Categoria: Destaque

  • Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, recebeu na última semana os estudantes do 5º ano Otimismo, da Escola Estadual Cônego José Maria, que, acompanhados da professora Mariana Rodrigues Graciano, tiveram um dia produtivo e de muita aprendizagem.

    Os alunos aprenderam sobre todos os processos do café, do grão à xícara. “A ideia surgiu quando os eles foram fotografar para o concurso de fotografias do Festival Canto Aberto”, contou a professora Mariana.

    “Estávamos indo para o Pontalete, quando alguns alunos perguntaram sobre a flor branca que havia no pé de café, então sentimos a necessidade de ensiná-los melhor sobre o assunto, já que está tão próximo deles”, emendou. 

    Além disso, a turma participou de uma Feira de Ciências, na escola, e apresentou justamente sobre a cultura do café.

    Fonte Cocatrel

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove até amanhã (29) o 26º Encontro Nacional das Indústrias de Café (26º Encafé), em Punta Del Este, no Uruguai. Segundo o diretor executivo Nathan Herszkowicz, o aumento da indústria de torrefação nos últimos anos, com a construção de fábricas pelas principais empresas do setor, como Nespresso, 3corações e Melitta, deve garantir uma produção adicional para expandir as exportações brasileiras de café torrado e moído.

    “O mercado de torrefação é muito concentrado, não só no Brasil. É mais rápido e fácil fazer acordos entre empresas privadas do que uma empresa brasileira ir para o exterior com sua marca e tentar desenvolvê-la, mas isso não é barato”, explicou Herszkowicz. O crescimento no mercado brasileiro, assim como eventual interesse de investidores privados em obter ganhos com o setor do café, pode viabilizar a aquisição de participações em empresas estrangeiras. “Até 2020 devemos ver notícias de aumento da participação das exportações brasileiras (de café torrado e moído) no mercado externo”, acredita.

    O crescimento do consumo interno de cafés no Brasil, inclusive de cafés de alta qualidade, deve garantir continuidade ao movimento de fusões e aquisições no segmento de torrefadoras ao longo de 2019, de acordo com o executivo. “Existe ainda um número substancial de empresas de valor médio que geram interesse para grandes empresas do setor que buscam conquistar participação em mercados regionais do Brasil”, explicou Herszkowicz.

    As informações são da Agência Estado

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

    Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

     Vanessa Vilela abre para franquia loja ‘dois em um’ com foco no café.

    Para muitos empreendedores, abrir a marca para franquia é uma maneira de ganhar espaço em outras localidades com um modelo de expansão baseado no capital de terceiros. É o caso da proprietária e idealizadora da Kapeh Cosméticos, cafeteria e marca de produtos de beleza à base de café, Vanessa Vilela. Ela, que criou a Kapeh em 2007, em Três Pontas, diz que o interesse do público de outras regiões foi um dos principais motivos para investir no franchising.

    “Além disso, o mercado de café cresce cada vez mais, assim como o segmento de saúde, beleza e bem-estar, que também apresenta números positivos”, argumenta.

    O modelo de franquias foi lançado em outubro deste ano e Vanessa investiu R$ 1 milhão para realizar o projeto. <IP10>O resultado foi o valor de R$ 490 mil para os interessados em ter uma unidade, que inclui estoque, capital de giro e instalação da loja.

    “Os franqueados precisam passar por um treinamento completo para compreender o conceito da marca, além de aprenderem detalhes do café com o qual irão trabalhar”, completa Vanessa.

    Com 140 produtos cosméticos e serviço de cafeteria com grãos especiais e quitutes que combinam com a bebida, como pão de queijo e bolos, a loja se configura como dois estabelecimentos em um. Essa característica, de acordo com Vanessa, é um diferencial para o franqueado, principalmente pelo lado financeiro. “O serviço de cafeteria traz fluxo para a loja e assim a venda dos cosméticos aumenta”, acredita.

    Vanessa Vilela, fundadora da marca mineira Kapeh Cosméticos. Foto: Thais Magalhães.

    Para o coordenador de projetos do centro de empreendedorismo da FGV-SP, Marcus Salusse, o modelo de franquia é uma tendência positiva, que, no caso da Kapeh, é impulsionado pelo formato “dois em um”.

    “É um método interessante de crescimento do negócio, que também cria experiência para o cliente”, diz Salusse.

    Tendência. Assim como a Kapeh oferece dois serviços em um, outros empreendedores também têm investido no conceito, unindo barbearia e mecânica, livraria e bar, salão de beleza e restaurante, por exemplo. De acordo com Salusse, o formato é uma tendência e ajuda no crescimento das vendas.

    “O que eu percebo é que existe esse movimento para aumentar o tíquete médio na empresa. O estabelecimento cria uma experiência para o consumidor, com um elemento de relaxamento e ainda incentiva as compras”, pontua.

    No entanto, o especialista alerta para o cuidado do empresário com questões legais e tributárias, principalmente. “As atividades precisam ser cobradas da maneira correta. O serviço no serviço e o produto no produto. Não se pode esquecer dessas questões, pois elas podem prejudicar o empreendimento no futuro”, analisa o especialista em empreendedorismo.

