Casal teve relacionamento por três meses e homem não aceitava separação.
Uma mulher de 24 anos foi morta a facadas pelo ex-companheiro na manhã desta segunda-feira (15) no bairro Vila Mendes, em Varginha (MG). Segundo a Polícia Militar, o crime teria acontecido na frente dos dois filhos da vítima, de 1 ano e meio e de 5 anos.
Os dois tiveram um relacionamento por três meses e estavam separados há uma semana. O homem não aceitava o fim do relacionamento. Ele teria feito ameaças de morte nos últimos dias, mas nenhum boletim de ocorrência foi registrado.
Conforme a polícia, Ana Caroline Anselmo da Silva foi surpreendida pelo ex-companheiro quando chegava em casa, na rua José Andrade de Lima, ainda no portão. Ele começou a agressão e atingiu a vítima com facadas.
Os militares foram chamados por vizinhos do casal que escutaram a briga. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas quando chegaram, Ana Caroline já estava sem vida na sala de casa.
Depois do crime, o homem de 34 anos conseguiu fugir do local. Uma equipe da polícia realizou buscas, mas até a publicação desta reportagem, ele não havia sido encontrado.
A Polícia Militar de Três Pontas registrou na noite do último domingo (07) uma ocorrência de agressão cometida por parte de um segurança contratado por uma casa noturna contra uma mulher. O caso gerou revolta e ganhou repercussão em toda região.
Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram uma mulher, de corpo franzino, e um segurança, grande e forte, discutindo. A mulher se aproxima do profissional e fala algo. Após ser empurrada pelo segurança contratado pelo restaurante e casa noturna, ela desfere um tapa no peito do rapaz que revida com dois socos no rosto da garota que ainda tem o cabelo puxado. Um outro funcionário e alguns frequentadores tentaram separar.
O Boletim de Ocorrência foi lavrado na sede do Quartel da Polícia Militar de Três Pontas e de acordo com as informações divulgadas na mídia o segurança foi liberado por se comprometer a se apresentar na sede da Delegacia da Polícia Civil.
Em nota divulgada nas redes sociais, o proprietário do estabelecimento declarou: “O fato ocorrido na noite do dia 07 de abril de 2019 não retrata a realidade da nossa casa, onde o nosso principal objetivo é o entretenimento e a diversão. Informamos que o funcionário foi imediatamente desligado do nosso quadro e que a vítima foi contatada e nos colocamos à disposição para toda e qualquer situação derivada do fato. Esclarecemos a todos os nossos clientes e amigos que não compactuamos e repudiamos totalmente todo ato similar a este”.
Até o fechamento desta publicação nossa reportagem não havia obtido resposta por parte dos envolvidos.
O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil.
LEI MARIA DA PENHA – O QUE VOCÊ PRECISA ENTENDER
A cada 2 segundos uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, segundo o Relógio da Violência do Instituto Maria da Penha.
Duas em cada três universitárias brasileiras alegaram ter sofrido algum tipo de violência (sexual, psicológica, moral ou física) no ambiente universitário.
A Lei Maria da Penha (Lei no 11.340, de 7 de agosto de 2006) foi criada para instituir mecanismos capazes de evitar e punir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Esta lei trata também da criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a mulher, bem como estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
A agressão no caso da casa noturna, envolvendo um segurança e uma frequentadora não se enquadra na Lei Maria da Penha.
A Lei Maria da Penha trata de violência contra mulher praticada:
i) em seu lar, tendo ou não vínculo familiar com o agressor (exemplo: padrasto);
ii) no âmbito de sua família, mesmo que não haja laços consanguíneos com o agressor, que é o caso de parentesco por afinidade (exemplo: cunhado);
iii) por pessoa com quem a vítima tenha relação íntima de afeto e com a qual conviva (exemplo: namorado ou namorada).
Lesão Corporal
De acordo com o portal Jus Com.BR o conceito de lesão corporal como se vê deve ser entendido não apenas como uma lesão física ao corpo, mas toda e qualquer ofensa que prejudique a integridade física ou psíquica, incluindo, assim, qualquer distúrbio à saúde do ofendido. Nesse sentido, Cláudia Fernandes dos Santos diz que:
“o conceito adotado pelo Código Penal de lesão corporal é lato sensu: lesão corporal é todo e qualquer dano ocasionado à normalidade funcional do corpo humano, quer do ponto de vista anatômico, quer do ponto de vista fisiológico ou mental. (SANTOS, 2014, p. 2).”
A pena para o crime de lesões corporais varia de acordo com o tipo. O crime lesões corporais leve, descrito no art. 129, caput, do Código Penal tem pena de detenção que pode variar de três meses a um ano. A lesão corporal grave tem pena de reclusão de um a cinco anos. A gravíssima, tratada no § 2º do art. 129 tem pena de reclusão de dois a oito anos. A lesão corporal seguida de morte, por ser um crime preterdoloso, onde o sujeito é punido por dolo na conduta mais culpa no resultado, apesar de resultar em morte não sofre a mesma punição do crime de homicídio, segundo o art. 129, § 3º, a lesão corporal seguida de morte é punida com reclusão de quatro a doze anos.
