Categoria: Destaque

  • Tempo Seco x Exercícios Físicos.

    Tempo Seco x Exercícios Físicos.

    Quais os cuidados para evitar queda de rendimento durante os treinos?

    O tempo seco pode afetar diretamente a performance na hora de treinar. Isso ocorre pela dificuldade ao respirar em exercícios praticados principalmente ao ar livre. O professor Denis Timote da Silva, da Needs Academia, dá algumas sugestões para que esta condição climática não interfira no desempenho dos praticantes de atividades físicas.

    O primeiro passo é optar por lugares fechados que tenham umidade. Outro pormenor é evitar a realização de exercícios ao ar livre das 9h30 às 16h. As academias são a melhor opção já que, na maioria das vezes, estes espaços contam com vaporizadores e fácil acesso à água. A hidratação é fundamental.

    O vestuário é extremamente importante. O recomendado é utilizar roupas claras, leves e com o tênis sempre apropriado para cada tipo de treino. Ademais, é necessário reduzir o ritmo dos exercícios em aproximadamente 20%, praticá-los dentro do limite, já que o clima seco faz com que o cansaço apareça mais cedo. Alguns sintomas como tontura, dor de cabeça, vista turva, coração disparado, câimbras, sangramento do nariz e fadiga além do normal, são sinais de alerta e, caso surjam, é preciso que o exercício seja interrompido imediatamente.

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    Roger Campos

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  • IMAGINE OR IMAGINE por Nilson Lattari

    IMAGINE OR IMAGINE por Nilson Lattari

    As duas palavras do título têm o mesmo formato, tanto em português quanto em inglês. Título de uma letra emblemática feita por John Lennon. Eram tempos onde a imaginação corria forte, diante de um mundo caminhando entre a guerra fria de duas potências, e os ditadores que pululavam pelo mundo. Era um mundo alegre dentro de um subterrâneo, como se estivesse armazenando alegrias e possibilidades quando a virada acontecesse.

    Aquela geração hoje chegou ou passou dos sessenta e alguns perderam os cabelos em sua cabeça, porém alguns perderam bem mais do que os cabelos, perderam a imaginação de um mundo sem países, sem religiões, sem querer encontrar infernos abaixo dos céus, ou estar em busca de moradas celestes.

    Dessa geração, alguns ainda cantam em inglês, em seus apartamentos, ou ouvem saudosamente os CDs ou vinis, e o piano branco de Lennon ainda martela as possibilidades de um mundo imaginário, onde todos compartilhariam o próprio mundo real. Alguns ainda teimam em acreditar naquele mundo, enquanto outros reinventaram os países e suas fronteiras, se agarraram às suas propriedades, onde a presença do indesejável próximo não seja penetrada. O que nos leva a acreditar que estes curtem a música, mas não entenderam nada.

    Há dois mil anos um Homem tentou um mundo imaginário. Ele falava de um próximo, também Se revoltou contra as religiões e queria compartilhar o mundo no amai ao próximo. Muitos vão às missas e cultos, continuam com as suas ideias, “a velha opinião formada sobre quase tudo”, e também não entenderam nada.

    E o que houve com essa geração que veio logo após, criada por pais que amavam os Beatles e os Holling Stones e cantava Help e abominava o Vietnam, iam aos festivais de música, onde o protesto era a palavra de ordem, e hoje execram seus então ídolos, que continuam, teimosamente, a imaginar?

    Pedem ditaduras, choques de ordens, desinventando o imaginário de todas as pessoas vivendo em paz. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas acredite que eu não estou sozinho, eu espero que um dia essa nova geração se junte a nós, os sonhadores, e faremos do mundo um lugar único, com até mesmo aqueles que esqueceram de sonhar.

