Categoria: Mundo

  • Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Mais de 1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração durante o regime nazista alemão.

    Sobreviventes do regime nazista alemão voltaram nesta segunda-feira (27) ao campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, para a cerimônia que marca 75 anos da libertação pelas tropas soviéticas.

    Em muitos casos, eles são acompanhados por filhos, netos e até bisnetos, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

    Com gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros no campo, os sobreviventes atravessaram, com tristeza, o célebre portal de ferro com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”, em tradução livre do alemão para o português).

    Acompanhados do presidente polonês, Andrzej Duda, eles depositaram coroas de flores perto do “muro da morte”. Mais de 1 milhão de pessoas foram vítimas nesse campo de concentração, que é considerado um dos principais símbolos do genocídio.

    Eram esperados mais de 200 sobreviventes na cerimônia desta segunda-feira. Muitos deles são judeus vindos de vários países, como Israel, Estados Unidos, Austrália, Peru, Rússia, Eslovênia, entre outros.

    Holocausto

    Quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha, em 1933, iniciou-se uma perseguição aos judeus. Nessa primeira etapa da campanha para erradicar a população judaica na Europa, foram-lhes confiscados propriedades, direitos e liberdades.

    Depois da invasão alemã à Polônia em 1939, os nazistas começaram a deportar judeus da Alemanha e da Áustria para o país, onde criaram guetos para separá-los do resto da população. Em maio de 1940, Auschwitz foi transformado em uma prisão para presos políticos.

    Em 1941, durante a invasão alemã na União Soviética, os nazistas começaram de fato a campanha de extermínio.

    Seis milhões de judeus foram mortos no Holocausto e Auschwitz está no centro do genocídio. Estima-se que, em menos de quatro anos, ao menos 1,1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração polonês. Quase 1 milhão era judeu.

    As vítimas levadas a campos de concentração eram mantidas em situação deplorável, trabalhavam até a morte ou eram levadas a câmaras de gás.

    Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram no campo de concentração e encontraram os sobreviventes magros, torturados e exaustos.

    Apenas cerca de 7 mil prisioneiros esqueléticos e doentes terminais tinham sobrevivido, sendo que 500 deles eram crianças. Poucos conseguiam ficar de pé, muitos estavam deitados no chão, apáticos.

    HÁ EXATOS 75 ANOS, O EXÉRCITO VERMELHO LIBERTAVA O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE AUSCHWITZ

    No final da guerra, prevendo a vitória dos aliados, os alemães começaram a destruir crematórios e documentos enquanto evacuavam os prisioneiros de Auschwitz. Os que não conseguiam andar foram deixados lá e liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945. Lá, cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram, a maioria em câmaras de gás.

    Arbeit machr frei (“O trabalho liberta”, em português). Era essa a inscrição na entrada do maior campo de concentração nazista. Erguido em 1940 nos subúrbios da cidade de Oswiecim, na Polônia, ele tinha três partes: Auschwitz I, a mais antiga; Auschwitz II-Birkenau, que reunia o aparato de extermínio; e Auschwitz III-Buna, com cerca de 40 subcampos de trabalho forçado.

    As primeiras vítimas do nazismo foram poloneses, seguidos de soviéticos, ciganos e prisioneiros de guerra. Em 1942, o campo voltou-se para a destruição em massa dos judeus. Os presos eram obrigados a usar insígnias nos uniformes conforme a categoria – motivo político era um triângulo vermelho; homossexual, um rosa. Muitos foram usados em experimentos médicos.

    Fornos de Hitler

    Entre as muitas vítimas estava Olga Lengyel. Uma judia que vivia com o marido e os  filhos na cidade de Cluj, capital da Transilvânia. Ao ouvirem relatos sobre as atrocidades cometidas pelos nazistas em terras ocupadas, não acreditaram que isso poderia se tornar um pesadelo real.

    Em 1944, o seu marido, que era médico, seria deportado para a Alemanha. Ela acreditava que o companheiro poderia ser enviado para suprir a falta de médicos, e assim optou por segui-lo com os filhos. Contudo, era uma emboscada. O destino final da família seria Auschwitz. No local, Olga perdeu a sua família. Entretanto, sobreviveu para contar a sua trajetória. Em Os Fornos de Hitler, Olga detalhou um dos primeiros relatos sobre o horror dos campos de extermínio nazistas.

    “(…) Os alemães deixavam vivos alguns milhares de deportados de cada vez, mas apenas para facilitar o extermínio de milhões de outros. Faziam tais vítimas executar seu trabalho sujo. Elas faziam parte do sonderkommando. Trezentas ou quatrocentas serviam em cada forno do crematório. Seu dever consistia em empurrar os condenados para dentro das câmaras de gás e, depois que o assassinato em massa tivesse sido cometido, abrir as portas e transportar os cadáveres.”

