A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e sementes. A Feira está acontecendo desde o último dia 10 e se encerra hoje (12) às 17h.
O evento acontece no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745, em Três Pontas e ainda nas outras unidades da empresa em cidades da região.
Durante a Feira a Cocatrel viabiliza condições especiais de compra para os produtores, além da segurança de negociação direta com a cooperativa.
Na Feira de Negócios a Cocatrel tem todos os seus parceiros juntos para oferecer as melhores oportunidades para os cooperados. Empresas como a Multifertilizantes (AgroCP), Syngenta, FMC, Giro Agro, Bayer, Basf, Café Brasil e Yara fazem parte da Feira, cada uma com seu estande (baia) para atender seus clientes.
Fisicamente a feira realizada no mês de setembro é menor em Três Pontas que a outra, realizada no primeiro semestre, a cada ano. Porém, simultaneamente ela também acontece em outras cidades, nas sedes da Cocatrel. O cooperado pode realizar os seus negócios em uma das sedes da cooperativa mais perto de onde ele esteja.
A Feira de Negócios da Cocatrel também está oportunizando aos cooperados o recadastramento, que é realizado em um estande próprio. Esse recadastramento é muito importante, onde o cooperado deve manter seus dados atualizados para receber todas as comunicações, ficar sabendo das novidades. Além do recadastramento, aquele produtor que não tem a senha do Portal do Cooperado e que precisa do primeiro acesso presencial pode fazer na feira até às 17 horas.
Todos os cooperados que fizerem o recadastramento, que continuará mesmo após a feira, até o próximo dia 30, receberão de presente um grande lançamento da Cocatrel em casa.
Pelo Portal do Cooperado é possível emitir nota fiscal de entrega de café, vender o café que já está depositado e uma série de outras facilidades. Também através do Portal do Cooperado é possível conferir e imprimir a análise de solo para apresentação a um dos agrônomos da Cocatrel para, juntos, buscarem sempre os melhores caminhos em favor do cooperado.
MEDIDA VISA GARANTIR A SEGURANÇA DOS USUÁRIOS DA VIA; ACIDENTES COM MORTE JÁ FORAM REGISTRADOS NO TRECHO.
Condutores de veículos automotores que circulam na Avenida Nilson José Vilela, em Três Pontas, devem ficar atentos ao início da operação do radar que foi instalado pela Prefeitura Municipal no trecho Rodovia/Centro, próximo a empresa Artvac. A fiscalização será efetivada no próximo dia 01º de setembro.
O tema vem gerando opiniões divergentes nas redes sociais. Muitos têm criticado a instalação do radar afirmando que o aparelho servirá como “caça-níquel”, ou que a suposta “indústria da multa” será instalada por conta desse radar. Mas há muitos que também apoiam a iniciativa dizendo que o local precisa realmente de uma fiscalização mais efetiva, onde muitos acidentes acontecem e onde já foi relatada até morte.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas disse que “o intuito não é reforçar o caixa do Executivo e sim dar mais segurança ao trecho, evitando novos acidentes e até tragédias com a perda de vidas”.
Nossa reportagem flagrou no dia 10 de julho funcionários fazendo a instalação do radar, enquanto a pista sentido centro estava parcialmente interditada com a colocação de cones. Servidores municipais da Prefeitura de Três Pontas reforçaram a pintura das faixas (sinalização horizontal).
O Conexão, naquela ocasião, conversou com Maquil dos Santos Silva Pereira, secretário municipal de Transportes e Obras e também de Agropecuária. Ele explicou que a colocação foi feita pela empresa que cuida da municipalização do trânsito em Três Pontas, sem qualquer custo para os cofres públicos.
“A empresa, que possui radares em todo Brasil, nos cedeu esse radar em forma de comodato. A iniciativa da Prefeitura Municipal partiu visando a segurança dos usuários daquela via, em primeiro lugar a preservação da vida. Muitos acidentes já aconteceram ali e já tivemos, infelizmente, morte”, revelou.
Ainda conforme Maquil, o contrato de empréstimo é de longo prazo. “Além de não representar gasto para a Prefeitura o radar ajudará a resolver o problema crônico do excesso de velocidade naquele ponto da Avenida Nilson José Vilela. Nós colocamos recentemente uma passagem elevada de pedestres mais abaixo, em frente ao jornal. Ela ajudou na redução da velocidade dali para baixo. Mas acima dela ainda notamos muita correria por parte dos motoristas. E no trecho em que a Nilson Vilela cruza com a rua que sai na empresa Dellas, o risco de acidente grave é muito grande. Por isso estamos tomando essa medida”, acrescentou.
