Categoria: Meio Ambiente

  • MAIS ÁGUA NA TORNEIRA: Aprovada construção de dique por Furnas.

    MAIS ÁGUA NA TORNEIRA: Aprovada construção de dique por Furnas.

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    Intenção com a obra é evitar a falta de água em Três Pontas aumentando o nível dos reservatórios do Sete Cachoeiras.

    Furnas Centrais Elétricas autorizou, na última sexta-feira (10) e arcará com as despesas de construção de um dique na região da Prainha. O objetivo é aumentar o volume d’água que, através de tubulação medindo em torno de 3 quilômetros, chegará até a região do Sete Cachoeiras.

    Com isso, o objetivo principal, segundo o prefeito Luiz Roberto Dias,  é evitar um problema recorrente nos dias de hoje em nossa cidade: a falta de água nas torneiras, garantindo assim um maior abastecimento por vários anos.

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    A falta de água em alguns bairros acontece praticamente durante todas as tardes. Nas regiões mais altas, principalmente, as reclamações têm sido constantes e isso não é de hoje. Há vários anos vem ocorrendo.

    Em quase toda cidade a pressão da água nas torneiras, segundo populares ouvidos pelo Conexão, está muito baixa, o que impede, por exemplo, a utilização de máquinas de alta pressão para serviços de limpeza. Com a obra, esses problemas devem diminuir drasticamente ou até acabar.

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    Graças a um projeto visionário do ex-prefeito Tadeu Mendonça, a construção do tão sonhado Projeto Sete Cachoeiras (estação de tratamento) garantiu o abastecimento de água por muitos anos. Se não fosse isso hoje já estaríamos vivendo um colapso no fornecimento do maior bem natural que existe, fonte de nossas vidas: a água.

    Não há ainda informações sobre o início das obras.

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • ATÉ QUANDO? Há décadas chuva coloca Av. Oswaldo Cruz debaixo d’água.

    ATÉ QUANDO? Há décadas chuva coloca Av. Oswaldo Cruz debaixo d’água.

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    CONEXÃO TRÊS PONTAS MERGULHOU NO PROBLEMA. UMA REPORTAGEM ESPECIAL E COMPLETA SOBRE UMA DAS PRINCIPAIS NECESSIDADES DO MUNICÍPIO: ENCHENTES NA AVENIDA “RIO” OSWALDO CRUZ.

    Moradores da Avenida Oswaldo Cruz, uma das principais vias de acesso e que corta a cidade de Três Pontas há décadas sofrem com o problema das inundações. Basta um único dia de chuva forte, pior que isso, algumas horas, para que em alguns trechos já conhecidos dos trespontanos fiquem submersos. Água invadindo casas e comércios. Carros impedidos de circular, embora alguns aventureiros sempre radicalizam e tentam atravessar o local que, nas tempestades, mais parece um rio, propício não a veículos terrestres e sim à embarcações. Mas até quando isso vai acontecer? De quem, afinal, é a culpa?

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    Vários prefeitos já passaram, diversas tentativas foram realizadas, providências que mais soaram como paliativos e que em praticamente resolveram o problema. Esta atual administração, por exemplo, do prefeito Paulo Luís Rabello, realizou diversas obras, inclusive para conter a erosão das paredes do córrego, foram feitas. O Conexão Três Pontas acompanhou as visitas que o chefe do Executivo Municipal fez ao local, acompanhado de seu vice Erik Roberto. Mas o fato é que nada mudou.

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    No último dia 04 de dezembro o fantasma da inundação assustou novamente os moradores da Avenida Oswaldo Cruz. Um deles, que reside próximo a sede da Policlínica Central há quase 50 anos e que prefere não se identificar disse a nossa reportagem que cansou de assistir “esse filme” e que não acredita mais em final feliz para essa história. “Eu vi dezenas de inundações aqui. Já perdi móveis, já vi casas serem invadidas pela força das águas e vi comerciantes desesperados com os prejuízos. Muitos até tentam isolar a entrada de água nos portões fazendo reforço, mas isso não adianta. Também ouvi vários prefeitos prometerem resolver o problema, mas nunca conseguiram. Apesar de ser um homem correto e da minha confiança, o Paulo Luís não conseguiu resolver. Tomara que o próximo consiga, porque ele é da área da saúde e sabe os problemas que isso trás. Deus nos livre dessas enchentes aqui na Oswaldo Cruz, “, disse o morador.