    Fonte Estadão
    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    O Brasil e o mundo lembram hoje, 29 de novembro, com muita tristeza a tragédia que envolveu jogadores da Chapecoense e jornalistas. Ao todo morreram 71 pessoas na queda do avião, ocorrida há exatos dois anos. O Conexão Três Pontas relembra um pouco da emoção que tomou conta de todos, mesmo aqueles que não gostam ou não acompanham o futebol. Vidas que se foram, histórias interrompidas, carreiras encerradas precocemente por conta de uma irresponsabilidade gigantesca. Mas o “jogo” deve prosseguir. “Vamos Chapê!!!”

    Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada na quarta-feira (30), no primeiro jogo pelo título.

    A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.

    Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estava vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Radio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro titular Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

    Um piloto perdido

    Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.

    Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.

    Um plano de voo errado

    Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.

    O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, “estava errado”. Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos – eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada. Celia assegura que avisou o problema ao despachante da LaMia, que morreu no acidente.

    Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”.

    Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixava uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?

    E uma companhia aérea suspeita

    O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e nove tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.

    Em 2013 o avião foi vendido para a LaMia (Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.

    A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).

    Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.

    Os jogadores que sobreviveram

    O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.

    Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.

    O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.

    O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.

    E um time que ressuscitou

    Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.

    Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.

    O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.

    Virada

    A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.

    O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.

    Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.

    Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.

    Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

    VAMOS, VAMOS, VAMOS CHAPÊ, para sempre em nossos corações!

     

     

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

     

     

     

  • BINGO DA APAE SORTEARÁ UM FIAT MOBI E MAIS R$9.500,00 EM DINHEIRO.

    BINGO DA APAE SORTEARÁ UM FIAT MOBI E MAIS R$9.500,00 EM DINHEIRO.

    SAIBA COMO PARTICIPAR E TAMBÉM AJUDAR A ENTIDADE.

    A Apae de Três está mais uma vez lançando uma campanha para levantar recursos para a cobertura de suas despesas. É o tradicional Bingo da Apae, que novamente sorteará um automóvel e outros quatro prêmios em dinheiro. A entidade publicou nas redes sociais as informações de mais essa edição. O Conexão Três Pontas também recebeu o conteúdo e colabora com a instituição através da sua divulgação.

    No texto da campanha a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Três Pontas  diz: “O Bingo da APAE está de volta! Um Show de Prêmios para Você!”

    Quem quiser colaborar com a entidade e concorrer aos prêmios do tradicional Bingo da APAE de Três Pontas estará concorrendo a 05 prêmios:

    _ 5º prêmio: 01 Veículo 0 Km no valor de R$ 32.000,00 ou R$ 28.000,00 em dinheiro

    _ 4º Prêmio: R$ 5.000,00

    _ 3º Prêmio: R$ 3.000,00

    _ 2º Prêmio: R$ 1.000,00

    _ 1º Prêmio: R$ 500,00

    A Apae atende cerca de 700 pessoas com deficiência.

    O sorteio acontecerá no dia 16 de Dezembro, um domingo, às 10:00 da manhã no Estacionamento da FATEPS – UNIS.

    As cartelas custam R$ 20,00 reais e estão a venda na APAE de Três Pontas e no ponto de venda na Praça da Fonte.

    Mais informações (035)-3265-1127 – Colabore Você Também!

    “APAE de Três Pontas – Unidos Por Um Mundo Bem Melhor”

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • ENTREVISTA: Número de atendimentos cai no PAM de Três Pontas.

    ENTREVISTA: Número de atendimentos cai no PAM de Três Pontas.

    LUCAS ERBST EXPLICA OS MOTIVOS MAIS COMUNS QUE LEVAM ADULTOS E CRIANÇAS AO PRONTO SOCORRO.

    O Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, que atualmente tem como diretor o médico generalista Dr. Lucas Erbst, um dos profissionais de saúde mais queridos e respeitados da cidade, conseguiu “desafogar” o grande volume de atendimentos diários que superlotavam os corretores e provocavam demora e muitas reclamações. Isso se deu graças a criação do Centro Pediátrico Dr. Glimaldo Paiva.

    Dr. Lucas Erbst, diretor do PAM de Três Pontas.

    O PAM contabilizava até 200 atendimentos por dia. Mas quais são os principais motivos, as causas mais comuns que levam adultos e crianças a buscar socorro médico no PAM? O próprio Dr. Lucas falou ao Conexão com exclusividade. Acompanhe a entrevista em vídeo, completa e altamente esclarecedora:

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    Inegavelmente a vida dá muitas voltas e nos ensina incontáveis lições. Luís Felipe Scolari, o técnico do pentacampeonato mundial para o Brasil em 2002, ficou marcado pelo maior vexame da história da Seleção Brasileira, quando tomamos a maior goleada na história das copas, 7 x 1 para a Alemanha. Infelizmente o brasileiro tem memória curta e a maravilhosa conquista pelo plantel canarinho que tinha Ronaldo e Rivaldo no comando e o “paizão da Família Scolari” como treinador ficou esquecida ou diminuída diante daquele fiasco de 2014 em terras brasileiras. Mas Felipão, agora, deu a volta por cima aqui no Brasil.

    Depois da inacreditável derrota e eliminação do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014, Felipão viveu seu pior momento como treinador e acabou aceitando o convite para treinar o Grêmio entre 2014 (pós Copa) e o início de 2015. Mas uma goleada sofrida diante do rival Internacional selava o fim na casa tricolor gaúcha. E com as portas fechadas e total descrédito, Felipão acabou indo parar na China. E aí tudo começou a mudar.