Não esqueça que o limite de velocidade no trecho é de 60 km/h.
Com a colheita de café se aproximando do final no Brasil, agentes do mercado estão agora com as atenções voltadas para as floradas da safra 2020/21, que já ocorreram em algumas regiões que cultivam a variedade arábica, disse nesta terça-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
“Algumas flores pontuais já ocorreram em várias regiões em julho… na última semana, precipitações foram observadas em São Paulo e em algumas localidades do Sul de Minas e, com o aumento das temperaturas nessa última semana, novas florações poderiam ocorrer”, disse o centro de estudos da USP/Esalq em relação às áreas de café arábica.
Segundo o Cepea, o clima em agosto tem sido benéfico às lavouras de robusta do Espírito Santo, principal Estado produtor dessa variedade, “ajudando no pegamento de flores já abertas”, um primeiro indicativo para a produção a ser colhida no ano que vem.
No acumulado do mês até o dia 11, foram registrados 82,8 mm de chuvas na estação de São Mateus, 35,6 mm em Nova Venécia e 24,4 mm em Linhares, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
“As chuvas, além de auxiliarem na condição das lavouras e no pegamento das flores da safra 2020/21, já abertas em julho – que já correspondem a cerca de 30% das lavouras capixabas de robusta -, devem favorecer a abertura de uma nova e significativa florada no Estado”, disse a análise.
De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica da temporada 2019/20 pode ser finalizada nas próximas semanas, após os trabalhos terem sido adiantados neste ano.
“A expectativa é de que a maioria das atividades seja encerrada já nesta primeira quinzena do mês, restando algumas lavouras mais atrasadas para o final de agosto.”
Por outro lado, enquanto na temporada anterior teve-se um elevado percentual de grãos de alta qualidade, 2019/20 está sendo marcada por grãos mais inferiores, disse o Cepea, confirmando avaliações de integrantes do setor.
“Segundo agentes, houve redução especialmente no volume produzido de cafés despolpados (cereja) e de qualidade superior (abaixo de 20% de catação, bebida dura a superior), cenário que também tem dificultado a entrega de lotes negociados anteriormente.”
HÁ UMA INADIMPLÊNCIA ELEVADA NA CIDADE, SEGUNDO A CONCESSIONÁRIA.
Cerca de 50 cortes de energia por dia em Três Pontas, feito por uma empresa terceirizada. De acordo com a Cemig atualmente não se “espera” que haja duas contas vencidas para agendar o corte. “Há uma inadimplência muito alta em Três Pontas e para coibir isso, mesmo com apenas uma única conta vencida, já pode haver o corte após 15 dias, a partir do aviso prévio”, disse a concessionária de energia elétrica.
A Cemig explicou ainda que não há mais a chamada “Religação de Urgência”, que tinha um custo (taxa) relativamente alto, mas que garantia a volta da energia elétrica em poucas horas. Agora quando o corte se consuma, todas as contas atrasadas devem ser pagas e levadas até a sede da Cemig, na Rua Barão do Rio Branco, no centro de Três Pontas, para que seja dada ciência da quitação e o pedido de religação que custa R$ 9,00 e que é feito num prazo de 24 horas.
Para ter o serviço de volta após quitar os débitos existentes basta o consumidor entrar em contato com a Cemig para informar a quitação da dívida e solicitar a religação da energia. Caso queira negociar o débito, o cliente deve se dirigir a uma agência ou posto de atendimento Cemig Fácil. Feita a negociação da dívida à vista ou pagamento da entrada, em caso de parcelamento, a energia pode ser religada.
A perda ou extravio da conta é uma causa recorrente para a não quitação das contas de energia. Para reduzir esse risco, a Cemig disponibiliza o envio da conta por e-mail. A adesão é fácil e gratuita, basta que o cliente comunique à empresa essa opção. O código de barras para pagamento e a segunda via da conta podem ser obtidos pelo Cemig Atende, no site www.cemig.com.br e aplicativo disponível para smartphones e tablets.
COM QUANTAS CONTAS DE LUZ EM ATRASO PODEM CORTAR A ENERGIA?
