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  • Especial: Entenda o significado de dez símbolos típicos do Natal

    Especial: Entenda o significado de dez símbolos típicos do Natal

    O Natal é uma época cheia de imagens, sons e sabores únicos. Símbolos natalinos, como a árvore enfeitada, a guirlanda e as próprias canções de Natal estão presentes em cada canto, reforçando uma tradição cristã que comemora o nascimento de Jesus Cristo. Alguns podem não saber, mas os enfeites que caracterizam essa época do ano estão repletos de histórias e significados, que fazem do 25 de dezembro uma das festividades mais aguardadas do ano.

    De tão antigas, muitas das tradições ainda presentes no mundo moderno, apesar de não terem perdido seu valor cristão, podem ter sua representação desconhecida, até mesmo pelos fiéis mais fervorosos. Conheça a origem e o significado de dez símbolos do Natal:

    Presépio

    O presépio é o único símbolo natalino baseado puramente nos Evangelhos. De tradição cristã, ele é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu. Manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria e José acolhem o bebê numa cabana de madeira, em Belém. O hábito de montar presépios surgiu na Itália, onde o artesanato, simbolizando a vinda do filho de Maria ao mundo, caiu no gosto popular.

    Estrela

    Presente na história bíblica, a estrela guiou os três reis magos até o local do nascimento de Jesus. Usada como enfeite, em especial no topo da árvore de Natal, simboliza o filho de Deus, que é a estrela-guia, o caminho e o sentido da humanidade. Também são lembradas na árvore de Natal as outras estrelas que estavam no céu, na noite em que Jesus nasceu.

    Pinheiro

    Os pinheiros são as únicas árvores que mantêm suas folhas mesmo no inverno. Vivo e verde o ano inteiro, representa no Natal a esperança, a alegria e a mudança. Quanto ao costume de colocar os presentes natalinos embaixo da árvore enfeitada, foi no palácio da Rainha Elizabeth I, em ocasião natalina, que tudo começou. Sem poder receber pessoalmente todos os presentes que lhe eram entregues, a inglesa pediu para que fossem depositados embaixo de uma grande árvore de seu jardim.

    Coroa de Advento

    A Coroa de Avento consiste em um círculo envolto em ramos verdes que sustenta quatro velas, que podem ser vermelhas ou multicoloridas. Nas quatro semanas que precedem o Natal, o objeto fica exposto nas igrejas católicas em pontos de destaque. Em conjunto, simbolizam a espera pela vinda do Senhor, sendo que os ramos são a eternidade de Deus e cada vela é um voto específico para os fiéis, enquanto sua luz é a afirmação de que o Evangelho brilha na vida de quem serve a Cristo.

    Guirlanda

    Para decorar as ruas da Inglaterra, eram usadas flores da espécie sempre-vivas, que receberam significado maior na Alemanha, quando passaram a ser arrumadas em círculo para simbolizar o amor sem fim de Deus. Quando presente, a fita vermelha decorando as folhas verdes de pinheiro representa a proteção divina, tornando o enfeite ideal para ser pendurado nas portas dos lares.

    Postal de Natal

    O pintor inglês John Callcott Horsley foi responsável pelo primeiro postal de Natal da história. A pedido de Sir Henry Cole, que tinha o hábito de mandar cartas para seus familiares e amigos na época natalina, John produziu cartões com a mesma mensagem, que foram enviados aos próximos do cliente por estar ocupado demais para escrever. Hoje, a troca de postais é uma forma de confraternização natalina bastante usada no mundo.

    Bolas de Natal

    As coloridas bolas de Natal, colocadas nas pontas dos galhos dos pinheiros ou árvores artificiais, representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria. De formas e tamanhos diferentes, os enfeites também representam os gestos concretos de amor entre irmãos da Terra.

    Sinos

    O instrumento de anunciação das festas populares era principalmente usado no Natal, onde ganhou a adaptação simbólica de que seu badalar informa o nascimento de Jesus Cristo. Presente nas decorações natalinas como enfeite de porta ou para pendurar na árvore de Natal, o objeto ainda é protagonista de algumas cantigas, como “Bate o Sino”.

    Ceia

    Com o intuito de unir as pessoas para festejar a vinda de Cristo ao mundo, a fartura da ceia é uma alusão à fome que as sociedades antigas passavam. Para simbolizar o corpo do filho de Deus, a carne (peru, ganso ou peixe) é posta na mesa. “Amai-vos uns aos outros” é o principal lema da ceia de Natal, onde também não podem faltar bolos e frutas para o agrado das famílias.

    Canções

    Traduzindo em palavras e acordes a magia do Natal, as canções ou cantigas natalinas fazem parte de antigas tradições que foram difundidas entre países cristãos. O sentido das cantaroladas, muitas vezes acompanhadas de instrumentos, é reforçar os valores cristãos, com muita alegria e amor ao próximo. Uma das músicas mais conhecidas no mundo é “Noite Feliz”.

