Categoria: Mulher

  • CHEGA!!! Manifesto pede fim da violência contra a mulher

    CHEGA!!! Manifesto pede fim da violência contra a mulher

    A Comissão da Mulher Advogada da 55 ª subseção da OAB de Três Pontas/MG promoveu um manifesto contra todos os tipos de crimes e violências contra a mulher. O protesto foi realizado nesta sexta-feira (10) em frente o Fórum de Três Pontas.

    A advogada Dra. Juscely Maria Cremonezzi Perfeito, presidente da comissão, falou ao Conexão:

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    “O motivo da nossa manifestação se deu por conta de todas as notícias sobre estupros, assédios sexuais, morais, etc. O convite da Comissão foi encaminhado a todos os advogados, serventuários da justiça, membros da Comissão da Mulher (municipal) e simpatizantes com a causa para que trabalhassem nessa sexta feira, trajando roupas pretas e reunindo-se às 13:30 horas  do lado de fora do prédio do fórum local para uma foto, em repúdio à essas ações criminosas”, explicou.

    A manifestação foi marcada com o comparecimento de representantes de diversos setores e fotos foram tiradas para encaminhamento à Comissão Estadual da Mulher Advogada em Belo Horizonte.

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    O intuito é mostrar às mulheres os seus direitos e o dever de denunciar quaisquer maus tratos e aos homens que devem respeitar suas mulheres.

    “A presidente da 55ª OAB de Três Pontas, Dra. Luciana Martins, convocou-nos para formarmos pela primeira vez a Comissão da Mulher Advogada que é composta pelos membros: Juscely Maria Cremonezzi Perfeito, Eliana Aparecida Braga, Elaine Leite Dias Vilela, Caroline Luz Zanetti”, concluiu.

    Veja outras fotos na manifestação:

  • 8 DE MARÇO: Uma mensagem do Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher

    8 DE MARÇO: Uma mensagem do Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher

    Dia Internacional da Mulher

    Celebramos o dia Internacional da Mulher, 8 de março… Como em outros anos, avançamos na busca pela igualdade, mas ainda temos situações de inferiorizações, especialmente quando analisamos as notícias sobre distorções e discriminações ao sexo feminino em todo o mundo.

    Ainda em nosso país, existe um cotidiano de violência doméstica que destrói famílias expõe o desrespeito à mulher. Também temos a discriminação no mercado de trabalho, com mulheres recebendo salários menores e tendo a participação reduzida em cargos de chefia, nos postos de direção.

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    Durante a Conferência Estadual das Mulheres, encaminhamos para a Conferência Nacional uma proibição a diferença salarial entre trabalhadores do sexo feminino e masculino que exercem a mesma função.

    Cuidar do que é de todos com responsabilidade e transparência é a missão de quem ocupa um cargo público.

    Assim como na vida, é preciso estar sempre vigilante e colocar em prática o que temos de melhor.

    A participação da mulher, ocupando lugares estratégicos na sociedade e em especial na política faz a diferença e contribui para o fortalecimento da democracia brasileira.

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    Quando o homem acredita, ele luta e conquista, Quando a mulher decide, ela se esforça muito mais, porque sabe que sempre precisará provar sua capacidade e competência.

    Com isso, alcança seus objetivos e procura a perfeição.

    Vamos, nós mulheres, firmes na luta, cheias de alegrias e de esperança lutar por um mundo melhor.

    Este dia representa o reconhecimento daquela que é mãe, esposa, profissional, um alicerce para a sociedade. Parabéns para nós mulheres, que possamos continuar fazendo a diferença sempre, onde quer que estejamos.

     

    Valéria Evangelista Oliveira

    Presidente do  Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher

  • 8 DE MARÇO: Homicídio contra mulheres é desafio em Minas Gerais.

    8 DE MARÇO: Homicídio contra mulheres é desafio em Minas Gerais.

    Ciclo de debates é aberto com dados alarmantes do mapa da violência, que revelam situação ainda pior entre as negras.

    Se Minas Gerais fosse um país, ocuparia o sétimo lugar no mundo no ranking de homicídios de mulheres. Em 2013, o Estado registrou 4,2 mortes para cada grupo de 100 mil mulheres, índice pouco menor que a média nacional, de 4,8, que coloca o Brasil no 5º lugar na escala mundial. Dados alarmantes sobre essa realidade foram apresentados nesta quarta-feira (2/3/16), na abertura do Ciclo de Debates “Dia Internacional da Mulher – Mulheres contra a violência: autonomia, reconhecimento e participação”, realizado no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os debates prosseguem nesta quinta-feira (3/3).