Não existe uma quantidade mínima de contas em aberto que permita o corte. A companhia elétrica pode efetuar o corte com apenas uma conta em débito, desde que avise o consumidor com 15 dias de antecedência. Caso a empresa não mande o aviso, o corte será indevido e a empresa pode ser obrigada a pagar uma indenização ao consumidor, mesmo que a conta não tenha sido paga.
QUAL É O PRAZO PARA O CORTE DE ENERGIA APÓS O AVISO?
A empresa terá um prazo mínimo de 15 dias para efetuar o corte a partir do aviso prévio, mas só poderá efetuá-lo no prazo máximo de 90 dias, após o vencimento da conta. Se passar esse prazo, não poderá mais cortar a luz e o débito só poderá ser cobrado na Justiça ou administrativamente.
QUAL O PROCEDIMENTO PARA SOLICITAR A RELIGAÇÃO DA ENERGIA CORTADA POR FALTA DE PAGAMENTO?
O consumidor deve pagar a conta em aberto o mais rápido possível e ligar para a companhia informando o pagamento. O prazo para a religação em área urbana é de 24 horas e para a área rural de 48 horas.
Para solicitação feita nos dias úteis das 8h às 18h, o prazo começa a contar no mesmo dia;
Para solicitação feita nos dias úteis após às 18 horas, o prazo só começa a contar à partir das 8h da manhã do dia seguinte;
Para solicitação após às 18h de sexta-feira, ou no sábado ou domingo, o prazo para religação será à partir das 8h da segunda-feira;
Para solicitação em feriados o prazo será à partir das 8h do próximo dia útil.
Caso a energia elétrica não seja religada dentro do prazo, o consumidor poderá entrar com uma ação judicial pedindo uma indenização por danos morais.
IMPORTANTE VOCÊ FICAR SABENDO
A falta de pagamento da conta de luz pode implicar em algumas consequências, entre elas a suspensão do fornecimento. Sabendo da importância da energia elétrica para a vida moderna e buscando evitar esse transtorno para os consumidores, a Cemig utiliza diversas formas de comunicação para evitar a inadimplência e orienta sobre as condições em que a interrupção pode acontecer e, caso ocorra, como ter o serviço de volta.
A empresa faz a leitura de consumo do medidor de energia nas instalações de seus consumidores em intervalos de aproximadamente 30 dias. No momento da leitura, a fatura é impressa e entregue ao cliente, que tem no mínimo cinco dias úteis para realizar o pagamento.
Quando o pagamento não é realizado, o consumidor recebe na conta seguinte a informação de que há débito vencido e não pago. Essa informação está em destaque na fatura, no campo “reaviso de contas vencidas”. “É importante que o consumidor, ao receber a conta verifique esse campo para identificar possíveis notificações de débitos pendentes. Observar essa informação na conta de luz pode evitar aborrecimentos e custos adicionais ocasionados pela suspensão do fornecimento de energia”, informa o agente comercial, Rogério Felisbino.
Caso a conta não seja quitada em até 15 dias após a notificação a unidade consumidora passa à condição de corte e pode ter o fornecimento de energia suspenso a qualquer momento. Para evitar que isso ocorra, a Cemig utiliza diversas formas de comunicação com seus consumidores destinadas a evitar a inadimplência e a consequente inscrição do titular no serviço de proteção ao crédito, como envio de e-mail, SMS, carta-cobrança, carta de notificação e contato telefônico.
“Os consumidores podem informar à Cemig quando o pagamento é realizado após o vencimento da conta de luz e evitar a suspensão do fornecimento por esse motivo. Basta entrar em contato com a empresa por meio de uma agência ou posto de atendimento Cemig Fácil e apresentar a conta quitada. É importante ressaltar que agendamento bancário não caracteriza a efetividade do pagamento e, portanto, não é comprovante de pagamento”, esclarece Rogério.
A Cemig oferece negociação permanente aos consumidores que se encontram em situação de inadimplência. Além disso, a empresa realiza campanhas de negociação de débitos com condições e facilidades diferenciadas que permitam os consumidores quitarem seus débitos.
