Categoria: Mundo

  • Indonésia: tsunami mata integrantes de banda; vídeo mostra queda de palco.

    Indonésia: tsunami mata integrantes de banda; vídeo mostra queda de palco.

    MAIS DE 220 PESSOAS MORRERAM.

    Ao menos três integrantes da banda indonésia Seventeen morreram no tsunami que atingiu o show do grupo na praia de Tanjung Lesung, no estreito de Sunda, na Indonésia. A banda se apresentava quando uma repentina onda atingiu com força o palco e arrastou a estrutura contra o público (veja vídeo abaixo).

    Além de membros da banda, espectadores também morreram em razão do tsunami. Ao menos 222 pessoas morreram em razão do tsunami que aconteceu no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java. Autoridades atribuem a causa do tsunami a um possível desprendimento de terra produzido pela erupção do vulcão Anak Krakatau, o que não ativou os alarmes por não ter sido registrado um terremoto. A situação foi agravada pela maré alta devido à lua cheia.

    O grupo se apresentava no Tanjung Lesung Beach Resort, no extremo oeste da ilha de Java, quando o local foi atingido por uma imensa massa de água. No vídeo, é possível observar os espectadores aplaudindo os músicos antes de chegada repentina da onda, por trás do palco, que arrasta os equipamentos e avança sobre o público que acompanhava o show. A banda tinha shows programados na praia da ilha de Java de 21 a 23 de dezembro.

    O vocalista do grupo, Riefian “Ifan” Fajarsyah, publicou na manhã deste domingo (23) um vídeo onde confirmava a morte do baixista e do produtor da banda, além do desaparecimento de outros integrantes da banda, enquanto começava a chorar. “Quando o incidente aconteceu muitos turistas estavam nas praias ao longo de [a cidade] Pandeglang, em Java”, disse o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB), Sutopo Purwo Nugroho.

    Em um vídeo, publicado por Sutopo no seu perfil do Twitter, pode-se ver a destruição de várias estruturas próximas ao litoral afetado, onde a potência das ondas arrastou vários veículos para o litoral.

    Pandeglang é a área mais danificada pelo desastre natural, onde se contabilizou o maior número de vítimas, assim como graves danos em 400 casas, nove hotéis e dez embarcações. Outros distritos muito afetados foram os de Lampung do Sul e Serang.

    O porta-voz da BNPB disse que a causa do tsunami vai ser verificada, embora tenha afirmado que o mais provável é que tenha sido causado por um desprendimento de terra submarino produzido pela erupção do vulcão Anak Krakatau e ressacas devido à lua cheia. Aparentemente, uma combinação de ambos os fatores motivou o tsunami que atingiu a costa.

    Fonte BOL / YouTube

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    Roger Campos

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  • TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    O número de mortos deixados pela série de terremotos e pelo tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi subiu para 384 em balanço divulgado pelas autoridades neste sábado (29). O número de vítimas pode subir.

    O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou ainda que dados provisórios indicam que 540 pessoas ficaram feridas e 29 estão desaparecidas.

    “O governo local declarará o estado de emergência”, disse o porta-voz, em Jacarta. Ele frisou também que o mais urgente agora também é restabelecer os serviços de energia elétrica e telecomunicação na área.

    “Quando a ameaça surgiu, as pessoas ainda estavam fazendo suas atividades na praia e não correram imediatamente, e se tornaram vítimas. Muitos corpos foram encontrados na costa, devido ao tsunami”, relatou o porta-voz. Para escapar das ondas, algumas pessoas subiram em árvores de seis metros.

    TREMORES

    Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami com ondas até 2 metros.

    A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais.

    Milhares de casas desmoronaram, além de hospitais, hotéis e comércios. Houve corte de energia. A cidade costeira de Palu foi a mais afetada, seguida de Donggala.

    Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo chegaram neste sábado ao aeroporto nacional de Palu, que permanece fechado para voos comerciais.

    A principal cidade que dá acesso a Palu está bloqueada por um deslizamento de terra.

    RESGATES

    Fortes tremores secundários continuam a ser sentidos na ilha. Os resgates continuam, mas estão prejudicados pelo corte de energia.

    Aviões militares decolaram de Jacarta neste sábado levando alimentos e medicamentos para a região de Palu.

    TRAGÉDIA EM LOMBOK

    Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.