PARENTES DO MOTORISTA DO AUTOMÓVEL RESPONDEM EM NOTA AS COBRANÇAS DO CONEXÃO TRÊS PONTAS.
As mortes de Renê Miranda Bernandes e Elaine Tempesta ainda estão longe da justiça que os familiares e amigos esperam. Quinze dias após a tragédia que vitimou o querido casal trespontano, a reportagem do Conexão Três Pontas continua cobrando explicações e esperando que o caso não fique impune e que não caia no esquecimento. Um artigo escrito e publicado pelo jornalismo do Conexão repercutiu em Andradas e também foi destaque na página nacionalmente conhecida Não Foi Acidente. Com exclusividade, a família de Renê e Elaine falou com a nossa reportagem. Uma das filhas, Júlia Tempesta, muito emocionada, desabafou. Já os parentes do acusado de ter causado a tragédia, Ademir Araújo da Silva, publicaram uma Nota em um jornal de Andradas, em resposta às nossas cobranças.
Veja o trabalho minucioso de apuração em nossa reportagem especial:
O “ACIDENTE”
Um terrível “acidente” de trânsito na tarde daquele domingo, 17 de março, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que eles estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local.
De acordo com as informações apuradas pelo Conexão, o casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. No veículo de 4 rodas estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu, sendo que todos os passageiros fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo a entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra quando teria feito uma conversão proibida, atingindo com a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Com o impacto, a motocicleta se incendiou.
AS VÍTIMAS
Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47. Eram os proprietários da empresa de massas Paladar. Antes, comandaram uma lanchonete na Praça da Fonte, no centro de Três Pontas. Sempre atuantes em trabalhos sociais, os dois eram figurinhas carimbadas em encontros de motocicleta por toda região. Eles fizeram parte do Rotary Club de Três Pontas Centenário, um clube de serviço que se baseava na realização de diversas campanhas assistenciais.
Apaixonados por motociclismo eles já fizeram parte do Motoclube Chacais de Três Pontas e atualmente participavam do Brasil Raiders, motoclube que integra vários países. Além do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina. Outra grande paixão dos dois era o futebol, pano de fundo para sempre reunir os amigos para um churrasco. Renê, sempre bem humorado, contador de piadas, dizia torcer para o Santos e para o Cruzeiro ao mesmo tempo.
Eles deixaram quatro filhos e seis netos.
O LAUDO DA PERÍCIA
Segundo a família de Renê e Elaine, o laudo pericial que confirmará as causas do suposto acidente, chegará nesta semana. Mas afirmam que está claro que houve crime, já que o condutor do Voyage estava, segundo teste, comprovadamente sob efeito de álcool e que ainda fez uma conversão proibida no trecho.
“A própria polícia que deu entrevista sobre o acidente falou que ele (Ademir) tinha feito uma conversão proibida”, disse Keila Tempesta, sobrinha de Elaine.
REPERCUSSÃO
O Conexão Três Pontas, além de registrar toda a tragédia e seu desenrolar em algumas reportagens em todos os seus canais, também publicou um artigo que repercutiu fortemente na cidade de Andradas, onde mora o acusado. O jornal Andradas Hoje repostou o artigo que obteve muitos comentários. Dentre eles uma Nota assinada pela família de Ademir Araújo da Silva.
“INFELIZMENTE ACONTECEU EM ANDRADAS/MG
DEFINITIVAMENTE NÃO, NÃO FOI ACIDENTE!
Numa hora em que os sentimentos estão aflorados é preciso toda calma, cautela para combinar bem a respiração profunda com a colocação de cada palavra afim de não cometer injustiças ou proferir invencionices. Por isso adiei por horas, buscando a sensatez, a total apuração dos fatos, para escrever o que lateja em minha mente.
Renê e Elaine foram meus amigos durante anos. E não é por conta desse laço que “tomei as dores” do caso, até porque estávamos afastados, sem contato há um bom tempo. É o clamor de justiça que se torna o combustível das minhas palavras e conclusões.
Após toda comprovação de que o causador do acidente (tentei de todas as formas conseguir sua identidade, mas novamente o vil acaba sob a proteção da lei) estava sob efeito de álcool, embriagado, com 4 vezes mais álcool que o permitido pelo CTB, está claro de que não foi acidente. A Lei Seca diz que não é permitida nenhuma presença de álcool ou substância psicoativa no organismo, mas há uma margem de tolerância de até 0,05 mg/L. Ele continha 0,22!
Como instrutor de trânsito, credenciado ao Detran SP e Detran MG por mais de 10 anos, afirmo que quem dirige sob efeito de álcool e nessa quantidade está sim assumindo o risco de matar. E foi o que aconteceu! Esse “moleque de 22 anos” (moleque no mais pejorativo sentido da palavra) encheu a cara de cachaça ou sei lá o quê, pegou a estrada, fez uma conversão no mínimo imprudente e provocou toda essa tragédia.