RESPONSABILIDADE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA EM TRÊS PONTAS
Encerrou-se em 31 de dezembro de 2014 o prazo previsto no art. 218, §§ 3º e 4º, inc. VI, da Resolução nº 414/2010, concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para que todas as concessionárias de energia elétrica concluíssem, sem ônus, a transferência aos Municípios do sistema de iluminação pública de forma a permitir que a prestação dos serviços de iluminação pública fossem realizados.
Desde que a responsabilidade pela manutenção da iluminação pública passou para as prefeituras, em 2015, algumas cidades do Sul de Minas enfrentam essa escuridão, como Três Pontas. A principal justificativa das prefeituras é falta de dinheiro para manter o serviço municipalizado no início daquele ano.
Muitos municípios mineiros, incluindo Três Pontas, entraram com recursos na Justiça exigindo que a concessionária de energia elétrica, no caso a Cemig, mantivesse a responsabilidade sobre a manutenção da iluminação pública na cidade.
Foto Arquivo: Ruas às escuras em 2017 gerou muitas reclamações por parte dos trespontanos.
Com a municipalização do serviço de Iluminação pública, a Cemig transferiu para as prefeituras a responsabilidade da manutenção desse serviço. Apesar de Três Pontas ter, por algum tempo, uma liminar em seu favor, a atual administração preferiu assumir esse serviço em face das incontáveis reclamações de populares que, comprovadamente, estavam às escuras em muitas ruas, causando, dentre outros problemas, a sensação de intranquilidade e insegurança.
Desde então as reclamações da população aumentaram. A Cemig passou a dizer que não mais era a responsável em Três Pontas. Porém, o prefeito da época, Paulo Luis Rabello, afirmou que havia uma liminar (confirmada pelo Conexão) em favor da Prefeitura de Três Pontas obrigando a Cemig a continuar mantendo e cuidando dos reparos da iluminação pública. Essa situação continuou se arrastando.
Desde que o Executivo Municipal assumiu o serviço e contratou uma empresa para esse fim, as reclamações diminuíram drasticamente e nota-se mais qualidade na iluminação pública, menos postes com lâmpadas queimadas, embora o problema ainda exista.
O Prefeito Marcelo Chaves disse que “sua preocupação é com a população e sabendo da demora na resolução dos problemas por parte da concessionária, resolveu agir para garantir mais segurança e qualidade de vida aos trespontanos”.
O despacho da presidência da República diz que a medida pretende “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.
Em outras palavras, a decisão dá um duro golpe na indústria da multa nas rodovias federais.
A medida vale até que o Ministério da Infraestrutura “conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas”.
O despacho da presidência pede que a Polícia Rodoviária Federal seja avisada sobre suspender esse tipo de fiscalização e diz ao ministério “proceda à revisão dos atos normativos internos que dispõem sobre a atividade de fiscalização eletrônica de velocidade em rodovias e estradas federais pela Polícia Rodoviária Federal”.
Radares fixos
Porém, o presidente Jair Bolsonaro lembrou que os radares fixos, aqueles instalados em postes ao lado das rodovias, não entram nessa suspensão.
Ele explicou que o governo ainda tem contratos com empresas que operam esses equipamentos.
“Não vamos alterar contratos”, disse.
Mas ele afirmou que a intenção é não renovar esses contratos quando eles terminarem.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu na quinta (8), em Brasília, o alongamento de contratos de custeio de produtores de café, em reunião com representantes do governo e de instituições financeiras.
O encontro teve a presença do secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio, o subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Economia, Rogério Boueri Miranda, o diretor do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural do Banco Central, Cláudio Filgueiras Pacheco Moreira, e representantes do Banco do Brasil, Bancoob e Caixa Econômica Federal.
O setor produtivo defendeu a prorrogação das parcelas dos financiamentos que estão próximos do vencimento, em razão da dificuldade dos cafeicultores em cumprir os compromissos financeiros, impulsionada pela crise de preços baixos na atividade cafeeira.
O presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, participou do encontro e disse que o assunto é debatido há meses, mas só agora os pleitos evoluíram.
“Desde 2018 nós já alertávamos o governo sobre o risco e a dificuldade financeira a que os produtores estariam submetidos nessa safra. Apesar da relevância do pleito, a evolução foi pequena até o momento. Com o empenho e organização do Ministério da Agricultura, hoje nós damos um grande passo para a operacionalização efetiva de mecanismos já previstos no Manual do Crédito Rural”, relatou Mesquita.
O presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado Emidinho Madeira (PSB-MG), expôs aos participantes o atual momento da cafeicultura.