    Hoje, Auschwitz é um museu que preserva a memória do maior genocídio da História.

    Conheça a dura rotina no campo de concentração

    Seleção dos “capazes”

    Os prisioneiros chegam em trens de gado e são selecionados por médicos. Os aptos ao trabalho entram numa fila e são tatuados com um número de registro. Velhos, doentes, grávidas, crianças e a maioria dos judeus vão para outra fila, direto para a câmara de gás. Os capazes tomam banho de desinfecção (contra tifo), raspam o cabelo e deixam seus pertences.

    Trabalho escravo

    Os presos trabalham pelo menos 11 horas por dia para impulsionar a máquina de guerra alemã. Constroem prédios do campo de concentração e estradas e produzem carvão, borracha sintética, produtos químicos, armas e combustíveis em indústrias como a Krupp e a IG Farben. Embora não haja números oficiais, vários morreram de cansaço durante as obras.

    Pão e sopa no almoço

    A cozinha do campo prepara rações de comida três vezes ao dia, que em geral incluem um pedaço de pão, café e sopa de batata. Quem faz pouco esforço físico recebe cerca de 1300 calorias diárias. Os que trabalham pesado ingerem 1700 calorias. Após algumas semanas, essa dieta de fome leva à exaustão, deterioração do corpo e até morte.

    Entre ratos

    Em Auschwitz I, cerca de 20 mil presos dormem em pavilhões de tijolo. Os treliches são em número insuficiente, e um preso dorme sobre o outro. Não há banheiro nem calefação – mesmo com temperaturas abaixo de zero. Em Birkenau, os alojamentos são blocos de madeira e tijolos feitos sobre o solo úmido. Cerca de 700 pessoas ocupam cada um.

    Espera congelante

    Durante as assembleias de contagem, os presos ficam horas no frio, muitas vezes sem seus uniformes (calça comprida, camisa listrada e boina), esperando os nazistas decidirem quem será mandado à câmara de gás. Intelectuais, políticos e outras pessoas consideradas perigosas são fuzilados no Muro da Morte, nos fundos do bloco 11, ou enforcadas.

    Matemática sinistra

    Em geral, o destino de 70% dos prisioneiros é a câmara de gás. A maior parte das vítimas é trancada nua em locais fechados – os nazistas diziam que elas iam tomar banho. Dentro deles, uma tubulação expele ácido cianídrico. A morte chega, no máximo, em 10 minutos. Os corpos são depois queimados num dos cinco crematórios – juntos, podem queimar 4765 corpos por dia.

    ‘Está vendo aquela fumaça? É sua família’: o relato do brasileiro que sobreviveu a Auschwitz

    “Não é todo dia que coloco a tefilin em cima do número de Auschwitz”, diz o rabino David Weitman logo depois da breve cerimônia, em uma sinagoga na região central de São Paulo, em 11 de novembro de 2019. “E é a primeira vez que faço isso em alguém dessa idade. É muito emocionante. Os nazistas se foram, mas nós estamos aqui.”

    O tefilin citado por Weitman são tiras de couro tradicionalmente colocadas no braço de meninos judeus que, ao completar 13 anos, realizam seu bar mitzvah — cerimônia judaica que é celebrada como um rito de passagem.

    Naquele dia, porém, o bar mitzvah era para um senhor de 91 anos: Andor Stern, brasileiro de nascença que, aos 13 anos, estava escapando da perseguição na Hungria, terra natal de seus pais.

    Andor Stern acabaria capturado e viveria cerca de um ano no campo de concentração em Auschwitz, na Polônia, o maior e mais cruel símbolo do Holocausto. Os números que o identificavam no campo continuam tatuados em seu braço: 83892. Ele é tido como o único brasileiro nato a sobreviver a Auschwitz.

    Stern sobreviveu não apenas para ser homenageado, em novembro, pelo Memorial da Imigração e do Holocausto, com um bar mitzvah especial e tardio — mas também para reerguer sua vida no Brasil, criar uma família com cinco filhos (e muitos netos e bisnetos), perder tudo em uma das crises econômicas brasileiras na era Collor e manter-se ativo profissionalmente até agora. E fazer tudo isso com grande apreço pelos pequenos prazeres do cotidiano.

    ‘Minha família saía pela chaminé’

    Filho de imigrantes judeus, Stern nasceu no bairro do Bixiga, em São Paulo, em 17 de junho de 1928. Mas viveu desde cedo uma vida itinerante. Aos três anos, mudou-se com para a Índia, por conta de uma oferta de emprego ao pai, médico. Depois disso — e Stern não sabe exatamente o motivo —, em vez de voltar ao Brasil, a família decidiu passar um tempo na Europa, com parentes húngaros.