Pra quem está lendo esse texto de longe, pra quem não os conhecia, sem o peso da emoção, da saudade, pode ser fácil achar que eu estou exagerando, afinal acidentes acontecem todos os dias. Realmente muitos acidentes acontecem, mas 90% deles seria evitado se não houvesse imprudência, imperícia ou negligência. Até tentam culpar a pista, a sinalização, os buracos, etc. Mas o principal ingrediente é sempre o ser humano. Ele pode impedir e causar tragédias.
Quase nunca as previne e sempre é o ator principal de mortes, massacres, choro, desespero, perdas…
Nesse caso, estou falando de um casal inocente, que não cometeu, SEGUNDO A PERÍCIA, nenhuma irregularidade no trânsito naquele momento e foram brutalmente ceifados, arrancados da vida, encerrados naquele asfalto de forma estúpida e CRIMINOSA!
Houve sim, a meu ver, um homicídio em que se assumiu o risco de provocar dolo. Não foi acidente! Insisto: NÃO FOI ACIDENTE! Aí o cara vai preso, fica horas na delegacia, paga fiança e “toca a vida numa boa”, normalmente, como se nada tivesse acontecido. Responde em liberdade e gozando da morosidade das leis. Aqui em Três Pontas mesmo há vários casos de gente que MATOU outras pessoas no trânsito e que continuam desfrutando da vida livremente. Alguns até seguem fazendo vítimas, arriscando outras vidas e nada acontece pra eles.
Justiça no Brasil, com algumas exceções, é uma piada de muito mal gosto! E começa na suprema corte e desce ladeira abaixo até chegar nas comarcas de todo Brasil.
A Justiça deveria ser cega para não tomar partido, não ser influenciada e não ser injusta em seus julgamentos. Mas aquela venda nos olhos do símbolo da Justiça dá a entender que a nossa Justiça é falha e cega, aquela que parece não querer ver o óbvio, que só aumenta a sensação de impunidade. O pior cego é aquele que não quer ver!
Vou cobrar muito para que esse criminoso que tirou as vidas de Renê e Elaine seja severa e exemplarmente punido. Chega né? Passou da hora do brasileiro criar vergonha e suas leis efetividade.
A imagem que me atormentou essa madrugada, que me fez perder o sono, foi chegar naquele duplo velório e ver pai e mãe mortos e os filhos, parentes e amigos chorando ao redor. É inconcebível ver uma filha “se dividir em lágrimas” entre os dois caixões. Não é drama, é realidade, e muito dura. Nenhum filho merece ver isso.
Essa imagem deveria ser mostrada a esse condutor irresponsável e a todos aqueles que colaboram com a impunidade de um ato covarde, canalha, trágico e sem volta como esse.
Que os filhos tenham toda força do mundo pra seguir em frente! Que toda família encontre em Deus o afago, o abraço, o amor e a paz para prosseguir na caminhada. Que a Justiça seja feita de fato e que outros casos não se repitam. Para que outros filhos não sepultem pai, mãe e sonhos…
#naofoiacidente
Jornalista Roger Campos”
Mais de 20 mil pessoas alcançadas com a postagem. Trespontanos e muitos cidadãos andradenses pedem justiça!
Nota da família de Ademir
“NOTA DA FAMILIA DO MOTORISTA DO VOYAGE
É com imensa tristeza que nós da família de Ademir Araújo, viemos falar sobre o fato em que o próprio se envolveu no último domingo.
Sou a sobrinha dele convivo com ele todos os dias e sei que não faria mal há ninguém.
Mas da maneira que estão julgando parece que é um assassino ou até mesmo dependente alcoólico, não estou vitimizando só tentando entender o que realmente aconteceu; no dia do ocorrido ele saiu cedo para ir em um jogo de futebol junto com alguns “amigos”. Os amigos contam que ele bebeu uma latinha de cerveja independente da quantidade ele bebeu assim como as duas vítimas do incidente possa ter ingerido uma quantidade razoável, não estou tentando colocar a culpa em ninguém até porque estão mortos não tem como se defender como muitos estão a dizer.
Ademir conta que estavam fazendo cruzamento e dando seta para entrar nisso a moto já estava comendo um pouco da faixa em alta velocidade, e em segundos aconteceu o ocorrido, com excesso de adrenalina ou até mesmo pânico ficou desesperando, pisava no freio e nada de funcionar foi aí que fechou os olhos esperou o pior acontecer o carro só foi parar quando bateu no meio-fio nisso ele já estava desmaiado. Em alguns minutos levantou se sentou e não tinha noção alguma de que havia duas vítimas fatais.
