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  • Festival Feira Moderna celebrou a história e o presente da música mineira e brasileira com grandes nomes em Três Pontas

    Festival Feira Moderna celebrou a história e o presente da música mineira e brasileira com grandes nomes em Três Pontas

    O “woodstock mineiro”, realizado na Fazenda Pedra Negra, reuniu cerca de duas mil pessoas em shows de Lô Borges, Wagner Tiso, Beto Guedes, Azymuth, Francis Hime, Daniel Gonzaga, Nelson Ângelo, Marginália, Compasso Lunnar e Frederah

    O cenário não poderia ser mais condizente com a cultura mineira – um majestoso casarão do século 19 cercado por montanhas e cafezais sem fim. E o terreiro de café a sua frente converteu-se como por encanto em palco para alguns dos principais frutos que a música do estado e do país já produziu. No último dia 12 de agosto, o Festival Feira Moderna virou realidade em Três Pontas, mesma cidade que há 40 anos colocava seu nome no circuito nacional – e por que não internacional – com o Show do Paraíso, promovido por Milton Nascimento ao lado de amigos do quilate de Chico Buarque, Gonzaguinha e Clementina de Jesus.

    E mais uma vez a charmosa cidade do sul de Minas virou rota para fanáticos por música, que aportavam de diversos pontos do Brasil, como Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, para prestigiar algumas estrelas que estiveram exatamente naquele show de 1977, além de nomes da atual e rica cena sul-mineira. Famílias, casais, turmas de amigos e pessoas de todas as idades e estilos chegavam ao local no início da tarde num entusiasmo radiante que se refletia em roupas coloridas, cangas e acessórios setentistas. Sim, elas estavam no woodstock mineiro!

    Os trabalhos sonoros foram abertos pela banda Marginália, mostrando ao público como a veia artística de Três Pontas está em constante renovação, incluindo uma bonita homenagem a Luiz Melodia. Na sequência, o trio Azymuth (Alex Malheiros, Ivan Conti “Mamão” e Kiko Continentino) elevou ainda mais a temperatura do local com um som eletrizante, fazendo jus à fama internacional do grupo. Dando sequência ao festival, quem ocupou o palco foi Daniel Gonzaga, que passeou por gêneros diversos como reggae, baião e MPB, relembrando a memória do avô Gonzagão e sobretudo do pai Gonzaguinha, com direito a uma participação do guitarrista Frederah, que acompanhou o autor de “Explode Coração” por anos.

    A tarde já caía quando Nelson Ângelo relembrou temas como “Canoa, Canoa” e “Testamento”, clássicos do Clube da Esquina, com banda formada por excepcionais instrumentistas: Esdra Neném (bateria), Enéias Xavier (teclados), Beto Lopes (baixo) e Bárbara Barcellos nos vocais, além do renomado Marco Lôbo, que deu de brinde aos presentes um hipnótico solo de percussão. E já era noite quando o público parecia não acreditar que subia ao palco um nome que se confunde com a própria história da música brasileira: Francis Hime. Sozinho ao piano, desfilou temas de sua lavra como “Vai Passar”, “A Noiva da Cidade” e “Pixote” – parcerias com Chico Buarque -, cantados a plenos pulmões por centenas de pessoas na pista e camarote.

    E o rock enfim fincou pé no woodstock mineiro quando o Compasso Lunnar deu as caras, destilando sua música autoral com arranjos vocais e qualidade instrumental em diálogo com gêneros diversos como rock e samba. Momento visceral também foi vivenciado com interpretação de “Lilia” (de Milton Nascimento) e “Armina” (de Wagner Tiso), esta já com a guitarra lisérgica de Frederah, autor do tema de encerramento da participação da banda, acompanhado pela plateia: “Sábado eu voouu..” E o sábado avançava quando um dos artistas mais queridos do Clube da Esquina e da MPB pisou no palco, entoando hinos como “Sal da Terra”, “Paisagem da Janela”, “Lumiar” e o clássico que dá nome ao festival: “Feira Moderna”. Beto Guedes, que faria aniversário no dia seguinte, domingo Dia dos Pais, proporcionou um espetáculo inesquecível ao lado do filho Ian e banda.

    Outro hino ganhou os ares do woodstock mineiro na apresentação do trespontano Wagner Tiso, que convidou o sobrinho Paulo Francisco Tutuca para juntos relembrarem o hino das Diretas Já, “Coração de Estudante”, composta em parceria com Milton Nascimento – o momento foi um dos mais emocionantes de todo festival. Na sequência, o pianista, maestro e arranjador mostrou sua desenvoltura e talento, indo do erudito e jazz ao popular em temas de Villa-Lobos, Tom Jobim, Jacob do Bandolim e outros autorais, ao lado dos exímios instrumentistas Márcio Mallard (violoncelo) e Victor Biglione (guitarra). O concerto, em meio à madrugada trespontana sob a luz da lua, certamente não será esquecido por aqueles que lá estiveram.

    E mais de dez horas depois do início do primeiro show do festival, lá estava o público colado ao palco ávido ainda por receber outra estrela da noite: Lô Borges. O Feira Moderna teve o privilégio de contar com a turnê do “Disco do Tênis”, pérola composta em 1972 pelo artista, com canções de grande originalidade, remetendo a uma paisagem de sonhos. A minuciosa recriação do trabalho ainda deu lugar a temas compostos por Lô no mesmo ano para o Clube da Esquina, nada menos que “Um girassol da cor dos seus cabelos” e “Trem azul”, dentre outras. A música brasileira de ontem e hoje estava mais viva do que nunca no coração de Minas Gerais quando o festival se encerrava.

    O projeto audacioso, que transformou uma utopia em realidade em tempos difíceis para a cultura do país, foi conduzido com garra pela Gesto Produtora. “Agradecemos a todos que se empenharam bravamente nisso, a todos músicos e ao público que se deslocou de diversas partes do país para fazer parte desta celebração. Certamente foi escrita hoje mais uma página da relação profunda entre a música brasileira e a cidade de Três Pontas no último meio século”, afirma Aryanne Ribeiro, produtora do festival. Segundo a idealizadora deste woodstock mineiro, Ixa Veiga, a empreitada foi resultado de um longo empenho e que promete deixar seus frutos. “O sonho se realizou. O sonho de uma vida, idealizado por mais de um ano e que contou com mais de seis meses de produção. Ainda não acredito. Vida longa ao Feira Moderna e que os sonhos jamais envelheçam!”

    Fonte João Marcos Veiga

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

     

     

     

  • A AGORA TEMER? Previsão do Salário Mínimo p/ 2018 cai para R$969,00.

    A AGORA TEMER? Previsão do Salário Mínimo p/ 2018 cai para R$969,00.

