Em Três Pontas a queda foi sentida no setor de vestuário. Já as lojas de brinquedo tiveram um bom movimento
Os comerciantes brasileiros venderam menos, no Dia das Crianças. Na semana anterior à data, houve queda de 4,7 por cento, indica pesquisa feita pela Serasa Experian. Foi o pior Dia das Crianças para o comércio desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2006. Cenário que é consequência da crise econômica.
Apesar da crise na economia brasileira, lojas que usaram da criatividade e que procuraram vender com margens menores de lucro obtiveram bons resultados em Três Pontas.
Economistas da Serasa citaram, por exemplo, a diminuição da renda do trabalhador, o aumento dos juros do crediário e o desemprego como fatores que afastaram os brasileiros das lojas.
Vale lembrar que, no começo do mês, outra pesquisa da própria Serasa mostrou que o número de brasileiros endividados nunca foi tão alto e que, em setembro, o movimento no comércio caiu 2,6 por cento.
A loja de brinquedos Toy Kids registrou boas vendas no Dia das Crianças, principalmente por conta das promoções e das condições de pagamento.
De acordo com Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, as vendas do Dia das Crianças realmente tiveram uma queda e isso também foi sentido em Três Pontas, porém não de forma geral, mas sim atingindo principalmente o setor de vestuário. Já o setor de brinquedos obteve vendas satisfatórias. Michel Renan explica, além dos fatores já citados, um motivo particularmente notado em Três Pontas:
“Nossa cidade também vive os reflexos da crise financeira que assola o país. E é muito comum as empresas anteciparem o pagamento do 13º salário até para não acumular tudo em dezembro. Muitas fazem isso em quatro parcelas, aqui em Três Pontas, sendo a primeira no mês de setembro. Isso não aconteceu com muitas empresas este ano, o que acabou afetando as vendas, o poder de compra do trabalhador”, explicou.
O Presidente da Associação Comercial adiantou também que prevê um Natal mais “magro” este ano, também por conta do arrocho financeiro e da retração da economia brasileira.
Maioria dos trespontanos entrevistados pelo Conexão é contra o Horário de Verão.
O Horário de Verão começa neste domingo. Sábado, à meia-noite, é preciso adiantar os relógios em uma hora.
Ele vigora nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a proposta é diminuir a demanda de energia entre seis da tarde e nove da noite, aproveitando a luz natural. É que entre os meses de outubro e fevereiro os dias têm maior duração em algumas regiões, por causa da posição da Terra em relação ao Sol.
Dados do Ministério de Minas e Energia revelam que o horário de verão representa uma redução de 4 a 5% de energia.
Nossa reportagem ouviu cerca de 100 pessoas entre os dias 15 e 17 de outubro e pudemos constatar que a maioria esmagadora dos trespontanos desaprova o Horário de Verão. Alguns relataram que por trabalhar no campo muito cedo, desde o início das manhãs, fica mais complicado já que chegam nas lavouras ainda escuro, sem a luz do dia. Uma pequena porcentagem, 18 pessoas se disseram favoráveis, sendo que a maioria desses alega que o dia rende mais com o novo horário.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 1751 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado nesta quinta-feira (15) em Mairinque, no interior de São Paulo.
Ao menos cinco das dezenas sorteadas foram acertadas por 47 apostadores, que conquistaram um prêmio de R$ 56.298,89. Outras 4.580 apostas fizeram a quadra, que rendeu uma premiação de R$ 825,34 para cada.
Este foi o segundo de três sorteios da Mega nesta semana em razão da “Mega Semana da Primavera”. No primeiro, na terça (13), ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.750, que tinha estimativa de prêmio de R$ 31 milhões. Nesta quinta, R$ 32 milhões estavam em jogo. Para o próximo sábado, a Caixa estima uma premiação de R$ 40 milhões para quem acertar as seis dezenas.
Normalmente, os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana –às quartas-feiras e aos sábados.
A aposta mínima da Mega custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer uma das lotéricas do país.
Empresa Flyways deve operar voos para Belo Horizonte em janeiro. Em Pouso Alegre, prefeitura faz audiência para aeroporto de cargas.