    Fonte G1

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    Roger Campos

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  • Mulher dá à luz em lanchonete e filha poderá comer lá de graça por toda vida

    Mulher dá à luz em lanchonete e filha poderá comer lá de graça por toda vida

     

    Um casal de San Antonio, nos Estados Unidos, foi a uma unidade da rede de lanchonetes Chick-fil-A quando, de repente, a mulher deu à luz. Por conta disso, a rede disse que a filha poderá comer lá de graça para sempre e ainda garantiu um emprego quando ela completar 14 anos.

    Tudo começou quando Falon Griffin, que estava grávida, começou a sentir intensas contrações na noite de terça-feira, então ela e o marido, Robert, foram ao hospital. Mas, no caminho, o casal parou em uma unidade do Chick-fil-A para deixar suas duas filhas com um casal de amigos.

    A lanchonete estava fechada, mas os funcionários deixaram Falon entrar para usar o banheiro. Foi aí que ela entrou em trabalho de parto. “Eu estava prestes a ligar para a emergência, eu abro a porta e ela está lá gritando”, disse Brenda Enriquez, a diretora da lanchonete, à ABC.

    A gravidez de Falon era considerada de alto risco, o que deixou a situação ainda mais preocupante. Por sorte, Robert soube lidar bem com o trabalho de parto inesperado. “Eu parei a bebê quando chegou no ombro, porque eu vi o que parecia ser um enforcamento: era o cordão umbilical que estava preso em seu pescoço”, disse Robert. Ele conseguiu desenrolar o cordão e trouxe Gracelyn ao mundo.

    A emergência chegou e a mãe e a bebê foram levadas ao hospital, onde estão internadas e fora de risco. Como resultado do parto na lanchonete, a Chick-fil-A ofereceu comida de graça para ela por toda a vida.

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    Roger Campos

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  • Mais de 30 anos após matar namorada, brasileiro é preso na Alemanha

    Mais de 30 anos após matar namorada, brasileiro é preso na Alemanha

    O Ministério Público Federal (MPF) recebeu a informação oficial de que Marcelo Bauer foi preso, na Alemanha, onde será executada a pena de 14 anos de reclusão. Ele ingressou no Centro Penitenciário de Bayreuth em 25 de abril deste ano, com previsão de libertação somente em 24 de abril de 2032. Bauer foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) a 14 anos de prisão pelo homicídio qualificado cometido em 1987 contra a ex-namorada Thaís Muniz Mendonça.

    Com a ajuda do pai – o coronel Rudi Ernesto Bauer, que atuava no Serviço de Inteligência da Polícia Militar do DF –, Marcelo Bauer fugiu do Brasil logo após cometer o crime. A efetivação da prisão foi informada em reunião entre integrantes da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI/MPF) e da polícia alemã.

    Por ter cidadania alemã, Marcelo Bauer cumprirá a pena naquele país. Para o secretário adjunto da SCI Carlos Bruno Ferreira, o desfecho do caso é significativo: “É uma grande vitória da Justiça e da cooperação internacional que, após mais de 31 anos do brutal homicídio de Thaís Mendonça, tenhamos conseguido na Alemanha a execução da pena para o assassino. É uma demonstração de que as distâncias físicas e de tempo não diminuem a persistência do Ministério Público em buscar a aplicação da lei penal aos culpados”, comentou, completando que a SCI acompanha o processo desde 2013.

    Entenda o caso

    Marcelo Bauer foi condenado à revelia pelo TJDFT, em abril de 2012, a 18 anos de prisão pelo sequestro, asfixia por substância tóxica e assassinato – com 19 facadas e um tiro na cabeça da estudante, que tinha 19 anos. Após o julgamento de apelação criminal, a pena foi reduzida para 14 anos de reclusão.

    A prisão preventiva de Marcelo Bauer foi decretada em 1987, mas o então estudante fugiu do Brasil, com o auxílio do pai, o coronel Rudi Ernesto Bauer, que integrava o Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal. Bauer foi encontrado 13 anos depois do crime, em Aarhus, na Dinamarca. Ele chegou a ser preso naquele país, em 2000, pela Interpol, que encontrou com o brasileiro passaportes falsos em nome de Sinval Davi Mendes.

    O Ministério da Justiça solicitou a extradição de Bauer à Dinamarca, mas ele entrou com pedido de cidadania alemã e seguiu para aquele país. Desde 2002, o condenado mora em Flensburg. O Brasil também pediu a extradição à Alemanha, que foi negada em função da cidadania.