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    Roger Campos

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  • FIM DE ANO – Juarez Alvarenga

    FIM DE ANO – Juarez Alvarenga

    O ano chega no seu final e as pessoas também. É hora da contabilidade vivencial.

    O início dos projetos começados com o início do ano se corporificaram ou evaporaram. Cabe a nós, como protagonistas, analisar se foi um ano digno de nossa permanência com saúde ou se foi raquítico devido a nossa inércia no seu decorrer.

    O tempo é fragmentos que constroem nossa maturidade. É capaz de nos moldar, penetrando em nosso figurino com exatidão. Jogar no espaço nossos projetos com inteligência é ter certeza que o tempo nos irá premiar com suas realizações.

    Antes que a magia do final de ano nos contamine é necessários saber se avançamos ou retrocedemos com nossos objetivos.

    Sabemos que todo início é defeituoso e frágil. Por isto sua camuflagem é como embrião retido por uma camada resistente. Somente nossa força intima, juntamente com ousadia, será capaz de abortar. E depois de abortado teremos a oportunidade, com o nascer do sol, ver nossa obra aproximar cada vez mais da realidade.

    A timidez do início de nossos projetos como também com o sacrifício que o meio dos projetos exigem só resultará em plena realização com avançar do tempo.

    O presente de fim de ano vem de acordo com nossa idade. Na infância ganhamos brinquedos; na adolescência, sonhos e finalmente, na maturidade independência para nos libertamos dos problemas que  a vida nos impõe. Isto não deve confundir com nossa visão existencial. A infância e adolescência são peças fundamentais para o fechamento com êxito fabricado na maturidade. Como duas colunas fortificadas, são capazes com sonhos e inocências erguerem nossos castelos psicológicos com sustentação sólidas. E nossa morada intima hospedar a felicidade, definitivamente.

    Fim de ano programamos viagem para compras de fim de ano nas cidades polos que nos cercam. Aqui é Varginha. Perambulando pela principal Avenida de Varginha encontro um pedestre coqueirense. De roupa nova e com um semblante de quem está aliviado da rotina, vejo a transmutação. Do cotidiano marcado por uma vida tosca a abrandura transformadora proporcionada pela magia natalícia; o conterrâneo se sente contaminado pela a imensidão da alegria momentânea. A vida real se transforma em vida aparente. Da realidade cotidiana a magia do fim de ano. Seus sonhos retidos pelos fracassos fazem do forasteiro coqueirense o direito de ter alternância em sua vida.

    Sempre aprendi a ser intimo de mim mesmo. Buscar meus objetivos nas entranhas da subjetividade derivada de minha singular alma. Ser contaminado pela magia sem sofrer resistência para sua penetração. Distingo-me do meu conterrâneo, que sobre sua rústica vida enterrou até as magias momentâneas, dificultando qualquer suavidade existencial.

    Ao contrário do pedestre coqueirense, que não sentiu a vontade no mundo forasteiro, eu me sinto forasteiro dentro de meu próprio mundo nativo. A suavidade da vida para mim é permanente, e seus grotescos problemas que são transitórios como a atmosfera das cidades estranhas.

    Desejo não só um ano novo, mas também uma vida nova na sua nativa cidade, ou seja, dentro de sua própria realidade. Seja um morador feliz e quando a sensação da magia de fim de ano lhe procurar, sinta-se forasteiro e abra as portas, porque através delas sua permanência nativa será bem mais confortável  e tolerável.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

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  • VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    Instituto adiou a divulgação dos dados de eficácia do imunizante, mas garantiu que ele atingiu o limiar de eficácia

    O Instituto Butantan divulgou na tarde desta quarta-feira (23/12) que a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac, alcançou o limiar de eficácia e terá o pedido de registro solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso quer dizer que a vacina tem eficácia superior a 50%. Ainda segundo a equipe, o imunizante é o mais seguro em testes no Brasil.

    Os números, no entanto, não serão divulgados nesta quarta, como previsto. Segundo o presidente do Butantan, Dimas Covas, os dados serão divulgados em momento oportuno por uma questão contratual com a Sinovac de que os números devem ser divulgados ao mesmo tempo que o laboratório chinês.

    “Alcançou a eficácia que permite o processo de solicitação de uso emergencial seja aqui no Brasil seja na China. O anúncio desse número precisa ser em conjunto com a Sinovac que solicitou que não houvesse a divulgação do número porque eles precisam analisar os dados. A base de dados foi transferida na manhã de hoje para que eles possam proceder essa análise o mais rápido o possível”, afirmou Dimas Covas.

