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  • Grupo Unis oferece graduação a alunos de países africanos através de programa internacional

    Grupo Unis oferece graduação a alunos de países africanos através de programa internacional

    No ano passado o Grupo Unis abriu as portas para um projeto de cooperação internacional com Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), como Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial.

    A Instituição desenvolveu um programa de internacionalização exclusivo para alunos de países africanos que têm a língua portuguesa como oficial. Dessa forma sete estudantes viajaram para Varginha em busca da oportunidade de cursar qualquer graduação no Unis como alunos regulares!

    A primeira turma chegou em Varginha no primeiro semestre de 2018, com alunos vindos de Angola, Cabo Verde e Moçambique. Se dividindo entre cursos como Arquitetura, Engenharia Civil, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão de Recursos Humanos, os estudantes estrangeiros receberão ao final de sua formação diplomas válidos para todo o território nacional.

    Isac Genito Francisco Auonauaia é natural de Moçambique, está cursando Engenharia Civil no Grupo Unis através do programa de internacionalização, e falou um pouco sobre a oportunidade que está vivendo: “A minha experiência está sendo muito boa. Vindo para o Brasil pude comprovar que o que o Grupo Unis tem para me entregar não era só propaganda, é tudo real. Ser um engenheiro é o meu sonho de infância, e hoje estou conseguindo realizar esse sonho cursando Engenharia Civil em uma Instituição que forma pessoas com foco no mercado de trabalho”, comentou.

    Este programa é outro viés do Departamento de Relações Internacionais da Instituição, que se tornou possível através de acordos firmados com as câmaras municipais dos PALOP, durante o III Congresso Internacional do Grupo Unis realizado em 2017.

    Para 2019 mais uma turma de alunos naturais de países africanos de língua oficial portuguesa está sendo formada. Ainda não há data prevista para a chegada dos estudantes, visto que os processos seletivos estão sendo finalizados.

    *Grupo UNIS

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    Roger Campos

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  • AUSÊNCIA DE AFETO DOS PAIS PODE GERAR DANO MORAL AOS FILHOS?

    AUSÊNCIA DE AFETO DOS PAIS PODE GERAR DANO MORAL AOS FILHOS?

    CIDADÃO, ENTENDA O SEU DIREITO!

    “AMAR É FACULDADE, CUIDAR É DEVER.” Com essa frase da ministra Nancy Andrighi, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é sim possível exigir indenização por dano moral decorrente de abandono afetivo pelos pais. A decisão é inédita. Em 2005, a Quarta Turma do STJ, que também analisa o tema, havia rejeitado a possibilidade de ocorrência de dano moral por abandono afetivo.

    No caso mais recente, a autora entrou com ação contra o pai, após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade, por ter sofrido abandono material e afetivo durante toda infância e adolescência. Na primeira instância, o pedido foi julgado improcedente, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao comportamento agressivo da mãe em relação ao pai.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), porém, reformou a sentença. Em sede de apelação, afirmou que o pai era “abastado e próspero” e reconheceu o abandono afetivo. A compensação pelos danos morais foi fixada em R$ 415 mil. No STJ, o pai alegou violação a diversos dispositivos do Código Civil e divergência com outras decisões do tribunal. Ele afirmava não ter abandonado a filha. Além disso, mesmo que tivesse feito isso, não haveria ilícito indenizável. Para ele, a única punição possível pela falta com as obrigações paternas seria a perda do poder familiar.

    Para a ministra, porém, não há porque excluir os danos decorrentes das relações familiares dos ilícitos civis em geral. “Muitos, calcados em axiomas que se focam na existência de singularidades na relação familiar – sentimentos e emoções –, negam a possibilidade de se indenizar ou compensar os danos decorrentes do descumprimento das obrigações parentais a que estão sujeitos os genitores”, afirmou.

    “Contudo, não existem restrições legais à aplicação das regras relativas à responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar/compensar, no direito de família”, completou a ministra Nancy. Segundo ela, a interpretação técnica e sistemática do Código Civil e da Constituição Federal apontam que o tema dos danos morais é tratado de forma ampla e irrestrita, regulando inclusive “os intrincados meandros das relações familiares”.

    A ministra apontou que, nas relações familiares, o dano moral pode envolver questões extremamente subjetivas, como afetividade, mágoa, amor e outros. Isso tornaria bastante difícil a identificação dos elementos que tradicionalmente compõem o dano moral indenizável: dano, culpa do autor e nexo causal.

    Porém, ela entendeu que a par desses elementos intangíveis, existem relações que trazem vínculos objetivos, para os quais há previsões legais e constitucionais de obrigações mínimas. É o caso da paternidade.

    Segundo a ministra, o vínculo – biológico ou autoimposto, por adoção – decorre sempre de ato de vontade do agente, acarretando a quem contribuiu com o nascimento ou adoção a responsabilidade por suas ações e escolhas. À liberdade de exercício das ações humanas corresponde a responsabilidade do agente pelos ônus correspondentes, entendeu a relatora.

    Os pais tem o DEVER de cuidar dos filhos, e “Sob esse aspecto, indiscutível o vínculo não apenas afetivo, mas também legal que une pais e filhos, sendo monótono o entendimento doutrinário de que, entre os deveres inerentes ao poder familiar, destacam-se o dever de convívio, de cuidado, de criação e educação dos filhos, vetores que, por óbvio, envolvem a necessária transmissão de atenção e o acompanhamento do desenvolvimento sócio-psicológico da criança”, explicou.