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    O Conexão três Pontas lançou no dia da última inundação uma pesquisa no facebook perguntando aos leitores sobre as responsabilidades diante desse problema. Afinal, de quem é a culpa? Dos políticos que ainda não resolveram a questão ou das pessoas sem consciência que continuam jogando lixo e agravando o problema? Vejam algumas respostas retiradas fielmente das postagens originais:

    Robertinha Vieira É um conjunto da obra,pois todos tem um pouco de culpa…. Se cada um fizessem sua parte,nada disso estava acontecendo!!!!

    Valdilene Nepomuceno Administração pública, cidadãos sem noção de como tratar seu lixo, enfim são culpados, só não tem culpa a NATUREZA!

    Rose Soares A tendência é piorar ,por causa dos novos bairros vão acabando com a terra. Falta de planejamento ,agora fica mais difícil concertar.

    Tadeu Mendonça A solução até não está difícil não, mas como disse pode se agravar sim..quanto mais construções às margens e, em toda a bacia. Mais difícil fica.

    Alice Batista Ambos os lados. E ainda tem gente que prefere show do que arrumar um problema muito mais sério!

    Renata Duarte Já eu penso que tem que levar em consideração não somente estrutura e sujeira. Por mais que seja uma obra bem feita, se a chuva vier mt intensa, me perdoem, mas não é qualquer rede de esgoto que dá conta. Agora abrir um buraco de escoamento que comporte a cidade de SP pq quando chove alémmmmmmm da conta alaga, aí é ter que brigar com Deus e pedir menos chuva. Gente, vamos ser racionais, quando chove normalmente não temos problemas. Então não é bem assim como todo mundo tá falando não.

    Cecília Vinhas de Lima Quem não convive com isso toda chuva, não sabe muito bem o q se passa! Não é somente em chuvas fortes… sejamos sensatos em entender que Três Pontas é uma cidade de pequeno porte… sendo assim, um problema que persiste por anos e só piora ja deveria ter tido alguma melhoria!!!

    Vera de Souza Na minha opinião a culpa são dos próprios moradores , fazendo caminhada por ali ,podemos observar a quantidade de lixo,carrinhos de bebê,colchão ,sacolas,cadeira,penso assim se cada um fizer sua parte, resolverá o problema.

    Jose Expedito Dos Reis Expedito Reis 40% está na vazão da ponte ao lado do posto santa Terezinha, rua boa esperança. Aumente a vazão da ponte e já ajuda bem.

    Leonardo Miranda A Culpa é de Ambos os lados. Do lado dos Governos por não fazerem um projeto que resolva o problema, tenho certeza que os Engenheiros da Prefeitura poderiam propor uma solução e fazer uma estimativa do gasto com as obras, do lado da população que não cobram a prefeitura e os vereadores para resolverem o problema por isso eles são eleitos, toda a população deve se organizar para que as coisas aconteçam devemos ir a Câmara e na Prefeitura para que deem uma solução para o caso, a Prefeitura de Três Pontas já fez obras de mesma complexidade para resolver problemas de esgotamento sanitário e pluvial no Centro da Cidade. O Maior problema de nosso município é a população exigir um Plano Diretor com a participação popular para que a cidade tenha um desenvolvimento sustentável. Agora soluções para os problemas no município tem, o que falta é vontade politica de querer uma cidade melhor e a população fazer a sua parte.

    Flavio Moreira E também só armar um chuvinha que o semáforo da avenida para de funcionar.

    Marcelo Rezende A culpa é de todos , mas principalmente da falta de planejamento, a cidade tende a crescer cada vez mais, e sabendo disto os prefeitos deveriam criar normas para novos loteamentos. Simples basta observar a Barão da Boa Esperança, está ficando cada vez mais povoada, muitos comércios, novos bairros ao redor, mas o córrego continua o mesmo do século XIX , ou seja não resolvem o que ainda tá em tempo. Já a avenida Oswaldo Cruz, custará milhões para amenizar o problema. E com a atual crise duvido que seja resolvido .

    Marisa Basilio de Brito Tadeu Mendonça são obras difíceis até de se executar, principalmente pelo transtorno temporário que elas provocam e as pessoas não tem a menor paciência em colaborar.

    Cecília Vinhas de Lima Boa noite! A questão é que todos os moradores já pediram soluções pra esse problema de anos…..não é bem assim que somente uma chuva forte, causa isso! Isso é de anos, e vem só piorando….. é uma angústia enorme qualquer chuva, pois não sabemos mais oq vai acontecer! Se o portão vai aguentar, se vai entrar somente na garagem e assim não entrando dentro das casas! Como moro em frente e vejo as milhões de vezes que já tivemos problemas, não somos responsáveis por isso, e já pedimos providências!
    Não é questão de chuva forte é bom senso….