    Num cenário de futebol emergente, sem visibilidade, mas com muito dinheiro e jogadores famosos chegando, como o meia brasileiro Paulinho, Luís Felipe Scolari venceu pelo Guangzhou Evergrande, onde conquistou sete títulos e deixou seu nome marcado na história do clube. Foram três temporadas no futebol asiático e uma estabilização do Guangzhou como uma potência do futebol chinês.

    De volta ao Brasil, após tropeços consecutivos e total desconfiança ao trabalho do então treinador Roger Machado, Felipão retornava a sua “casa verde”. O Palmeiras, time onde Felipão já havia conquistado 5 títulos, lhe abriu as portas. Depois daquela gangorra pessoal, como técnico, sendo campeão municipal pela Seleção em 2002 e depois o maior vilão em 2014 diante dos alemães, depois de marcar história no outro lado do mundo, Felipão precisava provar que ainda era vencedor aqui no seu país. E com números impressionantes, após pegar o Palmeiras em sétimo no Brasileirão 2018, levou o time do Parque Antárctica a conquista nacional, com o melhor segundo turno da história dos pontos corridos, melhor ataque, melhor defesa, melhor time jogando fora de casa e por aí vai…

    Luís Felipe Scolari suportou as eliminações do Palmeiras na Copa do Brasil e na Libertadores da América, essa última diante de um inspirado Benedetto, carrasco palmeirense, jogando pelo Boca Juniors. Um projeto multimilionário bancado pela Crefisa fez o Palmeiras ter um elenco invejável, craques e jogadores de alto nível aos montes. Mas foi com Felipão que o Brasileiro novamente ganhou as cores verde e branca.

    O maior sonho dos palmeirenses, o Mundial de Clubes, ainda não veio. Continua sendo o desafio da Crefisa e do Palmeiras. Mas enquanto ele não aporta em “terras palestrinas”, o Brasil e o mundo já ganharam, novamente, um grande paizão: Luís Felipe Scolari.

    Parabéns Palmeiras pela conquista! Parabéns Felipão!

     

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Direito de Arrependimento em compras online segundo o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49).

    Direito de Arrependimento em compras online segundo o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49).

    CIDADÃO ENTENDA O SEU DIREITO.

    Como funciona o direito de arrependimento na prática? Para esclarecermos essa questão, precisamos entender melhor o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor.

    Com o avanço da tecnologia e a comodidade que esta nos traz, alinhada ao fato de que os preços dos produtos no comércio online (sites/e-commerce), na maioria das vezes são bem mais em conta do que nos estabelecimentos comerciais propriamente ditos, é fato que a maior parte da população prefere adquirir produtos através da internet.

    Entretanto são comuns as dúvidas sobre o direito de arrependimento, posteriores a uma compra eventualmente feita por impulso no mercado online diante de todas estas facilidades.

    Inicialmente, urge salientar que os contratos pactuados pela internet estão sujeitos à aplicação tanto do Código Civil como do Código de Defesa do Consumidor, inclusive a Lei 12.965/2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil, só veio para reforçar a aplicação do Código de Defesa do Consumidor nas relações online, conforme bem preconiza o seu artigo 7º, XIII, in verbis:

    Art. 7o O acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados os seguintes direitos:

    XIII – aplicação das normas de proteção e defesa do consumidor nas relações de consumo realizadas na internet. O chamado “direito do arrependimento” está previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, senão vejamos:

    Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

    Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

    Ora, ao contrário do que muitos pensam, o consumidor tem o direito de desistir de uma compra não presencial no prazo de 07 (sete) dias, contatos do ato de recebimento do produto ou da prestação do serviço.

    Ademais, o parágrafo único bem preconiza que os valores eventualmente pagos deverão ser integralmente restituídos, com a devida correção monetária que se fizer necessária.

    Frisa-se, entretanto, que o dispositivo supramencionado aplica-se tão somente às compras efetuadas fora do estabelecimento comercial, como pode ser observado por uma leitura preliminar do artigo em análise.

    No que tange às compras feitas diretamente no estabelecimento, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro, se o produto tiver defeito que não seja sanado no prazo de 30 (trinta) dias, de acordo com o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

    A regra do “direito do arrependimento” está condicionada à consequente devolução daquele produto que não lhe serve para o uso que imaginaria, evitando, desta forma, um possível locupletamento ilícito por parte do consumidor, que teria o seu dinheiro restituído e ainda poderia ficar com o bem adquirido, ainda que não lhe servisse.

    A quem recai a responsabilidade das despesas da devolução do produto ao fornecedor?

    A Segunda Turma do Egrégio Superior Tribunal de Justiça entendeu que quem arca com as despesas de entrega e devolução do produto é o comerciante.

    “Eventuais prejuízos enfrentados pelo fornecedor nesse tipo de contratação são inerentes à modalidade de venda agressiva fora do estabelecimento comercial”, diz a ementa do REsp 1.340.604.

    Ainda nesse sentido, saliente-se que o relator do caso, o ministro Mauro Campbell Marques, afirmou no voto que “aceitar o contrário é criar limitação ao direito de arrependimento, legalmente não previsto, além de desestimular tal tipo de comércio, tão comum nos dias atuais”.

    Direito de Arrependimento em compras online segundo o CDC Art 49

    Apesar da jurisprudência, o direito de arrependimento nem sempre é atendido de pronto. Ainda nos dias atuais, é comum que algumas empresas responsabilizem o consumidor pelas despesas com serviço postal decorrente de devolução de produtos, entretanto, o entendimento das Cortes Superiores é de que nesses casos o consumidor seja ressarcido integralmente de todas as despesas efetuadas, até porque atribuir esse ônus ao consumidor seria contrariar diretamente a presunção de hipossuficiência do consumidor em relação às empresas fornecedoras.

