Categoria: Comemorações

  • Histórias de Vida: Professora Tonha Mello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Professora Tonha Mello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    ELA DEIXOU UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA NOSSA EDUCAÇÃO.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Professores, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história da querida e eterna Professora Tonha Mello.

    Maria Antonieta Mello Reis, popularmente chamada de Tonha Mello, nasceu em 12 de junho de 1943. É filha de Sérgio de Mello e Edwirges Tavares S. Mello. Seus irmãos são José de Mello, Maria da Conceição Mello Alves, Geraldo de Mello, Maria Theresa Mello de Figueiredo, Sérgio de Mello Filho e Antônio Fabiano de Mello.

    Cursou magistério no Colégio Coração de Jesus e se formou em 1965, quando começou a lecionar. Casou-se com Aloísio Henrique Reis e teve duas filhas: Patrícia e Vanessa.

    Prestou concurso público e foi admitida na carreira docente do Estado de Minas Gerais. Graduou-se em matemática pela FAFI, em Varginha, e continuou seus estudos, concluindo duas pós-graduações.

    Amada por seus alunos, Tonha Mello sempre buscou passar muito além de conhecimento. Transmitia experiência de vida e amor. Tão querida e aclamada, acabou levando seu conhecimento e boas ações para a política.

    Foi eleita vereadora, sendo atuante na área social, buscando sempre o bem da coletividade. Ajudou na fundação da Associação dos Profissionais de Educação de Três Pontas, que lutou bravamente pela vinda de faculdades para o município, sendo membro da diretoria até os presentes dias; e também é membro da Associação Padre Victor.

    Atuou como orientadora escolar e diretora da Escola Municipal José Vieira de Mendonça.

    Mesmo após sua aposentadoria, trabalhou com projeto de Educação à distância, que visava a formação de professores no Estado de Minas Gerais, sendo tutora do projeto Veredas.

    Sempre honrou a profissão e, até hoje, mantém ótimo convívio com seus ex-alunos, de quem sente muito orgulho.

    É uma mulher forte, honesta e decidida, muito querida por todos em seu ciclo familiar e de amizades. E nesta justa homenagem que hoje o Conexão Três Pontas faz para ela, de forma extensiva a todos os professores trespontanos, não poderia faltar o depoimento dos familiares, representados pela filha Patrícia:

    “Mãe, obrigada por ser, para todos nós, esse exemplo de serenidade, amor e compreensão. Obrigada por nos ensinar tantas virtudes, obrigada por nos ensinar o verdadeiro significado de família e amor. Nós te amamos incondicionalmente”.

    Eu sempre procuro contar aqui histórias de vida e não opinar sobre as mesmas. Mas em alguns casos é impossível não participar de forma mais direta. E no caso dessa mulher iluminada, dessa Professora, na acepção da palavra, com “P” maiúsculo, eu faço questão de pontuar.

    Já faz muitos anos. Escola Estadual Teodósio Bandeira (símbolo e parte da nossa história). A matéria era a, por muitos, temida matemática. Tonha Mello chegava com seu material em uma das mãos, debaixo do braço. Sorridente e ao mesmo tempo concentrada, ela parava na frente de todos, exatamente no meio da sala, como se houvesse uma marcação no chão. Esfregava as mãos, respirava fundo e dizia: “bom dia! Vamos rezar?”…

    Ali começava mais que uma aula, uma parceria, uma doação de conhecimento e de vida. O que ela nos ensinava era muito mais que as quatro operações da matemática e suas “complicações”. Nos ensinou a multiplicar os sonhos, a somar vitórias, a dividir esperanças e a nunca perder a coragem e a fé.

    Eu tive grandes, excelentes professores nesses anos todos. Mas minha relação com Tonha Mello não se explica em palavras, não dá pra verbalizar. Transcende, vai muito além de uma relação (que por si só é nobre) de aluno e professor. É de mãe e filho, de mestre e aprendiz, de criador e criatura. Nunca me esquecerei dela. Tenho muita gratidão e amor por essa Professora. Um exemplo de pessoa, de mulher e de mestra.

    Como eu queria voltar no tempo, voltar naquela sala de aula e, pelo menos mais uma vez, por 50 minutos que fosse, viver tudo aquilo de novo…

    Se me perguntarem por quanto tempo, durante quantos anos tive aula com Tonha Mello, não sei dizer cronologicamente. Mas posso garantir que foram aulas para toda uma vida.

    Seu nome é Tonha Mello, mas bem que poderia ser Conhecimento e Amor.

    Querida e eterna Professora Tonha Mello, obrigado por tudo. Eu amo você!

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    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Professor João Victor Mendes é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: Professor João Victor Mendes é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    “O sonho da faculdade é real!”

    O EDUCADOR É UM DOS RESPONSÁVEIS PELA VINDA DO GRUPO UNIS PARA TRÊS PONTAS.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história do querido professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça.

    João Victor Mendes de Gomes e Mendonça nasceu em 30 de março de 1971, em Três Pontas. Filho de João Laudomiro de Mendonça e Maria Idalina Gomes Mendonça (já falecida). É filho único.

    É casado com Maria Aparecida de Sousa Mendes desde 20 de maio de 1995. Dessa união abençoada nasceram Caroline Sousa Mendes, de 22 anos e de João Paulo de Sousa Mendes e Mendonça de 15 anos.

    Joao Victor é um eterno estudioso, apaixonado pelos livros, é muito querido não apenas pelo seu conhecimento, mas também pela simplicidade herdada de seus pais e que preserva até hoje. Também pelo senso ético e de justiça, procurando ajudar a todos que o cercam.

    Livro co-escrito por João Victor.

    Formado em Filosofia Pura, História e Direito, é ainda Pós Graduado em Administração Pública Municipal e Mestre em Direito.

    João Victor é uma pessoa de muita fé, católico convicto e praticante, foi seminarista quando jovem, onde estudou Filosofia no Seminário Diocesano N. Sra. Das Dores em Campanha. Após sair do Seminário em 1990, retornou à Três Pontas onde, além de estudar, trabalhava na extinta fábrica ETEL.

    O notável professor, querido e respeitado por seus alunos ao longo dos anos, foi eleito vereador e exerceu dois mandatos, entre os anos 1993 a 2000.

    No governo da saudosa ex-prefeita Adriene Barbosa foi Secretário Municipal de Educação e Cultura e Secretário da Fazenda. Foi ainda convidado para assumir a Chefia de Gabinete do ex-vice-governador de Minas Gerais, mais tarde senador Clésio Andrade.

    Ainda na política, foi candidato a vice-prefeito na primeira eleição que o Dr. Luiz Roberto concorreu como prefeito.

    Incansável, um homem dedicado a Deus, à família e ao trabalho, foi também Superintendente Geral da AMM (Associação Mineira de Municípios).

    Mas, dentre tudo aquilo que se debruçou, estudou e lutou por uma Três Pontas melhor, mais justa e igualitária, com acesso e oportunidades para todos, João Victor é um dos pilares, um dos responsáveis pela realização de um dos maiores sonhos que a cidade tinha: a vinda de uma faculdade, o que se confirmou através do Grupo Unis. João Victor, Adriene Barbosa e o Reitor Stefano Gazzola têm papel vital nessa conquista histórica e revolucionária.

