Categoria: Economia

  • AGRONEGÓCIO: Expocafé deve movimentar 200 milhões de reais

    AGRONEGÓCIO: Expocafé deve movimentar 200 milhões de reais

    Maior evento do agronegócio café no Brasil acontece de 8 a 10 de junho, em Três Pontas

    Começa na próxima semana a 19ª edição da EXPOCAFÉ entre 8 e 10 de junho, no Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas. O evento, considerado a maior exposição nacional de máquinas para o agronegócio café, vai reunir cerca de 150 empresas que irão apresentar tecnologias e equipamentos como secadores, tratores, roçadeiras, adubadeiras, plantadeiras, podadeiras, derriçadeiras, além de softwares e serviços para o setor. Serão 204 estandes em 12 mil m2 de feira.

    Além da exposição de máquinas, a programação contará com dinâmicas de campo, minicursos, workshop, dentre outras ações de transferência tecnológica promovidas por EPAMIG e parceiros. Durante as dinâmicas, os participantes poderão conhecer na prática o funcionamento de equipamentos instalados nas lavouras de café do Campo Experimental.

    Nos minicursos, painel e workshop, pesquisadores e demais especialistas apresentarão resultados de estudos na região, qualidade e produtividade de cultivares de café, manejo e nutrição do cafeeiro e qualidade do grão e da bebida. Além disso, serão realizadas degustações comentadas de azeite e de vinho.

    A entrada na EXPOCAFÉ e a participação nos minicursos e dinâmicas de máquinas são gratuitas. A exposição ficará aberta ao público de 8 a 10 de junho, de 8h às 18 horas. A EXPOCAFÉ 2016 deve movimentar mais de R$ 200 milhões de reais em negócios gerados e prospectados e a expectativa de público é de cerca de 20 mil visitantes.

    Café de qualidade

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    Durante a Dinâmica de campo, os participantes irão conhecer cultivares de café desenvolvidas pela EPAMIG, como a Aranãs e a Paraíso, além de quatro novos materiais que estão em fase de registro. Três deles têm resistência à ferrugem, principal doença da cafeicultura, e um se destacou por ter o grão maior. De acordo com o pesquisador da EPAMIG Gladyston Carvalho a introdução de cultivares resistentes à ferrugem, praga, doença e nematoide e com potencial para cafés finos traz tranquilidade ao cafeicultor e garantia de sustentabilidade ao negócio. “Detectamos que as cultivares desenvolvidas pela EPAMIG têm potencial de bebida maior que as tradicionais. Portanto, a pesquisa tem buscado mudança no padrão de bebida, agregando valor à venda do café”, explica.

    Nas regiões Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Chapada de Minas, bebidas das cultivares de café Catiguá 2, Aranãs, Paraíso 1 e 2 têm obtido pontuação acima de 80 pontos na escala da Sociedade Norte-Americana de Cafés Especiais (SCAA). É o caso do grão cultivado na Fazenda Pântano em Patos de Minas, que venceu por dois anos consecutivos Concurso Estadual de Café, com a bebida da Paraíso 2, que recebeu na prova de xícara nota de 87,79 pontos. “Fomos procurados por uma grande empresa que comercializa café expresso e cápsulas que viu um diferencial na bebida produzida pela Paraíso 2, em nossa propriedade em Patos de Minas”, comemora o cafeicultor Wagner Ferrero que produz café nas Regiões Mogiana e  Cerrado Mineiro.

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    A Penagos estará na Expocafé com seu estande na edição 2016.

    Empreendedorismo

    Além de máquinas e insumos para a cafeicultura, os participantes terão a oportunidade de conhecer cosméticos à base de café produzidos pela Kapeh, empresa que nasceu no município de Três Pontas, há quase 10 anos, e que vai apresentar um mix com mais de 100 itens na feira. Os produtos são diversificados nas linhas corporal, capilar, teen, masculina e ambiente, além de kits e acessórios.

    Na cidade que sedia a maior feira nacional do café, também são atrativos, na cafeteria Vimi, cafés finos e diversos métodos de preparo de café. O empreendimento, recentemente inaugurado, é resultado da vontade do casal Luciano Vitor de Faria e Lidiane Maria Faria de surpreender o consumidor, amante da bebida, com café de alta qualidade, pontuação acima de 84 pontos na escala SCAA, produzido na região.  “Tínhamos como sonho um local que oferecesse cafés de qualidade ao consumidor e que despertasse no cafeicultor um olhar diferenciado para produção de lotes de cafés especiais, que para eles pode refletir em valores 60% a mais por saca do que se paga hoje pelo café de commodity”, conta.

    Fonte: Assessoria de Comunicação da EPAMIG

    Conexão EXPOCAFÉ

  • CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    As empresas Geagro e Syngenta, especializadas no ramo do café, realizaram recentemente importantes palestras para produtores e aficionados do setor. O evento aconteceu no Restaurante Charneca e o Conexão acompanhou tudo e conversou com o empresário Eduardo Chaves, um dos grandes conhecedores desse mercado, fundamental para a economia trespontana:

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    “O evento foi planejado pela Geagro e pela Syngenta, estamos iniciando uma safra que acredito que possa ser recorde na nossa região, é difícil um ano igual a esse, que estamos tendo preços remuneradores e safra grande. Então a Geagro preocupada em orientar seus clientes, seus cafeicultores em aproveitar essa safra, que vai ser uma safra de qualidade muito boa, trouxemos dois grandes especialistas. Então o objetivo é trazer informação para a região, para ajudar os cafeicultores a tomar as decisões e aproveitar o máximo dessa safra que está sendo colhida. Então é um momento de comemorar e de aproveitar a oportunidade. O Brasil está passando por grandes dificuldades, mas a cafeicultura pode ter um grande ano, de ouro”, explicou Eduardo.

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    Ainda conforme o especialista em café, o foco agora é trazer informação, ajudar o cafeicultor a tomar decisão para que ele potencialize o ganho nessa safra.

    O evento foi destinado a produtores que estão neste momento colhendo e iniciando a safra. “São os cafeicultores da nossa região, gente de todas as regiões em volta de Três Pontas, proprietários, administradores, técnicos, agrônomos que estão aqui aproveitando essa troca de experiência e levando isso a partir de amanhã, para que as ações sejam o mais rápido possível”, pontuou.

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    Sobre a mudança do comando da Nação, a forma como isso repercute na cafeicultura, Eduardo Chaves comentou:

    “Estamos iniciando uma safra, e dependemos do governo, a gente depende da política agrícola em que a própria Dilma e a Katia Abreu anunciaram, mas precisamos ver se esse dinheiro irá chegar no banco para fazer a nova safra, por outro lado o café é vendido em dólar, trás dólar pro Brasil. O Brasil precisa de dólar agora, então temos que tomar muito cuidado e ter uma atenção muito grande com o café que é uma fonte de dólar para o país. O cafeicultor tem um papel importante nas soluções dos problemas do Brasil, trazendo dólar, trazendo dinheiro, trazendo investimento.

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    Sobre a cafeicultura, estamos hoje lançando uma campanha de vendas onde vamos trocar todos os insumos por café. A gente acredita que em um mercado de incertezas, melhor é o produtor fazer suas compras trocando por café. Ele sabe produzir, ele sempre produziu e garante os investimentos na próxima safra e se protege de possíveis inflações e algumas dificuldades. Então hoje o porto seguro para nós é o café, e por isso vamos trocar nossos produtos todos em café. A Penagus está em Três Pontas, já opera forte em Três Pontas, estamos gerando grandes investimentos, temos três grandes fornecedores, que são empresas de Três Pontas e vão ter oportunidade de crescer junto com a Geagro e com a Penagus. Então a gente está para trazer emprego, investimento e tecnologia para Três Pontas, a nossa cidade natal, o berço da cafeicultura, e a Penagus não poderia escolher melhor cidade para começar a sequência no Brasil, então é uma realidade sim hoje”, relatou Chaves.

    Organizadores e colaboradores do importante evento em prol da cafeicultura.

    Sobre a Expocafé, maior feira do agronegócio café no Brasil, Eduardo Chaves também falou:

    “A Expocafé é o principal evento do café e além disso é na nossa cidade natal. Já estamos num processo intenso de trabalho em cima da Expocafé e em eventos preparatórios para que as pessoas aproveitem toda tecnologia embarcada na Expocafé e a partir das próximas semanas teremos vários eventos, palestras, workshops qualificando e preparando tanto nossas equipes e com os nossos clientes para aproveitar ao máximo a feira. Marquem nas suas agendas, o maior evento da cafeicultura vai acontecer em breve em Três Pontas, e precisamos aproveitar toda essa equipe que vai estar a disposição da nossa região”, concluiu.

  • INFLAÇÃO: Preço do leite fica 17% mais caro para o consumidor final no Sul de Minas

    INFLAÇÃO: Preço do leite fica 17% mais caro para o consumidor final no Sul de Minas

    Custo de insumos aumentou e já reflete no preço do produto nas prateleiras. Segundo produtores de leite, captação caiu em torno de 8% no estado.

    Os custos com insumos e alimentação do gado já refletem no preço do leite, que no Sul de Minas está 17% mais caro para o consumidor final. Com isso, muitos produtores estão abandonando o ramo e somente neste mês a captação de leite em Minas Gerais caiu 8%.

    Para o vice-presidente regional da Associação Mineira de Supermercados, o aumento do preço do leite afeta diretamente no consumo. “O cliente não está abrindo mão de ter o leite em casa e está excluindo itens mais supérfluos da sua lista para ter o leite em casa”, explicou Fernando Henrique Maglioni .

    Contudo, se o leite está chegando mais caro nas prateleiras, a explicação está no campo. Isso significa que o custo da produção aumentou cerca de 30%. A causa está na mistura que leva milho e soja e serve de alimento às vacas, que está 50% mais cara do que em 2015.

    Além disso, durante o período de estiagem, o produtor gasta mais com a alimentação do gado. Uma propriedade na região adotou o sistema de confinamento há 2 anos. Nela, o trato é fundamental para manter a produção de 5,2 mil litros por dia, no entanto, está difícil equilibrar as contas.

    “Está muito caro produzir o leite. Eu ganho R$ 1,20 pelo livro, mas o preço de custo é o mesmo. Está praticamente empatando o sistema. O que segura as pontas é que parte do leite é processado no laticínio da propriedade e aí conseguimos agregar algum valor”, disse Flávio Ribeiro de Castro.

    Porém, o alto custo da produção está desanimando os produtores. Tem muitos que decidiram abandonar a atividade. Uma cooperativa na região já registra uma queda de 30% na captação de leite nos últimos dois anos.

    “O produtor não está aguentando produzir leite e está indo para o gado de corte. Com essa situação, faltou leite no mercado e as firmas pagaram mais, mas o produtor diminuiu mais em função do aumento nos insumos. O consumidor está perdendo, o produtor e o supermercado também”, esclareceu José Guilherme Stegmann Azevedo, vice-presidente da  Cooperativa Agropecuária do Vale do Sapucaí (Coopervass).

    E esta cadeia em crise reflete na captação em todo Estado. Em março, a produção caiu 8% e para que não haja um abandono nas ordenhas, os produtores pedem incentivo ao setor. “Há uma preocupação que as autoridades devem ter e apresentar soluções para esta cadeia de leite. Do jeito que está vai ficar muito difícil o produtor ficar no leite”, acrescentou Azevedo.

    (Com informações de G1 Sul de Minas)

  • DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.807 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado (9), em São Domingos (SC).  Veja os números sorteados: 01 – 15 – 16 – 22 – 25 – 43

    Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio principal, agora acumulado há cinco concursos, pode chegar a R$ 50 milhões na quarta-feira (13).

    A quina teve 94 acertadores, que receberão, cada um, R$ 41.428,63. Na quadra, foram 7.609 os que acertaram quatro números – cada um receberá R$ 731,14. A últimas vez que alguma aposta teve as seis dezenas foi no concurso 1.800.

     A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 3,50 e pode ser feita até uma hora antes do sorteio, nas mais de 13 mil casas lotéricas do país. A chance de acertar a Mega é de uma em 50 milhões.

    (Com informações do Bol)

  • DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    Descontando o efeito da inflação, o resultado representa uma queda de R$ 180,03 (-7,5%) em relação a fevereiro do ano passado (R$ 2.407,53). Na comparação com janeiro (R$ 2.262,51), a queda foi de R$ 35,01 (-1,5%). Esses são números médios e podem variar.
     
    Os dados são da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) e foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A mesma pesquisa também indicou que o desemprego no país foi de 8,2% em fevereiro, o maior para o mês desde 2009.
    O salário médio dos brasileiros caiu nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016. A maior queda foi notada em Salvador, onde a renda média caiu para R$ 1.653,60 em fevereiro –R$ 236,45 a menos (-12,5%) que no ano anterior.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Salvador: de R$ 1.890,05 para R$ 1.653,60 (R$ 236,45 a menos, ou -12,5%);
    Recife: de R$ 1.839,43 para R$ 1.647,80 (R$ 191,63 a menos, ou -10,4%).
    Rio de Janeiro: de R$ 2.662,80 para R$ 2.434,90 (R$ 227,9 a menos, ou -8,6%);
    Belo Horizonte: de R$ 2.223,65 para R$ 2.073,40 (R$ 150,25 a menos, ou -6,8%);
    São Paulo: de R$ 2.486,99 para R$ 2.324,10 (R$ 162,89 a menos, ou -6,6%);
    Porto Alegre: de R$ 2.406,81 para R$ 2.278,80 (R$ 128,01 a menos, ou -5,3%);
     
    Construção tem maior queda
    A queda nos salários em um ano foi sentida pelos trabalhadores de todos os setores da economia analisados pela pesquisa. A maior perda percentual foi registrada pela construção: -12,8%. Em números absolutos, também foram os funcionários da construção que mais perderam dinheiro: R$ 289,50 a menos que em fevereiro de 2015.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Construção: de R$ 2.256,10 para R$ 1.966,60 (R$ 289,50 a menos, ou -12,8%);
    Comércio: de R$ 1.956,33 para R$ 1.768,80 (R$ 187,53 a menos, ou -9,6%);
    Indústria: de R$ 2.451,35 para R$ 2.236,40 (R$ 214,95 a menos, ou -8,8%);
    Outros serviços: de 2.100,67 para R$ 1.943,60 (R$ 157,07 a menos, ou -7,5%);
    Educação, saúde e administração pública: de R$ 3.349,20 para R$ 3.131,10 (R$ 218,10 a menos, ou -6,5%);
    Serviços prestados às empresas: de R$ 2.858,28 para R$ 2.716,80 (R$ 141,48 a menos, ou -4,9%);
    Serviços domésticos: de R$ 1.061,04 para R$ 1.014,90 (R$ 46,14 a menos, ou -4,3%).
     
    Empregados com carteira perderam R$ 141,12
     
    A maior perda percentual em um ano foi registrada entre os funcionários com carteira assinada: -6,4%. Eles também foram os que mais saíram perdendo em números absolutos.
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Empregados com carteira assinada: de R$ 2.196,52 para R$ 2.055,40 (R$ 141,12 a menos, ou -6,4%);
    Empregados sem carteira assinada: de R$ 1.722,69 para R$ 1.631,90 (R$ 90,79 a menos, ou -5,3%);
    Trabalhadores por conta própria: de R$ 2.061,73 para R$ 1.985,30 (R$ 76,43 a menos, ou -3,7).
    Militares e funcionários públicos: de R$ 4.029,71 para R$ 3.889,80 (R$ 139,91 a menos, ou -3,5%);
    Com informações do BOL
  • CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    A conta de luz dos brasileiros deve ficar cerca de 3% mais barata neste mês, com a mudança na cobrança extra. Em abril, deve cair ainda mais. Desde janeiro de 2015, as contas passaram a ter uma cobrança extra, chamada de bandeira vermelha, para compensar gastos mais altos para gerar energia. Nos últimos meses, essa bandeira foi mudando de cor.

    Até janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada R$ 100 kW/h consumidos;

    Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada R$ 100 kW/h;

    Agora em março, a bandeira muda para amarela e a taxa cai para R$ 1,50 a cada 100 kW/h;

    Em abril, entra em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixa de ser cobrada.

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    Pouca chuva, conta mais cara

    Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.

    Foi criada, então, a bandeira vermelha, essa cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia. Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.

    Mesmo assim, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.

    (Com informações do Bol)

  • ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    É o fim do sonho do primeiro automóvel da “classe média emergente”, a conhecida por “classe C”. Muitos têm sido obrigados a devolver aos bancos o carro financiado ou deixa-los parados. Além das prestações intermináveis, os compradores de carros na classe C já não suportam o custo do combustível. O governo reduziu o IPI para melhorar as vendas e agora sufoca o comprador com os preços da gasolina e do álcool.

    Para muitos economistas, o governo Dilma fez o Brasil regredir 13 anos: a produção de automóveis, em janeiro de 2016, foi igual a de janeiro de 2003.

    “O objetivo do governo petista não era viabilizar carro novo para a nova classe C, mas ajudar a indústria automobilística a aquecer as vendas”, diz o jornalista Cláudio Humberto.

    Do final do governo Lula à era Dilma, as montadoras de automóveis foram beneficiadas por 22 medidas, sobretudo de renúncia fiscal.

  • EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    Cheques sem fundos atingem recorde para meses de janeiro em todo Brasil, mostra Serasa.

    A proporção de cheques devolvidos por falta de fundos no país, em janeiro, atingiu 2,41%, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Essa foi a maior taxa já registrada para esse mês, nos últimos 24 anos.

    A série histórica começou em 1991 e, até agora, o índice mais elevado em janeiro havia sido registrado 2,29%, em 2009. Em igual período do ano passado, a devolução atingiu 2,06% do total de emissões e, em dezembro, a taxa ficou em 2,42%. Na análise dos economistas da Serasa Experian, esse resultado “é consequência direta do aprofundamento da recessão econômica, do aumento do desemprego e da queda do poder de compra da população”.

    Em Três Pontas, a economia sofreu retração forte nos primeiros dois meses de 2016, que só foi amenizada pela cafeicultura, que continua tendo papel vital. O Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, falou ao Conexão sobre as dificuldades de janeiro e fevereiro e o que vem por aí a partir de março.

    “A inadimplência cresceu no Brasil. Até novembro tínhamos uma situação confortável aqui em Três Pontas por causa do dinheiro do café. De dezembro para cá, com as vendas de natal menores, houve retração da economia, crescentes demissões em janeiro e fevereiro, fazendo que que a inadimplência crescesse. Percentuais, números de demissões, da inadimplência só em abril, por causa do levantamento do primeiro trimestre de 2016”, disse o líder do setor comercial.

    Para Michel, cheques sem fundo não tem crescido substancialmente em Três Pontas porque o cartão de credito vem tomando espaço, sendo cada vez mais utilizado. A inadimplência no cartão é maior do que a crescente devolução dos cheques.

    Perguntado sobre as perspectivas para o ano de 2016, a partir do m~es de março, o Presidente da Acai-TP comentou:

    “Vai ser um mês de março bem retraído. Existem compras a serem pagas. A colheita vai começar mais cedo e vai dar um folego, um alivio na economia local. Sem contar que os preços do café estão mais elevados, em torno de 450 ou 500 reais a saca.  No ano passado o café já ajudou muito e foi um quadro favorável. Sobre a questão de emprego, houve muita procura no balcão de empregos da Associação Comercial em em todos os segmentos. Setores de prestação de serviço, comércio, indústria e agronegócios foram demissionários de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016”.

    Foto Arquivo Xtp

    Sobre a geração de empregos no Município, Michel Renan disse que o empregador está mais seletivo, exige mais pré requisitos para contratar. “Há uma enorme rotatividade nas empresas e quem mudou muito de emprego nos últimos 2 ou 3 anos acaba não sendo contratado, porque o empregador entende que é caro especializar alguém e depois ter que repetir isso com outro trabalhador por conta da rotatividade. É o maior impeditivo hoje em dia. O empregador que percebe que o empregado não permanece muito tempo no trabalho, não contrata e assim o trabalhador terá dificuldade para arrumar vaga”, concluiu.

    Por outro lado, para a Acai-TP, a mão de obra de Três Pontas melhorou muito em relação a anos anteriores, o que pode representar uma maior facilidade na entrada ou volta ao mercado de trabalho.

  • PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar o relógio em uma hora.

    O horário de verão acaba no dia 21 de fevereiro de 2016. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que atrasar os relógios em uma hora.

    O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

    Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

    Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.

    “A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo”, informou o Ministério de Minas e Energia em outubro de 2015.

    Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.

     

    (Com informações do G1 Economia)

  • CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    O carnaval é uma das maiores festas populares do Brasil e em Três Pontas não é diferente. Historicamente a festa do Rei Momo sempre atraiu visitantes de toda região, devido ao luxo, glamour, beleza e alegria. Tanto nos desfiles das escolas de samba quanto nos bailes de salão, Três Pontas era invadida por uma multidão de foliões, gente que vinha até de outros estados.

    Mas de um tempo para cá, com a crise financeira e as grandes festas carnavalescas em cidades vizinhas, o carnaval de Três Pontas parece ter perdido um, pouco do brilho. Soma-se a isso a morte dos carnavalescos Jaime Abreu e Haroldo de Souza Júnior.

    Mas ainda há muitos que querem curtir o carnaval em Três Pontas. Com o fechamento do Clube Trespontano o que resta realmente é a folia de rua. O arrocho financeiro é uma sombra para esses planos. Por enquanto a chamada festa profana está garantida. Mas o prefeito Paulo Luís Rabello fez um alerta em entrevista concedida ao Conexão Três Pontas:

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    “Pretendo que tenha o carnaval. Até o dia 30 de janeiro estou mantendo o carnaval. Não sei se conseguirei manter no dia 1º de fevereiro em diante. Tudo dependerá da situação do caixa da Prefeitura. Eu pretendo sim realizar o carnaval e por enquanto ele está de pé”, ressaltou.

    Muitos trespontanos já compraram passagens, reservaram hotéis e programas em outras cidades. Comerciantes locais também contam com a realização e êxito da festa para aproveitar pra ganhar um dinheiro extra.

    Carnaval de 2014 em Três Pontas.

    Os blocos caricatos conseguiram através da Câmara Municipal a aprovação e um projeto do executivo para receberem uma ajuda de custo para os desfiles.

    Pelo que se vê, apesar da crise, do marasmo e de um certo pessimismo, tudo parece caminhar com tranquilidade para um carnaval simples, porém de muita alegria, afinal de contas o ser humano precisa de pão e circo e o show não pode parar, independente de quem seja a banda…

  • VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    Quase 900 empresas foram autuadas pelos Procons, na operação Volta às Aulas, em várias cidades brasileiras. Foram fiscalizados, ao todo, cerca de 3.330 estabelecimentos que vendem material escolar. O objetivo da ação foi evitar práticas que possam prejudicar o consumidor.

    A maior parte das irregularidades encontradas estava relacionada à forma como os preços eram informados ao cliente. Algumas lojas, por exemplo, indicam apenas o valor das parcelas, no caso das vendas a prazo. Ou seja, sem informar a taxa de juros e o valor total da compra.

    Teve loja que indicava o preço apenas por código de barras, outras que não tinham os produtos anunciados em folhetos e até casos em que as mercadorias estavam sem preço. A fiscalização ainda encontrou vários itens com a validade vencida e todas as empresas autuadas podem ser multadas.

    Fique atento ao comprar seu material escolar em Três Pontas. Conheça e exija seus direitos. E a pesquisa de preço é sempre fundamental.

  • ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Cor vermelha passa a ter 2 patamares: R$ 3 e R$ 4,50 para cada 100 kWh.

    A decisão deve levar a um barateamento das contas de luz a partir de 1º de fevereiro. Isso porque o valor da tarifa extra a ser paga pelos consumidores (bandeira vermelha) deve cair dos atuais R$ 4,50 para R$ 3,00 a cada 100 killowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

    O que muda?
    A Aneel decidiu nesta terça que, a partir de fevereiro, a bandeira vermelha passará a ser dividida em dois patamares: um mais barato, com cobrança extra de R$ 3,00 para cada 100 kWh, e outro mais caro, que mantém o valor de R$ 4,50 por 100 kWh consumidos.

    O sistema hoje tem três patamares, representados pelas bandeiras verde, amarela e vermelha.

    Na verde, não há custo adicional e, portanto, os consumidores não pagam nada a mais.

    A amarela significa que houve algum aumento no custo para gerar energia e, a vermelha, que esse custo de produção está muito alto.

    Na decisão desta terça, a Aneel também decidiu reduzir, em 40%, o valor da tarifa adicional da bandeira amarela: de R$ 2,50 para R$ 1,50.

    Por que a cobrança deverá cair em fevereiro?
    O que define quando uma ou outra entra em vigor é o custo da energia produzida pelas termelétricas (usinas movidas a combustível) em operação no país. O patamar mais caro da bandeira vermelha (R$ 4,50) será aplicado se esse custo for igual ou superior a R$ 610 para cada megawatt-hora (MWh) produzido.

    De acordo com o relator do processo na Aneel, diretor André Pepitone, hoje a termelétrica mais cara em operação tem custo de R$ 600 para cada MWh produzido. Se essa situação continuar assim, a partir de fevereiro a taxa extra a ser aplicada nas contas de luz dos brasileiros será a do primeiro patamar da bandeira vermelha, ou seja, R$ 3 para cada 100 kWh.

    Como hoje estão sendo cobrados R$ 4,50, haveria uma redução de 33% desconto do custo extra representado pelo acionamento da bandeira vermelha máxima nas tarifas de energia.

    A definição da bandeira que vigorará em fevereiro no país deverá ser anunciada oficialmente pela Aneel nos próximos dias.

    Bandeira amarela
    Pela nova regra definida pela Aneel, a bandeira amarela entrará em vigor caso as termelétricas em operação no país tenham custo de produção entre R$ 211,28 e R$ 422,56 para cada megawatt-hora.

    A bandeira amarela ainda não vigorou no país desde o início do regime de bandeiras.

    Se continuar chovendo forte – e nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do país continuar a subir -, existe a possibilidade que a bandeira das contas de luz fique amarela ainda neste ano.

    Chuvas e termelétricas
    Pepitone disse que as alterações no sistema de bandeiras se devem à melhora no cenário do setor elétrico brasileiro, principalmente devido ao aumento das chuvas nos últimos meses e que vem garantindo a recuperação dos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

    Entre 2012 e meados de 2015, a falta de chuvas levou a uma forte redução no armazenamento dessas represas. E, para poupar água das hidrelétricas, todas as termelétricas disponíveis passaram a gerar energia.

    As termelétricas, porém, produzem energia mais cara, pois funcionam por meio da queima de combustíveis como óleo, gás e biomassa.

    Sistema de bandeiras
    Em janeiro de 2015, entrou em vigor o sistema de bandeiras. Além de sinalizar ao consumidor qual o custo de produção da energia, ele permite a cobrança automática de recursos para cobrir o aumento desses custos, por meio de um adicional na tarifa.

    Desde então, sempre vigorou a bandeira vermelha. A partir de janeiro de 2015, ela gerou uma cobrança extra de R$ 3. Mas logo em março a Aneel reajustou o valor para R$ 5,50, devido ao aumento dos custos no setor elétrico.

    Em agosto, a bandeira vermelha caiu para R$ 4,50, já refletindo a melhora das chuvas e da situação nos reservatórios das hidrelétricas. É esse valor que vigora atualmente.

     (Com informações do G1 Sul de Minas)