    Com efeito, é dever dos fornecedores prestar em seus sites informações claras a respeito do produto, facilitar o atendimento para eventuais problemas ou dúvidas do consumidor, bem como, garantir que seja respeitado o direito de arrependimento do consumidor, fazendo cumprir todos os requisitos legais e morais, atentando-se sempre para a boa fé que se espera das relações consumeristas.

    GABRIEL FERREIRA DE BRITO JÚNIOR – OAB/MG 104.830

    Advogado na Sério e Diniz Advogados Associados desde 2006, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do

    Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Cel.: (35) 9 9818-1481

    Escritório: (35) 3265-4107 [email protected]

    Endereço: Rua Bento de Brito, 155 – Centro

    Três Pontas/MG

    CEP: 37190-000

    Sério & Diniz Advogados Associados

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook
  • HISTÓRIAS DE VIDA: Pe. EDNALDO BARBOSA É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    HISTÓRIAS DE VIDA: Pe. EDNALDO BARBOSA É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do pároco da Matriz d’Ajuda, Padre Ednaldo Barbosa, muito querido.

    Pe. Ednaldo Barbosa nasceu em 02 de dezembro de 1971. Foi ordenado padre em 07 de julho de 2001. Ele está em Três Pontas desde 2011.

    Desde que chegou em Três Pontas para comandar a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, provocou uma verdadeira revolução na cidade. Reorganizou as finanças da Igreja, reformou diversas igrejas, como a do Pontalete, a do Hospital e também a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda. Reformou ainda todo o Escritório Paroquial. Foi com a sua supervisão que o processo de Beatificação do agora Beato Padre Victor andou e se tornou realidade. Padre Ednaldo é considerado um sacerdote de pulso firme, gênio forte, um teólogo de mão cheia, uma exímio administrador, alguém que já entrou para a história de Três Pontas pelos feitos que transformaram para melhor todo o contexto da paróquia.

    Foi com Padre Ednaldo a frente da Matriz, que no dia 06 de junho de 2015, um sábado, Vossa Santidade o Papa Francisco, autorizou, logo pela manhã, (Horário de Brasília), a Congregação para as Causas dos Santos a promulgar o Decreto de Beatificação do Padre Francisco de Paula Victor. O Conexão foi o primeiro veículo a divulgar a grande notícia, que teve uma repercussão gigantesca, a maior da ainda breve historia do portal. A emoção tomou conta de toda cidade.

    Foi graças ao grande trabalho de Padre Ednaldo, Diocese da Campanha, paróquias locais, devotos e a Associação Padre Victor, que no dia 14 de novembro de 2015 que o sonho virou realidade. Padre Victor se tornava Beato. Três Pontas, com cerca de 57 mil habitantes, se preparou para receber milhares de romeiros e devotos de Padre Victor, muito venerado na região. A cerimônia foi realizada no aeroporto municipal, às 16 horas de um sábado inesquecível. A cidade está localizada a 291 quilômetros de Belo Horizonte e a 344 quilômetros de São Paulo, com acesso pela Rodovia Fernão Dias no trevo de Varginha.

    Uma grande reforma aconteceu na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, novamente com a supervisão do Padre Ednaldo Barbosa. O local de visitação dos fiéis saiu dos fundos do templo católico e ganhou enorme destaque do lado direito do Altar.

    Padre Ednaldo, incansável, fortaleceu os movimentos e pastorais, incentivou a oração e a caridade, lutou pelas famílias, pela “coisa certa”. E normalmente quem tem a coragem de “mexer” em alguns “vespeiros”, nem sempre é compreendido e tolerado. Mas o fato é que a grande maioria dos trespontanos, principalmente os católicos, reconhecem e aplaudem o trabalho formidável desempenhado por esse sacerdote, um homem reto, coerente, verdadeiro e competente.

    Surgiram rumores recentes que preocuparam os paroquianos: Padre Ednaldo Barbosa, atendendo determinação da Diocese da Campanha, poderia deixar Três Pontas. Felizmente, para os fiéis católicos da Matriz, isso não ocorreu.  O atual Bispo Dom Pedro Cunha Cruz, renovou sua permanência na Terra de Padre Victor e de Nossa Mãe por tempo indeterminado.

    Outro grande trabalho de Ednaldo Barbosa foi a instalação do novo sino. A Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda ganhava no final do mês de março de 2017 seu terceiro sino. Feito em homenagem ao Beato Padre Victor, quem instalou, enquanto pároco, os outros dois. Para isso o atual pároco, Padre Ednaldo Barbosa, criou uma campanha de doação de recursos e contou com a ajuda dos fiéis católicos.

    No sábado, 25 de março de 2017, durante a Santa Missa das 19 horas, a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda esteve lotada. O Bispo Dom Pedro Cruz presidiu a cerimonia especial. Muitos fiéis fizeram questão de fotografar o novo sino, todo dedicado ao Beato Padre Victor. Já no dia seguinte o sino foi erguido até a torre da Igreja através de um guindaste. Agora o som vindo da Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, local onde estão os restos mortais de Francisco de Paula Victor, ecoa ainda mais forte.