A Prefeitura de Varginha (MG) anunciou nesta quarta-feira (14) que os voos de passageiros no aeroporto da cidade devem voltar no início de 2016. A empresa Flyways, interessada em operar na cidade, disse que faltam apenas alguns ajustes determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para iniciar os voos. Em Pouso Alegre (MG), processo de implantação do aeroporto de cargas também avança.
A assessoria de comunicação da Anac confirmou nesta quinta-feira (15) que a Flyways já passou por quatro das cinco etapas necessárias pra operar na cidade. Agora falta apenas a fase de testes práticos, que são voos chegando e saindo de Varginha, para que se possa avaliar a capacidade de operação da companhia.
“Provavelmente no começo do ano, é o compromisso deles conosco, de começar esses voos já com o teste para Belo Horizonte (MG) a partir de janeiro”, afirma o vice-prefeito Verdi Lúcio Melo (PSDB).
De acordo com a empresa, a operação da rota deve começar com quatro aeronaves. O único destino confirmado foi Belo Horizonte. A Flyways é uma empresa carioca que foi criada em 2014. Atualmente, a empresa só opera destinos entre Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. O objetivo da empresa é ampliar a sua atuação investindo na aviação regional.
A Anac ainda deve confirmar se o primeiro destino operado pela companhia será mesmo o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.
Reforma do aeroporto
Para receber os voos comerciais, o aeroporto também teve que passar por adequações. A área de embarque e desembarque recebeu sensores de presença, câmeras de segurança e um detector de metais. Já a pista, que tem pouco mais de 2 mil metros, teve a espessura quase triplicada. A brigada de incêndio também recebeu mais um veículo, subindo pra categoria quatro.
“Desde que a gente fez um convênio com a BH Airport, que ela vem desenvolvendo um trabalho de cargas que vai ser implantado em nosso aeroporto também, então nós tivemos que fazer essas adequações já esperando aeronaves maiores”, explica o diretor do aeroporto, Rogério Evaristo.
Voos suspensos
O último voo comercial realizado na cidade foi no dia 19 de março de 2014, pela Azul Linhas Aéreas. A Azul incorporou a Trip, que chegou em Varginha em 2010 oferecendo seis rotas, mas com a venda da Trip, a Azul passou a fazer apenas um voo para Campinas (SP). O movimento no aeroporto, que chegou a 300 pessoas por dia, caiu para 60.
Aeroporto de cargas
Em Pouso Alegre (MG), segundo a prefeitura, os processos para implantação do aeroporto internacional de cargas e passageiros estão avançando. Nos últimos três anos, já foram feitos vários estudos e análises técnicas sobre a viabilidade do aeroporto, que seria o primeiro de grande porte do país nesse segmento. Na quarta-feira (21) será realizada uma audiência pública para apresentar e debater o projeto.
A reunião terá a presença do prefeito Agnaldo Perugini (PT), que vai presidir a sessão, funcionários da prefeitura, técnicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e também profissionais de uma empresa de consultoria responsável pela elaboração do projeto.
O Aeroporto Padre Senador José Bento Leite Ferreira de Mello é um empreendimento que terá cerca de 5 milhões de metros quadrados e vai funcionar através de uma parceria público privada (PPP). A estimativa é que o investimento inicial será de R$ 500 milhões nos primeiros três anos de construção.
Ainda de acordo com a prefeitura, a outorga para fazer o aeroporto foi concedida pela Anac no ano passado.
Após acusações do vereador Antônio do Lázaro, Paulo Luís também fala do pagamento das férias prêmio aos servidores municipais
Durante entrevista realizada na noite da última terça-feira, no gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas, onde o Chefe do Executivo Municipal, Paulo Luís Rabello gentilmente saiu de sua residência para falar com nossa reportagem por volta das 21 horas, diversos temas foram abordados e estão sendo divulgados por partes pelo Conexão Três Pontas.
A POLÊMICA DAS FÉRIAS PRÊMIO PARA OS SERVIDORES
“Eu sei que foi criada uma grande polêmica e muita bobagem dita em torno das férias prêmio dos servidores. Vereadores dizendo que eu sou injusto com os servidores, etc. Quero deixar claro que se todos os funcionários efetivos que têm direito a férias prêmio quisesse receber ao mesmo tempo, o Município não teria dinheiro para saldar isso. Dá aproximadamente cerca de 8 milhões de reais. Para se administrar é preciso ter critérios. Há quem ache que eu posso administrar a Prefeitura como fazem em suas casas, dando cheque pré-datado sem parar. Eu não faço e posso fazer isso. Até 312 de dezembro de 2016 o Município de Três Pontas não dará cheque pré-datado. As pessoas que vieram até o gabinete ou procuraram seu secretário de sua área, explicando a situação, pessoas com doenças até graves, receberam suas férias prêmio.