    Essa decisão selou seu destino de uma forma drástica.

    Na Hungria, como brasileiro nato, Andor passou uma infância feliz e comum, embora fosse tratado como estrangeiro. As coisas mudaram quando a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) eclodiu. No momento em que o governo de Getúlio Vargas alinhou-se com os chamados países aliados (inimigos do Eixo, então liderado pela Alemanha e do qual a Hungria fazia parte), por ser brasileiro, Stern foi detido em uma instituição como inimigo estrangeiro pelas autoridades húngaras.

    Foi uma estada breve: em poucas semanas, escapou com a ajuda de um detento americano de quem ficara amigo e, graças a isso, voltou à casa de sua família, onde passou a viver escondido. Ele tinha apenas 13 anos. Agora, o problema não era mais ele ser brasileiro: era ser judeu.

    Com a posterior ocupação nazista da Hungria, sua família toda (menos o pai, que se separara da mãe e fora embora do país em 1938) foi transportada a Auschwitz em um mesmo trem, em 1944. Foram separados na chegada ao campo de concentração.

    “Daí começou o calvário deles: meus avós, meus tios, minha tia grávida foram levados direto para a câmara de gás”, conta Stern.

    A perda da mãe marcou Stern profundamente, e a tristeza superava as dores físicas do campo de concentração.

    “Ela faz falta. Me lembro cada vestido dela. Incrível como tenho a cara dela na minha cabeça. Ela era minha maior amiga. Usei ela tão pouquinho”, diz à equipe da BBC.

    Aos 14 anos, de porte atlético por conta de esportes como o remo e a natação, o adolescente foi poupado do extermínio na câmara de gás para ser usado no trabalho forçado no campo. O processo de desumanização também foi rápido.

    “Uma mesma bacia de noite é penico e de dia é o prato em que você come. E você come como cachorro. Não tem garfo, faca, colher”, lembra.

    “Você tem eczema, sarna. A comida te causa uma eterna diarreia, o que, aliás, é uma (das causas) que mais matavam as pessoas. No inverno, abaixo de 22, 24, 26 graus, quando você está ‘vazando’, você até gosta porque é quentinho. E você não tem como tomar banho depois disso. Você aceita a sujeira, a imundície. E você perde a condição de ser humano. Devora qualquer casquinha de batata. Só o que pensa é na fome. Você vira um zumbi.”

    Quando o cerco internacional se fechava em Auschwitz, com notícias da aproximação de tropas russas, os alemães nazistas começaram a retirar a maior parte dos prisioneiros do local. Muitos foram enviados para as chamadas “Marchas da Morte” em que pessoas de todas as idades eram obrigadas a andar por quilômetros em meio ao rigoroso inverso. Milhares morreram a poucas semanas da derrota alemã na Segunda Guerra Mundial.

    Stern foi um dos transportados, primeiro a Varsóvia (capital da Polônia, na época sob ocupação nazista), para recolher tijolos das ruínas dos bombardeios de guerra, e, depois, ao campo de concentração de Dachau, no sul da Alemanha, onde chegou a fazer trabalhos forçados para a indústria bélica alemã de aviões Messerschmitt e bombas V1.

    Até que, no final de abril de 1945, o campo foi libertado pelo Exército dos EUA. Em 1º de maio, depois de quase um ano e meio sob poder dos nazistas, Stern estava livre.

    “A guerra terminou e eu sobrevivi. Estava vivo. Pesava 28 quilos, mas estava vivo. (…) Perguntei a mim mesmo: ‘o que quero da vida? Onde estarei daqui a 5, 10, 20 anos?’”.

    “Decidi o seguinte: ‘quero um par de sapatos em que não entre água e me aqueça no inverno; uma roupa isenta de qualquer bicho e que me cubra no inverno, um paletó com bolso e um relógio que eu possa olhar e dizer: ‘vou comer esse pão amanhã às 14h e vou resistir, porque não estarei passando fome’. Podendo me movimentar da esquerda para a direita, vou ser o homem mais feliz do mundo’”, conta.

    “Isso passa, e você fica cheio de frescura”, brinca. “‘O sapato tem que ser de cromo alemão’, ‘O terno tem de ser de casimira inglesa’ [Mas] eu não esqueci. Tudo isso para mim era um presente extra. Cada dia que eu vivo é uma sobremesa. Talvez isso explique essa intensidade de querer viver e que os outros vivam. Tenho o máximo respeito pela vida.”

    De volta à Hungria de seus parentes, Stern concluiu seus estudos e entrou em uma faculdade de engenharia, mas diz que começou a “sentir saudades do desconhecido”.