    O Professor João Victor assumiu o cargo de Diretor da Fateps durante 11 anos, onde também foi professor universitário nos cursos daquela Faculdade.

    Foi vice-presidente da Fepesmig – Mantenedora do Grupo Unis – e continua no Conselho Curador daquela instituição.  Foi membro do Conselho Estadual de Educação de MG.

    Atualmente ocupa a direção do ITL – Instituto de Transpiração e Logística, entidade privada ligada ao Sistema CNT/ SESTSENAT, cujo atual Presidente é o Dr. Vander Costa. Atualmente fica em Brasília e viaja muito pelo seu trabalho dentro e fora do Brasil. Já esteve na Nasa e na sede da gigante Google.

    Nos finais de semana costuma ficar no sítio de seu pai, perto do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, lugar que diz ter muito orgulho  de ter praticamente nascido lá (fazenda do Dr. Odilon onde seu pai era administrador).

    “Adoro conviver com o pessoal de lá. No começo de minha vida trabalhei na roça com eles. Depois vim para a cidade morar com meus pais na casa de meus avós”, destacou.

    O cantor Marciano, morto recentemente e o professor João Victor.

    Uma passagem que marcou sempre a sua vida foi também a convivência com o querido e saudoso Zé Lagoa, pessoa que o professor garante tê-lo ajudado muito! Já sobre a ex-prefeita Adriene ele se emociona e afirma: “foi a irmã que Deus colocou na minha vida!”

    João Victor relembra as dificuldades que enfrentou logo no começo do casamento, já com a primeira filha, onde ele e a esposa estudavam, trabalhando muito, sem casa própria, com dívidas. Foram tempos difíceis, mas nunca faltou o apoio dos familiares, parentes e amigos. “Difícil também agora a morte da Adriene cujo próximo dia 16 de Abril completará 1 ano”, emendou ele.

    Como meta e sonho pessoal quer continuar o seu trabalho e ingressar em um Doutorado de Direito que está às vistas de acontecer. Ver seus filhos criados e encaminhado na vida.

    “Meu sonho como cidadão é ainda poder ver um país próspero onde não tenha tantas mazelas sociais especialmente na saúde, educação, emprego e segurança. Que o Brasil seja um país fraterno, solidário e justo! Sonho com uma cidade pacificada, desenvolvida, onde a agricultura e a indústria seja pujante gerando empregos e rendas com educação e saúde de qualidade. Que nós trespontanos nos sintamos como irmãos e que o ódio, o preconceito, o rancor, a inveja, o partidarismo que tanto prejudica a cidade seja afastado de nosso meio e façamos jus de aqui termos praticamente dois santos ( Padre Victor e Nossa Mãe ).

    “Acredito na força transformadora e libertadora da educação! Foi através dela que consegui chegar até aqui com a Graça de Deus e o apoio dos amigos! Para nós que viemos de baixo só temos duas coisas além de Deus para vencermos: educação e a força do trabalho. Caso contrário, seremos engolidos pelo sistema dominante que não nos aceita. Às vezes nos tolera segundo sua conveniência.

    Professor João Victor e o reitor Stefano Gazzola, homenageados pela Câmara Municipal de Três Pontas.

    Termino falando de Stefano Gazzola. Foi e é um grande Mestre que tem me ensinado muito. Hoje também é um grande irmão”, finalizou.

    Por toda essa brilhante trajetória, por ser um defensor da família, das coisas de Deus e da Educação, pela simplicidade, humildade e a incessante busca pelo conhecimento, pelo tanto que fez pela cidade de Três Pontas, merecidamente hoje, Professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça tem a sua História de Vida contada pelo Conexão Três Pontas em forma de homenagem. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

  • Fiéis celebram 304 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

    Fiéis celebram 304 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

    CONEXÃO RELEMBRA A HISTÓRIA DA IMAGEM VENERADA EM TODO PAÍS

    Era outubro de 1717, quando três pescadores – João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia – ficaram encarregados de conseguir peixe para a festa que a Vila de Santo Antônio de Guarantinguetá iria oferecer ao governante da capitania hereditária de São Paulo e Minas de Ouro, que estava de passagem pela região. O problema é que, naquela época, não era tempo de peixe naquele mês. Após várias tentativas puxando a rede no Rio Paraíba do Sul, um pedaço do corpo de uma imagem de Nossa Senhora Conceição apareceu para os pescadores. Curiosos, eles lançaram a rede mais uma vez e pescaram a cabeça da imagem, que se encaixou perfeitamente ao corpo. Eles colocaram a imagem da santa no barco. E depois disso,  os peixes começaram a aparecer, em quantidade abundante, tão grande que quase fez o barco virar, segundo os relatos históricos da tradição católica.

    A imagem da santa foi então levada para a casa de Silvana da Rocha Alves, esposa de Domingos, mãe de João e irmã de Felipe, que juntou as duas partes com cera e fez um altar para a santa. E foi ali que teve início a devoção à santa: todos os sábados os moradores iam até a casa de Silvana para rezar para Nossa Senhora – que depois tornou-se padroeira do Brasil.

    Anos depois, já em 1732, o pescador Felipe Pedroso entregou a imagem a seu filho, que construiu o primeiro oratório aberto ao público. A partir daí, foi construída uma capela, uma igreja, uma basílica até que, em 1946, foi lançada a pedra fundamental para a construção do novo santuário, o quarto maior do mundo, iniciada em 1955.

    A aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida completa 304 anos este ano com uma programação extensa de homenagens e celebrações, grande parte online por conta do distanciamento provocado pelo coronavírus. Hoje, 12 de outubro, quando se celebra o Dia da Padroeira do Brasil, se não fosse a pandemia, o santuário receberia milhares de peregrinos, como acontece todos os anos.

    Rainha do Brasil

    Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que recebeu o nome de Aparecida por ter “aparecido” aos pescadores, foi proclamada rainha do Brasil em 1904 e, em 1930, passou a ser a padroeira do país de acordo com o Papa Pio XI. Somente em 1953 é que a festa de Nossa Senhora passou a ser celebrada no dia 12 de outubro, por determinação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

    “O Brasil, desde a sua colonização, tem uma identidade católica. E a devoção aos santos é algo muito próprio da Igreja Católica. Por isso, a devoção, sobretudo à Nossa Senhora, que é a santa das santas e a mãe de Jesus, é algo que está muito presente na vida do catolicismo. A partir desse encontro [da aparição da imagem aos pescadores] surgiu a devoção a essa que o povo passou logo a chamar de ‘Aparecida’”, explicou o padre João Batista.

    Segundo ele, a devoção a Nossa Senhora no país começou com o encontro da imagem, mas tem forte ligação com os brasileiros por ela ser mãe e simbolizar a esperança, o que a levou a ser proclamada padroeira pela Igreja Católica (em 1930) e pelo então presidente Getulio Vargas (em 1931).

    “Nós brasileiros temos uma ligação muito forte com a figura da nossa mãe. Sentimos muito a ausência da mãe quando ela não está conosco. Nossa Senhora, a mãe de Jesus, ocupa, dentro do universo religioso esse espaço materno, esse colo materno. Por isso ela cativa o povo brasileiro, tanto o povo simples e humilde quanto os governantes como foi o caso da Princesa Isabel e de D. Pedro I ”, disse.