Na última reunião da Câmara Municipal o Vereador Antônio do Lázaro acusou o Prefeito Paulo Luís de não atender o pedido de servidores que precisam das férias prêmio e ainda de favorecer outros.
Pessoas desavisadas ou que não sabem ler e escrever precisam parar de falar besteira. Ou não sabem ler ou são teleguiadas por pessoas mal intencionadas e com interesses escusos. É preciso lembrar que as pessoas aposentam e que têm o dinheiro de receber suas férias prêmio. Muitas pessoas estão na lista de espera, já tendo aposentado, no aguardo das férias prêmio, mas infelizmente não há recursos ainda para isso. Não tem orçamento. Há pessoas com 70 mil reais para receber. E elas têm direito e precisam receber. Aqui não existe indicação. Eu pago quem tem direito, dentro da ordem cronológica e dentro das necessidades, principalmente em casos de doença; Nós conseguimos pagar cerca de 100 mil reais por mês em férias prêmio. Mais do que isso não consigo. Em caso de falecimento de algum parente também temos ajudado. É só procurar o Portal da Transparência e não é preciso fazer discurso eleitoreiro.”
O SALÁRIO DOS POLÍTICOS E O NÚMERO DE VEREADORES
“Quero dizer inicialmente sobre o aumento dos salários dos políticos locais. É preciso lembrar que o Prefeito Paulo Luís Rabello não terá aumento nenhum. O Vice-Prefeito Erik e os vereadores de hoje também não. A não ser que sejam reeleitos. Mas eu acho que realmente o momento foi inoportuno. E deveria ter sido repensado. Estão dizendo que o Prefeito se omitiu. As pessoas precisam entender a competência do prefeito e dos vereadores. Pra vetar é necessário ter base legal, não se pode sair vetando por capricho pessoal. Isso não cabe na administração pública e cortar salários por decreto. Há quem se diga doutor da lei e na verdade não entende nada. Ficam teleguiando e mal alguns vereadores.
O número de vereadores caindo para 11, eu acho o ideal para Três Pontas. A Câmara vai receber a partir de 2016 cerca de 300 mil reais por Mês e irá sobrar dinheiro. E o povo precisa fiscalizar isso. Essas manifestações tem meu aplauso e apoio. Mas devem fiscalizar pela coletividade e não apenas para um grupo e interesses escusos.”
O horário de verão vai começar no próximo dia 18 e vai durar até o dia 21 de fevereiro de 2016. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que adiantar os relógios em uma hora.
O Ministério de Minas e Energia informa que a versão 2015/2016 do horário de verão seguirá as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Pela legislação, o horário de verão irá vigorar nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.
Esta será a 39ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.
“A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo”, informa o Ministério de Minas e Energia.
Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.
A população brasileira e, especificamente a trespontana, se divide quando o assunto é o horário de verão. Uns aprovam outros dizem detestar. E pra você? O horário de verão ajuda ou atrapalha?
“O desemprego é tão grande que nós recebemos uma média de 20 currículos por dia, sendo a maioria de pessoas que estão deixando a zona rural e vindo para a cidade.”
A crise econômica nacional tem provocado uma grande retração no consumo, mais dificuldade de crédito, dificuldade de se honrar pagamentos e compromissos financeiros, fechamentos de postos de trabalho e, como se isso tudo não bastasse, um aumento na carga tributária que já é vergonhosamente alta no país. Nós conversamos com o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos proprietários do Moacyr Supermercado, o maior da cidade de Três Pontas. Ele fala sobre a crise econômica, os reflexos em Três Pontas e a geração de empregos, já que é um dos maiores empregadores no Município, com 185 trabalhadores:
“O Município de Três Pontas tem uma vantagem de estar, nesse momento de crise da economia nacional, vivendo o período de colheita do seu café, que é a base da economia, sua principal fonte de renda. Mas depois que terminar a apanha de café a situação tende a piorar um pouco e isso é muito preocupante, porque já há um aumento no desemprego em Três Pontas em áreas como a construção civil, comércio entre outras áreas. Pra se ter uma ideia, nós recebemos uma média de 20 currículos por dia, sendo a maioria de pessoas que estão deixando a zona rural e vindo para a cidade. Pedreiros e serventes também estão procurando outras áreas de trabalho. Também é grande a procura de jovens que lutam pelo primeiro emprego”, explicou.