Chegando no hospital mobilizado chorando sua irmã já estava lá, ficou sabendo por acaso ela por sua vez foi ver como ele estava e acabou contando das duas vítimas do acidente que ele não sabia. Os “amigos” que estavam com ele saíram sim do local mas por que são covardes, não ficaram com ele até o fim porque só estavam nas horas boas.
Ademir é um trabalhador, não vagabundo como estão dizendo ou até mesmo moleque ele tem esposa que está grávida de 4 meses. Por mais que ele tenha bebido uma latinha de cerveja tá pagando pelo erro.
Minha família ficou muito triste ao saber das duas vítimas, meu tio pior ainda. Só vim por meio desse texto esclarecer algumas coisas que estavam falando sobre ele e tirar algumas dúvidas, sei que muitos não irão acreditar ou até mesmo começar a julgar-lo novamente, mas tentei ser mas transparente o possível.
Meus pesares para a família das vítimas e sabemos o quão triste e a situação e lamentamos a perda de vocês.”
Apesar de toda dor, a família do casal Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes falou ao Conexão. A sobrinha de Elaine, Keila Tempesta revelou o quão difícil está sendo a realidade sem o querido casal:
O sorriso na foto de arquivo contrasta com a tristeza atual de toda a família.
“Posso afirmar que o tio Renê era extremamente cauteloso quando pegava a sua moto. Eles já viajaram para diversos lugares, porque em cima daquela moto eles abriam suas asas para a felicidade. Era um casal muito apaixonado um pelo outro, nunca vimos eles brigados ou de cara feia. E assim terminou o legado deles, juntos e em cima de uma moto.
VIDA era o nome deles, aproveitaram a cada momento juntos com muita felicidade. Restam agora só saudades.
Nossa família está dando um suporte para os filhos, mas está muito difícil. Estamos sofrendo muito! Não vamos nos calar! Queremos justiça. Muito obrigado ao Conexão Três Pontas por esse apoio”.
Já a filha do casal, Júlia Tempesta escreveu:
Julia com a mãe Elaine.
“Hoje eu sei que as pessoas não têm mais compaixão pela vida do outro e nem pela sua mesmo. E depois de tudo que houve eles continuam pensando de novo somente nos eu próprio umbigo. Espero que as autoridades vejam que não foi um acidente. Não foi porque Deus ou simplesmente porque estava na hora.
Meus pais eram jovens e totalmente responsáveis pelos seus atos. Beber e dirigir é crime! A partir do momento em que você assume o risco de dirigir alcoolizado você é responsável sim pelo que acontece.
Foram duas vidas que para ele (Ademir) não significam nada, mas para a nossa família era simplesmente tudo. Desejo a ele que passe todos os dias atrás das grades pensando no seu ato e no que isso gerou em nossa família. Que ele possa aproveitar essa oportunidade de ter ficado vivo para ser cada dia uma pessoa melhor.
Só queria lembrar mais uma vez às autoridades que o sangue dos meus pais está nas mãos deles e o autor deve pagar. Sei que não vai trazê-los de volta, mas espero que sirva para que não faça mais isso com nenhuma outra família, porque ele tirou toda a estrutura da minha.”
A reportagem do Conexão Três Pontas continuará acompanhando esse caso. Queremos justiça!
MELIANTES USARAM UM SIMULACRO DE ARMA DE FOGO NA AÇÃO.
A Polícia Militar de Três Pontas foi acionada no início da noite desta sexta-feira por conta de uma ocorrência de assalto a mão armada. De acordo com as informações apuradas pelo Conexão, dois elementos que vestiam moletons e que estavam de capuz entraram num depósito de gás localizado na Avenida Ipiranga e renderam uma funcionária, anunciando o assalto apontando a arma de fogo contra sua cabeça.
Os meliantes pediram dinheiro e um deles tomou posse de uma bolsa que pertencia a funcionária e que continha seus objetos pessoais. Na sequência eles fugiram do local a pé em direção ao bairro Santana. De posse das imagens de circuito interno e com as características dos criminosos a Polícia Militar iniciou o trabalho de rastreamento e encontrou um suspeito sentado num local ermo, próximo a um alambrado que circunda o Aeroporto. Ao ser abordado caiu em contradição não sabendo informar o que fazia naquele local.
A PM então adentrou na Avenida Aristides Botrel de Figueiredo quando se deparou com outros dois indivíduos em atitude suspeita. Ao perceberem que seriam abordados, um deles jogou um objeto no quintal de uma residência enquanto o outro fugia em disparada atravessando a MG 167 e adentrando em um matagal. Após a verificação do objeto arremessado contatou-se tratar da bolsa que continha R$934,00. Os dois elementos detidos confirmaram a participação no roubo a revelaram o nome do terceiro meliante, que fugiu pelo matagal, sendo ele um menor infrator conhecido do meio policial.
No modus operandi, enquanto dois entraram passa assaltar o estabelecimento o terceiro vigiava do lado de fora.