    Desde 1980, por força de decreto presidencial, o 12 de outubro passou a ser dedicado à padroeira, motivo pelo qual a data tornou-se feriado nacional.

    A imagem

    A imagem original de Nossa Senhora Aparecida, confeccionada em terracota (barro cozido), sofreu um ataque no dia 16 de maio de 1978, quando foi quebrada em mais de 200 pedaços (um jovem transtornado a teria arremessado ao chão). Ela foi levada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde a artista plástica Maria Helena Chartuni começou o trabalho de reconstituição. Neste mesmo ano, a imagem foi restaurada e levada de volta ao Santuário Nacional de Aparecida.

    Em 2012, a imagem foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). Até hoje, continua exposta no nicho do Santuário Nacional de Aparecida.

    Santuário Nacional

    O santuário recebe, anualmente, cerca de 12 milhões de peregrinos. É o maior santuário do mundo dedicado a Maria. Foi declarado de âmbito nacional em 1984, pela CNBB.

    As atividades religiosas no local tiveram início definitivamente em 1982, quando a imagem foi transladada da Basílica Velha para a nova Basílica.

    Fonte Agência Brasil

  • Feriadão de 12 de Outubro será chuvoso em boa parte de Minas; veja previsão

    Feriadão de 12 de Outubro será chuvoso em boa parte de Minas; veja previsão

    Em Três Pontas Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças será de chuva

    As famílias que planejaram um Dia das Crianças ao ar livre terão que repensar os planos. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o feriado prolongado será de chuva em boa parte do estado.

    Em Belo Horizonte, a chuva começou na sexta-feira (8/10) e só deve parar na terça-feira (12/10). A previsão para a capital mineira é de céu com muitas nuvens e chuva forte.

    A temperatura deve cair, com máxima de 17ºC e mínima de 13ºC na terça-feira. A máxima do feriado será sábado, com 25ºC.

    Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba

    O feriado prolongado será de calor intenso e chuva nas regiões. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o dia mais quente foi no domingo, com 34ºC. Nos dias seguintes, a temperatura cai um pouco, com 30ºC na segunda-feira (11/10) e 29ºC na terça. Já a umidade do ar na região pode ficar na casa dos 90%.

    Central e Centro-Oeste de Minas

    Os próximos dias também serão de chuva nas duas regiões. Na Região Central, a temperatura pode variar de 20ºC a 31ºC ao longo do feriadão. A previsão é de chuva até terça-feira.

    Vale do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce

    Em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, a previsão também é de chuva todos os dias até terça-feira. Com calor intenso, a temperatura começa a cair na terça e máxima pode ser de 20ºC.

    Noroeste  e Norte de Minas

    Na Região Noroeste do estado, mesmo com chuva prevista para os próximos dias, o calor segue intenso. Em Paracatu, a máxima é de 33ºC. No Norte de Minas, o clima também segue quente. Em Montes Claros, a previsão é de pancadas de chuva na segunda e terça-feira. A mínima na cidade é de 17ºC, na terça, com máxima de 26ºC.

    Zona da Mata e Sul de Minas

    Na Zona da Mata, a previsão é que o feriado seja chuvoso, com pancadas de chuva e tempestades em pontos isolados da região. Em Juiz de Fora, chove todos os dias. A mínima na cidade é de 12ºC. Em Varginha, no Sul de Minas, chove todos os dias e o calor dá trégua. Na terça-feira, a máxima é de 17ºC.

     

    Em Três Pontas

    Na cidade de Três Pontas o feriadão também será de chuva constante. Para hoje, segunda-feira, as temperaturas ficam entre 16° e 22°, com possibilidade de chuva em torno dos 90%. O clima é de tempo chuvoso durante o dia e também à noite. Estão previstos 20mm de chuva e ventos de até 18km/h.

    Para a terça-feira, feriado de Nossa Senhora Aparecida e também Dia das Crianças, as temperaturas ficam entre 15° e 24°, com possibilidade de chuva em torno dos 67%. O clima é de tempo com sol e com muitas nuvens. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Estão previstos 18mm de chuva e ventos de até 18km/h.

    Já no pós-feriado, na quarta-feira dia 13, as temperaturas ficam entre 17° e 26°, com possibilidade de chuva em torno dos 80%. O clima é de tempo com sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Estão previstos 5mm de chuva e ventos de até 16km/h.

    Três Pontas hoje.

    *Com Informações do EM

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CLUBE DA CASA NOVA ERA FAZ ANIVERSÁRIO E QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ!

    CLUBE DA CASA NOVA ERA FAZ ANIVERSÁRIO E QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ!

    Empresa celebra mais um ano partilhando o sucesso com cada cliente

    A matriz do Clube da Casa Nova Era está completando 24 anos nesta sexta-feira, 01º de outubro. Mais do que uma loja de materiais de construção, a empresa tem colocado em prática umas filosofia de trabalho voltada a busca incessante pela qualidade e a consequente satisfação de seus clientes, também através de bons preços, de um atendimento realmente diferenciado, bem como uma emprega super-rápida, afinal e contas sabemos que quando o assunto é obra, principalmente, tempo é dinheiro. E a Nova Era é especialista em entregas rápidas, por isso tem a maior frota de veículos para entrega da região.

    Conforme a empresa, “uma ‘Nova Era’ parte do princípio de que o cliente precisa ser sempre o número um!” Isso se chama respeito!

    História de Sucesso

    Em outubro de 1997, na cidade de Três Pontas, nasce a Nova Era Materiais de Construção. O nome escolhido pela família é uma homenagem à cidade mineira berço de Domingos Martins da Costa, comerciante que se dedicou ao ramo de materiais de construção e nutriu sucessores de exemplos para que levassem à frente seus negócios.

    Como em toda história de vida, a Nova Era enfrentou e não está imune a outros momentos de dificuldades. Ciente disso, a empresa cria estratégias que incluem colaboradores unidos, dedicados, participativos, motivados, competentes e talentosos. Formando uma grande equipe, todos eles fazem dos desafios impulso e seguem sempre confiantes rumo à superação, fazendo das adversidades possibilidades.

    Garra e determinação semelhante têm os parceiros comerciais a quem recorre desde o início. Procura destacar a qualidade nos produtos e serviços, bem como praticar preços competitivos. Outra meta fielmente seguida há quase duas décadas é a busca constante pela inovação, a fim de superar as expectativas e a satisfação daqueles que são a razão de todo o esforço: os clientes.

    Passo a passo a Nova Era cresce. Em 2007, integrou-se ao Clube da Casa, conceituada rede de materiais para construção formada de mais de 1.000 colaboradores, de 44 lojas e presente em 33 cidades sul-mineiras.

    Apostando constantemente em novas tecnologias, sob a liderança de Agenor Garcia Rosa, da esposa Ângela Miari Martins da Costa Rosa e dos filhos Tassio e Sávio – o negócio agrupa o Clube da Casa Nova Era, Nova Era Pré-Moldados, Nova Era Ferragem Armada e Nova Era Locações. Consolidados, esses segmentos ocupam espaço entre as principais empresas de prestação de serviços e fornecimentos de materiais para construção, acabamento, decoração e jardinagem e, cada vez mais, se fortalecem fidelizando clientes.