    Era hora de voltar para sua terra natal: o Brasil.

    Sem recordar-se de nenhuma palavra sequer de português, aos 20 anos de idade, Stern voltou à cidade onde nasceu e começou a erguer uma vida: reaprendeu a língua, teve um reencontro tardio com seu pai (que Stern achava que estava morto, mas formara nova família na Espanha), estudou engenharia e trabalhou na empresa de tecnologia IBM, experiência que o ajudou a abrir uma empresa própria.

    Casado desde 1954 com Terezinha, Stern se diz afortunado por ter “filhos maravilhosos e uma mulher que é um ser humano invejável”. Não é um homem religioso. Acompanha política brasileira pelo noticiário e acha o presidente Jair Bolsonaro “um crápula” e “um bestalhão”, embora tampouco simpatize com o PT. Tem entre seus hobbies ler e escutar discos na vitrola.

    Nesta semana, ele viajou a Auschwitz para os eventos em memória dos 75 anos de libertação do campo onde ficou detido.

    Fonte R7 / G1 / History Channel / UOL

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  • Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Áudios da torre de controle indicam que aeronave estava em condições especiais, com baixa visibilidade e voando a pouco menos de 500 metros de altitude

    Um voo baixo, em condições difíceis e com pouca visibilidade. O helicóptero em que estava Kobe Bryant, que acabou colidindo e matando o ex-astro da NBA, sua filha e outras sete pessoas, perdeu contato com a torre de controle enquanto voava a menos de 500 metros de altitude. Agora, o foco da investigação inicial para descobrir a causa do acidente é entender as condições do nevoeiro em Calabansas, onde ocorreu a queda.

    Os investigadores do Comitê Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, em inglês) iniciaram o trabalho ouvindo testemunhas oculares do acidente, buscando entender os motivos. Há um consenso que havia muita neblina no local de voo e, por isso, uma necessidade de entender a névoa para que se chegue à uma conclusão do ocorrido.

    – Não parecia que estava certo, estava muito lento. Eu vi (a aeronave) caindo e chacoalhando. Mas, era difícil de entender porque estava com muita neblina. O helicóptero sumiu numa nuvem e então teve um “boom”. Vi uma grande bola de fogo. Ninguém poderia sobreviver àquilo – disse uma das testemunhas ouvidas pelo jornal “Los Angeles Times”.

    Para se ter ideia, ainda segundo o jornal de Los Angeles, a névoa era tamanha que o Departamento de Polícia da cidade manteve seus helicópteros em solo, sem voos naquela manhã, por conta do forte nevoeiro na região.

    – A situação climática não atendia os padrões mínimos para voo. O departamento exige um mínimo de duas milhas (3,2 km) de visibilidade e um teto de nuvens de 800 pés (240 metros) para voar – afirmou o porta-voz do departamento de polícia Josh Rubenstei.

    Áudios divulgados nesta segunda-feira mostram a comunicação do helicóptero com as torres de controle em Los Angeles. No último contato feito pelo piloto, no momento em que sobrevoava sobre Calabasas, a aeronave voava em condições visual especial a 1.500 pés (450 metros).

    O brasileiro Oscar Schmidt, craque da Seleção Brasileira, é o maior ídolo de Kobe Bryant.

    O contato via rádio foi perdido logo que o controle foi repassado da torre de Van Nuys para a Socal Approach (radar do terminal Southern California). Como voava em altitude abaixo do normal, as ondas de rádio ficam mais difíceis de se propagarem e, com isso, pode ter havido um corte na comunicação. A última mensagem informa que o N72EX (código da aeronave) estava em altitude abaixo do ideal para aquela área.

    Na sequência, o helicóptero some do radar, indicando que possivelmente colidiu com um terreno na região de Calabasas.

    Fonte GE

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  • Boa Notícia: Chuva cai pelo 2º dia e ajuda bombeiros a apagar fogo na Austrália

    Boa Notícia: Chuva cai pelo 2º dia e ajuda bombeiros a apagar fogo na Austrália

    As chuvas fortes que caíram na Austrália nesta sexta, 17, pelo segundo dia seguido, estão ajudando os bombeiros a vencer o fogo dos incêndios que devastam o sul do país.

    As chuvas mais intensas em dez anos caíram em algumas das regiões próximas aos incêndios mais importantes, uma “excelente notícia”, segundo o Corpo de Bombeiros Rural de Nova Gales do Sul.

    A perspectiva de um clima mais úmido dá esperanças para a equipe no resgate de coalas no leste e no sul do país.

    Muitos dos animais afetados tiveram seus habitats destruídos. Desta forma, especialistas alertam para o risco de extinção de algumas espécies.

