Categoria: Economia

  • CAFÉ: Insumos em alta preocupam cafeicultores de Minas Gerais

    CAFÉ: Insumos em alta preocupam cafeicultores de Minas Gerais

    No sul de Minas Gerais, enquanto alguns produtores ainda terminam a colheita, já tem cafezal florido. A chuva acima da média no início de agosto antecipou a florada e é justamente nessa fase que o cafeicultor prepara o solo para a próxima safra.

    Em Varginha, o produtor Leandro Reguim se preveniu e comprou 25 toneladas de adubo quatro meses antes do previsto. Ele diz que se antecipou já sabendo que os preços estavam subindo para não ser pego de surpresa.

    Desde fevereiro, o preço do adubo vem aumentando. Quem ainda vai comprar deve pagar até 40% a mais do que o ano passado – uma condição de mercado que vai refletir no lucro de produção.

    Como a matéria prima é importada, a alta do dólar e a baixa nos estoques europeus colaboraram para o aumento dos preços. O diretor comercial de uma indústria de fertilizantes indica ainda um outro fator: as mudanças no valor e nas regras do frete, ainda um reflexo da paralisação dos caminhoneiros.

    “Hoje eu tenho que contratar a ida do caminhão vazio e a volta com o fertilizante e isso é repassado, com certeza, e vai atingir a lucratividade do produtor”, diz Nelson Chipichori, diretor comercial da Fertipar.

    Em um cenário de alta nos custos de produção, o agrônomo Rodrigo Naves recomenda que o agricultor mantenha em dia as análises das folhas e do solo para não mais do que precisa. “Ele vai ter instrumento para poder verificar de cada talhão, qual a quantidade de nutriente que ele vai ter que repor a mais ou a menos. Ele pode às vezes economizar parte daquela adubação neste ano de preços mais altos dos insumos”.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • TRESPONTANOS JÁ PAGARAM mais de 70% do IPTU de 2018

    TRESPONTANOS JÁ PAGARAM mais de 70% do IPTU de 2018

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Fazenda, confirmou ao Conexão que o volume de pagamentos do IPTU aumentou neste ano em comparação ao mesmo período do ano passado e que a inadimplência, consequentemente, sofreu uma queda. O prazo para a quitação parcelada se encerrou no último dia 15 de agosto.

    De acordo com o secretário municipal de Fazenda, Aguinaldo Gomes Corrêa, mais de 70% dos proprietários de imóveis em Três Pontas acertaram as contas com a Prefeitura Municipal, pagando o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Um volume bem acima do que aconteceu em 2017.

    “No ano passado recebemos cerca de 55% do IPTU dentro dos prazo estabelecidos. Agora já passamos dos 70%. Isso também faz com que a inadimplência caia. Em números exatos já recebemos até a última sexta-feira (17) 73,86%”, explicou o secretário.

    Secretário de Fazenda Aguinaldo Gomes Corrêa.

    Três Pontas possui 20.324 imóveis edificados e outros 7.133 terrenos. O valor total arrecadado com o IPTU não foi divulgado.

    Neste ano houve um parcelamento do IPTU entre maio e julho. Porém, por conta da Operação Trem Fantasma os prazos foram prorrogados em 30 dias, ficando como vencimentos 15 de junho, 15 de julho e 15 de agosto. Quem não acertou os pagamentos do IPTU pode a qualquer momento procurar o guichê de atendimento da Prefeitura Municipal e pedir a emissão da guia para quitação, porém após os vencimentos há a cobrança de juros. Quem não paga o IPTU do ano vigente, no exercício seguinte, entra para a dívida ativa do Município que resulta em cobrança judicial.

    Para que serve o IPTU?

    O Imposto Predial e Territorial Urbano é uma taxa que é paga sobre um imóvel ou terreno. A cobrança do imposto é determinada pelo Artigo 156 da Constituição Federal. Todo o dinheiro que é arrecadado com a cobrança vai para os cofres da Prefeitura, que o usa para custear despesas municipais.

    O valor é anualmente corrigido pela inflação do período.

     

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    Roger Campos

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  • Café: Colheita da safra 2018/19 do Brasil atinge 91%

    Café: Colheita da safra 2018/19 do Brasil atinge 91%

    A colheita de café da safra 2018/19 de café do Brasil atingiu 91% até o dia 21 de agosto, segundo levantamento divulgado pela Safras & Mercado nesta quinta-feira (23). O índice estava em 88% na semana passada.

    “O clima predominante seco, embora levante especulações em torno do déficit hídrico, segue favorável aos trabalhos de colheita e secagem do café. No conilon, os trabalhos já se encerram. E no arábica entram na reta final, em alguns casos restando apenas a varreção”, afirma o analista da Safras Gil Carlos Barabach.

    Ainda segundo o analista, os dados até o momento confirmam a expectativa de safra recorde e de boa qualidade. Levando em conta a estimativa de produção da consultoria nesta temporada, já foram colhidas 55,17 milhões de sacas.

    A Safras espera uma produção recorde no país de 60,5 milhões de sacas na safra 2018/19. Em igual período do ano passado, a colheita estava em 94%, e na média dos últimos 5 anos para o período em 91%.