“A inadimplência do setor é baixíssima e os cafeicultores são bons pagadores. O pleito que estamos trazendo é de uma situação de dificuldade que será agravada se uma atitude não for tomada”, afirmou o parlamentar.
As instituições financeiras concordaram com a proposta e se comprometeram a comunicar as agências sobre os procedimentos para alongamento dos débitos, de acordo com o que está estabelecido no Manual do Crédito Rural (MCR 2-6-9).
A Organização Internacional do Café (OIC) é o principal organismo intergovernamental a serviço do café, congregando governos de países produtores e importadores para, mediante cooperação internacional, enfrentar os desafios com que o segmento se depara em todo o mundo. Seus governos-membros representam 98% da produção cafeeira mundial e mais de 67% do consumo global.
Diante da importância da entidade, o Conselho Nacional do Café (CNC) se reuniu, hoje (09), com a Secretária Especial Adjunta de Articulação Social da Presidência da República, Elen Mesquita, e o diretor do Departamento de Relações com Organizações Não-Governamentais da Pasta, Miguel Franco, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para tratar do pagamento anual do Brasil à Organização.
“Nas reuniões semestrais, estão presentes as principais indústrias e traders que adquirem os cafés do Brasil. O próximo encontro ocorrerá em Londres, de 23 a 27 de setembro, porém, se o governo brasileiro não efetuar o pagamento da contribuição anual antes do mês que vem, a delegação nacional não terá direito a voz e voto”, alerta o presidente Silas Brasileiro.
Durante a reunião, o presidente do CNC solicitou esforços da Secretaria Especial da Presidência da República para que esse pagamento seja efetuado, evitando, dessa forma, prejudicar a imagem do setor cafeeiro do Brasil frente aos países consumidores e concorrentes.
“Maior produtor e exportador mundial e segundo principal consumidor da bebida, o Brasil ocupa posição de destaque e liderança na OIC. O diretor executivo do organismo é um brasileiro e o corpo diplomático da Representação Permanente do Brasil junto às Organizações Internacionais em Londres (Resbralon) é responsável por coordenar o grupo dos países produtores de café, conduzindo as negociações de forma a alinhar os interesses da produção, mas sem prejudicar o market share brasileiro. Portanto, é vital que o pagamento seja efetuado para que o país mantenha sua posição mundial”, conclui Brasileiro.
Reunião de Presidentes dos Países Produtores
Em função da posição de destaque do Brasil na política cafeeira internacional, a delegação da Colômbia junto à OIC, por meio da Federación Nacional de Cafeteros (FNC), solicitou ao CNC reforço ao convite do presidente colombiano, Iván Duque, ao presidente Jair Bolsonaro para participar da reunião dos presidentes dos países produtores de café, em 25 de setembro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, EUA.
O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise de preços, que está sendo desenvolvida no âmbito da Resolução 465 da OIC, e chamar a atenção internacional para a necessidade de redistribuição do valor ao longo da cadeia do café. “Como exemplo, citamos que, em 1965, 60% da renda do café ficavam nos países produtores, mas, atualmente, menos de um terço do valor gerado por este setor é mantido onde o café é produzido”, destaca Brasileiro.
O presidente do CNC, durante a reunião no Palácio do Planalto, apontou aos representantes do governo federal que a ideia é tomar atitudes para que os preços pagos aos produtores sejam remuneradores.
“Sabemos que o mercado é livre e concordamos que permaneça assim. Nosso objetivo é executarmos ações e programas, internamente e em nível mundial, para que cheguemos a preços remuneradores, sem buscarmos supervalorizações, que estimulariam novos plantios, excedente de oferta e quedas bruscas futuras nas cotações, mas também que não nos vejamos obrigados a negociar nosso café a preços extremamente aviltados e que sequer cubram nossos custos de produção”, finaliza.
As exportações brasileiras de café solúvel vêm apresentando desempenho positivo em 2019. De janeiro a julho, o setor remeteu o equivalente a 2.315.587 sacas de 60 kg ao exterior, o que implica um crescimento de 13,63% em relação ao volume de 2.037.889 sacas embarcadas no mesmo período de 2018. Os dados fazem parte do levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).