    PRESIDENTE QUER UM SALÁRIO DEZ REAIS MENOR QUE O PLANEJADO ANTERIORMENTE. OU SEJA, DE NOVO, ‘FERRO NO POVO!’

    A revisão das projeções econômicas para 2018 levaram o governo a reduzir o salário mínimo para o próximo ano. O valor de R$ 979 que consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) passará para R$ 969 durante a elaboração do Orçamento.

    A redução ocorreu por causa da diminuição da projeção de inflação, que caiu de 4,5% para 4,2% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por lei, até 2019, o salário mínimo é definido com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice próximo ao IPCA. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.

    De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o valor do salário mínimo pode mudar até o início do próximo ano. Segundo ele, o Orçamento trabalha apenas com estimativas. “O salário mínimo só será conhecido em janeiro. Até lá, várias coisas podem mudar”, declarou.

    Com informações da IstoÉ

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • FECOM: VEM AÍ 3ª FEIRA DE NEGÓCIOS COCATREL MINASUL

    FECOM: VEM AÍ 3ª FEIRA DE NEGÓCIOS COCATREL MINASUL

    A 3ª FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul já tem data para ser realizada. Nos dias 12, 13 e 14 de setembro, todas as unidades das duas cooperativas irão receber seus 11 mil cooperados para conhecer as novidades do mercado e ajudá-los a melhorar as tecnologias aplicadas no campo para beneficiar os produtores de café e grãos.

    Além da área de exposição na Cocatrel, em Três Pontas, os cooperados poderão realizar suas transações comerciais nas filiais de Carmo da Cachoeira, Nepomuceno, Santana da Vargem, Coqueiral, Ilicínea e Santo Antônio do Amparo.

    “A FECOM é a grande oportunidade para nossos cooperados adquirirem produtos com os melhores preços e excelentes condições. Além disso, é uma vantagem verem de perto, as novidades e tendências para o mercado do agronegócio e trocar experiências com outros produtores, expositores e com nossos técnicos”, destacou o presidente da Cocatrel, Francisco Miranda.

    No período do evento, os produtores de café, assim como de milho, de soja, de trigo e de feijão, terão a oportunidade de adquirir produtos variados, como adubos, insumos, máquinas e implementos agrícolas, com condições comerciais especiais. Os cooperados poderão optar por compras à vista, a prazo, financiamento em um ano e a modalidade barter, que consiste na troca de produtos pela produção de grãos.

    Fonte Cocatrel

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Hummmm. Sabia que hoje, 17 de agosto é comemorado o Dia do Pão Queijo?

    Hummmm. Sabia que hoje, 17 de agosto é comemorado o Dia do Pão Queijo?

    Conexão desvenda a história do maior símbolo da gastronomia dos mineiros.

    Por incrível que pareça, não existe registro nenhum sobre como foi criada uma das maiores delícias gastronômicas de Minas Gerais que é uma unanimidade em todo o país: o pão de queijo. Segundo pesquisadores, o quitute surgiu no século 18, com base nos pães fabricados pelos portugueses. Como a farinha de trigo, quando chegava ao Brasil, era de baixa qualidade e imprópria para o consumo, valeu aquela máxima do ditado: quem não tem cão, caça com gato. Como o uso da mandioca era grande em suas várias texturas, passaram a fazer o pão com a fécula da mandioca, ou seja, polvilho. Porém, isso só se tornou popular no Brasil nos anos 1950.

    Segundo o historiador Caio Prado Júnior, o surgimento da iguaria se deu na época do início da mineração, a partir de 1700. “Faltava comida para alimentar tanta gente atraída pelas jazidas descobertas próximo de Ouro Preto. Ocorreu um rush populacional de grandes proporções, relativamente mais acentuado e violento que o verificado na conquista do oeste norte-americano. Cerca de 1/5 dos brasileiros – a grande maioria, escravos – ocupou, em poucos decênios, um imenso território, deslocando o eixo econômico da Colônia rumo ao Sudeste”, relata.

    “Por causa do afluxo dessa gente, o ciclo da mineração provocou um estímulo à produção de alimentos básicos. Do Nordeste e das regiões mais próximas se obtinham o feijão, o arroz, o milho e seu fubá, o porco e a banha, o leite e o queijo, a mandioca. Áreas mais longínquas, como o pampa gaúcho, passaram a oferecer carne de charque. Nesse ambiente surgiu o pão de queijo, inicialmente, dizem, oferecido pelas escravas aos senhores das fazendas. Ocorre que dificilmente se encontrava, naquelas paradas, a farinha de trigo, matéria-prima da panificação clássica. Típico das regiões temperadas, o milenar cereal nunca combinou com o calor do Nordeste brasileiro, e era então importado da Europa para aqui servir aos fidalgos do rei. Criativamente, as cozinheiras mineiras substituíram o inexistente trigo pelo polvilho, derivado da mandioca, tubérculo com origens tupiniquins. Acrescentaram na massa lascas de queijo curado, endurecido e ralado, e, levada ao forno, e pela semelhança recebeu o nome de pão”, explica Caio.

    Outro estudioso criou uma teoria que parece bem pertinente, e se tomarmos como base a explicação de Caio, é bem plausível. Ele acredita que o pão de queijo deve ter sido criado pelos escravos, que usaram a farinha da mandioca como base para se fazer um pão. Nas fazendas de queijo, durante o processo de confecção do produto, é preciso fazer várias raspagens no queijo até que ele cure, e esta raspa era queijo e provavelmente os escravos, para não desperdiçar e criar mais uma comida para eles, inseriram este resíduo na massa do “pão” e o resultado foi o surgimento do pão de queijo. Com o resultado tão positivo, devem ter servido para os senhores da casa grande. Ou seja, o pão de queijo nasceu da mistura de raças – portugueses, índios e negros –, assim como toda a população brasileira.

    Com o passar dos anos, as receitas foram se aprimorando e no lugar das raspas de queijo, passaram a colocar as sobras dos queijos, quando esses ficavam duros e difícil para o consumo. O resultado, um pão macio e com um forte sabor de queijo. Infelizmente, com o passar dos anos, a tradicional receita acabou sendo modificada e para baratear reduziu-se muito a quantidade de queijo na iguaria. Quem não se lembra dos pedacinhos de queijo aparecendo douradinhos no pão de queijo que era servido? Hoje, isso é coisa rara. Outro passo que foi alterado é o escaldo, nunca se imaginou fazer este pão com massa fria. Infelizmente, várias pessoas já fazem neste novo processo, o que reduz muito a qualidade e o sabor da massa.

