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  • PEDIDO DE AJUDA: “PAPAI NOEL e REI MOMO” BRUNÃO SANTANA AGUARDA CIRURGIA BARIÁTRICA

    PEDIDO DE AJUDA: “PAPAI NOEL e REI MOMO” BRUNÃO SANTANA AGUARDA CIRURGIA BARIÁTRICA

    Uma das figuras mais conhecidas de Três Pontas está precisando de ajuda. Bruno Santana, ou simplesmente Brunão, como é conhecido, está lutando para conseguir a necessária e urgente cirurgia bariátrica por conta do excesso de peso. Ele postou um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda.

    Atualmente Bruno Santana, que tem 40 anos de idade, está pesando 232 quilos. Precisando fazer o procedimento cirúrgico, por conta dos graves riscos à saúde provocados pela obesidade mórbida, Brunão pede para que os trespontanos o ajudem comprando uma rifa no valor de R$ 10.

    “Eu estou lutando para conseguir a cirurgia bariátrica há 4 anos e sempre alguma coisa dá errado. Agora, graças a Deus, parece que tudo está se encaminhando e já na próxima terça-feira eu tenho uma consulta para iniciar os procedimentos lá em Poços de Caldas. A cirurgia será feita pelo SUS, mas há exames que são muito caros. Se forem feitos pelo Sistema Único de Saúde vai demorar muito e devido ao peso que estou hoje estou correndo risco de morrer. Por isso preciso realizar os exames de forma particular. Não tenho os recursos para isso e resolvi pedir a ajuda dos trespontanos e dos leitores do Conexão em todas as cidades para que eu faça esses exames que custam em torno de R$ 8.000. Estou fazendo uma rifa com 1.000 números a R$ 10 cada onde sortearei uma TV 29 polegadas. Peço a ajuda de todos. Meu muito obrigado. Deus abençoe a cada um”, disse Bruno Santana.

    Depois de passar por vários médicos, atualmente Bruno Santana é acompanhado pela médica trespontana Dra. Ângela Cristina Menegato Miranda, endocrinologista.

    Trespontano, Brunão foi Rei Momo nos anos de 2008, 2014, 2015 e 2016. Também vestiu a roupa de Papai Noel e encarnou a magia do Natal por 3 anos.

    Ex-prefeito Paulo Luís Rabello, rainhas do Carnaval e o Rei Momo Bruno Santana.

    “Durante os anos em que Paulo Luís foi prefeito em fui Rei Momo e Papai Noel. Mas ainda hoje continuo trabalhando no Natal. Empresas e entidades me chamam para entregar presentes às crianças como o Bom Velhinho e isso me deixa muito feliz”, destacou.

    Veja o vídeo postado no youtube do Conexão Três Pontas:

    CIRURGIA BARIÁTRICA – ENTENDA

    cirurgia bariátrica reúne um conjunto de técnicas de diminuição do estômago para a redução do peso. O procedimento é feito quando as atividades físicas não causam mais efeito no paciente obeso, necessitando de uma intervenção médica. Além disso, é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina.

    A obesidade é uma das condições de saúde mais prevalentes do século XXI. Isso porque, embora esteja associada a fatores genéticos, ela também é reflexo de hábitos que vêm ganhando cada vez mais espaço: alimentação desequilibrada e sedentarismo.

    Segundo dados de 2017 do Ministério da Saúde, uma em cada cinco pessoas no Brasil está acima do peso. A prevalência do problema passou de 11,8% para 18,9%. O aumento do número de pessoas com excesso de peso também fez crescer a procura por tratamentos emagrecedores como, por exemplo, a cirurgia bariátrica, cujas indicações e riscos explicaremos melhor a seguir.

    A cirurgia bariátrica é destinada ao tratamento da obesidade e das doenças agravadas pela doença ou associadas ao excesso de gordura corporal. De forma geral, a cirurgia bariátrica é considerada como uma alternativa segura de tratamento para obesidade. “A nossa única ressalva aparece quando o paciente pensa na redução de estômago como primeira alternativa para perder peso, descartando a importância da dieta e da atividade física”, afirma o cirurgião Ricardo Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. (informações do Minha Vida)

    Quem puder ajudar Bruno Santana comprando uma rifa, ou de outra forma, pode entrar em contato diretamente com ele pelo celular ou whatsapp (35) 9 9807-4219.