    Pedido de prisão

    Em 2016, a Procuradoria-Geral da República (PGR), por meio da SCI, enviou à Alemanha um reforço ao pedido de condenação de Marcelo Bauer. A solicitação inicial foi feita em 2011, quando o Brasil enviou a cópia do processo e a transmissão do caso para a Justiça alemã, diante da inviabilidade da extradição de Bauer, que tem dupla nacionalidade. Foi solicitada a localização e a oitiva de testemunhas, além de ter sido remetido o perfil do DNA da vítima. A partir do pedido alemão, o juízo da Vara de Execuções Penais do DF autorizou a transmissão do caso ao país europeu e solicitou, alternativamente, a homologação da decisão condenatória.

    O pedido inicial alemão foi encaminhado pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI) do Ministério da Justiça à PGR, que submeteu o caso ao Superior Tribunal de Justiça. A documentação foi encaminhada à SCI em 2013, quando foi feita a tradução dos documentos para o alemão, e transmitida ao país europeu. Desde então, houve constantes contatos entre as autoridades dos dois países, que culminaram no início da execução da pena na Alemanha.

    Fonte EM

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    Roger Campos

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  • RESGATE HEROICO: Doze meninos e o técnico de futebol são retirados de caverna na Tailândia

    RESGATE HEROICO: Doze meninos e o técnico de futebol são retirados de caverna na Tailândia

    “Não temos certeza se isso é um milagre, uma ciência ou o que é. Todos os 13 Javalis (nome do time de futebol) agora estão fora da caverna”, comemorou a Marinha tailandesa em post no Facebook.

    Todas as 13 pessoas que estavam na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia, foram retiradas com apoio de dezenas de mergulhadores. Os últimos quatro meninos e o técnico do time de futebol saíram do local nesta terça-feira (10), o terceiro dia de resgate e o mais desafiador, porque chovia e havia mais pessoas a serem resgatadas.
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    Entenda o caso

    – 12 meninos, entre 11 e 16 anos, e o técnico entraram na caverna no dia 23 de junho, para se proteger da chuva. A chuva ficou intensa e a água subiu muito rápido. Eles ficaram isolados e sem comida por 9 dias. Foram encontrados no dia 2 de julho, debilitados e com muita fome.

    – Resgate durou 3 dias: começou no domingo (8) e terminou na terça (10). Cada menino foi conduzido por 2 mergulhadores e usou máscara facial de oxigênio.

    – O percurso do ponto onde estavam até a entrada da caverna dura 6 horas. Eles estavam em um trecho que tem entre 800 m e 1 km de profundidade. Vários trechos são muito estreitos, com água turva e baixa visibilidade.

    – 90 mergulhadores participaram do resgate: 50 estrangeiros e 40 tailandeses. Ao todo, mais de 1 mil pessoas fizeram parte dos trabalhos.

    – Resgatados foram levados de helicóptero para hospital, onde vão ficar em quarentena e observação.

    A dramática situação dos meninos presos na caverna comoveu o mundo. Doze garotos entre 11 e 16 anos e seu técnico de futebol entraram no local há 17 dias e só puderam sair depois de uma operação de resgate que envolveu 1 mil profissionais vindos de várias partes do mundo.

    A missão era muito difícil: os estreitos, lamacentos e inundados caminhos eram um desafio até mesmo para mergulhadores experientes, que levavam cerca de seis horas para percorrer 4 km até onde estava o grupo. Um deles morreu após levar suprimentos aos meninos, que ficaram presos uma encosta cercada de água.

    As equipes de resgate chegaram a considerar tirá-los pela superfície da montanha, mas a profundidade era grande demais – entre 800 m e 1 km. E ainda havia risco de desmoronamento caso o solo fosse perfurado. Drenar toda a água também era uma opção, mas os esforços tinham pouco resultado – milhões de litros de água eram bombeados para fora da caverna, mas a chuva impedia o avanço do trabalho.

    O governo tailandês também considerou esperar meses até que o nível da água baixasse, já que a saída pela água seria muito arriscada. Mas, durante o fim de semana, a chuva deu uma trégua e a operação de resgate foi colocada em prática. A queda no nível de oxigênio na cavidade subterrânea e a elevação do dióxido de carbono também pressionaram as equipes abreviar o resgate.