    Ampliando sua gama de trabalhos, na noite do dia 31 de Janeiro de 2018, a cidade de Nepomuceno se alegrou com a apresentação e acolhida do seu novo administrador paroquial. Pe. Ednaldo Barbosa foi recebido por uma numerosa quantidade de fiéis nepomucenenses na Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano e celebrada por 15 sacerdotes. Autoridades civis se fizeram presentes, como a Prefeita Municipal e Vereadores. Também o Pastor Saulo, que representou as demais denominações religiosas presentes em Nepomuceno. Esse trabalho em nepomuceno não atrapalha em nada sua coordenação paroquial em Três Pontas, segundo o próprio sacerdote.

    Padre Ednaldo Barbosa recebeu uma Moções de Aplauso da Câmara Municipal de Três Pontas pelo destaque na evangelização e trabalhos importantes a frente de sua paróquia. Um verdadeiro discípulo de Cristo que cumpre com afinco e absoluta abnegação suas funções sacerdotais. Compartilha uma sinceridade que as vezes assusta, mas que é necessária nos dias de hoje e, principalmente, diante do tanto que há para se fazer pela Paróquia e pelos fiéis.

    Um religioso convicto, cumpridor dos ensinamentos de Jesus e das leis dos homens. Como um bom brasileiro, nunca foge à luta. Se precisar, “compra briga” para defender as coisas de Deus e do povo de Deus. É avesso ao errado, a mentira, a fofoca e tudo aquilo que não provém do reino dos Céus. Culto, politizado e de opiniões claras, Ednaldo está sempre em busca do melhor para todos. Por tudo isso é tão invejado, tão querido e tão amado.

    Por tudo isso, Padre Ednaldo Barbosa recebe as homenagens do Conexão Três Pontas, por sua bela História de Vida!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Muito se fala, hoje, de safras altas de café no Brasil, nesses últimos anos. Porém, pra chegar até aqui foram períodos longos e sujeitos a percalços, com influência climática e de condições de preços do produto.

    A análise das safras brasileiras de café, a partir de 1960, mostra a ocorrência de grandes variações ao longo do período, conforme os dados representados na figura 1. Podem ser observados níveis de safras em 6 intervalos de ocorrência –  abaixo de 10 milhões de sacas/ano foram verificadas somente 2 safras (1965 e 1976) função da seca e da geada; entre 10 e 20 milhões de sacas ocorreram 10 safras; entre 20 e 30 milhões foi observado o maior nº de safras (22); entre 30 e 40 milhões somente 9 safras ;  entre 40 e 50 milhões 12 safras e acima de 50 milhões  apenas 2 safras, sendo estes níveis maiores concentrados nesses  8 últimos anos. Verifica-se um crescimento constante a partir dos anos 2000.

    A média dos períodos decenais foi a seguinte:

    1961 – 70      =   22,9  milhões de sacas

    1971 – 80      =   19,5  milhões de sacas

    1981 – 90      =   26,6  milhões de sacas

    1991 – 2000  =   26,0  milhões de sacas

    2001 – 2010  =   39,0  milhões de sacas

    2011 – 2018  =  48,5  milhões de sacas

    A observação dos dados da figura 1 evidencia, ainda, 3 fenômenos importantes na definição das safras:

    1º) O ciclo bienal das produções, uma alta seguindo a baixa, característico do nosso tipo de lavoura a pleno sol, que se esgota após uma safra alta, passa o ano seguinte recuperando sua ramagem e nesse ano resulta uma safra baixa, voltando a produzir bem, novamente, após 2 anos. Com a variação climática entre as regiões, com o aumento de podas e com entrada sucessiva de novos cafeeiros em produção, nas últimas safras o diferencial de ciclo de altas e baixas safras ficou reduzido.

    2º) Os fenômenos climáticos, inicialmente com maior relevância para as geadas e hoje em dia também as estiagens, que afetam drasticamente as safras de café no mesmo ano, pelo chochamento e má granação dos frutos e no ano seguinte, pela redução no crescimento da ramagem.

    3º) A conjuntura de preços do café, a qual pode estimular ou desestimular os tratos nas lavouras e os novos plantios.

    No momento atual o setor da produção cafeeira – a lavoura de café – ainda se encontra em um ciclo de expansão, no qual houve muita renovação de áreas e melhoria nos tratos, com aumento de produtividade. Para que essa fase se mantenha é preciso que a combinação dos 3 fenômenos citados ocorra de forma adequada. Vislumbra-se, já, para 2019, uma safra em ciclo bienal de baixa, diante da alta safra observada em 2018. O clima, por enquanto, vem bem, embora um período critico, de stress hídrico, na granação dos frutos, ainda possa ocorrer. Os preços atuais do café  não estão estimulantes, situação agravada pelo aumento verificado nos custos dos insumos para a produção.

    Fonte Notícias Agrícolas

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    Pedestre: Conexão mostra diferenças entre o trânsito de Três Pontas e de Lavras.

    O respeito no trânsito ou, pior, a falta dele. Esse é um tema recorrente em todo Brasil e não se resume apenas ao descumprimento de leis contidas no Código de Trânsito Brasileiro por parte dos motoristas. Vai muito além disso. Pedestres e ciclistas também dão exemplos diários de verdadeiros absurdos cometidos em vias públicas. Em Três Pontas algumas situações e flagrantes ultrapassam o campo da irresponsabilidade. A reportagem do Conexão Três Pontas acompanhou o trânsito na cidade de Lavras e constatou que há diferenças gritantes de comportamento no trânsito entre as duas cidades.