Recentemente a Presidenta Dilma disse pela internet que o Brasil passará por mais aperto e que será necessária a criação de mais impostos, o que arrochará ainda mais o empregador e o empregado brasileiro.
“Não há mais condição, não há mais espaço para tantos impostos. O consumidor não vai aguentar essa carga tributária que já é altíssima. E o empregador terá que cortar gastos e isso vai aumentar ainda mais o desemprego. Eu tenho certeza que pelos custos das mercadorias que serão repassados ao consumidor, isso terá influência direta e acabará afetando não apenas a geração de empregos, mas na diminuição dos já existentes. O poder de compra do brasileiro diminuiu muito, infelizmente as pessoas não estão conseguindo honrar seus compromissos e o crescimento da inadimplência é muito alto, principalmente no cartão de crédito e também na devolução e cheques sem fundo. Ou seja, a situação é muito complicada e se vierem mais impostos, será um Deus nos acuda”, emendou.
O Moacyr Supermercado está ligado a Rede Unissul e ocupa fundamental papel na economia trespontana.
“Hoje nós geramos 185 empregos diretos em nossa loja principal. Somos uma das maiores arrecadadoras de impostos do Município e contribuímos diretamente com o crescimento de Três Pontas. Temos alguns trabalhos sociais, uma equipe que faz eventos em datas comemorativas e uma grande preocupação nas questões sociais. Também não posso esquecer de citar a nossa conveniência que gera mais 20 empregos”, concluiu.
Um levantamento feito com base nos dados da ONU, classificou Três Pontas como a 21ª cidade do Sul de Minas com melhor IDH – Índice de Desenvolvimento Humano. O ranking levou em consideração questões como educação, renda e expectativa de vida dos 146 municípios da região.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) foi divulgado recentemente pelo Pnud – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da Organização das Nações Unidas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.
No ranking brasileiro Três Pontas ficou em 993º lugar, entre os mais de 5.570 municípios. O indicador, que vai de 0 a 1 – e quanto mais próximo de 1, melhor – é semelhante ao famoso IDH calculado para os países do globo, mas algumas adaptações metodológicas foram feitas para os dados brasileiros.
O levantamento é feito pela ONU a cada dez anos, com base nos dados do Censo, do IBGE, e registra a situação de todos municípios brasileiros. A média do Brasil hoje é 0,727, considerado alto, e em Três Pontas esse número atingiu 0,731, ou seja, é maior do que a média brasileira.
A leitora Margarida Mesquita mandou mensagem para o Conexão Três Pontas solicitando uma reportagem sobre o pagamento do PIS, já que o Governo federal anunciou algumas alterações. Sem dúvida em tema importante e que merece a atenção da população.
Para o trabalhador brasileiro, o PIS é um benefício social dos mais importantes e esperados durante todo o ano. Conhecido também como Abono Salarial, o valor fica disponível para os trabalhadores que estiveram empregados durante o período do ano anterior, e funciona como um décimo quarto salário, que fica disponível para o saque em agências da Caixa Econômica Federal todos os anos.
Para se ter direito ao benefício, é necessário que o trabalhador se enquadre dentro de algumas normas, que são as seguintes:
_ O trabalhador precisa possuir mais de 5 anos de cadastro no PIS;
_ Precisa ter trabalhado ao menos durante 30 dias do ano anterior para uma empresa que contribua legalmente ao PIS;
_ Seu salário no ano anterior não pode ultrapassar a faixa de dois salários mínimos;
_ A empresa precisa estar em dia com o Ministério do trabalho;
Caso você tenha dúvidas se tem direito ao benefício, você pode consultar PIS 2015 no site da Caixa Econômica Federal.
