumentais. CABE A NÓS FAZERMOS DE NOSSOS ABISMOS SÓLIDAS BASES RUMO A NOSSA EDIFICAÇÃO VIVENCIAL. Nossa morada existencial deve ficar em lugar plano para podermos suportar as tempestades com resignação. Não é a força da tempestade que nos destroem, é a vulnerabilidade encontrada pela correnteza em nosso intimo alargado. Reter com fortaleza de uma argamassa impedirá o fluxo de correr a vontade. Buscar ficar fora da vida para construir soluções sábias é fundar sua própria faculdade existencial. Compreender e dar sustentabilidade interiores de êxitos, mas também é natural nascer de nossos conflitos íntimos monstros destruidores de nossa fé na vida.

    A paz sem sacrifícios nos leva ao conformismo e ao derrotismo sem enfrentamento. A paz nascida do fruto de nossa guerra vencida nos torna preponderante perante nós mesmo. É da nossa impulsão intima que lançamos nossas vidas e quilômetros de distancia do derrotismo e nos aproximamos do foco planejado.

    Que o stress de final de ano tão natural seja remo capaz de nos conduzir sempre para frente.

    Devemos guerrear com o mundo e com as coisas deste mundo, pois somente assim nossas reservas psicológicas nos descansando sempre, fazendo guerreiro armado, intimidando o avanço do ceticismo rotineiro capazes de restringirem em demasia nossos voos panorâmicos e quilométricos.

    O stress com resultados é melhor do que a paz com fracassos.

    JUAREZ  ALVARENGA

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  • GUNS N’ ROSES: “É surreal olhar pro lado no palco e ver o Axl”, diz Slash

    GUNS N’ ROSES: “É surreal olhar pro lado no palco e ver o Axl”, diz Slash

    Durante participação no programa de rádio Sixx Sense, comandado por Nikki Sixx, baixista do Motley Crue e Sixx: A.M., Slash confirmou que não falou com Axl Rose durante 19 anos após sua saída do Guns N’ Roses, mas que desde então ele vêm se emocionando com o que acontece nos palcos todas as noites que a banda se apresenta.

    “Durante estes vinte anos, sempre houve o lance do mal estar da separação, mas ao mesmo tempo havia uma parte dentro de mim que era como um casamento onde você ama alguém e aquele sentimento persiste, mas há muita coisa negativa acontecendo. E sempre teve muita coisa ruim propagada pela mídia que tomou proporções além da conta. Então quando ele e eu nos falamos pela primeira vez (desde 1996) foi muito, muito legal”.

    Slash conta ainda que ele conversou com Axl pela primeira vez em 2015: “Foi pelo telefone, e então nos encontramos quando voltei para a cidade, pois eu estava na estrada – estava no Peru, lembro com detalhes. Foi uma catarse falando fisicamente, pois existia aquele vínculo que nunca havia sido rompido, e o vínculo tornava a coisa muito pior, me fazia fora de mim.”

    Depois o guitarrista comenta o primeiro show da reunião do trio (Axl, Slash e Duff McKagan), realizada no dia 1º de abril de 2016 no Troubadour de Los Angeles: “Foi absurdamente fantástico, superou as expectativas. Já se passaram 18 meses, e se você tivesse me perguntado sobre isto há vinte meses atrás eu diria ‘Sem chance, nunca vai rolar’. Mas aconteceu, e foi maravilhoso”.

    Slash diz ainda que é “muito surreal” olhar ao lado no palco e ver Axl, que disse em uma famosa entrevista de 2009 para a Billboard que um dos dois morreria antes que uma reunião acontecesse. “Acontecem estes momentos no palco onde você meio que olha onde está e pensa ‘Wow, isto é uma viagem!’. E o engraçado é que há algo nesta turnê em particular que não me leva ao passado, para a última turnê que fizemos nos anos noventa, o que acontece agora é algo completamente único em si mesmo. São os mesmos caras, as mesmas músicas, mas o conjunto da experiência é completamente diferente”.

    Novo Guns n’ Roses.

    Fonte Whiplash

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    Roger Campos

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  • A ALMA TEM SEDE por JUAREZ  ALVARENGA

    A ALMA TEM SEDE por JUAREZ  ALVARENGA

            

            A vida é dual vivencia-la em sua plenitude é a receita inteligente. Fantasia e realidade são as notas mirabolantes da musica em sintonia com a sabedoria. Estagnar numa nota só, é perder o ritmo da existência. Vem, porém, a alma humana instrumento vital ao homem, que tem como seu habitat natural a noite. É nela, que no orifício da alma, penetra a água da vida que sustenta a saúde psíquica. Deve desfilar, soberbamente,  na passarela da existência com a desenvoltura de uma bailarina clássica.

             Possuem a elegância das estrelas e o romantismo da lua.

             Porém, sabemos que os dias são hierarquizados heterogeneos e verticalizados. A noite é homogênea e sem hierarquia.

             O dia é para racionalidade como a noite é para os sonhos das almas famintas.