    Fonte Notícias Agrícolas

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    Roger Campos

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  • AUMENTO: Aneel aprova reajuste nas contas de luz em seis estados

    AUMENTO: Aneel aprova reajuste nas contas de luz em seis estados

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajuste nas contas de luz para consumidores de seis estados: Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraíba, Paraná e Santa Catarina. Para os consumidores do Paraná, os novos valores começarão a ser cobrados no domingo (26); para os de São Paulo e Mato Grosso do Sul, na segunda-feira (27); para os do Maranhão e da Paraíba, na terça-feira (28/8); e para os de Santa Catarina, na quarta-feira (29/8).

    Os consumidores que terão contas reajustadas domingo são os atendidos pela concessionária Força e Luz Coronel Vivida Ltda. (Forcel), no Paraná, com efeito médio de 29,86%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 20,51%; para a baixa tensão, de 20,64%, e para a alta tensão, de 43,78%.

    A empresa atende a 7.670 unidades consumidoras localizadas no município de Coronel Vivida no Paraná. Segundo a Aneel, impactaram no aumento fatores relacionados ao fato de a empresa ter deixado de ser suprida pela Copel Distribuição. “Isso fez com que, entre 2017 e 2018, ela tivesse de arcar com custos relativos ao rateio das cotas de Itaipu – cuja energia é precificada em dólar – e ao risco hidrológico”, disse a agência.

    A Aneel aprovou também o aumento na conta de luz, com efeito médio de 24,42%, para os consumidores atendidos pela empresa Elektro Eletricidade e Serviços S/A (Elektro) . Para os consumidores residenciais, o aumento será de 23,12%; para os atendidos na baixa tensão, de 23,20%, e, para a alta tensão, de 26,75%.

    A concessionária atende a 2,6 milhões de unidades consumidoras localizadas em 223 municípios de São Paulo e cinco de Mato Grosso do Sul. O reajuste entrará em vigor segunda-feira.

    Segundo a Aneel, o que mais influenciou no reajuste da Elektro foram os chamados componentes financeiros, principalmente relacionados à aquisição de energia e ao risco hidrológico.

    Para os consumidores atendidos pela Companhia Energética do Maranhão (Cemar), os efeitos médio do reajuste tarifário será 16,94%, sendo 16,67% para os consumidores residenciais. Para os atendidos na baixa tensão, o reajuste médio será de 16,77% e, para a alta tensão, de 17,86%.

    A concessionária atende a 2,4 milhões de unidades consumidoras localizadas em 217 municípios maranhenses. O reajuste entrará em vigor terça-feira.

    Os consumidores atendidos pela Energisa Paraíba Distribuidora de Energia (EPB) também terão as contas reajustadas na próxima terça-feira, com efeito médio de 15,73%. Os consumidores residenciais atendidos na baixa tensão terão aumento de 15,29%. Para os consumidores da alta tensão, o reajuste será de 16,75% e, para os de baixa tensão, de 15,41%.

    A empresa atende a 1,4 milhão de unidades consumidoras em 216 municípios da Paraíba. Pesaram no reajuste fatores relacionados ao risco hidrológico e a aquisição de energia.

    A diretoria da Aneel aprovou ainda o reajuste tarifário da Cooperativa Aliança (Cooperaliança), que atende a 37,4 mil unidades consumidoras nos municípios de Içara, Jaguaruna, Araranguá e Sangão de Santa Catarina.

    O efeito médio será de 14,38%, ficando em 12,47% para os consumidores residenciais; em 12,57% para os atendidos na baixa tensão e em 17,17%, para os da alta tensão. Os novos valores serão cobrados a partir do dia 29.

    De acordo com a Aneel, pesaram no reajuste fatores ligados à prestação do serviço como aquisição de energia, transmissão de energia e pagamento de encargos setoriais.

    Pela primeira vez a Cemig não reajustou suas tarifas e Minas Gerais está fora desse aumento.

     Fonte Correio Braziliense

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  • COCATREL LOGÍSTICA: Eficiência, redução de custos e agilidade nos processos de transporte da cooperativa

    COCATREL LOGÍSTICA: Eficiência, redução de custos e agilidade nos processos de transporte da cooperativa

    A Cocatrel, trabalhando com um novo modelo de gestão, organizou toda sua frota de caminhões e carretas em um único departamento, o Cocatrel Logística (C-Log). Tudo partiu de um rigoroso estudo que apresentou que, com a concentração dos veículos em apenas um lugar, otimizaria os serviços prestados pela cooperativa, entre lojas e armazéns, resultando na diminuição de custos com combustíveis, mão de obra e fretes terceirizados.

    “Foi feita a centralização de toda frota em um só local. Carretas que faziam viagens com cargas de um lugar para outro e voltavam vazias, por exemplo, porque eram departamentalizadas e viajavam de acordo com as necessidades de cada setor, agora não fazem mais. Toda rota e planejamento são traçados para utilizarmos nossos próprios veículos e motoristas, fazendo a gestão correta e otimizando o transporte entre os armazéns, que durante a safra tem demanda altíssima, minimizando custos e contratação terceirizada”, explica Guilherme Pineli, responsável pelos armazéns da Cocatrel.