    A principal diferença é o respeito que em Lavras se dá aos pedestres. Na cidade com cerca de 102 mil habitantes, localizada há apenas 83,6 km de distância de Três Pontas, chega a impressionar como os condutores de veículos automotores respeitam as faixas, hoje chamadas passagens elevadas de pedestres.

    “Aqui em Lavras quando a gente (pedestre) precisa atravessar, já é de praxe que os motoristas, a grande maioria deles, param e respeitam nossa circulação em segurança. Isso só não é tão comum quando os carros são de fora, turistas, pessoas de outras cidades, talvez por, na cidade de origem deles, não se ter essa conscientização”, disse o engenheiro César Henrique Novais.

    Outra situação recorrente em Lavras é perceber como o pedestre também é educado. A grande maioria, principalmente na região central, local de maior fluxo de veículos e, consequentemente, maior risco de acidentes e atropelamentos, atravessa na faixa, mesmo que tenham que andar 10, 20 ou 50 metros até chegar à passagem elevada de pedestres mais próxima.

    “Não adianta cobrar apenas dos motoristas. Os pedestres têm que dar exemplo e aqui em Lavras, no centro da cidade principalmente, é comum se atravessar na faixa”, pontuou a dona de casa Maria Silvéria de Souza.

    Segundo a Polícia Militar de Lavras os índices de atropelamentos no município são baixíssimos, praticamente zero. O motivo, conforme a corporação, é a conscientização, o respeito ao CTB e a fiscalização.

    Essa postura dos usuários das vias públicas em Lavras é rara na maioria das cidades brasileiras, mas é comum em algumas localidades, principalmente naquelas com colonização europeia (Segundo estudo do Denatran), como na região sul do país ou no interior de São Paulo. Em Minas Gerais outras cidades também aparecem com destaque positivo no respeito aos pedestres. É o caso de São Lourenço, também no sul de estado. Lá o cumprimento às lei de trânsito também é claro.

    Em Três Pontas, cidade com cerca de 58 mil habitantes, infelizmente a realidade é bem diferente. Pedestres atravessam, quase que na unanimidade, fora da faixa; não é raro ver ciclistas andando sobre calçadas; cavalos dividindo espaço com veículos automotores no centro da cidade; motoristas sem cinto de segurança, convergindo sem dar seta e até avançando farol vermelho. Mas o destaque negativo é justamente o desrespeito ao pedestre que muitas vezes espera muito tempo para conseguir atravessar ou se sente diariamente ameaçado por carros, motos, vans, ônibus e caminhões.

    “Não tenho confiança nenhuma quando vou atravessar a rua. Eu assumo que muitas vezes não atravesso na faixa, mas mesmo sobre ela é raro quando algum carro para pra gente atravessar. Eles (motoristas) acham que, com a farol verde pra eles, podem acelerar sem lembrar que somos mais frágeis e que temos preferência”, declarou a estudante trespontana Ana Paula Laudomiro.

    Motoristas ouvidos pelo Conexão em Três Pontas opinaram que na cidade há mudanças de trânsito, nas vias públicas, nas mãos de direção “do dia para a noite”, sem aviso prévio e muitas vezes sem uma educação para o trânsito; que não há políticas de conscientização sobre as leis do CTB; que a fiscalização deixa a desejar (e que quando têm reclamam…), que faltam vagas de estacionamento e que os pedestres também precisam se educar melhor.

    “Três Pontas precisaria de uma grande campanha de conscientização no trânsito, mais fiscalização, aplicação de multas de forma justa, sem se produzir uma indústria de autuações. As vias também estão em péssimo estado de conservação. Faltam guardas municipais nas escolas e sobra imprudência. De todas as partes! Também tem um negócio de colocarem cadeiras, caixas, tijolos e qualquer coisa segurando vaga de estacionamento no centro da cidade. Isso é uma vergonha! Mesas e cadeiras que os bares colocam sobre as calçadas acabam obrigando o pedestre a atravessar na rua. É difícil dirigir ou atravessar com segurança em nossa cidade”, afirmou a instrutora de trânsito do Detran, Renata Marques.

    Vejam o vídeo que nossa reportagem gravou na cidade de Lavras mostrando o respeito ao pedestre no centro da cidade:

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

  • REPORTAGEM ESPECIAL – MORADORES DE RUA: Um problema de difícil solução em Três Pontas.

    REPORTAGEM ESPECIAL – MORADORES DE RUA: Um problema de difícil solução em Três Pontas.

     

    Agora é lei: morador de rua deve ser atendido pelo SUS.

    Não é de hoje que os moradores de rua se tornaram um grave problema social em Três Pontas. Há anos que a Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso da cidade, se tornou a moradia, a casa, o leito de homens e mulheres, desde jovens até idosos, boa parte entregue ao vício da bebida e, alguns, também das drogas. Várias foram as tentativas de tirar essas pessoas das ruas. Algumas têm parentes, um lugar pra ficar, pra dormir, tomar banho e se alimentar. Outros não têm pra onde ir. O fato é que os anos vão passando e nenhuma ação ou esforço por parte das autoridades surtiu o efeito desejado. Nossa reportagem tem acompanhado o dia-a-dia desses seres humanos entregues a sorte, aos riscos e perigos da noite como o frio e a violência. Pessoas que muitas vezes são rejeitadas, excluídas da sociedade, até por vontade própria, mas que acabam sendo marginalizadas e vítimas de muito preconceito e descaso.