    Desde que o pão de queijo foi “inventado”, tornou-se tradição no estado as mães ensinarem suas receitas para as filhas, e assim sucessivamente. Talvez seja por isso que existem uma centena de milhares de receitas de pão de queijo. Em cada região de Minas, em cada cidade e em cada casa a receita tem um toque diferente. A base é o polvilho azedo ou o doce, ovos, sal, óleo (ou algum tipo de gordura), queijo, leite ou água. Algumas pessoas também misturam os dois tipo de polvilho, porém, o mais usado é o azedo. O que dá a característica principal do produto final é o fato de ter a sua base no polvilho de mandioca e algum tipo de queijo. A diferença dos dois tipos é na consistência e textura do produto final. O doce forma uma massa mais compacta e sabor mais suave. Já o polvilho azedo ressalta o sabor do queijo e forma as bolhas de ar durante o assamento, dando sua característica aerada. A gordura, óleo ou manteiga funcionam como um lubrificante contribuindo para a textura elástica do pão. O ovo dá cor e sabor e os queijos, sabor e textura. (veja na página 4 deste caderno, os tipos de queijo que podem ser usados para se fazer um bom pão de queijo).

    O mais tradicional processo de feitura – e também o que dá um resultado mais saboroso – , é a massa escaldada, quando se usa água (ou leite) fervente, no polvilho. Algumas pessoas misturam a gordura ao líquido quente. Este processo de escaldamento faz um pré-cozimento na massa.

    Mesmo com todas essas pequenas diferenças uma coisa é inegável, pão de queijo bom é pão de queijo mineiro e deveria virar patrimônio imaterial de Minas Gerais, assim como foi feito com o queijo canastra, pois esse pequeno pão, redondo e clarinho, que enche o ambiente de perfume quando está assando, já se tornou mania nacional.

    PELO MUNDO Alguns países da América Latina possuem pães com receitas semelhantes à do pão de queijo mineiro. Na Colômbia, recebe o nome de pan de bono ou pandebono, e seu formato é achatado. A textura é esponjosa, de baixa densidade, e endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado, que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil.

    Já no Paraguai e na Argentina, a chipa – que possui formato de “U” –, tem receita bem semelhante, nome que também é utilizado no estado do Mato Grosso do Sul. No Equador, existe o pan de yuca, que tem os mesmos formato e textura do pão de queijo brasileiro, e a tradição é comê-lo acompanhado de iogurte de frutas. O pão de queijo ultrapassou as fronteiras: nos Estados Unidos, em Portugal, na Itália e até no Japão já se aprecia a delícia nas cafeterias. Culinária caipira vestida de chique, sem perder o importante estilo.

    PÃO DE QUEIJO MINEIRO

    O verdadeiro pão de queijo mineiro que traz um intenso sabor de queijo não se encontra facilmente no mercado, porém, muitas mulheres do interior ainda têm a tradicional receita de família, como é o caso de Rosilene Patrus. Outra receita que daremos aqui é da  A Pão de Queijaria, porém não é a mesma receita usada por eles, mas uma bem próxima. E por último uma receita para as pessoas fitness, desenvolvida por Viviane Almeida, do Doce Saúde Fit, feito com batata-doce, chia e linhaça, com menos de 1g de gordura em sua preparação.

    Pão de queijo de batata doce

    4 Ingredientes

    30g de batata-doce cozida e amassada; 1 colher de sopa de chia; 1 colheres de sopa linhaça dourada; 1 colher de sopa de manteiga derretida ou azeite; 1/2 colher de café de sal rosa; 2 colheres de sopa de leite; 1 xícara de ricota ralada ou desmanchada nas mãos ;10 colheres de sopa de polvilho doce; 2 ovos

    Modo de fazer 

    Coloque os ovos, o leite e a manteiga em uma bacia de vidro, mexa bem, acrescente a batata-doce, a chia e a linhaça. Mexa novamente, e acrescente a ricota aos poucos, mexendo sempre e acrescente o polvilho aos poucos, de três em três colheres. Molde a massa com as mãos, quando desgrudar das mãos é o ponto para enrolar. Coloque numa forma untada e asse em forno preaquecido em 180 a 200 graus por 40 minutos ou até dourar.

    Pão de queijo da Rosilene Patrus

    Ingredientes

    1kg de polvilho doce ou azedo; 1 copo grande de leite (use como medida um copo de requeijão para todos os ingredientes líquidos); 1 copo grande de água; 1 copo grande de óleo; 1 colher de sopa de sal; 8 ovos;½ queijo canastra curado e ralado grosso

    Modo de fazer

    Colocar a água, o sal, o leite e o óleo para ferver. Cuidado com o sal porque o queijo já é salgado. Assim que ferver, escaldar polvilho. Esperar o polvilho esfriar e colocar os ovos aos poucos. Por último, colocar o queijo ralado. Sovar bem – cerca de 15 minutos –, até desfazer os grumos do polvilho e a massa começar a soltar da vasilha. Untar as mãos para
    enrolar. Assar em forno preaquecido a 200 graus. Dica: Em vez de enrolar, ponha a massa na forma em colheradas, o queijo ficará mais evidente e crocante.

    Fonte Uai

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • LUTO: Humorista Paulo Silvino morre de câncer aos 78 anos. “Alegria entristeceu”…

    LUTO: Humorista Paulo Silvino morre de câncer aos 78 anos. “Alegria entristeceu”…

    O humorista Paulo Silvino, que lutava contra um câncer, morreu aos 78 anos nesta quinta-feira (17). Carioca, filho de comediante, ele estreou na Globo em 1966 e se destacou em programas como “Balança Mas Não Cai”, “Planeta dos Homens” e “Viva o Gordo”. Seu último trabalho foi no “Zorra Total”, em que viveu o porteiro Severino.

    “Que Deus te receba de braços abertos meu pai amado”, disse o filho do ator, João Paulo Silvino, em post no Facebook. Além de João Paulo, Silvino era pai de Isabela e do ex-ator Flávio Silvino. Em entrevista ao UOL em novembro, Silvino contou que descobriu a doença após ter enjoos e refluxos. Ele retirou um câncer no estômago em julho do ano passado.

    “O que está sendo terrível para mim é que perdi o paladar, não sinto o gosto de nada, mas tenho que comer para não morrer. Me alimento de massas, purês, carne moída. Por causa disso, perdi 15 quilos. Pesava 75, agora estou com 59, 60 quilos”, falou ele à época. À reportagem, ele ainda deixou uma mensagem a quem luta contra a doença:

    “O câncer deixou de ser uma sentença de morte. E não se entregue a ele. Seja um paciente ‘paciente’ e jamais se entregue a ele. Seja um paciente ‘paciente’ e jamais se entregue mentalmente criando o fantasma de uma derrota”.