    Segundo Daniel Gregório de Souza, analista de logística da cooperativa, “a programação é feita baseada nas informações das demandas que são fornecidas pelas filiais. Verifico a frota e os motoristas que tenho disponíveis e faço o planejamento do dia seguinte, seguindo as rotas mais viáveis para cada um deles, levando em conta o tempo da viagem, a distância e a carga, para não infringir nenhuma regra trabalhista e conseguir atingir todos os objetivos do dia”.

    É importante ressaltar que a Cocatrel vem quebrando seus próprios recordes no recebimento de café e, mesmo tendo recebido até o momento mais de 1 milhão de sacas, todos os processos estão sendo realizados com agilidade e eficiência, atingindo nossa principal meta, que é a excelência no atendimento e nos serviços prestados aos nossos cooperados.

    Fonte Cocatrel

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  • Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    O Dia dos Pais movimentou mais de R$ 5,4 bilhões no varejo este ano. A informação dos principais marcadores econômicos acabaram de sinalizar que as vendas tiveram um crescimento real de 2,5% a 4% em relação à mesma data de 2017, como destacou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O Dia dos Pais está entre as seis datas mais importantes do calendário varejista brasileiro. A compra de presentes vai corresponder a 8,3% de todo o faturamento esperado para o mês de agosto.

    O avanço confirmado pelo segundo ano consecutivo no volume vendido pelo comércio varejista ainda não foi suficiente para compensar as perdas registradas em 2015 (-2,1%) e 2016 (-9,4%). Em 2017, houve aumento de 3,6% nas vendas.

    “Nem mesmo a inflação mais baixa em 18 anos acelerou fortemente as vendas, pois há perda de fôlego na economia, e o mercado de trabalho ainda está enfraquecido”, justificou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

    Em 2018, os líderes de vendas foram os segmentos de hipermercados e supermercados (R$ 2,0 bilhões), lojas de eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 781,1 milhões) e itens de vestuário e calçados (R$ 622,9 milhões).

    O aumento sazonal do consumo em relação ao mês anterior gerou 10,2 mil postos de trabalho temporários, uma oferta de vagas 2,4% inferior à de 2017, quando foram contratados 10,4 mil trabalhadores nessa condição.

    Em 2014, antes da crise, o comércio varejista criou 20,6 mil vagas temporárias para dar conta do aumento na demanda impulsionada pelo Dia dos Pais.

    De cada dez vagas criadas este ano, quatro serão no setor de hipermercados e supermercados (4,1 mil postos). O salário médio de admissão deverá ser de aproximadamente R$ 1.221, 1,3% a menos, em termos reais, do que os R$ 1.180 pagos aos temporários contratados no mesmo período do ano passado.

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    Roger Campos

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  • COCATREL INAUGURA LOJA MODELO EM NEPOMUCENO

    COCATREL INAUGURA LOJA MODELO EM NEPOMUCENO

     A Cocatrel inaugurou sua nova loja em Nepomuceno, na tarde do dia 31 de julho, data em que completa 35 anos na cidade.

    A loja conta com uma área de 22 mil m², construída dentro de um conceito moderno, que traz mais conforto e agilidade no atendimento aos cooperados.

    Cerca de 200 pessoas, entre cooperados, colaboradores e autoridades, estiveram no local para o coquetel preparado pela cooperativa, para celebrar essa importante data.

    “Estamos muito honrados. Hoje é um dia muito importante para a Cocatrel por estarmos inaugurando esta moderna loja em Nepomuceno, colocando a cidade em destaque dentre todas as nossas filias. Nepomuceno é uma cidade que tem uma relevância muito grande na cafeicultura, onde a Cocatrel tem cerca de mil cooperados, e é importante estarmos fomentando a economia do município, gerando emprego e renda e trazendo o progresso para a região”, afirma o presidente da cooperativa, Marco Valério Araújo Brito.

    Hugo Menezes, cooperado da Cocatrel, garante que a loja trouxe muita comodidade, com amplo estacionamento, facilidade na disposição dos produtos e na melhoria do atendimento, em geral.

    Para o conselheiro da Cocatrel, o nepomucenense Ernane Vilela, “a loja é um grande investimento da cooperativa no município, o que cumpre o objetivo da Cocatrel de trazer o cooperado para junto dela, estando cada vez mais próxima para atender às suas demandas”.

    A Cocatrel homenageou o Dr. Carlos Manoel de Oliveira Lima, renomado juiz de direito, que foi muito importante para a cafeicultura da região, dando seu nome à esta loja.

     

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • Imposto no Brasil é alto, mas o retorno em serviços é baixo

    Imposto no Brasil é alto, mas o retorno em serviços é baixo

     

    Entre os 30 países com a maior carga tributária no mundo, o Brasil é o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem-estar da sociedade. Levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que será divulgado nas próximas semanas aponta que o retorno recebido pelos brasileiros fica muito aquém dos altos tributos pagos. Ainda assim, o governo federal estuda aumentar os impostos para reduzir o rombo das contas públicas.