     

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  • DIOCESE DA CAMPANHA CONCRETIZA POSSE DA PRAÇA CÔNEGO VICTOR EM TRÊS PONTAS

    DIOCESE DA CAMPANHA CONCRETIZA POSSE DA PRAÇA CÔNEGO VICTOR EM TRÊS PONTAS

    A Diocese da Campanha concretizou a posse de forma oficial e documentada da Praça Cônego Victor, pertencente a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda. A estrutura foi somente agora registrada.

    Localizada no centro de Três Pontas, a Praça Cônego Victor, ou “Praça da Matriz”, sempre pertenceu, segundo a Paróquia d’Ajuda, a Diocese da Campanha, mas a falta do registro da escritura tornava a questão não tão clara.

    “A maioria dos terrenos no entorno da Praça Cônego Victor sempre pertenceu a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda. Mas com o passar dos tempos alguns padres foram vendendo esses terrenos. O Escritório Paroquial, a Praça Cônego Victor e a Igreja Matriz, por exemplo, nós tínhamos a escritura mas não estava registrada. Desde 2011, com a chegada do Padre Ednaldo Barbosa, pároco da Matriz, se iniciou a procura da escritura e todo o processo de registro”, explicou a Paróquia.

    A Praça Cônego Victor é um bem tombado pelo Município, porém pertencente à Mitra Diocesana da Campanha, sendo de uso comum. A sua finalidade não pode fugir ao seu propósito que é o culto religioso.

    Na gestão da ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria ficou definido que a Praça Cônego Victor somente poderia ser utilizada para fins cívicos (desde que não atrapalhe o culto) e religiosos.

    “Imagine a pessoa sai de sua casa para ir a um culto religioso, independente da Igreja, e não encontra clima, tranquilidade para essa prática. Ou seja, há algumas pessoas que acham que a Igreja quer mandar na Praça Cônego Victor, mas apenas estamos lutando para a manutenção da mesma e o cumprimento do propósito: servir a culto religioso”, emendou.

    Seguindo as determinações da lei, todo o mapeamento foi feito, a escritura se encontra agora devidamente regularizada e registrada. Estacionamento sobre a praça ou sua proibição não são de determinação da Prefeitura Municipal ou outro órgão. A responsabilidade é da Igreja.

    Sobre uma cogitada volta do carnaval para a Praça Cônego Victor, a Paróquia se manifestou ao Conexão dizendo que “normalmente, em dias comuns, voluntários lavam as portas e paredes da Igreja, que se transforma num ‘grande banheiro público’, nas primeiras horas da manhã, principalmente antes da missa das 07 horas aos domingos. Quando há eventos a coisa degringola, piora muito. Imaginem como será se o carnaval voltar pra lá?”.

    Sobre o festival Canto Aberto reuniões entre os envolvidos aconteceram com a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, onde o Pe. Ednaldo deu a autorização ressaltando que não atrapalhasse o culto religioso.

     

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    Roger Campos

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  • IPREV DE TRÊS PONTAS RECUPERA QUASE MEIO MILHÃO DE REAIS JUNTO AO INSS

    IPREV DE TRÊS PONTAS RECUPERA QUASE MEIO MILHÃO DE REAIS JUNTO AO INSS

    A Compensação Previdenciária foi instituída pela Emenda Constitucional nº 20/1998 que alterou o artigo 201 da Constituição Federal e pode ser definida como um acerto de contas entre o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), nos casos de contagem de tempo de contribuição recíproca para efeitos de aposentadorias e pensões.

    Os Municípios, ao atenderem o preceito constitucional, instituindo o Regime Próprio de Previdência Social, geram o direito de se compensar financeiramente com o Regime Geral de Previdência Social (INSS) pelo fato de seus servidores, anteriormente à instituição do Regime Próprio de Previdência Social serem segurados do Regime Geral de Previdência Social e, portanto, contribuírem por algum tempo àquele regime e também pelos que antes de entrar no Regime Próprio de Previdência Social contribuíram para o Regime Geral.