ATENÇÃO
O Governo Federal e o Ministério do Trabalho anunciaram mudanças para o Abono Salarial 2016: a contribuição será proporcional ao tempo trabalhado durante o ano de 2015. Para o Abono Salarial 2015, o funcionário ganha o valor integral do benefício mesmo tendo trabalhado apenas durante 30 dias em 2014. Essa mudança proposta pelo Governo Federal visa reduzir os gastos da União com trabalhadores que passem a maior parte do ano inativos.
Calendário 2015 do PIS
Todos os anos, o calendário de pagamentos do PIS é divulgado pelo Ministério do trabalho. Neste ano, segundo o calendário PIS 2015, o pagamento estará disponível aos trabalhadores até o dia 30 de Junho para saque. O início dos pagamentos, porém, varia de acordo com a data de nascimento do beneficiário, uma medida do governo para evitar que todas as pessoas façam o saque ao mesmo tempo, sobrecarregando as agências bancárias.
Para sacar o valor, o beneficiário precisa comparecer a uma agência ou posto autorizado da Caixa Econômica Federal – pode ser até em casas lotéricas – com o seu cartão do Cidadão em mãos, e solicitar o saque do benefício durante o período de pagamento.
O valor do PIS 2014/2015 é de R$724,00, ou seja o valor de um salário mínimo durante o período de 2014, que é o ano base para o cálculo. Esse valor é pago integralmente, independentemente se o trabalhador esteve empregado durante 30 dias ou 12 meses no ano de 2014.
Isso porém vai mudar com as novas regras do Governo Federal para o abono salaria no PIS 2016: o funcionário vai ganhar proporcionalmente ao período trabalhado no ano de 2015. Por exemplo: Um trabalhador que tenha trabalhado durante 12 meses do ano base, vai receber o valor integra, já um trabalhador que tenha trabalhado durante apenas 6 meses. Quem tiver trabalhado durante período menor que 6 meses durante o ano base não mais terá direito ao Abono Salarial.
O Conexão Três Pontas constatou nos últimos dias o fechamento de diversas empresas na cidade. Só de 15 de junho a 15 de julho foram cerca de 10 pontos comerciais, dentre eles lojas, restaurante, lanchonete, clínica, entre outros.
Mais quais seriam os reais motivos desse fechamento “coletivo”? É notório que o país enfrenta uma grave crise econômica, inflamada pela crise hídrica e consequente aumento enorme da conta de luz, aumento de juros e da carga tributária, escândalos de corrupção, etc. Em Três Pontas o momento também não é satisfatório, assim como em todo estado de Minas Gerais. Por aqui, a geração de empregos é tímida ou praticamente nem existe.
Em busca de algumas respostas, o Conexão entrevistou o empresário e comerciante Michel Renan Simão Castro, Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas
Presidente da AcaiTP, Michel Renan (Foto Arquivo)
Xtp – O Conexão observou que nos últimos 30 dias várias empresas, de diversos ramos fecharam as portas. Na sua opinião isso se deve a que?
Michel Renan – Vivemos um momento bastante turbulento em nosso país, vínhamos até ano passado com a economia desaquecendo e artificialmente crescente, muitas novas empresas foram constituídas devido ao crescimento e ganho real do salário, o qual gerou uma possibilidade de novas demandas de consumos, como salão de beleza, novas academias, lojas de alimentação saudável, perfumaria, e muito mais, mas como dito acima este crescimento não foi construído em fundamentos sólidos, se deu através do aumento do consumo pelo endividamento, e conta assumida é conta que irá vencer. Este ano o mercado sofreu uma forte retração, e em épocas de crise é normal algumas empresas irem a óbito, principalmente as com menor tempo de atividades.
Xtp – Você acha que crise em Três Pontas tem mais reflexos que em outras cidades do Brasil?
Michel Renan – Não acho. Hoje temos um quadro bem melhor que outrora aqui em Três Pontas, já fomos muito dependentes do agronegócio e esta dependência diminuiu rapidamente. Nossas atividades empregadoras são bastante equiparadas, não sendo uma muito maior que as demais, temos muitos colaboradores no comércio, na indústria, prestação de serviço e agronegócio, dando a possibilidade de uma atividade contribuir com a outra em momentos de crise. Somos um Município hoje de atividades mistas. Podemos perceber em regiões onde não há diversidade de fontes geradoras a crise ser mais acentuada, por exemplo as regiões do minério, que devido a queda das commodities vem enfrentando uma grave crise. Outro exemplo seria as regiões que fabricam peças para montadoras de veículos, também passam por momentos delicados. Ouvimos e vivenciamos situações que se desdizem com o tempo, pois até pouco tempo os maiores especialistas diziam que os municípios que não tivessem foco nas principais atividades poderiam não prosperar, e eu sempre discordei, e esta tese defendida pelos especialistas esta fadada ao fracasso, demonstrando que há sim necessidade de diversificação das atividades.