    As equipes começaram a esvaziar o entorno da caverna para a operação de resgate ainda no fim da noite de sábado (7). Os mais de 1 mil jornalistas que acompanham o resgate tiveram que se afastar da região. Nesta terça, um jornalista estrangeiro foi detido pela polícia por colocar um drone para sobrevoar a entrada da caverna enquanto aconteciam as operações de resgate.

    Além da Marinha, líderes internacionais, como o presidente Donald Trump e a premiê Theresa May, comemoraram o sucesso da ação.

    Atendimento aos meninos

    Ao sair da caverna, os resgatados foram atendidos em um hospital improvisado. Em seguida, foram transferidos de ambulância para um helicóptero, onde foram levados ao hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km.

    Nesta terça, houve uma certa demora em transferir os meninos para o helicóptero, mas três ambulâncias foram vistas deixando o local, de acordo com a BBC.

    O primeiro-ministro tailandês, Prayut Chan-o-chau, afirmou que os meninos receberam ansiolíticos (calmantes) antes de serem levados à superfície, segundo o “The Guardian”. Nos últimos dias, resgatados foram vistos chegar à superfície em macas.

    As oito primeiras crianças trazidas para a superfície permanecem internadas, mas passam bem. Elas estão em quarentena para evitar alguma infecção já que a saúde do grupo ficou fragilizada por um longo período de jejum forçado.

    Fonte G1

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    Roger Campos

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  • FAKE NEWS: Cinco pessoas morrem por boatos no WhatsApp na Índia.

    FAKE NEWS: Cinco pessoas morrem por boatos no WhatsApp na Índia.

     

    27  pessoas foram mortas nos últimos 60 dias em decorrência de notícias falsas no país.

    SAIBA O QUE FAZER PARA EVITAR OU DESCOBRIR AS FAKE NEWS.

    Cinco pessoas foram assassinadas no último final de semana na Índia por conta de boatos compartilhados no WhatsApp. De acordo com o jornal Times of Índia, as vítimas – que eram mendigos – foram linchadas porque havia uma corrente circulando no aplicativo que indicava que havia traficantes de crianças na região. Uma das vítimas teria sido vista conversando com uma garota na rua, o que alimentou as suspeitas da população local.

    De acordo com a publicação, o país tem sofrido com episódios de linchamentos por conta de boatos no WhatsApp nos últimos meses. Nos últimos dois meses, 27 pessoas foram mortas por esse motivo. Na última semana, na aldeia de Perumampatti, dois homens escaparam da morte quando a população os agredia graças à chegada da polícia que, ao levá-los à delegacia, descobriu que eles eram vendedores, e não sequestradores.

    “Estamos tentando combater a desinformação por meio de campanhas agressivas nas mídias sociais, WhatsApp e canais de TV locais. Queremos transmitir a mensagem de que todos os rumores são falsos e não devem ser vítimas deles“, explica M. Ramkumar, superintendente da polícia em Dhule, um distrito no oeste da Índia, ao Washington Post.

    O problema no país é tão grande que na última quinta-feira, 28, um palestrante contratado para alertar uma aldeia sobre os riscos de compartilhar e acreditar em boatos no WhatsApp acabou sendo assassinado.

    Brasil

    No Brasil, a disseminação de notícias falsas também tem feito vítimas – algumas vezes fatais – , como é o caso da dona de casa que foi confundida com uma seqüestradora de crianças e espancada no Guarujá, em 2014, e acabou morrendo.

    O que fazer?

    Ao se deparar com uma notícia ou corrente no WhatsApp, busque mais informações sobre ela em outras fontes. Isso vai evitar que você compartilhe informações equivocadas sobre algo ou alguém. Verifique a data da notícia ou boato e procure detalhes no texto e nas imagens que possam revelar uma farsa. Só compartilhe de fontes conhecidas, com credibilidade, longe de qualquer suspeita.

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    Roger Campos

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  • “Minha mãe me abortou e pensou que eu havia morrido”

    “Minha mãe me abortou e pensou que eu havia morrido”

    Quando Melissa Ohden tinha 14 anos, ela descobriu um segredo chocante – sua mãe tentou abortá-la. Ela foi salva por uma enfermeira que a ouviu chorando entre os resíduos de um hospital dos Estados Unidos. Esta é a história de sua sobrevivência e da mãe que pensava que o bebê havia morrido. “Eu cresci sabendo que nasci prematuramente e que eu tinha sido adotada”, diz Melissa Ohden, hoje aos 41 anos, ao programa Victoria Derbyshire, da BBC.