    O Mapa da Violência 2015, com as estatísticas dos homicídios de mulheres no Brasil, foi apresentado pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos sobre Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). O documento é amplo, usa informações oficiais de várias fontes e revela, segundo o professor, uma “carnificina”, com dados inaceitáveis. “A epidemia de dengue não mata um décimo do que mata a violência. Mas não há a mesma mobilização e nem orçamento para conter isso”, comparou.

    De acordo com o levantamento, Minas Gerais também reagiu de forma diferente à de muitos estados após a sanção da Lei 11.340, de 2006, a Lei Maria da Penha. No Sudeste, por exemplo, todas as demais unidades da federação registraram quedas maiores de 10% nas taxas de homicídio, enquanto em Minas, a taxa subiu quase 6% entre 2006 e 2013. Na série histórica ampliada, porém, Minas deixa a 15ª posição, em 2003, para ocupar a 22ª em 2013 no ranking da violência, mesmo com crescimento do índice de homicídios. “Outros estados tiveram altas ainda maiores”, observa Julio Waiselfisz.

    Belo Horizonte registrou, em 2013, taxa de homicídios maior que a média do Estado. Mas o professor observa que os índices na capital vêm caindo na série histórica – como em todo o Sudeste –, revelando uma interiorização da violência. Entre os municípios mineiros, há um destaque negativo para Buritizeiro, no Norte do Estado, que aparece entre os dez com maior taxa de homicídios no Brasil. Foram considerados municípios com mais de 10 mil mulheres. O ranking de Minas tem, na sequência, Conceição das Alagoas e São Joaquim de Bicas.

    (Com informações da ALMG)

  • 8 DE MARÇO: A mulher como sucessora na empresa rural familiar

    8 DE MARÇO: A mulher como sucessora na empresa rural familiar

    No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, conheça a história de uma gaúcha que, com paixão, se dedica há 20 anos para a empresa fundada pelos pais

     Por Manuelle Motta

    ([email protected])

    Por um longo tempo, o mercado de trabalho foi algo quase que restrito aos homens. As mulheres, aos poucos – principalmente nas últimas décadas – foram conquistando espaço em diferentes segmentos. Atualmente, é possível encontrá-las em posições que antes eram dominadas pelo sexo masculino, tanto no meio urbano, como no rural. A lida do campo e o gerenciamento de empresas familiares rurais são exemplos de atividades que elas vêm desempenhando e obtendo excelentes resultados.

    Essa realidade pode ser encontrada na Agropecuária Brasitália, empresa rural familiar instalada na região noroeste do Rio Grande do Sul, mais especificamente nas cidades de Condor, Palmeira das Missões, Ijuí e Bozano. Adriane Costa Beber, que é uma das administradoras da empresa, vive essa experiência há cerca de 20 anos. De acordo com ela, a oportunidade surgiu diante de uma nova fase do negócio da família, na época sob o comando e propriedade dos pais, Igino e Almanir, e dos tios.

    Buscando novos desafios, os antigos gestores encerraram a sociedade e o pai de Adriane, que já contava com a ajuda do seu outro filho, Mauro, se viu com uma carga de trabalho superior à que podia carregar. Adriane, aos 23 anos, finalizando a graduação em administração, foi então chamada para gerenciar a empresa ao lado do irmão.

    A princípio, diante da necessidade, ela lembra que não hesitou em assumir a função, mas sabia o desafio que iria enfrentar. “Como tinha meu irmão e meus primos trabalhando na propriedade, cinco homens para sucessão, nunca pensei que teria lugar para mim”, conta Adriane. No entanto, ela recorda que em alguns momentos, principalmente nos primeiros anos, sentiu que a olhavam de forma diferente em determinados lugares, como por exemplo, quando ia comprar insumos, peças para as máquinas, etc. “A medida que o tempo foi passando, e as pessoas me conhecendo, isso foi acabando e, hoje em dia, é natural”, complementa.

    As dúvidas que não existiram no início, apareceram em meados de 2002, quando Adriane resolveu rever algumas posições no trabalho. Uma antiga vontade se fortaleceu e ela foi cursar psicologia, atividade que desenvolve atualmente em paralelo com a administração da Agropecuária. Na concepção dela, mesmo tendo atuações bem distintas, é possível desenvolver as duas profissões. “Hoje, divido minha semana entre as tarefas da empresa e os atendimentos no consultório”, explica.