    Em entrevista ao portal Estado de Minas, o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, adiantou que os dados atualizados em relação a carga tributária brasileira demonstram que, apesar de pagar uma das maiores cargas tributárias do mundo, o brasileiro continua recebendo péssimos serviços públicos em retorno. Olenike criticou o discurso adotado pelo Palácio do Planalto de que será necessário aumentar os impostos para equilibrar as contas públicas no país.

    “O governo deveria se preocupar com o corte de alguns gastos que continuam excessivos no Brasil. Não é mais possível aumentar impostos para financiar más administrações do dinheiro público”, alerta Olenike. Na semana passada, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou que o aumento seria “quase que mandatório”. Depois de duras críticas de várias entidades, o ministro ressaltou que os reajustes seriam necessários caso a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso.

    Para o presidente do IBPT, os aumentos de tributos direcionados ao consumo vão na contramão do que é feito ao redor do mundo e prejudicam a população mais pobre. “Infelizmente, a gula arrecadatória do governo atinge quem tem menor poder aquisitivo. Gostaríamos de ver o governo tributando mais a renda, o patrimônio e o lucro, no lugar de tributar cada vez mais o consumo. Essa é uma tributação agressiva e pune quem tem menos condições financeiras”, critica Olenike.

    Em outro estudo (divulgado no ano passado) o IBPT mostrou que o contribuinte brasileiro trabalhou cinco meses, ou 149 dias, em 2016 só para pagar impostos exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Segundo o levantamento, o tempo que os brasileiros precisam trabalhar todos os anos para pagar impostos vem aumentando desde o início da década de 1990, quando o peso da carga tributária começou a ser estudado.

    Crescimento constante

    No governo de Fernando Collor de Mello, o brasileiro precisava trabalhar três meses para pagar seus impostos. Nas gestões de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso o aumento continuou, alcançando quatro meses de trabalho para quitar os tributos. Nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff houve mais reajustes e o tempo de trabalho para pagar impostos chegou a cinco meses.

    O instituto comparou com outros países a carga tributária do Brasil com a taxa de retorno do poder público aos cidadãos. Em relação aos dados da carga tributária de 2013, o país é o 14º na lista dos que mais arrecadam impostos no mundo (Veja quadro). No entanto, todos os que recolhem mais tributos são países desenvolvidos e com ótimas taxas de retorno para seus cidadãos.

    “Analisando a carga tributária dos 30 países que mais pagam impostos com o Índice de Desenvolvimento Humano, o Brasil permanece na última colocação. Se compararmos com outros países em desenvolvimento ou nossos vizinhos da América do Sul, percebemos que o brasileiro paga muito para ter pouco retorno”, explica Olenike.

    O pesquisador afirma que os brasileiros estão cada vez mais conscientes de que pagam altíssimos tributos, mas ainda não existe uma preocupação da sociedade civil em cobrar dos governantes uma mudança na forma de reajustes de impostos.

    Fonte EM 

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  • ENTREVISTA ESPECIAL: Novo presidente da Cocatrel completa 100 dias a frente da maior cooperativa de café do mundo “cheio” de boas notícias.

    ENTREVISTA ESPECIAL: Novo presidente da Cocatrel completa 100 dias a frente da maior cooperativa de café do mundo “cheio” de boas notícias.

    MARCO VALÉRIO FALOU EM PRIMEIRA MÃO DA NOVA UNIDADE DA COCATREL QUE IRÁ GERAR EMPREGOS NA CIDADE.

    Marco Valério Araújo Brito está completando 100 dias à frente da Cocatrel. Um dos profissionais com maior know-how quando o assunto é café, especializado em mercado exterior, é trespontano, descendente de tradicionais cafeicultores e se diz apaixonado pelo grão. Após várias experiências profissionais bem sucedidas em gestão de negócios resolveu há três anos ficar mais próximo da cooperativa, em Três Pontas, como diretor comercial, e desde abril de 2018 assumiu a sua presidência. Qualificado em administração, Marco Valério tem 50 anos, é casado e tem uma filha. Nossa reportagem fez uma entrevista especial, detalhada, cheia de informações importantes e, principalmente, boas notícias, otimismo e crescimento:

    Xtp – Marco Valério, primeiramente obrigado por atender ao Conexão, parabéns pelo trabalho já elogiado apesar do pouco tempo. São 100 dias de trabalho à frente da Cocatrel. Qual é o perfil do seu trabalho? Para onde você pretende levar essa cooperativa?