    Dimas Covas ainda adiantou que do ponto de vista de segurança, a CoronaVac pode ser considerada a mais segura em teste no Brasil. “No ponto de vista de segurança, os dados mostram que aqui no Brasil é a mais segura”, afirmou.

    Segundo o presidente do instituto, mais 6 milhões de doses da vacina chinesa chegarão a São Paulo nesta quinta-feira (24/12): 3,4 milhões para serem produzidas no país e 2,6 milhões prontas. Além disso, mais 2 milhões de doses chegarão na próxima semana.

    (Fonte EM)

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    Roger Campos

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  • PANDEMIA: PM de Minas poderá prender em caso de descumprimento de isolamento

    PANDEMIA: PM de Minas poderá prender em caso de descumprimento de isolamento

    De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigues, a corporação atuará nos 853 municípios para evitar aglomerações

    O comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigo Rodrigues, afirmou que a corporação atuará nos 853 municípios mineiros para evitar aglomerações, neste momento de alta nos casos de COVID-19 em Minas.

    O comandante participou da entrevista coletiva, nesta terça feira (22) na Cidade Administrativa, conduzida pelo secretário de Estado da Saúde, Carlos Eduardo Amaral. O coronel informou que dará apoio às equipes de fiscalização dos municípios, em casos de eventos que gerem aglomerações.

    “Estamos para dar apoio e atuar em resposta a essa necessidade. Primeira parte, orientação e conscientização. Parlamenta com as pessoas envolvidas. Mostra a importância de cumprir as orientações para proteção da vida delas, proteção de outros e não fazer o vírus circular muito mais. Mas, em último caso, fazer valer o poder de polícia. E aquela pessoa poderá ser conduzida sim”, disse.

    O anúncio da atuação da PM para conter aglomerações foi feito pelo governador Romeu Zema (Novo) nas redes sociais horas antes da coletiva. “Determinei à @pmmg190 que intensifique a atuação neste fim de ano para evitar aglomerações nas ruas e conscientizar os mineiros. Estamos vendo um número crescente de casos e ocupação de leitos”, disse.

    DESOBEDIÊNCIA E PRISÃO

    O comandante-geral reforçou que os policiais darão suporte aos fiscais dos municípios no cumprimento das regras de isolamento social. Informou ainda que as viaturas devem usar os megafones para orientar, conscientizar a população e dispersar aglomerações.

    A primeira atuação da PM é com o propósito de conscientizar, conforme frisou o coronel. Segundo ele, depois de orientar e a pessoa não cumprir, ela incorre na desobediência o que pode levar a prisão. O comandante informou que, na maior parte das abordagens por policiais, as pessoas atendem às orientações, não sendo necessária medida mais drástica.

    (Fonte EM)

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    Roger Campos

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  • SÁBADO – JUAREZ ALVARENGA

    SÁBADO – JUAREZ ALVARENGA

    O sol bate na terra e a multidão na praia contempla o verão. Eu, do meu quarto, abro a gaiola da  existência e num voo livre sobre as matas dilacerante descanso por alguns minutos no ninho de artista da liberdade. Porém, sei que o alçapão irá desarmar na segunda-feira. Tento de fora contestar a volta para a gaiola, mas, é inútil, pois o herói do sábado não resiste à tentação do alimento colocado da segunda.

    E neste passeio, busco transformar a realidade em casais da ironia. O divórcio da lua com o sol é tão brilhante, que os advogados silenciam perante tanta beleza. É mesmo sábado, dia de festa no meu coração. Percebo então, que os mendigos saem das praças pródigas. Os oprimidos da rotina se transformam em poderosos. Os ladrões do sol, em prisioneiros. Os amantes da lua em milionários. As fantasias desfilam nas roupas dos jovens que buscam com elas adormecer a realidade.

    “Tudo é divino e maravilhoso’’.

    O engenheiro abandona as equações. O médico o bisturi. O lavrador a enxada. O advogado, as leis. Todos entram no navio da calmaria e mergulham nos espaços da felicidade. A glória é soltar as emoções. Colocar no bar as peripécias existenciais. Compreender o amor nas sutilezas, delirar com as músicas que falam aos corações vazios.

    O sábado é o dia em que as chamas da rotina são apagadas pelos bombeiros reais.

    O sábado é o dia em que os homens armam suas fantasias e jogam na vastidão de um mar bravio.

    O sábado é a madrugada silenciosa de uma multidão efervescente. O sábado é o deslize da semana e a complementação do eu sufocado, pelos bastidores vencidos da rotina.

    O sábado é a segunda morta. É a felicidade viva. É a paixão construída. É, ENFIM, REALIDADE ADORMECIDA.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

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  • Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    O verão 2020/2021 começa astronomicamente no Hemisfério Sul às 7h02 do dia 21 de dezembro de 2020 e termina às 6h38 do dia 20 de março de 2021 pelo horário de Brasília.  O Hemisfério Sul passa pelo solstício de verão e o Hemisfério Norte pelo solstício de inverno.