Com a apreensão de dois menores em flagrante de ato infracional pela prática de roubo e o excelente trabalho da Polícia Militar ainda foram recuperados os objetos pessoais da vítima que haviam sido descartados em um matagal ao lado do Aeroporto. Também foi encontrado um simulacro (réplica) de arma de fogo, pistola Taurus .40. Os genitores dos menores acompanharam o desenrolar da ocorrência. O delegado de plantão da cidade de Varginha determinou a liberação dos criminosos com o compromisso de serem apresentados pelos seus responsáveis no próximo dia útil na delegacia da Polícia Civil.
O terceiro menor participante do crime foi apreendido na manhã de hoje (30).
Apesar do eficiente trabalho dos militares, como é de praxe no Brasil, por conta de suas leis contraditórias, a polícia apreende ou prende e a justiça manda soltar, reforçando a sensação de impunidade.
FATO SE REPETE AO ACIDENTE QUE MATOU O CASAL TRESPONTANO RENÊ E ELAINE, PROVOCADO POR OUTRO MOTORISTA EMBRIAGADO.
Mais uma vez a irresponsabilidade humana, a falta de uma fiscalização mais eficiente, o cumprimento das leis existentes e a necessidade da criação de uma legislação mais severa e punitiva, provocaram mortes de inocentes do asfalto do sul de Minas.
Há nove dias aconteceu em Andradas, onde um motorista embriagado comprovadamente segundo exame do bafômetro, e que fez uma conversão absurda em plena rodovia, acabou provocando as mortes de dois inocentes: os trespontanos Renê e Elaine Bernardes (52 e 47 anos respectivamente) e que deixaram 4 filhos órfãos e ainda seis netos. Agora foi em Pouso Alegre, onde um condutor inabilitado e alcoolizado provocou nova tragédia, vitimando inocentes, inclusive uma criança.
Casal trespontano Renê e Elaine morreu após a moto em que estavam ser atingida por um veículo conduzido por um condutor alcoolizado.
O teste do etilômetro feito pela Polícia Rodoviária Federal apontou que ele estava com 0,81 de mg/litro de álcool no sangue.
Segundo testemunhas, o motorista da Tucson estaria fazendo várias ultrapassagens na BR-459, quando em determinado momento bateu de frente em um Gol que seguia no sentido contrário.
Morreram no acidente a esposa do motorista embriagado, a técnica de enfermagem Aline Frutuoso, de 33 anos e também pai e filho que estavam no Gol, o agricultor Ednaldo Carlos Ferreira, de 47 anos e o menino Luiz Eduardo Custódio Ferreira, de 10 anos.
Segundo a família, o pai levava o filho para cortar cabelo no momento do acidente. Eles moravam no bairro Canta Galo, zona rural de Pouso Alegre. Uma quarta vítima, que estava no banco de trás da Tucson, foi levada com ferimentos graves para o Hospital Samuel Libânio.
O motorista da Tucson ainda tentou fugir do local do acidente, mas foi impedido por populares e preso pela polícia. Ele foi levado para o Presídio de Pouso Alegre. Ele sofreu apenas ferimentos leves no acidente.
A esposa do motorista embriagado e ainda pai e filho que morreram no acidente.
Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador adjunto da Defesa Civil de Minas Gerais, o total de moradores de Barão de Cocais a serem evacuados é de 6.054, em vez dos 9 mil anunciados anteriormente. As cidades de Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo também podem ser atingidas pela lama.
Estudos feitos pela Defesa Civil apontam que as pessoas nesta área tem, em média, cerca de 1 hora para procurar abrigos nos pontos de encontro. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais estão em alerta para qualquer necessidade de uma operação de evacuação.
Na sexta-feira, uma reunião foi feita na cidade para conscientizar a população do local dos protocolos de segurança em caso de uma urgência e um treinamento está previsto para ser realizado.
“O plano está sendo qualificado para ter precisão melhor. Estamos falando de 6 mil pessoas. Mas se acontecer nesse exato momento, a polícia militar tem toda a condição de retirar essas pessoas. Os protocolos de segurança estão bem estabelecidos, com tropas da PM, da Defesa Civil e dos bombeiros para fazer a evacuação emergencial”, afirmou a Defesa Civil de Minas Gerais por meio de nota enviada ao R7.
Mais duas cidades, e não apenas Barão de Cocais, podem ser atingidas pela lama de rejeitos da Barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, da Vale, caso a estrutura se rompa.
ELE SERIA O CHEFE DE UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA HÁ 40 ANOS.
Na manhã desta quinta-feira (21), o ex-presidente Michel Temer foi preso pela força-tarefa da Operação Lava-Jato, por ordem de um mandato de prisão expedido pelo juiz da 7° Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas.
A prisão foi baseada na delação de José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que disse ter pago R$ 1 milhão em propina à pedido do Coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do presidente Michel Temer. A Engevix fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3.
De acordo com a acusação, ex-presidente Michel Temer atua como chefe de uma organização criminosa que atua há 40 anos no Rio de Janeiro, sem parar.