Xtp – O que mais leva uma empresa a encerrar suas atividades?
Michel Renan – Não é um motivo apenas, e sim uma série de motivos que desencadeiam o fechamento, como: inexperiência, despreparo dos administradores, falta de capital, desconhecimento da atividade, sazonalidade, inadimplência e muito mais.
Xtp – Qual o tempo médio de permanência de uma empresa aberta em Três Pontas?
Michel Renan – De acordo com o Programa Elos (SEBRAE), hoje temos:
_ até dois anos de atividades – 12,6% das empresas ativas
_ mais de 2 anos e até 5 anos – 41,0% das empresas ativas
_ mais de 5 anos – 46,4% das empresas ativas
“Não é um motivo apenas, e sim uma série de motivos que desencadeiam o fechamento, como: inexperiência, despreparo dos administradores, falta de capital, desconhecimento da atividade, sazonalidade, inadimplência e muito mais.”
Xtp – Quantas empresas fecharam em 2015?
Michel Renan – Não temos este número, este levantamento é anual, pois muitas não fecham, apenas mudam de local ou ainda continuam ativas mas sem atendimento ao público.
Xtp – O que a AcaiTP tem feito para auxiliar os empresários principalmente os menores?
Michel Renan – São muitas atividades, cursos, palestras, treinamentos, workshops e muitas outras atividades. Para MEI (micro empreendedor individual) este ano criamos o selo de qualidade, que através de diversas etapas de capacitação atestamos que este empresário já está preparado para o mercado.
Xtp – Você acha que o turismo religioso com a Beatificação do Padre Victor pode alavancar a economia local e fortalecer o comercio?
Michel Renan – Acredito que se bem planejado poderá ser uma das mais rentáveis fontes de receitas para o Município. Hoje estima-se que visitam nossa cidade 70 mil pessoas anualmente (sendo 50 mil no mês de setembro e as outras 20 mil no restante do ano) com gasto média de R$70 por dia. Acredito que o número de pessoas poderá chegar a 300 mil pessoas anualmente com gastos muito maiores, tornado assim uma fonte bastante generosa de receita.
Xtp – Suas considerações finais.
Michel Renan – Esta crise que atravessamos não é a primeira e não será a última, os mais persistentes e preparados sobreviverão, fazendo com que a capacitação seja cada vez mais necessária para a manter-se vivo em um mercado cada vez mais competitivo.
Em sua 18ª edição, a Expocafé 2015 é o maior evento do agronegócio café no Brasil. O evento será realizado durante os dias 01, 02 e 03 de julho de 2015, na Fazenda Experimental da Epamig, em Três Pontas.
A Expocafé dispõe do que há de melhor e mais moderno no agronegócio café, contemplando o ciclo completo, do plantio à colheita. O público é variado, representado pelos diferentes elos da cadeia, vindo de diferentes partes do Brasil, além de países da América Latina, América do Norte e Europa.
Tem como objetivo a melhoria de renda e da qualidade de vida do produtor rural, geração de empregos e fixação do homem no campo. O público alvo é formado por agricultores/produtores rurais, técnicos agrícolas/pesquisadores, pessoas interessadas no evento, diretamente envolvidas com o campo, autoridades e representantes de classe; representantes Comerciais e empresários.
O Credenciamento da Expocafé 2015 deve ser realizado através do website do evento.
As mulheres estão revolucionando os negócios no Brasil. Com talento, garra e competência, elas mudam conceitos e escrevem um novo capítulo na história do empreendedorismo do país.
E para mostrar em detalhes a importância desse momento, a edição de junho de Pequenas Empresas & Grandes Negócios revela como pensam e lideram 70 empreendedoras bem-sucedidas. Na reportagem, elas explicam o caminho para montar negócios de sucesso, criar produtos e serviços inovadores e, claro, superar preconceitos e desafios na condução de empresas de vários tamanhos.