    ELE FOI UM DOS GÊNIOS DO HUMOR

    “Ser comediante nasceu por acaso. Talvez seja pela minha desfaçatez, porque eu nunca tive inibição de máquina. Tenho tranquilidade com a câmera e tive vantagem em televisão por isso. O riso dos cinegrafistas é o meu termômetro”. Paulo Silvino.

    Autor de bordões que não saem da boca do povo, Paulo iniciou a carreira no rádio, mas já nos anos 1960 se juntou ao elenco da TV Rio. Entre idas e vindas na Globo, estrelou Balança Mas Não (1968) e teve destaque nos programas humorísticos Faça Humor, Não Faça Guerra (1970), Uau, a Companhia (1972), Satiricom (1973), Planeta dos Homens (1976), e Viva o Gordo (1981). Em Zorra Total (1999), seu personagem Severino (que analisa “cara e crachá”) se tornou popular.

    Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Na adolescência, ele se apresentava como crooner de um conjunto de rock, acompanhado por músicos como Eumir Deodato (acordeon), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria).

    Seu lado cômico já se manifestava durante os números do quarteto. Quando cantava Singin’ in the Rain, por exemplo, costumava abrir um guarda-chuva no palco. A primeira performance profissional aconteceu em 1956. Anunciado como Paulo Ricardo, para evitar associações com o pai, cantou dois sucessos de Little Richards para a platéia do Programa César de Alencar, na Rádio Nacional. Durante a apresentação, rasgou as próprias roupas e, apoteoticamente, comeu o medalhão de “ouro” que estava usando, na verdade, um biscoito pintado de amarelo.

    Na década de 1970, o comediante trabalhou nos programas Faça Humor, Não Faça Guerra (1970), Uau, a Companhia (1972), Satiricom (1973) e Planeta dos Homens (1976). Deixou sua marca como intérprete de personagens lunáticos e criou bordões absurdos como “Ah, eu preciso tanto!”, “Eu gosto muito dessas coisas!”, “Guenta! Ele guenta!”, “Ah, aí tem!” e “Dá uma pegadinha!”.

    Fonte Bol e G1

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • PLANTÃO CONEXÃO: Ônibus escolar de TP sofre acidente. 34 crianças são encaminhadas ao PAM

    PLANTÃO CONEXÃO: Ônibus escolar de TP sofre acidente. 34 crianças são encaminhadas ao PAM

    Um acidente de trânsito no início da tarde desta segunda-feira (14) acabou causando muita preocupação entre os pais de alunos das escolas da zona rural. Isso porque um ônibus escolar da Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Três Pontas acabou sofrendo uma pane (possível quebra da barra de direção, segundo relatos), teria perdido o controle e atingido um barranco, numa descida.
     
    Segundo informações esse ônibus que faz o transporte na região das Bananeiras estava transportando os estudantes. As crianças que estavam no ônibus estão bem, algumas apenas sofreram escoriações.
     
    De acordo com o Pronto Atendimento Municipal foram atendidas 34 crianças. “Os atendimentos foram simples, graças a Deus, na grande maioria dos casos apenas escoriações. As crianças acabaram caindo, batendo a cabeça contra o vidro ou contra o banco da frente, mas sem gravidade felizmente. Apenas uma criança sofreu um corte no queixo e precisou levar dois pontos. Elas ficaram em observação e já foram todas liberadas”, informaram os enfermeiros do PAM ao Conexão.
     
    A Polícia Militar esteve no Local e registrou o Boletim de Ocorrência e o caso será investigado.
     
    O QUE DISSE A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
    Em contato agora com o secretário municipal de Educação, Paulo Vítor da Silva, questionamos as condições do veículo envolvido no acidente e ele falou ao Conexão:
     
    “Quero tranquilizar a todos. Felizmente não foi nada sério. Esclareço que se trata de um ônibus novo, de 2015, com menos de dois anos de uso. Inicialmente falou-se em defeito ou quebra da barra de direção, mas as últimas informações são de defeito na parte elétrica.
     
    Aproveito para destacar que o motorista é um dos melhores profissionais que temos e ele foi muito hábil em encostar o ônibus no barranco para evitar problemas maiores.
     
    Também quedo dizer ao Conexão que o Dr. Lucas Erbst colocou vários médicos e equipes de enfermagem a disposição dessas crianças. Tudo lá foi feito de forma ímpar. As crianças que bateram a cabeça fizeram raio-x e está tudo bem, graças a Deus. Nós disponibilizamos outros ônibus para levar as crianças de volta e os pais foram bem compreensivos. Várias pessoas, profissionais daqui da Secretaria de Educação estiveram no PAM acompanhando o caso de perto, assim como diversos secretários de governo.
     
    Os pais e a população podem estar certos de que o transporte dos estudantes é feito com o maior carinho, qualidade e eficiência. Infelizmente panes acontecem e por Deus nada de grave ocorreu”, explicou Paulo Vítor.
     
    Os estudantes já retornaram, muitos na companhia de seus pais, para suas residências.

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • ATENÇÃO: Celulares de 40 milhões de brasileiros podem ser bloqueados.

    ATENÇÃO: Celulares de 40 milhões de brasileiros podem ser bloqueados.

    Medida da Anatel tem como objetivo combater venda irregular de aparelhos.

    Cerca de 40 milhões de brasileiros poderão ter seus celulares bloqueados até o fim deste ano. A medida vai atingir quem comprou aparelhos sem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel, que regula o setor), cujo registro não seja válido. Esse registro, chamado de Imei — sigla em inglês para Identidade Internacional de Equipamento Móvel —, é único para cada aparelho, como o número de chassi de um carro. A medida se estende a outros aparelhos que utilizam chip para se conectar à internet, como laptops, computadores, tablets e babás eletrônicas.

    O objetivo é combater o comércio paralelo, principalmente de celulares. Nos últimos anos, vem crescendo o número de lojas, camelôs e sites que vendem modelos sem homologação, falsificados ou roubados. Esses modelos, mais baratos, tornam o aparelho mais acessível à população de baixa renda — e, em um cenário de desemprego elevado, são essenciais para quem precisa de bicos para sobreviver.

    A previsão atual da Anatel é que, no dia 15 de setembro, as empresas de telefonia avisem, via mensagem de texto (SMS), os clientes de que o aparelho não é regularizado e será bloqueado. Ou seja, a linha e o pacote on-line serão suspensos. O bloqueio poderá ser feito 75 dias após a notificação. A data original para informar ao consumidor era 30 de julho, mas foi adiada, na última sexta-feira, a pedido do Sindicato das Empresas de Telefonia do Brasil (SindiTelebrasil), conforme antecipou o colunista do GLOBO Lauro Jardim.