Nesta operação, também foi preso no Rio de Janeiro o ex-ministro de Minas e Energia do governo Temer, Moreira Franco. A Policia Federal cumpre mandados contra mais seis pessoas, entre elas empresários.
A prisão de Temer é preventiva. Ao todo são dez mandados de prisão: duas temporárias e oito preventivas. Agentes também cumprem 24 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.
As investigações apontam que a organização criminosa praticou diversos crimes envolvendo variados órgãos públicos e empresas estatais, obtendo lucro de mais de R$ 1,8 bilhão.
A investigação ainda mostra que diversas pessoas usadas no esquema de lavagem de ativos de Michel Temer continuam recebendo e movimentando valores ilícitos, além de permanecerem ocultando valores, inclusive no exterior.
Outros nove inquéritos
Além deste, o ex-presidente Michel Temer responde a outros nove inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo.
O ex-presidente foi conduzido pela PF, de São Paulo para o Rio de Janeiro.
Ao todo são dez mandados de prisão: duas temporárias e oito preventivas. Agentes também cumprem 24 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.
RENÊ MIRANDA E ELAINE TEMPESTA MORRERAM NA HORA. MOTO PEGOU FOGO.
As últimas informações apuradas pela reportagem do Conexão Três Pontas sobre o trágico acidente que acabou matando o casal trespontano Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes, no último domingo, revelaram que o motorista do automóvel estava sob efeito de álcool. O indivíduo, de 22 anos, foi submetido ao teste do etilômetro que indicou 0,22 ml de álcool por litro de sangue. Ele foi preso, mas, no Brasil, paga-se uma fiança e logo se está na rua, respondendo em liberdade.
O cidadão irresponsável que conduzia o veículo Volkswagen Voyage estava, segundo exame, com uma quantidade de álcool no organismo mais de quatro vezes acima do permitido pela Lei Seca do Código de Trânsito Brasileiro. O dano causado por essa ação, para muitos, considerada criminosa provocou danos irreparáveis. Duas vidas inocentes foram perdidas. Um homem de 52 anos e sua esposa de 47 deixaram 4 filhos e seis netos. Além de planos e sonhos.
O Conexão tentou diversos contatos afim de levantar a identidade do causador do “acidente”, mas a lei continua privilegiando quem está do lado errado. Assim, a polícia de Andradas MG, onde o acidente ocorreu, não quis revelar seu nome.
Que tipo de punição esse elemento deverá receber da justiça brasileira?
Nosso CTB, o Código de Trânsito Brasileiro diz:
Segunda a Lei de Trânsito Brasileira é proibido dirigir sob a influência de álcool, e qualquer quantidade da substância no organismo caracteriza essa condição.
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência:
Infração: gravíssima
Penalidade: multa (multiplicada financeiramente por dez vezes, ou seja R$R$ 2.934,70) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Se a infração for cometida novamente em 12 meses, a multa dobra, chegando a R$ 5.869,40.
De acordo com o Art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro, o motorista em algumas situações ainda corre o risco de ser configurado crime de trânsito.
Uma novidade recente, trazida pela Lei Nº 13.546, publicada em dezembro de 2017, é que os motoristas que praticam homicídio no volante e estiverem embriagados terão uma pena maior – de cinco a oito anos de reclusão.
O que se discute sobre a colisão que terminou em duas mortes inocentes é se, de fato, se trata de um acidente ou um crime de homicídio com a intenção de provocar dolo. O que cobramos respostas é se, mais uma vez, vidas destruídas no asfalto por conta da irresponsabilidade alheia, terão justiça ou reforçarão os números da impunidade brasileira.
O Conexão continuará acompanhando o caso. Estamos de olho!
Relembre o Caso
Um terrível acidente de trânsito na tarde deste domingo (17) tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que eles estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local.
De acordo com as informações apuradas pelo Conexão, o casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas MG para comemorar o aniversário de uma amiga. No veículo de 4 rodas estavam o motorista e outros 3 passageiros que fugiram do local.
O acidente aconteceu por volta das 15 horas, próximo a entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 em Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra em alta velocidade e tentava fazer uma conversão, quando colidiu com a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário.
Renê Miranda Bernardes, 52 e Elaine Tempesta Bernardes, 47, eram pessoas muito queridas na cidade. Eram os proprietários da empresa de massas Paladar, Antes, comandaram uma lanchonete na Praça da Fonte. Sempre atuantes em trabalhos sociais os dois eram figurinhas carimbadas em encontros de motocicleta por toda região. Eles fizeram parte do Rotary Club de Três Pontas Centenário, um clube de serviço que se baseava na realização de diversas campanhas assistenciais.
Apaixonados por motociclismo eles já fizeram parte do Motoclube Chacais de Três Pontas e atualmente participavam do Brasil Raiders, motoclube que integra vários países. Além do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina. Outra grande paixão dos dois era o futebol, pano de fundo para sempre reunir os amigos para um churrasco. Renê, sempre bem humorado, contador de piadas, dizia torcer para o Santos e para o Cruzeiro ao mesmo tempo.