    Fenômenos típicos do verão

    De forma geral, o fenômeno La Niña, que é caracterizado pela temperatura abaixo do normal na porção central do oceano Pacífico Equatorial, facilita a organização de convergências e conexões de fluxo de umidade entre as Regiões Norte, Centro-Oeste e a Região Sudeste, o que geram grandes áreas de chuva generalizada e persistente por vários dias consecutivos.

    A principal convergência de umidade que conecta estas Regiões  é a ZCAS – Zona de Convergência do Atlântico Sul. A ZCAS é um fenômeno típico do verão que provoca chuva abundante em muitas áreas das Regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, o, mas as condições oceânicas durante o verão 2021 não serão favoráveis para a organização deste sistema.

    Frente frias passam pela costa do Sul e do Sudeste durante o verão e ajudam a formar áreas de instabilidade sobre o interior do continente, que provocam chuva generalizada.

    O ar quente e úmido, típico do verão, fica espalhado por quase todo o Brasil e estimula o crescimento das grandes nuvens cumulonimbus que provocam temporais, com chuva forte em pouco tempo, raios e fortes rajadas de vento. Estas nuvens se formam em todas as Regiões do país.

    Outro sistema de tempo típico do verão é ZCIT – Zona de Convergência Intertropical – responsável por grande parte da chuva em vários estados do Norte e do Nordeste do Brasil.

    Verão 2021 no Brasil

    La Niña

    O ano de 2020 termina com um fenômeno La Niña moderado a forte e que vai influenciar o clima do verão de 2021 em parte do Brasil, com lento enfraquecimento até o fim da estação. As previsões mais recentes dos principais institutos internacionais de monitoramento do clima global apontam que a situação de neutralidade (nem La Niña e nem El Niño) na porção central do oceano Pacífico Equatorial só deve ocorrer entre abril e maio.

    Os efeitos clássicos do fenômeno La Niña no Brasil são redução da chuva na Região Sul do Brasil, aumento da chuva na porção ao norte da Região Norte e do Nordeste. No Sudeste e Centro-Oeste, a La Niña também tende a facilitar as convergências de umidade que estimulam a chuva.

    No verão 2020/2021, somente a Região Norte deve sentir os efeitos esperados de um fenômeno La Niña.

    A previsão para o Nordeste do Brasil é de um verão com chuva abaixo da média normal sobre a maioria das áreas da Região.

    Já na Região Sul, ao contrário do último verão, a previsão é de que o verão 2021 seja com chuva frequente. Quase toda a Região terá mais chuva do que o normal neste verão.

    Na Região Sudeste, de forma geral, a tendência é de que chova dentro a acima de média climatológica sobre São Paulo, o centro-sul do Rio De Janeiro, o Sul/Sudoeste de Minas Gerais. As áreas ao centro-norte de Minas Gerais e o Espírito Santo, que tiveram chuva excessiva no verão passado, vão sentir falta de chuva neste verão.

    No Centro-Oeste, de maneira resumida, o Mato Grosso do Sul terá chuva regular neste verão. Grande parte de Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal tendem a ter menos chuva do que o normal na estação.

    Fonte Clima Tempo

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  • COVID-19: Três Pontas chega a 1.155 casos confirmados. Curados totalizam 1.037

    COVID-19: Três Pontas chega a 1.155 casos confirmados. Curados totalizam 1.037

    99 pessoas seguem em isolamento social. Outras 7 estão internadas com suspeita de coronavírus.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (21) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.155), trinta a mais que na última sexta-feira, mas também o número de curados, que chegou a 1.037. O total de óbitos segue em 19.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 1.155 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.037 já se recuperaram e, infelizmente, 19 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (21 de dezembro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 99 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 6.812.

    Sete pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhum caso confirmado encontra-se hospitalizado. Há 99 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 249 dias. Isso dá uma média de 4,63 novos casos a cada 24 horas.

    19ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (14 de dezembro) que o décimo nono óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima um homem de 67 anos de idade. Ela tinha como comorbidades hipertenção arterial e doença cardiovascular crônica. Estava internado na Santa Casa havia 14 dias e faleceu na última sexta-feira (11), mas o registro foi oficialmente confirmado hoje (14).

    A morte mais recente ocorreu 10 dias após a divulgação do 18º caso.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • ENCHER OS OLHOS – Nilson Lattari

    ENCHER OS OLHOS – Nilson Lattari

    Qual será a sensação de um bebê chegando ao mundo e abrindo os olhos, pela primeira vez? Por que não lembramos daquela sensação de poder olhar o mundo, como o viajante que chega dormindo em uma cidade, e de dentro do ônibus, do trem, da janela do avião encontra a cidade desconhecida, procurando identificar suas cores, o rosto de seus habitantes? Ouvir os sons que saem das lojas, do som das vozes das pessoas. Por que somos privados dessa lembrança, e ela não se perpetua em nossas mentes, como um cartão de visitas que recebemos?