    Para Rafael Zanatta, pesquisador de telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o pedido de adiamento do SindiTelebrasil coloca dúvidas sobre o diagnóstico da Anatel e indica que os fabricantes dos aparelhos poderiam adotar medidas técnicas para evitar fraudes nos Imeis. As empresas, por sua vez, negam ser responsáveis e demandam maior repressão à fraude em Imeis para revenda de celulares furtados ou roubados.

    “Toda essa polêmica indica que não há consenso entre o setor privado e muito menos com as organizações civis, que não foram devidamente consultadas sobre o prazo de desligamento de celulares não homologados” diz Zanatta.

    Celular importado pode estar regular

    Para identificar se o seu celular tem o Imei, confira se há um selo da Anatel na bateria do aparelho e/ou no manual. Mas quem comprou o celular no exterior não terá o aparelho bloqueado se o telefone houver sido certificado por alguma organização estrangeira que integre a Associação Internacional do Setor, a GSMA, da qual o Brasil faz parte. Todos os grandes fabricantes estão nesse grupo.

    Fabro Steibel, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), ressalta, no entanto, que é difícil garantir ao consumidor que ele estará livre de problema, principalmente quando o aparelho é comprado pela internet:

    “O único caminho seguro é, antes de comprar um celular, pedir para ver o aparelho, abrir a caixa, ver o selo da Anatel, verificar o Imei, ir ao site da agência para ter certeza de que o celular é homologado. Só assim para ter segurança total.”

    Steibel explica que o bloqueio é feito pelo Imei, por isso não importa o local onde o aparelho foi comprado, mas sim se este é homologado pela Anatel ou não. Quando um dispositivo móvel usa a rede de uma operadora, seu Imei fica registrado. Já a homologação é uma certificação de que o celular está dentro dos parâmetros técnicos exigidos pela agência. Os aparelhos autorizados recebem um selo da Anatel, que pode estar na embalagem ou no próprio dispositivo.

    “O Imei não é feito de forma que o usuário comum possa alterar o número, mas há diversas formas de “crackear” isso, e um usuário avançado é capaz de fazê-lo. Cria-se, assim, um mercado ilegal de desbloqueio, muitas vezes operado por pessoas ligadas a roubo de celular, aumentando a insegurança da proteção de dados contidos nesses dispositivos móveis” alerta Steibel, explicando que “crackear” é uma técnica de desbloqueio de aparelhos.

    Eduardo Levy Moreira, presidente executivo do SindiTelebrasil, também se preocupa com o aumento do furto de celulares:

    “O setor apoia toda e qualquer medida que venha a impedir a entrada no mercado de produtos não homologados, mas, do modo como está sendo feito, o bloqueio desses aparelhos pode estimular a ida dos consumidores para o mercado paralelo. O bloqueio, que está em discussão há cinco anos por um grupo de trabalho dentro da Anatel, começou a ganhar força após denúncias de que sites na internet estavam vendendo aparelhos irregulares, com Imeis falsificados ou clonados.”

    “Esse é um assunto que pode prejudicar o consumidor. Um aparelho clonado e irregular traz problemas para as empresas de telefonia, pois sobrecarrega a rede, e, para o usuário, fica a percepção de que o serviço prestado é ruim. Hoje, há muitos sites na internet vendendo os chamados microcelulares irregulares” disse uma fonte ligada ao governo, que não quis ser identificada.

    Levy refuta a afirmação de que esses celulares irregulares teriam algum efeito sobre a rede: “Como a qualidade dos componentes é baixa, o que pode acontecer é que o consumidor tenha uma percepção da qualidade do serviço ruim, pois ele vai ter menor velocidade para fazer download e pode ter uma cobertura menor no sinal de voz. Mas isso não tem influência sobre a rede.”

    Fabricantes defendem criminalização

    O SindiTelebrasil estima que, todos os meses, um milhão de novos celulares irregulares entre no mercado. Parte desse total tem origem no roubo ou furto. Neste caso, são celulares regulares cujo Imei foi adulterado por organizações criminosas, que se aproveitam da vulnerabilidade hoje existente nos aparelhos comercializados no país.

    O diretor do ITS-Rio ressalta que todos sabem que roubar os dados pessoais de alguém pelo celular vale dinheiro. Assim, quem tiver seu celular bloqueado depois de 15 de setembro e procurar alguém que faça o desbloqueio pode ter seus dados pessoais roubados — ou seja, todos os seus contatos, fotos, mensagens e senhas podem parar no mercado negro.

    Zanatta, do Idec, reforça, ainda, a necessidade de se desenvolver um plano para evitar ruídos na informação aos cidadãos, que deve ser elaborado pelo corpo técnico da Anatel e alinhado com todo o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

    Para Steibel, os únicos que ganharão com o bloqueio são os fabricantes sediados no país: “Se o problema é combater o celular pirata, a Anatel deveria fazer uma parceria com a Polícia Federal para ampliar a fiscalização nas fronteiras.”

    Zanatta destaca também que, no caso de aparelho comprado no mercado oficial que tenha um Imei fraudado, não há que se falar em responsabilidade do consumidor. “Trata-se de um vício do produto, nos termos do Código de Defesa do Consumidor. Por se tratar de bem durável, o prazo para reclamar é de 90 dias. O consumidor tem direito a receber outro celular sem custo” explicou.

    Em nota, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) diz que as afirmações de que o bloqueio de celulares irregulares vai empurrar os consumidores para o mercado de aparelhos roubados não condizem com a verdade e são contraproducentes para um debate que envolveu indústria, operadoras e órgão regulador. A Abinee afirmou que mais de 20 países já implementaram o bloqueio, com resultados efetivos. A associação defende a criminalização da clonagem ou adulteração do Imei, a exemplo, do que acontece com o chassi de carros.

    Tire dúvidas:

    Como saber se meu celular está irregular?

    É preciso saber o número de identificação do celular, chamado de Imei.

    O que é Imei?

    O Imei é a sigla em inglês para International Mobile Equipment Identity, ou Identidade Internacional de Equipamento Móvel. É como o número do chassi de um carro: único para cada celular.

    Onde eu verifico o Imei?

    Esse número pode ser verificado na caixa do celular ou em um adesivo que fica colado na bateria do aparelho. Outra dica é digitar a sequência *#06# no celular e apertar a tecla para ligar.

    Aparelhos comprados no exterior são irregulares?

    Celulares comprados no exterior não são considerados irregulares se o aparelho houver sido certificado por alguma organização estrangeira que dê tratamento recíproco ou que integre o Memorando de Entendimento do qual o Brasil seja signatário. Neste caso, o celular apresentará o Imei.

    O que observar na hora da compra?