Capa da revista PEQN traz Vanessa Vilela em sua capa eletrônica.
Para saber mais sobre mulheres inspiradoras como Vanessa Vilela, 37 anos, dona da Kapeh, a revista de circulação nacional e uma das principais do país entrevistou a trespontana especializada no ramo de cosméticos. Vanessa Vilela já foi destaque em outras mídias nacionais e seu talento e consequente sucesso é reverenciado por todos, principalmente pela fusão do café, produto que representa Três Pontas dignamente, com os produtos de beleza.
TRAJETÓRIA
A Kapeh iniciou suas atividades em 02/04/2007 e contava apenas com 7 produtos comercializados em 5 pontos de venda multimarcas. Atualmente a Kapeh está presente em 18 estados brasileiros, com quase 300 pontos de venda multimarcas que contam com um mix de mais de 100 itens em linha. Em 2009 iniciou a exportação de seus produtos, com o registro da marca Kapeh junto ao instituto OHIM nos 27 países da Comunidade Europeia. Em 2010 lançamos a nossa loja virtual, iniciando a venda online de nossos produtos no segmento de e-commerce que cresce mais de 40% ao ano. No final de 2011, a Kapeh inaugurou suas primeiras lojas exclusivas e o desdobramento do projeto de franchising da marca, que culminou com a abertura de sua primeira franquia em 2013.
Em função da proposta inovadora da empresa, a marca vem alcançando destaque em feiras e eventos das quais participa e tem sido presença constante na mídia nacional e até mesmo internacional, com matérias nas principais revistas, jornais e programas do país
A EMPRESA KAPEH
Em uma das regiões mais acolhedoras do sudeste brasileiro, mais especificamente o sul de Minas Gerais, nasceu a Kapeh, fruto da paixão e determinação da farmacêutica e bioquímica Vanessa Vilela. Desde cedo trilhando seus passos nesta direção, Vanessa cursou a faculdade de Farmácia e Bioquímica, trabalhou por quase 7 anos com manipulação farmacêutica, se especializou nesta área e hoje está a frente da empresa que é destaque mundial.
A Kapeh, cujo nome significa café, no dialeto Maia, é hoje a única marca de cosméticos feitos exclusivamente à base de café e procura divulgar toda a potencialidade deste fruto para a cosmética, de modo a agregar valor ao nosso café, unindo tecnologia e qualidade em nossas formulações.
PREMIAÇÕES E RECONHECIMENTO
Em 2015:
– Vanessa Vilela é destacada na capa online da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, em matéria que mostra o perfil de 70 mulheres brasileiras empreendedoras que estão mudando a história do empreendedorismo no País.
Em 2014:
– Vanessa Vilela foi nomeada Rising Talent (Talento em Ascenção) pelo Women’s Forum for The Economy & Society.
Em 2013:
– Vanessa Vilela recebeu o Prêmio Jovem Mulher Notável de Minas Gerais, promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas).
– Vanessa Vilela recebeu o Prêmio Empreendedor Ozires Silva, que leva o nome de um dos maiores empreendedores brasileiros de todos os tempos, o fundador da Embraer.
Em 2012:
– Vanessa Vilela foi nomeada Young Global Leader (YGL), pelo World Economic Forum, que reconheceu os mais distintos jovens líderes globais.
Em 2011:
– A Kapeh venceu o Prêmio Nacional de Inovação, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a FINEP, na categoria competitividade.
– A Kapeh venceu o Prêmio José Costa, realizado pela Fundação Dom Cabral e o Diário do Comércio, que prêmio empresas minieiras que contribuem para o desenvolvimento sustentável do estado de MG.
– Vanessa Vilela foi finalista do Prêmio Top 10 Business and Potential Women Of Latin America, realizado pela rede de Mujeres Empresariais e Poder & Negócios, sendo uma das 10 mulheres mais empreendedoras da América Latina.
– Vanessa Vilela foi eleita pela Revista Época como um dos 40 jovens com menos de 40 anos que representam o futuro do nosso país.
Em 2010:
– Vanessa Vilela foi finalista do Empretec Women in Business Award (ONU), ficando entre as 10 melhores empreendedoras do mundo.
– Vanessa Vilela foi destaque na capa da Revista Veja, maior revista da América Latina, em reportagem sobre dicas de empresas promissoras.