    Marco Valério – Primeiramente dizer que eu faço esse trabalho com uma grande paixão. Pegando como referência uma frase de Isaac Newton Só estou aqui porque me apoio nos ombros daqueles grandes que me antecederam”. A Cocatrel é uma belíssima empresa, com muita credibilidade. Talvez os cooperados e a sociedade não tenham ainda noção do tamanho dessa cooperativa, que tem um faturamento anual possivelmente maior do que o de qualquer outra empresa de Três Pontas. Temos cerca de 6 mil cooperados, mais de 500 colaboradores, atuando em 9 municípios. Muitos diretores dedicaram suas vidas a essa cooperativa e eu sei que a minha responsabilidade é muito grande em fazer um trabalho de excelência, como foi feito no passado. Entrar em time que está ganhando não é fácil, pois temos que nos superar todos os dias. A diretoria mudou. Eu era o diretor comercial e passei a presidente. Francisco de Paula Vítor Miranda é o novo diretor técnico-industrial e Luiz Antônio Vinhas de Oliveira assumiu o cargo de diretor comercial. Eles já eram conselheiros e estavam capacitados para assumir esses cargos comigo. Meu primeiro desafio é manter a solidez da cooperativa e ajustar alguns gargalos para continuarmos em crescente expansão, com eficiência e segurança. Queremos a Cocatrel mais aberta, transparente e mais próxima de seus cooperados. Essa é a cara do novo mundo e estamos colocando a cooperativa num novo mercado. Estamos no terceiro ano do projeto PAEX (Parceiros para a Excelência), da renomada Fundação Dom Cabral, onde objetiva-se a capacitação da cooperativa com a construção gradativa de um modelo de gestão, por meio da implementação de ferramentas gerenciais e estratégicas, do intercâmbio de experiências e do conhecimento. Há dois anos estamos exportando café, diretamente, para todos os continentes, agregando valor ao produto do cooperado, mostrando nosso trabalho em relação aos cafés especiais, sempre muito preocupados com a gestão do negócio, com questões de custo, eficiência e profissionalismo. A ideia, portanto, é dar soluções para o nosso cooperado, ajudando-o a ficar cada vez mais forte.

    Xtp – A Cocatrel claramente tem ampliado seus negócios, sua gama de produtos, suas especialidades. Tem investido muito em cafés especiais, agora destacando os cafés em cápsulas, entre outras novidades. Para 2018, o que a Cocatrel ainda apresentará?

    Marco Valério – Temos muitas novidades. Não posso deixar de citar que no próximo dia 31 de julho inauguraremos uma nova sede, bastante moderna, da loja em Nepomuceno. A Cocatrel adquiriu uma área de 33 mil metros quadrados, muito bem localizada, onde hoje, a loja ocupa 2.500 metros e, futuramente, poderemos construir um armazém. Para melhorar a logística das lojas, na loja Matriz, em Três Pontas, será implantado um Centro de Distribuição, que vai agilizar e melhorar os processos para os cooperados. Uma nova torrefação, na cidade de Três Pontas, moderna e de última geração, já está em fase final de construção e será inaugurada no início do segundo semestre, ampliando muito a nossa capacidade de produção e, consequentemente, o nosso mix de produtos, com uma linha ainda completa, agregando valor ao café, expondo mais nossa marca e ainda gerando empregos para Três Pontas e região. Além disso, temos outros projetos que visam beneficiar não só nossos cooperados, como também movimentar o comércio, a rede hoteleira e os restaurantes da cidade. Contamos hoje com quatro importantes feiras em nosso calendário. Temos a FECOM, que acontece em março e setembro, a Expocafé, em maio e, a Semana Internacional do Café, um evento muito importante, de grande visibilidade e reconhecido mundialmente, do qual, além de expositores, somos também patrocinadores. Continuaremos modernizando e expandindo os nossos armazéns. Em primeira mão, digo ao Conexão que, temos planos para expandir os nossos armazéns, em Três Pontas, na unidade Paraíso e também com silos na unidade 8, que é a nossa matriz. Vamos ainda investir em uma novos maquinários de benefício e rebenefício de café, gerando mais empregos agregando valor aos cafés dos nossos cooperados.

    Xtp – A Cocatrel possui também uma linha de laticínios muito forte, bem aceita e com penetração em diversas cidades. Também haverá expansão nesse setor?

    Marco Valério – Nós falamos que a linha de varejo da Cocatrel, café e laticínio, é realmente muito forte. São inúmeros produtos que primam sempre pela altíssima qualidade porque não abrimos mão de trabalhar com produtos de primeira linha. Estamos satisfeitos com a lembrança que os consumidores têm da Cocatrel quando se trata de produtos de laticínios. Estamos montando uma nova equipe de vendas, para estar mais próxima dos consumidores, abrindo mercado, atingindo novas cidades e fortalecendo nosso negócio.

    Xtp – Você disse no início dessa entrevista que a Cocatrel, hoje, atinge os cinco continentes do globo. Mas estamos vendo um crescimento de mercados de café como a Colômbia e o Vietnã. O Brasil perdeu algum espaço. Isso te preocupa? Como reverter esse quadro?