    “E é esse vínculo que deve ser buscado e mensurado, para garantir a proteção do filho quando o sentimento for tão tênue a ponto de não sustentar, por si só, a manutenção física e psíquica do filho, por seus pais – biológicos ou não”, acrescentou a ministra Nancy.

    Para a relatora, o cuidado é um valor jurídico apreciável e com repercussão no âmbito da responsabilidade civil, porque constitui fator essencial – e não acessório – no desenvolvimento da personalidade da criança. “Nessa linha de pensamento, é possível se afirmar que tanto pela concepção, quanto pela adoção, os pais assumem obrigações jurídicas em relação à sua prole, que vão além daquelas chamadas necessarium vitae”, asseverou.

    Amor

    “Aqui não se fala ou se discute o amar e, sim, a imposição biológica e legal de cuidar, que é dever jurídico, corolário da liberdade das pessoas de gerarem ou adotarem filhos”, ponderou a ministra. O amor estaria alheio ao campo legal, situando-se no metajurídico, filosófico, psicológico ou religioso.

    “O cuidado, distintamente, é tisnado por elementos objetivos, distinguindo-se do amar pela possibilidade de verificação e comprovação de seu cumprimento, que exsurge da avaliação de ações concretas: presença; contatos, mesmo que não presenciais; ações voluntárias em favor da prole; comparações entre o tratamento dado aos demais filhos – quando existirem –, entre outras fórmulas possíveis que serão trazidas à apreciação do julgador, pelas partes”, justificou.

    Alienação parental

    A ministra ressalvou que o ato ilícito deve ser demonstrado, assim como o dolo ou culpa do agente. Dessa forma, não bastaria o simples afastamento do pai ou mãe, decorrente de separação, reconhecimento de orientação sexual ou constituição de nova família. “Quem usa de um direito seu não causa dano a ninguém”, ponderou.

    Conforme a relatora, algumas hipóteses trazem ainda impossibilidade prática de prestação do cuidado por um dos genitores: limitações financeiras, distâncias geográficas e mesmo alienação parental deveriam servir de excludentes de ilicitude civil.

    Ela destacou que cabe ao julgador, diante dos casos concretos, ponderar também no campo do dano moral, como ocorre no material, a necessidade do demandante e a possibilidade do réu na situação fática posta em juízo, mas sem nunca deixar de prestar efetividade à norma constitucional de proteção dos menores.

    “Apesar das inúmeras hipóteses que poderiam justificar a ausência de pleno cuidado de um dos genitores em relação à sua prole, não pode o julgador se olvidar que deve existir um núcleo mínimo de cuidados parentais com o menor que, para além do mero cumprimento da lei, garantam aos filhos, ao menos quanto à afetividade, condições para uma adequada formação psicológica e inserção social”, concluiu.

    Filha de segunda classe

    No caso analisado, a ministra ressaltou que a filha superou as dificuldades sentimentais ocasionadas pelo tratamento como “filha de segunda classe”, sem que fossem oferecidas as mesmas condições de desenvolvimento dadas aos filhos posteriores, mesmo diante da “evidente” presunção de paternidade e até depois de seu reconhecimento judicial.

    Alcançou inserção profissional, constituiu família e filhos e conseguiu “crescer com razoável prumo”. Porém, os sentimentos de mágoa e tristeza causados pela negligência paterna perduraram.

    “Esse sentimento íntimo que a recorrida levará, ad perpetuam, é perfeitamente apreensível e exsurge, inexoravelmente, das omissões do recorrente no exercício de seu dever de cuidado em relação à recorrida e também de suas ações, que privilegiaram parte de sua prole em detrimento dela, caracterizando o dano in re ipsa e traduzindo-se, assim, em causa eficiente à compensação”, concluiu a ministra.

    A relatora considerou que tais aspectos fáticos foram devidamente estabelecidos pelo TJSP, não sendo cabível ao STJ alterá-los em recurso especial. Para o TJSP, o pai ainda teria consciência de sua omissão e das consequências desse ato.

    A Turma considerou apenas o valor fixado pelo TJSP elevado, mesmo diante do grau das agressões ao dever de cuidado presentes no caso, e reduziu a compensação para R$ 200 mil. Esse valor deve ser atualizado a partir de 26 de novembro de 2008, data do julgamento pelo tribunal paulista.

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

    (35) 9 9181-6005

    (35) 3265-4107

    RUA BENTO DE BRITO, 155, CENTRO

    TRÊS PONTAS-MG

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão da OAB Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

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  • MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    Segundo Promotoria de Justiça, o processo seletivo simplificado tem irregularidades insanáveis.

    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) expediu Recomendação ao município de Santana da Vargem, no Sul de Minas, para que o processo seletivo simplificado realizado em 2018 seja integralmente anulado.

    De acordo com a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Três Pontas – comarca à qual pertence o município de Santana da Vargem – há vícios insanáveis no processo seletivo, tais como a imposição de restrições descabidas para o modo de inscrição, admitida somente na forma pessoal, e o favorecimento de atuais e ex-servidores públicos.

    Em procedimento instaurado pela Promotoria de Justiça para apurar o caso, verificou-se que a filha de uma servidora integrante da comissão examinadora foi aprovada para exercer a função de assistente administrativo, e que o filho do prefeito de Santana da Vargem foi aprovado em primeiro lugar para exercer a função de operador de máquinas leves, mesmo não sendo habilitado para dirigir na categoria exigida pelo edital.

    Segundo a Promotoria de Justiça, a legislação determina que o município deve propiciar o maior número possível de inscritos e privilegiar o conhecimento técnico, de maneira que ocorra a contratação dos profissionais mais qualificados. O documento destaca ainda que a quebra dos princípios da moralidade, da legalidade e da impessoalidade configuram prática de improbidade administrativa.