    Em situação degradante os moradores de rua que ficam na Avenida Oswaldo Cruz, próximo ao semáforo, no cruzamento com a Avenida Ipiranga, passam dias e noites, chuva e sol, sem ter alimentação regular, roupas, cobertores, banho, higiene e, principalmente, sem ter uma solução para o problema. Muito já foi tentado, mas eles próprios relutam em deixar a rua e voltar para o convívio da família ou ficar em abrigos ou casas de recuperação, a exemplo do grande trabalho realizado pelo Grupo de Oração Fé com Obras, que abriga vários ex-moradores de rua, mas que vem passando uma grave crise financeira, principalmente resultante das grandes despesas e da falta de apoio por parte das autoridades e da sociedade de uma forma geral.

    Além disso tudo, há também a questão comercial que é levantada por empresários, donos de estabelecimentos como restaurantes e bares, que alegam ter o movimento prejudicado pelos andarilhos, em decorrência do mal cheiro e do comportamento hostil de alguns deles, embora nenhum caso de ofensas ou agressão tenha sido relatado até aqui.

    O QUE JÁ FOI FEITO

    Durante anos, os trespontanos reclamaram, fizeram fotos, postaram nas redes sociais, protestaram e cobraram providências por parte do Poder Público Municipal. Em 2015, no início do mês de julho, o então prefeito Paulo Luís Rabello resolveu agir. Encontrou uma moradia para essas pessoas que, de acordo com levantamento de Secretaria de Assistência Social, apesar de terem família, preferem viver nas ruas. Mas, por incrível que pareça, algumas pessoas questionaram a retirada desses moradores da Avenida Oswaldo Cruz, alegando arbitrariedade, uma medida contra a vontade deles, na época.

    “Nós devemos tratar todas as pessoas como seres humanos e não como animais. Não podíamos pegar aquelas pessoas e jogá-las em qualquer lugar. Nós fomos preparando terreno, criando boas condições para que as providências fossem satisfatórias para eles. Nós fomos inicialmente preparando eles psicologicamente através da Secretaria Municipal de Assistência Social e também do Caps, para que a saída deles fosse consensual. Quando achamos que era a hora, tomamos todas as providências através da Assistência Social e da Guarda Municipal, que merece todo o meu agradecimento, além do Caps. Acredito que, temporariamente, o problema está resolvido. É difícil tirar todas as pessoas das ruas. Eles têm o direito de ir e vir e não podemos obrigar ninguém a nada”, explicou o ex-gestor em 2015.

    O então prefeito Paulo Luís Rabello em entrevista concedida ao Conexão em 2015.

    Quando tomou a decisão de tirar os moradores da rua – ação aprovada pela maioria da população trespontana – alguns questionaram, reclamaram e chamaram o então chefe do Executivo Municipal de arbitrário e ditador. “Infelizmente em Três Pontas tem muita gente que só sabe criticar e não ajuda em nada. Será que essas pessoas que criticaram hoje ajudam com algum donativo?”, concluiu.

    Infelizmente, pouco tempo depois, os andarilhos acabaram voltando para as ruas, mais precisamente para a Avenida Oswaldo Cruz.

    CONEXÃO MOSTROU O PROBLEMA EM 2014

    A reportagem lembrou que “apesar de não serem violentos, muitos populares, como comerciantes, reclamam da presença dos andarilhos no local e há ainda aqueles que se solidarizam com a situação de penúria e, aparente, abandono por parte da família.

    Em 2014 a Secretaria Municipal de Assistência Social, da Prefeitura Municipal de Três Pontas, fez um acompanhamento e buscou soluções para a situação dos moradores de rua. Uma delas foi a implantação do Projeto “Não dê Esmolas, Promova Cidadania”, que pedia para que as pessoas parassem de dar esmolas a esses moradores, e sim promovam a cidadania e a dignidade dos mesmos.

    O projeto foi apresentado pelos funcionários do CREAS – Centro de Referência Especializado da Assistência Social, composto dos profissionais que lidavam com essa situação, como o psicólogo Miller Tavares, a advogada Cíntia Aparecida de Souza Freitas, a assistente social Luciana Silva Bárbara e a coordenadora do centro, Sara Silva Souza.

    ELES PREFEREM CONTINUAR NAS RUAS

    Na época o psicólogo do CREAS, Miller Tavares afirmou que o acompanhamento vinha sendo constante por parte da Secretaria Municipal de Assistência Social e reiterou que esses cidadãos não abriam mão de continuar nas ruas: “O órgão de atendimento dessas pessoas é o CREAS e a própria Assistência Social. Nós fazemos frequentemente uma abordagem de oferta para o tratamento da dependência química, porque essas pessoas que estão nas ruas são vítimas da dependência do álcool e das drogas e isso impede que elas busquem uma saída, um emprego e até a convivência familiar. Nós mesmos procuramos as famílias dessas pessoas, mas por conta do estado em que elas se encontram já se esgotaram as tentativas de ajuda por parte dos parentes. Nós insistimos, tentamos mostrar para a família a importância do diálogo e da presença deles. O objetivo é propiciar a reinserção deles no seio familiar, no mercado de trabalho e na sociedade como um todo, com respeito e dignidade”, pontuou.