    O Regime Próprio de Previdência Social do Município de Três Pontas foi instituído para os seus servidores a partir de 30/06/1994, conforme a Lei 1.635, de 30 de junho de 1994 (Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Três Pontas) e, por conseguinte, a Lei 1.646 de 24 de agosto de 1994 que cria o IPREV- Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas, entidade autárquica, com personalidade jurídica própria cuja finalidade é assegurar aos servidores municipais e a seus dependentes os benefícios previdenciários de aposentadoria e pensão e demais benefícios instituídos por Lei.

    Uma vez instituído o Regime Próprio de Previdência Social, devem ser preenchidos os requisitos para pleitear o recurso da compensação previdenciária no âmbito do Ministério da Previdência Social (MPS), como a análise da legislação previdenciária do Município desde a sua emancipação; o preenchimento de toda a documentação necessária para a elaboração da minuta do Termo de Acordo de Cooperação Técnica (TACT), que se dá entre o Município e o Ministério da Previdência Social (MPS) com as interveniências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e as Unidades Gestoras na existência destas, isto é, Instituto/Fundos previdenciários municipais; a coleta das assinaturas do Município, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Ministério da Previdência Social (MPS), no Termo de Acordo de Cooperação Técnica, para posterior publicação no Diário Oficial da União e o cadastramento pelo Ministério da Previdência Social do Regime Próprio de Previdência Social no Sistema de Compensação Previdenciária – COMPREV.

    O Acordo de Cooperação Técnica (TACT) entre o Ministério da Previdência Social e a Prefeitura de Três Pontas com as interveniências do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas (IPREV) foi firmado primeiramente em 02 de maio de 2002 e renovado por termo aditivo em 25 de fevereiro de 2010, sendo que os demais requisitos também foram satisfeitos.

    Assim, o instituto da Compensação Previdenciária (COMPREV) no município de Três Pontas até o ano de 2017 encontrava-se devidamente instituído, porém, ainda não implementado.

    A partir disso, com o início de sua gestão no IPREV em janeiro de 2017, o diretor Dr. Luciano Reis Diniz notou a necessidade do destacamento de um servidor para desenvolver esse trabalho tão relevante para o instituto e para o município de Três Pontas, nomeando em agosto de 2017 a advogada autárquica concursada Paula Sarto para o seu desempenho e execução, sendo que após um trabalho sério e comprometido com a coisa pública conseguimos até o presente momento, a título de compensação previdenciária, o montante de R$474.722,10.

    Isso demonstra como a Compensação Previdenciária é um instituto de suma importância para o Município e não pode ser desprezada e deixada para segundo plano pelo gestor, pois, é uma das formas de captação de recursos financeiros para a capitalização do Instituto Previdenciário, assegurando o pagamento dos servidores aposentados e pensionistas do Município e de amortização do déficit atuarial, contribuindo para o seu equilíbrio financeiro e atuarial.

    Fonte Iprev

     

     

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    Roger Campos

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  • CAMINHONEIRO ESCAPA DE EMBOSCADA NA BR 381 ENTRE NEPOMUCENO E LAVRAS

    CAMINHONEIRO ESCAPA DE EMBOSCADA NA BR 381 ENTRE NEPOMUCENO E LAVRAS

    Uma ocorrência policial foi registrada nesta segunda-feira (13) pela PM de Três Pontas. Um caminhoneiro teve o para-brisa de seu veículo danificado por pedras e acabou sofrendo ferimento num dos olhos. Para evitar a ação dos marginais ele não parou na rodovia BR 381, entre Nepomuceno e Lavras, fugindo de emboscada.

    De acordo com as informações da Polícia Militar de Três Pontas, um caminhoneiro que trafegava na BR 381 percebeu que havia pedras num determinado trecho, no meio do asfalto, na tentativa de impedir a circulação dos veículos para a realização de assaltos.

    Ele reduziu a velocidade mas temendo ser abordado por bandidos não parou e o caminhão acabou sendo atingido por uma pedra jogada pelos criminosos. Estilhaços teriam atingido um dos olhos do condutor.