Em receita, diante do cenário de baixos preços internacionais, o desempenho deste ano ainda é inferior ao registrado em 2018. Entretanto, com o avanço do volume, essa diferença foi reduzida e os valores vêm se aproximando. De janeiro a julho de 2019, as exportações do produto geraram US$ 338,4 milhões, quantia apenas 0,93% inferior à registrada nos primeiros sete meses do ano passado (US$ 341,6 milhões).
Para o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima, o resultado no acumulado do ano é satisfatório e superior à expectativa do setor. “Assim como o café verde, o solúvel brasileiro vem ganhando mais espaço no mercado internacional e, se essas projeções permanecerem nesse ritmo, o Brasil poderá exportar 500 mil sacas do produto a mais em relação a 2018”, estima.
Ele explica que a ampliação da participação do Brasil no mercado externo implica maior demanda para o café conilon nacional. “Isso possibilita um cenário positivo aos produtores brasileiros e permite que o país eleve seu market share e ocupe espaço de nossos concorrentes”, completa Lima.
PRINCIPAIS DESTINOS
O posto de principal cliente do café solúvel de janeiro a julho de 2019 foi ocupado pelos Estados Unidos, que adquiriram 372.851 sacas, volume 11,92% superior às 333.139 sacas importadas nos primeiros sete meses do ano passado. Na sequência, vêm Rússia, com a importação de 220.578 sacas (-5,11%); Indonésia, com crescimento de 11,61% ante 2018 e a aquisição de 171.569 sacas; Japão, com a compra de 157.958 sacas (-13,26%); e Argentina, que importou 146.334 sacas (-11,30%) de janeiro a julho deste ano.
Os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) vão começar no dia 13 de setembro. Essa é a data em que trabalhadores nascidos entre janeiro e abril poderão pegar uma parcela de até 500 reais de suas contas ativas e inativas. O calendário foi liberado nesta segunda-feira, 5. A medida faz parte da flexibilização das regras do Fundo de Garantia, anunciado pelo governo na semana passada. Os primeiros a receber são os trabalhadores que têm conta poupança no banco.
O calendário do saque imediato, como a modalidade é chamada pelo Ministério da Economia e Caixa Econômica Federal, segue até março do ano que vem. Para os trabalhadores que não tem poupança na Caixa, o saque começa em 18 de outubro para os nascidos em janeiro. O trabalhador não precisa sacar o dinheiro imediatamente no momento da liberação. O dinheiro estará disponível para movimentação até o dia 31 de março de 2020.
Os saques irão liberar uma cota de até 500 reais de contas ativas — de contratos de trabalho que estão vigentes — e inativas para os trabalhadores. Caso a pessoa tenha menos que esse valor na conta, pode sacar integralmente. O limite é por conta. Ou seja, se o trabalhador tiver duas contas, por exemplo, poderá sacar até 1.000 reais, sendo 500 reais de cada.
Para quem tiver conta poupança na Caixa, o depósito será feito automaticamente. Os correntistas que não desejarem sacar os valores deverão informar ao banco – eles terão até 30 de abril de 2020 para solicitar a devolução do crédito ou transferência do valor para outra instituição financeira. Segundo o banco, 34 milhões de trabalhadores receberão pelo débito automático.
Quem retirar o dinheiro continuará a ter direito à retirada integral do valor do FGTS em caso de demissão sem justa causa, além da multa de 40% sobre o valor total.
Segundo a equipe econômica, a liberação dos saques deve abranger 96 milhões de trabalhadores. Atualmente, há cerca de 260 milhões de contas ativas e inativas no FGTS. Desse total, cerca de 211 milhões (80%) têm saldo de até 500.
De acordo com o Ministério da Economia, os saques devem ajudar muitos brasileiros a saírem da inadimplência. A estimativa é que 23 milhões de pessoas terão condições de quitar suas dívidas com o dinheiro dos saques de até 500 reais. Segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, 37,3% das pessoas com nome negativado têm dívidas inferiores a 500 reais.
Saque-aniversário
Após o período do saque imediato, os trabalhadores poderão optar por fazer saques anuais de uma parcela de seu FGTS, chamado de saque-aniversário, que começarão em abril de 2020.
Os aniversariantes do primeiro semestre, no entanto, terão um calendário para fazer o saque: nascidos em janeiro e fevereiro podem efetuar o saque entre abril a junho de 2020; os nascidos em março e abril podem pegar o dinheiro de maio a julho e quem nasceu entre maio e junho pega o dinheiro de junho a agosto. Após junho, os saques poderão ser feitos no mês de aniversário do trabalhador.