    “O que eu não sabia era que havia um grande segredo por trás de tudo isso. Que eu deveria ter nascido morta, mas, em vez disso, nasci viva.”

    O ano era 1977. Em um hospital do Estado de Iowa, nos EUA, a mãe biológica de Melissa, então com 19 anos, havia concluído um aborto – para isso, fez uso de uma solução salina tóxica por cinco dias.

    Nascida aos oito meses de gravidez e pesando menos de 1,3 kg, Melissa foi deixada entre os restos de resíduos hospitalares. Ficou ali até que uma enfermeira ouviu seu choro fraco e os movimentos quase imperceptíveis.

    A recém-nascida foi levada às pressas para uma Unidade de Terapia Intensiva onde, contra todas as probabilidades, sobreviveu.

    Os médicos pensaram que ela não enxergaria e acreditavam que tinha um problema cardíaco fatal.

    Mas a verdade é que a menina passou a viver uma vida perfeitamente saudável e acabou sendo criada por uma família adotiva.

    “É surpreendente”, admite Melissa. “Eu mesma me belisco alguns dias.”

    Busca pela mãe biológica

    Melissa, que escreveu um livro sobre suas experiências, diz que só descobriu que era uma sobrevivente de um aborto quando, durante uma discussão, sua irmã deixou escapar que ela era adotada.

    “Pelo menos meus pais biológicos me queriam”, gritou a irmã, sem pensar.

    No começo ela ficou confusa, mas, quando se deu conta, entrou em uma espiral perigosa.

    “Eu voltei minha dor contra mim mesma”, explica ela. “Desenvolvi distúrbio alimentar, passei a abusar do álcool. Não queria mais ser eu mesma.”

    A dor continuou a crescer. Até que, aos 19 anos, ela tomou a ousada decisão de tentar localizar e rastrear a mãe que a abortara.

    Foi um processo que levou mais de uma década, mas ela a encontrou – e descobriu uma verdade que a chocou ainda mais.

    Melissa Ohden escreveu um livro sobre sua história (Foto: Melissa Ohden )

    Arrependimento

    “O maior segredo, na verdade, é que minha mãe biológica passou mais de 30 anos acreditando que eu tinha morrido naquele dia no hospital. Ela não foi informada de que eu sobrevivi. Isso foi mantido em segredo”, conta Melissa.

    “Fui colocada para adoção sem que ela soubesse. Ela nunca soube se havia dado à luz um garotinho ou uma garotinha.”

    Quando as duas se encontraram pela primeira vez, três anos após terem começado a trocar emails, Melissa ficou mais impressionada com o arrependimento nos olhos de sua mãe.

    Ela tenta descrever o momento em que se conheceram, que descreve como “absolutamente surreal”.

    “É um daqueles momentos decisivos da sua vida.”

    Mas as verdades chocantes continuaram a aparecer.

    Sua mãe biológica, Ruth, disse a ela que nunca quis fazer um aborto e que, na verdade, foi forçada a tentar interromper a gravidez.

    “O que eu soube foi que minha avó – mãe da minha mãe – era uma enfermeira proeminente na comunidade e que a pessoa que fazia os abortos era amigo dela. Juntos, eles forçaram o aborto da minha mãe contra a vontade dela. Eles foram capazes de contornar os regulamentos e procedimentos do hospital pelos quais minha mãe biológica teria que passar”, conta.

    “As pessoas no hospital pensaram que tinha sido sua escolha, e ela não teve oportunidade de lutar contra isso.”

    A sobrevivência de Melissa era algo ainda mais improvável, já que sua avó, que trabalhava no hospital onde ela nasceu, instruiu seus colegas a “deixarem o bebê no quarto para morrer” naquele dia – um fato que ela admitiu abertamente entre os membros da família.

    “Não tem sido fácil lidar com isso”, diz Melissa, refletindo sobre os comentários de sua avó. “Mas eu não estou brava com ela. Todos nós cometemos erros nesta vida”, acrescenta.

    “Meu coração dói por ela, porque sempre me pergunto o que aconteceu em sua vida para levá-la a tomar essa decisão sobre a minha.”

    ‘Uma dos mais sortudas’

    Hoje, Melissa garante que é “uma das pessoas mais sortudas do mundo”.

    Em primeiro lugar, por ter sobrevivido. E, depois, por ter seus pais adotivos e sua mãe biológica em sua vida.