    Conferir se o número que aparece na caixa do celular (o Imei) é o mesmo que aparece ao discar *#06#. Se esse número não for igual, o celular é irregular. No selo de certificação da Anatel, há informações como o número de certificação, o ano de fabricação e o fabricante. Exija e guarde a nota fiscal e o termo de garantia.

    Onde me informar?

    Mais informações sobre o tema estão disponíveis no portal na Anatel.

    Fonte: O Globo

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • FEIRA MODERNA: Reedição do Woodstock Mineiro é amanhã e também ajudará Santa Casa

    FEIRA MODERNA: Reedição do Woodstock Mineiro é amanhã e também ajudará Santa Casa

    Três Pontas, sul de Minas, recebe no dia 12 de agosto um grande encontro de nomes do Clube da Esquina e MPB, o Feira Moderna. O festival, que ocorrerá na Fazenda Pedra Negra, patrimônio histórico da cidade, contará com shows de Lô Borges, Beto Guedes, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Francis Hime, Azymuth, Daniel Gonzaga, Compasso Lunnar convidando Frederah e a banda Marginália. O evento e a escolha dos artistas homenageiam os 40 anos do lendário “Show do Paraíso”, encampado por Milton Nascimento em sua terra natal em 1977, lembrado como o “woodstock mineiro”, e que colocou Três Pontas no mapa da música mundial pela revista Billboard.

    R$ 5 de cada ingresso solidário e mais o kg de alimento exigido para essa modalidade de entrada serão destinados à Santa Casa de Três Pontas, que passa por graves problemas financeiros.

    O MEGA EVENTO

    “Feira Moderna – um Woodstock Mineiro” promove shows de Lô Borges, Beto Guedes, Wagner Tiso, Francis Hime e Azymuth dia 12 agosto em fazenda histórica de Três Pontas

    Festival, que acontecerá na Fazenda Pedra Negra, a céu aberto, homenageia os 40 anos do lendário show do Paraíso; dentre as atrações ainda estão Nelson Ângelo, Daniel Gonzaga, Marginália, Quarteto Sentinela, Compasso Lunnar e o guitarrista Frederah 

    No dia 12 de agosto (sábado), Três Pontas (MG) escreverá mais uma página de sua íntima relação com a música brasileira. A primeira edição do projeto “Feira Moderna” homenageará os 40 anos de realização do show do Paraíso, promovido por Milton Nascimento em 1977. A majestosaFazenda Pedra Negra, patrimônio histórico da cidade, receberá em seus terreiros de café 12 horas de shows com apresentações de Lô Borges (relembrando o épico “Disco do Tênis”), Beto GuedesWagner TisoFrancis Hime, Nelson Ângelo e o grupo instrumental Azymulth – nomes do Clube da Esquina e da rica cena do país da década de 1970 que estiveram naquele que ficou conhecido como o “Woodstock Mineiro”.

    Homenageando uma das grandes vozes que estiveram no show do Paraíso e que já nos deixou, Gonzaguinha, o Feira Moderna também contará com show de seu filho, Daniel Gonzaga. E o palco do festival ainda receberá performances dos grupos trespontanos Marginália e Compasso Lunnar– este recebendo a participação especial do lendário guitarrista Frederah, que também esteve no encontro de 1977 na mesma cidade. O encerramento do festival será com a banda Quartetto Sentinela, de Alfenas, que faz uma celebração do cancioneiro do Clube da Esquina.

    Ao celebrar o passado e valorizar o presente da rica música brasileira, uma nova história surge com o Feira Moderna sob os trilhos do imaginário artístico pavimentado em Três Pontas, celeiro de amizades, da criação artística e da cultura mineira.

    O festival contará com estrutura para atender um público de até 3 mil pessoas, incluindo festival de Food Trucks, banheiros, duas áreas de pista e camarotes – este com open food, open bar. O evento estimula o uso de transporte coletivo: vans sairão de Três Pontas e Varginha a cada meia hora, além do aeroporto de Três Pontas, próximo à fazenda, onde é possível deixar os veículos em estacionamento. O hotel-fazenda, que não fará reservas durante o evento, contará com área de camping.

    A realização do Feira Moderna conta com parceria da Prefeitura de Três Pontas.

    Ingresso Solidário em prol da Santa Casa de Três Pontas

    Além da promoção da cultura, o festival também busca chamar a atenção para a situação crítica vivenciada pela Santa Casa de Três Pontas. Nesse sentido, R$ 5 de cada ingresso solidário vendido serão repassados ao hospital, além do quilo de alimento exigido ao se adquirir tal entrada com valor especial (R$ 105).

    A Santa Casa de Três Pontas tem 80 anos de história e serviços prestados à população. Atualmente é referência para cinco municípios e possui parceria com outras 18 cidades da região. No entanto, a situação financeira tem colocado em risco todo o funcionamento da estrutura, segundo Michel Renan Simão Castro, provedor da instituição. “O Estado nos deve 1,8 milhões de reais, estamos feridos de morte, uma situação sem precedentes. Quando assumimos, em março deste ano, o intuito foi o de não deixar o hospital fechar, estava faltando de tudo”, conta o provedor.

    Ainda que o repasse represente uma parcela pequena frente ao imenso déficit da instituição, o apoio do festival caminha no sentido de dar visibilidade a tal situação junto à população da região, artistas de todo o país e autoridades. “Toda ajuda é bem-vinda. E é uma via de mão dupla ao agregar a possibilidade das pessoas virem ao festival através do ingresso solidário dando visibilidade a essa questão social urgente”, afirma o provedor da Santa Casa de Três Pontas. 

    Festival do Paraíso – 1977

    Em 30 de julho de 1977, a trajetória de Milton Nascimento foi reconhecida em Três Pontas com a instituição do nome “Travessia” para a praça localizada em frente à casa de seus pais. A homenagem acabou por motivá-lo a convidar grandes artistas e amigos com quem mantinha convívio intenso à época para uma retribuição com um show especial em sua terra. Foi assim que desembarcaram na cidade nomes como Chico Buarque, Fafá de Belém, Simone, Gonzaguinha, Clementina de Jesus, o grupo chileno Água, Francis Hime e integrantes do já consagrado Clube da Esquina, como Beto Guedes, Lô Borges, o trespontano Wagner Tiso e Nelson Ângelo, dentre outros. Os dois dias de shows, que aconteceram num imenso descampado da fazenda Paraíso (terreno hoje utilizado para plantação de café), atraíram uma multidão de jovens que chegavam de toda a região e mesmo de estados como Rio de Janeiro e Bahia. Realizado em plena ditadura militar, com a presença de astros da MPB com forte engajamento político e um público que respirava novos comportamentos e ideais, o show ficou lembrado como o “woodstock mineiro” – em alusão ao lendário festival que ocorrera oito anos antes, em 1969, na cidade americana de Bethel, no estado de Nova York. A improvisação na produção do festival – patrocínio de um alambique local, pão com mortadela distribuído pela cidade para suprimir o esgotamento de alimentos, carros enguiçados pelas estradas de terra – passou a ser uma lembrança saudosa de um evento histórico, que tinha como elemento principal a amizade entre os artistas e a paixão do público por uma música que espelhava os dilemas e sonhos de uma geração.