    Os coalas concentram grande parte da atenção do mundo, e as fotos desses animais salvos das chamas se espalharam rapidamente pelas redes sociais.

    Do fogo para água

    Na manhã desta sexta-feira, alguns coalas e outros animais do parque de répteis da Austrália, na costa leste de Nova Gales do Sul, tiveram de ser resgatados das águas.

    “É incrível, na semana passada tivemos reuniões diárias sobre o perigo iminente dos incêndios. Hoje, toda equipe está no terreno, encharcada, lutando para proteger os animais e proteger o parque da água. Não temos inundações assim há 15 anos”, disse o diretor do parque, Tim Faulkner.

    Incêndios

    Apesar disso ainda há pelo menos 30 incêndios fora de controle. Dezenas estão ativos no estado vizinho de Victoria.

    A chuva não caiu na Ilha Kangaroo, um verdadeiro santuário para uma fauna e flora excepcionais, localizada ao sul, na costa de Adelaide.

    As chamas devastaram o parque nacional desta ilha, matando grande parte da população de coalas e ameaçando erradicar completamente algumas espécies de pássaros e marsupiais.

    A temporada de incêndios na Austrália foi agravada pelo clima particularmente quente e pela ausência de chuva nos últimos meses neste imenso país, devido às mudanças climáticas.

    Os incêndios começaram em setembro e foram sem precedentes pela magnitude e duração.

    Deixaram 28 mortos, destruíram centenas de casas e mataram mais de 1 bilhões de animais.

    Além disso, a Austrália perderá bilhões de dólares em receitas de turismo.

    Por causa dos incêndios, muitos visitantes estrangeiros cancelaram suas viagens ao país.

    Fonte Só Notícia Boa (Apud Isto É)

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  • Irã se nega a ceder caixa preta de avião que caiu matando 176 pessoas

    Irã se nega a ceder caixa preta de avião que caiu matando 176 pessoas

    Boeing 737 caiu logo após decolar. Foi falha mecânica ou ato terrorista?

    Um avião caiu na manhã desta quarta-feira (8) momentos depois de decolar do aeroporto Imam Khomeini, em Teerã, capital do Irã. A informação inicial era de que o Boeing 737 transportava 180 passageiros, mas foi corrigida para 176 pessoa, 167 passageiros e nove tripulantes. Todos eles foram confirmados mortos.

    De acordo com a imprensa local, a queda se deve a problemas técnicos. O destino do Boeing, que pertencia à empresa Ukraine International Airlines, era a capital da Ucrânia, Kiev.

    O governo do Irã informou que não entregará a caixa-preta do Boeing 737 ucraniano que caiu nesta quarta-feira (8/1) após decolar de Teerã. “Não daremos as caixas-pretas para o fabricante [Boeing], nem para os americanos”, afirmou o diretor da Organização da Aviação Civil do Irã, Ali Abedzadeh. A informação é da agência de notícias Mehr. Isso reforça a tese de atentado terrorista para muitos especialistas.

    As equipes iranianas de busca e resgate encontraram as caixas-pretas do avião ucraniano por volta das 8h da manhã (horário de Brasília). Em nota, a Ukraine International Airlines, dona do avião, disse que a aeronave foi fabricada em 2016 e passou pela última vistoria técnica há dois dias.

    As primeiras declarações do governo do Irã sugeriram uma pane técnica, confirmada pela embaixada da Ucrânia no Irã. Em nota, as autoridades ucranianas informaram que “uma falha no motor” teria causado o acidente e excluíram “a tese de um ataque terrorista”. Na sequência, esse trecho foi retirado de seu comunicado à imprensa.

    O avião da Ukraine International Airlines com destino a Kiev, caiu sobre terras agrícolas em Khalaj Abad, no distrito de Shahriar, cerca de 45 quilômetros a noroeste do aeroporto internacional Imã Khomeini de Teerã.

    No voo havia passageiros de 7 nacionalidades: 82 do Irã, 63 do Canadá, 11 da Ucrânia (9 tripulantes), 10 da Suécia, 4 do Afeganistão, 3 do Reino Unido, e outros 3 da Alemanha.

    Fonte IstoÉ / Correio Braziliense

     

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  • Câmara dos EUA aprova o impeachment de Donald Trump

    Câmara dos EUA aprova o impeachment de Donald Trump

    Votação sobre acusação de abuso de poder termina com maioria de 230 votos a favor e 197 contra; presidente será agora julgado pelo Senado

    A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou o impeachment do presidente Donald Trump por abuso de poder com  230 votos a favor e 197 contra, depois de sete horas de debates no plenário. Trump torna-se, com isso, o terceiro líder americano a ser a julgado pelo Senado, a próxima etapa desse processo. Os anteriores foram Andrew Johnson, em 1868, e Bill Clinton, em 1998. Richard Nixon renunciou em 1974 antes da votação.