    O caminhoneiro continuou dirigindo até Três Pontas, onde entrou em contato com a Polícia Militar. O rapaz, natural de Belo Horizonte, foi levado para o Pronto Atendimento Municipal. A ocorrência foi registrada.

    O trecho entre Nepomuceno e Lavras é considerado perigoso por conta dessa prática e as autoridades pedem que os motoristas fiquem atentos e evitem trafegar de forma isolada.

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  • FURTO EM LOJA É EVITADO POR VIZINHA SEGUNDO POLÍCIA MILITAR

    FURTO EM LOJA É EVITADO POR VIZINHA SEGUNDO POLÍCIA MILITAR

    No fim da noite desta segunda-feira, 13, uma guarnição da Polícia Militar de Três Pontas recebeu um chamado dando conta de uma tentativa de furto a uma loja, localizada na Avenida Ipiranga.

    De acordo com as primeiras informações, homens desceram de um carro preto e com uma marreta tentaram arrebentar a porta do estabelecimento, mas com o barulho, uma vizinha acabou abrindo a janela dispersando os criminosos que tomaram rumo ignorado.

    A Polícia Militar esteve no local. Até o fechamento desta reportagem ninguém havia sido preso.

    Nós últimos dias várias tentativas e furtos consumados no comércio trespontano têm sido registrados.

    A PM vem tentando dar uma resposta rápida e positiva para a sociedade, com a prisão de alguns ladrões.

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    Roger Campos

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  • A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    Todos nós temos dores. De uma pequena pancada aqui, um roxinho que aparece depois de um encontro casual com algum objeto, o tal mau jeito nas costas (sempre as costas encontram esse mal para nós), o peso mal calculado na academia, todas capazes de nos fazer chorar, que seja uma lagrimazinha ou um muxoxo, uma cara triste.

    Choramos por dor, mas às vezes é bom chorar, porque choramos de alegria, choramos pela vitória e choramos pela derrota. Derramamos lágrimas de pura emoção, contentamento, pela perda, pela falta; tem gente que chora por tudo, até por tristeza.

    Chorar por dor é um desafogo, um descanso para a alma, como se um balde prestes a encher transbordasse finalmente por um motivo qualquer. Igual manteiga derretida que se esvai pelos cantos da manteigueira, quando a esquecemos fora da geladeira (sempre um esquecimento).

    E, nesse esquecimento, choramos para desaguar as mágoas, e no fundo não esquecemos coisa nenhuma, e a cada lembrança vem aquele caudal de lágrimas.

    Usamos lágrimas para tudo, inclusive quando dói demais.

    Mas, de todas as dores, daquelas que nos faz chorar, não conter as lágrimas, ou contê-las por um minuto, que o transbordo já começa a ultrapassar a barreira dos olhos, como a enchente que pega de surpresa a ponte, o reservatório de águas, além das suas forças; é aquela que não marca, não deixa o roxo, o vermelhão do encontro casual; não está na notícia da perda, que nos faz perder o fôlego, como aquele que as crianças vão buscar no fundo da alma, e que todos, em suspense, aguardam a chegada com alívio; o grito que abala o ambiente, que ensurdece os ouvidos, do ser contido no colo, na tentativa de apaziguar a alma que esbulha as gotas salgadas no próprio rosto ou no rosto de quem acalenta, é a dor do silêncio a mais triste.

    Nada acalenta o não retorno, a decisão sem volta, a comunicação do desfeito, do encontro do outro ou da outra que se completa em outro alguém, que não nós, e que nos tira do circuito amoroso, a dor da exclusão, da realidade, do fato em si, daquilo que atinge os outros e não a nós mesmos.