    Por acaso, Melissa e a mãe biológica vivem agora em Kansas City, no Missouri, assim como uma de suas meia-irmãs.

    Elas se veem “sempre que possível”, diz, com alegria.

    “Minha família biológica é uma parte importante da minha vida.”

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • Indonésio morre esmagado pelo caixão de sua mãe.

    Indonésio morre esmagado pelo caixão de sua mãe.

    CONEXÃO MOSTRA O VÍDEO QUE VIRALIZOU NO MUNDO.

    Um indonésio foi morto pelo caixão de sua mãe, quando ele caiu de uma torre funerária durante seu funeral nas ilhas Célebes, anunciou a polícia neste domingo (17).

    O acidente aconteceu na sexta-feira no vale de Parinding, sudoeste da ilha.

    Samen Kondorura, de 40 anos, morreu quando os carregadores estavam içando o caixão, usando uma escada de bambu para colocá-lo na torre funerária. A escada deslizou, e o ataúde caiu.

    As torres funerárias, chamadas lakkian, são esculpidas suntuosamente. O corpo é colocado no alto e, em seguida, acontece uma cerimônia tradicional muito elaborada.

    O acidente, registrado em vídeo, viralizou na internet. A vítima morreu no hospital devido aos ferimentos.

    Assista o Vídeo:

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • SAÚDE: Japão, 30 Mil Suicídios Por Ano: Riqueza, Tecnologia, Mas… Vazio Na Alma?

    SAÚDE: Japão, 30 Mil Suicídios Por Ano: Riqueza, Tecnologia, Mas… Vazio Na Alma?

    Bispo do país atribui as causas à falta de sentido existencial, conectada à profunda carência de espiritualidade e religiosidade.

    Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.

    O assunto é abordado pelo bispo japonês dom Isao Kikuchi em artigo divulgado pela agência AsiaNews. Ele observa que o drama se tornou mais visível a partir de 1998, “quando diversos bancos japoneses se declararam falidos, a economia do país entrou em recessão e o tradicional ‘sistema de emprego definitivo’ começou a colapsar”.

    Durante os 12 anos seguintes, uma média superior a 30 mil pessoas por ano tirou a própria vida num país rico e avançado. O número, alarmante, é cinco vezes maior que o de mortes provocadas anualmente por acidentes nas rodovias.

    RIQUEZA, TECNOLOGIA E… VAZIO NA ALMA

    Rodeados por riquezas materiais de todo tipo, os japoneses têm tido graves dificuldades em encontrar esperança no próprio futuro: perderam esperança para continuar vivendo, avalia o bispo.

    PARADOXO: APÓS HISTÓRICA TRAGÉDIA NACIONAL, SUICÍDIOS DIMINUÍRAM

    Um sinal de mudança, embora pequeno, foi registrado por ocasião do trágico terremoto seguido de tsunami que causou enorme destruição em áreas do Japão no mês de março de 2011: a partir daquele desastre, que despertou grande solidariedade e união no país, o número de suicídios, de modo aparentemente paradoxal, começou a diminuir. Em 2010 tinham sido 31.690. Em 2011, foram 30.651. Em 2012, 27.858. Em 2013, 27.283. A razão da diminuição não é clara, mas estima-se que uma das causas esteja ligada à reflexão sobre o sentido da vida que se percebeu entre os japoneses depois daquela colossal calamidade.

    MOTIVOS PARA O SUICÍDIO

    Dom Isao recorda a recente pesquisa do governo que atrela 20% dos suicídios a motivos econômicos, enquanto atribui 60% a fatores de saúde física e depressão. Para o bispo, os estopins do suicídio são complexos demais para se apontar uma causa geral. No entanto, ele considera razoável e verificável afirmar que uma das razões do fenômeno é a falta de sentido espiritual na vida cotidiana dos japoneses.

    O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida.

    Com informações da edição em espanhol da agência Gaudium Press

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  • Cristãos da Nigéria vivem “um massacre que o mundo não toma conhecimento”, alerta Padre

    Cristãos da Nigéria vivem “um massacre que o mundo não toma conhecimento”, alerta Padre

    Cristãos que vivem na Nigéria, no continente africano, vivem uma luta diária contra extremistas islâmicos que não se conformam com o crescimento da fé cristã na região. Em 24 de abril, no Estado de Benue, dois sacerdotes católicos, os padres Joseph Gor e Felix Tyolaha, foram assassinados brutalmente em mais um massacre etnia Fulani, composta por muçulmanos, deixando também outros 16 fiéis mortos.