    Feira Moderna

    O projeto, idealizado pela Gesto Produtora, apresenta-se como um festival itinerante. A cada ano uma cidade, de diferentes estados, será escolhida para receber apresentações musicais com homenagens a shows e eventos históricos que tenham ocorrido em tal localidade, a exemplo do “Woodstock mineiro” de 1977 em Três Pontas.

    Fazenda Pedra Negra

    Localizada a 7km de Três Pontas e a 17 km de Varginha, a Pedra Negra é um dos mais belos exemplares da arquitetura colonial na região, totalmente preservada e com estrutura de hospedagem, além de ser sede do Museu do Café. Os shows do Feira Moderna ocorrerão em alguns dos seis terreiros de café da fazenda, que é Patrimônio Histórico de Três Pontas.

    Serviço

    Feira Moderna – Um Woodstock Mineiro

    AtraçõesLô Borges, Beto Guedes, Francis Hime, Azymuth, Nelson Ângelo, Wagner Tiso, Compasso Lunnar e Fredera, Daniel Gonzaga e Marginália.

    Quando: 12 de agosto (sábado)  *Abertura dos portões às 12h. Início dos shows às 14h. Fechamento dos portões às 02h da manhã.

    Onde: Fazenda Pedra Negra – Três Pontas. *estrada para Varginha (7 km de Três Pontas e 17 km de Varginha).

    Quanto:

    Camarote – 1° Lote: R$ 300 (valor único)

    Pista – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia)

    Pista – Solidário: R$ 105 + 1kg de alimento não perecível

    Fonte: João Marcos Veiga

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SUCESSO: Miari & Cia promove Domingo do Bem com exemplo de comprometimento com as pessoas

    SUCESSO: Miari & Cia promove Domingo do Bem com exemplo de comprometimento com as pessoas

    No último domingo, 06 de agosto, aconteceu o Domingo do Bem, um evento em comemoração ao encerramento da 4ª edição da Semana da Saúde dos colaboradores do Clube da Casa – Miari & Cia. A ação traz ao público uma das principais características da empresa: a preocupação com o bem-estar de seus colaboradores e comunidade.

    Atuante no mercado de materiais de construção há 89 anos, o Clube da Casa – Miari & Cia vem desenvolvendo sua nova visão de mercado, com foco no cuidado dos seus colaboradores e comunidade. Ações como a Semana da Saúde e o Domingo do Bem são demonstrações desta nova visão de mercado, de ir além de seu propósito e se tornar um exemplo de atenção à saúde e promoção de qualidade de vida.

    A Semana da Saúde, por exemplo, acontece pelo quarto ano consecutivo com atividades e palestras diferenciadas para o seus colaboradores internos, que se encerra em um grande evento aberto à toda comunidade: o Domingo do Bem.

    “Sabemos de várias empresas com boas intenções, principalmente quando voltamos o olhar para as ações de responsabilidade social. Porém, quando a Miari & Cia despertou com o desejo de uma gestão além do propósito, ela não quis algo que ficasse apenas no papel, ou em seu ideal platônico, ela quis desenvolver atitude e estar próxima das pessoas”, completa a diretora executiva, Letícia Garcia.

    Este ano os colaboradores puderam participar de quatro palestras diferentes: da dermatologista Drª. Laura Nogueira, do enfermeiro Viviel Carvalho, da nutricionista Flávia Guimarães e dos educadores físicos do SESI – Paulo Adriano, Helen e Simone. Já na programação do Domingo do Bem foram realizadas as atividades de Yoga, Zumba Fitness e Power Jump, estimulando a prática de atividades físicas e promovendo o bem-estar, tudo com energia positiva e boas vibrações.

    O evento contou com valiosa contribuição da Prefeitura Municipal de Três Pontas, Guarda Municipal de Três Pontas, Polícia Militar e SAAE. E os parceiros que agregaram muito valor ao evento: Dodô Esportes, Drogaria Americana, Olímpica Fitness, Myller e Juninho, Nina Doceria, Núria Lima, CCAA, Sesi e Unimed de Três Pontas.

    A Miari & Cia se tornou parceira de seus clientes não apenas no momento da construção ou reforma da sua casa, e sim também no de solidificação de sua vida, com mais disposição e incentivo ao bem-estar.

    “Nosso diferencial está além do mercado varejista, ele não se limita a atender nossos clientes com serviços e produtos de excelência, pois essa já é a nossa rotina. Nosso diferencial é ir além do propósito empresarial, é ser uma empresa humana, é promover uma gestão além do propósito”, finaliza Garcia.

    Veja mais fotos:

    Fonte Miari & Cia

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • FINALMENTE: 4 cidades assinam ajuda para a Santa Casa de Três Pontas

    FINALMENTE: 4 cidades assinam ajuda para a Santa Casa de Três Pontas

    Foi realizada nesta quinta-feira (10) mais uma reunião envolvendo o Ministério Público de Três Pontas, a provedoria da Santa Casa de Misericórdia local e diversas autoridades municipais, representantes das cidades que são assistidas pelo Hospital São Francisco de Assis. O objetivo concretizado foi colher as assinaturas que sacramentam a ajuda de quatro cidades para com a entidade trespontana.

    De acordo com o provedor do Hospital, Michel Renan Simão Castro, que tem, ao lado de toda a sua diretoria, realizado um trabalho elogioso e abnegado, já ficou definido que as cidades de Santana da Vargem, Ilicínea, Coqueiral e Boa Esperança repassarão 1 real per capita (por habitante economicamente ativo) de cada um desses municípios que mandam seus pacientes para a Santa Casa de Três Pontas.

    “Estamos mais otimistas agora porque as quatro cidades assinaram o documento junto ao ministério Público onde se comprometem a repassar um real per capita para o nosso Hospital. Das cidades envolvidas, apenas Boa Esperança que, apesar de já ter confirmado o aceite, levou a documentação para ser assinada lá”, disse Michel Renan.

    Ainda conforme o Provedor, existe a possibilidade de se dobrar esse valor, passando para 2 reais per capita a ajuda de cada cidade envolvida. Vale ressaltar que as cidades que têm orçamento disponível podem repassar esses valores sem a necessidade de criação de um projeto de lei, passando pelo Poder Legislativo. Quem não tiver, aí sim precisará encaminhar às suas Câmaras para apreciação dos vereadores.