    Não conheço ninguém que tenha essa lembrança. Como será possível isso?

    Terá sido a mesma sensação de quando enchemos nossos olhos com uma paisagem deslumbrante e cheia de cores? Parados, mudos de espanto, vendo a força de uma onda no meio do mar, dona e senhora da situação, a rodear o barco indefeso, brincando de morte e vida com os tripulantes? A sensação de poder abarcar tudo como um acessório da lembrança e das recordações de uma viagem?

    Chegar ao mundo é como desembarcar em um planeta desconhecido. E ouvir, pela primeira vez, aquele som doce e emocionado de uma voz inconfundível que vai acalentar nossas noites antes de dormir. E, também, de vozes ao redor, os olhares funcionando como lamparinas iluminadas e prenhes de emoção, debruçadas sobre aquele recém-chegado.

    A primeira vez que enchemos nossos olhos com a primeira visão do mundo deve ter sido turbada, cheia de névoa, imagens que tentavam se firmar, ganhar vida e contornos, ganhar nomes, apelidos, ganhar cores.

    Sons e cores são o que guardamos das viagens. E sendo a vida uma viagem, nos falta a parte em que a organizamos e a parte que lembramos dela. Até agora só guardamos a viagem que vamos vivendo e aprendendo. E ao aprendermos enchemos nossos olhos de reconhecimento pelo que entendemos e compreendemos. Somos uma planta vazia de uma casa a ser preenchida de cômodos, pelas recordações da nossa caminhada.

    Se partimos para uma viagem, retornamos ao mesmo lugar ou vamos morar em outro. Assim como se muda de cidade e porto.

    Em cada porto e em cada cidade, comemoramos com os olhos ávidos por ver, todas as cores e sons que nos chegam sem descanso. Porque o verdadeiro viajante não para, tão somente, e sempre continua até o outro ponto, para abastecer os olhos de outras cores, se extasiando com o campo e as montanhas, os mares e os céus abertos.

    É com os olhares que entendemos os outros, e pelos olhares nos comunicamos. Nos enchem os olhos a pessoa amada com as cores do seu corpo e os sons de seus encantos.

    Por que não lembramos de nosso primeiro encontro com a vida, com a beleza das cores sem saber seus nomes, sem compreender seus sons e saber que as suas diferenças podem nos trazer conforto ou desassossego?

    Quando enchemos nossos olhos com a beleza da paisagem ou do ser amado é porque antes nunca tínhamos visto nada igual e comparamos.

    Como podíamos nos surpreender com o mundo que conhecemos pela primeira vez se ele não tem nada de surpreendente, é apenas uma luz que se acende não se sabe onde e entendemos que antes dela não há nada vivido para comparar? Talvez, por isso, não lembramos dela. E para onde vão as lembranças vividas e guardadas no enxergar profundo do mundo que vivemos?

    Se o apagar das luzes acontece num repente, e vai acontecer, sem sabermos quando, é porque temos que comparar o possível acender de novas luzes com aquilo que deixamos. Porque um novo mundo começa quando o bom viajante abandona pelo caminho tudo aquilo que não importa, para continuar enchendo os olhos e viajando.

     Nilson Lattari é Escritor

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  • COVID-19: Três Pontas registra 34 novos casos nas últimas 24 horas

    COVID-19: Três Pontas registra 34 novos casos nas últimas 24 horas

    Santa Casa tem 8 internados: 2 confirmados e 6 suspeitos. Curados totalizam 1.037.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (18) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.125), mas também o aumento no número de curados, que chegou a 1.037. O total de óbitos segue em 19.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 1.125 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.037 já se recuperaram e, infelizmente, 19 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (18 de dezembro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 69 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje (30) é de 6.750.

    Seis pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Dois casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 67 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 246 dias. Isso dá uma média de 4,57 novos casos a cada 24 horas.

    19ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (14 de dezembro) que o décimo nono óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima um homem de 67 anos de idade. Ela tinha como comorbidades hipertenção arterial e doença cardiovascular crônica. Estava internado na Santa Casa havia 14 dias e faleceu na última sexta-feira (11), mas o registro foi oficialmente confirmado hoje (14).

    A morte mais recente ocorreu 10 dias após a divulgação do 18º caso.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS TEM MAIS DE 1.000 CURADOS DO CORONAVÍRUS

    BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS TEM MAIS DE 1.000 CURADOS DO CORONAVÍRUS

    TOTAL DE RECUPERADOS É DE 1.004 PESSOAS!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (17) os novos números de mais um Boletim Epidemiológico. E a grande notícia do dia, antecipada ontem pelo Conexão Três Pontas, diz respeito ao número de pessoas curadas da covid-19 no município. Já são mais de 1000 pessoas que se recuperaram do coronavírus.