    Bia Silva Dizer d quem é a culpa é complicado,pork acho k ninguém sabe, o melhor é encontrar a SOLUÇÃO.

    Celeste Barbosa A natureza faz a sua parte.E nós temos que fazer a nossa…

    CONEXÃO POSTOU VÁRIAS REPORTAGENS SOBRE O TEMA

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    Muitos prefeitos já passaram pela cidade de Três Pontas e prometeram resolver o caso. Mas pelo que se vê tudo ficou no campo da promessa ou da utopia. De concreto mesmo, quase nada.

    Os últimos ex-prefeitos, Antônio Carlos Mesquita, Nilson Vilela, Tadeu Mendonça, Paulo Luís Rabello (primeira gestão), Paulo Nogueira, Adriene Barbosa e Glimaldo Paiva (Luciana Mendonça) tentaram resolver a questão, há registros de busca de apoio do Governo do Estado de Minas e alguns investimentos, mas nada que acabasse de vez com esse transtorno.

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    Mais recentemente o Conexão Três Pontas acompanhou as obras de contenção da erosão do Ribeirão Araras que tem influência direta no volume das águas que compõem o córrego que corta a Avenida Oswaldo Cruz. Veja a reportagem feita pelo Conexão em 03 de outubro de 2014:

    OBRAS: CONTENÇÃO DA EROSÃO DO RIBEIRÃO ARARAS SERÁ CONCLUÍDA ATÉ DEZEMBRO

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    A Secretaria Municipal de Transportes e Obras da Prefeitura Municipal de Três Pontas tem realizado uma série de atividades que visam garantir uma melhor qualidade de vida da população e o desenvolvimento da cidade.

    Prova disso são as constantes operações de limpeza dos córregos do Município, já realizadas. No Córrego Candongas, no trecho abaixo da rua José Delfino, nas adjacências dos bairros Antônio de Brito, Francisco Vieira Campos, Parque Veredas, Santa Terezinha, Major Brás, Village das Palmeiras, Vila Rica e Chácara Catumbi, as máquinas trabalharam a todo vapor, realizando o trabalho de retirada de lixo que está provocando, dentre outras coisas, mau cheiro, aparecimento de bichos e ainda aumentando o risco da proliferação do mosquito da dengue.

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    Segundo o secretário municipal de Transportes e Obras, José Romão de Oliveira Filho, O foco central tem sido justamente a retirada desse lixo e também do mato de dentro do córrego para desobstruí-lo e dar assim mais vazão ao mesmo, com melhor escoamento do fluxo de água.

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    EX-PREFEITO FALOU AO CONEXÃO (Arquivo)

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    O ex-prefeito Tadeu Mendonça comentou essa polêmica sobre as obras e as constantes inundações em três Pontas:

    “Nós fazíamos a “dragagem”, limpeza dos sedimentos do córrego e não tinha transtornos tão grandes. De acordo com os levantamentos da época com a canalização e mais a dragagem, teria melhora de velocidade da vazão e tudo deveria ser equacionado durante uns 20 anos. Vejo que alguma obra foi feita e complicou o problema. Você sabe se já tem um projeto pra resolver o assunto?´Te falo pelo seguinte: acompanhei a solução dada ao arrudas em BH, foi obra caríssima, mas resolveu. Fiquei assustado com o que vi, conheço razoavelmente de obras, e digo-lhe que o município tem, entre muitos, mais um grande desafio pela frente. Quanto mais postergado, pior as consequências”, comentou.

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    PALAVRA DO ATUAL PREFEITO (Arquivo)

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    Em entrevista concedida ao Jornal da EPTV, o Prefeito Paulo Luís disse que pretende resolver esse problema das inundações até o final deste ano, último ano de seu governo. “Nós realmente ficamos preocupados quando a chuva atinge acima de 50 mm. Nós necessitamos de verbas do Governo Federal para realizar as obras necessárias e tenho certeza que com o Plano de Saneamento eles olharão com mais atenção para nos atender. Mas a crise atual nacional e também do Município não nos possibilita dar datas para a conclusão desse projeto”, disse o gestor à emissora de tevê em fevereiro deste ano.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

  • TRAGÉDIA DE MARIANA: Documentário “O Vale das Lágrimas Vermelhas” será lançado hoje

    TRAGÉDIA DE MARIANA: Documentário “O Vale das Lágrimas Vermelhas” será lançado hoje

