Categoria: Mundo

  • Transmissão de Covid-19 por pacientes sem sintomas é “muito rara”, diz OMS

    Transmissão de Covid-19 por pacientes sem sintomas é “muito rara”, diz OMS

    Quem tem o vírus, mas não tem sintomas, não seria o causador da disseminação da doença, sugere estudo da entidade

    Maria Van Kerkhove, chefe da unidade de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que pacientes assintomáticos do novo coronavírus não estão impulsionando a disseminação da Covid-19. “A partir dos dados que temos, ainda parece ser raro que uma pessoa assintomática realmente transmita adiante para um indivíduo secundário”, disse Van Kerkhove, em entrevista na sede da Organização das Nações Unidas (ONU). “É muito raro!”. A entrevista dela foi publicada pelo portal UOL.

    NOVAS PESQUISAS

    De acordo com Van Kerkhove, as ações dos governos devem se concentrar na detecção e isolamento de pessoas infectadas com sintomas e no rastreamento de qualquer pessoa que possa ter entrado em contato com elas. A médica reconheceu que alguns estudos indicaram disseminação assintomática ou pré-sintomática em lares de idosos e em ambientes domésticos.

    Porém, Van Kerkhove declarou que são necessárias mais pesquisas e dados para “responder verdadeiramente” à questão se o coronavírus pode se espalhar amplamente por pessoas assintomáticas. “Temos vários relatórios de países que estão realizando rastreamento de contatos muito detalhado”, disse ela. “Eles estão seguindo casos assintomáticos. Eles estão seguindo contatos. E eles não estão encontrando transmissão secundária em diante. É muito raro.”

    BRASIL

    Também nesta segunda-feira (8), Michael Ryan diretor-executivo da OMS fez análise sobre o momento brasileiro:  “É muito importante que haja coerência nas mensagens sobre a pandemia de coronavírus, para que as pessoas possam confiar nelas, possam entender onde está a doença e avaliar seu risco”, afirmou o diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde, Michael Ryan.

    O diretor afirmou ainda que a comunidade científica e técnica latino-americana já demonstrou excelente desempenho no combate de doenças contagiosas, como sarampo e cólera, por exemplo, e que os governos precisam começar a apoiá-los para vencer o coronavírus.

    “Governos da América do Sul e Central precisam trabalhar de maneira coordenada com suas equipes de saúde pública e seus cientistas, que são excelentes, para controlar a doença”, disse ele.

    NOVA IORQUE REABRE O COMÉRCIO

    Depois de 78 dias de quarentena para conter o novo coronavírus e um total de mortos só menor do que seis países, a cidade de Nova York começou a reabrir nesta segunda-feira (8).

    Uma vez o epicentro da pandemia, a maior e mais populosa cidade dos EUA entrou na primeira fase de seu plano de reabertura, permitindo o retorno de trabalhadores não-essenciais da construção civil e manufatura, e o funcionamento do comércio em sistema de retirada.

    “Esse é um momento triunfante para os nova-iorquinos que lutaram contra a doença”, disse o prefeito Bill de Blasio. “Minha mensagem é para que continuem”.

    Cabeleireiros, escritórios e salões de bares e restaurantes continuam fechados até a próxima fase de reabertura. E shows da Broadway, museus e grandes aglomerações culturais continuam distantes.

    Há 15 dias, a cidade tem números de casos decrescentes.

    AMÉRICA LATINA

    A América Latina é atualmente o epicentro da pandemia de Covid-19 no mundo, e os casos continuam aumentando rapidamente em vários países. Hoje, a região tem mais 1,3 milhão de casos confirmados da doença, sendo que 1,1 milhão estão em apenas 4 países: Brasil Peru, Chile e México. No mundo todo, são mais de 7 milhões de casos confirmados.

    O país com menos casos é o Uruguai, com 845 contaminados e 23 mortes.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a América Latina ainda não atingiu o pico da curva de transmissão, o que significa que o número de infecções e mortes deve continuar aumentando.

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  • Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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  • BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    Medicamento antiviral registrado com o nome de Avifavir se mostrou promissor em testes; atualmente, não existe vacina para a doença

    A Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19 a partir da próxima semana, disse sua financiadora estatal à Reuters, uma medida que a nação espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

    Os hospitais russos podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho, disse o chefe do fundo soberano RDIF à Reuters em uma entrevista. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

    Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência.

    Um novo remédio antiviral da Gilead, chamado remdesivir, se mostrou promissor em alguns testes pequenos de eficiência contra Covid-19 e está sendo dado a pacientes de alguns países seguindo regras de uso compassivo ou emergencial.