    Três Pontas teve o seu primeiro caso de coronavirus confirmado no dia 17 de Abril. De lá para cá já se passaram exatos 7 meses. Os números de hoje mostram que a cidade já contabiliza 1.091 pessoas contaminadas pela covid-19, com 1.004 curados e 19 mortes. De acordo com esses números da Vigilância Epidemiológica, hoje em Três Pontas, 68 pessoas estão contaminadas pelo vírus chinês, sendo que destas, 66 seguem em isolamento social. Outras quatro com suspeita seguem internadas, além de dois casos confirmados, na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Os casos de síndrome gripal totalizam 6.721.

    Há em todo mundo no momento uma grande preocupação por conta do que chamam de segunda onda de disseminação do coronavírus. Os números voltaram a crescer em praticamente todo o planeta e no Brasil não é diferente. E a preocupação se torna ainda maior diante das festividades de fim de ano e as consequentes festas, com aglomerações, falta do uso de máscara e também do álcool em gel, já que estas são, até o momento, a única forma de tentar se evitar a contaminação.

    Em Três Pontas, desde o início da pandemia, houve uma grande somatória de forças no sentido de tentar minimizar ao máximo os efeitos provocados pelo coronavirus, tanto na questão de saúde quanto na econômica.

    Dentre diversas ações que foram emplementadas pela administração municipal, uma delas ganhou repercussão altamente positiva não apenas por parte da população trespontana, mas de todo Brasil. A criação dos “laranjinhas”, também chamados de “desaglomeradores” foi destaque nos principais veículos de comunicação de todo país e várias cidades buscaram informações para copiar a inovação. A Prefeitura contratou dezenas de pessoas para ajudar a organizar as filas nos locais de maior concentração de pessoas, mantendo o distanciamento e ofertando álcool em gel. Todos vestidos com um colete laranja.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas a Secretaria Municipal de Saúde, a Câmara Municipal, os profissionais envolvidos em todas as unidades de saúde, no Pronto Atendimento Municipal e, principalmente, todos os colaboradores da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis – desde profissionais da limpeza, atendentes, auxiliares de enfermagem, enfermeiros, médicos, membros da diretoria, da irmandade, voluntários e representantes de diversos segmentos da sociedade, seguem somando esforços e lutando diariamente para vencer a covid-19. E hoje a divulgação de mais de mil recuperados sintetiza o quão importantes e dedicados todos esses se mostraram até aqui. Soma-se a isso toda uma estrutura para receber doentes de Três Pontas e de outras localidades que são cobertas pelo HSFA (referência). Outra ajuda sempre importante na luta contra o coronavirus, bastante ressaltada pelo prefeito Marcelo Chaves e principalmente pelo Provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro, diz respeito as atuações dos deputados Diego Andrade e Mário Henrique Caixa.

    Prefeito Marcelo Chaves e o Deputado Estadual Mário Henrique Caixa
    A Secretária Municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabelo Corrêa.

    Uma das grandes dificuldades impostas pela pandemia, não apenas em Três Pontas, mas em todas as cidades, é encontrar soluções para o que chamamos de “cobertor curto”. Ou seja, os gestores e profissionais envolvidos no combate ao coronavírus não podem cobrir uma parte e descobrir outra. precisam vencer o inimigo invisível tentando proteger e/ou curar o maior número de pessoas possível, mas sem esquecer da questão econômica, da geração e manutenção de empregos, da necessidade das empresas e indústrias seguirem funcionando para que não haja uma “quebradeira”, com crescimento galopante do desemprego e da fome.

    O Direitor Técnico da Santa Casa, Dr. Geovanni Barros, o Provedor Michel Renan, o Deputado Federal Diego Andrade e o Prefeito Marcelo Chaves.

    Aqui em Três Pontas, de acordo com as informações preliminares da Prefeitura Municipal, todos os cuidados, orientações e precauções estão sendo tomados pelo poder público municipal no sentido de tentar evitar novas aglomerações e a disparada nos casos de covid-19. Infelizmente esta é uma responsabilidade não apenas dos governantes mas de cada cidadão, que deve fazer a sua parte seguindo as recomendações dos órgãos de saúde.

    Unimed

    Destaca-se também a importância da Unimed Três Pontas, dentre outras importantes realizações, como aliada na luta contra o coronavirus. Apesar do Hospital Unimed não ter internação para pacientes com covid, todo diagnóstico suspeito de coronavirus de usuários Unimed ou particular são prontamente atendidos e encaminhados para a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis ou a outros Hospitais do Sistema Unimed.

    A Unimed Três Pontas dispõe de um laboratório e uma estrutura super moderna totalmente preparada para o atendimento adequado aos casos de covid-19.

    Ainda sobre a boa notícia do número de recuperados na cidade, que passou de mil casos hoje, o Conexão Três Pontas conversou com alguns profissionais que estão diretamente envolvidos no combate da pandemia, na linha de frente contra o coronavirus. Eles falaram sobre os motivos que fizeram com que Três Pontas tivesse êxito na recuperação da grande maioria dos infectados e que precisaram de algum tipo de atendimento médico ou acompanhamento no período de isolamento social.

    Para o médico Dr. Lucas Erbest, Diretor Clínico do Pronto Atendimento Municipal, o sucesso na recuperação das pessoas que foram infectadas pelo coronavírus e que precisaram de algum tipo de acompanhamento se deve principalmente às medidas que foram tomadas pela Prefeitura e Secretaria Municipal da Saúde desde o início da pandemia.

    Dr. Lucas Erbst

    “Houve sem demora o fechamento das escolas, as determinações ao setor comercial e empresarial e uma ampla divulgação das ações e cuidados que a população deveria seguir. Um ponto que deve ser destacado foi a separação das consultas eletivas dos pacientes com suspeita de coronavirus e a criação de toda aquela estrutura separada (tendas), nos ajudando no diagnóstico precoce e no melhor tratamento possível. Graças a Deus realmente temos um número de recuperados bem elevado. Mas faço um alerta de que os números estão aumentando e que as comemorações de final de ano são um momento crítico e todos devem ficar atentos e seguir todos os cuidados de prevenção. Lembro que qualquer pessoa que apresente qualquer sintoma que possa ser de coronavirus que procure rapidamente o serviço de saúde”.

    já o Diretor Técnico da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Dr. Geovanni Barros Pereira, disse que o sucesso na recuperação deste grande número de pessoas se deve principalmente a experiência adquirida no seguimento da doença em suas diferentes fases.

    Dr. Geovanni Barros Pereira

    “A identificação precoce da doença com o devido monitoramento dos casos e adoção de protocolos para o tratamento nos diferentes estágios foi fundamental até aqui. no início da pandemia o que percebíamos é que a demora para procurar ajuda acabava comprometendo o tratamento. Hoje as pessoas já identificam os sintomas no início e sabem onde procurar ajuda”.

    O Diretor Clínico da Santa Casa, Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos, o Provedor Michel Renan e o Diretor Técnico Dr. Geovanni Barros Pereira.

    Importante ressaltar que, mesmo com mais de mil recuperados, Três Pontas continua registrando vários novos casos todos os dias. Manter o distanciamento social, uso de máscara e de álcool em gel podem fazer toda a diferença entre a saúde e a doença, entre a vida e a morte.

    Principalmente nesta época de celebrações onde todo cuidado é pouco. Ainda não temos uma vacina 100% confiável e e as campanhas de vacinação devem ocorrer dentro de alguns meses apenas.

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  • Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    CONEXÃO EXPLICA COMO SERÁ A VACINAÇÃO E COMO SERÁ O ESCALONAMENTO

    Saiba em que grupo você está e qual seu grau de prioridade.

    O governo federal lançou, nesta quarta-feira (16/12), o Plano Nacional de Operacionalização Vacinação Contra a COVID-19. A solenidade foi realizada no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, além de outros ministros de Estado, governadores e autoridades.

    “O Planejamento do governo federal inclui compra da Coronavac, do Instituto Butantan.”

    Durante os discursos, não foram apresentadas muitas novidades, e sim um balanço da estrutura de vacinação já existente no país. Entretanto, no documento de 110 páginas disponível no site do Ministério da Saúde, estão discriminados os critérios e o planejamento da imunização. Por determinação do Supremo Tribunal Federal, o governo federal já havia apresentado uma versão do material na semana passada.

    O planejamento do governo federal é trabalhar com os seguintes laboratórios: Consórcio Covax Facility (composto por dez empresas e liderado pela ONU), Oxford/AstraZeneca (Fiocruz), Pfizer, Coronavac (Instituto Butantan), Bharat Biontech, Moderna e Janssen.

    Apesar da politização da doença, insistentemente pregada pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que não vai se vacinar, a Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan está na lista de imunizantes que possivelmente serão adquiridos pelo governo federal. O Butantan, inclusive, foi elogiado por Pazuello.

    “Cada modelo de compra teve um caminho. Com a Fiocruz e a AstraZeneca, usamos transferência de tecnologia. Com o Butantan, sinalizamos a compra. Pela lei, só posso comprar o que é registrado e incorporado no SUS. Temos o compromisso de comprar. Até hoje não foi registrado e produzido na quantidade que eu preciso comprar. Estamos aguardando e trabalhando tecnicamente com o Butantan. Nunca deixamos de trabalhar. O Butantan é um grande fornecedor de vacinas do Ministério. É sério”, declarou o ministro da Saúde.

    Durante os discursos, não houve detalhamento minucioso da logística de distribuição dos imunizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, apenas, que o governo federal entregará os imunizantes aos estados da federação. Os estados, por sua vez, serão responsáveis pela logística de distribuição até os municípios, com acompanhamento do Ministério da Saúde. Os municípios executarão a vacinação.

    Datas de vacinação

    Após o lançamento do programa, em entrevista coletiva, Pazuello afirmou que, assim que as vacinas estiverem disponíveis e registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será iniciada a imunização. Ele prevê que a população comece a ser vacinada em meados de fevereiro.

    “O cronograma de distribuição e imunização ainda está sendo desenvolvido, mas está condicionado ao registro da vacina. Se conseguirmos manter o planejado do Butantan e da Fiocruz de apresentar à Anvisa a Fase 3 dos estudos e toda a documentação das Fases 1 e 2 ainda em dezembro e solicitar o registro, teremos janeiro para análise da Anvisa. Possivelmente, em meados de fevereiro para frente, estaremos com essas vacinas recebidas e registradas para iniciar o plano”, projetou Eduardo Pazuello.

    Quem será vacinado?

    O plano nacional de vacinação prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.

    O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil).

    A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), de 65 a 69 anos (7,08 milhões) e de 60 a 64 anos (9,09 milhões).

    Na fase 3, a previsão é vacinar 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).

    Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.

    Segundo o governo federal, os critérios para definição de grupos prioritários foram manutenção do funcionamento de serviços essenciais e a situação epidemiológica.

    Campanha de comunicação, estrutura e investimentos

    Durante a cerimônia de apresentação do plano, o governo declarou que haverá uma Campanha de Comunicação, dividida em duas fases. A primeira será para “transmitir segurança à população sobre a eficácia das vacinas e da capacidade operacional de distribuição do governo”. A segudna fase “ocorrerá quando houver definição das vacinas”.

    Segundo o governo federal, o Brasil conta com 38 mil salas de vacinas, podendo chegar a 50 mil postos em períodos de campanha.

    De acordo com os dados divulgados pelo Planalto, para execução do plano nacional de vacinação, serão liberados R$2,5 bilhões por meio de Medida Provisória de Crédito Extraordinário. Também serão gastos R$1,9 bilhões de encomenda tecnológica, R$177,6 milhões em investimento e custeio na rede de frio e R$80,5 milhões para aquisição de mais de 300 milhões de agulhas e seringas.

    Fonte EM

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  • EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    Ministro homologou parecer do Conselho Nacional de Educação

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, homologou o Parecer nº 19, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estende até 31 de dezembro de 2021 a permissão para atividades remotas no ensino básico e superior em todo o país. A validação da decisão do CNE foi publicada na edição desta quinta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU), em despacho assinado pelo próprio ministro.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março.

    De acordo com o parecer, aprovado pelo colegiado em outubro, os sistemas públicos municipais e estaduais de ensino, bem como as instituições privadas, possuem autonomia para normatizar a reorganização dos calendários e o replanejamento curricular ao longo do próximo ano, desde que observados alguns critérios, como  assegurar formas de aprendizagem pelos estudantes e o registro detalhado das atividades não presenciais.

    Outra regra definida no parecer é a que flexibiliza formas de avaliação dos estudantes durante a vigência do estado de calamidade pública. “Em face da situação emergencial, cabe aos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares promover a redefinição de critérios de avaliação para promoção dos estudantes, no que tange a mudanças nos currículos e em carga horária, conforme normas e protocolos locais, sem comprometimento do alcance das metas constitucionais e legais quanto ao aproveitamento para a maioria dos estudantes, aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, e à carga horária, na forma flexível permitida por lei e pelas peculiaridades locais”.

    Atividades presenciais

    A volta às aulas presenciais, segundo a decisão CNE, também homologada pelo MEC, deve ser gradual, por grupos de estudantes, etapas ou níveis educacionais, “em conformidade com protocolos produzidos pelas autoridades sanitárias locais, pelos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares”.

    Esse processo de retorno ao presencial também deve envolver, segundo as diretrizes aprovadas, a participação das comunidades escolares e a observância de regras de gestão, de higiene e de distanciamento físico de estudantes, de funcionários e profissionais da educação, com escalonamento de horários de entrada e saída para evitar aglomerações, além outras medidas de segurança recomendadas.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março. A data anterior previa esse retorno já no dia 4 de janeiro, mas a pasta decidiu prorrogar esse prazo após reclamação das universidades e dos institutos federais.

    Fonte Agência Brasil / MEC

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