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    Será lançado hoje, sexta-feira (11), no Centro Cultural Nice Avanza, em Linhares, Norte Capixaba, o documentário “O Vale das Lágrimas Vermelhas” que aborda a tragédia que se abateu sobre o Rio Doce e sua população em 2015, quando toneladas de rejeitos minerais da empresa Samarco situado em Mariana (MG) se rompeu e atingiu o manancial até a Foz do Doce,em Regência (ES).
    O documentário é do ambientalista Dr. Ernesto Galiotto, um dos mais respeitados do setor no país.  No dia 12 (sábado) será lançado em Regência. O evento será aberto em Linhares às 19 horas com show do cantador Cirinho Rio Doce, maior referência musical do Vale do Doce, que participa do documentário, com entrada  franca.
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    “O nosso trabalho fotográfico pelo ar, mar, terra e rio, foi exaustivamente um ano de levantamento, pesquisando também a contaminação dos peixes por metais pesados e a sua parasitofauna, parceria com médicos veterinários e biólogos da Universidade Federal Fluminense -UFF e Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ, que fazem parte do documentário”, disse Galiioto.
    Segundo Galiotto, o documentário sai de fábrica “levando ao público o conhecimento e a oportunidade de conhecer perfeitamente toda trajetória e tragédia ocorrida no rio doce e seus afluentes”, disse.
     Ainda conforme Galiotto “o documentário servirá para despertar atenções de acadêmicos no Brasil e no Exterior e ano que vem será lançado na Europa”.
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  • MEIO AMBIENTE: Prefeitura de Três Pontas inaugura Ecoponto.

    MEIO AMBIENTE: Prefeitura de Três Pontas inaugura Ecoponto.

    Depois do Aterro Sanitário e do Plano de Saneamento Básico, a cidade comemora a conquista de um ECOPONTO

    Três Pontas é pioneira na construção de um ECOPONTO, o que a coloca em destaque no que se refere à proteção ambiental. Também foi pioneira na implantação do Aterro Sanitário e no Plano Municipal de Saneamento Básico. Estas conquistas colocaram Três Pontas no importante cenário das cidades ambientalmente responsáveis, recebendo por isso o repasse de ICMS ambiental.

    Ecoponto é um instrumento público que tem seu foco principal no recebimento e armazenamento temporário de resíduos pneumáticos e eletroeletrônicos. Os proprietários de borracharias, oficinas, os munícipes e demais voluntários entregam os pneus inservíveis neste posto e a SMMA – Secretaria Municipal de Meio Ambiente recolhe os pneus e os encaminha para uma empresa recicladora, garantindo a destinação ambientalmente adequada dos mesmos.

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    O Presidente da Câmara, Luis Carlos da Silva, o Prefeito Paulo Luís e a representante do Meio Ambiente durante a cerimônia de inauguração.

    Em Três Pontas, o barracão de 300 m2 foi construído com recurso próprio, com investimento de R$ 27.000,00 (vinte e sete mil reais). Manter um barracão coberto, cercado e vigiado coloca o município a frente de muitos outros no Sul de Minas Gerais.

    O horário de funcionamento é de segunda à sexta, das 8 às 16 horas e o horário de entrega é agendado pela SMMA através do telefone 3266-2094.

    A inauguração foi na sexta-feira, dia 20 de maio, a partir das 9 horas.

    (Com informações da Ascom PMTP)

  • ESPAÇO DO LEITOR: Funcionários limpam terreno e dão de cara com cobra assustadora em Três Pontas

    ESPAÇO DO LEITOR: Funcionários limpam terreno e dão de cara com cobra assustadora em Três Pontas

    A leitora F. G. entrou em contato com nossa reportagem e nos mandou fotos de funcionários, que segundo ela seriam da Prefeitura Municipal de Três Pontas, que estariam limpando um terreno, uma área de proteção ambiental localizada no bairro Santa Edwirges, nas proximidades da Avenida Sanitária, ao lado das casas populares.

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    A surpresa, ou melhor, o susto foi grande, ao se depararem com uma cobra grande. Ela relatou que os próprios funcionários capturaram e mataram o animal. Ainda conforme a leitora, o animal foi pendurado numa cerca e até o fechamento dessa reportagem permanecia ali.

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    “Esse local é uma vergonha, porque muita gente joga lixo ali. Inclusive carroceiros e pessoas de outros bairros, até caminhões vêm até o terreno e jogam entulho, sujeira e muito lixo. A situação é preocupante”, comentou ela.

    Vale lembrar que matar um animal, seja ele doméstico ou selvagem, configura crime ambiental.

    Nossa reportagem entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas que disse desconhecer o fato.