    O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm quando esta migrou para o setor de saúde.

    O chefe da RDIF, Kirill Dmitriev, disse que cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo e que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

    O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro, Shinzo Abe, o elogiou e lhe concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal, mas ainda não aprovou seu uso.

    O Avifavir apareceu em uma lista de remédios aprovados pelo governo russo no sábado.

    Dmitriev disse que testes clínicos do remédio foram realizados com 330 pessoas e que mostraram que ele tratou o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos.

    Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento graças a um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

    Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir o cronograma dos testes, que costumam durar muitos meses, porque o genérico japonês no qual o Avifavir se baseou foi registrado em 2014 e passou por testes consideráveis antes de especialistas russos o modificarem.

    Fonte R7

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  • BOA NOTÍCIA: Empresa anuncia vacina com resultados promissores contra a Covid-19

    BOA NOTÍCIA: Empresa anuncia vacina com resultados promissores contra a Covid-19

    Oito pacientes mostraram níveis de anticorpos semelhantes àqueles de amostras de sangue de pessoas que se recuperaram da doença

    A Moderna Inc informou nesta segunda-feira (18) que sua vacina experimental contra a covid-19 mostrou potencial em um estudo de estágio inicial, já que produziu anticorpos neutralizadores do vírus semelhantes àqueles encontrados em pacientes recuperados, o que fez o preço das ações dispararem 25%.

    “A fase provisória 1, embora em estágio inicial, demonstra que a vacinação com o mRNA-1273 produz uma resposta imune da mesma magnitude que a provocada por infecção natural”, disse Tal Zaks, diretor médico da Moderna, em comunicado.

    Oito pacientes que receberam a vacina da Moderna mostraram níveis de anticorpos semelhantes àqueles de amostras de sangue de pessoas que se recuperaram da covid-19, de acordo com resultados iniciais do estudo realizado pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA.

    Todos os 45 participantes do estudo receberam três doses diferentes da vacina, e a Moderna disse que viu um aumento de dependência da dose na imunogenicidade, a capacidade de provocar uma reação imune no corpo.

    Solução do problema

    A vacina da empresa está na vanguarda dos esforços de desenvolvimento de um tratamento para o vírus de disseminação veloz, e na semana passada recebeu o selo de “aprovação rápida” da agência de saúde dos Estados Unidos para que a revisão regulatória seja acelerada. A Moderna espera iniciar um estudo de estágio final mais amplo em julho.

    Atualmente, não existem tratamentos ou vacinas aprovados para a covid-19, causada pelo novo coronavírus, e especialistas preveem que uma vacina segura e eficiente pode demorar entre 12 e 18 meses.

    “Estamos investindo para intensificar a fabricação para que possamos maximizar o número de doses que conseguimos produzir para ajudar a proteger tantas pessoas quanto pudermos da SARS-CoV-2”, disse o executivo-chefe da Moderna, Stéphane Bancel.

    A empresa assinou contratos com a farmacêutica suíça Lonza Group AG e com o governo dos EUA para produzir em grande quantidade a vacina.

    Também se descobriu que a vacina mRNA-1273 foi geralmente segura e bem tolerada no estudo de estágio inicial, disse a empresa.

    Um participante do teste teve vermelhidão no local da injeção, o que foi caracterizado como um efeito de “grau 3”. Não foi relatado nenhum efeito colateral grave, segundo a empresa.

    As ações da Moderna subiram 240% no período anual encerrado no fechamento do pregão de sexta-feira (15).

    Fonte R7

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  • BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O que você precisa saber sobre o remédio:

    O que é o remdesivir?

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

    Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

    No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

    Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

    Qual a sua eficácia?

    Na última quarta-feira, o NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

    Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

    “Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

    Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

    No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

    Os resultados sugeriram que o Remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

    Por que há resultados variados?

    As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no Remdesivir.

    Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

    Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

    “Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Quando estaria disponível?

    O Remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

    Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

    “Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

    “Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

    Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

    Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

    “Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

    Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

    Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day.

    Como funciona?

    O Remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

    É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

    “O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

    “Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

    O Remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

    Fonte IstoÉ

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  • Mulher de 68 anos dá à luz gêmeos após 43 anos tentando engravidar!

    Mulher de 68 anos dá à luz gêmeos após 43 anos tentando engravidar!

    Uma mulher de 68 anos superou todas as expectativas e deu à luz gêmeos! A nigeriana Margarett Adenuga e seu marido Noah, 70 anos, realizaram o sonho de se tornarem pais após 43 anos tentando engravidar!