    “A regra a ser observada é o concurso público, mas, até a presente data, o prefeito de Santana da Vargem não realizou nenhum ato efetivo para cumprir o que determina a Constituição da República. Assim, foi recomendado que o gestor se abstenha de realizar qualquer contratação que não seja indispensável ao atendimento de necessidade temporária de excepcional interesse público”.

    A Recomendação também foi encaminhada à Câmara Municipal, que tem função fiscalizadora.

    *Diretoria de Imprensa MPMG
    Superintendência de Comunicação Integrada
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    Roger Campos

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  • SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    GOVERNO MINEIRO DEVE MAIS DE 13 MILHÕES PARA O MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS.

    O Procurador Geral do Município de Três Pontas, Dr. Yves Duarte Tavares, representando o Prefeito Municipal, Marcelo Chaves Garcia, está em Belo Horizonte, hoje (21) onde participou de reunião com mais de 300 Prefeitos e assessores para discutir medidas emergenciais diante da falta de repasses do Governo do Estado, que está deixando os municípios em situação de penúria.

    Os prefeitos falaram sobre os repasses que estão atrasados, entre, eles do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que é direcionado à educação, e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

    Eles discutiram também sobre outros repasses como convênios e contratos nas áreas de saúde, assistência social e transporte. O valor, segundo os prefeitos, é de R$ 12,6 bilhões, que engloba os governos de Fernando Pimentel (PT) e Romeu Zema (Novo).

    Os prefeitos também reivindicam R$ 342 milhões referentes ao Fundeb e ao ICMS que, segundo eles, deveriam ter sido repassados neste ano.

    O Presidente da AMM, Prefeito de Moema, Julvan Lacerda falou da importância dessa convocação:

    “A situação está crítica para todos os municípios da nossa região. Mesmo aqueles prefeitos que ainda estão conseguindo cumprir com seus compromissos, já temem porque não conseguirão fechar o ano com as contas pagas se os recursos não chegarem. Nem os repasses constitucionais semanais do ICMS e FUNDEB estão sendo realizados regularmente pelo novo Governador”.

    A dívida do Estado com os municípios mineiros já ultrapassa os 12 bilhões de reais. Somente a cidade de Três Pontas tem, segundo a Prefeitura Municipal, mais de R$ 13 milhões a receber oriundos de repasses não realizados.

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: PADRE ROBERTO É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    HISTÓRIAS DE VIDA: PADRE ROBERTO É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    CONHECIDO PELA SIMPLICIDADE, AMOR AO PRÓXIMO E FÉ EM NOSSA SENHORA APARECIDA, PADRE ROBERTO CONTINUA NA ATIVA.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido Padre Roberto.

    Roberto Donizetti de Carvalho, ou simplesmente Padre Roberto, é um dos mais queridos e respeitados cidadãos trespontanos.

    Filho de José Carvalho Campos e Maria de Lourdes carvalho, nasceu em 02 de março de 1956. Tem quatro irmãos, sendo um já falecido.

    Padre Roberto estudou na Escola Cônego José Maria e depois no Ginásio São Luís, hoje chamado de Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Cursou o segundo grau na Escola de Comércio Nossa Senhora d’Ajuda.

    Em 1978 estudou filosofia no Seminário da Diocese da Campanha. Em Taubaté, SP, estudou Teologia. E no dia 15 de fevereiro de 1984 foi ordenado padre, iniciando seus trabalhos durante 1 mês como padre substituto ao querido e saudoso Padre Wallace, em seu período de férias.

    Em seguida, assumiu a Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Campos Gerais, onde ficou por 12 anos. Depois foi transferido para Guapé, onde deixou seu legado na Paróquia São Francisco de Assis.

    Sua vida toda dedicada à Igreja ainda lhe reservou outras ocupações. Foi Reitor do Seminário Menor de Campanha. Por oito anos foi Coordenador Diocesano de Pastoral, entre 1989 e 1996.

    Três Pontas

    Em 15 de fevereiro de 2001, Padre Roberto se tornou pároco da Igreja Nossa Senhora d’Ajuda, cargo que ocupou até 31 de janeiro de 2005. Em seguida, dando continuidade aos trabalhos religiosos na comunidade, se tornou Vigário Paroquial até o ano de 2009.

    Entre os anos de 2010 a 2015 seguiu sua missão evangelizadora na cidade de Conceição do Rio Verde. Já em Boa Esperança, na Paróquia Santa Rita, permaneceu até o ano de 2016.

    Por 16 anos foi Diretor Espiritual do Apostolado da Oração e ainda Assessor Diocesano do Ministério da Sagrada Comunhão.

    Afastamento por Doença

    Padre Roberto, um incansável discípulo de Jesus Cristo, apaixonado pela Igreja e devoto ferrenho de Nossa Senhora, depois de presidir incontáveis missas, batizados, casamentos, confissões e outras cerimônias ou ritos, cursos, palestras, sendo também conselheiro espiritual do ECC (Encontro de Casais com Cristo), ficou doente e precisou se afastar. Voltou para a casa de sua irmã, Vilma de Carvalho, em Três Pontas, onde, para a alegria de seus conterrâneos, permanece até hoje.

    Mesmo adoentado, até o ano de 2017 ajudou nos finais de semana nas celebrações na cidade de Três Corações. Se afastar definitivamente da Igreja, de algo tão forte, presente e importante em sua vida, é algo que Padre Roberto não consegue. Todo esse amor e dedicação nesses quase 35 anos de vida sacerdotal e sua conduta reta, imaculada, como um grande servidor, fizeram dele uma pessoa muito amada e um padre muito especial.