  • BOA NOTÍCIA: Comerciantes comemoram nível do Lago de Furnas

    BOA NOTÍCIA: Comerciantes comemoram nível do Lago de Furnas

    Com a recuperação do nível do Lago de Furnas, o distrito turístico do Porto dos Mendes, em Campo Belo (MG), está cada vez mais movimentado. O reservatório já passou dos 762 metros acima do nível do mar, o que é considerado satisfatório no suporte ao turismo e à prática de esportes náuticos.

    Quem vai ao distrito atualmente mal consegue acreditar que há um ano, toda a água tinha praticamente sumido. Em fevereiro de 2015, o Lago de Furnas tinha apenas 11,41% do volume útil e em 2010, a situação do reservatório estava com cerca de 10%.

    O comerciante Cleunir Junior Pereira foi um dos que teve bastante prejuízo, tanto na criação de tilápias, quanto no bar, que ele administra com a esposa. Na época eles chegaram até a pensar em fechar o estabelecimento.

    “O pessoal [se] afastou por causa da falta d´água e nós tínhamos expectativa de crescer, mas neste ano cresceu mesmo, o pessoal veio no Carnaval, tem gente construindo rancho e esperamos que melhore cada vez mais”, comentou.

    Mas as chuvas vieram, o lago se recuperou e agora eles devem se reestabelecer. O comerciante Douglas Antônio Ribeiro estava esperando inclusive essa alta do nível do lago para investir. Há um mês ele investiu no próprio negócio e abriu uma lanchonete. No local, ele tem visto o movimento aumentar a cada fim de semana.

    “Eu já vinha sempre e pensei: vou abrir um comércio para mim. Como a água estava lá embaixo, eu não estava tendo coragem, agora a água subiu, está lá em cima, está dando bastante movimento, já superamos o que eu imaginava”, destacou.

    Já o presidente da Associação de Moradores do Distrito dos Mendes, Eustáquio Azevedo, tem uma casa com vista privilegiada para o lago. Nos últimos dois anos, ele resolveu fotografar o nível da água sempre do mesmo ângulo e acabou registrando todas as fases da estiagem até o Rio Grande finalmente voltar a alagar a região. Agora, ele espera que a situação possa continuar melhorando.

    “Para não prejudicar o turismo, a pesca e a criação e peixes, porque é uma fonte de riqueza pro Estado e fonte de renda para gente também”, disse.

    A esperança dele é compartilhada por quem depende do lago para sobreviver, como Cleunir Junior. “Tomara que continue com essa quantidade de água para o comércio fluir e manter esse cenário lindo que é nosso mar de Minas”, finalizou.

    (Com informações do G1 Sul de Minas)

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    Comerciantes do Distrito do Pontalete em Três Pontas também estão muito animados com a subida do nível das águas de Furnas. Graças as chuvas o carnaval deste ano naquela região já foi muito visitado e atraiu diversos clientes para os bares e lanchonetes. A prainha ficou cheia durante todos os 4 dias de folia.

    O nível por lá já atingiu cerca de 60% de sua capacidade máxima, e as expectativas são muito boas por conta das condições e previsões meteorológicas para as próximas semanas, com grande probabilidade de chuvas e em grandes intensidades.

  • BOA NOTÍCIA: Com chuvas, nível do Lago de Furnas atinge mínimo satisfatório

    BOA NOTÍCIA: Com chuvas, nível do Lago de Furnas atinge mínimo satisfatório

    Segundo a última medição oficial do Lago de Furnas, o nível do reservatório atingiu a marca de dois terços de sua capacidade total de armazenamento de água, o que é considerado o mínimo satisfatório para a Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago). Atualmente, o nível do lago está em 762 metros acima do nível do mar, o que representa 55,82% de seu volume útil, que é o necessário para geração de energia elétrica.

    De acordo com o secretário executivo da Alago, Fausto Costa, essa marca torna possível aproveitar o lago para os múltiplos serviços que dependem dele, como a navegação, a prática de esportes náuticos, e o turismo, que tem diversos empreendimentos às margens do lago, como pousadas, hotéis, clubes, etc. “Com essa cota, dá pra tirar um proveito grande do lago”, completa Costa.

    Segundo medição do Operador Nacional do Sistema (ONS), neste mesmo período em 2015, o nível do lago estava em 753,28 metros acima do nível do mar, o que representava apenas 11,41% do volume útil. Com as chuvas das últimas semanas, o nível do reservatório tem melhorado a cada semana, e somente nos últimos sete dias, o lago subiu 26 centímetros em seu nível.

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    Estiagem
    Mas segundo Costa, o ideal é que o lago ainda suba cerca de três metros para garantir uma boa média com o início da estiagem no meio do ano. “Precisa que ele suba mais ainda em fevereiro e março, pra ser uma garantia durante a estiagem no segundo semestre”, explica.