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    Roger Campos

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  • Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, recebeu na última semana os estudantes do 5º ano Otimismo, da Escola Estadual Cônego José Maria, que, acompanhados da professora Mariana Rodrigues Graciano, tiveram um dia produtivo e de muita aprendizagem.

    Os alunos aprenderam sobre todos os processos do café, do grão à xícara. “A ideia surgiu quando os eles foram fotografar para o concurso de fotografias do Festival Canto Aberto”, contou a professora Mariana.

    “Estávamos indo para o Pontalete, quando alguns alunos perguntaram sobre a flor branca que havia no pé de café, então sentimos a necessidade de ensiná-los melhor sobre o assunto, já que está tão próximo deles”, emendou. 

    Além disso, a turma participou de uma Feira de Ciências, na escola, e apresentou justamente sobre a cultura do café.

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove até amanhã (29) o 26º Encontro Nacional das Indústrias de Café (26º Encafé), em Punta Del Este, no Uruguai. Segundo o diretor executivo Nathan Herszkowicz, o aumento da indústria de torrefação nos últimos anos, com a construção de fábricas pelas principais empresas do setor, como Nespresso, 3corações e Melitta, deve garantir uma produção adicional para expandir as exportações brasileiras de café torrado e moído.

    “O mercado de torrefação é muito concentrado, não só no Brasil. É mais rápido e fácil fazer acordos entre empresas privadas do que uma empresa brasileira ir para o exterior com sua marca e tentar desenvolvê-la, mas isso não é barato”, explicou Herszkowicz. O crescimento no mercado brasileiro, assim como eventual interesse de investidores privados em obter ganhos com o setor do café, pode viabilizar a aquisição de participações em empresas estrangeiras. “Até 2020 devemos ver notícias de aumento da participação das exportações brasileiras (de café torrado e moído) no mercado externo”, acredita.

    O crescimento do consumo interno de cafés no Brasil, inclusive de cafés de alta qualidade, deve garantir continuidade ao movimento de fusões e aquisições no segmento de torrefadoras ao longo de 2019, de acordo com o executivo. “Existe ainda um número substancial de empresas de valor médio que geram interesse para grandes empresas do setor que buscam conquistar participação em mercados regionais do Brasil”, explicou Herszkowicz.

    As informações são da Agência Estado

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    Roger Campos

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  • Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

    Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

     Vanessa Vilela abre para franquia loja ‘dois em um’ com foco no café.

    Para muitos empreendedores, abrir a marca para franquia é uma maneira de ganhar espaço em outras localidades com um modelo de expansão baseado no capital de terceiros. É o caso da proprietária e idealizadora da Kapeh Cosméticos, cafeteria e marca de produtos de beleza à base de café, Vanessa Vilela. Ela, que criou a Kapeh em 2007, em Três Pontas, diz que o interesse do público de outras regiões foi um dos principais motivos para investir no franchising.

    “Além disso, o mercado de café cresce cada vez mais, assim como o segmento de saúde, beleza e bem-estar, que também apresenta números positivos”, argumenta.

    O modelo de franquias foi lançado em outubro deste ano e Vanessa investiu R$ 1 milhão para realizar o projeto. <IP10>O resultado foi o valor de R$ 490 mil para os interessados em ter uma unidade, que inclui estoque, capital de giro e instalação da loja.

    “Os franqueados precisam passar por um treinamento completo para compreender o conceito da marca, além de aprenderem detalhes do café com o qual irão trabalhar”, completa Vanessa.

    Com 140 produtos cosméticos e serviço de cafeteria com grãos especiais e quitutes que combinam com a bebida, como pão de queijo e bolos, a loja se configura como dois estabelecimentos em um. Essa característica, de acordo com Vanessa, é um diferencial para o franqueado, principalmente pelo lado financeiro. “O serviço de cafeteria traz fluxo para a loja e assim a venda dos cosméticos aumenta”, acredita.

    Vanessa Vilela, fundadora da marca mineira Kapeh Cosméticos. Foto: Thais Magalhães.

    Para o coordenador de projetos do centro de empreendedorismo da FGV-SP, Marcus Salusse, o modelo de franquia é uma tendência positiva, que, no caso da Kapeh, é impulsionado pelo formato “dois em um”.