De acordo com a leitora Keila Tempesta, sobrinha de Elaine, eles deixam quatro filhos (sendo três de sangue) e seis netos.
O velório foi acompanhado por centenas de pessoas e os sepultamentos ocorreram às 17 horas da última segunda-feira.
O Conselho de Sentença do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou, nesta sexta-feira, 15, o médico Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo, e a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini pela morte do garoto de 11 anos em 2014. A amiga de Graciele, Edelvânia Wirganovicz e o irmão, Evandro, também foram considerados culpados.
As portas do fórum foram abertas ao público às 18h45 e a sentença, foi proferida pela juíza Sucilene Engler a partir das 19h. Leandro Boldrini foi condenado a 33 anos e 8 meses de reclusão e a madrasta, Graciele, a 34 anos e 7 meses de prisão. A pena de Edelvânia Wirganovicz foi fixada em 23 anos em regime inicialmente fechado, e a de seu irmão, Evandro, em 9 anos e 6 meses, em regime semi-aberto, já que está preso há 4 anos e 11 meses.
Evandro Wirganovicz vai para o semi-aberto por já ter cumprido um sexto da pena, como prevê a Lei de Execução Penal.
O longo julgamento do crime conhecido como Caso Bernardo esteve à altura da crueldade de sua concepção e execução. Foram cinco dias de trabalho, em um total de mais de 50 horas dentro do único fórum de Três Passos, município de 23.000 habitantes localizado no noroeste do Rio Grande do Sul. Com apresentação de vídeos, áudios e depoimentos de quinze testemunhas de defesa e de acusação, os sete jurados deram seus entendimentos sobre os réus.
Responderam ao processo criminal o pai da vítima, o médico Leandro Boldrini, a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini, Edelvânia Wirganovicz, amiga de Graciele, e Evandro, irmão de Edelvânia. Os quatro foram julgados pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri por crimes variados: homicídio quadruplamente qualificado (Leandro e Graciele), triplamente qualificado (Edelvânia) e duplamente qualificado (Evandro), além de ocultação de cadáver. Leandro Boldrini também respondia pelo crime de falsidade ideológica. Até agora, eles estavam presos de forma preventiva, um exemplo clássico da demora da justiça brasileira: Bernardo foi assassinado na tarde do dia 4 de abril de 2014.
O julgamento foi transmitido em tempo real pelo Tribunal de Justiça. Expôs os meandros da linha de investigação e permitiu ao público mergulhar dentro da vida de horror à qual a vítima era submetida. A única interrupção de transmissão foi por determinação da juíza Sucilene Engler, no momento em que o Ministério Público mostrou imagens do corpo sendo retirado da cova vertical e também no Instituto Médico Legal. As cenas marcantes jamais serão esquecidas pelos presentes no fórum.
Dois atiradores entraram na escola estadual Professor Raul Brasil, na manhã desta quarta-feira (13), em Suzano, a 50 km de distância de São Paulo, e dispararam contra estudantes e uma funcionária.
Dois adolescentes encapuzados teriam invadido a escola atirando. Cinco jovens morreram e os atiradores teriam se matado na sequência. As informações do centro de comunicação da Polícia Militar de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, todo o efetivo da 1ª Companhia do 32º Batalhão de Suzano foi destacado para ir até o local. As equipes da Guarda Civil Metropolitana e do Samu foram enviados para a escola. A escola tinham aproximadamente 700 alunos.
Muitas crianças se feriram e não resistiram aos ferimentos. Não se sabe, porém, o número exato de atingidos. Os helicópteros Águia 15 e 17, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, também foram deslocados à ocorrência.
A Polícia Militar informou que foi acionada para atender a ocorrência de disparo de arma de fogo de pequeno porte e vítimas no local, mas ainda não tem mais detalhes. Inicialmente, estão no local seis unidades de resgate, três unidades do Samu, duas unidades de suporte avançado e dois helicóptero Águia.
O governador João Doria informou, por meio de nota que, assim que foi informado que havia alunos feridos dentro da Escola Estadual Raul Brasil, cancelou a agenda e se dirigiu ao local para acompanhar o trabalho de resgate e atendimento aos feridos.
Uma adolescente de 17 anos teve a internação provisória determinada pela Justiça, nesta quarta-feira (6), após ser acusada de matar a avó em janeiro e esconder o corpo em um cômodo da casa em que moravam, no condomínio Villa Borghese, no bairro Santa Amélia, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Militar, a jovem revelou que matou a avó, identificada como Elizabeth Martins Augusto de Amorim, 57 anos, a facadas após as duas discutirem, em janeiro. A adolescente é filha de uma mulher adotada pela vítima.