    Michel Renan acredita que o pagamento das cidades que têm orçamento disponível poderá ser feito de forma imediata. “De acordo com o que determina o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), acordado entre as partes nessas últimas reuniões, como a desta quinta-feira, há sim a dispensa de obrigatoriedade de projeto de lei onde haja orçamento disponível”, ressaltou.

    O Provedor arrematou dizendo que o valor a ser repassado mensalmente por essas cidades à Santa Casa deve girar em torno de 60 mil reais.

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • DIA DOS PAIS: Comércio espera aquecimento de 3 a 5% em Três Pontas.

    DIA DOS PAIS: Comércio espera aquecimento de 3 a 5% em Três Pontas.

    As vendas dos Pais são sempre menores que no Dia das Mães.

    As datas comemorativas sempre são uma boa alternativa, um respiro para o comércio que durante todo ano vem enfrentando os efeitos da recessão imposta pela economia e pela turbulenta política brasileira. O Dia dos Pais é mais um exemplo, embora não represente um aumento tão bom quanto no Dia das Mães.

    Nossa reportagem conversou com o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos proprietários do Moacyr Supermercado. Ele falou sobre as expectativas com as vendas para o Dia dos Pais:

    “Olha, o Dia dos Pais não é tão bom quanto o Dia das Mães em termos de aquecimento nas vendas. Posso te dizer que na área supermercadista, se o Dia das Mães eleva as vendas em torno de 10%, o Dia dos Pais não passa de 5% a mais em comparação aos dias comuns. E dentre os itens mais procurados nessa data estão as bebidas, as carnes e os presentes. Não há uma amplitude maior, um leque maior de procura em outros setores. No Dia das Mães o aumento das vendas engloba muitas áreas, e agora elas são mais concentradas”, explicou o empresário.

    O Conexão também conversou com o empresário Michel Renan Castro, presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Ele falou sobre as vendas na data:

    “O Dia dos Pais representa apenas 30% de todo volume de vendas alcançadas no Dia das Mães. Em 2015, em comparação com 2016, houve em Três Pontas uma retração nas vendas em torno de 4%. Se considerarmos no período uma inflação em torno de 9% podemos entender que a queda nas vendas nesse período citado foi em torno de 12 ou 13% em faturamento.

    Pelo menos neste ano poderemos comemorar porque teremos um aumento nas vendas, embora pequeno”, explicou.

    O Brasileiro sempre deixa tudo para a última hora e a expectativa é de que as vendas aumentem nesta sexta-feira e, principalmente no sábado, véspera do Dia dos Pais. Em média, os produtos estão até 10% mais caros que no mesmo período do ano anterior. Por isso pesquisar sempre é a melhor solução. E a criatividade também!

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • REDES SOCIAIS: Postagens sem conhecimento camuflam a verdade dos fatos.

    REDES SOCIAIS: Postagens sem conhecimento camuflam a verdade dos fatos.

    VÁRIOS TRESPONTANOS COMPARTILHARAM ESSA IMAGEM SEM, CERTAMENTE, CONHECER O QUE DIZ O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CONEXÃO ESCLARECE!

    Terra de ninguém? Terra sem lei? É, parece que a internet, um dos exemplos mais expressivos do avanço da tecnologia e da modernidade, se usado de forma questionável, duvidosa ou má intencionada pode trazer sérios problemas para pessoas, famílias, empresas e cidades. É o que aconteceu desde a última quarta-feira (09), quando ‘flagraram’ uma viatura da Guarda Civil Municipal (GCM) de Três Pontas estacionada “aparentemente” de forma irregular no centro da cidade. Em busca da verdade e de levar a informação correta e cristalina à população o Conexão se aprofundou no assunto. E na verdade esse tal flagrante não passa de um “mico”, já que não tem nada de errado na situação em questão.

    QUE EXEMPLO HEIN??? Foi assim, com essa legenda, cheia de interrogações e repleta de desinformação que essa foto viralizou nas redes sociais em Três Pontas nos últimos dois dias.

    É preciso deixar claro que a viatura da GCM nesse caso em questão, ocorrido na Rua Francisco Garcia Junior, no centro de Três Pontas, não cometeu nenhuma irregularidade, nenhuma infração ou crime estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro, através de seu artigo 29, no capítulo III em que trata da Norma de Circulação e Conduta. Entenda o que diz a lei, nos itens 7 e 8:

    “O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:

    VII – os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente, observadas as seguintes disposições: a) quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necessário; b) os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via quando o veículo já tiver passado pelo local; c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer quando da efetiva prestação de serviço de urgência; d) a prioridade de passagem na via e no cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida e com os devidos cuidados de segurança, obedecidas as demais normas deste Código;

    VIII – os veículos prestadores de serviços de utilidade pública, quando em atendimento na via, gozam de livre parada e estacionamento no local da prestação de serviço, desde que devidamente sinalizados, devendo estar identificados na forma estabelecida pelo CONTRAN;

    A referida viatura da GCM estava em serviço, com o giroflex (giro do reflexo da luz – sinalização luminosa) ligado e portanto goza de livre circulação, parada e estacionamento. Desta forma fica claro que o tal flagrante, certamente feito por alguém que desconhece o CTB, não tem fundamento!

    Em contato com a Guarda Civil Municipal recebemos a seguinte resposta:

    “Estávamos tentando organizar o trânsito na saída dos alunos do Colégio Prosperi na tarde de ontem. Quando estacionamos ali não havia outras vagas. E estávamos dentro da lei, claro. Somos os primeiros a seguir a lei para poder aplicar e dar um bom exemplo. Nós Ligamos o giroflex e estacionamos de forma a não interferir na segurança nem a fluidez do trânsito e amparados pelo CTB”.

    Claro que na internet, a rede mundial de computadores, cada um posta o que quer. Porém há, segundo normas regulamentas recentemente, uma série de deveres que o internauta deve respeitar, afinal pode ser enquadrado em uma série de crimes cibernéticos, inclusive respondendo na esfera criminal.

    Não são raros os casos de pessoas que foram caluniadas, expostas e agredidas nas redes sociais e que acabaram sendo violentadas no mundo real. Muitas até perdendo a vida, vítimas de homicídio ou até de suicídio. Claro que não é o caso em questão, mas que se registre nosso alerta de usarmos essa bela ferramenta para o bem, para o crescimento de todos. Denúncias são sempre bem vindas, mas que se saiba seus fundamentos, para não se tornar um ridículo caso de injúria, calúnia ou difamação.

     

    DICA DE LEITURA: Código de Trânsito Brasileiro (Várias editoras). Valor variado entre 22 e 163 reais.

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)