    É aquela dor que marca como o chumbo derretido, a fumaça que o fogo cruel deixa no ar, da atmosfera que será sempre lembrada, do dia sempre remarcado na folhinha ao longo de muito tempo, como a comemoração do vazio, do antes e do depois; do arrependimento de ter encontrado, mas uma dor que lembra também a experiência do nunca fazer de novo, promessas tantas vezes repetidas, mas que guarda no fundo uma mágoa transcendente, também transbordante, que se consuma em lágrimas a cada momento revivido.

    Rever as lembranças agradáveis até a desconstrução ao seu final é uma dor irreparável, incurável, que deixa sequelas, rostos tristes, esperanças de voltas nunca acontecidas.

    A dor mais sentida é a dor da indiferença, de saber que por mais que queiramos, que venhamos a insistir, a dor não reparará nunca a quebra do elo da paixão perdida.

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  • CHUVAS DE VERÃO

    CHUVAS DE VERÃO

    Tudo bem que no Brasil as estações do ano não sejam bem definidas, à exceção de um inverno chuvoso e de um verão extremamente tropical. Falo da indefinição quanto às outras estações. Até mesmo no inverno, no Rio de Janeiro, por exemplo, pela ausência das chuvas e com a presença do sol, temos o chamado “veranico” de julho. É certo que iniciando o mês de agosto, o inverno vem permeado por um ventinho chato, que é normal, mas, quando chega traz algo de inesperado.

    Mas, no verão, principalmente, as chuvas me trazem uma certa nostalgia. É quando os dias quentes são repentinamente banhados com as pancadas súbitas de uma chuva com suas gotas grossas e frias que nos surpreende nas ruas. E logo depois o sol dá o ar de sua graça, esbanjando claridade, iluminando os estragos pelas ruas. Em janeiro, as chuvas trazem as surpresas das enchentes e quedas de barreira, e em março elas fecham o verão.

    Mas, eu volto a lembrar da nostalgia que a chegada do verão me anuncia. Ele começa, não pela data, mas pelo fato, em novembro e traz aquela lembrança do Natal chegando, do final de ano, presentes, apertos de mãos, correrias, um ar diferente no ar. A minha melhor lembrança é um certo clima de coisa passada, de fazer novos planos para o ano que começa.

    E como as chuvas de verão são coisas passageiras, principalmente, os desejos de feliz natal, prosperidade, chavões entre nós, são passageiros, também.

    Porém, existem as outras chuvas de verão. Amores passageiros, amores de carnavais, o primeiro dia de trabalho no emprego novo, que, ao longo tempo, vai dando lugar ao tédio, amor que se distancia no tempo. Chuvas de verão são gotas que nos pegam de surpresa, não ventanias, são lágrimas quase de alegria que caem do céu nos surpreendendo. Ventanias são notícias amargas, súbitas e inesperadas.

    As chuvas têm o som ritmado nos telhados, algumas trovoadas provocativas, como um trem que passa de passagem sem parar na estação, um palhaço sorridente no alto do vagão anunciando o circo na cidade. Uma nuvem branca invade os bairros, obrigando os carros a acenderem os faróis. A vida é um pouco assim. Feita de assaltos e sobressaltos.

    Para falar em assaltos, falemos da nostalgia que nos chega de forma doce e romântica, nos faz pensar, de momentos e instantes passionais. Dos sobressaltos, somos invernos, outonos, primaveras, e verões, inconstantes, indefinidos. Somos nuvens passageiras, recheadas de chuvas de verão.

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  • Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    O Dia dos Pais movimentou mais de R$ 5,4 bilhões no varejo este ano. A informação dos principais marcadores econômicos acabaram de sinalizar que as vendas tiveram um crescimento real de 2,5% a 4% em relação à mesma data de 2017, como destacou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O Dia dos Pais está entre as seis datas mais importantes do calendário varejista brasileiro. A compra de presentes vai corresponder a 8,3% de todo o faturamento esperado para o mês de agosto.