    Felizmente ele voltou a ajudar nas celebrações em todas as paróquias da cidade de Três Pontas e se mostra empenhado em continuar pregando a Palavra do Senhor, aconselhar a quem precisa, como nas confissões, outro de seus importantes trabalhos, que ajudou a mudar a vida de tantas pessoas.

    Testemunho de Fé

    A fé e o amor de Padre Roberto em Nossa Senhora é algo impossível de se mensurar. Em um Cerco de Jericó – celebração de adoração ao Santíssimo Sacramento realizada durante sete dias e sete noites de forma ininterrupta – na Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, Padre Roberto foi flagrado nas madrugadas, algumas vezes sozinho, adorando Jesus na Hóstia Santa e venerando a imagem de Nossa Senhora, como filho legítimo de Mãe Maior. Prostrado de joelhos, cabeça baixa em oração, sem esboçar cansaço, com o terno nas mãos. Isso exemplifica o tamanho da seriedade, comprometimento e amor desse sacerdote.

    Simplicidade e Doação

    (Testemunho de Roger Campos)

    Padre Roberto é uma pessoa de hábitos e costumes simples, desapegado de bens materiais, leva até hoje uma vida humilde. O pouco que tem lhe é suficiente.

    “Numa oportunidade, fazia muito frio na cidade de Três Pontas e eu, Roger Campos, com muita honra, exercia a função de Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão. Aí uma colega também ministra revelou que estava com dó, já que Padre Roberto era sempre visto com a mesma blusa. Isso me tocou profundamente.

    Peguei uma blusa grossa, de pura lã, que havia, ainda nova, guardado de recordação do meu falecido pai. Era uma peça de estimação que eu fazia questão de guardar. Levei até a Casa Paroquial para dar de presente ao Padre Roberto. Afinal, gostava muito dele, acreditava que ele estivesse precisando diante daquele frio tremendo. Tímido, agradeceu com voz baixa e poucas palavras.

    Dias depois fiquei sabendo que o Padre Roberto havia doado aquela blusa de estimação, que foi de meu pai, para um senhor humilde, possivelmente um andarilho, que lhe pediu um agasalho.

    Confesso que me assustei, me surpreendi com aquele ato. Aquele gesto nobre, desapegado praticado pelo Padre Roberto só serviu para me mostrar quanto amor há dentro daquele coração, como, de fato, é possível ser seguidor de Cristo, sendo humilde, manso de coração e solidário, estender a mão a quem precisa. Nunca me esquecerei dessa história, desse ensinamento. Certamente a blusa do meu pai esquentou alguém que precisava e alegrou muitos corações, inclusive o meu e do Padre Roberto.”

    Padre Roberto Donizetti Carvalho, hoje com 62 anos de idade, é, sem dúvida, uma das grandes personalidades da história de Três Pontas.

    Cada pessoa da comunidade católica trespontana e de todas as cidades por onde Padre Roberto passou tem uma história, uma lembrança, um agradecimento. Por toda a sua honestidade, simplicidade, amor verdadeiro ao próximo, fé e devoção, pelo homem reto, por todo bem que plantou e por todos os seus ensinamentos, merecidamente, Padre Roberto Donizetti Carvalho é homenageado pelo quadro Histórias de Vida, do Conexão Três Pontas.

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • Calor é inimigo do seu cão: saiba os cuidados no verão.

    Calor é inimigo do seu cão: saiba os cuidados no verão.

    VETERINÁRIA PAULA ALVIM DÁ AS DICAS PARA MANTER SEU CACHORRO SAUDÁVEL NAS ALTAS TEMPERATURAS.

    O sol de verão é inimigo da maioria dos animais de estimação. Os cães, por exemplo, por não transpirarem pela pele, regulam sua temperatura corporal através da respiração. Quando  ofegantes, estão, na verdade, tentando se resfriar. Com um calor escaldante, essa capacidade pode se mostrar insuficiente para reduzir a temperatura corporal dos mascotes, que correm o risco de perder a vida.

    Outro cachorro do Estado do Rio de Janeiro morreu por causa do calor nesta quinta-feira (10). Nina, uma fêmea da raça beagle, estava dentro de casa, em Trindade, São Gonçalo, Região Metropolitana da capital carioca. A máxima do dia na região foi de 38ºC. O dono, que estava em casa, reparou que ela começou a ficar com a respiração ofegante e, meia hora depois, faleceu. O veterinário confirmou que a causa foi hipertemia.

    A fatalidade aconteceu na mesma semana da confirmação da morte de um bulldog francês por causa do calor no Rio de Janeiro. Ao todo, 5 cães domésticos já morreram somente no Rio de Janeiro este ano.

    Vale lembrar que as temperaturas elevadas não são exclusividade do Rio de Janeiro. Minas Gerais tem registrado praticamente as mesmas altas e o risco aqui também é grande para os pets. Por isso, a veterinária Paula Alvim dá as dicas de como cuidar dos cães no verão.

    De acordo com Paula Alvim, uma das mais renomadas veterinárias da cidade, o quadro chamado de hipertermia ou intermação é considerado emergência, porque seu pet pode ter um colapso respiratório.

    “O animal fica ofegante, apresenta temperatura acima de 40 graus, língua de cor azul e não raro se tem a impressão de ele ter os olhos ‘saltados’. Pode ainda estar fraco, cansado, confuso, caindo no chão quando tenta se erguer”, disse a especialista.