    Uma segunda votação deu-se em seguida, referente à acusação de obstrução dos trabalhos de investigação do Congresso, e terminou com 229 votos a favor e 198 contra, com 3 abstenções e uma ausência.

    Candidato à reeleição pelo Partido Republicano em 2020, Trump é acusado pela Câmara dos crimes de abuso de poder e de obstrução dos trabalhos do Congresso. O primeiro tem como base as pressões dele sobre o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, para investigar a presença do filho de seu potencial adversário eleitoral, Joe Biden, no conselho de uma empresa envolvida em corrupção. O segundo se refere ao veto de Trump ao depoimento de seus colaboradores no inquérito em andamento.

    Em um documento de 658 páginas que oficializou o processo de impeachment, o Comitê Judiciário da Câmara concluiu que o presidente  “traiu a nação ao abusar das funções de seu posto”. O caso será encaminhado por representantes da Câmara ainda nesta semana para o Senado, onde será julgado sob o comando do presidente da Corte Suprema, John Roberts. Trump, porém, continuará a exercer a Presidência dos Estados Unidos enquanto o julgamento não for concluído no Senado, que tenderá a  inocentá-lo.

    Agora o presidente deve enfrentar julgamento no Senado que determinará ou não sua condenação e consequente remoção do cargo.

    O Senado é controlado pelos colegas republicanos de Trump, que em sua maioria defendem o presidente. Uma maioria de dois terços dos presentes na Casa composta por 100 parlamentares é necessária para que o magnata seja condenado, o que implica que cerca de 20 dos 53 senadores republicanos precisariam votar contra o presidente para que ele fosse impedido de continuar no cargo.

    Fonte Veja

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  • Bebê jogado no lixo é salvo graças ao atraso dos caminhões de coleta

    Bebê jogado no lixo é salvo graças ao atraso dos caminhões de coleta

    Um recém-nascido abandonado no lixo na Grécia foi resgatado nesta quarta-feira graças ao atraso nas viagens diárias dos coletores de lixo, informaram as autoridades locais.

    “O bebê teve sorte em seu infortúnio“, explicou o prefeito da cidade de Kalamata (oeste, região do Peloponeso), Thanasis Vasilopulos, na televisão fechada Alpha TV.

    “O caminhão de recolher o lixo se atrasou. Os caminhões de lixo não apenas coletam o lixo, mas também o comprimem”, afirmou.

    Segundo a Alpha TV, o garoto, com apenas alguns dias de vida, foi jogado em um depósito de lixo no centro da cidade. Foi descoberto por uma mulher que alimentava gatos de rua e o ouviu chorar.

    O bebê foi levado ao hospital com dificuldades respiratórias, mas os médicos estão confiantes de que se recuperará completamente, segundo o canal.

    Fonte: Estados de Minas

     

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  • Miss Universo é da África: “’Que as meninas vejam seus rostos refletidos no meu.”

    Miss Universo é da África: “’Que as meninas vejam seus rostos refletidos no meu.”

    Zozibini Tunzi, de 26 anos, comemorou o título do Miss Universo 2019 com uma mensagem de exaltação a representatividade negra. Ela venceu 89 candidatas na noite de domingo, (8/12), no concurso de beleza realizado em Atlanta, nos Estados Unidos.

    “Eu cresci em um mundo onde mulheres como eu, com a minha pele e o meu cabelo, nunca foram consideradas bonitas. Já chegou a hora de parar com isso. Eu quero que as meninas olhem para mim e vejam seus rostos refletidos no meu”, respondeu Tunzi ao ser questionada sobre qual seria sua atuação como Miss Universo.

    Zozibini é formada em relações públicas e é a primeira vencedora negra desde 2011, ano em que Leila Lopes, Miss Angola, venceu a edição do concurso realizada no Brasil. A última vez que o país ganhou foi em 2017 com Demi Leigh Nel-Peters. “Que toda garotinha que testemunhou esse momento acredite para sempre no poder de seus sonhos”, comentou.

    Miss Universo

    O segundo lugar do concurso ficou com Madison Anderson, 24 anos, de Porto Rico. Em terceiro ficou a mexicana Sofía Aragón, 25 anos. A brasileira Julia Horta, 25 anos, esteve entre as 20 mais bonitas, mas não foi à rodada final.

    Felicitações

    Raissa Santana, a Miss Brasil 2016, fez questão de parabenizar a vencedora pelas redes sociais.

    “E foi assim que @zozitunzi ganhou o miss Universo! Uma mulher forte, inteligente, linda e com um discurso tão verdadeiro!