    Para Costa, se o lago atingisse os 765 metros nos próximos dois meses, mesmo com seu nível baixando no período de estiagem, é possível manter a atividade dos empreendimentos e garantir a recuperação contínua do lago até o fim do ano. “Precisamos de mais chuva”, finaliza.

    (Com informações do G1 Sul de Minas)

  • ALERTA: Corpo de Bombeiros Considera Pontalete inadequado para banho

    ALERTA: Corpo de Bombeiros Considera Pontalete inadequado para banho

    A pedido da Prefeitura Municipal de Três Pontas, o representantes do 9º Batalhão de Bombeiros Militar estiveram no distrito do Pontalete para avaliar as condições do local para banho, e a resposta pode não agradar muita gente: há muitos pontos inadequados para banho.

    “Foi verificado que na margem há em alguns pontos vegetação com espinhos, sendo inadequado para banho” – diz o ofício assinado pelo Major Giuvane Barbosa de Moraes. Devido à grande movimentação da região, os bombeiros também não estarão presentes no distrito:“(…) reportamos que não enviaremos equipes específicas para o distrito de Pontalete. Contudo, equipes estarão de sobreaviso em Varginha para apoio imediato que se fizer necessário nos dias de carnaval” – complementa no documento.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas também sinalizará os locais mais perigosos com faixas, mas o mais importante é que os foliões evitem entrar na água para não se machucar, ou procure um local com menos risco. Assim todos poderão aproveitar todo o Carnaval 2016 com saúde, alegria e muita festa.

    (Com informações da Ascom PMTP)

  • PODE BEBER? Qualidade da água da Mina é avaliada e Conexão tem acesso aos resultados com exclusividade

    PODE BEBER? Qualidade da água da Mina é avaliada e Conexão tem acesso aos resultados com exclusividade

    A água é fonte da vida. Não importa quem somos, o que fazemos, onde vivemos, nós dependemos dela para viver. No entanto, por maior que seja a importância da água, as pessoas continuam poluindo os rios e destruindo as nascentes, esquecendo o quanto ela é essencial para nossas vidas.

    A água é, provavelmente, o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana, desde o desenvolvimento agrícola e industrial aos valores culturais e religiosos arraigados na sociedade. É um recurso natural essencial, seja como componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário.

    Uma polêmica recentemente se formou em torno da utilização, consumo e qualidade da água da Mina do Padre Victor. Leitores do Conexão Três Pontas flagraram cavalos bebendo a água das torneiras dos tanques de lavar roupa ou sendo lavados no acesso ao Parque Multiuso da Mina. E-mails e mensagens nas redes sociais também comentavam a prática de se lavar carros e motos no local, usando aquela água outros fins. E questionaram sobre a qualidade da água, já que muitos bebem a água da Mina, enchem galões e garrafas. Muitos romeiros param ali e levam o máximo de água que podem.

    Informações desencontradas davam conta de que a água era imprópria para o consumo devido a quantidade de coliformes fecais encontrada em algumas amostras.

    Para conseguir respostas concretas sobre esse importante tema, levamos nossos questionamentos até a diretora do Saae, Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Três Pontas. Marisa Basílio de Brito explicou a situação:

    “Nós recebemos a demanda através da reportagem do Conexão Três Pontas e pedi que novos testes fossem feitos naquela água da Mina do Padre Victor. Sobre a água que chega nas torneiras dos tanques de lavar roupa eu não aconselho ninguém a beber, já que não tem cloro e não passam por um processo de desinfecção.

    Sobre a água da Mina primeiramente quero explicar que a vasão daquela água é muito baixa, cerca de ½ litro por segundo. Perguntam se não seria correto reaproveitar a água que escorre da bica. Quero lembrar que se trata de uma quantidade muito pequena e que não compensa nenhum investimento a esse respeito. Mas a qualidade da água é boa e os últimos testes mostraram que na bica da Mina ela pode ser consumida sim.

    Quanto as reclamações de que deveria haver alguma placa com informações sobre a qualidade da água na bica e nas torneiras, eu concordo que elas deveriam estar no parque. Iremos ver isso”, explicou.

    PRESERVAR É PRECISO

    Segundo as estatísticas, 70% da superfície do planeta são constituídos de água. Dessa água toda, de longe o maior volume é de água salgada e somente 2,5% são de água doce e, desses míseros 2,5%, quase 98% estão “escondidos” na forma de água subterrânea. Isto quer dizer que a maior parte da água facilmente disponível e própria para consumo é mínima perto da quantidade total de água existente na Terra. Nas sociedades modernas, a busca do conforto implica necessariamente em um aumento considerável das necessidades diárias de água.