    Ainda conforme a veterinária Paula Alvim, “nos casos mais graves, hematomas pelo corpo, alterações mentais, dificuldade de locomoção e tremores musculares também se fazem presentes”.

    Existem fatores predisponentes à hipertermia como focinho curto (bulldog, pequinês e maltês, por exemplo), predisposição a doenças respiratórias e outras que dificultam a respiração. Animais velhos, animais “atletas” e aqueles que têm pelo muito denso precisam de atenção redobrada no verão.

    “O fato de existirem fatores predisponentes não isenta outros cães de apresentarem hipertermia, basta submetê-los ao calor intenso, o que costuma acontecer de forma involuntária em situações potencialmente perigosas”, ressaltou.

    Veterinária Paula Alvim há anos se dedica aos animais.

    O QUE EVITAR?

    _ Deixar seu pet em lugar quente, mesmo sem agitação, dormindo, como dentro do carro;

    _ Animal preso em um local seguro mas que no transcorrer do dia ficou exposto ao sol sem refúgio à sombra;

    _ Banho com água quente seguido ou não de secagem com secador no vento quente

    _ Animal agitado ou que pratica exercícios com seu dono em horários de sol forte;

    _ Animal submetido a situações de estresse que o deixem ofegante por muito tempo;

    _ Esforços para animal com sobrepeso, peludo ou portador de dificuldade respiratória;

    _ Uso de focinheira em ambientes quentes e fechados;

    _ Muito calor e falta de água.

    SEU PET FOI AFETADO PELO FORTE CALOR. O QUE FAZER?

    Enquanto a assistência não chega, seu pet precisa ser levado a um ambiente fresco, preferencialmente com piso frio e ventilador.

    “O cão precisa ser resfriado, mas nem pense em baixar sua temperatura mergulhando-o em água fria, isso pode matá-lo em minutos. Use borrifadores com água gelada pelo corpo e álcool nas extremidades. Cobri-lo com toalhas molhadas e frias também ajuda, assim como oferecer a ele água gelada para beber desde que não esteja inconsciente”, destacou Paula.

    Na clinica veterinária, a respiração será estabilizada e a temperatura reduzida.

    “Para isso, são necessárias muitas horas em observação e até oxigenioterapia pode ser aplicada. O tempo entre o surgimento dos primeiros sintomas e a intervenção médica determina as chances de recuperação do mascote. Alguns proprietários já encontram seus cães inconscientes e não saber por quanto tempo está o animal submetido a esta situação leva a um prognóstico sombrio: o calor pode ter alterado de forma irreversível células de alguns órgãos que acaba por comprometer a vida do animal. Por isso tenha em mente que os cuidados com o cachorro no verão podem salvar-lhe a vida”, concluiu a veterinária trespontana.

     

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  • Boa Esporte x Cruzeiro em Varginha! Ingressos começam a ser vendidos.

    Boa Esporte x Cruzeiro em Varginha! Ingressos começam a ser vendidos.

    O Boa Esporte já abriu venda de ingressos para o jogo contra o Cruzeiro no dia 31 de janeiro, às 20h, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro, em Varginha (MG). O primeiro lote de ingressos está sendo vendido a R$ 40 cada.

    A estréia do Boa Esporte no Campeonato Mineiro será no próximo domingo, dia 20, contra o Atlético-MG, fora de casa.

    Os ingressos contra o Cruzeiro podem ser comprados nos seguintes pontos de venda:

    • Padaria Ki Pão – Av. Dr José Justiniano Reis, 1115 – Bairro Sion
    • Onda Sete – Rua Delfim Moreira, 319 – Centro
    • Casa de Frutas do Nelci – Rua Antônio Cesário, 37 – Bairro Bom Pastor
    • Padaria Real – Rua José Ciríaco da Silva, 161 – Bairro Sion
    • Posto Xingu – Avenida Princesa do Sul, 950 – Bairro Jardim Andere
    • Pré-festa Eventos – Rua Dona Zica , 46-A – Bairro Vila Pinto

     

    *Boa Esporte

     

     

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  • Posse de arma custa menos de R$ 500 em Minas Gerais.

    Posse de arma custa menos de R$ 500 em Minas Gerais.

    TRESPONTANO: SAIBA COMO CONSEGUIR A POSSE, FACILITADA POR DECRETO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.

    Em até um mês, uma pessoa consegue comprar um revólver, pistola ou arma longa em Minas Gerais. Mais rápido e por custo menor do que o de tirar uma carteira nacional de habilitação (CNH), por exemplo. O custo gira em torno de R$ 900 com a atuação de despachantes e sai por volta de R$ 408 se a pessoa se dispuser a atuar em todos os trâmites.

    Os exames de legislação e direção de trânsito em centros de formação de condutores para a obtenção da CNH custam em média R$ 1.500. Com o preço de um armamento novo cotado a partir de R$ 1.700, basta cerca de R$ 2.100 e uma espera de sete dias para um cidadão já ter uma arma de fogo em sua casa ou no trabalho (posse de arma).

    Isso só se tornou possível graças a flexibilização das exigências da Lei 10.826, de 22 de dezembro de 2003 – que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição – através da assinatura do Decreto 9.685 pelo presidente Jair Bolsonaro.

    Bolsonaro promete discutir porte e redução de idade mínima para compra de armas. As exigências para o porte (possibilidade de transitar com um armamento em via pública) não foram afetadas. A principal alteração do decreto foi sobre o critério de declaração de efetiva necessidade.