    O avanço confirmado pelo segundo ano consecutivo no volume vendido pelo comércio varejista ainda não foi suficiente para compensar as perdas registradas em 2015 (-2,1%) e 2016 (-9,4%). Em 2017, houve aumento de 3,6% nas vendas.

    “Nem mesmo a inflação mais baixa em 18 anos acelerou fortemente as vendas, pois há perda de fôlego na economia, e o mercado de trabalho ainda está enfraquecido”, justificou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

    Em 2018, os líderes de vendas foram os segmentos de hipermercados e supermercados (R$ 2,0 bilhões), lojas de eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 781,1 milhões) e itens de vestuário e calçados (R$ 622,9 milhões).

    O aumento sazonal do consumo em relação ao mês anterior gerou 10,2 mil postos de trabalho temporários, uma oferta de vagas 2,4% inferior à de 2017, quando foram contratados 10,4 mil trabalhadores nessa condição.

    Em 2014, antes da crise, o comércio varejista criou 20,6 mil vagas temporárias para dar conta do aumento na demanda impulsionada pelo Dia dos Pais.

    De cada dez vagas criadas este ano, quatro serão no setor de hipermercados e supermercados (4,1 mil postos). O salário médio de admissão deverá ser de aproximadamente R$ 1.221, 1,3% a menos, em termos reais, do que os R$ 1.180 pagos aos temporários contratados no mesmo período do ano passado.

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    Roger Campos

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  • AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    De acordo com informações da Polícia Militar de Três Pontas, uma motocicleta Honda XRE 300 e uma motocicleta de trilha se envolveram em uma colisão na manhã deste sábado (11), por volta das 07hs, na Praça Monsenhor Silveira (Praça do Cemitério).

    Segundo as primeiras informações, inicialmente as vítimas não queriam efetuar o registro da ocorrência. O SAMU foi acionado e providenciou o socorro das vítimas para o Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas há poucos instantes, sendo que uma das envolvidas com ferimentos leves e outra com suspeita de fratura num dos braços.

    Ainda conforme a PM, a moto de trilha, sem placa, foi levada pelo próprio condutor para sua casa, sendo que o mesmo retornou ao local do acidente em uma caminhonete. Uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu até a residência desse envolvido para identificar a moto de trilha, mas foi encontrada “empoeirada e com o motor frio”, o que contraria a versão de que esse veículo seria o que se envolveu no acidente. O objetivo dos militares, agora, é descobrir qual veículo realmente participou dos fatos, onde foi “escondido” e se possui alguma irregularidade.

    A perícia de Varginha foi acionada mas o local está inidôneo.

    A PM está registrando a ocorrência. As identidades dos envolvidos não foram reveladas.

     *Última atualização: A motocicleta procurada foi encontrada e apreendida na Rua Agnelo Araújo, segundo a PM, às 09h20.
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    Roger Campos

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  • Posso ter minha Carteira de Habilitação suspensa por estar devendo?

    Posso ter minha Carteira de Habilitação suspensa por estar devendo?

    CIDADÃO, ENTENDA O SEU DIREITO

    Há duas semanas, nossa coluna semanal explicou que não existe prisão civil por dívida no Brasil (ressalvado os casos do devedor de prestação alimentícia), tendo em vista que é o patrimônio do devedor que responde por suas dívidas. Ou seja, após o processo judicial transitar em julgado (quando não cabe mais recurso), dá-se início a fase de execução, onde o credor tomará todas as medidas possíveis para expropriar o patrimônio do devedor no intuito de ver seu crédito satisfeito, como por exemplo, ver se o devedor possui dinheiro em agências bancárias, veículos em seu nome, bens móveis ou imóveis passíveis de penhora, dentre outras medidas de constrição.