    Os gêmeos nasceram em um hospital em Lagos na Nigéria no dia 14 de abril. Os pequenos vieram ao mundo por meio de um parto cesárea e mãe e filhos passam bem. Os gêmeos são um menino e uma menina.

    O parto ocorreu no Lagos University Teaching Hospital. Margarett engravidou após o casal ter realizado um tratamento de fertilização in vitro. Na realidade, aquele foi o quarto tratamento feito pelo casal. A fertilização in vitro consiste em um procedimento no qual o óvulo é fertilizado com o espermatozoide fora do útero e após alguns dias é implantando na mulher.

    O casal decidiu insistir nas tentativas de gravidez após Noah ter tido um sonho em 1996 de que eles conseguiriam ter filhos e seriam conhecidos no mundo inteiro por isso. Os tratamentos para engravidar que o casal realizou foram feitos em uma clínica privada. Em entrevista para o canal britânico BBC, Noah relatou que os médicos chegaram a alertá-los sobre os riscos da gravidez em idade avançada, mas que eles decidiram seguir com o tratamento mesmo assim. Ele ainda ressaltou que a decisão de engravidar ou não ao final foi do casal e os médicos acabaram aceitando.

    Margarett passou por um parto cesárea com 37 semanas de gestação. O médico responsável pelo parto, Dr. Adeyemi Okunowo, considerou o nascimento um milagre. Ele também ressaltou em entrevista para a BBC que o casal correu grande risco com esta gestação.

    Não foi revelado se o casal utilizou os próprios óvulos e sêmen para conceber os gêmeos ou se foram doados. Em outros casos de gestações nas quais o casal tem idade avançada foi relatado o uso de óvulos e sêmen doados.

    Fonte Bebê Mamãe / R7

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  • Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    A Johnson & Johnson, em parceria com o governo dos EUA, vai fabricar até um bilhão de doses de vacina contra o coronavírus.

    A vacina escolhida, é a que vem sendo desenvolvida desde janeiro, baseada na mesma tecnologia usada para fabricar a vacina contra o Ebola, amplamente usada em pessoas na África.

    Em estudos de laboratório, a vacina experimental produziu fortes anticorpos neutralizantes contra o covid-19 – o tipo necessário para obter um resultado bem-sucedido.

    A produção

    A produção vai começar após os testes em humanos, previstos para setembro.

    Se tudo estiver certo, a imunização começa em 2021, muito mais rápido que o período de 18 meses típico para vacinas serem testadas, aprovadas e depois fabricadas.

    Corrida contra o tempo

    Com um investimento que chega a US$ 1 bilhão, pouco mais de R$ 5 bilhões, a Johnson & Johnson anunciou que pretende ampliar sua capacidade de fabricação e o planejamento, segundo a empresa, começa agora.

    “Essa é a única opção para chegarmos a tempo”, explicou o diretor científico da J&J, Paul Stoffels, em entrevista à Reuters.

    Atualmente, a empresa possui uma fábrica na Holanda que pode produzir até 300 milhões de doses da vacina, disse Stoffels, acrescentando que “não será suficiente para todo o mundo”.

    Fábrica nos EUA

    Do total do investimento, US$ 421 milhões, cerca de R$ 2 bilhões, virão do governo dos Estados Unidos, onde a fábrica será construída para produzir as vacinas até o final do ano.

    Stoffels disse que a J&J também está procurando por fábricas em outras partes da Europa e Ásia capazes de produzir o tipo de vacina em que a empresa está trabalhando.

    Fonte SNB (Apud Olha Digital)

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  • Repórter entra acidentalmente no ar com filtros do Facebook ativados

    Repórter entra acidentalmente no ar com filtros do Facebook ativados

    O repórter Justin Hinton, da emissora WLOS, afiliada da rede ABC, estava fazendo uma transmissão ao vivo na semana passada usando o Facebook. Só que o jornalista se esqueceu de desativar os filtros da sua rede social.

    Resultado: Justin, de 31 anos, acabou ficando cheio de efeitos enquanto anunciava a primeira nevasca em uma região da Carolina do Norte (EUA).

    Chapéu de feiticeiro, barba branca comprida, olhos esbugalhados, capacete futurista, orelhas de cachorro… Justin se exibiu com vários filtros durante a reportagem.

    Após a gafe ao vivo, o repórter resolver reagir com bom humor no Facebook:

    “O meu chefe, colegas de trabalho e amigos enviaram mensagens para dizer como foi engraçado. Se você não consegue rir de si mesmo, qual é o objetivo de rir? Espero que tenha gostado do dia da neve, e lembrem-se de rir!”