    Os recursos hídricos têm profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas. Em relação à produção agrícola, a água pode representar até 90% da composição física das plantas. A falta d’água em períodos de crescimento dos vegetais pode destruir lavouras e até ecossistemas devidamente implantados. Na indústria, para se obter diversos produtos, as quantidades de água necessárias são muitas vezes superiores ao volume produzido.

  • EXCLUSIVO: Nível do Lago de Furnas sobe e Pontalete volta a receber barcos e banhistas

    EXCLUSIVO: Nível do Lago de Furnas sobe e Pontalete volta a receber barcos e banhistas

    O servidor público municipal Celso Joaquim Domingues registrou na tarde desta quarta-feira (20) a situação tranquilizadora do lago de Furnas, na região do Distrito do Pontalete em Três Pontas. Depois de amargar uma seca terrível, o local voltou a vislumbrar a alta do nível das águas e volta das embarcações e também dos banhistas.

    Nas imagens feitas pelo chefe do setor de trânsito da Prefeitura, é possível constatar que o nível das águas subiu cerca de 5 metros, restando ainda outros 4 para atingir a capacidade antiga.

    Segundo Celso o nível do lago de Furnas no Distrito do Pontalete já cobriu a ponte que voltou a aparecer durante a crise hídrica, depois de anos.

    “O nível subiu muito, graças a Deus. Já se vê barcos, jet-skis e dias atrás teve até avião aquaplanando sobre o local. Ainda faltam uns 4 metros para a normalidade, mas com essas chuvas constantes em pouco tempo acredito que a situação estará normalizada por completo”, explicou.

    Crise Hídrica

    Em 2014 a situação ficou caótica por conta da seca. Onde deveria ter água, só havia solo rachado, vegetação seca e grama. Esta foi a realidade do Lago de Furnas, responsável por cerca de 15% do abastecimento nacional de energia. Com a seca, o volume da água esteve oito metros abaixo do normal, o pior nível desde 2002.

    Com a abertura das comportas da Usina de Furnas para geração de energia na época, visando garantir o abastecimento, o quadro se agravou ainda mais, segundo o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica de Furnas, Fausto Costa. “Com a abertura das comportas e sem chuva, o nível pode baixar mais oito metros para manter a geração de energia. Se isso ocorrer de novo, o lago fica inoperante para o abastecimento”, explicou em 2014.

    A situação também prejudicou o turismo. No Distrito de Pontalete o movimento caiu cerca de 60% e o estrago só não foi maior porque alguns turistas ainda se deslocaram de carro até o ponto turístico. A Prefeitura Municipal de Três Pontas procurou iniciativas para fomentar o turismo no local. Uma dessas ações foi o Grito de Carnaval que aconteceu no Quilombo Nossa Senhora do Rosário e a apresentação de blocos caricatos durante os dias de folia no Distrito do Pontalete.

    “Essa falta de chuvas trouxe muitos problemas e prejuízos para pescadores, moradores, comerciantes do Pontalete e para a nossa cidade como um todo. Todas as medidas políticas foram tomadas para reverter esse quadro”, ressaltou o Chefe do Executivo Municipal Paulo Luís Rabello.

    Turismo

    O Distrito do Pontalete passou por uma série de melhorias recentemente. Além das ações da Secretaria de Transportes e Obras da Prefeitura Municipal de Três Pontas, uma marina foi construída pelo Grupo Ferran, comandada pelo empresário Roberto Andrade. Com essas inovações, o local se tornou um ponto de turismo ainda mais requisitado e com mais atrativos. E com a subida das águas a tendência é que o grande movimento de turistas se consolide a cada dia, principalmente durante o carnaval.

    Fotos – Celso Domingues

     

    Oferecimento:

    Marina Pontalete

     

  • ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    As férias ajudam a recarregar a bateria para o ano seguinte, e podem ser úteis também para repor aquela caneta ou lápis que não funcionam mais. No entanto, é importante ficar atento aos preços. De acordo com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o custo dos itens pode variar até 450% de uma loja para outra. Pesquisar os melhores preços, fazer compras em conjunto com outros pais e reaproveitar o material do ano anterior são alternativas cada vez mais adotadas pelas famílias para fugir dos gastos excessivos. De quebra, os jovens aprendem na prática o que é consumo consciente.

    Economizar material e reaproveitar o que sobrou do ano anterior é uma atitude mais sustentável também. Com isso economizamos matéria-prima e geramos menos lixo.

