Categoria: Três Pontas

  • COLAPSO: Pacientes com Covid-19 lotam Enfermaria e UTI da Santa Casa de Três Pontas; Mortos sobem para 79

    COLAPSO: Pacientes com Covid-19 lotam Enfermaria e UTI da Santa Casa de Três Pontas; Mortos sobem para 79

    Número total de casos é de 3.765 positivados. Curados já somam 3.216.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (03) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes. Um dos dados que mais preocupa as autoridades de saúde é a superlotação da Santa Casa de Três Pontas. UTI e Enfermaria já enfrentam colapso.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.765 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.216 já se recuperaram e, infelizmente, 79 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 470 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 470 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 15.295.

    Quatro pessoas estão internadas com suspeita de covid-19. Vinte e seis casos confirmados encontram-se hospitalizadosna Santa Casa de Três Pontas. Há 444 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 382 dias. Isso dá uma média de 9,85 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 40 Homens

    _ 39 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 17

    _ 60 a 79 anos – 42

    _ 80 anos ou mais – 19

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 31

    _ Hipertensão – 19

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 44

    _ Doença Renal Crônica – 07

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Asma – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 36

    _ 8 a 15 dias – 27

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 09

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Fã da sétima arte, trespontano Milton Nascimento terá sua vida contada em filme

    Fã da sétima arte, trespontano Milton Nascimento terá sua vida contada em filme

    Projeto está em estágio embrionário, mas a Gullane, responsável pela empreitada, aventa que longa pode estrear em 2023

    O fã que acompanha a vida de Milton Nascimento para além da potência de sua produção musical sabe que a relação do cantor e compositor com a sétima arte não pleiteia menos que o adjetivo “visceral”. Não raro, este mineiro, trespontano de coração, cita “Jules e Jim” (1962), de François Truffaut (1932-1984), como um dos filmes basilares de sua formação cultural. As páginas biográficas dedicadas ao artista contam que foi no dia em que, junto a Marcio Borges, assistiu à produção francesa em várias sessões seguidas, se apaixonando por Jeanne Moreau, é que decidiu que seria compositor e músico profissional. Passados 20 anos daquele marco, lá estava Milton, participando de “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog. A amizade com River Phoenix também consta dos vários capítulos da vida de Milton ligados ao cinema.

    A novidade é que o novo flerte deve ter como fruto uma produção que levará um recorte temporal da vida de Bituca à tela grande. A notícia foi dada em primeira mão na semana passada pelo próprio artista, em seu perfil no Instagram, onde revelou o contrato assinado com a Gullane para tal fim. A parceria já havia sido testada com absoluto sucesso na série “Milton e o Clube da Esquina”, que atualmente pode ser conferida no streaming da Globoplay e no Canal Brasil. “O cinema sempre foi a minha vida. Se comecei a compor por causa de ‘Jules e Jim’, ao longo da minha carreira, trabalhei em muitos filmes, seja como compositor, cantando nas trilhas.. Até como ator, já participei, e em vários longas. Então, saber que a minha própria história vai virar filme é uma coisa que traz um sentimento de muita satisfação. Mais um grande sonho que se realiza”, conta Milton Nascimento.

    Filho do artista, Augusto Kesrouani Nascimento adiciona: “Na verdade, eu já pensava nesta ideia há algum tempo, porque realmente acho que história dele merece isso. É uma trajetória muito rica, muito cheia de acontecimentos… A forma como ele desenvolveu a musicalidade, na infância, e depois, na vida adulta, os encontros que teve na vida, a forma como isso foi levando a música dele para o mundo e fazendo ele chegar aonde chegou. E, além disso,  ele é um apaixonado por audiovisual. Tudo isso me fazia ter vontade de ver a vida dele se transformar em filme, e a ideia amadureceu e se concretizou na primeira reunião que tive com o Fabiano Gullane para falar sobre o documentário ‘Milton e o Clube da Esquina’, de 2018. Ali, ele deixou claro que queria fazer o filme e eu, que era algo que também tinha total vontade e disponibilidade para desenvolver com ele e dar sequência. Ou seja, uma ideia antiga que tomou forças graças ao Fabiano e à Gullane”.

    Augusto salienta, ainda, a importância de esta empreitada se concretizar com o artista em vida. “Geralmente, muitos desses filmes (cinebiografias) acabam sendo homenagens póstumas, e eu queria que ele visse isso. Já que é tão apaixonado por cinema, que possa assistir à própria história, sabe? Se divertir, se emocionar… Enfim, curtir esse momento que é dele. Essa é a base de tudo, que ele receba essa homenagem e desfrute dela”.

    Fabiano Gullane, um dos nomes à frente da produtora, confirma que a série foi o embrião de tudo. “A gente acabou de ter essa experiência muito bonita, com esse programa, uma visita do próprio Milton às composições mais importantes do Clube da Esquina I e II. E a série foi propositadamente um mergulho que a gente fez juntos, combinados, para realmente se enfronhar neste universo das histórias, das memórias, das lembranças, para a gente se inspirar e recolher esse material, para começar a descobrir com qual recorte a gente vai contar a história de um dos maiores ídolos da música brasileira, da composição, da poesia brasileira, do intérprete. A gente achou que fazia muito sentido, já que a série documental deu tão certo, ser hora de a gente partir para filme”.

    Fabiano lembra que a produtora tem os direitos do livro “Os Sonhos  não Envelhecem”, de Marcio Borges, “que resume essa fase tão importante da vida cultural mineira, brasileira e do mundo”. No entanto, a ideia é que seja um roteiro original. “A gente não pretende fazer um recorte muito longo, ao menos nesse primeiro filme – porque pode ser que (essa iniciativa) tenha outros formatos no futuro. O importante é que ele realmente consiga expressar o estilo, a força e o talento do Milton, que transbordou as fronteiras do Brasil e conquistou o mundo inteiro. Essa poesia da música do Milton, do Lô (Borges), do Marcinho (Borges), do Ronaldo (Bastos), do Fernando (Brant) e de todos os demais  ali que a gente também tenta conseguir no cinema”.

    O produtor, porém, pontua que o processo está apenas começando. “A gente está falando do embrião de uma gênese. Vamos partir de uma história muito linda – real, viva, super importante – amparados pelo livro do Marcinho, com a participação do próprio Milton e do Augustinho Nascimento, que são partes integrantes desse projeto, e, nos próximos meses,  tudo vai estar concentrado em criação, na busca para achar essa história, como vai ser contada a história do Milton, do Clube da Esquina, de que forma levar essa história para o cinema, e, quem sabe, estarmos prontos para produzir no final do ano que vem, para lançar em 2023. São ainda suposições, pois, claro, tudo vai depender também da pandemia”.

    Augusto conta que ele e Milton estão totalmente abertos às propostas e ideias de roteiro. “Claro, provavelmente meu pai vai querer estar por perto, dar opinião e, eventualmente, até sugerir alterações no que achar que não condiz com a realidade da vida dele, mas a gente entede que eles (da Gullane) são totalmente capazes, superprofissionais. O que eles propuserem vai ser totalmente bem vindo”. Sobre nomes, ele também prefere não opinar. “O mercado audiovisual brasileiro é riquíssimo, temos profissionais maravilhosos, roteiristas, atores incríveis. A gente está esperando as sugestões da Gullane. Esse processo está vindo mais por parte deles, mas com certeza vamos ter profissionais incríveis aí, fazendo parte dessa iniciativa com a gente”.

    E Milton pode aparecer na tela, ao menos em uma participação especial? “Olha… Essa ideia nunca tinha sido levantada, mas é provável que ele queira aparecer, sim (risos). Ele gosta demais de fazer filmes, novelas. No caso de ‘Fitzcaraldo’, que é um clássico, ele gosta que todo mundo assista à participação dele”.

    Fonte O Tempo

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    Roger Campos

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Dr. Aloysio é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: Dr. Aloysio é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Médico é um dos profissionais da saúde mais queridos e respeitados. Uma unanimidade quando o assunto é fazer medicina com amor.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do médico gastroenterologista Dr. Aloysio Nogueira Resende.

    Doutor Aloysio Nogueira Resende, um dos médicos mais conceituados e queridos da cidade de Três Pontas, nasceu em 28 de setembro de 1957. É varginhense de nascimento e Cidadão Honorário Trespontano, através da indicação do vereador e presidente da Câmara Maycon Douglas Machado, em 2017.

    “Doutor Aloysio é uma figura muito querida por todos, por conta de toda sua dedicação, sua competência e simplicidade. Minha saudosa amiga Evânia Rocha Moreno, o querido amigo Maurinho Bueno (colunista social) e eu conversávamos muito sobre a necessidade de reconhecermos publicamente o trabalho do Dr. Aloysio e assim resolvi dar a ele o título, tornando-o merecidamente um cidadão de Três Pontas”, disse o legislador Maycon Machado. 

    Aloysio é filho de Antônio Nogueira Resende e de Ruth Conceição Resende. Tem quatro irmãos. Em 26 de julho de 1987 casou-se com Soraya Abreu Barbosa Resende. É pai de três filhos: Luiz Fernando, Antônio Neto e Mário Lucas.

    Cursou o primário na Escola Coração de Jesus em Varginha. Depois estudou na Escola Dom Silvério em Belo Horizonte e formou-se médico na Universidade Federal de Minas Gerais. Fez várias especializações. Fez residência médica no Hospital Felício Rocho na capital mineira por 3 anos. Desde 1985 veio trabalhar em Três Pontas, sendo concursado. Ao lado da Doutora Lúcia de Oliveira Piedade, outra notável da nossa medicina, trouxe a Endoscopia para Três Pontas, uma novidade na época. 

    Atencioso e competente, Dr Aloysio trabalhou na Prefeitura, atendendo nos postos de saúde, na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis (onde exerceu as funções de diretor clínico e de diretor técnico), no Pronto Atendimento Municipal e ainda em seu consultório particular. Durante 19 anos atuou na UTI.

    Hoje em dia, atua na Endoscopia e atende como gastroenterologista e como clínico geral. Também presta valorosa colaboração no setor de psiquiatria do município. Ainda hoje é o responsável pela Unidade Transfusional do HSFA, função que exerce há cerca de 20 anos.

    Após longos anos, décadas de dedicação e amor à medicina, Doutor Aloysio segue sua jornada com disposição, sempre se mostrando prestativo e atencioso. Toda essa dedicação lhe renderam não apenas a fama, o conceito como um dos melhores médicos do município, mas uma legião de pacientes, de pessoas que se tornaram amigas e que sempre falam do Doutor Aloysio com muita gratidão e carinho, por vezes relembrando casos e situações em que o experiente médico foi o responsável por salvar diversas vidas.

    Foram incontáveis os pedidos para que o Conexão Três Pontas homenageasse o Dr. Aloysio com o quadro Histórias de Vida. São muitos os agradecimentos de cidadãos trespontanos que falam do Doutor Aloysio com emoção e reconhecimento.

    “Falar sobre ele é fácil. Dr. Aloysio, a quem nós, seus amigos íntimos, chamamos de Two, é um ser humano além deste plano espiritual. Um homem que não abre mão de seu juramento quando se formou em Medicina: de cuidar dos doentes independente do mesmo ter dinheiro ou não para pagar pelo tratamento. É um ser humano de alma iluminada e que merece toda a felicidade do mundo”, disse o amigo pessoal Maurinho Bueno.

    Dr. Aloysio, especialista em gastroenterologia e endoscopia digestiva foi homenageado, em 2017, em Belo Horizonte pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, dentro das programações da Semana do Médico, com o título de “Médico Mineiro em Destaque”, prêmio concedido aos profissionais que, atuando no interior do estado, destacaram-se pelo exercício digno da profissão, comportamento ético e importância dos serviços prestados à comunidade, foi ainda homenageado pela Associação Médica Trespontana no dia 28 de outubro de 2017, no Espaço Verdes Eventos.

    Difícil é falar do Dr. Aloysio separando-o da figura de pai, de marido. Excepcional na profissão, excelente na vida pessoal para os seus. Impossível pensar em Aloysio sem pensar na esposa Soraya. Uma linda união, família linda, exemplar. Onde Aloysio está, Soraya está também. Juntos formam um só ser: o amor na pura essência. Afinal, o que seria de um grande homem sem uma grande mulher do seu lado?

    Aloysio deveria ser sinônimo de dedicação!

    E é justamente por toda essa dedicação, pela doação e amor em favor dos trespontanos que o Conexão Três Pontas, hoje, presta uma homenagem pública ao Doutor Aloysio Nogueira Resende, contando um pouco da sua bela História de Vida. Parabéns! Nosso muito obrigado!

    (Colaboração e fotos Maurinho Bueno)

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • SEGURANÇA: Três Pontas recebe novas viaturas para a Polícia Militar

    SEGURANÇA: Três Pontas recebe novas viaturas para a Polícia Militar

    Foi realizada na sede do Quartel da Polícia Militar de Três Pontas a cerimônia de entrega de novas viaturas para a corporação. A entrega é fruto de emenda parlamentar do deputado Professor Cleiton, através de indicação (frequentes pedidos) do atual vereador e presidente da Câmara, Maycon Douglas Machado e dos ex-vereadores Marlene Lima e Luizinho, que trocou o Legislativo pelo Executivo onde ocupa atualmente a função de vice-prefeito.

    A solenidade virtual de entrega da viatura transcorreu mantendo todos os cuidados exigidos pelo protocolo de combate ao coronavírus.

    Dentre as autoridades presentes, estavam o Subcomandante do 24º Batalhão da Polícia Militar, Major Alexandre Milhomem Silva, o deputado estadual Professor Cleiton, o prefeito Marcelo Chaves Garcia, o vice-prefeito Luis Carlos da Silva, o presidente da Câmara, vereador Maycon Douglas Machado, o Subcomandante da 151ª Companhia da Polícia Militar de Três Pontas, 1º Tenente Maycon Saturnino Neves, a senhora Ana Paula, representando a coordenadoria diocesana da Renovação Carismática Católica, o senhor Waguinho, representando a Renovação Carismática Católica de Três Pontas e a ex-vereadora Marlene Lima.

    A cerimônia foi aberta com a execução do Hino Nacional Brasileiro.

    “O Estado de Minas Gerais é o mais seguro do Brasil, de acordo com os dados do Sinesp – Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. Isso, em muito se deve à gestão empregada pela Polícia Militar de Minas Gerais em suas ações e operações, bem como ao aporte de recursos financeiros e logísticos nos últimos anos, sobretudo, recursos provenientes de emendas parlamentares”, destacou a PM durante a cerimônia.

    Três Pontas recebeu um veículo caminhonete leve, tração 4 por 2, completa, equipada com rádio e cela. Também recebeu uma motocicleta 750 cilindradas, que serão empregados no patrulhamento de toda cidade, que proporcionarão maior agilidade e segurança no atendimento de toda comunidade.

    O município de Três Pontas foi um dos contemplados pelo deputado estadual Professor Cleiton, num contexto de 853 municípios existentes em Minas Gerais. “As viaturas entregues ao município contribuirão significativamente para a prevenção criminal, a promoção da paz social em toda cidade e, com o aumento da sensação de segurança”, emendou a Polícia Militar.

    As chaves dos veículos foram entregues ao Subcomandante da Centésima Quinquagésima Primeira Companhia de Polícia Militar, 1º Tenente Maycon Saturnino Neves. Na sequência aconteceram os discursos que destacaram mais uma vez a relevância da doação dos veículos ao município. 

    O evento foi encerrado com o acionamento das sirenes dos veículos.

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    Roger Campos

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  • Coronavírus: Após 11 dias sem registros, Boletim Epidemiológico confirma mais 2 óbitos em Três Pontas

    Coronavírus: Após 11 dias sem registros, Boletim Epidemiológico confirma mais 2 óbitos em Três Pontas

    Número total de casos é de 3.558 positivados. Curados já somam 3.100.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (26) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.558 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.100 já se recuperaram e, infelizmente, 74 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 384 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 384 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 14.767.

    O Boletim de hoje não apresenta o número de pessoas internadas com suspeita de covid-19. Dezenove casos confirmados encontram-se hospitalizadosna Santa Casa de Três Pontas. Há 365 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 375 dias. Isso dá uma média de 9,48 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 39 Homens

    _ 35 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 15

    _ 60 a 79 anos – 40

    _ 80 anos ou mais – 18

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 28

    _ Hipertensão – 17

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 42

    _ Doença Renal Crônica – 07

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Asma – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 32

    _ 8 a 15 dias – 26

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 09

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • COMENTANDO: PROVOCAR ACIDENTE DE TRÂNSITO E NÃO PRESTAR SOCORRO DEVERIA BANIR O CAUSADOR PARA SEMPRE DE DIRIGIR VEÍCULO AUTOMOTOR

    COMENTANDO: PROVOCAR ACIDENTE DE TRÂNSITO E NÃO PRESTAR SOCORRO DEVERIA BANIR O CAUSADOR PARA SEMPRE DE DIRIGIR VEÍCULO AUTOMOTOR

    Acompanhe a opinião franca e polêmica de um Educador para o Trânsito

    A manhã desta sexta-feira (23) em Três Pontas começou com a notícia de mais um trágico acidente de trânsito no centro da cidade. Um veículo de passeio, de quatro rodas e uma motocicleta se envolveram em uma grave colisão numa das esquinas com a maior incidência de acidentes nas últimas décadas no município. Como se não bastasse as gravidades das lesões provocadas na condutora da motocicleta (ou ciclomotor), quem estava no volante do automóvel fugiu do local sem prestar socorro. O trecho foi todo remodelado nos últimos anos, inclusive com a colocação de uma faixa elevada de pedestres, por parte da Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do seu setor de trânsito. Mas o que infelizmente não mudou é o despreparo na condução de um veículo automotor por parte de muitos motoristas e, em casos onde não se socorre a vítima, a clara tradução da falta de empatia e de responsabilidade. 

    O Acidente de hoje

    O abalroamento (acidente em que um veículo em movimento é colhido lateral ou transversalmente por outro veículo, também em movimento), ocorreu por volta das 7h30 no cruzamento entre as Ruas Afonso Pena e Sete de Setembro. de acordo com o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar, “A condutora de uma motocicleta, que subia pela Rua Afonso Pena, foi atingida em cheio por um automóvel que, supostamente, não teria respeitado as sinalizações  vertical e horizontal de parada obrigatória, avançando assim o cruzamento vindo a colidir ir com veículo de duas rodas. A pessoa que estava na condução do automóvel  não parou para prestar socorro e fugiu tomando rumo ignorado”.

    A vítima foi socorrida pelo SAMU e encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal com lesões graves. A Polícia Militar registrou a ocorrência e a perícia técnica também foi acionada. Através das câmeras de segurança das imediações foi possível identificar o veículo e chegar até a autoria do crime de omissão de socorro, após o mesmo ter provocado o acidente.  um veículo estava com a frente bastante danificada. 

    Outros Acidentes no local

    Antes da colocação da faixa elevada de pedestres por parte do departamento municipal de trânsito da Prefeitura de Três Pontas, na Rua Sete de Setembro, poucos metros antes do cruzamento com a Rua Afonso Pena, os índices de acidentes ali eram altíssimos. Houve períodos em que a cada semana ocorria ao menos um acidente de proporções moderada a grave naquele cruzamento. 

    Mas deve-se levar em conta que mesmo antes da colocação da faixa elevada de pedestres, o trecho já dispunha de sinalização de Parada Obrigatória, tanto vertical quanto horizontal. O que reforça, através de dados, que a grande maioria dos acidentes não é provocada por falta de sinalização, nem por defeito mecânico, mas sim pela imperícia, imprudência e negligência de muitos condutores de veículos automotores. 

    Não prestar socorro

    A omissão de socorro pode ser confirmada em suas situações no trânsito:
    _ O condutor do veículo deixa, na ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à vítima, quando possível; ou

    _ Caso não seja possível tal socorro, por deixar de solicitar auxílio, deixar de acionar resgate, polícia, corpo de bombeiros, SAMU etc.

    Art. 304. Deixar o condutor do veículo, na ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à vítima, ou, não podendo fazê-lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxílio da autoridade pública:

    Penas – detenção, de seis meses a um ano, ou multa, se o fato não constituir elemento de crime mais grave.

    Parágrafo único. Incide nas penas previstas neste artigo o condutor do veículo, ainda que a sua omissão seja suprida por terceiros ou que se trate de vítima com morte instantânea ou com ferimentos leves.

    Importante lembrar que o referido delito se constitui crime de subsidiariedade expressa, isto é, apenas se perfaz se o fato não consubstanciar delito mais grave, como no caso da agravante de pena nos crimes de homicídio ou lesão corporal culposos de trânsito.

    Quanto ao sujeito ativo da omissão de socorro no trânsito, este será o condutor do veículo, com ausência de culpa, envolvido no acidente com vítima. De outra forma, o motorista de veículo não envolvido no acidente e quaisquer outras pessoas que deixem também de prestar socorro incidirão no delito genérico de omissão de socorro previsto no art. 135 do CP.

    Em representação gráfica fica assim:

    Opinião como Educador para o Trânsito

    Não prestar socorro a uma vítima de acidente de trânsito, ainda mais sendo o causador do mesmo, expõe a falta de amor e respeito ao próximo, bem como o total despreparo de boa parte dos motoristas brasileiros.

    Como professor de Legislação de Trânsito do Detran, desde 2006, ministrando aulas e dando palestras sobre o tema, afirmo que a qualidade do ensino nas auto escolas é de ruim para péssima. E a culpa não é dos Centros de Formação de Condutores. Mas sim das leis ineficientes, criadas em 1997 pelo Código de Trânsito Brasileiro e, principalmente, pela falta de uma fiscalização e cumprimento mais efetivos.

    Quando digo que a qualidade do ensino nas auto escolas é fraca me refiro a algumas questões:

    _ A pressa que o  aluno tem em tirar a sua CNH, sem se preocupar com o nível do seu aprendizado;

    _ O formato do processo de habilitação, que na minha opinião, é absurdo e ineficiente. Lembremos que ser motorista é exercer uma profissão de extrema responsabilidade, afinal de contas o veículo automotor pode facilmente se tornar uma arma letal. Para ser médico são necessários oito anos de estudo. Para ser jornalista, 4 anos, assim como a maioria das profissões. Mas para ser motorista basta em média três meses de aula? Cumprir uma ínfima carga horária de Legislação e fazer apenas 20 aulas de direção ou de pilotagem? Isso é uma vergonha! Defendo, no mínimo 2 anos de aulas em centros de treinamento,

    _ Educação para o Trânsito deveria ser matéria da grade curricular das escolas públicas e privadas. Deveria ser matéria desde o início do ensino médio. 

    O que vemos nas ruas, são motoristas, na grande maioria, totalmente despreparados, sem conhecimento técnico, sem preparo emocional, sem o menor senso de responsabilidade, não medindo as consequências que um acidente pode provocar, tampouco a gravidade de não se prestar socorro a uma vítima.

    Acidentes acontecem. Mas o que deve ser dito é que a grande maioria deles poderia ser evitada se não houvesse falha humana. E, para mim, quando alguém bebe e dirigir um veículo automotor, quando alguém em disputa racha, quando alguém toma a direção sem ser habilitado, quando alguém empina a moto, quando alguém dirige falando no celular e, principalmente, quando alguém provoca um acidente e foge sem prestar socorro à vítima, Além de estar cometendo um crime de trânsito está nitidamente assumindo o risco de matar. Por isso, defendo a tese de que o causador de um acidente envolvendo veículo automotor e que não tenha prestado socorro às vítimas deveria, entre outras penalizações, ser banido para sempre da função de conduzir veículo automotor em via pública. Nunca mais deveria dirigir! 

    Alguém lembra do acidente envolvendo o casal Renê e Elaine Bernardes Miranda? Um assassino, bêbado e irresponsável, fez uma conversão em local proibido vindo a atingir letalmente os dois comerciantes trespontanos. Vocês acham que a justiça foi feita?  Claro que não! Filhos ficaram órfãos de pai e mãe.  Renê e Elaine não voltam mais. Mas, em pouco tempo,  aquele homicida estará novamente atrás de um volante pronto para tirar mais uma vida humana.

     E o acidente de hoje? A vítima é uma mulher jovem, cheia de vida. Quem pagará essa conta? Filhos poderiam perder a mãe ainda no local, o marido poderia não ter mais a sua companheira. Quem lhe devolverá a vida de antes? Que preço será pago? A justiça será feita? Eu não acredito, infelizmente! O caso, para a família e amigos, será sempre muito doloroso, mesmo com a recuperação da vítima (nosso maior desejo). Mas, lamentavelmente, para a justiça será apenas uma mera estatística.

    Arquivo Conexão

    *Informações CTB / Portal do Trânsito / Advogado Dr. Eduardo Freire

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    Roger Campos

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  • Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Apesar disso a Santa Casa de Três Pontas segue com 100% de ocupação.

    As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março. Infelizmente ela não se aplica em Três Pontas.

    Segundo os últimos dados atualizados na quarta-feira (21), a ocupação geral da região era de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19. No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.

    “Haverá momentos de alta e depois de baixa. A tendência é caminhar para uma estabilidade”, destacou o Diretor Clínico da Santa Casa de Três Pontas, Dr. Eduardo Vasconcelos

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas o município não registra oficialmente nenhuma nova morte desde o dia 13 de março. Nesta sexta-feira se completa 10 dias sem nenhum óbito em decorrência da covid-19.

    Entre março e o começo de abril tivemos 21 mortes. Estávamos tendo praticamente 1 morte a cada 1 dia e meio. Graças a Deus e a luta incansável dos órgãos de saúde, dos profissionais dedicados da saúde, graças a vacinação e ainda graças as pessoas que têm consciência, respeito e empatia, Três Pontas está, passo a passo, tentando vencer a pandemia.

    Números da covid-19 hoje em Três Pontas, segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal:

    Ocupação por município

    Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. Três Pontas tem 93,33% de ocupação, para o atendimento a qualquer enfermidade. Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Pontas, segundo a SES, está no limite de 100% de ocupação.

    Outras cidades:

    _ Varginha (96,67%)

    _ Poços de Caldas (96%)

    _ Lavras (95%)

    _ Guaxupé (94,12%)

    _ São Lourenço (93,10%)

    _ Passos (68%)

    _ Pouso Alegre (70,69%)

    _ Alfenas (73,33%)

    Leitos de enfermaria

    Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18). Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.

    Voltando a falar especificamente de Três Pontas, Dr. Eduardo destacou a imprevisibilidade do coronavírus:

    “O que está acontecendo é estamos lidando com um vírus, com uma pandemia. E nas pandemias há momentos de mais calmaria e outros mais complicados. O que está acontecendo neste momento em Três Pontas é um pequeno sinal de estabilidade em relação aos óbitos, mas, infelizmente, eles ainda continuarão ocorrendo.

    Há vários pacientes internados com covid-19 na Santa Casa e felizmente ainda estamos conseguindo atender a todos os casos sem fila de espera. Há um rodízio, com casos mais leves e outros mais graves. Os ‘capacetes’ que foram adquiridos têm ajudado bastante. Muitos pacientes que utilizam acabam não sendo entubados, mas outros casos infelizmente são inevitáveis”, pontuou o médico.

    Ainda segundo o Dr. Eduardo, é prematuro se fazer qualquer diagnósticoou previsão, mesmo com a chegada da vacina.

    “Sobre a vacina ainda é cedo para falar de resultados, mas o grupo que mais sofre com a gravidade do coronavírus está sendo imunizado e a tendência é que haja um equilibrio, uma estabilidade de casos e de mortes daqui algum tempo. Mas, repito, ainda é cedo para avaliar qualquer situação. É tudo muito volúvel, varia muito, com altas e baixas constantes.

    O H1N1, o vírus da gripe, por exemplo, continua matando também. E não nos livramos dele. Precisamos vacinar a cada ano. O mesmo acontecerá com a covid-19. Não digo que venceremos a pandemia, mas nos acostumaremos com ela, com medidas de prevenção constantes e vacinação contínua”, acrescentou o diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos ao Conexão Três Pontas.

    O provedor Michel Renan,. o diretor clínico do PAM Dr. Lucas Erbst, o diretor técnico da Santa Casa Dr. Geovanni de Barros Pereira e o diretor clínico do HSFA Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos, juntos, na linha de frente do combate ao coronavírus.

    Importante, lembra o médico especialista, “que todos continuem mantendo o distanciamento social e utilizando a máscara e o álcool em gel”.

    *Com informações do G1 Sul de Minas e SES

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  • Taxa de ocupação de leitos de UTI cai para 86% no Sul de Minas, menor nível em um mês

    Taxa de ocupação de leitos de UTI cai para 86% no Sul de Minas, menor nível em um mês

    Taxa de ocupação exclusiva para Covid-19 também está em queda. Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação.

    As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março.

    Segundo os últimos dados atualizados nesta quarta-feira (21), a ocupação geral da região hoje é de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19.

    No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.

    Ocupação por município

    Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. São Lourenço (97,33%), Três Corações (96,67%), Guaxupé (96,15%), Poços de Caldas (94,12%), Três Pontas (93,33%) e Varginha (92,42%) seguem com a ocupação acima de 90%, mas ganharam um respiro nos últimos dias.

    Por outro lado, São Sebastião do Paraíso (70%), Itajubá (71,95%) e Pouso Alegre (72,73%) apresentam agora as menores taxas de ocupação geral de UTI da região.

    Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação. Varginha (96,67%), Poços de Caldas (96%), Lavras (95%), Guaxupé (94,12%) e São Lourenço (93,10%) aparecem em seguida com taxas acima de 90%.

    Passos (68%), Pouso Alegre (70,69%) e Alfenas (73,33%) são as cidades que neste momento estão com a menor taxa de ocupação de UTI para pacientes de Covid-19.

    Leitos de enfermaria

    Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18).

    Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • NA CÂMARA: Projetos para investimentos em infraestrutura urbana são aprovados em Plenário

    NA CÂMARA: Projetos para investimentos em infraestrutura urbana são aprovados em Plenário

    Projetos que viabilizam recursos para investimentos em obras do SAAE e homenagem à servidora aposentada marcaram a sessão de segunda-feira, 12 de abril na Câmara. Além das propostas da pauta, vereadores aprovaram a entrada na votação de mais três proposituras em caráter de urgência. O pedido para a inclusão partiu do vice-presidente Antônio do Lázaro e foi acatado pelo Plenário. Atendendo ao pedido do vereador Sérgio Silva, que pediu vistas, o presidente retirou da pauta o Projeto de Lei nº 053, que cria o Programa de incentivo Industrial. A proposta volta ao Plenário após análise mais minuciosa.

    Antes de iniciar a votação, o presidente Maycon Machado suspendeu a sessão por 10 minutos para que os vereadores analisassem os três Projetos aprovados para entrarem na ordem do dia, embora estivessem com pareceres jurídicos favoráveis. Antes de iniciar o pequeno expediente, o presidente suspendeu a sessão para uma homenagem à servidora Nídia dos Santos Xavier, que após 28 anos de serviços prestados à Câmara se aposentou.

    A reunião começou pelo pequeno expediente, quando o vereador Luciano Diniz lamentou o falecimento de Totonho Diniz repentinamente e desejou pêsames aos familiares. O vereador também agradeceu à Prefeitura pelas melhorias que ocorrem pela cidade, dentre elas a obra da estrada do Foguetinho que já recebe o asfaltamento. Ele disse que visitou as obras e que o serviço vem sendo muito bem feito e que será uma via muito importante para a população, pois terá no centro uma ciclovia que servirá também para caminhadas e ao mesmo tempo irá evitar a circulação de grandes caminhões pelo centro da cidade. Mais uma vez, Luciano Diniz parabenizou o deputado federal Diego Andrade por sua contribuição no desenvolvimento de Três Pontas.

    Já a vereadora Selena Caté, manifestou sua preocupação com as mortes por Covid 19 na cidade e citou como exemplo o falecimento do ex-vereador e presidente da Câmara, Fernando Professor, do qual se referiu como grande amigo e incentivador. Selena cumprimentou os familiares de um jovem residente na comunidade do Cascavel, que também faleceu por Covid. A vereadora agradeceu à Prefeitura pelas melhorias feitas na Rua Joaquim Piedade e ao mesmo tempo, cobrou atendimento médico para a Unidade de Saúde do Bairro Santa Edwiges, que agora está apenas com um médico, o que se tornou alvo de reclamações da população que procura atendimento no local. Selena pediu ofício à secretaria de Saúde para que providencie mais um médico para a unidade e pediu limpeza do matagal nas proximidades do Bairro Meia Pataca.

    O vereador Paulinho Leiteiro endossou os sentimentos aos familiares de Fernando professor, ressaltando suas virtudes como vereador e presidente da Câmara e afirmando que era uma pessoa boa de se trabalhar e conviver, uma pessoa do bem. Ele pediu providências para um terreno do município localizado na Rua João de Almeida Ferrão, onde os vizinhos encontraram muitos escorpiões e pediram a limpeza do local com urgência. Paulinho chamou a atenção afirmando que o município precisa tomar frente a seus lotes, promovendo a limpeza. Outra reclamação do vereador foi sobre a iluminação precária do cemitério municipal, que durante sepultamentos ao cair da noite fica muito escuro e pediu providências. Paulinho reclamou ainda, em nome de moradores, da aglomeração de terra na obra do Mirante e que como não houve a compactação, o barranco está desmoronando e pediu providências.

    O vereador Flavão, manifestou sentimentos às famílias enlutadas na semana e agradeceu à Funerária Cônego Victor pela disponibilização de álcool gel nos velórios, conforme sua solicitação e aguarda que a outra funerária também providencie o álcool durante seus velórios. Flavão voltou a cobrar limpeza em alguns bairros, como tem feito há muito tempo e reclamou do lixão que está se formando novamente no Bairro Santa Marta e pediu colaboração da população.

    O secretário vereador Luan do Quilombo, lamentou o falecimento de Fernando professor, destacando como uma pessoa extraordinária e externou sentimentos aos familiares do professor como também aos demais de outras famílias enlutadas. O vereador pediu à secretaria de Obras que promova a manutenção na estrada vicinal que liga Três Pontas à Boa Vista dos Campos e também ao Congonhal. Luan agradeceu de público ao deputado Diego Andrade pela doação dos capacetes respiradores entregues ao hospital de Três Pontas e fez apelo ao Governador Romeu Zema para que reveja esta situação de onda roxa, já que muitos estão sendo prejudicados e que alguns serviços não são transmissores da doença. O vereador pediu que o governador revisse esse decreto e dê autonomia para as Prefeituras e pediu que as pessoas ficassem em casa. Para finalizar pediu que a Câmara enviasse ofício à Polícia Civil que intensifique suas operações contra os furtos na zona rural.

    O vereador Sérgio Silva falou sobre o falecimento de Fernando professor com quem também dividiu o mandato, destacando a boa convivência dele com todos no mandato 2001/2004 e pediu ofício de condolências aos familiares. Sérgio parabenizou a servidora Nídia Xavier, servidora da Câmara por 28 anos e que se aposentou.

    O vereador Roberto Cardoso endossou os colegas apresentando condolências aos familiares do Fernando professor, destacando o período em que foram vereadores juntos de 2001 a 2004, enfatizando o bom relacionamento de Fernando com todos os servidores e vereadores. Robertinho parabenizou e desejou sucesso à servidora Nídia por sua aposentadoria. O vereador questionou novamente sobre a precariedade da iluminação da Praça Padre José de Anchieta e que até hoje não foi resolvida e que outros vereadores também já solicitaram. Segundo Robertinho o local está muito escuro, principalmente onde há um parquinho para as crianças e pediu mais uma vez as providências.

    O vereador Coelho do Bar destacou o falecimento de Fernando professor como uma grande perda para Três Pontas. Em nome da comunidade do Jardim Boa Vista, reclamou do abandono da praça naquele bairro, tornando o lugar muito perigoso à noite. Coelho pediu ainda limpeza no entorno do aeroporto que está com muito mato e é ponto de caminhada de muitas pessoas todos os dias. Para encerrar sua fala, reclamou que para a administração, o vereador não tem valor, pois tudo que se pede é uma demora em atender e que pede serviços para o povo. O vereador afirmou que não irá pedir na Prefeitura mais, e sim, somente no plenário da Câmara, uma vez que é uma vergonha o vereador ter que ficar batendo de porta em porta na Prefeitura pedindo coisas que já são obrigações dela.

    O vice-presidente Antônio do Lázaro agradeceu e parabenizou o professor João Victor Mendes, por ser portador na entrega de capacetes respiradores ao Hospital em nome do deputado Diego Andrade, o qual também agradeceu. Antônio reiterou agradecimentos ao deputado pela viabilidade de mais R$ 3 milhões para o asfaltamento de mais 3 Km da estrada Dr. Glimaldo Paiva que liga a cidade ao Quilombo e Pontalete, além de recursos para mais um Km na mesma estrada vicinal. O vereador destacou que já está no Ministério do Turismo, um Projeto para liberação de mais R$ 5 milhões para asfaltamento do Pontalete ao Quilombo quase que na sua totalidade, o que é pedido da população há muitos anos.

    O presidente Maycon Machado, também desejou condolências às famílias enlutadas, destacando a amizade que teve com Fernando professor e manifestou sua gratidão pelos ensinamentos e companheirismo nestes anos de amizade com o ex-vereador. Maycon falou ainda sobre o incêndio em uma casa na Rua Américo Miari durante a semana e que o caminhão pipa da Prefeitura foi chamado ao local, porém mesmo combatendo as chamas, os servidores não possuem os equipamentos adequados para suas seguranças e pediu que o Município providenciasse não só os equipamentos, como também um treinamento para quem trabalha no caminhão, evitando assim que corram riscos. O presidente aproveitou seu tempo para cumprimentar e desejar sucesso à trespontana Vanúsia Nogueira, indicada para compor a Organização Internacional do Café (OIC), o que segundo o vereador será uma honra ter uma conterrânea ocupando um cargo tão importante para a cafeicultura.

    PROJETOS APROVADOS

    PROJETO DE LEI Nº 009, DE 30 DE MARÇO DE 2021

    Iniciativa: Vereador Maycon Douglas Vitor Machado

    A presente proposição tem por finalidade denominar “Rua Sebastião Lopes de Andrade” a Rua nº 01 do Loteamento Olavo Lima, que tem início na Rua José Garcia Filho e término em área não loteada, neste Município.

     

    PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 005, DE 22 DE MARÇO DE 2021

    Iniciativa: Vereador Luan Donizeti Elias

    Concede Título de Cidadania Honorária Trespontana à Senhora Patrícia Gomes da Silva.

     

    PROJETO DE LEI Nº 063, DE 07 DE ABRIL DE 2021 – CARÁTER DE URGÊNCIA

    Iniciativa: Executivo Municipal

    A presente proposição tem por finalidade abrir crédito adicional suplementar, no valor de R$195.442,37(cento e noventa e cinco mil quatrocentos e quarenta e dois reais e trinta e sete centavos), de acordo com o art. 43, § 1º, incisos I e III, da Lei Federal 4.320/64, tendo por escopo, a manutenção de despesas na implantação de Recapeamento de Vias Urbanas no Município, referente ao acréscimo de contrapartida para o Termo de Convênio junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional e a aquisição de equipamentos diversos para otimizar as Secretarias de Administração e Fazenda.

     

    PROJETO DE LEI Nº 061, DE 06 DE ABRIL DE 2021 – CARÁTER DE URGÊNCIA

    Iniciativa: Executivo Municipal

    A abertura de crédito especial que se pretende refere-se a alteração solicitada relativa ao aditivo na obra da Rede Coletora de Esgoto do Córrego dos Bambus, conforme relatório da engenheira do SAAE, Sra. Fabiana Velloso Scatolino em anexo, no valor de R$ 97.500,00 (noventa e sete mil e quinhentos  reais) de acordo com o art. 43, §1º, inciso III da Lei Federal 4.320/64.

     

    PROJETO DE LEI Nº 064, DE 9 DE ABRIL DE 2021 – CARÁTER DE URGÊNCIA

    Abertura de Crédito Adicional Suplementar , despesas com serviços de terceiros, contratação de empresa para fornecimento e aplicação de CBUQ-Faixa C, prestação de serviço de solda e torno e demais serviços necessários na operacionalização e manutenção do Sistema de Água, no valor de R$ 55.500,00.

    Fonte Ascom Câmara Municipal

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    Roger Campos

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  • Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Após um mês de restrições mais severas, Três Pontas avança para a onda vermelha; Conexão faz comparativo dos números do período de onda roxa

    O governador Romeu Zema (Novo) confirmou que a Macrorregião Sul de Saúde, onde estão a maior parte dos municípios do Sul de Minas, vão avançar para a onda vermelha do Plano Minas Consciente. Segundo a Assessoria de Imprensa do Governo, a mudança começa a valer neste sábado (17).

    Segundo o secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, o avanço para a onda vermelha se deve à melhora de índices de incidência de novos casos de Covid-19 e queda de internações. Além do Sul de Minas, avançam para a onda vermelha as macrorregiões de Saúde Norte, Sudeste e Jequitinhonha, além das microrregiões de Betim, Belo Horizonte/Nova Lima/Caeté, Vespasiano, Contagem, Curvelo e Manhuaçu.

    Conforme o governo, na última semana, Minas Gerais registrou aumento de 4,01% no número de casos e 6,81% nos óbitos, o que justifica a progressão de onda apenas nas regiões que apresentaram melhores resultados na incidência da doença e também na ocupação dos leitos. A positividade da covid-19 está em 44% em todo o Estado.

    O secretário de Saúde afirmou ainda que os cuidados devem ser mantidos para que não seja necessário o retorno para a onda roxa. Ainda conforme o novo secretário, uma nova remessa de medicamentos deverá chegar até o fim desta semana para que sejam repassados aos hospitais, que nos últimos dias, sofreram com a falta de estoque.

    A onda vermelha não proíbe o funcionamento de nenhuma atividade, mas exige um funcionamento com maior nível de restrição. Fica a cargo das prefeituras seguirem as orientações recomendadas pelo governo à macro ou microrregião.

    Onda roxa e menor incidência de casos

    A onda roxa foi implementada no dia 17 de março no Sul de Minas e completaria um mês no próximo sábado (17).

    Conforme estudo divulgado pela Unifal-MG, desde a semana passada, há tendência de diminuição de novos casos da doença em todas as regionais de saúde. Mas, a mortalidade, embora estável, continua alta, reflexo da alta de casos das semanas anteriores.

    Efeitos positivos sobre internações e óbitos só devem ser observados dentro de uma a duas semanas.

    MEDIDA FOI COMUNICADA A PREFEITOS E REPRESENTANTES DE CONSÓRCIOS MUNICIPAIS DURANTE REUNIÃO EM 15/3

    O governador Romeu Zema anunciou, na noite de 15 de março, que a partir da quarta-feira (17/3), todas as regiões de Minas Gerais entrariam na onda roxa, para conter a disseminação da covid-19. A princípio, a medida teria validade por 15 dias. Foi prorrogada duas vezes e durou 1 mês. Coincidentenmente após a confirmação de uma CPI para apurar as gestões do presidente da República, de governadores e prefeitos diante da pandemia.

    Inicialmente Zema (Novo) sugeriu que os 853 municípios deMinas Gerais seseuissem a onda roxa, considerada a fase mais restritiva do Minas Consciente, por 15 dias. A proposta foi lançada em reunião virtual fechada com prefeitos. O sinal positivo dos municípios fez com que Zema decidisse editar decreto para colocar todo o estado sob as mais duras regras do programa estadual de combate à COVID-19.

    Pouco depois da reunião, Zema publicou um vídeo confirmando as medidas restritivas. De acordo com o governador, todas as regiões de Minas enfrentavam dificuldades em oferecer atendimento médico para quem precisava.

    Um Mês de Onda Roxa em Três Pontas: Quais os resultados?

    Um dia após o decreto estadual da onda roxa em todo estado, a população de Três Pontas e, especificamente diversos comerciantes, aguardaram com apreensão e ansiedade a divulgação de um posicionamento oficial por parte da Prefeitura Municipal de Três Pontas sobre a adesão ou não à chamada onda roxa, fase mais restritiva do Programa Minas Consciente do Governo de Minas Gerais. No início daquela noite a Prefeitura postou em sua página oficial no facebook uma nota reafirmando que Três Pontas, assim como todas as demais cidades mineiras estariam na fase mais restritiva do Programa Minas Consciente e lembrou que as cidades que, porventura, não respeitassem as determinações de governo de Minas Gerais seus gestores poderiam sofrer processos na justiça. Fato que acabou ocorrendo com Varginha.

    Nossa reportagem fez um comparativo sobre as publicações dos Boletins Epidemiológicos por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas. A primeira delas é datada de 15 de março, dia em que Romeu Zema decretava a onda roxa em todo estado. E a segunda é de hoje, último dia da onda roxa (16 de abril):

    Casos Confirmados:

    15/03 – 2.809

    16/04 – 3.345

    Pessoas Recuperadas:

    15/03 – 2.689

    16/04 – 3.010

    Óbitos:

    15/03 – 51

    16/04 – 72

    Casos em Isolamento:

    15/03 – 60

    16/04 – 244

    Internados:

    15/03 – 09

    16/04 – 19

    Síndrome Gripal:

    15/03 – 12.069

    16/04 – 14.134

    Internados com Suspeita de Covid-19:

    15/03 – 04

    16/04 – 05

    De acordo com os dados acima comparados, mesmo com todas as restrições da onda roxa, todos os indicadores tiveram uma elevação considerável. Em um mês de onda roxa Três Pontas teve mais 536 novos casos confirmados (uma média de 17,29 novas confirmações à cada 24 horas).

    No mesmo período, as mortes saltaram de 51 para 72, um acréscimo de 21 novos óbitos (uma média de 0,67 mortes por dia).

    Nos 31 dias de comparativo, o número de pessoas em isolamento quadruplicou, pulando de 60 para 244 casos, totalizando mais 184 casos.

    Já referente ao índice de internados na Santa Casa, tínhamos 09 pessoas no início da onda roxa e temos 19 hoje (mais que o dobro).

    Em se tratando de casos de síndrome gripal, em 15 de março tínhamos 12.069 casos e hoje, 16 de abril, temos 14.134, ou seja, 2.065 novos casos (uma média de 66,61 novos registros por dia).

    Os casos suspeitos ficaram praticamente inalterados. Tínhamos 04 no começo da fase mais restritiva e hoje temos 05.

    O único índice que demonstra claramente bons números do combate ao coronavírus durante a onda roxa em Três Pontas dizem respeito aos recuperados. Eram 2.689 no dia do decreto do Governador Romeu Zema e hoje já são 3.010, ou seja, mais 321 curados (uma média de 10,35 a cada 24 horas).

    Nas redes sociais, nesta sexta-feira (16), cidadãos de todos os níveis sociais e, principalmente comerciantes e empresários, questionaram a coincidência do fim da onda roxa com a divulgação da confirmação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, de olho nos gestores públicos brasileiros. “Não vimos nenhuma diminuição ou pelo menos a estabilização dos indicadores mais preocupantes dos boletins diários do coronavírus. É a prova de que a onda roxa não cuidou da saúde e só serviu para quebrar a economia mineira e falir muitas empresas?”, disseram representantes de uma importante categoria produtiva mineira.

    Mas será que sem a onda roxa os números não seriam bem piores, o coronavírus não teria “acelerado” ainda mais? O fato é que os números preocupam, tanto para a saúde quanto para a economia. Não há uma clara perspectiva do que virá pela frente a medida em que a vacinação acontece de forma lenta, apesar do Brasil ser um dos países do mundo que mais vacinaram e um dos raros que investiu em ciência, tendo a produção de um imunizante próprio. Parte da população ainda não colabora, parece não ter entendido a gravidade da situação. Enfim, para especialistas, o que nos espera, é totalmente incerto. Só o tempo dirá!

     

     

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    Roger Campos

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    Onda Roxa termina neste sábado

  • ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    A onda roxa está indo embora, mas deixa um rastro de crise severa na economia mineira

    Seguindo a série de entrevistas especiais sobre os efeitos causados pela pandemia de coronavírus à economia de Três Pontas, especialmente durante a chamada onda roxa, implementada pelo governo do estado de Minas Gerais em praticamente todas as regiões desde o dia 17 de março e que chegará ao fim neste sábado (17 de Abril), após duas prorrogações.

    Nossa reportagem conversou com o diretor da empresa MakPlast,  Wilson Ferreira Júnior, também responsável por outras empresas do mesmo segmento na vizinha Cidade de Varginha. Ele fala sobre todos os danos severos que vêm sendo provocados ao setor industrial desde o início da pandemia.

    Conexão – A MakPlast é uma das empresas mais tradicionais do setor de plásticos do Sul de Minas. De que forma ela foi afetada pela pandemia de coronavírus?

    Wilson Jr. – É um prazer falar com o Conexão Três Pontas,  embora o tema não seja nada agradável. Essa pandemia tem trazido uma série de problemas para o setor industrial, bem como na cadeia do plástico E tem feito com que cada empresário repense os seus negócios. foi preciso sair da mesmice, sair de cima do muro e tomar algumas decisões que para muitos não são nada agradáveis. A pandemia trouxe muitas dificuldades de acesso às matérias-primas. Como a cadeira plástica tem praticamente um único fornecedor e ainda, com o dólar alto, as petroquímicas estão preferindo exportar seus negócios do que comercializá-los dentro do país para que tenham um lucro maior. Então a matéria-prima está mais escassa no mercado interno. Daria para exportar esse material?  Sim. Mas com o preço que está o dólar é totalmente inviável. A própria matéria-prima está muito mais cara, o grão de plástico no Brasil subiu muito de preço.  Nós até estávamos conseguindo comprar dos Estados Unidos a um preço razoável, mas com a nevasca que passou por lá também ficou inviável.

    Então, o setor do plástico está sendo sim muito prejudicado com a falta de matéria-prima. Acha-se a matéria-prima no Brasil? Sim, acha! Mas aí temos que pagar o preço que é pedido. Existe muita especulação de preço na matéria-prima e na mercadoria em todo o Brasil. Outro fator dificultador é a própria doença, é o coronavirus. Já tivemos 10, 20 ou até 30 colaboradores afastados por conta da covid-19. Às vezes muitos desses nem estão positivados com o vírus, mas conviveram com pessoas que confirmaram a doença e procuramos tomar todos os cuidados pensando sempre no bem-estar de todas as pessoas.

    Há casos em que um único colaborador fica afastado em um ou dois momentos e isso acaba prejudicando muito o andamento da empresa. A logística, o andamento da fábrica fica totalmente prejudicado. Por tudo isso que falei realmente o empresário brasileiro e até o empresário mundial estão tendo que ter muita criatividade e otimismo para enfrentar este momento.

    Conexão – Você acredita que as empresas do setor do plástico já estão tendo que demitir por conta da pandemia aqui em Três Pontas? Se ainda não começaram, é uma realidade que assusta e ameaça daqui para frente?

    Wilson Jr. – Até o final do ano passado não estava havendo demissões porque ainda encontrávamos a matéria-prima no mercado. Mesmo que custando mais caro a gente conseguia encontrar, embora com uma certa dificuldade. Hoje, só encontramos matéria-prima com os preços muito elevados, até 120% mais cara e infelizmente todo esse cenário de especulações fará com que as demissões ocorram. O mês de março foi o pior mês desde o início da pandemia, a fábrica chegou a parar em alguns momentos por causa de falta de matéria-prima, dificuldades com o papelão, muito grandes, já que a reciclagem do papelão foi muito prejudicada. Como o governo soltou o auxílio emergencial, como uma importante ajuda para o trabalhador brasileiro, muitos acabaram deixando de lado o recolhimento de materiais recicláveis, como por exemplo o papelão. Há uma dificuldade enorme de se encontrar o papelão no mercado ou mesmo os seus derivados.

    O meu maior temor é que a situação tem se agravado dia após dia. Nossa fábrica já está com vários funcionários de férias. Antes de precisar demitir estamos dando férias. E o próximo passo, infelizmente, é que algumas demissões ocorram, não em massa, mas que realmente aconteçam. Eu ainda acredito que as demissões não ocorram na MakPlast, mas no setor de plásticos, de uma forma geral, as demissões já estão ocorrendo sim.

    Conexão – A MakPlast emprega quantas pessoas hoje em dia?

    Wilson Jr. – A MakPlast, a Alfa, o grupo de empresas da qual representamos, aqui em Três Pontas e em Varginha, emprega hoje em dia cerca de 180 a 200 colaboradores. O setor de plástico emprega muito em Três Pontas. Só a ArtVac deve ter hoje cerca de 800 colaboradores ou mais. A Tega não é bem uma empresa do plástico, mas atua com materiais parecidos. Temos ainda a Politubos, Lassane, Estrela e a TPplast. Todas juntas devem gerar entre 2000 a 3000 empregos diretos. Fora os empregos indiretos.

    Eu tenho conversado com empresários do setor aqui em Três Pontas, como a Estrela e a Politubos, por exemplo, e eles também têm se queixado bastante da falta de matéria-prima no mercado.

    Conexão – Pelo que você tem conversado com colegas empresários do mesmo setor, ainda é cedo para se cogitar fechamento de alguma empresa?

    Wilson Jr. – Sim. Fechamento ainda é cedo para se falar. Isso justamente pelo fato da matéria-prima, embora muito mais cara, ainda continuar sendo encontrada, apesar das dificuldades. O setor de plástico é muito grande em Três Pontas, tem uma grande força e representatividade e por enquanto eu não acredito em nenhum fechamento, mas que a diminuição de colaboradores é uma realidade, infelizmente não há como fugir disso. A perda de faturamento é muito significativa neste momento.

    Conexão – Em média, quantos currículos a MakPlast e as empresas do seu grupo recebem por dia ou por semana? Você nota uma crescente procura por vagas de emprego?

    Wilson Jr. – Eu não sei te precisar esse número, mas como os currículos que chegam até a MakPlast são entregues diretamente na recepção, e eu vejo muitas pessoas entregando o currículos diariamente, posso te assegurar que a procura por emprego é bastante grande na cidade. Somente enquanto você estava aguardando para que gravássemos esta entrevista, vi de duas a três pessoas entregando currículos na recepção. Mas eu não percebi um crescimento na procura de trabalho por conta da pandemia. Já tínhamos um volume alto de busca por trabalho antes da chegada do coronavirus. E também acontece um outro fato importante: às vezes temos 30 vagas de emprego, mas às vezes a função tem que rodar turno, trabalhar às vezes de manhã, de noite, aos finais de semana não tem a folga que espera e, por conta disso, se tínhamos por exemplo 30 currículos, os interessados caem para 10. Infelizmente não são todos que procuram emprego que realmente estão preocupados, querendo realmente a vaga.

    A cidade carece de algumas especializações, de mão-de-obra mais qualificada, como por exemplo uma escola técnica de tornearia, de solda, de eletricista, de encanador, entre outras profissões. Hoje em dia, por exemplo, é praticamente impossível encontrar na cidade um técnico, uma pessoa qualificada que faça instalação de aparelhos de ar-condicionado ou que limpe o ar condicionado. Geralmente temos que buscar esse profissional fora. Aqui na MakPlast por exemplo, o que temos feito é contratar as pessoas e dar todo treinamento para que elas possam ocupar determinadas funções.

    Conexão – Olhando pelo lado empresarial, como você avalia tudo o que aconteceu por conta da onda roxa do governo de Minas Gerais? Olhando pela questão econômica, quais os efeitos dessa fase mais restritiva (que chega ao final neste sábado) para um dono de empresa, alguém com muitos funcionários contratados?

    Wilson Jr. – Vou te falar o que eu penso e às vezes aquilo que pensamos acaba não agradando a todos: Eu vejo essa questão de onda roxa apenas como uma questão política. O Partido Novo, no qual o governador Romeu Zema é filiado, rompeu recentemente com o presidente Jair Bolsonaro. Eu também ocupei a função de vice-provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e acompanhava de perto as questões ligadas à pandemia, como as internações. E não vi um crescimento tão expressivo que obrigasse a uma restrição tão severa, a esse tipo de lookdown no estado inteiro. Realmente há regiões com agravamento maior e outras nem tanto. E acho que Três Pontas mais uma vez, é uma cidade privilegiada nesse ponto.

    Conexão – Sua mensagem para encerrarmos…

    Wilson Jr. – Infelizmente vemos muitas festas na cidade, Avenida Osvaldo Cruz frequentemente cheia. A direção da Santa Casa tem feito um grande trabalho de combate ao coronavírus. É preciso que todos tomem consciência e tomem cuidado, que façam a sua parte.  Aqui na empresa nós tomamos todos os cuidados.  A MakPlast tem uma grande facilidade porque é um local bastante arejado, cada máquina está com mais de 1,5 m de distância de uma para outra. Há álcool em gel em todas as máquinas, para cada colaborador. Na área de impressão também há toda essa preocupação. Fazemos palestras, fazemos a aferição de temperatura diariamente em todos os colaboradores. O nosso departamento de RH também conversa bastante com cada funcionário. Enfim, temos uma grande preocupação e executamos os cuidados e a prevenção diariamente.

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  • ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    Bruno Carvalho fala sobre a importância de “deixar o dinheiro na cidade” e aborda a “briga” no setor de farmácias em busca de igualdade

    O governo do estado de Minas Gerais segue com a sua política de combate a pandemia de coronavírus tendo como principal ferramenta as polêmicas ondas, cada uma com uma cor e suas demandas e restrições, dentro do programa Minas Consciente. E praticamente todas as cidades hoje ainda seguem na chamada onda roxa, a mais restritiva de todas elas. Isso inclui a cidade de Três Pontas. Apesar de uma leve melhora na ocupação dos leitos de UTI em alguns municípios, o resultado está longe de ser expressivo para a saúde e, ao mesmo tempo tem prejudicado e muito a economia mineira, tanto o setor industrial quanto o comercial. Muitas empresas fechando, demissões em massa e um cenário que parece estar longe de sofrer um revés. Para falar um pouco mais sobre isso, conversamos com o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas,  Bruno Dixini  Carvalho, reeleito recentemente para o seu segundo mandato.

    Conexão – Um ano de pandemia atingindo também o setor comercial de Três Pontas. Quais os reflexos dessa realidade que afeta o Brasil e o mundo todo para as empresas do nosso município?

    Bruno – Falando especificamente da onda roxa, a gente tá vivendo um ano de pandemia e isso representa uma tremenda dificuldade para o comércio local. Isso representa a perda de clientes pelos comerciantes e o poder de compra do cliente também vem sendo muito afetado por conta da inflação. Temos vários aumentos de preço e a cadeia produtiva vem enfrentando problemas até hoje. E isso tudo encareceu muito os produtos que são consumidos. A movimentação do produto está mais cara e a escassez também gera aumento de preço. O cliente está com poder de compra bem defasado e com medo de comprar. Há uma queda muito grande no consumo. 

    Há muito medo por conta da perda de empregos, da diminuição dos postos de trabalho. As pessoas estão diminuindo o consumo e de fato não estão tendo dinheiro. Além disso, existe uma crise de pessimismo no momento em que a gente vive, há uma insegurança jurídica vendo essas coisas no STF, uma insegurança política vendo por aí prefeitos, governadores e o presidente falando coisas que não batem um com o outro. 

    Também há uma crise de saúde que não se conseguiu evoluir muito, nem em leitos de hospital no Brasil inteiro, a vacina ainda chega devagar e com informações muito truncadas. Também há a crise econômica. Então infelizmente temos todos os motivos para estar com a cabeça bagunçada, um ambiente de incerteza e falta de sonhos. A pessoa não tem perspectiva mais! Há o medo de realizar um investimento grande, de trocar de carro ou comer um produto de valor agregado maior. Ela tenta guardar dinheiro, pois não sabe o que vem pela frente. Isso, de um ano para cá, representou muitas perdas. 

    Conexão – Além disso tudo que você falou, há o fechamento de várias empresas, do comércio em Três Pontas? 

    Bruno – Três Pontas vive um momento interessante porque desde a época do surgimento da covid-19 o município gerou 468 empregos, segundo uma pesquisa do Sebrae. Em Varginha, com o triplo da nossa população, foram gerados 211 vagas. Em Três Corações, também com população maior que a nossa, houve perda de 290 postos de trabalho. Aqui eu não lembro de ver empresas conhecidas fechando as portas. Mas está havendo uma dança de cadeiras. Inclusive um restaurante que aparentemente fechou, mas que vendeu para outra pessoa que segue com o mesmo negócio. Não houve muitos fechamentos, mas houve mutações. 

    Minha irmã, por exemplo, tinha uma loja no centro e agora está com a loja em casa. Nesse cenário muitas empresas estão agindo assim, trocando aluguéis, muitas vezes, mais caros por outros mais baratos. Os trespontanos, assim como o empresário de modo geral em todo Brasil e em todo mundo, se viu com a necessidade de diminuir as despesas para conseguir manter pelo menos a empresa viva em relação a postos de trabalho.

    Conexão – Você notou se ainda, de uma forma linear, os empregos estão sendo mantidos ou se houve um pequeno agravamento na manutenção dos empregos?

    Bruno – Sim. O que tem acontecido agora do começo do ano para cá, a gente vê nossas empresas mais enxutas, já que o movimento caiu e os comerciantes também estão preocupados neste momento de economia em crise, eles acabam cortando um colaborador ou mais, infelizmente. 

    O auxílio emergencial não estava sendo liberado e agora ele tem previsão de começar a cair na conta de muitos brasileiros, porém em valor muito menor. Tanto o consumidor como o empresário estão sonhando pouco, há muita preocupação com o futuro. Essa onda de pessimismo acaba retraindo um pouco a economia e a admissão de novos colaboradores.

    Conexão – A Associação Comercial tem uma gama de serviços que oferece aos comerciantes credenciados. E também tem o serviço de recebimento de currículos. A procura por emprego vem aumentando na AcaiTP?

    Bruno – Em relação a demanda de currículos de fato é um número que diariamente chega na Associação. Mas penso que nesse aspecto ainda estamos numa escala normal. Desde o ano passado mesmo isso vem ocorrendo. É muito concorrido o mercado, há muita gente boa e a gente enxerga muito campo para as pessoas se qualificarem. É necessário haver qualificação. E nesse aspecto a Associação Comercial tem cursos online através da plataforma Cresça Mais. A gente tem caminhos aí para capacitar de forma online, já que a capacitação presencial não pode ser feita neste momento. Mas mesmo assim, no ano passado, a gente conseguiu realizar dois ou três eventos com total proteção para as pessoas, mantendo distanciamento. Eram poucas pessoas mas que saíram com boas informações. A nova diretoria está muito empolgada, a gente tá revendo nosso portfólio todo. Fazemos isso de 3 em 3 anos, quando uma diretora inicia. Então nós temos trabalhado muito nesse sentido. Mas o momento é desafiador e então a gente tem buscado trazer melhorias para nossos associados, mesmo diante desse cenário de pandemia.

    Conexão – Quantos comércios existem hoje em Três Pontas? O número de associados hoje da AcaiTP, no seu entendimento, poderia ser bem maior para que esse próprio comerciante pudesse ter acesso a tantos benefícios, ainda mais num momento de tanta dificuldade?

    Bruno – A associação briga pelo empresário durante todo tempo e principalmente em épocas complicadas como a que estamos enfrentando. É uma representatividade que oferecemos, uma defesa de cada comércio. A associação tem hoje 366 associados. Empresas que são MEI, empresas de médio e grande porte, que deve ser em torno de 10% a 15% do volume do comércio em Três Pontas. Mas ainda é um número muito abaixo do potencial que temos diante da qualidade e da variedade de serviços que a Associação Comercial oferece. O comerciante às vezes fica sozinho, não tem muita informação, não busca informação, justamente por não estar associado. Isso acontece sim. A Associação tem muito a oferecer aos nossos associados.

    É importante que outras empresas se alertem e venham se filiar, até para dar mais peso quando a gente vai buscar algum benefício. Quanto mais empresas estiverem nessa corrente, mais forte fica a associação. Temos produtos consagrados, diversas consultas, também tem a questão da Unimed e seus benefícios. Cada empresa tem uma necessidade particular e temos muitos serviços para o microempresário, temos um banco de informações para ele, vantagens junto ao Sebrae, etc. A Associação segue apoiando iniciativas e vem mostrando, oferecendo cursos, fortalecendo o comércio online, já que nós reformulamos totalmente a página da associação. Temos agora a ferramenta “Compre no Comércio de Três Pontas”, com um catálogo por segmento de todas as empresas que possuem Instagram, WhatsApp ou Facebook e lá, nesse espaço, colocamos um link para essas redes sociais das empresas credenciadas e isso facilita ao máximo a conexão do consumidor com a empresa associada. 

    Conexão – Três Pontas é um comércio de excelente qualidade, muita variedade e bom atendimento, além de preços competitivos. Mas ainda muitos consumidores preferem comprar fora. O que pode ser feito para que o dinheiro fique em Três Pontas?

    Bruno – A gente nota hoje em dia mais variedade e melhores preços. Mas se esse comércio local estivesse ainda mais antenado à necessidade de se filiar à Associação Comercial, em contrapartida recebendo mais informação, uma melhor estrutura, percebendo que não está sozinho, que pode caminhar com uma estrutura um pouco melhor, esse quadro seria mudado mais facilmente.

    Conexão – O que que é Associação Comercial tem feito para mostrar para o consumidor de Três Pontas que compensa comprar no comércio local?

    Bruno – Engraçado que essa sua pergunta realmente é muito interessante. Percebi que de um ano e meio para cá que vários segmentos aportaram aqui. Empresas que não são daqui e que agora estão vindo com mais frequência. Vemos isso no setor supermercadista e agora no de farmácia e realmente isso é preocupante porque essas empresas não são baseadas aqui, embora estejam aqui o dinheiro vai para o lugar que ela se originou. Então é preocupante para os empresários daqui. Por isso ele tem que fazer uma corrente, se fortalecer. 

    Quando o consumidor compra no comércio local o dinheiro fica aqui, é gasto ou investido aqui pelo empresário e movimenta a nossa economia. Então é muito importante que o cidadão tenha essa concepção de comprar aqui. Quando compramos fora ou de empresas de fora o nosso dinheiro vai embora, há uma evasão de dinheiro. Temos que fazer o movimento contrário. Deixar o dinheiro da cidade na cidade e investir para atrair clientes de outros municípios. 

    Claro que os comerciantes locais precisam atrair cada vez mais e melhor os seus clientes, com novidades, promoções e muita criatividade. O cliente, quando encontrar algum preço melhor fora, ou num concorrente local, pode falar para o empresário que achou condições melhores, que na loja dele não tem tal produto. Fazer com que o comerciante se movimente, que crie melhores condições de compra para seus clientes. Isso também precisa ocorrer. 

     

    Conexão – A Prefeitura não divulga mais os plantões de farmácia, já que algumas empresas locais deixaram os plantões por verem uma discrepância, situações distintas referentes ao funcionamento de farmácias vindas de fora, beneficiadas inclusive mediante liminar da Justiça. Como você avalia toda polêmica envolvendo o setor de farmácias na cidade?

    Bruno – Com relação às farmácias é uma situação muito desagradável. A Associação Comercial não foi envolvida em momento algum. Não nos procuraram. Nessa briga a gente não tem pleno conhecimento. 

    As farmácias locais estão sim se sentindo prejudicadas. De fato não têm divulgado frequentemente esses plantões, já que algumas deixaram de fazer parte. Há claramente um prejuízo diante do que acontece com algumas empresas de fora, que acabaram tendo uma liminar e funcionam de forma diferente. 

    Nossa intenção é proteger as farmácias locais e faremos de tudo que for preciso, que estiver ao nosso alcance para que elas não sejam prejudicadas. O consumidor está no papel dele, diante das novas empresas. Mas se a gente prestigiar o nosso colega aqui da cidade, o empresário daqui, deixaremos a cidade mais forte sempre. O nosso comerciante precisa se inovar, mostrar benefícios e vantagens para o consumidor. E lembrar que não existe mágica de preços. Não há diferenças gritantes entre as empresas de fora e as locais, muito pelo contrário, vemos condições muito boas e até melhores em alguns casos ofertadas pelos empresários trespontanos. 

    A prestação do serviço local é excelente, geralmente bem melhor que o serviço ofertado pelas empresas de fora. 

    Conexão – Para encerrar, uma mensagem que você deixaria de apoio nesse momento aos comerciantes que estão vendendo uma situação muito difícil.  

    Bruno – O empresário está com as portas abertas mas a gente sabe, claro, que a onda roxa vai interferir de uma forma fundamental, pesada, direto no seu faturamento. 

    A gente tem que ter perseverança! Quando a gente tá vivendo um problema geralmente a gente fica muito bitolado no problema. Lembrar que se o comerciante não pode receber o cliente dentro do comércio lojista, no caso dos comerciantes de calçados, de roupas, o que é muito ruim para esse empresário,  é necessário que ele busque alternativas, usando da criatividade. As vezes enviar para o cliente uma lista de produtos, de promoções pelas redes sociais, enviar um vendedor até a casa das pessoas para levar uma amostra, tentar fazer a venda pelo cartão, enfim, estender sua loja para outro universo, o universo online. Investir nessa questão.

    As empresas estando abertas é algo muito importante para o município, tanto na parte da geração de emprego quanto no investimento que as empresas fazem na cidade, elas fazem circular muito dinheiro na cidade. desde o início da pandemia, desde que o comércio passou a ser penalizado com fechamento, nós passamos a oficiar a Prefeitura pedindo a reabertura. Infelizmente parece que isso tudo se trata de movimento político por parte do governador de Minas que se descompatibilizou com o presidente Bolsonaro. Infelizmente parece que nos tornamos massa de manobra para esses políticos. Isso é devastador para as empresas e a gente sempre pediu, de imediato, que abrissem o comércio. Seguiremos lutando pelo nosso empresário, pelos nossos comerciantes.

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    Roger Campos

    Jornalista

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