    “É um método interessante de crescimento do negócio, que também cria experiência para o cliente”, diz Salusse.

    Tendência. Assim como a Kapeh oferece dois serviços em um, outros empreendedores também têm investido no conceito, unindo barbearia e mecânica, livraria e bar, salão de beleza e restaurante, por exemplo. De acordo com Salusse, o formato é uma tendência e ajuda no crescimento das vendas.

    “O que eu percebo é que existe esse movimento para aumentar o tíquete médio na empresa. O estabelecimento cria uma experiência para o consumidor, com um elemento de relaxamento e ainda incentiva as compras”, pontua.

    No entanto, o especialista alerta para o cuidado do empresário com questões legais e tributárias, principalmente. “As atividades precisam ser cobradas da maneira correta. O serviço no serviço e o produto no produto. Não se pode esquecer dessas questões, pois elas podem prejudicar o empreendimento no futuro”, analisa o especialista em empreendedorismo.

    Fonte Estadão
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    Roger Campos

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  • VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    O Brasil e o mundo lembram hoje, 29 de novembro, com muita tristeza a tragédia que envolveu jogadores da Chapecoense e jornalistas. Ao todo morreram 71 pessoas na queda do avião, ocorrida há exatos dois anos. O Conexão Três Pontas relembra um pouco da emoção que tomou conta de todos, mesmo aqueles que não gostam ou não acompanham o futebol. Vidas que se foram, histórias interrompidas, carreiras encerradas precocemente por conta de uma irresponsabilidade gigantesca. Mas o “jogo” deve prosseguir. “Vamos Chapê!!!”

    Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada na quarta-feira (30), no primeiro jogo pelo título.

    A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.

    Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estava vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Radio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro titular Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

    Um piloto perdido

    Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.

    Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.

    Um plano de voo errado

    Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.

    O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, “estava errado”. Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos – eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada. Celia assegura que avisou o problema ao despachante da LaMia, que morreu no acidente.

    Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”.

    Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixava uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?

    E uma companhia aérea suspeita

    O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e nove tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.

    Em 2013 o avião foi vendido para a LaMia (Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.

    A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).

    Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.

    Os jogadores que sobreviveram

    O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.

    Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.

    O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.

    O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.

    E um time que ressuscitou

    Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.

    Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.

    O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.

    Virada

    A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.

    O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.

    Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.

    Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.

    Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

    VAMOS, VAMOS, VAMOS CHAPÊ, para sempre em nossos corações!

     

     

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    Roger Campos

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  • BINGO DA APAE SORTEARÁ UM FIAT MOBI E MAIS R$9.500,00 EM DINHEIRO.

    BINGO DA APAE SORTEARÁ UM FIAT MOBI E MAIS R$9.500,00 EM DINHEIRO.

    SAIBA COMO PARTICIPAR E TAMBÉM AJUDAR A ENTIDADE.

    A Apae de Três está mais uma vez lançando uma campanha para levantar recursos para a cobertura de suas despesas. É o tradicional Bingo da Apae, que novamente sorteará um automóvel e outros quatro prêmios em dinheiro. A entidade publicou nas redes sociais as informações de mais essa edição. O Conexão Três Pontas também recebeu o conteúdo e colabora com a instituição através da sua divulgação.

    No texto da campanha a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Três Pontas  diz: “O Bingo da APAE está de volta! Um Show de Prêmios para Você!”

    Quem quiser colaborar com a entidade e concorrer aos prêmios do tradicional Bingo da APAE de Três Pontas estará concorrendo a 05 prêmios:

    _ 5º prêmio: 01 Veículo 0 Km no valor de R$ 32.000,00 ou R$ 28.000,00 em dinheiro

    _ 4º Prêmio: R$ 5.000,00

    _ 3º Prêmio: R$ 3.000,00

    _ 2º Prêmio: R$ 1.000,00

    _ 1º Prêmio: R$ 500,00

    A Apae atende cerca de 700 pessoas com deficiência.

    O sorteio acontecerá no dia 16 de Dezembro, um domingo, às 10:00 da manhã no Estacionamento da FATEPS – UNIS.

    As cartelas custam R$ 20,00 reais e estão a venda na APAE de Três Pontas e no ponto de venda na Praça da Fonte.