    Para a maioria das pessoas não envolvidas com a segurança pública a decisão ficava nas mãos do julgamento soberano de um delegado da Polícia Federal.

    Com a nova norma, a efetiva necessidade é condicionada pela violência do local onde se vive (mais de 10 homicídios para cada 100 mil habitantes) e considera ainda quem vive nas áreas rurais, o que abrange todo o território nacional.

    “O importante seria que as pessoas não apenas fizessem prova de tiro, mas um curso. Porque comprar uma arma e deixá-la em casa não garante segurança”, diz Thomas Schröder, sócio-proprietário e instrutor do Clube de Tiro e Treinamentos Táticos (Cettas).

    A procura por informações nos serviços de despachantes se tornou intensa desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, que tinha a garantia da legítima defesa como uma das principais bandeiras da sua campanha.

    “Nesta semana, por exemplo, aumentaram em torno de 80% as ligações para saber quem teria direito de usar o armamento. Muitas pessoas, ainda que de formação superior, acreditavam que apenas agentes da segurança pública poderiam ter uma arma para a defesa da sua família e da propriedade. É um direito constitucional, mas muitos não sabem disso”, disse a empresária Graziele Laine, de uma das maiores firmas de desembaraço de armamentos em Minas Gerais, a Laine Despachante de Armas.

    O tempo de aprovação da posse de armas, que era de seis meses a um ano, caiu para de 7 a 30 dias e o índice de deferimento atingiu cerca de 99%, segundo a despachante. “Só não consegue a posse quem tem algum processo não baixado na Justiça. Quem, por exemplo, atropelou alguém, pagou com serviços comunitários ou cestas básicas, mas não baixou o processo na Justiça. Daí, precisamos fazer essa baixa e entrar com o requerimento”, disse.

    CRITÉRIOS PARA POSSE DE ARMAS

    I – declarar efetiva necessidade;

    II – ter, no mínimo, vinte e cinco anos;

    III – apresentar original e cópia, ou cópia autenticada, de documento de identificação pessoal;

    IV – comprovar, em seu pedido de aquisição do Certificado de Registro de Arma de Fogo e periodicamente, a idoneidade e a inexistência de inquérito policial ou processo criminal, por meio de certidões de antecedentes criminais da Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral, que poderão ser fornecidas por meio eletrônico;

    V – apresentar documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa;

    VI – comprovar, em seu pedido de aquisição do Certificado de Registro de Arma de Fogo e periodicamente, a capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo.

    VII – comprovar aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo do quadro da Polícia Federal ou por esta credenciado.

    VIII – Em caso de residência habitada por criança, adolescente ou deficiente mental, a pessoa que quiser ter arma terá de possuir um cofre ou local seguro com tranca para armazená-la.

    JUSTIFICATIVA PARA TER ARMAS

    O decreto anterior não explicitava o que eram os casos de necessidade para se ter uma arma em casa. Já o texto do governo Bolsonaro traz uma lista de hipóteses que podem ser consideradas como “efetiva necessidade”. Por exemplo:

    _ ser dono de estabelecimento comercial e industrial;

    _ morar em área rural ou em área urbana de estados com altos índices de violência (pelos critérios adotados pelo governo, isso vale para todos os estados do Brasil);
    _ profissionais da área de segurança pública;

    _ integrantes das carreiras da Agência Brasileira de Inteligência;

    _ profissionais da administração penitenciária;

    _ profissionais do sistema socioeducativo, desde que lotados nas unidades de internação a que se refere o inciso VI do caput do art. 112 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990; e envolvidos no exercício de atividades de poder de polícia administrativa ou de correição em caráter permanente;

    _ militares ativos e inativos;

    _ colecionadores, atiradores e caçadores, devidamente registrados no Comando do Exército.

    O novo texto também diz que a Polícia Federal vai continuar examinando se há, de fato, a necessidade da posse de armas, mas deve presumir como verdadeiros os fatos apresentados no pedido.

    QUANTIDADE DE ARMAS VENDIDAS NO COMÉRCIO LEGAL

    2017 – 47.527 armas

    2018 – 34.731 armas (até 22 de agosto)

    Armas registradas

    2016 – 44.980 armas

    2017 – 42.387 armas

    Entenda, abaixo, a diferença entre posse e porte e saiba o que muda no decreto que regulamenta o Estatuto do Desarmamento:

    • Posse de arma de fogo: autorização para manter uma arma de fogo em casa (ou numa residência de campo, por exemplo) ou no local de trabalho (desde que o dono da arma seja o responsável legal pelo estabelecimento).
    • Porte de arma: documento que dá o direito de portar, transportar, comprar, fornecer, emprestar ou manter uma arma ou munições sob sua guarda. Para sair à rua levando uma arma junto ao corpo ou para usá-la para caçar, por exemplo, é necessário ter porte de arma.

    POLÍCIA FEDERAL EM VARGINHA

    O trespontano ou morador da região do Sul de Minas que quiser tirar sua posse de arma pode se dirigir a sede da Polícia Federal em Varginha, localizada na Av. Princesa do Sul, 1600 – Rezende, Varginha, com o telefone (35) 3229-4101. Ou basta entrar no site da PF para obter mais informações: http://www.pf.gov.br/servicos-pf/armas/aquisicao 

    Fontes: G1 e Mateus Parreiras/Portal Uai

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    Roger Campos

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  • FOTO EM FOCO por MAÍRA MARTINS

    FOTO EM FOCO por MAÍRA MARTINS

    CONHEÇA O PROJETO FOTOGRÁFICO “DONA DE SI” E SURPREENDA-SE!