    Marco Valério – Esse é um mercado que exige competência e quem não tiver isso não vai se estabelecer. A Cocatrel faz seu dever de casa muito bem feito. Nós recebemos cafés de mais de cem cidades, estamos posicionados com recebimento e/ou armazenamento em dez unidades. Recebemos e processamos cafés de várias qualidades, desde os commodities até os especiais e a capacidade industrial da Cocatrel de preparar e exportar é muito competitiva e, talvez seja essa a receita para o Brasil. É preciso ter capacidade para competir e é aí que o Brasil tem perdido. Deitou-se, literalmente, em berço esplêndido, de uma forma geral. Já a Cocatrel tem avançado muito. No capitalismo é assim, alguns perdem espaço e outros ganham. A cooperativa está cada vez mais forte e preparada e temos conquistado muito espaço no mercado externo. Comercializamos muito bem nosso café para diversos lugares do mundo. Grandes e pequenos compradores estão fazendo negócio com a Cocatrel. É bem verdade que, quem não tem essa força que a nossa cooperativa tem, acaba sendo afetado por países ou regiões como as que você citou. Mas a Cocatrel, por todo seu planejamento e estrutura, se mantém firme e sólida.

    Xtp – Três Pontas ainda pode ser considerada a “Capital Mundial do Café” de fato? Ou isso agora só permanece no nome?

    Marco Valério – Matematicamente falando, infelizmente nós perdemos esse título. Há pouco tempo o governo de Minas divulgou, no Portal do Café, as novas fronteiras, com as áreas de plantio, e o serrado ficou muito bem colocado, com municípios com áreas muito grandes. Patrocínio tem uma área plantada praticamente três vezes maior que a de Três Pontas, com produção bastante intensa de café. Então, o título de maior produtor, por hectare plantado, nós infelizmente perdemos. Somos, hoje, a segunda ou terceira maior cidade com área plantada, só que esse conceito não é mais utilizado.  O que importa é que, hoje, a Cocatrel é a primeira ou a segunda maior cooperativa do mundo. Há uma outra que movimenta mais que a gente, mas ela funciona muito mais como uma empresa do que uma cooperativa pura, que visa os princípios cooperativistas, com o foco no cooperado. Pensando assim, a Cocatrel é a maior do mundo e está em Três Pontas. Temos muito orgulho disso e podemos, dessa forma dizer que somos, sim, a “Capital Mundial do Café”.

    Xtp – Falando um pouco sobre o apoio governamental à cafeicultura. Há anos eu estive na sede do CNC (Conselho Nacional do Café), em São Paulo, onde muito se falava sobre o apoio de deputados, como Carlos Meles e Silas Brasileiro. Também tinha um ministro da Agricultura, Pratini de Morais, que defendia abertamente o setor. Hoje não vejo mais essa realidade. A cafeicultura está abandonada? Não se senta mais na mesa de negociação com as maiores lideranças em Brasília?

    Marco Valério – É um cenário diferente. De fato nós não temos do governo, o apoio necessário que gostaríamos. Não é o ideal. O CNC, que é um órgão que representa o setor junto às lideranças políticas, está sendo reestruturado, redefinindo estratégias e também seu perfil. O governo está realmente distante. Em 1994, tive o privilégio de comandar o Denac (Departamento Nacional do Café), em Brasília. Este era o órgão do governo que cuidava do café. Passados 24 anos, o café realmente perdeu espaço em Brasília. O Denac tinha dotação, corpo de colaboradores e muita força. Hoje perdeu esse status e não é dada atenção que merece. Atualmente, a única coisa que o governo faz é a gestão do Funcafé. Só que o Funcafé é um fundo oriundo da própria contribuição dos cafeicultores no passado. Oriundo do confisco do café, nas décadas de 60, 70 e 80.  Não é um orçamento da união. Ele está na união pelo fato do IBC (Instituto Brasileiro do Café) ter sido instinto em 1989, pelo ex-presidente Collor. Esse dinheiro, então, foi para a união. Hoje falta muito, mas felizmente o produtor aprendeu a trabalhar sem o auxílio do governo. Seria muito bom se o governo ajudasse, mas não o faz.

    Xtp – De uma forma mais ampla e também especificamente em Três Pontas, qual é a situação do produtor de café atualmente?

    Marco Valério – A cafeicultura está muito ligada ao clima, é uma indústria a céu aberto. Seca e geada são fatores que atrapalham o planejamento. Mas de uma forma geral, vejo o produtor muito mais profissional, mais ligado às questões de gestão. A Cocatrel, por exemplo, tem um grupo de produtores de cafés especiais, com o qual é feito todo um acompanhamento para que os cooperados façam uma boa gestão na fazenda, entendam melhor os mecanismos de trava e de garantia de preço no mercado, pensando menos no governo e sendo bem respaldado pela nossa cooperativa. Nosso produtor está muito bem preparado.

    Xtp – Uma pesquisa de um grande instituto mundial apontou que a xícara de café no Brasil está entre as dez mais baratas do mundo. Em média é vendida por 5 reais. Mas há muitos lugares em que o preço é mais elevado. Em Doha, no Catar, custa o equivalente a 23 reais. O que fazer para o nosso café ser mais valorizado?

    Marco Valério – Tem, sim, muito a ser feito para agregarmos valor ao café e é justamente o que a Cocatrel tem, incessantemente, procurado fazer. Precisamos agregar valor à marca. Esta é uma história antiga que, enquanto a Colômbia investia pesado no marketing do seu café, aqui no Brasil não se falava nada e estavam todos muito mais preocupados com a quantidade, a alta produção dos cafés. Portanto, eles agregaram valor à marca e nós, aqui, não. Então, precisamos agora, remar, para reverter isso. Felizmente o café está passando por um processo de glamorização e isso é muito bom, pois teremos esse valor agregado.