    Com a coragem característica de família empreendedora, iniciativas continuam sendo tomadas com planejamento e eficiência. Prova disso aconteceu em 2014 quando o Clube da Casa Nova Era passou por ampla mudança física. As alterações tornaram o ambiente mais bonito, agradável, confortável e aconchegante. Modernas instalações foram projetadas por um dos maiores e mais conceituados escritórios de arquitetura do país, especializado no segmento de materiais de construção. Tudo, detalhadamente pensado e executado para acomodar com praticidade a vasta gama de produtos e dar maior visibilidade a cada item. Assim, para os clientes ficou mais fácil localizar e ter acesso aos mostruários e mercadorias. A loja possui 9.000 m², possuindo área exclusiva de atendimento e vendas, estoque coberto separado do setor comercial, e estoque de materiais básicos de fácil acesso.

     

    De casa nova, a empresa pode investir ainda mais em diversificação. Foi também pensando em ofertar comodidade que o Clube da Casa Nova Era incluiu em seu espaço mercadorias que atendem às necessidades comuns do dia a dia do lar, além de completa linha de presentes para casamento.

    Jovem, mas pautada na ética, na responsabilidade e no compromisso de melhor servir ao cliente, a Nova Era acumula realizações e já escreve com letras de muito trabalho, honestidade e amizade a sua história em Três Pontas. Desempenha importante papel na economia do município e ostenta o conceito de que cumprir responsabilidades civis, sociais e ambientais não é uma obrigação, mas sim, um enorme prazer.

     

    E o que já Era muito bom, agora está melhor ainda!

    São duas lojas Clube da Casa Nova Era em Três Pontas! Tudo com a certeza do melhor atendimento, melhor preço, ótimas condições de pagamento, variedade, qualidade e um item que não se pode abrir mão quando o assunto é obra: a entrega super-rápida, afinal, a Nova Era conta com a maior frota de entrega de materiais de construção, com cobertura em toda região. (sem taxa de frete – consulte condições)

    Se o assunto é Construção, Acabamento, Decoração ou Jardinagem, de A a Z, a Nova Era tem de tudo, levando sempre o melhor, a certeza da satisfação para os seus clientes, maior patrimônio da empresa.

    A nova loja do Clube da Casa Nova Era conta com amplo estoque de Ferramentas, Tintas, Verniz, e toda parte Hidráulica. Localizada estrategicamente na saída para Distrito do Pontalete e Quilombo Nossa Senhora do Rosário.

    É uma loja com 300m², que conta com estacionamento próprio em frente à loja e estacionamento para carga e descarga rápida. São mais de 10 mil produtos à disposição do cliente Nova Era. Somando as duas unidades, a Nova Era conta com um portfólio de mais de 30 mil itens.

    Promoção de Aniversário

    E para marcar o aniversário, o Clube da Casa Nova Era vem com muitas novidades e promoções! “Venha brindar conosco o nosso Aniversário!”

    E atenção: comprando qualquer produto da loja o pagamento poderá ser feito em 10x sem juros no cartão! Isso mesmo! Você não leu errado! Então corre pro Clube da Casa Nova Era e aproveite!

    ANIVERSÁRIO CLUBE DA CASA NOVA ERA!

    O mais completo showroom de acabamentos da região em duas lojas em Três Pontas!

    Loja 1: Avenida Ipiranga, 1418 – 3265-9300

    Loja 2: Rua Barão da Boa Esperança, 1426 – 3265-9344

    Construímos uma Nova Era – Construção, Acabamentos, Decoração e Jardinagem!

    Aqui tem de tudo pra todo mundo!

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    Roger Campos

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  • ESPECIAL PADRE VICTOR: Missa de Beatificação de Padre Victor reuniu 25 mil fiéis em Três Pontas; Relembre!

    ESPECIAL PADRE VICTOR: Missa de Beatificação de Padre Victor reuniu 25 mil fiéis em Três Pontas; Relembre!

    Três Pontas, com cerca de 57 mil habitantes, se preparou para receber milhares de romeiros e devotos de Padre Victor, muito venerado na região. A cerimônia foi realizada no aeroporto municipal, às 16 horas de um sábado inesquecível, dia 14 de novembro de 2015. A cidade está localizada a 291 quilômetros de Belo Horizonte e a 344 quilômetros de São Paulo, com acesso pela Rodovia Fernão Dias no trevo de Varginha.

    Mais de 25 mil fiéis acompanharam a Santa Missa, na qual o Padre Francisco de Paula Victor foi beatificado. Foram 22 anos de espera e mais de 100 anos de devoção que se realizava para muitos devotos do ‘Anjo Tutelar’ de Três Pontas. Uma grande estrutura foi montada no campo de aviação da cidade. Autoridades religiosas e políticas estiveram presentes e presenciaram o primeiro ex-escravo tornar-se beato da Igreja em terras brasileiras.

    O Rito de Beatificação foi presidido pelo cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação da Causa dos Santos, representante do Papa Francisco. Excepcionalmente, o então bispo da Campanha, dom Diamantino Prata de Carvalho OFM presidiu a Celebração, honra concedida pelo Vaticano.

    O momento mais esperado, e de grande emoção, foi o rito de beatificação. Francisco de Paula Victor já era reconhecido pelo papa.

    “Campanha é um chão abençoado de santos. Agora tem dois beatos: Nhá Chica e Padre Victor, para do céu nos ensinar a viver aqui na terra as virtudes que nos abrirão, futuramente, as portas do céu.”, disse o arcebispo emérito de Juiz de Fora, dom Eurico dos Santos Veloso.

    Igreja Matriz

    A Igreja Nossa Senhora D’Ajuda recebeu milhares de fiéis na cerimônia de beatificação ocorreu em 14 de novembro de 2015 e é nela que todos querem render suas homenagens ao homem que, para eles, já é considerado um santo dentro da tradição católica.

    Procissão em Três Pontas

    No final da tarde daquele domingo da Beatificação, uma procissão luminosa saiu do Carmelo São José, em Três Pontas, seguiu com a imagem oficial do agora beato Francisco de Paula Victor.

    A procissão seguiu pelas principais ruas da cidade e já à noite, chegou na Igreja Matriz, que estava lotada.

    A imagem do beato Padre Victor foi levada até o altar para o começo da missa, que foi transmitida também em telões do lado de fora da igreja, pra que todo mundo pudesse acompanhar.

    O então bispo da Diocese de Campanha (MG), dom Diamantino Prata de Carvalho, presidiu a cerimônia e falou da alegria pela beatificação e do exemplo deixado por Padre Victor.

    Relíquia na cidade natal

    Simultaneamente à cerimônia de Três Pontas, moradores de Campanha, cidade natal do beato, também seguiram pelas ruas em procissão. A cidade estava toda enfeitada para receber a imagem do beato, que chegou de charrete.

    Campanha ganhou também uma relíquia de Padre Victor, levada durante a procissão que foi acompanhada por centenas de fiéis. Na casa onde ele nasceu, uma pequena parada pra relembrar parte de sua vida.

    “A vida dele foi toda em Três Pontas, o sacerdócio, mas ele é daqui de Campanha, filho ilustre da Campanha”, comentou a aposentada Maura Vilamaria.

    A procissão terminou na Igreja de Santo Antônio, onde foi celebrada a primeira missa com a relíquia do beato. No santuário, um encontro. A partir de então as imagens de Padre Victor e Nhá Chica, os dois beatos do Sul de Minas, passaram a ficar sempre juntas.

     

    Papa Francisco falou de Padre Victor

    Durante a oração do Angelus no domingo, 15 de novembro de 2015, um dia após a missa de oficialização, na Praça São Pedro no Vaticano, o Papa Francisco comentou a beatificação de Padre Victor realizada em Três Pontas (MG). O vídeo com a palavra do pontífice foi divulgado nas redes sociais. Papa Francisco se refere ao “sacerdote brasileiro de origem africana, filho de uma escrava” e destaca a grande humildade do religioso. Leia a íntegra abaixo.

    “Em Três Pontas, no Estado de Minas Gerais, no Brasil, está proclamado beato dom Francisco de Paula Victor, sacerdote brasileiro de origem africana, filho de uma escrava. Pároco generoso e excelente na caquetese e na ministração dos sacramentos, se distingue sobretudo pela sua grande humildade. Possa o seu extraordinário testemunho servir de modelo para todos os sacerdotes, chamados a ser humildes servidores do povo de Deus.” 

    Testemunhos

    “Você vai em médico e tudo, mas eu acho que, para ter realizado, tem que ser por ele”, afirmou a balconista Fátima Aparecida Lemos Abreu, que credita sua gravidez a uma bênção alcançada junto a Padre Victor e esteve em Três Pontas naquele domingo da beatificação.

    Para a dona de casa Oneida de Souza, a fé no beato não deixa dúvidas quanto à sua santidade. “É uma grande bênção que a gente recebe. Só de ser santo, para nós, é muito alegria”, garantiu.

    Biografia

    Padre Victor era um jovem alfaiate em 1848, quando manifestou ao bispo de Mariana, d. Antônio Ferreira Viçoso, em visita a Campanha, o desejo de ser padre. O bispo o admitiu, no ano seguinte, no seminário de Mariana. Durante seus estudos, Victor foi muito discriminado, porque alguns de seus colegas não concordavam que um negro fosse ordenado sacerdote. A discriminação continuou nos primeiros anos em que viveu em Três Pontas. Com o tempo, o povo o aceitou e passou a venerá-lo por causa de suas virtudes, especialmente a dedicação aos pobres. Vivia de esmolas e dava esmolas. Foi nomeado cônego, mas continuou sendo chamado de padre. Quando morreu, já era considerado um santo.

    O Papa Francisco reconheceu em junho de 2015 um milagre atribuído à intercessão do Padre Victor – o caso de uma gravidez considerada impossível pelos médicos de Maria Isabel de Figueiredo, que tinha retirado uma trompa após uma gravidez tubária e estava com a outra obstruída. Depois de rezar uma novena a Padre Victor, a mulher engravidou e deu à luz uma menina, Sofia.

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  • ESPECIAL PADRE VICTOR: Relembre o milagre comprovado e atribuído à Padre Victor que efetivou sua Beatificação em 2015

    ESPECIAL PADRE VICTOR: Relembre o milagre comprovado e atribuído à Padre Victor que efetivou sua Beatificação em 2015

    O Papa Francisco reconheceu em junho de 2015 um milagre atribuído à intercessão do Padre Victor – o caso de uma gravidez considerada impossível pelos médicos de Maria Isabel de Figueiredo, que tinha retirado uma trompa após uma gravidez tubária e estava com a outra obstruída. Depois de rezar uma novena a Padre Victor, a mulher engravidou e deu à luz uma menina, Sofia.

    Maria Isabel Figueiredo e o marido José Mauricio com as filha Sofia e Alice Foto: ARQUIVO PESSOAL

    “Os médicos disseram que eu só engravidaria se fizesse a fertilização in vitro ou se ocorresse um milagre. Decidi esperar por um milagre e deu certo”, disse Maria Isabel. Professora da rede municipal de ensino e casada com o cabeleireiro José Maurício, ela teve outra filha, Alice, nascida há pouco mais de um mês, sem ter feito nenhum tratamento após o nascimento de Sofia. “Acredito que fiquei curada com o milagre, mas ainda não fiz exame para saber o que aconteceu”, acrescentou.

    Diamantino, então Bispo da Diocese da Campanha, hoje Emérito, disse que o fato de Maria Isabel ter engravidado de novo, sem tratamento, confirma a ação do milagre atribuído à intercessão de Padre Victor, que foi reconhecido pelo Papa Francisco, após ter sido analisado por uma equipe de teólogos e de médicos na Congregação para as Causas dos Santos. “Nasceu outra menina, foi um milagre duplo, confirmação do primeiro, e é isso que interessa, pois o importante é que Maria Isabel tenha engravidado graças ao primeiro”, afirmou o bispo. A segunda gravidez, afirma d. Diamantino, confirma que a mãe de Sofia ficou boa e não sabia.

     

    Um avião do governo de Minas buscou o cardeal Angelo Amato em São Paulo, onde ele chegou de Roma. O arcebispo de Aparecida, cardeal d. Raymundo Damasceno Assis, e seu bispo auxiliar, d. Darci José Nicioli, estiveram presentes, ao lado de outros bispos de autoridades civis. Os restos mortais e relíquias do novo beato foram expostos em urnas de acrílico para veneração dos fiéis. Maria Isabel e José Maurício, os beneficiários do milagre, participaram da cerimônia.

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  • ESPECIAL PADRE VICTOR: O JOVEM ESCRAVO QUE MUDOU A PRÓPRIA HISTÓRIA

    ESPECIAL PADRE VICTOR: O JOVEM ESCRAVO QUE MUDOU A PRÓPRIA HISTÓRIA

    Símbolo extremo de bondade, caridade e amor, Padre Victor caminha para a honra dos altares.

    Francisco de Paula Victor (12 de abril de 1827 – 23 de setembro de 1905) nasceu escravo em Campanha (MG) e, contra todos os preconceitos da época, conseguiu realizar o sonho de ser padre.

    Padre Victor foi batizado, em 20 de abril do mesmo ano, pelo padre Antônio Manoel Teixeira. Era filho da escrava Lourença Maria de Jesus. Sua madrinha de Batismo foi a senhora Marianna Bárbara Ferreira.

    Pregou, pelo exemplo, a fé, a esperança, a justiça, a obediência e sobretudo, a caridade. Amava a Deus na pessoa do seu semelhante, de modo especial nos mais pobres. Os paroquianos, em suas necessidades, recorriam a ele. Padre Victor vivia de esmolas e dava esmolas.

    Paroquiou Três Pontas, por cinquenta e três anos. Faleceu no dia 23 de setembro de 1905. A notícia abalou a cidade e toda a região, que já o venerava. A população chorou a morte de seu líder, de seu protetor, do mensageiro entre Deus e os homens. Ficou insepulto três dias e, de seu corpo, exalava perfume. Tendo em vista o grande número de pessoas que compareceram ao sepultamento, fez-se necessário fazer uma procissão pelas ruas da cidade, voltando novamente à Matriz, por ele construída, onde foi enterrado.

    Restos mortais de Padre Victor expostos durante a Missa de Beatificação na Igreja Matriz em Três Pontas.

    Padre Victor fundou a primeira escola da cidade, que formou pessoas que tiveram importante papel na região, como o primeiro bispo de Campanha, dom João de Almeida Ferrão, e o médico Samuel Libânio, que dá nome a um hospital de Pouso Alegre (MG).

    A fama de pessoa caridosa transcendeu o período em que viveu, dando a Padre Victor milhares de devotos, que durante décadas peregrinaram até Três Pontas para pedir e agradecer bênçãos. E foi uma dessas histórias de fé que permitiu sua beatificação em 2015.

    SINAIS DE SANTIDADE PARA OS CATÓLICOS

    A beatificação é uma permissão de culto da Igreja Católica a uma pessoa que teve uma vida considerada “santa” e passa a interceder por outras. Para que a pessoa tenha esse título, é preciso ter um milagre associado a ela, ou seja, um acontecimento que não possa ser explicado cientificamente. A comprovação de um segundo milagre, eleva o beato a santo.

    No caso de Padre Victor, o marco é a história de Maria Isabel de Figueiredo, que engravidou mesmo depois de ter a possibilidade descartada pelos médicos. Ao ouvir o diagnóstico em 2009, ela pediu intercessão do então venerável (título que o padre possuía antes de se tornar beato) e teve a primeira gravidez constatada em 2010. A filha Sofia nasceu em março de 2011. Isabel e o marido, José Maurício Silvério, ainda tiveram uma segunda menina, Alice, em 2015.

     

    SEGUNDO MILAGRE? Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre

    Hoje, 23 de setembro, é aniversário de morte do Beato Padre Victor. Dia de devoção para os trespontanos e para milhares de fiéis do Brasil e do mundo. O Vaticano avalia um suposto segundo milagre atribuído ao Beato Padre Victor. O jovem William Rosa de Oliveira afirma que foi curado da Doença de Crohn, há dois anos, quando tomou a água da Mina de Padre Victor. Ele e a família, devotos ferrenhos de Francisco de Paula Victor, atribuem a cura ao Beato.

    Quando tinha 18 anos, Willian começou a ter dores abdominais fortíssimas, vômitos e sangramentos constantes. Ele começou a fazer tratamentos médicos e enfrentou diversas internações. As crises começaram a ser cada vez mais frequentes e o diagnóstico só aconteceu quando ele tinha 25 anos.

    Ao longo do tratamento, Willian diz que teve que tomar remédios que afetaram até a saúde dele. Mas ele conta que, quando tomou a água da Mina de Padre Victor, foi curado. O caso já foi encaminhado para estudo no Vaticano e segue em sigilo.

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  • FESTA DE 116 ANOS DE MORTE DO BEATO PADRE VICTOR ACONTECE EM FORMATO HÍBRIDO

    FESTA DE 116 ANOS DE MORTE DO BEATO PADRE VICTOR ACONTECE EM FORMATO HÍBRIDO

    Evento chega a receber cerca de 60 mil turistas por ano, mas teve que se adaptar por conta da pandemia de coronavírus.

    As celebrações do aniversário de morte de 116 anos do Beato Padre Victor, em Três Pontas, começaram no dia 14 de setembro com o início da tradicional novena. O evento termina hoje, quinta-feira (23) com celebrações presenciais e online para os fieis.

    Por causa da pandemia, pelo segundo ano seguido não estão havendo as festividades tradicionais da Festa de Padre Victor, apenas missas e carreata. Segundo a Prefeitura de Três Pontas, está permitida a entrada de fieis de outras cidades e não há barreiras sanitárias, como ocorreu em 2020.

    A Associação Padre Victor pediu para que, mesmo com a permissão da entrada de fieis neste ano, os romeiros não visitem Três Pontas nestes dias. Segundo a diretora social da associação, Danusa Barbosa Reis Brito, neste ano não haverá apoio ao romeiro na estrada e na cidade.

    “Pedimos para os romeiros não virem. A cidade não vai ter nenhuma estrutura para atendê-los. As missas serão realizadas com números reduzidos de pessoas, não vai ter banheiro disponível e o memorial vai estar fechado. Pedimos muito para os romeiros não virem por causa da pandemia. Na rodovia também não vão ter as barracas que costumam estar espalhadas pelo percurso. Este é um pedido da igreja e dos padres. Passando a pandemia, faremos uma bela festa”, afirmou.

    Todas as celebrações são transmitidas pelas redes sociais Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda e da Associação Padre Victor.

    Hoje, quinta-feira (23), dia do aniversário de morte do Padre Victor, a programação começou às 5h, com a apresentação de uma banda ao lado da matriz. As missas ocorreram às 6h e 9h, sendo esta última presidida pelo bispo Dom Pedro Cunha Cruz.

    Após a celebração, acontece uma carreata pelas ruas da cidade com a imagem oficial e a relíquia de Padre Victor. Moradores foram convidados a enfeitarem suas casas e doarem alimentos não perecíveis.

    A última missa do dia será às 19h. Nesta celebração, os pedidos feitos pelos fieis ao longo da semana serão queimados na praça da Matriz.

     

    Segundo o Cônego Douglas Baroni, estão sendo permitidas 150 pessoas dentro da igreja em cada celebração.

    “Recomendamos que todos tenham responsabilidade. É por ordem de chegada, não há agendamento prévio e nem senha. Na igreja todos devem estar de máscara, com distanciamento, álcool gel. Está havendo aferição de temperatura na entrada da matriz”, afirmou.

    O Conexão Três Pontas também está transmitindo ao vivo todas as celebrações em homenagem ao Beato Padre Victor, realizadas na Matriz Nossa senhora d’Ajuda. Acompanhe em nossas redes sociais.

    Com informações do G1

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  • Com Padre Victor e Nhá Chica, turismo religioso se fortalece na região

    Com Padre Victor e Nhá Chica, turismo religioso se fortalece na região

    Se a fé move montanhas, ela também pode abrir novos caminhos. É no Sul de Minas Gerais, em cidades sentido Aparecida, o ponto de encontro de católicos do interior paulista, que fiéis e romeiros têm explorado novas rotas. A força dos nomes dos beatos Padre Victor e Nhá Chica é o que traz milhares de pessoas de várias partes do país em busca de milagres, agradecimentos por graças e experiências de fé.

    O turismo religioso encontrou no Sul de Minas novos pontos de parada. Antes considerada um meio de chegada à terra de Nossa Senhora Aparecida pelo Caminho da Fé, a região ganhou seus próprios atrativos. No foco de novas rotas estão cidades como Baependi e Três Pontas.

    Caminhos do Padre Victor

    Em Três Pontas, terra onde Padre Victor viveu e deixou suas obras, os números chamam atenção. Na festa do beato de 2019, comemorada em 23 de setembro, o setor de turismo da cidade recebeu da Polícia Militar uma estimativa de fluxo de 80 mil pessoas em três dias. Em 2020 e 2021 os números, claro, foram imensamente reduzidos por conta da pandemia do coronavírus.

    “Quem não conhece se surpreende. De pensar que Três Pontas tem 57 mil habitantes. A fé move muito mesmo. A gente tem relatos das pessoas eu vêm a pé pra cá, a cavalo, pessoas que fazem sacrifício, que juntam um dinheirinho, e tratam Padre Victor como se fosse santo, não tratam como beato”.

    O relato é da turismóloga Keyre Kelly Ferreira Mariano. Há anos, ela acompanha as transformações e o aumento no volume de turistas, principalmente após a beatificação reconhecida pelo Vaticano, em 2015.