    Ainda conforme o psicólogo do CREAS, são feitas muitas críticas e de forma frequente pelo fato desses moradores de rua se encontrarem num local público. “Independente do local que eles se encontrem eles são cidadãos e têm o direito de ir e vir. Por isso lembramos que a população deve nos ajudar, se conscientizando de que não deve dar esmolas para essas pessoas. Isso dificulta o nosso trabalho. Muitas vezes durante nossas abordagens eles estão sob o efeito de álcool e drogas, alimentado pelo dinheiro das esmolas. E o mais importante de se dizer é que eles mesmos não querem sair das ruas. Eles dizem isso frequentemente, afirmando ter pessoas que os ajudam, com almoço, com roupas, etc. Nós não somos contra a caridade. Ajudar com alimentação é necessário e um grande gesto de humanidade. Nós pedimos para não dar dinheiro.

    Atualmente são cerca de 8 moradores de rua na Avenida Oswaldo Cruz, mas esse número oscila pois tem gente que vem de outras cidades, ficam um tempo e vão embora. E a grande maioria desses moradores de rua tem família, mas perderam o contato e a aceitação por causa da dependência química.

    TRATAMENTO

    O tratamento é oferecido pelo Governo Federal e durante seis meses essas pessoas são tratadas gratuitamente. A maioria dos moradores de rua de Três Pontas é composta por dependentes de álcool e não de drogas e não há nenhum registro de ato violento ou crime praticado por eles.

    Em conversa com os moradores de rua que ficam na Avenida Oswaldo Cruz, percebemos a vontade de continuar nessa situação, por mais absurda que seja. Conforme JR, de 36 anos, natural de Itutinga, radicado em Três Pontas há anos, e que possui uma irmã na cidade, estar na rua é uma opção própria: “É uma opção minha. Para eu não maltratar as pessoas e não ser maltratado. Eu opero qualquer tipo de máquina, mas escolhi estar na rua. Muita gente nos ajuda, as pessoas vêm e fazem caridade. A Assistência Social nos ajuda sempre. A Luciana me ajudou e eu já fui internado. Se eu quiser largar de beber eu largo, mas eu não quero. A única coisa que precisa ser feita é a construção de um albergue. No mais, tudo é feito pra nos ajudar”, disse.

    ENTREVISTA

    Nossa reportagem conversou com o médico, especialista, Dr. Luiz Roberto Dias, ex-prefeito e ex-secretário municipal de Saúde de Três Pontas, que realizou importantes trabalhos nas comunidades carentes do Rio se Janeiro. Ele fala sobre a situação dos moradores de rua hoje em dia:

     ATENDIMENTO PELO SUS

    Agora está assegurado por lei o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade ou risco social, mesmo que eles não apresentem comprovante de residência. A Lei 13.714, de 2018, que proíbe expressamente a recusa de atendimento pelo SUS nesses casos, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

    Assistência social

    O texto original do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 112/2014 obrigava a criação de uma identidade visual para o Sistema Único de Assistência Social (Suas), que sirva para identificar todos os locais que prestam esse serviço à população. A identidade visual seria nos moldes do SUS, com um símbolo próprio que identifique as unidades públicas estatais, as organizações de assistência social, os serviços, programas, projetos e benefícios vinculados ao Suas.

    Porém, o senador Eunício Oliveira (MDB-CE) apresentou uma emenda para determinar o atendimento a moradores de rua, geralmente assistidos por instituições filantrópicas. O texto garante a essa camada da população “a atenção integral à saúde, inclusive com dispensação de medicamentos e produtos de interesse para a saúde”.

    DIREITOS DOS MORADORES DE RUA

    Um situação muito comum é encontramos moradores de ruas em todas cidades do Brasil, popularmente conhecidos como “mendigos”. Embora não exista um dado concreto, essa população só em Belo Horizonte, é estimada em cerca de 2.000 moradores.

    Será que essa população é enxergada por outras na qual em suas vidas cômodas passam todos os dias na mesma calçada que vários deles? Embora tratando-se de uma pergunta retorica, a grande questão é a justiça brasileira para com essas pessoas que vivem nessa situação de extrema precariedade, para não usar mais usar mais uma vez o termo popular: miserável.

    Os direitos

    Em 1948 em vários países foi erguida em vários países a Declaração Universal de Direitos Humanos que afirma:
    “Todas as pessoas nascem livres e iguais, ou seja, “ninguém é melhor que ninguém”. Todos nós formamos uma única família, a comunidade humana: negro ou branco, homem ou mulher, rico ou pobre, nascido em qualquer lugar do mundo e membro de qualquer religião. Assim, todos nós temos direito à liberdade e à segurança pessoal.”
    Com essas palavras os moradores de rua ganharam o direito de serem protegidos por uma lei na qual devem ser reconhecidos como cidadãos e serem tratados como tal.

    Cidadãos

    Entre as proteções que a lei estabelece com os moradores de rua, algumas delas são: Se algum deles estiverem com alguma pendencia na justiça, esses tem direitos à advogados e serem julgados como qualquer outro indivíduo. Além disso, através da Política Nacional de Assistência, da direito a ele a um serviços de rede de acolhimento e serviços: abordagem de rua, centros de referência, casas de acolhimento (repúblicas, pensão), encaminhamento para retirada de documentos e projetos de inclusão produtiva.

    O grande problema, é que como a maioria não tem consciência de seus direitos perante o Estado, não podem lutar por eles e exigirem algo que é protegido por lei.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808