    Xtp – A Cocatrel vem batendo recordes em cima de recordes no recebimento de cafés. Os melhores números apontam para 22 mil sacas/dia. Mas no último dia 13 de julho passou das 23,6 mil. Ou seja, a Cocatrel realmente impressiona com seu crescimento. A ponto de transformar, pelo menos para ela, para o setor, uma data considerada pessimista (sexta-feira 13) num dia de muita sorte e excepcionais resultados. É isso mesmo?

    Marco Valério – Não havia pensado nisto, nem feito essa analogia do nosso recorde de venda com a data, uma sexta-feira 13. Mas gostei muito da sua pergunta, sua analogia. Realmente no dia 13 deste mês alcançamos o recorde de 26.436 sacas em um único dia. Importante dizer que quando começamos a divulgar esses números foi um demonstrativo de que estamos tralhando com transparência. Mas é um assunto delicado, pois há quem diga que uma divulgação dessa pode derrubar o mercado. Até acho que a Cocatrel tenha muita força, mas a questão é mundial, muito mais ampla. Optamos por ser transparentes e verdadeiros, comunicar o que ocorre de fato, em respeito ao nosso cooperado. Lembro que no passado era muito difícil recebermos mais de 20 mil sacas, em um único dia e, quando isso ocorria, gerava filas intermináveis. Eu sou fazendeiro e lembro de 100 caminhões na fila. No passado essa fila era motivo de orgulho e hoje não é mais. Nosso orgulho é o recebimento rápido, com eficiência, tecnologia e agilidade. Temos mais capacidade de recebimento, com qualidade e segurança. Por isso vivemos agora com recordes sucessivos. É um novo mundo sendo criado e nos próximos dias chegaremos ao recebimento de 1 milhão de sacas nessa safra. Teremos um volume recorde e histórico nesse ano. A safra não será recorde, mas o nosso recebimento será, devido ao nosso preparo, ao aumento da confiança e do nosso quadro de cooperados e na eficiência dos nossos colaboradores, aos quais só temos a agradecer.

    Xtp – Suas considerações finais.

    Marco Valério – Estou imensamente feliz de estar na Cocatrel, sei do tamanho da responsabilidade em presidir uma empresa desse porte, principalmente na questão social. Sinto-me honrado e preparado por estar bem apoiado por uma diretoria eficiente, grandes colaboradores e produtores mais antenados. Temos feito uma aproximação grande com o cooperado, através da mídia e queremos comunicar cada vez melhor, através da imprensa local. Parabéns pelo trabalho do Conexão, que eu já conhecia, agradeço imensamente a oportunidade e, como você mesmo disse, que seja essa a primeira entrevista de várias. Um abraço a todos!

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    Roger Campos

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  • PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    Na decisão, o ministro Dias Toffoli considerou que o estado conseguiu comprovar sua ‘penúria financeira’

    O governador Fernando Pimentel (PT) conseguiu reverter, no Supremo Tribunal Federal, a liminar obtida pelos profissionais da educação que obrigaria o estado a voltar a pagar os salários integralmente no 5º dia útil de cada mês. Professores estão revoltados!

    A decisão foi proferida na noite dessa quarta-feira (25) pelo ministro Dias Toffoli, que alegou que a suspensão do escalonamento estabelecido pelo governo de Minas “pode comprometer o tênue equilíbrio orçamentário obtido pelo estado” e por em risco o pagamento do funcionalismo no futuro.

    A Advocacia Geral do Estado ingressou com um pedido de suspensão de tutela provisória no STF para reverter a decisão obtida pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute) na semana passada.

    A liminar concedida pela desembargadora Maria das Graças Silva Albergaria dos Santos Costa, da 3ª Câmara Cível de Belo Horizonte sujeitava o estado a multa de R$ 30 mil diários, chegando a até R$ 3 milhões, caso o estado não pagasse os profissionais da educação até o 5º dia útil de cada mês.

    Tal decisão excluía os servidores da educação do parcelamento dos salários praticado pelo governo desde fevereiro de 2016. O estado está pagando os servidores em até três vezes e, a partir deste mês, anunciou que a primeira e a segunda parcelas, que eram de R$ 3 mil, passam a ser R$ 1,5 mil para a maior parte dos funcionários. O valor de R$ 3 mil por vez foi mantido somente para a segurança e a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig).

    Toffoli mandou suspender a liminar até o trânsito em julgado da ação civil pública que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte (MG).

    Penúria

    Segundo o ministro do STF, os documentos apresentados em notas técnicas da Secretaria do Tesouro do Estado “demonstram a penúria financeira por que passa o Estado de Minas Gerais, devida notadamente à queda das expectativas de arrecadação, que não permitem que sequer se faça frente às despesas correntes da administração”.