    A surpresa veio ao receber dados de uma pesquisa feita em 2019, ao identificar fiéis vindo não só de destinos comuns como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, mas de lugares mais distantes, como o Piauí.

    “Este grupo vem pelo segundo ou terceiro ano, todo mês de agosto vem um ônibus. Eles visitam o memorial, participam de missa, depois vão pra Canção Nova ou Aparecida, mas passam aqui. Piauí é diferente”.

    É de olho nesta movimentação que o setor de turismo tem buscado novos investimentos. Um dos mais recentes foi uma parceria com uma agência especializada em turismo religioso do interior de São Paulo.

    Três Pontas entrou no mapa por um roteiro que sai de Atibaia, passa por Baependi, e chega até a cidade de Padre Victor, onde os turistas dormem. No dia seguinte, seguem para Aparecida.

    “Este roteiro já é comercializado. Inclusive, a primeira atitude que a agência teve foi isso – imprimiu mais de dois mil catálogos e está enviando para dioceses do Brasil todo”, detalha Keyre.

    Está em etapa de desenvolvimento um aplicativo em parceria com a Associação Comercial para reunir informações sobre hospedagem, restaurantes e pontos de visitação.

    “A primeira coisa é facilitar para o turista. Ele chegou na cidade, vai ter um aplicativo pra poder baixar, onde vai ter todas as informações. Desde hotel pra se hospedar, bons restaurantes, agenda cultural. Então é para interligar tudo, para que o turista seja ‘carregado no colo’”, explica o secretário de cultura, lazer e turismo, Alex Tiso Chaves, na celebração de 2020.

    Fé, música e café

    Três Pontas há anos recebe frutos referentes a sua importante tríade – fé, música e café. A indústria cafeeira, base da economia da cidade, gera empregos e atrai visitantes de um dos municípios mais conhecidos pela produção de grãos no Sul de Minas.

    Na música, os nomes ilustres de Milton Nascimento e Wagner Tiso, nascidos em Três Pontas, reforçam a tradição musical e hoje são lembrados por visitantes na Casa da Cultura e no Conservatório Municipal, que hoje atende 600 alunos de forma gratuita.

    “A preocupação da secretaria tem sido de criar um vínculo com a fé, a musica e o café. A música a gente já tem a representatividade através do Milton e do Wagner Tiso, pessoas que já levam o nome da cidade de certa maneira. O café, nem precisa dizer da importância”, detalha Alex.

    O secretário afirma que o turismo religioso estava esquecido na cidade. E que, além de Padre Victor, o município tem a chamada “Nossa Mãe”, outra pessoa em processo de beatificação no Vaticano.

    “Com essas duas referências, Três Pontas passa a ser um polo de turismo religioso muito importante dentro desse contexto do Sul de Minas. Isso pode sim virar uma fonte de renda para o turismo na cidade. E o principal foco disso tudo é que a gente tenha essa vivência religiosa todo o ano, que a gente possa ter outras atrações para os turistas, agregando o lado religioso com a música e o café”, reforça.

     

    Nhá Chica

    Na própria igreja Nossa Senhora d’Ajuda, local onde ficam os restos mortais de Padre Victor, a imagem de Nhá Chica divide espaço na entrada principal com o beato, assim como na venda de imagens do memorial.

    Mais de 130 quilômetros separam as duas cidades. No entanto, tornou-se comum para quem vem de outros estados fazer uma visita aos dois beatos do Sul de Minas.

    Visitas que não começaram há pouco tempo. Parte da comissão histórica do processo de beatificação de Nhá Chica, a pesquisadora Maria do Carmo Nicoliello Pinho conta que a chamada Mãe dos Pobres atraía pessoas a Baependi ainda em vida.

    “Sempre atraiu muita gente, desde o século XIX. Ela viva ainda já recebia pessoas de todas as classes sociais. Naquele tempo o nome dela já era conhecido. Para se ter uma ideia, desde 1911 já tem registro de visitas aqui pedindo graça. Ela morreu em 1895, detalha.

    Após a beatificação, tantos anos depois da morte da figura religiosa, o que atrai as pessoas à cidade de pouco mais de 19 mil habitante?

    “É uma tradição que vem de família, vai passando de avós para filhos e netos. Eles sempre têm uma história de uma avó que era devota. Não é só durante a festa dela em junho. É todo dia, todo fim de semana com pessoas por aqui”.

    Hoje, o turista que chega a Baependi segue até o Centro da cidade, onde fica o Santuário e a casa onde a beata morou. No imóvel simples, é possível ver a cama onde dormia, o fogão à lenha e fotos de fiéis com graças alcançadas.

    Um dos itens que mais chama atenção dos visitantes é a imagem original da Imaculada Conceição, que Nhá Chica trouxe aos oito anos de idade de São João Del Rei, onde nasceu. No memorial, ao lado da casa, os fiéis têm registros em jornais, objetos e fotos que contam um pouco da história.

    Anexo a toda a estrutura, o espaço da Associação Nhá Chica abriga uma escola, que atende crianças e jovens, além de menores de idade desabrigados – alguns em fila de adoção. Ali, é possível ver a continuidades das obras da beata.

    Na associação, foi encontrado um potencial que deve entrar em ação em breve – o chamado “volunturismo”. Como o nome diz, a ideia é atrair turistas que estejam dispostos a fazer um trabalho voluntário com as crianças.

    Rota Nhá Chica

    São turistas de Minas Gerais, São Paulo, até do Sul do país. Para fortalecer os caminhos que levam à beata, uma parceria com o Sebrae inaugurou em agosto a Rota Nhá Chica.

    São 220 quilômetros de Tiradentes (MG) a São Lourenço (MG), passando por Santa Cruz de Minas, São João del-Rei, Carrancas, Cruzília, Baependi, Caxambu e Soledade de Minas.

    A ideia foi entregar trechos com a Estrada Real e fortalecer o turismo religioso na região, área que segundo a guia turística Ana Cristina Ribeiro deve ter uma receita de R$ 20 bilhões em 2019. A estimativa é do Ministério do Turismo.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • SEGUNDO MILAGRE? Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre

    SEGUNDO MILAGRE? Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre

    Possível segunda intervenção do Beato é analisada pelo Vaticano. Caso é mantido em sigilo

    Hoje, 23 de setembro, é aniversário de morte do Beato Padre Victor. Dia de devoção para os trespontanos e para milhares de fiéis do Brasil e do mundo. O Vaticano avalia um suposto segundo milagre atribuído ao Beato Padre Victor. O jovem William Rosa de Oliveira afirma que foi curado da Doença de Crohn, há dois anos, quando tomou a água da Mina de Padre Victor. Ele e a família, devotos ferrenhos de Francisco de Paula Victor, atribuem a cura ao Beato.

    Quando tinha 18 anos, Willian começou a ter dores abdominais fortíssimas, vômitos e sangramentos constantes. Ele começou a fazer tratamentos médicos e enfrentou diversas internações. As crises começaram a ser cada vez mais frequentes e o diagnóstico só aconteceu quando ele tinha 25 anos.

    Ao longo do tratamento, Willian diz que teve que tomar remédios que afetaram até a saúde dele. Mas ele conta que, quando tomou a água da Mina de Padre Victor, foi curado. O caso já foi encaminhado para estudo no Vaticano e segue em sigilo.