    Aos 42 anos, ela não se vê longe da empresa familiar, mesmo diante da inserção de novas gerações no negócio. Há quatro anos, outra mulher, a sobrinha Cristina, passou a atuar junto na administração, dividindo determinadas funções com a tia. Na opinião de Adriane, o respeito entre as duas partes foi determinante na adaptação entre as gerações. “Da mesma forma que eu e meu irmão cuidamos do que nosso pai construiu, a Cristina e o seu esposo valorizam o trabalho que realizamos até hoje e, em cima disso, buscam aprimorar a atividade”, analisa.

    Estratégia de sucesso

    As atividades no agronegócio começaram na família em 1911, ainda com o avô de Adriane, um imigrante italiano que criou os filhos no campo. O valor pelo trabalho na terra fez com que quatro dos herdeiros seguissem no meio e dividissem o trabalho na antiga Agropecuária Costa Beber. O pai Igino era um deles e, assim como os irmãos, buscou novas oportunidades na década de 90, quando fundou a Agropecuária Brasitália.

    A implantação da nova empresa gerou uma nova sociedade entre Igino e os seus cinco filhos, porém somente dois, Adriane e Mauro, atuam diretamente no negócio. No entanto, os outros três, Rosane, Elenita e André, sempre participaram das principais decisões, como venda e arrendamento de terras. Adriane recorda que, dentro do possível, tudo foi muito dialogado e transparente, o que na visão dela é uma das principais estratégias para o crescimento da empresa e a manutenção da união da família.

    Porém, mesmo realizando reuniões periódicas para definir os rumos do negócio, Adriane lembra que, em determinados momentos, os papéis de irmãos e sócios se misturavam. Buscando definir a função de cada membro, e, finalmente, formalizar a sociedade familiar, a família Costa Beber buscou, em 2008, uma consultoria especializada com a empresa Safras e Cifras que, na visão de Adriane, deixou o processo ainda mais transparente e justo. “Nosso objetivo sempre foi minimizar possíveis conflitos e a regularização da sociedade é uma fase delicada. Desde essa formalização, trabalhamos com uma assessoria que, sem dúvidas, foi essencial para o crescimento da empresa, já que eu e Mauro temos a responsabilidade de administrar o que é nosso e de nossos pais e irmãos também”, avalia Adriane.

    O uso da tecnologia, aliada a uma boa administração, permitiu que, em 20 anos de existência, a Agropecuária Brasitália dobrasse a área plantada, permanecendo com praticamente a mesma equipe. A confiança que sempre depositou na capacidade dos filhos fez com que o fundador Igino se afastasse gradualmente dos negócios. No entanto, mesmo aos 82 anos, ele mantém uma rotina de visitas à empresa familiar que viu nascer e crescer. Para o futuro, Adriane vislumbra o progresso que as novas gerações, como a de Cristina, podem acrescentar: “Cada geração tem seus próprios desafios. O importante é que essa sucessão seja natural, sem imposições. Que o jovem escolha, diante de outras alternativas, seguir com os negócios da família, assim como eu e Mauro fizemos”, finaliza.

  • IGUALDADE: Prefeitura Municipal convida população para a 1ª Conferência dos Direitos da Mulher em Três Pontas

    IGUALDADE: Prefeitura Municipal convida população para a 1ª Conferência dos Direitos da Mulher em Três Pontas

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Assistência Social e Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, realizará na próxima quarta-feira (16) a 1ª Conferência Municipal dos Direitos da Mulher. O evento começará às 12h30, no Centro de Convivência do Idoso Antônio Lourenço Siqueira.

    Esse é o primeiro evento desse tipo em Três Pontas, e o tema ‘Mais Direitos, Participação e Poder para as Mulheres’ norteará o encontro em busca de propostas e estratégias para a ampliação e o aprofundamento de políticas para as mulheres, e o pleno funcionamento de organismos governamentais de políticas para as mulheres (OPM) e de conselhos dos direitos da mulher.

    O encontro também reforça a necessidade de debates sobre o enfrentamento das desigualdades existentes entre mulheres e homens, e assim impulsionar de forma definitiva, a construção de um Brasil de igualdade entre mulheres e homens.

    O Centro de Convivência do Idoso Antônio Lourenço Siqueira localiza-se na Rua São Francisco de Paula, s/n – Bairro Século, e todas estão convidadas a comparecer e participar!

     

    Fonte Ascom PMTP