    O ministro citou jurisprudência do STJ e, em especial, uma decisão da presidente da Corte Cármen Lúcia em relação a um pedido semelhante do Amapá. “Reiteradas decisões deste Supremo Tribunal Federal têm reconhecido que a situação de agravamento da crise econômica que atravessam os diversos entes da Federação, bem como a União”. Segundo ele, o momento “autoriza a tomada de medidas excepcionais, para a superação desse quadro adverso, dentre as quais avultam o escalonamento no pagamento dos salários dos servidores públicos, tal como efetuado, no caso”.

    O advogado-geral do estado, Onofre Batista, afirmou que a decisão já era esperada. “Sentença não cria dinheiro, o STF é sempre sensível a isso”, afirmou.

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    Roger Campos

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  • DINHEIRO: Começou hoje o pagamento do PIS-Pasep 2018-2019

    DINHEIRO: Começou hoje o pagamento do PIS-Pasep 2018-2019

     

    VEJA AQUI A ESCALA DE PAGAMENTO.

    A Caixa Econômica Federal inicia nesta quinta-feira (26), o pagamento do abono salarial do PIS-Pasep do ano-base de 2017. Terão direito a sacar os trabalhadores da iniciativa privada nascidos no mês de julho e servidores públicos com final da inscrição 0.

    O valor do benefício varia de R$ 79,50 a R$ 954, dependendo do tempo de trabalho. O recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019.

    O abono é pago aos trabalhadores que receberam, em média, até dois salários mínimos mensais (R$ 1,9 mil) com regime de carteira assinada durante, pelo menos, 30 dias no ano passado e que estejam inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos.

    A estimativa é de que sejam destinados R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.

    Quem não sacou abono salarial ano-base 2016 também poderá retirar o dinheiro.

    Como sacar

    O trabalhador que possui Cartão Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica ou aos demais o saque pode ser feito em qualquer agência da Caixa.

    Os trabalhadores podem consultar o direito e o valor do benefício no aplicativo CAIXATrabalhador, no site do banco ou pelo telefone: 0800 726 0207.

    Veja a escala de pagamento:

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    Roger Campos

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  • Cemig vai fornecer energia solar fotovoltaica dentro de um ano

    Cemig vai fornecer energia solar fotovoltaica dentro de um ano

     

    A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vai instalar a primeira usina híbrida de geração de energia do país, com a geração de energia solar fotovoltaica. O projeto será implantado na localidade de Santa Marta, no município de Grão Mogol (Norte de Minas). O investimento é de R$ 24,4 milhões, envolvendo também os recursos aplicados em pesquisa e desenvolvimento.

    A principal inovação é que serão instalados painéis fotovoltaicos flutuantes, em cima do espelho d’água do reservatório de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) já existente. O projeto vai permitir o estudo da conexão de duas fontes de energia diferentes no Sistema Interligado Nacional (SIN), objetivando promover o desenvolvimento sustentável da região.

    A usina híbrida será instalada em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens (Mab), sendo o maior projeto desenvolvido pela estatal em conjunto com os movimentos sociais. O prazo de implementação é de quatro anos, mas a geração deverá ser iniciada dentro de um ano, com a conexão com o SIN. De acordo com a Cemig, o projeto visa “promover, de forma social, a região onde será inserido o desenvolvimento econômico, que vai permitir o estudo da conexão de duas fontes de energia diferentes no sistema”.

    O convênio com o Mab foi assinado pelo governador Fernando Pimentel. A iniciativa também terá a participação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e das subsidiárias da Cemig, Axxiom Soluções Tecnológicas e Efficientia S.A, que ficarão responsáveis pela instalação das células fotovoltaicas e a supervisão, controle e automação da conexão das fontes de energia com o sistema nacional.

    O projeto visa aproveitar as boas condições de luminosidade da região para a produção de energia elétrica. Conforme revelou reportagem publicada pelo Estado de Minas, o estudo Atlas Solarimétrico de Minas Gerais, realizado pela Cemig ao longo de cinco anos, mostrou que o Norte de Minas tem o melhor potencial para a geração de energia solar do estado. O mesmo estudo revela que seis microrregiões mineiras têm potencial para geração solar em um patamar que é praticamente o dobro da capacidade da Alemanha, país que há anos recorre a esse tipo de energia.

    EMPREGO E RENDA

    Santa Marta tem uma Pequena Central Hidrelétrica, construída há mais de 60 anos e que tem 1MW de potência de geração hídrica. Conforme a Cemig, serão instaladas células fotovoltaicas com potência total de 1,2 MWp (megawatt-pico) no espelho d’água do reservatório da pequena hidrelétrica, que abrange uma área de 27 hectares (27 campos de futebol).

    Com a instalação da planta-piloto fotovoltaica flutuante, a usina híbrida passará a uma potência total de 2,2MW no momento de maior radiação solar do dia. Essa energia será usada para abastecer 1,25 mil famílias de 21 municípios, localizados numa região semiárida, próxima do reservatório. Além disso, serão gerados emprego e renda, com o aproveitamento de mão de obra oriunda das cidades do entorno.

     

    Fonte EM 

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    Roger Campos

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