    “Um amigo de Belo Horizonte me levou junto de minha mãe, que é muito devota do Padre Victor até a mina e disse: ‘Você vai beber três goles daquela água, daquelas três bicas’. Eu bebi. Naquele dia que bebi, alguma coisa aconteceu em minha vida, porque um vento começou a ultrapassar meu corpo. Da mesma forma que eu lembro daquele dia, como se acontecesse agora. O meu corpo foi transformado pela fé. Uma manifestação de fé ali aconteceu. Hoje, dois anos depois, estou aqui vivendo esse milagre. Eu bebi a água naquele dia e, naquele dia em diante, nunca mais tomei nenhum remédio. A doença desapareceu. Fiz vários exames depois e não consta nada. Me sinto realizado”, disse William.

    O caso de Willian pode ser o segundo milagre atribuído a Padre Victor. O primeiro milagre foi reconhecido por meio da gravidez da professora Maria Isabel, de Três Pontas em 2015.

    Ela e o marido tentaram todos os métodos possíveis para realizar o sonho de ter um filho. Em um destes tratamentos, ela descobriu que tinha uma trompa obstruída. Isabel então recebeu o diagnóstico de que não poderia engravidar.

    Em 2009, durante a Missa da Novena de Padre Victor, ela escreveu o pedido para ser queimado no último dia de celebrações. A fumaça daquele papel seria levada até o céu e intercederia a favor dela para que fosse mãe.

    Romaria em homenagem ao Beato Padre Victor.

     

    Em 2010, a Isabel começou a sentir sintomas, procurou a médica, que suspeitou que fosse qualquer outra alteração hormonal, mas na hora do ultrassom a gravidez foi comprovada. E foi quando o coração da filha da Isabel foi ouvido.

    A enorme Fé de Lia Rosa no Padre Victor

    Lia Rosa, mãe de William, é conhecida em Três Pontas pela fé fervorosa no Beato padre Victor. Ela publica diariamente vários posts demonstrando todo seu amor pelo filho de escravos que adotou Três Pontas como a sua cidade e que caminha rumo a honra dos altares. Em uma das suas publicações, Lia Rosa falou sobre a cura de seu filho onde reafirma a ação milagrosa de Padre Victor:

    “O Senhor é a força da minha vida. Agradeço a Deus e ao Santo Padre Victor pelo dia de hoje, que é o dia em que o Santo Padre Victor intercedeu a Deus pela cura do William Rosa”, escreveu.

    Em outra publicação, Lia Rosa comentou:

    “Uma fé em Deus te faz ir além das suas forças. DEUS E O SANTO PADRE VITOR ME CONCEDERAM CRER ALÉM DAS DIFICULDADES. O MAIOR ACONTECEMENTO FOI O MILAGRE DA VIDA, A CURA DO WILLIAM ROSA. DIA 4 DE JULHO A VIDA FOI DADA DE VOLTA ATRAVÉS DA FÉ EM DEUS E NO SANTO PADRE VITOR. Hoje é o dia de comemorar o MILAGRE DA VIDA! Só tenho a agradecer a Deus e ao Santo Padre Vitor por tudo! Hoje, na Mina meu FILHO foi curado da Doença de Crohn. Deus e Santo Padre Vitor devolveu a ele a vida. OBRIGADO SENHOR pela água que ele bebeu! EU TIVE FÉ E VENCI! CONFIA! GRATIDÃO POR TUDO!”, declarou.

    Foto Arquivo Conexão TP

    Com informações do G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • Brasil comemora 199 anos de sua independência e continua gritando por liberdade

    Brasil comemora 199 anos de sua independência e continua gritando por liberdade

    Data comemora o fim do período em que o Brasil era colônia portuguesa, configurando nossa independência

    O dia 7 de setembro é um feriado nacional. Mas você sabe o que é comemorado neste dia? Há exatos 199 anos, o Brasil conquistava sua independência e deixava oficialmente de ser uma colônia portuguesa. Curiosamente, mesmo após a libertação brasileira, o primeiro rei coroado foi D. Pedro I, nascido em Portugal e filho de D. João VI, rei português. Relembre abaixo como se deu o processo.

    Apesar da independência brasileira ser fruto de várias decorrências que remontam ao início da invasão portuguesa em 1500, o estopim que levou ao acontecimento pode ser retratado em dois fatores.

    Primeiramente, as rebeliões nativistas e separatistas que estouraram no século XVIII. Elas consistem em revoltas provocadas por medidas sancionadas por Portugal sob o Brasil enquanto colônia (como exemplo a Guerra dos Emboabas, em Minas Gerais). Esses conflitos serviram para demonstrar a existência de um vínculo entre colonos e suas raízes brasileiras e a busca de proteção dos interesses próprios da colônia. Por outro lado, existiram as rebeliões abertamente separatistas, que reivindicavam a independência brasileira (como a Inconfidência Mineira).

    Por outro lado, acontecimentos na Europa envolvendo o Império Português acabaram influenciando a dinâmica política no Brasil. Por conta de conflitos entre o rei português e o expansionismo francês protagonizado por Napoleão, a Corte brasileira foi transferida para o Brasil. Essa mudança acarretou em uma série de medidas sancionadas por D. João VI que abriram portas na economia brasileira e elevaram o Brasil à condição de reino, já encaminhando para um processo de independência.

    Quando D. João VI, com medo de perder a Coroa, precisou retornar à Portugal, ele deixou seu filho D. Pedro como príncipe regente do Brasil. Antes de sua partida, ele alertou o filho sobre a independência e o orientou a encabeçar o movimento e tornar-se ele mesmo o primeiro rei brasileiro. O livro História do Brasil de Cláudio Vicentino e Gianpaolo Dorigo explica: “Antes de partir, pressentindo a possibilidade de o Brasil se separar de Portugal, D. João VI aconselhara D. Pedro a assumir a liderança de um movimento caso os brasileiros se manifestassem pela independência , dizendo ao filho: ‘Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me hás de respeitar, do que para algum desses aventureiros”.

    Assim, quando forças brasileiras começaram a pressionar D. Pedro a descumprir ordens da metrópole portuguesa, ele decidiu declarar a independência brasileira. Segundo a história, dia 7 de setembro, às margens do rio Ipiranga, o então príncipe gritou “independência ou morte”, consolidando o fim do Período Colonial brasileiro. Ele foi coroado como D. Pedro I, primeiro rei brasileiro.

    Um fato curioso é que a data oficial de assinatura da independência do Brasil é no dia 2 de setembro. Nessa data, o rei D. Pedro I estava fora do Rio de Janeiro (sede da Corte) e havia deixado sua esposa, a Imperatriz Leopoldina como regente. Portanto, foi Leopoldina quem assinou a documentação de separação da colônia que eventualmente chega a D. Pedro I às margens do rio Ipiranga.

    Vale ressaltar que o processo de independência, como ilustrado acima, foi protagonizado pela aristocracia portuguesa e, dessa forma, não houveram mudanças estruturais efetivas. Vicentino e Dorigo explicam: “Assim, a oficialização da independência brasileira foi acompanhada da manutenção não somente da dependência econômica, livre, sem dúvida, das amarras do pacto colonial, como também das estruturas de predomínio socioeconômico e político da aristocracia rural e da subjugação da grande maioria dos brasileiros aos interesses da elite.”

    Fonte Cultura Uol

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