    E se o devedor não possuir nenhum patrimônio capaz de pagar sua dívida, quais outras medidas coercitivas ele poderá sofrer?? Dentre várias outras medidas, o devedor poderá SIM ter sua Carteira Nacional de Habilitação SUSPENSA enquanto ele não quitar integralmente sua dívida, desde que esta medida atípica e excepcional seja devidamente fundamentada e justificada, conforme recente entendimento exarado pela 4ª Turma do STJ em junho de 2018, quando do julgamento do RHC nº 97.876/SP.

    Neste julgado, o Relator do caso, Min. Luis Felipe Salomão, ressaltou que o juiz possui a prerrogativa de determinar todas as medidas que estiverem ao seu alcance para assegurar o efetivo cumprimento da ordem judicial, como por exemplo, solicitar ao DETRAN que determine a imediata SUSPENSÃO da Carteira Nacional de Habilitação do devedor até que ele quite sua dívida, o que, de certa forma, força e compele o devedor a cumprir com sua obrigação, notadamente em razão da importância da CNH nos dias atuais, senão veja-se o dispositivo legal em questão:

    Art. 139. O Juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    (…)

    IV – determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive nas ações que tenham por objeto prestação pecuniária.

    Vale ressaltar, por oportuno, que a possibilidade de SUSPENSÃO da CNH do devedor NÃO fere o seu direito constitucional de “ir e vir”, direito este que poderá continuar a ser exercido normalmente, desde que ele não o faça como condutor de veículo automotor. De fato, entender essa questão de forma diferente, significaria dizer que todos aqueles que não detém habilitação para dirigir estariam constrangidos em sua locomoção, o que não merece prosperar.

    Portanto, fique atento, pois se você estiver respondendo por uma dívida oriunda de um processo judicial já transitado em julgado, você poderá SIM ter sua Carteira de Habilitação Suspensa!

     

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

    (35) 9 9181-6005

    (35) 3265-4107

    Rua bento de brito, 155, centro

    três pontas-mg 

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

     

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  • Grupo Unis promove e sedia atividades durante a Virada Varginha 2018

    Grupo Unis promove e sedia atividades durante a Virada Varginha 2018

    Entre os dias 16 e 18 de agosto será realizada a terceira edição do evento Virada Varginha. Em 2017, durante a sua segunda edição, foram mobilizadas mais de 150 atividades e atrações totalmente gratuitas cujo propósito, em algum nível, contribuem por uma cidade e sociedade melhores.

    Reforçando o compromisso com o desenvolvimento social e cultural da região, o Grupo Unis irá participar do evento promovendo e sediando inúmeras atividades com a participação de alunos e professores dos cursos de Engenharia de Produção, Educação Física, Fisioterapia e Medicina Veterinária.

    Produção de brinquedos a partir de materiais recicláveis, festival de pipas, consultoria para melhorias na produção de pequenos empreendimentos, Blitz educativa da Medicina Veterinária e campanha de arrecadação de brinquedos usados, serão algumas das atividades que contarão com a participação do Grupo Unis.

    De acordo com o Departamento de Responsabilidade Social da Instituição, a participação da educação na construção de uma sociedade mais próspera, autônoma e justa são fatores essenciais para o protagonismo da sociedade, permitindo com que seus agentes sejam promotores de sua própria história. Assim sendo, torna-se fundamental que atividades que pautem o desenvolvimento da cidadania, a sustentabilidade, conservação ambiental, prosperidade econômica, ética e inclusão social estejam inertes na sociedade, motivando o crescimento pessoal e comunitário.

    Neste ano, o festival tem como foco principal abraçar a causa da revitalização da antiga linha férrea, levando a comunidade a se sensibilizar e debater melhorias na via que pode ser reparada para que a própria comunidade varginhense faça uso em forma de lazer, caminhadas, ciclismo, entre outros.

    A antiga linha férrea tem cerca de oito quilômetros de extensão no perímetro urbano e conecta vários bairros do extremo sul ao extremo norte de Varginha. Além disso, a Virada estará presente em praças, parques, escolas, museus, teatros, universidades e vários espaços diversos no município.

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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