    O Brasil ainda tem uma cultura do desperdício, mas isso, felizmente, está mudando. O material escolar é um dos principais itens de consumo das crianças e ficou estabelecido que os produtos devem ser novos. Na verdade, o que  importa é o aluno ter material para colorir, seja ele novo ou usado, o mesmo valendo para os livros. Já temos notícias de escolas e pais que se mobilizam em prol da cultura do compartilhamento e da troca, e é importante que isso seja discutido com as crianças, para que elas aprendam a ter um consumo consciente para a vida.

    Confira a seguir dicas de economia e reaproveitamento de material escolar: 

    – As escolas não podem exigir que os pais comprem o material no  próprio estabelecimento. Elas têm obrigação de fornecer a lista de produtos para que as famílias decidam onde adquiri-los;

    – O ideal é comparar os preços dos produtos em várias lojas. Comprando em grande volume, junto com outros pais, por exemplo, é possível conseguir bons descontos;

    – Encapar os cadernos e livros ajuda a conservar os produtos por mais tempo;

    – Atualmente, existem produtos que podem ser reutilizados com a troca de refil. Além da economia na compra, já que eles costumam custar mais barato, há também economia de matéria-prima;

    – A borracha usada ganha um novo aspecto se for limpa com álcool;

    – Adesivos podem esconder marcas de uso em lápis e réguas descascadas, o mesmo valendo para os cadernos, que podem ser personalizados e renovados;

    – É possível arrancar as folhas não utilizadas dos cadernos, juntando tudo em uma nova encadernação, utilizando uma espiral;

    – Apontadores e tesouras podem ser reutilizados se ainda têm corte.

  • Ô GENTE BOA: Coleta Seletiva da Atremar volta a operar na próxima semana

    Ô GENTE BOA: Coleta Seletiva da Atremar volta a operar na próxima semana

    Na próxima semana a ATREMAR – Associação Trespontana de Catadores de Materiais Recicláveis voltará com a Coleta Seletiva Solidária que é feita em 65% da cidade. O barracão da associação foi atingido por uma forte chuva no início de Setembro que deixou a estrutura do local comprometida, mesmo assim a associação continua trabalhando com força total.

    Logo após o incidente, a ATREMAR, a Prefeitura Municipal de Três Pontas, o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis – MNRC e o INSEA – Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável se uniram para a coleta voltar a operar o mais rápido possível. Foi cedido um barracão provisório, onde os associados passaram as últimas semanas trabalhando para minimizar os prejuízos.

    A Secretaria Municipal de Assistência Social respondeu prontamente, e disponibilizou para os associados uma cesta básica mensal, e uma ajuda no valor de R$ 200,00. Também foi organizado um movimento em todas as escolas (municipais e estaduais) de Três Pontas, que arrecadou mais de 16 cestas básicas para os catadores.

    Os coletores agradeceram toda a ajuda que receberam e continuam recebendo, e mais ainda a população que se sensibilizou e continuou separando o material em casa e armazenaram, aguardando o retorno da Coleta Seletiva Solidária.

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    CONFIRA OS DIAS DA COLETA

    A data da coleta será a mesma, relembre os bairros e o dia que o caminhão passará na sua rua:

    Terça-feira

    – Santa Edwirges
    – Santa Inês
    – Santa Margarida
    – Meia Pataca
    – Padre Victor
    – Vila Romana
    – São José
    – Século
    – Santa Marta
    – Cidade Jardim
    – Peret
    – Eucaliptos
    – Bela Vista
    – Jardim Greenville
    – São Francisco
    – Vila Marília

    Quarta-Feira:
    – Distrito Industrial
    – Vivendas do Bosque I
    – Vivendas do Bosque II
    – Vila Rica
    – Village das Palmeiras
    – Major Brás
    – Vicentini
    – Catumbi
    – São Francisco de Assis II
    – Vila Campos
    – São Vicente
    – Santa Teresa I
    – Santa Teresa II
    – Jardim Brasil
    – São Gabriel
    – Chácara Catumbi
    – Azarias Campos
    – Vila Rosa
    – Novo Horizonte
    – Ouro Verde

    Quinta-feira:

    – Esperança
    – Cohab Ouro Verde
    – João Piedade Campos
    – Vale do Sol I
    – Vale do Sol II
    – Vale do Sol III
    – Botafogo
    – Ponte Alta I
    – Jardim Paraíso
    – Jardim Bom Pastor
    – Jardim Philadelphia
    – Santana

    (Assessoria de Imprensa – PMTP)