O saque-aniversário valerá para quem optar por receber parte do FGTS a cada ano. Nesse caso, os interessados em migrar para a modalidade terão que comunicar a decisão à Caixa Econômica a partir de outubro deste ano. Se optar por essa modalidade, o trabalhador não poderá sacar o FGTS em caso de demissão sem justa causa. No entanto, a multa de 40% sobre o valor total da conta está mantida.
Já dá para começar a planejar o almoço da família durante a semana com um pouco mais de economia. É que a Petrobras reduz, a partir desta segunda-feira (5), o preço do botijão de gás de cozinha (GLP).
A unidade de 13 kg, que antes custava R$ 26,20, agora sai a R$ 24,06 – uma queda de 8,16%. O novo valor é o menor desde pelo menos novembro do ano passado.
O efeito da redução para as distribuidoras e revendedoras vai variar de acordo com os estoques. A expectativa do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) é de que a queda possa chegar a 17%.
Queda no preço do botijão de gás pode demorar a chegar ao consumidor?
Associações de revendedores de gás informaram que não se pode garantir a redução do preço já nesta segunda para o consumidor final, pois a queda no preço depende do repasse das empresas distribuidoras.
“Isso depende exclusivamente das distribuidoras. Porque esse preço anunciado da refinaria, esse valor é comprado pelas distribuidoras e depende de quanto repassarão para os consumidores”, destacaram essas entidades que representam o setor.
Com a divulgação da redução, a Associação Brasileira das Entidades de Classe das Revendas de Gás emitiu uma nota sobre o reajuste. O presidente da associação, José Luiz Rocha detalha o conteúdo e as críticas.
“Nós não vamos ter um reflexo desse percentual de 8% sobre o valor que o consumidor paga. Nós estamos falando de um reflexo de 8% na matéria-prima do produto na refinaria. E a crítica que se coloca na nota é que tenha ocorrido nos últimos meses o seguinte: quando sobe, as distribuidoras repassam imediatamente o aumento ao revendedor. E quando há redução, não tem ocorrido a mesma coisa. Acaba não chegando na revenda, não tem tendo condição de passar pro consumidor”, afirmou José Luiz.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passou a permitir que pessoas físicas financiem a instalação de sistemas de aquecimento solar e cogeração, como placas fotovoltaicas e geradores a biogás. Segundo o banco, os recursos poderão ser contratados em operações indiretas, somente por bancos públicos.
Os interessados poderão financiar um limite de até 80% do valor dos itens pelo Fundo Clima, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário.
Tanto para pessoas físicas quanto jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o custo financeiro do Fundo Clima é de 0,1% ao ano para renda anual de até R$ 90 milhões e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano.
A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, de 4,55% ao ano.
O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.
A implantação de sistemas de geração de energia solar permite reduzir gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora, segundo o BNDES.
A Prefeitura de Varginha informou na manhã desta terça-feira (18) que a partir do dia 01 de julho, os valores das tarifas da Área Azul serão reajustados. Agora, serão cobrados R$ 1,50 pelo período máximo e improrrogável de 01 hora na mesma vaga e R$ 3,00 pelo período máximo e improrrogável de 02 horas na mesma vaga.
Motos
A partir de agora, veículos ciclomotores como motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos, passarão a pagar pelo o estacionamento. O valor será de R$ 1,50 por um período máximo e improrrogável de 02 horas.
Câmara Municipal divulga nota esclarecendo aumento da área azul
A Câmara Municipal de Varginha divulgou nota, na noite desta terça-feira, 18, esclarecendo que o aumento da Área Azul não passa pela casa.
A nota esclarece ainda que a decisão de aumentar o valor do estacionamento rotativo foi tomada exclusivamente pelo Executivo, por meio de Decreto. Ou seja, não precisa passar pela aprovação dos vereadores.
Veja a nota na íntegra:
“A Câmara Municipal de Varginha comunica que a decisão de aumentar o valor da tarifa da Área Azul foi tomada exclusivamente pelo Executivo, por meio de Decreto. Ou seja, não precisa passar pela aprovação dos vereadores.
O Legislativo ainda reforça que é contra o aumento anunciado, que, com certeza, sacrifica ainda mais a população.”