    Estou em êxtase!”, escreveu Raissa, que foi a primeira negra a vencer a competição após 30 anos da vitória da gaúcha Deise Nunes.

    Fonte Correio Braziliense / Só Notícia Boa

     

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  • Menino de 6 anos salva vida de professora após queda na sala de aula

    Menino de 6 anos salva vida de professora após queda na sala de aula

    Um garotinho salvou a vida de uma professora que teve uma queda, dentro da sala de aula do jardim de infância e sofreu traumatismo craniano.

    A professora Joyce Darr, que estava substituindo outro profissional, caiu e bateu a cabeça em uma mesa.  Max Meza, de 6 anos, entrou em ação porque já havia passado por um treinamento de emergência.

    Quando viu a professora inconsciente, Max saiu correndo e pediu ajuda de adultos e os serviços de emergência foram chamados. Os ferimentos de Joyce eram graves.

    Ela quebrou o crânio, sofreu um sangramento cerebral e ficou 12 dias na UTI. Agora, a professora está em recuperação e melhorando.

    Gratidão

    A família de Joyce Darr é grata a Max por salvar a professora. O filho de Joyce ficou tão feliz que comprou um par de sapatos novos para o herói, como agradecimento por ter ajudado a mãe. Joyce e seus parentes não foram os únicos a comemorar a bravura de Max.

    Certificado de bravura

    O escritório de polícia local fez uma cerimônia especial pra ele na escola. O departamento homenageou Max com um certificado por seus esforços para salvar vidas e deu uma bicicleta ao menino. Durante a cerimônia, o xerife disse: “Ele foi o líder. Ele foi o herói, e estamos orgulhosos dele. Se todos fossem como Max, este seria um mundo melhor. ”

    Max é a prova de que as crianças ouvem as lições que aprendem – e são mais corajosas do que pensamos.

    Esse garoto corajoso merece todos os elogios que foram dados a ele!

    Fonte Só Notícia Boa

     

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  • 11/09: Queda das TORRES GÊMEAS completa 18 anos

    11/09: Queda das TORRES GÊMEAS completa 18 anos

    Na manhã de 11 de Setembro de 2001, Nova York acordou para o horror: um avião bateu em uma das Torres Gêmeas do World Trade Center. Em um primeiro momento, ainda havia dúvidas sobre o que estava acontecendo, mas quando os noticiários de todo o mundo exibiam as imagens do incêndio provocado pelo impacto do primeiro avião, surgia um segundo aparelho que ia de encontro a outra torre.

    Ainda teve um terceiro outro avião que seguia para Washington, mas que nunca chegou ao destino, caindo na Pensilvânia, bem como outro que se despencou no Pentágono. No entanto, na ‘mente coletiva’, o que ficou para a história são as imagens das duas torres. Em tempos poderiam parecer gigantes indestrutíveis. Mas naquele dia o mundo inteiro testemunhou a forma como desabaram sobre si próprias.

    O mundo mudou. Nos anos seguintes, os Estados Unidos fizeram uma guerra no Afeganistão e Iraque como retaliação. Aeroportos de todo o mundo mudaram regras de segurança para que nada igual voltasse a acontecer. Bin Laden, o líder da Al-Qaeda tido como mentor do ataque, foi abatido. O Oriente Médio, tantas vezes na história palco de violência e tensão, voltou a centralizar as atenções sobre si. Ao mesmo tempo, até o canto de Nova York que foi tão devastado naquele dia encontrou nova força e vigor na reconstrução.

    Hoje em dia, o 11  de Setembro é motivo para as mais variadas teorias da conspiração. Porém, 18 anos depois, há algo que não pode ser desvalorizado: cerca de três mil pessoas, oriundas de 93 países diferentes, morreram naquela trágica manhã de 2001.

     

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  • CRISTOFOBIA. Mais de 4.800 cristãos foram mortos em 2018 devido à Fé

    CRISTOFOBIA. Mais de 4.800 cristãos foram mortos em 2018 devido à Fé

    Cristofobia é real, mas não ganha campanhas de autoridades, imprensa ou algo que o valha. Em 2018, de acordo com o serviço Portas Abertas, mais de 4.800 cristãos forma mortos pelo simples fato de professarem esta fé. A Nigéria ocupa o topo da perseguição, assim como a Coreia do Norte, o país comunista mais avesso à presença de cristãos.

    Até Outubro de 2018, pelo menos 4305 cristãos tinham sido assassinados em todo o mundo devido às suas crenças, o que representa um aumento de 40% em comparação com os 3066 mortos registados nos primeiros 11 meses de 2017, indicou a Missão Portas Abertas francesa.