    Olá minhas queridas! Sou a fotógrafa Maíra Martins, quero falar e mostrar o inédito e surpreendente projeto fotográfico chamado “Dona de Si”. É o meu primeiro projeto fotográfico de 2019, em parceria com a maquiadora Alexia Sacho e Charms Esmalteria,

    A minha missão com o Dona de Si é transmitir através das imagens a verdadeira essência e personalidade da mulher, realçando ainda mais as suas belezas! É um ensaio fotográfico onde a diversão é o objetivo, pois é somente através de uma sensível e ao mesmo tempo forte conexão que você vai quebrar o gelo e fazer a pessoa se soltar.

    Quero que elas se sintam bem com isso, se sintam bonitas e que quebrem a barreira e os preconceitos que as impedem! Ensaios com leveza e sensualidade e sem se tornar vulgar.

    Espero que com esse projeto eu consiga realçar ainda mais a beleza desse ser. Ela que é mãe, amiga, esposa, mulher e DONA DE SI.

    E você quer descobrir a mulher linda que tem aí dentro? Entre em contato comigo, tire suas dúvidas que eu tiro suas fotos, realçando sua beleza. Você sempre linda!

    Veja as fotos:

    Maíra Martins – Fotógrafa

     

     

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  • STF suspende investigação sobre Queiroz, ex-assessor de filho de Bolsonaro

    STF suspende investigação sobre Queiroz, ex-assessor de filho de Bolsonaro

    O Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta quinta-feira as investigações que apuravam movimentações financeiras suspeitas envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a pedido do próprio filho de Bolsonaro.

    A motivação do pedido ainda não foi esclarecida porque o processo corre em segredo de Justiça. “Pelo fato do procedimento tramitar sob absoluto sigilo, reiterado na decisão do STF, o MPRJ não se manifestará sobre o mérito da decisão”, informou a promotoria.

    O nome de Queiroz e de seus familiares aparece em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou uma movimentação bancária de 1,2 milhão de reais, “incompatível com seu patrimônio”, entre 2016 e 2017. A investigação faz parte da operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato no Rio que já levou dez parlamentares fluminenses para a prisão.

    A decisão é do ministro Luiz Fux, que julgou o pedido durante o plantão do Judiciário, já que o Supremo só retorna do recesso em fevereiro. Por ser uma medida liminar (provisória), o caso deve voltar a ser analisado no próximo mês pelo juiz Marco Aurélio Mello, relator do processo.

    A decisão do STF ocorre em um momento em que o Ministério Público já havia endurecido o tom contra Queiroz após ele, sua mulher e filha terem faltado a depoimentos marcados para apurar o caso. No dia 11 de janeiro a promotoria falou que os indícios levantados pelo Coaf “permitem o prosseguimento das investigações, com a realização de outras diligências de natureza sigilosa, inclusive a quebra dos sigilos bancário e fiscal”. O pedido de Flávio Bolsonaro para que se suspenda a investigação causa estranhamento, uma vez que ele não é, a princípio investigado no caso. Se fosse, apenas o STF poderia autorizar um processo de apuração contra ele, já que ele foi eleito senador e teria foro privilegiado.

    Em nota, a assessoria de Flávio informou que o pedido foi feito tendo em vista “nulidades diversas, como a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador para fins de investigação criminal, sem autorização judicial”. A defesa do parlamentar também pediu ao STF que o tribunal analise a competência da Justiça do Rio para julgar o caso.

    A principal suspeita das autoridades que investigam o caso é que o valor movimentado pelo motorista seja uma espécie de pedágio cobrado por parlamentares de seus funcionários: os depósitos na conta de Queiroz eram feitos por outros integrantes do gabinete de Flávio, e coincidiam com as datas de pagamento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

    O confisco de salários é ilegal, mas bastante difundido em assembleias, câmaras e prefeituras do país. O ex-assessor negou em entrevista ao SBT ser “laranja” dos Bolsonaro, e afirmou que o dinheiro é proveniente de uma série de negócios realizados por ele com carros usados.

    *El País

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    Roger Campos

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  • LUTO: Marciano, ícone da música sertaneja, morre aos 67 anos

    LUTO: Marciano, ícone da música sertaneja, morre aos 67 anos

    O cantor sertanejo Marciano, que marcou a história da música sertaneja ao lado de João Mineiro, morreu aos 67 anos, em sua casa em São Caetano do Sul, São Paulo. A informação foi confirmada na rede social do cantor:

    “É com imenso pesar que, em nota, confirmamos o falecimento do cantor Marciano, o Inimitável. Em breve, divulgaremos mais informações. Nesse momento, agradecemos o carinho de todos e pedimos orações à família.”

    Segundo uma amiga da família, o velório acontecerá na Câmara Municipal de São Caetano do Sul.

    O cantor, que nos últimos anos usava o título de “O Inimitável”, iniciou a carreira na década de 1970 formando a dupla Marciano e João Mineiro. Juntos, eles fizeram hits como “Ainda ontem chorei de saudade”, “Se eu não puder te esquecer”, entre outras.

    O artista também é um dos compositores de “Fio de cabelo”, um dos maiores sucessos da música sertaneja. Com mais de 400 regravações, a canção de 1981 é uma das mais lembrada em bares e karaokês. “Quando a gente canta, o povão canta junto. É emocionante”.

    Após a morte de João Mineiro, em 2012, José Marciano iniciou um projeto ao lado de Milionário (ex-dupla de José Rico, que morreu em 2015). O projeto dos dois foi chamado de “Lendas” e rendeu a gravação de um DVD em 2015, sendo lançado no mercado no ano seguinte.

    *G1

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    Roger Campos

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  • POLÊMICA: Prefeitura fala sobre danos ao Patrimônio Público praticados por cadeirante

    POLÊMICA: Prefeitura fala sobre danos ao Patrimônio Público praticados por cadeirante

    No último dia 10 de janeiro, a reportagem do Conexão Três Pontas recebeu uma solicitação de uma leitora pedindo a publicação de um vídeo onde um cidadão trespontano, portador de necessidades especiais, que estaria “cansado de esperar a Prefeitura recuperar as vias por conta dos buracos e falta de acessibilidade”, resolveu, literalmente, colocar a mão na massa. O caso ganhou imensa repercussão e no dia seguinte o mesmo rapaz voltou a chamar a atenção, desta vez na Avenida Oswaldo Cruz. A Prefeitura falou ao Conexão sobre o caso.

    Relembre o Caso

    Ainda segundo a leitora o vídeo que mostra o cadeirante foi registrado na tarde do dia 10, na Praça Tristão Nogueira, em frente a uma loja de manutenção de celulares. Nas imagens, o cadeirante tampa com cimento um buraco próximo a sarjeta (guia da calçada), no intuíto de facilitar a circulação de cadeiras de rodas. 

    Veja o vídeo:

    Após a veiculação pelo Conexão Três Pontas, onde nos colocamos à disposição da Prefeitura Municipal de Três Pontas, para um eventual pronunciamento, a Assessoria de Comunicação do Executivo Municipal postou nos comentários da postagem na página do facebook a seguinte resposta:

    No dia seguinte, o mesmo cidadão foi flagrado na Avenida Oswaldo Cruz, uma das principais vias de acesso da cidade de Três Pontas, quebrando parte da calçada que corta a via nos dois sentidos. O estrago foi grande por conta das “marretadas”, que objetivavam a construção de uma rampa de acesso para deficientes físicos, desferidas pelo próprio portador de necessidades especiais. Veja o vídeo:

    Assim que a notícia do ato na Avenida Oswaldo Cruz chegou até os corredores da Prefeitura, o Executivo Municipal tomou algumas providências. O fiscal de posturas do Município esteve no local e foram designados servidores municipais para “refazer o passeio danificado pela ação do cidadão, explicou a Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

    Prefeitura fez reparos em calçada danificada pelo cadeirante.

    Ainda conforme as informações repassadas ao Conexão pela Prefeitura, o cadeirante já era conhecido.

    “Ele não é nascido aqui em Três Pontas e já teve problemas na Câmara. Ele já veio aqui na Prefeitura exaltado algumas vezes. Na reunião no dia 26 de novembro, na Câmara Municipal, o então presidente Luís Carlos da Silva precisou chamar a policia pra ele. Esse rapaz já foi acompanhado pela Assistência Social da Prefeitura”, afirmou.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas também revelou que o cadeirante cometeu, segundo o Artigo 163, inciso III do Código Penal, crime de dano contra o patrimônio público. O Executivo não revelou se será impetrada ação contra o mesmo.

    Enorme buraco feito na calçada da Avenida Oswaldo Cruz.

    PATRIMÔNIO PÚBLICO

    Como o próprio nome diz, patrimônio público é de todos. Nossa reportagem conversou nos últimos dias com quatro advogados, especialistas no assunto, para obter informações e opiniões sobre o ato praticado pelo cadeirante que, inclusive, foi aplaudido e apoiado conforme comentários postados por populares.

    Para os juristas, apesar da compreensível insatisfação popular quanto a possível inoperância ou inércia na realização de obras necessárias e urgentes, como de conservação de vias públicas e acessibilidade “não se pode querer resolver os problemas com as próprias mãos, do seu jeito, de forma pessoal, correndo risco de ser responsabilizado por práticas abusivas e até na esfera criminal, como aconteceu nesse caso”, explicaram.

    Nossa reportagem tentou contato com o cadeirante mas não obteve êxito.

    É PRECISO SABER…

    O que é público, teoricamente, pertence a todos os cidadãos. Mas como se sabe o que é patrimônio público? Eles são somente bens físicos? São realmente do povo? Podem ser usados por todos?

    É possível encontrar diversas definições para o patrimônio público, sendo que uma serve de complemento a outra.

    De acordo com o Tesouro Nacional, esse tipo de patrimônio são os bens que estão à disposição da coletividade. Porém, vale esclarecer que o patrimônio público não inclui apenas bens físicos.

    A Lei nº 4.717/65, que regula a ação popular, define o patrimônio público como bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico e até mesmo turístico, ou seja, ganham a forma também de direitos e valores.

    Exemplo de bens públicos

    Os bens públicos podem ser classificados em três grupos. Eles são:

    • De uso comum do povo, como, por exemplo, praças, ruas, estradas e rios;
    • De uso especial, ou seja, terrenos e edifícios usados para serviços públicos;
    • Dominicais, como imóveis desocupados e usados para obtenção de renda.

    Cuidados especiais

    Embora sejam considerados de todos, os bens, direitos e valores que são classificados como patrimônios públicos ficam sob o domínio, responsabilidade e manutenção da União, de um estado, município, autarquia ou até de uma empresa pública.

    Ainda assim, os cuidados com os patrimônios públicos devem partir de todos, e isso inclui tanto os políticos, quanto os cidadãos em geral.

    Dessa forma, é possível garantir que os princípios éticos sejam mantidos, que o dinheiro público seja bem aplicado e que bens históricos, por exemplo, sejam conservados.

     

    *eDOU

     

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    Roger Campos

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