    Fonte Extra

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  • Exames em cachorro detectam baixos níveis de coronavírus, segundo governo de Hong Kong

    Exames em cachorro detectam baixos níveis de coronavírus, segundo governo de Hong Kong

    Exames em um cão em Hong Kong detectaram a presença de coronavírus, de acordo com um porta-voz do Departamento de Agricultura, Pesca e Conservação do território semiautônomo da China.

    Os níveis detectados no cachorro são baixos, e o animal não apresenta nenhum sintoma. Ainda não está claro se o vírus do cão pode infectar humanos.

    O cachorro é de um paciente infectado com coronavírus, que mora em Hong Kong. Ele foi retirado do apartamento em Tai Hang na quarta (26) e enviado para a quarentena em um estabelecimento no porto de Hong Kong. Ele é o único animal presente no local.

    O Departamento de Agricultura, Pesca e Conservação de Hong Kong afirmou que não há “evidências de que animais de estimação possam estar infectados com o vírus Covid-19 ou ser uma fonte de infecção para as pessoas.”

    Segundo o órgão, é aconselhado que animais mamíferos de pacientes infectados sejam entregues para quarentena por 14 dias.

    A recomendação é que os donos dos animais usem máscaras ao sair de casa e mantenham o hábito de lavar bem as mãos com água e sabão ou álcool desinfetante após entrar em contato com os bichinhos. “Se houver alguma alteração na condição de saúde dos animais, deve-se procurar aconselhamento dos veterinários o mais rápido possível”, diz o porta-voz, que não teve o nome divulgado.

    Coronavírus e animais silvestres

    A presença do coronavírus em animais domésticos está sendo analisada e os resultados dos exames ainda não são conclusivos.

    Mas, em relação aos animais selvagens, pesquisas apontam que a primeira contaminação de um humano pelo novo coronavírus, que causa o Covid-19, pode ter ocorrido a partir do consumo da carne de pangolim, um animal em risco de extinção. Ele, por sua vez, pode ter entrado em contato com fezes de morcegos infectados.

    Segundo especialistas não há provas ou evidências de que os pets podem transmitir a doença.

    Fonte G1

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  • Coronavírus: 60% do mundo ‘pode ser infectado’

    Coronavírus: 60% do mundo ‘pode ser infectado’

    O novo coronavírus pode infectar cerca de 60% da população mundial se não for bem controlada a pneumonia que causa, recentemente batizada de Covid-19. A avaliação foi apresentada pelo reitor da Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong e um dos principais epidemiologistas da região, Gabriel Leung, ao jornal britânico The Guardian nesta terça-feira.

    A caminho de uma reunião na Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, Leung, disse que, se cada paciente infectar em média cerca de outras duas pessoas, como a maioria dos especialistas cogita, a “taxa de ataque” do novo coronavírus implicaria em pelo menos 60% da população mundial sendo contaminada.

    Como ressalva, o pesquisador explicou que essa magnitude de infecção talvez seja alcançada em “ondas” distintas de contaminação. “Talvez o coronavírus atenue sua letalidade porque certamente não o ajuda matar qualquer pessoa que encontre. Senão, [o coronavírus] morre também”.

    A taxa de letalidade está em cerca de 2%. De acordo com o último relatório divulgado pela OMS nesta terça-feira às 6h (horário de Brasília), o total de casos registrados mundialmente é de 43.103, com 1.018 mortes — dentre elas, apenas uma única fora da China, nas Filipinas.

    A diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, havia dito no domingo 9 que os então 307 casos de pacientes infectados fora da China poderiam ser apenas a “ponta do iceberg”. A cifra chegou a 395 casos nesta terça.

    Fonte: Veja

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  • Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Mulher decepou o pênis do tarado com uma faca de cozinha.

    Um estuprador invadiu a casa de uma mulher e tentou violentá-la. O caso aconteceu no Paquistão, segundo o jornal britânico Daily Mirror.

    O indivíduo invadiu a casa quando a vítima estava sozinha, de acordo com informações da polícia local cedidas ao jornal. Quando a mulher percebeu que o agressor tentaria estuprá-la, correu até a cozinha e pegou uma faca.

    O estuprador teve que ser levado às pressas para uma unidade de saúde em Faisalabad, na região leste do país, e já recebeu alta na última terça-feira (4).

    Autoridades acreditam que o agressor tenha 28 anos e seria um vizinho da vítima. A investigação está em andamento e a mulher não foi presa.