    Um total de 245 milhões de cristãos – católicos, ortodoxos, protestantes, batistas, evangélicos, pentecostais, cristãos expatriados, convertidos – são perseguidos, ou “um em cada nove cristãos”, contra 1 em 12 no ano passado, acrescentou a organização.
    Por “perseguição”, entende-se tanto a violência cometida como a opressão diária mais discreta. Num ano, “o número de igrejas visadas (fechadas, atacadas, danificadas, incendiadas…) quase duplicou, passando de 793 para 1847”. “O número de cristãos detidos aumentou de 1905 para 3150″ no mesmo período, sublinhou a Portas Abertas.
    Coreia do Norte está novamente no topo deste ranking anual, tal como nos anos anteriores, embora não seja possível saber o número de mortes neste país devido à falta de “dados confiáveis”.

    Fonte: Ancoradouro

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  • Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. O que você tem feito por ele?

    Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. O que você tem feito por ele?

    O que podemos fazer pela qualidade do ar?

    Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente e, neste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu como tema a poluição do ar. O objetivo da ONU é chamar a atenção para este grave problema que pode ser evitado pelo poder público e, também, com a ajuda do cidadão. Para isso, em primeiro lugar, precisamos saber qual a carga de poluentes contida no ar que respiramos.

    As estações de monitoramento da qualidade do ar medem as quantidades de poluentes presentes em um determinado volume de ar. Mas, no Brasil, menos da metade dos governos estaduais realizam este acompanhamento, uma responsabilidade que compete a eles.  Por isso, parte da população brasileira nem sequer tem meios para saber a qualidade do ar que respira. Para termos um quadro mais completo da qualidade do ar, é necessário que as autoridades responsáveis expandam as redes de monitoramento.

    Na Plataforma de Qualidade do Ar, do Instituto de Energia e Meio Ambiente, é possível consultar a existência e a localização de estações de monitoramento da qualidade do ar e, ainda, pesquisar o histórico de dados registrados. Depois de saber como está o ar, é preciso identificar quais as fontes emissoras de poluição. Aí entram em cena os inventários de emissões atmosféricas, que nos indicam quem, o quê, quando e onde emitem poluentes. Sem isso é impossível planejar medidas de redução de emissões apoiadas sobre bases científicas. Por exemplo, o Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulo mostra que automóveis e ônibus são grandes responsáveis pelas emissões de material particulado e óxidos de nitrogênio, dois poluentes que causam danos à cidade. Entretanto, poucas cidades no Brasil têm inventários de emissões.

    Geralmente, nos grandes centros urbanos onde há monitoramento e inventários, como é o caso de São Paulo, as evidências indicam que a má qualidade do ar está associada, em sua maior parte, às emissões de poluentes dos automóveis, ônibus e caminhões. Assim, duas maneiras possíveis e complementares de se reduzir as emissões são: tecnologias e fontes energéticas menos poluentes e transportar pessoas e mercadorias de modo mais eficiente, usando menos veículos automotores.

    O uso de tecnologias e fontes energéticas menos poluentes vem sendo gradualmente implementado desde o final dos anos 1980 pelo governo federal, por meio do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE). Neste caso, os veículos elétricos tendem a ter um papel no futuro mais limpo, pois o PROCONVE está relacionado à aplicação de tecnologia. Já o transporte de pessoas e mercadorias de modo mais eficiente, diz respeito à mobilidade urbana e, portanto, ao cotidiano do cidadão.

    Além de poluir mais, o crescente número de automóveis nas cidades tem levado ao aumento do tempo perdido em congestionamentos, à ocupação excessiva de espaços públicos e aos acidentes de tráfego. Com todos esses danos, o uso excessivo do automóvel pode e deve ser evitado. Assim, políticas públicas para a melhoria do transporte público e do transporte ativo como caminhada, uso de bicicleta e de patinetes melhoram a vida em coletividade nas densas cidades.

    Fonte Metrópoles

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  • URGENTE: Nicolás Maduro ordena o bloqueio da fronteira da Venezuela com o Brasil

    URGENTE: Nicolás Maduro ordena o bloqueio da fronteira da Venezuela com o Brasil

    O regime de Nicolás Maduro anunciou nesta quinta-feira, 21, o fechamento da fronteira da Venezuela com o Brasil, em Roraima, por tempo indefinido. A decisão de Caracas é uma resposta à operação de ajuda humanitária do governo brasileiro aos venezuelanos, a partir de Pacaraima.

    Na quarta-feira 20, a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) deslocou militares e blindados para Santa Helena de Uairén, a 15 quilômetros de Pacaraima. Caminhões carregando tanques passaram diante da fronteira com o Brasil, conforme postou no Twitter o deputado oposicionista Américo De Grazia.

    Questionado sobre essa movimentação da FANB na fronteira com o Brasil, o Itamaraty ainda não se pronunciou.

    *Veja

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