O corpo de Elizabeth foi encontrado por uma outra filha da vítima, que não conseguia contato com a mãe e foi até a casa com um chaveiro. O cadáver estava enrolado em lençóis dentro de um cômodo fechado com uma lona na tentativa de minimizar o odor.
A adolescente, localizada na casa de um tio no bairro Fernão Dias, região nordeste de Belo Horizonte, disse à polícia que agiu sozinha. A suspeita da PM é que a jovem tenha dado uma festa na casa há 15 dias, enquanto o corpo já estava escondido.
A família da vítima identificou compras feitas com o cartão de crédito de Elizabeth e que, por várias vezes, tentou contato com a adolescente, mas não obtiveram retorno.
A decisão, segundo o G1, partiu da juíza Junea Benevides Souza Bueno, da Vara de Infância e Juventude, que avaliou a gravidade do crime. A jovem foi encaminhada para Centro Socioeducativo Feminino São Jerônimo, no Bairro Horto, onde irá aguardar a audiência que definirá a medida socioeducativa definitiva.
Dois homens tentaram desovar notas falsas de 100 reais no comércio de Coqueiral.
A Polícia Militar prendeu dois homens acusados de usarem notas falsas de R$ 100,00 no comércio da cidade de Coqueiral. Eles foram detidos e encaminhados para a Delegacia.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, um comerciante desconfiou da autenticidade da nota que o indivíduo apresentou no ato de uma compra. Ele conseguiu comprovar que era falsa e acionou a PM. Houve ainda uma outra chamada feita para a Polícia Militar informando o mesmo modus operandi.
Foi feito então um rastreamento e os policiais localizaram dois suspeitos em um carro que estava estacionado próximo a um posto de combustíveis, onde o golpe teria sido tentado.
Na residência de um deles, a Polícia Militar teria encontrado R$ 1.400,00 em notas falsas. Todo material foi apreendido.
Uso de Dinheiro Falso
De acordo com o portal Direito Brasil a pena para dinheiro falso pode abranger a produção, a circulação e o repasse desta moeda ilegal, pois afeta todo o funcionamento da economia. O fato de encontrar cédulas falsas de Real não é muito comum, contudo existem inúmeras possibilidades para que se consiga elas ou até mesmo receba as mesmas, dessa maneira é muito importante saber o que fazer e qual a pena para este sujeito.
Todavia, percebendo que esteja na posse de alguma cédula falsa ou até mesmo suspeita, a ação que se deve ter neste momento precisa de alguns cuidados, sendo primeiro e mais importante é não passar adiante esta cédula.
Após este primeiro passo de orientação inicial é de extrema importância confeccionar um boletim de ocorrência policial em alguma delegacia da Polícia Civil ou Polícia Federal, levando consigo a cédula suspeita em caso de falsificação, indicando aos policiais de forma precisa de como esta chegou até você.
Caso você tente enganar uma outra pessoa, assim como foi enganado, caso esta pessoa ou alguém na cadeia sucessória, descubra que a cédula é falsa, há a possibilidade de que em algum momento você tenha que dar explicações acerca da origem da cédula.
Cuidados Importantes
É de suma importância que você sempre confira a falsidade ou não das cédulas de real que recebe, devendo aumentar a atenção nas de maior valor. Dinheiro falso é uma situação bastante comum.
Caso você desconfie de que tenha alguma cédula falsa não tente passá-la adiante. Caso você saiba quem foi a pessoa que lhe repassou, seria bom saber qual o intuito de tal pessoa.
Todavia em todos os casos, deverá ser entregue em alguma delegacia, das mesmas citadas acima, no mesmo dia em que o boletim de ocorrência foi feito, para que assim não seja tratado como suspeito desta ação de falsificação.
Em casos que você se depare com locais que produzem ou pessoas que fazem este tipo de crime, faça uma denúncia imediata no Disque Denúncia do estado em que reside ou pode fazer um contato com a Polícia Civil ou Federal do estado na mesma situação.
“Hoje em dia, o sonho com o uso de dinheiro falso não é uma situação muito positiva que se possa ajudar na vida. Contudo, não se deixe de sonhar com momentos na vida, então incentive-se em trabalhar pelos seus sonhos e não pense em cometer estes crimes, pois as reclusões podem não ser muito agradáveis e com isso seus sonhos irão se desmanchar. Não se esqueça que o crime nunca compensará, podendo só dar algum tipo de impressão para que se compense, todavia não por muito tempo”, diz o artigo explicativo de direito penal.
Veja abaixo questões do Código Penal Brasileiro que tratam dos crimes de “Moeda Falsa” e também:
Moeda Falsa – Código Penal
Art. 289 – Falsificar, fabricando-a ou alterando-a, moeda metálica ou papel-moeda de curso legal no país ou no estrangeiro:
Pena – Reclusão de três a doze anos, e multa.
Art. 291 – Fabricar, adquirir, fornecer, a título oneroso ou gratuito, possuir ou guardar maquinismo, aparelho, instrumento ou qualquer objeto especialmente destinado à falsificação de moeda: