Categoria: Economia

  • SEU DINHEIRO: Saque do PIS/Pasep termina amanhã, dia 31

    SEU DINHEIRO: Saque do PIS/Pasep termina amanhã, dia 31

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    Os trabalhadores e servidores públicos que ainda não sacaram o abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2014 têm somente até amanhã para retirar os R$ 880 na Caixa Econômica e no Banco do Brasil.

    “O prazo já foi estendido de 30 de junho para 31 de agosto e não será prorrogado novamente”, alerta o coordenador-geral de Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Identificação Profissional do Ministério do Trabalho, Márcio Borges. Se não for sacado, o recurso será devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    Segundo o governo foram pagos mais de R$ 18 bilhões a 22,2 milhões de trabalhadores desde o início do calendário do ano-base 2014, número equivalente a 94,45% do total de beneficiários.

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    Quem ainda está em dúvida se tem direito ou não ao abono pode consultar no site www.abonosalarial.mte.gov.br. Basta informar o número do CPF ou do PIS/Pasep, a data de nascimento e o código de segurança gerado pelo próprio sistema.

    Além isso, a pasta publicou no último dia 26 listagem com nomes dos mais de 904 mil beneficiários pendentes (no Rio são 94.672, segundo estado com o maior número). Basta acessar o site www.mte.gov.br, clicar no banner “Abono Salarial” e pesquisar. Os nomes estão organizados por estado, cidades e em ordem alfabética.

    O abono equivalente a um salário mínimo, e também pode ser retirado em casas lotéricas, no caso dos trabalhadores da iniciativa privada.  “Sugiro aos trabalhadores que verifiquem em sua carteira de trabalho se eles têm direito ao abono e, se tiverem dúvidas, procurarem os canais de comunicação sobre o abono salarial do Ministério do Trabalho para se informarem”, aconselha Borges.

    Uma opção é o Alô Trabalho, no telefone 158, que é um canal gratuito. O trabalhador pode procurar a Caixa e fornecer informações sobre o PIS pelo 0800-726 02 07. No caso do Pasep, a ligação deve ser para o BB no 0800-729 00 01.

    O abono é concedido a quem exerceu atividade remunerada por pelo menos 30 dias em 2014 e tenha recebido até dois salários mínimos mensais naquele período. É preciso estar cadastrado no programa PIS/Pasep há, no mínimo, cinco anos e ter tido dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

    Abono já está sendo pago

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    O abono salarial referente ao ano-base 2015 também está liberado para consulta. A estimativa do Ministério do Trabalho é que sejam destinados R$ 14,8 bilhões para pagar os R$880 no calendário de 2016/2017.

    Quem nasceu de julho a dezembro recebe o benefício neste ano e entre janeiro a junho, no primeiro trimestre de 2017. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do beneficiário até 30 de junho de 2017, prazo final para o saque. Os benefícios pagos no ano que vem poderão sairão com o valor do salário mínimo divulgado em janeiro.

    Este ano entraram em vigor novas regras aprovadas pelo Congresso para o pagamento do abono. As determinações associam o valor do benefício ao número de meses trabalhados no exercício anterior, ou seja, quem trabalhou um mês no ano-base 2015 receberá 1/12 do salário mínimo, e não mais 100% como determinava a regra vigente até junho.

    Para ver se seu nome está na lista dos trabalhadores que têm direito ao abono, basta acessar o site do www.mte.gov.br, clicar no banner “Abono Salarial” e pesquisar. Outra forma de verificação está disponível em http://abonosalarial.mte.gov.br/.

    (Fonte O Dia)

  • MAIS CARO: Leite supera feijão e se firma como um dos vilões do aumento do custo de vida do brasileiro

    MAIS CARO: Leite supera feijão e se firma como um dos vilões do aumento do custo de vida do brasileiro

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    O leite superou o feijão e se tornou o principal responsável pelo aumento do custo de vida do brasileiro.

    A alta no preço da bebida passou de sete por cento, na primeira medição de agosto do Índice Geral de Preços Mercado, o IGP-M, apurado pela Fundação Getúlio Vargas.

    O aumento é consequência do que acontece no campo.

    Primeiro porque, no inverno, os pastos ficam secos e os criadores precisam gastar mais dinheiro com alimentação para o gado. Segundo porque o preço do milho, principal produto da ração, está nas alturas.

    Além do leite, também passaram a pesar mais no bolso do brasileiro os perfumes, o plano de saúde e as refeições fora de casa.

    Por outro lado, alimentos como batata, tomate e cebola ficaram mais baratos.

    No geral, porém, o IGP-M não registrou variação, na primeira medição de agosto.

    Além dos preços cobrados diretamente dos consumidores, a FGV leva em conta o custo da construção civil, que cresceu 0,1 por cento. E ainda os custos dos produtores, que, na média, estão menores.

  • PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

    PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

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    No último domingo dia 17 de julho, uma mudança brusca de temperatura acabou ocasionando prejuízos para alguns produtores de café em Três Pontas e também em Santana da Vargem. O empresário Antônio Lúcio, proprietário da Terra Café, produtor há 15 anos, sofreu severas perdas e falou ao Conexão.

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    “Os prejuízos que tive foram na fazenda Trocadeiro e Fazenda Ponte Alta em Santana da Vargem. A Fazenda Trocadeiro possui uma área de lavoura de quatro anos, lavouras novas, com aproximadamente noventa hectares. A geada foi verificada na madrugada de domingo pra segunda, onde eu recebi fotos de termômetro às seis horas da manhã onde a temperatura estava zero grau. E constatando que o café já estava com gelo nas folhas, onde a geada foi formada”, comentou.

    Sobre o tamanho do prejuízo causado pela geada, Antônio Lúcio emendou:

    “O meu prejuízo nesta propriedade, avaliado com Gps, que a geada atingiu, queimou o café em torno de trinta e três por cento, o que significa trinta hectares. Só o que a gente vê, estes cafés que não vão produzir café o ano que vem, a lavoura terá que se recuperar durante dois anos, para produzir café apenas em 2018. Apenas parte da lavoura que é um pouco mais alto não queimou. A própria friagem, prejudica traz um desequilíbrio fisiológico, e planta também reduz drasticamente a produção. Então não é só a planta afetada pela geada, mas sim os talhões que foram afetados pelo excesso de frio. Também vai haver uma queda na produção muito grande. Então as pessoas olham e falam na minha propriedade queimou cinco, dez por cento, mas o prejuízo é sempre o dobro disso”, ressaltou.

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    O prejuízo de Antônio Lúcio é em torno de duas mil e quinhentas sacas de café. “Consideramos uma geada mais severa na Fazenda Trocadeiro, já na Fazenda Ponte Alta uma área menor, mas também com severidade, eram áreas novas, lavouras novas, brotas, então vai deixar de produzir em torno de duas mil e quinhentas sacas para o próximo ano. É um prejuízo muito grande. Sou um produtor recente, faz quinze anos que sou produtor, mas tá muito difícil trabalhar com a cafeicultura, porque em 2013 nos tivemos uma boa safra, mas os preços estavam abaixo de R$250,00 reais, e em 2014 tivemos uma seca e com isso teve uma má formação, a baixa “granação” dos grãos. Já em 2015 a safra foi prejudicada pela seca de 2014, onde não teve a florada adequada. Quando chegou 2015 para 2016, tivemos uma boa condição de chuva só que chegou o excesso de chuva fora de hora. Chegou junho choveu e o café foi todo pro chão. Então trinta a quarenta por cento da safra ficou no chão. Este café é difícil de recolher, fica caro e temos que vender a preços baixos, desvalorizado. Agora pra 2017 a safra já está prejudicada por causa da geada e o excesso de frio”, concluiu.

    Também conversamos com o especialista Eduardo Chaves sobre o tema:

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    “A geada é condição climática, de tempos em tempos, segundo as estatísticas em torno de dez em dez anos acontece uma geada forte na região. Isto é climático, a única prevenção que o produtor pode ter em relação a geada é não plantar o café em lugares baixos, porque são lugares passíveis de acontecer a geada. No entanto não tem muito o que se fazer. O que aconteceu com a geada desta semana, ela visualmente parecia não ser de grande porte e também as lavouras estavam num estado vegetativo bom, por causa das chuvas, estavam com folhas novas, então pegam uma queda de temperatura muito grande. De domingo pra segunda a gente não consegue avaliar os reais prejuízos, visualmente não foi um prejuízo muito grande, mas isto pode interferir nos pontos de crescimento pra próxima safra. É isto que está sendo avaliado agora. Então o prejuízo desta geada vai ser refletido na próxima safra porque a geada queima as folhas. Nesta colheita deste ano não interfere porque os grãos já estão sendo colhidos, os grãos já estão prontos”, explicou.

  • CAFEICULTURA: Cocatrel realiza sua Primeira Feira de Negócios em Setembro

    CAFEICULTURA: Cocatrel realiza sua Primeira Feira de Negócios em Setembro

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    A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e maquinários agrícolas. ​

    A Feira acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro de 2016, das 8h às 17h e no dia 7 de setembro das 8h às 12h.

    Será realizada no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745 , em Três Pontas, com Entrada gratuita.

    Em seu site oficial, a Cocatrel diz que irá viabilizar condições especiais de compra para os produtores e garantir aos expositores acesso rápido aos compradores além da segurança de negociação direta com a cooperativa.​

    Mapa do evento
    Mapa do evento

    “A Feira de Negócios Cocatrel proporcionará diversidade de produtos/marcas e a oportunidade de fechar negócios com excelentes condições. Os visitantes poderão efetuar compras à vista com descontos especiais, por meio de barter (troca de café) e financiamentos”, diz a página.​

    Atividades:

    – Exposição e venda de produtos, insumos e equipamentos

    – Barter (troca por café)

    – Descontos especiais para compras à vista

    – Condições diferenciadas de financiamentos

    – Abertura de linha de crédito aos cooperados

    – Degustação de cafés especiais e salas de cupping

  • FIQUE ATENTO: Cerca de 1,38 milhão de pessoas têm 3 dias para sacar abono salarial

    FIQUE ATENTO: Cerca de 1,38 milhão de pessoas têm 3 dias para sacar abono salarial

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    Informação foi divulgada nesta segunda pelo Ministério do Trabalho. Prazo para sacar PIS/Pasep termina no dia 30 de junho, diz governo.

    Cerca de 1,38 milhão de trabalhadores que ainda não sacaram o abono salarial do PIS/Pasep têm até esta quinta-feira (30) pra buscar o benefício, alertou nesta segunda (27) o Ministério do Trabalho. Segundo o último balanço do governo, feito na sexta-feira, foram pagos R$ 18,4 bilhões para mais de 22,2 milhões de trabalhadores, 94,14% do total.

    Para ter direito ao abono salarial de 2015, o trabalhador precisa:
    – estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
    – ter recebido remuneração mensal média de até 2 salários mínimos em 2014;
    – ter exercido trabalho remunerado por pelo menos 30 dias em 2014
    – ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais

    Como sacar o PIS/Pasep
    – Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta. Caso contrário, deve comparecer com o Cartão do Cidadão e senha cadastrada nos terminais de autoatendimento da Caixa ou em uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, o beneficiado pode receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de um documento de identificação.

    – Já os participantes do Pasep (Banco do Brasil), após verificar se houve depósito na conta, devem procurar uma agência e apresentar um documento de identificação.

    – As informações sobre o direito ao saque também podem ser obtidas pela Central de Atendimento Alô Trabalho – 158; pelo 0800-7260207, da Caixa; e pelo 0800-7290001, do Banco do Brasil.

    O valor equivale a um salário mínimo vigente na data de pagamento, atualmente em R$ 880. Os recursos que não forem sacados retornam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    PIS e Pasep

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    O governo lembrou que o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) são contribuições sociais de natureza tributária, devidas pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do Seguro-Desemprego e Abono Salarial.

    De acordo com o Ministério do Trabalho, o PIS é destinado aos funcionários de empresas privadas regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o Pasep é devido aos servidores públicos.

    Segundo os números oficiais, em todo o Brasil foram identificados 23,6 milhões de trabalhadores com direito a receber o abono salarial de 2015.

    (Fonte G1)

  • NÃO AGRADOU? Expocafé teve organização ou desorganização?

    NÃO AGRADOU? Expocafé teve organização ou desorganização?

    Maior evento nacional do agronegócio café, a Expocafé 2016 foi aberta à visitação nesta quarta-feira, 8 de junho. O evento que aconteceu no Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas reuniu 155 empresas de diversos segmentos da cadeia produtiva: máquinas, insumos, implementos agrícolas, software, irrigação, importadora, linhas de financiamento, seguros, terraplanagem, treinamento e cosméticos. Mas a sua 19ª edição esteve longe de agradar a todos. Muitos comerciantes discordaram da organização, empresas que todos os anos participavam acabaram ficando de fora. Para uns, o que antes era exemplo de organização, este ano deixou a desejar. E sobre isso empresários e representantes de empresas que sempre tiveram participação na Expocafé se reuniram na Associação Comercial para demonstrar a imprensa a sua insatisfação.

    Inicialmente a UFLA (Universidade Federal de Lavras) era quem organizava a Expocafé. Depois houve a adesão da Cocatrel e Epamig. Mas por algumas divergências, a Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do Brasil, saiu da organização e ficou apenas com seu estande. E coube apenas a Epamig cuidar de toda estrutura.

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    Adalindio, diretor da empresa TDI, também questionou a organização da Expocafé deste ano.

    Para o diretor comercial da empresa Nova Era, Sávio Martins da Costa Garcia, há sim uma grande insatisfação com relação a forma como a Expocafé foi organizada esse ano. “Nós participamos enquanto Clube da Casa da Expocafé desde 2011. E a gente tem sentido uma enorme dificuldade para estarmos continuando a participar da feira, devido a sua falta de estrutura. Falta organização e a gente nem sabe a quem recorrer porque cada hora a feira está nas mãos de uma instituição. Vários parceiros, várias empresas deixaram de participar justamente por essa falta de estrutura”, comentou.

    Em razão dessas reclamações, alguns empresários procuraram o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, para que ele levasse até a organização da Expocafé, da qual ele faz parte de um conselho, as reclamações das empresas que estão ficando de fora.

    “A Expocafé é muito importante pra cidade, pro comércio e pra população de uma forma geral”, concluiu.

    Michel Renan ouviu as reclamações e também falou sobre o tema:

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    “A Expocafé é a maior feira comercial do Município. A Festa do Padre Victor não é comercial. E assim a Expocafé tem uma grande importância. E hoje em dia, devido a crise, nenhum município e especificamente Três Pontas não está em condição de perder nada, muito pelo contrário, precisa ganhar. E essa descontinuidade de critérios da organização da Expocafé, onde cada ano é feita de uma maneira diferente, tem trazido prejuízos enormes para a feira. Muitos empresários deixaram de ser expositores devido a falta de planejamento dos organizadores.

    A feira precisa mudar os seus critérios em relação a sua administração. Precisa ter um caráter comercial. O intuito principal da feira é a parte econômica e se o expositor que, supostamente, paga caro pra estar ali, não tiver retorno financeiro e não desfrutar de bom atendimento, conforto e sentir uma boa organização ele não voltará. Esses critérios da Expocafé não podem ser colocados de forma forçada. Deveriam escutar a Cocatrel e saber porque ela ficou de fora. O mesmo com a Prefeitura Municipal. E já deveriam planejar desde agora tudo para o ano que vem”, pontuou o presidente da Acai-TP.

    Conforme Michel Renan muitas reuniões da comissão gestora da Expocafé estavam sendo marcadas em cima da hora, sem qualquer critério e deixando assim muita gente de fora, gerando grande descontentamento.

    Há a possibilidade de que a Cocatrel faça sua feira em setembro. A dúvida é se duas feiras acabariam trazendo benefícios ou prejuízos. Dividir  ao invés de somar. O fato, segundo os participantes dessa reunião, é que algo urgente precisa ser feito na Expocafé para evitar um mal maior, não somente em relação a sua retração, mas até no fim de suas edições nos próximos anos.

  • AGRONEGÓCIO: Expocafé deve movimentar 200 milhões de reais

    AGRONEGÓCIO: Expocafé deve movimentar 200 milhões de reais

    Maior evento do agronegócio café no Brasil acontece de 8 a 10 de junho, em Três Pontas

    Começa na próxima semana a 19ª edição da EXPOCAFÉ entre 8 e 10 de junho, no Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas. O evento, considerado a maior exposição nacional de máquinas para o agronegócio café, vai reunir cerca de 150 empresas que irão apresentar tecnologias e equipamentos como secadores, tratores, roçadeiras, adubadeiras, plantadeiras, podadeiras, derriçadeiras, além de softwares e serviços para o setor. Serão 204 estandes em 12 mil m2 de feira.

    Além da exposição de máquinas, a programação contará com dinâmicas de campo, minicursos, workshop, dentre outras ações de transferência tecnológica promovidas por EPAMIG e parceiros. Durante as dinâmicas, os participantes poderão conhecer na prática o funcionamento de equipamentos instalados nas lavouras de café do Campo Experimental.

    Nos minicursos, painel e workshop, pesquisadores e demais especialistas apresentarão resultados de estudos na região, qualidade e produtividade de cultivares de café, manejo e nutrição do cafeeiro e qualidade do grão e da bebida. Além disso, serão realizadas degustações comentadas de azeite e de vinho.

    A entrada na EXPOCAFÉ e a participação nos minicursos e dinâmicas de máquinas são gratuitas. A exposição ficará aberta ao público de 8 a 10 de junho, de 8h às 18 horas. A EXPOCAFÉ 2016 deve movimentar mais de R$ 200 milhões de reais em negócios gerados e prospectados e a expectativa de público é de cerca de 20 mil visitantes.

    Café de qualidade

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    Durante a Dinâmica de campo, os participantes irão conhecer cultivares de café desenvolvidas pela EPAMIG, como a Aranãs e a Paraíso, além de quatro novos materiais que estão em fase de registro. Três deles têm resistência à ferrugem, principal doença da cafeicultura, e um se destacou por ter o grão maior. De acordo com o pesquisador da EPAMIG Gladyston Carvalho a introdução de cultivares resistentes à ferrugem, praga, doença e nematoide e com potencial para cafés finos traz tranquilidade ao cafeicultor e garantia de sustentabilidade ao negócio. “Detectamos que as cultivares desenvolvidas pela EPAMIG têm potencial de bebida maior que as tradicionais. Portanto, a pesquisa tem buscado mudança no padrão de bebida, agregando valor à venda do café”, explica.

    Nas regiões Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Chapada de Minas, bebidas das cultivares de café Catiguá 2, Aranãs, Paraíso 1 e 2 têm obtido pontuação acima de 80 pontos na escala da Sociedade Norte-Americana de Cafés Especiais (SCAA). É o caso do grão cultivado na Fazenda Pântano em Patos de Minas, que venceu por dois anos consecutivos Concurso Estadual de Café, com a bebida da Paraíso 2, que recebeu na prova de xícara nota de 87,79 pontos. “Fomos procurados por uma grande empresa que comercializa café expresso e cápsulas que viu um diferencial na bebida produzida pela Paraíso 2, em nossa propriedade em Patos de Minas”, comemora o cafeicultor Wagner Ferrero que produz café nas Regiões Mogiana e  Cerrado Mineiro.

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    A Penagos estará na Expocafé com seu estande na edição 2016.

    Empreendedorismo

    Além de máquinas e insumos para a cafeicultura, os participantes terão a oportunidade de conhecer cosméticos à base de café produzidos pela Kapeh, empresa que nasceu no município de Três Pontas, há quase 10 anos, e que vai apresentar um mix com mais de 100 itens na feira. Os produtos são diversificados nas linhas corporal, capilar, teen, masculina e ambiente, além de kits e acessórios.

    Na cidade que sedia a maior feira nacional do café, também são atrativos, na cafeteria Vimi, cafés finos e diversos métodos de preparo de café. O empreendimento, recentemente inaugurado, é resultado da vontade do casal Luciano Vitor de Faria e Lidiane Maria Faria de surpreender o consumidor, amante da bebida, com café de alta qualidade, pontuação acima de 84 pontos na escala SCAA, produzido na região.  “Tínhamos como sonho um local que oferecesse cafés de qualidade ao consumidor e que despertasse no cafeicultor um olhar diferenciado para produção de lotes de cafés especiais, que para eles pode refletir em valores 60% a mais por saca do que se paga hoje pelo café de commodity”, conta.

    Fonte: Assessoria de Comunicação da EPAMIG

    Conexão EXPOCAFÉ

  • CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    As empresas Geagro e Syngenta, especializadas no ramo do café, realizaram recentemente importantes palestras para produtores e aficionados do setor. O evento aconteceu no Restaurante Charneca e o Conexão acompanhou tudo e conversou com o empresário Eduardo Chaves, um dos grandes conhecedores desse mercado, fundamental para a economia trespontana:

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    “O evento foi planejado pela Geagro e pela Syngenta, estamos iniciando uma safra que acredito que possa ser recorde na nossa região, é difícil um ano igual a esse, que estamos tendo preços remuneradores e safra grande. Então a Geagro preocupada em orientar seus clientes, seus cafeicultores em aproveitar essa safra, que vai ser uma safra de qualidade muito boa, trouxemos dois grandes especialistas. Então o objetivo é trazer informação para a região, para ajudar os cafeicultores a tomar as decisões e aproveitar o máximo dessa safra que está sendo colhida. Então é um momento de comemorar e de aproveitar a oportunidade. O Brasil está passando por grandes dificuldades, mas a cafeicultura pode ter um grande ano, de ouro”, explicou Eduardo.

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    Ainda conforme o especialista em café, o foco agora é trazer informação, ajudar o cafeicultor a tomar decisão para que ele potencialize o ganho nessa safra.

    O evento foi destinado a produtores que estão neste momento colhendo e iniciando a safra. “São os cafeicultores da nossa região, gente de todas as regiões em volta de Três Pontas, proprietários, administradores, técnicos, agrônomos que estão aqui aproveitando essa troca de experiência e levando isso a partir de amanhã, para que as ações sejam o mais rápido possível”, pontuou.

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    Sobre a mudança do comando da Nação, a forma como isso repercute na cafeicultura, Eduardo Chaves comentou:

    “Estamos iniciando uma safra, e dependemos do governo, a gente depende da política agrícola em que a própria Dilma e a Katia Abreu anunciaram, mas precisamos ver se esse dinheiro irá chegar no banco para fazer a nova safra, por outro lado o café é vendido em dólar, trás dólar pro Brasil. O Brasil precisa de dólar agora, então temos que tomar muito cuidado e ter uma atenção muito grande com o café que é uma fonte de dólar para o país. O cafeicultor tem um papel importante nas soluções dos problemas do Brasil, trazendo dólar, trazendo dinheiro, trazendo investimento.

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    Sobre a cafeicultura, estamos hoje lançando uma campanha de vendas onde vamos trocar todos os insumos por café. A gente acredita que em um mercado de incertezas, melhor é o produtor fazer suas compras trocando por café. Ele sabe produzir, ele sempre produziu e garante os investimentos na próxima safra e se protege de possíveis inflações e algumas dificuldades. Então hoje o porto seguro para nós é o café, e por isso vamos trocar nossos produtos todos em café. A Penagus está em Três Pontas, já opera forte em Três Pontas, estamos gerando grandes investimentos, temos três grandes fornecedores, que são empresas de Três Pontas e vão ter oportunidade de crescer junto com a Geagro e com a Penagus. Então a gente está para trazer emprego, investimento e tecnologia para Três Pontas, a nossa cidade natal, o berço da cafeicultura, e a Penagus não poderia escolher melhor cidade para começar a sequência no Brasil, então é uma realidade sim hoje”, relatou Chaves.

    Organizadores e colaboradores do importante evento em prol da cafeicultura.

    Sobre a Expocafé, maior feira do agronegócio café no Brasil, Eduardo Chaves também falou:

    “A Expocafé é o principal evento do café e além disso é na nossa cidade natal. Já estamos num processo intenso de trabalho em cima da Expocafé e em eventos preparatórios para que as pessoas aproveitem toda tecnologia embarcada na Expocafé e a partir das próximas semanas teremos vários eventos, palestras, workshops qualificando e preparando tanto nossas equipes e com os nossos clientes para aproveitar ao máximo a feira. Marquem nas suas agendas, o maior evento da cafeicultura vai acontecer em breve em Três Pontas, e precisamos aproveitar toda essa equipe que vai estar a disposição da nossa região”, concluiu.

  • INFLAÇÃO: Preço do leite fica 17% mais caro para o consumidor final no Sul de Minas

    INFLAÇÃO: Preço do leite fica 17% mais caro para o consumidor final no Sul de Minas

    Custo de insumos aumentou e já reflete no preço do produto nas prateleiras. Segundo produtores de leite, captação caiu em torno de 8% no estado.

    Os custos com insumos e alimentação do gado já refletem no preço do leite, que no Sul de Minas está 17% mais caro para o consumidor final. Com isso, muitos produtores estão abandonando o ramo e somente neste mês a captação de leite em Minas Gerais caiu 8%.

    Para o vice-presidente regional da Associação Mineira de Supermercados, o aumento do preço do leite afeta diretamente no consumo. “O cliente não está abrindo mão de ter o leite em casa e está excluindo itens mais supérfluos da sua lista para ter o leite em casa”, explicou Fernando Henrique Maglioni .

    Contudo, se o leite está chegando mais caro nas prateleiras, a explicação está no campo. Isso significa que o custo da produção aumentou cerca de 30%. A causa está na mistura que leva milho e soja e serve de alimento às vacas, que está 50% mais cara do que em 2015.

    Além disso, durante o período de estiagem, o produtor gasta mais com a alimentação do gado. Uma propriedade na região adotou o sistema de confinamento há 2 anos. Nela, o trato é fundamental para manter a produção de 5,2 mil litros por dia, no entanto, está difícil equilibrar as contas.

    “Está muito caro produzir o leite. Eu ganho R$ 1,20 pelo livro, mas o preço de custo é o mesmo. Está praticamente empatando o sistema. O que segura as pontas é que parte do leite é processado no laticínio da propriedade e aí conseguimos agregar algum valor”, disse Flávio Ribeiro de Castro.

    Porém, o alto custo da produção está desanimando os produtores. Tem muitos que decidiram abandonar a atividade. Uma cooperativa na região já registra uma queda de 30% na captação de leite nos últimos dois anos.

    “O produtor não está aguentando produzir leite e está indo para o gado de corte. Com essa situação, faltou leite no mercado e as firmas pagaram mais, mas o produtor diminuiu mais em função do aumento nos insumos. O consumidor está perdendo, o produtor e o supermercado também”, esclareceu José Guilherme Stegmann Azevedo, vice-presidente da  Cooperativa Agropecuária do Vale do Sapucaí (Coopervass).

    E esta cadeia em crise reflete na captação em todo Estado. Em março, a produção caiu 8% e para que não haja um abandono nas ordenhas, os produtores pedem incentivo ao setor. “Há uma preocupação que as autoridades devem ter e apresentar soluções para esta cadeia de leite. Do jeito que está vai ficar muito difícil o produtor ficar no leite”, acrescentou Azevedo.

    (Com informações de G1 Sul de Minas)

  • DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.807 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado (9), em São Domingos (SC).  Veja os números sorteados: 01 – 15 – 16 – 22 – 25 – 43

    Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio principal, agora acumulado há cinco concursos, pode chegar a R$ 50 milhões na quarta-feira (13).

    A quina teve 94 acertadores, que receberão, cada um, R$ 41.428,63. Na quadra, foram 7.609 os que acertaram quatro números – cada um receberá R$ 731,14. A últimas vez que alguma aposta teve as seis dezenas foi no concurso 1.800.

     A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 3,50 e pode ser feita até uma hora antes do sorteio, nas mais de 13 mil casas lotéricas do país. A chance de acertar a Mega é de uma em 50 milhões.

    (Com informações do Bol)

  • DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    Descontando o efeito da inflação, o resultado representa uma queda de R$ 180,03 (-7,5%) em relação a fevereiro do ano passado (R$ 2.407,53). Na comparação com janeiro (R$ 2.262,51), a queda foi de R$ 35,01 (-1,5%). Esses são números médios e podem variar.
     
    Os dados são da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) e foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A mesma pesquisa também indicou que o desemprego no país foi de 8,2% em fevereiro, o maior para o mês desde 2009.
    O salário médio dos brasileiros caiu nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016. A maior queda foi notada em Salvador, onde a renda média caiu para R$ 1.653,60 em fevereiro –R$ 236,45 a menos (-12,5%) que no ano anterior.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Salvador: de R$ 1.890,05 para R$ 1.653,60 (R$ 236,45 a menos, ou -12,5%);
    Recife: de R$ 1.839,43 para R$ 1.647,80 (R$ 191,63 a menos, ou -10,4%).
    Rio de Janeiro: de R$ 2.662,80 para R$ 2.434,90 (R$ 227,9 a menos, ou -8,6%);
    Belo Horizonte: de R$ 2.223,65 para R$ 2.073,40 (R$ 150,25 a menos, ou -6,8%);
    São Paulo: de R$ 2.486,99 para R$ 2.324,10 (R$ 162,89 a menos, ou -6,6%);
    Porto Alegre: de R$ 2.406,81 para R$ 2.278,80 (R$ 128,01 a menos, ou -5,3%);
     
    Construção tem maior queda
    A queda nos salários em um ano foi sentida pelos trabalhadores de todos os setores da economia analisados pela pesquisa. A maior perda percentual foi registrada pela construção: -12,8%. Em números absolutos, também foram os funcionários da construção que mais perderam dinheiro: R$ 289,50 a menos que em fevereiro de 2015.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Construção: de R$ 2.256,10 para R$ 1.966,60 (R$ 289,50 a menos, ou -12,8%);
    Comércio: de R$ 1.956,33 para R$ 1.768,80 (R$ 187,53 a menos, ou -9,6%);
    Indústria: de R$ 2.451,35 para R$ 2.236,40 (R$ 214,95 a menos, ou -8,8%);
    Outros serviços: de 2.100,67 para R$ 1.943,60 (R$ 157,07 a menos, ou -7,5%);
    Educação, saúde e administração pública: de R$ 3.349,20 para R$ 3.131,10 (R$ 218,10 a menos, ou -6,5%);
    Serviços prestados às empresas: de R$ 2.858,28 para R$ 2.716,80 (R$ 141,48 a menos, ou -4,9%);
    Serviços domésticos: de R$ 1.061,04 para R$ 1.014,90 (R$ 46,14 a menos, ou -4,3%).
     
    Empregados com carteira perderam R$ 141,12
     
    A maior perda percentual em um ano foi registrada entre os funcionários com carteira assinada: -6,4%. Eles também foram os que mais saíram perdendo em números absolutos.
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Empregados com carteira assinada: de R$ 2.196,52 para R$ 2.055,40 (R$ 141,12 a menos, ou -6,4%);
    Empregados sem carteira assinada: de R$ 1.722,69 para R$ 1.631,90 (R$ 90,79 a menos, ou -5,3%);
    Trabalhadores por conta própria: de R$ 2.061,73 para R$ 1.985,30 (R$ 76,43 a menos, ou -3,7).
    Militares e funcionários públicos: de R$ 4.029,71 para R$ 3.889,80 (R$ 139,91 a menos, ou -3,5%);
    Com informações do BOL
  • CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    A conta de luz dos brasileiros deve ficar cerca de 3% mais barata neste mês, com a mudança na cobrança extra. Em abril, deve cair ainda mais. Desde janeiro de 2015, as contas passaram a ter uma cobrança extra, chamada de bandeira vermelha, para compensar gastos mais altos para gerar energia. Nos últimos meses, essa bandeira foi mudando de cor.

    Até janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada R$ 100 kW/h consumidos;

    Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada R$ 100 kW/h;

    Agora em março, a bandeira muda para amarela e a taxa cai para R$ 1,50 a cada 100 kW/h;

    Em abril, entra em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixa de ser cobrada.

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    Pouca chuva, conta mais cara

    Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.

    Foi criada, então, a bandeira vermelha, essa cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia. Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.

    Mesmo assim, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.

    (Com informações do Bol)