    O que intriga os líderes cristãos locais é que apesar da sequência dos ataques cometidos pelos fulanis, o governo nigeriano parece não tomar as providências necessárias para punir os agressores e controlar a situação, de fato. O Presidente do país, Muhammadu Buhari, emitiu um comunicado repudiando o que chamou de “crime hediondo”, mas sem mencionar ações imediatas.

    Segundo a organização Human Rights Watch, desde 2010 as violências já causaram pelo menos 3 mil mortes na região, segundo informações de uma agência do Vaticano. Com medo de novos ataques, sacerdotes de algumas igrejas católicas denunciam o descaso das autoridades:

    “Nos últimos três anos a região de Benue, onde 95% da população é cristã, foi atacada várias vezes por grupos de terroristas muçulmanos do norte. A ideia, o sistema e os métodos são os mesmos do grupo Boko Haram”, disse o padre Patrick Alumuku, da arquidiocese de Abuja.

    “É um massacre que o mundo não toma conhecimento e ninguém fala. É exatamente assim, os fulani acreditam que têm a missão de levar a religião do islã do norte até o oceano”, explica o padre, aproveitando para denunciar em tom de desabafo outro ataque cometido onde mais 30 pessoas foram mortas:

    “Há um grupo que se chama ‘MyettiAllah’, literalmente ‘Os mensageiros de Deus’, que deixa claro suas intenções de conquistar esta parte do país. Depois da morte dos sacerdotes e fiéis ocorrida ontem, na noite do mesmo dia homens armados mataram cerca de trinta pessoas em um outro vilarejo do mesmo Estado de Benue”, disse ele.

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  • MUNDO: Atentados a bomba matam pelo menos 36 pessoas no Afeganistão.

    MUNDO: Atentados a bomba matam pelo menos 36 pessoas no Afeganistão.

    JORNALISTAS E CRIANÇAS ESTÃO ENTRE OS MORTOS.

    Ao menos 36 pessoas, entre elas 11 crianças, um fotógrafo da AFP e outros cinco jornalistas, morreram em três atentados suicidas nesta segunda-feira no Afeganistão, o segundo deles dirigido especificamente contra a imprensa.  O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou os ataques.
    _____________

    Dois em Cabul

    Em um comunicado divulgado pela agência de propaganda Amaq, o grupo afirma que o primeiro atentado atingiu a sede em Cabul do serviço de inteligência e das forças de segurança afegãs e o segundo os jornalistas que seguiram para o local. “Os apóstatas das forças de segurança, dos meios de comunicação e outras pessoas compareceram ao local da operação, onde um irmão os surpreendeu com seu colete de explosivos”, completou o braço do EI no Afeganistão.

    O comunicado identifica o primeiro homem-bomba como “Kaaka al-Kurdi”, o que sugere que era de origem curda, e o segundo como Khalil al Qurashi.

    O ministério do Interior divulgou um balanço de 25 mortos e 49 feridos. “Seis jornalistas e quatro policiais estão entre os mortos nas duas explosões”, afirmou à AFP o porta-voz do ministério, Najib Danish. Shah Marai, diretor do departamento de fotografia do escritório da AFP em Cabul, que seguiu para o local da primeira explosão, morreu na segunda detonação, que aconteceu 30 minutos após o ataque inicial.

    Marai trabalhava desde 1996 para a AFP e cobriu amplamente a situação no país sob o regime talibã e a invasão americana do Afeganistão em 2001, posterior aos atentados da Al-Qaeda em Nova York e Washington. “Minhas melhores recordações são as de quando eu supero a concorrência com as melhores fotografias do presidente ou de outra pessoa, ou da cena de um ataque. Gosto de ser o primeiro”, declarou Shah Marai sobre seu trabalho.

    Outros cinco jornalistas também morreram na segunda explosão. Todos trabalhavam para canais de televisão afegãos, um deles para a emissora Tolo News, que em 2016 foi alvo de um atentado que deixou sete mortos e foi reivindicado pelos talibãs. De acordo com uma fonte das forças de segurança, o homem-bomba que atacou a imprensa estava disfarçado como um fotógrafo.