             Enxergar a realidade, sob a claridade do sol escaldante,  nos faz instrumento consistente de conquistas de vitorias racionais. Mas, nunca devemos expulsar de nosso cotidiano, a leveza da alma, que rastreja rasteiramente como os animais deixando marcas, para os caçadores humanos o perseguir. As marcas das almas são clarividentes, que somente o homem a entende.

             A alma tem sede de sonhos e da grandeza imaterial humana, capaz de voar no espaço da lógica racional.

             Transforme-se venha beber a agua mágica da noite, pois somente assim estará preparado, para enfrentar a rusticidade cansativa da fonte quase seca do dia.

             A alma não tem preço, para vivenciar e é, democraticamente universalizado  diferente do dia, que cobra uma taxa de competência, para conquistá-lo ou adaptá-lo.

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

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  • SONHOS PREGADOS NA ALMA por JUAREZ  ALVARENGA

    SONHOS PREGADOS NA ALMA por JUAREZ  ALVARENGA

             A atividade constante nos leva ao abandono da penetração de nossa alma ao núcleo de nossa força intima.

             A luta, é a principal argumentação, para o êxito. Buscar o que queremos com determinação, nos faz mais valentes e astuciosos.

             O abandono dos sonhos, nos tornam mesquinhos perante a variedade de oportunidades na sua empreitada vencedora.

             Nosso intimo, não deve ser neutro. As partes reservadas ao alto mar devem ser cheias de atitudes.

             Conduzir-nos para  a meta é instrumentalizar nossos espaços de vontade superlativa.

             O êxito exige que mergulhamos, com profundidade e perfeição, na imensidão do mar. Abandonar a zona de desconforto, temporariamente, é se armar constantemente, para aquilo que almejamos.

             A distancia entre aquilo que desejamos ou sonhamos, é medida pelo ritmo dos passos convictos e destemidos  que damos no alvo almejado.

             Não ter horizonte em seus sonhos, é como andar com a luz apagada nas rodovias movimentadas por aqueles que têm metas clarividentes.

             A suavidade do êxito, nasce das rudezas das metas, que precisam, necessariamente, ser conduzida ao seu alvo.

             Seja destemido em seus sonhos e levando-os  até o átrio da realidade. Flutuando ao sabor da motivação saberá, com firmeza, chegar à meta traçada.

             Sonhos desfeitos são realidades mal conduzidas. Realizado é quando sua certificação e autenticidade nascem de sua astúcia em ação.

             Sonhos impregnados na alma são aqueles que carregamos com valentia, ultrapassando barreiras e atingindo o extremo do horizonte desejado.

             Sonhos impregnados na alma, são aqueles que o tempo não deleta. Instala em nós e só saem de nós com ações transformadoras de sucessos.

             Sonhos impregnados na alma, repousam em nossas vidas como as borboletas que só abandonam o jardim, depois de alimentar com a leveza das flores. Famintas de realidade só satisfazem depois de saciadas com a certeza do amanhecer, propicio para concretude.

     

    JUAREZ   ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO  B.  FIGUEIREDO, 29

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    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

  • PÃES QUENTES ÀS TRÊS HORAS DA TARDE por Juarez Alvarenga

    PÃES QUENTES ÀS TRÊS HORAS DA TARDE por Juarez Alvarenga

            A realidade começa ao amanhecer e atingir o ápice às três horas da tarde. É nesta hora em que muralhas das adversidades tentam impedir os sonhos de ultrapassá-los.  É como uma estrada de roça em dia de chuva em que nosso carro atola no barro e só saem com ajuda de nosso trator intimo. É a onda mais alta para o surfista transpô-los ou afogar na sua intensidade.

            Às três horas da tarde as ruas da cidade move mansamente e o povo caminha psicologicamente arrastado pelos obstáculos que impedem avançar o sinal do sucesso.

            Às três horas da tarde o sol arrebentador seca nossas ilusões, maltratando a realidade de dificuldades parasitárias.

            A vida às três horas da tarde recebe de nós mesmos o sinal vermelho onde nossos projetos são anestesiados e nossas utopias sepultadas.

            Às três horas da tarde onde nossa força intima são dilaceradas por tufões incendiários capazes de deixarem tudo em cinzas.

            Transpor esta hora critica é necessário entrar nas padarias da vida e comprar pães quentes. Que saindo do forno no momento para saciar nossa alma despida de sonhos. Só os sonhos antecedentes são capazes de transpor com facilidade o mais declinante morro das três horas da tarde. Pães quentes para saciar a alma cética de sonhos das três horas da tarde são os instrumentos potentes para vencer por dentro todas as armas destruidoras de nosso campo de batalha intimo.

            Aprenda adquirir força intima de acordo do declive do morro. Aumente a musculatura, alimentando de pães quentes para a alma, pois a leveza intima fará voar transpondo toneladas de muralhas estáticas mesmo as das três horas da tarde quando a realidade parece atingir o limite de altura das nuvens.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

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