    Fonte IstoÉ

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  • Três casos suspeitos de coronavírus são registrados; Um deles em Minas Gerais

    Três casos suspeitos de coronavírus são registrados; Um deles em Minas Gerais

    Conexão explica a nova doença que tem deixado o mundo em alerta. Saiba como se prevenir.

    Dois pacientes com suspeitas de coronavírus estão internados em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), de acordo com informações obtidas pelo Correio com uma fonte do governo. Ambos apresentam sintomas da doença e estiveram recentemente na China. Os casos estão sendo acompanhados de perto pelas autoridades.

    Com essas duas notificações, sobe para 3 o número de pacientes que se enquadram nas definições de suspeitas de infecção pelo vírus 2019-nCoV, que causa uma epidemia na China, com 81 mortes confirmadas e 4550 pessoas contaminadas. Em Belo Horizonte, uma jovem de 22 anos foi internada após apresentar febre e dificuldades para respirar.

    A paciente esteve na cidade de Wuhan, na China, epicentro da epidemia. Nos casos de Porto Alegre e Curitiba, os pacientes, que não tiveram a identidade revelada, apresentaram febre, tosse e dificuldades para respirar. Além disso, estiveram em território chinês nos últimos 14 dias, período de latência do vírus – tempo até que os primeiros sintomas apareçam.

    Confira a nota do Ministério da Saúde sobre os casos:

     

    “O Ministério da Saúde informa que foi notificado de outros dois casos suspeitos do novo coronavírus no Brasil. Assim, no total, três casos suspeitos da doença são monitorados pelas autoridades de saúde brasileiras. Eles estão localizados em Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR), além de Belo Horizonte (MG), noticiado nesta manhã. Os pacientes se enquadraram na atual definição de caso suspeito para NCOV-2019 (o novo coronavirus), estabelecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde), ou seja, apresentou febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório, e esteve na região de contato ou com pessoas suspeitas ou confirmadas da doença nos últimos 14 dias.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou o nível de alerta para alto em relação ao risco global do novo coronavírus, por isso, o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser realizadas em casos de extrema necessidade. Com quase três mil casos confirmados, segundo o último boletim da OMS, todo o território chinês passa a ser considerado área de transmissão ativa da doença.”

    ENTENDA O CORONAVÍRUS

    Os coronavírus humanos causam infecções respiratórias brandas a moderadas, de curta duração. Não há casos confirmados no Brasil.

    Com o aparecimento dos casos de doença respiratória causada pelo coronavírus na China, o governo brasileiro vem adotando medidas de preparação, orientação e controle para um possível atendimento de casos suspeitos no país.

    A Anvisa integra o Centro de Operações de Emergência (COE) – Coronavírus. Instituído na quarta-feira (22/1) pelo Ministério da Saúde, o comitê tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil, a fim de responder a eventuais ocorrências de forma unificada e imediata.

    É importante destacar que, até o momento, não há confirmação de casos no Brasil.

    Atuação da Anvisa

    A Anvisa está orientando as equipes que trabalham em portos, aeroportos e fronteiras sobre a detecção de casos suspeitos e a utilização de equipamento de proteção individual (EPI), conforme descrito nos protocolos da Agência em eventos de saúde pública. Além disso, foram intensificados os procedimentos de limpeza e desinfecção nos terminais.

    A Agência está acompanhando as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Até o momento, não há recomendação de restrições de viagem.

    Além disso, a Anvisa preparou informes sonoros com orientações aos viajantes para divulgação em aeroportos.

    O que são coronavírus?

    Os coronavírus (CoV), conhecidos desde meados dos anos 1960, são uma grande família viral comum em animais.

    Quais os sintomas?

    Os coronavírus humanos causam infecções respiratórias brandas a moderadas, de curta duração. Os sintomas mais comuns são tosse, dor de garganta, coriza e febre. Em pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou bebês e idosos existe a possibilidade de o vírus causar infecções das vias aéreas inferiores, como pneumonia.

    Qual o modo de transmissão?

    A principal forma de transmissão dos coronavírus se dá por contato próximo de pessoa a pessoa.

    Existe tratamento?

    Não existe um tratamento específico. É recomendado procurar um médico para avaliar os sintomas e acompanhar a evolução do quadro.

    Como prevenir?

    Não existe vacina contra os coronavírus. Para reduzir a chance de contaminação, sugere-se evitar o contato com pessoas doentes, lavar com regularidade as mãos por pelo menos 20 segundos, utilizando água e sabão, e evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.

    Fonte Anvisa / Estado de Minas

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