    Talibãs e Estado Islâmico

    “Estamos devastados pela morte de nosso fotógrafo Shah Marai, que era testemunha há mais de 15 anos da tragédia que afeta o país. A direção da AFP saúda o valor, o profissionalismo e a generosidade deste jornalista que cobriu dezenas de atentados antes de ser ele mesmo vítima da barbárie”, declarou a diretora Informação da agência, Michèle Léridon.

    Várias mensagens de condolências foram enviadas ao escritório da AFP em Cabul. Um jornalista da agência no país, Sardar Ahmad, morreu em março de 2014 ao lado de sua família – com exceção do filho de três anos – em um atentado talibã. Sardar era amigo de Shah Marai, que deixa seis filhos, o mais novo de apenas algumas semanas.

    Marai e outros jornalistas seguiram para o local do primeiro atentado, cometido pouco antes das 8H00 locais em uma área próxima à sede do Serviço de Inteligência Afegão (NDS) em Cabul.

    “Um homem-bomba que circulava em uma motocicleta detonou seus explosivos na área de Shash Darak”, afirmou o chefe de polícia de Cabul, Hashmat Stanikzai. A sede do NDS foi alvo de um atentado em março, que deixou três mortos e cinco feridos.

    Cabul se tornou, de acordo com a ONU, o local mais perigoso do Afeganistão para os civis com um aumento dos atentados, geralmente cometidos por homens-bomba e reivindicados pelos talibãs ou o grupo extremista EI.

    Os atentados contra civis provocaram o dobro de vítimas nos primeiros três meses de 2018 – 763 civis mortos, 1.495 feridos – que no mesmo período de 2017. Um ataque no dia 22 de abril na capital afegã deixou quase 60 mortos e 20 feridos em um bairro de maioria xiita. No dia 27 de janeiro, um atentado na cidade provocou 103 mortes e deixou mais de 150 feridos.

    Terceiro em Kandahar

    Pelo menos 11 crianças reunidas em torno de um comboio da Otan também morreram, nesta segunda-feira (30), em um outro atentado suicida, desta vez perto do aeroporto de Kandahar (sul) – disseram fontes oficiais à AFP.

    Outras 16 pessoas ficaram feridas, entre elas cinco soldados romenos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e dois policiais afegãos, afirmou o porta-voz do governador da província de Kandahar, Said Aziz Ahmad Azizi.

    O contingente romeno da operação “Resolute Support” está encarregado da segurança do aeroporto de Kandahar, apontou. “O comboio estava no povoado de Abdullh, perto do aeroporto, quando um homem-bomba se detonou contra os veículos em torno dos quais muitas crianças se aglomeravam”, informou.

    O assessor de imprensa da sede da Polícia de Kandahar, Qasim Afghan, confirmou este balanço e disse que o ataque ocorreu às 11h locais (3h30 em Brasília). A autoria do ataque ainda não foi reivindicada.

    Fonte EM

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    Roger Campos

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  • Mãe morre de “coração partido” algumas semanas após o falecimento do filho

    Mãe morre de “coração partido” algumas semanas após o falecimento do filho

    Ninguém consegue imaginar a dor de uma mulher que perde um filho. Nenhum pai deveria ver o seu filho partir… essa mãe de quem vamos falar hoje morreu de coração partido após o seu menino ter falecido. O pior de tudo é que existem suspeitas de que outros familiares tenham perdido a vida devido à mesma doença do garoto.

    Jak Fada, de 10 anos de idade, era um grande fã de futebol. O menino era completamente saudável, no entanto, ele começou a sentir dores de peito e morreu algumas horas depois.

    Tudo foi completamente súbito, e os médicos disseram que ele sofreu de uma rutura de artéria. Infelizmente, a morte de Jak aconteceu 22 horas depois da morte do bisavô, James Tomlin, aparentemente da mesma condição. Na segunda-feira passada, sua mãe Ashley também perdeu a vida.

    Agora, existem suspeitas que o bisavô, a criança e a mãe morreram todos da mesma condição mortal. Os parentes sobreviventes precisam ser examinados para saberem se estão em risco. No entanto, o pai devastado de Ashley diz que a filha morreu de coração partido, triste pela morte do seu lindo menino de 10 anos.

    “Foi o mesmo que o que aconteceu com Jak. A principal artéria rompeu-se. O médico legista disse que é como um coração partido. Ela ficou devastada desde que Jak morreu “, diz o avô Keith Tomlin.

    Fonte Histórias de Valor

     

    Roger Campos

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