    Mais informações (035)-3265-1127 – Colabore Você Também!

    “APAE de Três Pontas – Unidos Por Um Mundo Bem Melhor”

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA: Número de atendimentos cai no PAM de Três Pontas.

    ENTREVISTA: Número de atendimentos cai no PAM de Três Pontas.

    LUCAS ERBST EXPLICA OS MOTIVOS MAIS COMUNS QUE LEVAM ADULTOS E CRIANÇAS AO PRONTO SOCORRO.

    O Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, que atualmente tem como diretor o médico generalista Dr. Lucas Erbst, um dos profissionais de saúde mais queridos e respeitados da cidade, conseguiu “desafogar” o grande volume de atendimentos diários que superlotavam os corretores e provocavam demora e muitas reclamações. Isso se deu graças a criação do Centro Pediátrico Dr. Glimaldo Paiva.

    Dr. Lucas Erbst, diretor do PAM de Três Pontas.

    O PAM contabilizava até 200 atendimentos por dia. Mas quais são os principais motivos, as causas mais comuns que levam adultos e crianças a buscar socorro médico no PAM? O próprio Dr. Lucas falou ao Conexão com exclusividade. Acompanhe a entrevista em vídeo, completa e altamente esclarecedora:

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  • OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    Inegavelmente a vida dá muitas voltas e nos ensina incontáveis lições. Luís Felipe Scolari, o técnico do pentacampeonato mundial para o Brasil em 2002, ficou marcado pelo maior vexame da história da Seleção Brasileira, quando tomamos a maior goleada na história das copas, 7 x 1 para a Alemanha. Infelizmente o brasileiro tem memória curta e a maravilhosa conquista pelo plantel canarinho que tinha Ronaldo e Rivaldo no comando e o “paizão da Família Scolari” como treinador ficou esquecida ou diminuída diante daquele fiasco de 2014 em terras brasileiras. Mas Felipão, agora, deu a volta por cima aqui no Brasil.

    Depois da inacreditável derrota e eliminação do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014, Felipão viveu seu pior momento como treinador e acabou aceitando o convite para treinar o Grêmio entre 2014 (pós Copa) e o início de 2015. Mas uma goleada sofrida diante do rival Internacional selava o fim na casa tricolor gaúcha. E com as portas fechadas e total descrédito, Felipão acabou indo parar na China. E aí tudo começou a mudar.

    Num cenário de futebol emergente, sem visibilidade, mas com muito dinheiro e jogadores famosos chegando, como o meia brasileiro Paulinho, Luís Felipe Scolari venceu pelo Guangzhou Evergrande, onde conquistou sete títulos e deixou seu nome marcado na história do clube. Foram três temporadas no futebol asiático e uma estabilização do Guangzhou como uma potência do futebol chinês.

    De volta ao Brasil, após tropeços consecutivos e total desconfiança ao trabalho do então treinador Roger Machado, Felipão retornava a sua “casa verde”. O Palmeiras, time onde Felipão já havia conquistado 5 títulos, lhe abriu as portas. Depois daquela gangorra pessoal, como técnico, sendo campeão municipal pela Seleção em 2002 e depois o maior vilão em 2014 diante dos alemães, depois de marcar história no outro lado do mundo, Felipão precisava provar que ainda era vencedor aqui no seu país. E com números impressionantes, após pegar o Palmeiras em sétimo no Brasileirão 2018, levou o time do Parque Antárctica a conquista nacional, com o melhor segundo turno da história dos pontos corridos, melhor ataque, melhor defesa, melhor time jogando fora de casa e por aí vai…

    Luís Felipe Scolari suportou as eliminações do Palmeiras na Copa do Brasil e na Libertadores da América, essa última diante de um inspirado Benedetto, carrasco palmeirense, jogando pelo Boca Juniors. Um projeto multimilionário bancado pela Crefisa fez o Palmeiras ter um elenco invejável, craques e jogadores de alto nível aos montes. Mas foi com Felipão que o Brasileiro novamente ganhou as cores verde e branca.

    O maior sonho dos palmeirenses, o Mundial de Clubes, ainda não veio. Continua sendo o desafio da Crefisa e do Palmeiras. Mas enquanto ele não aporta em “terras palestrinas”, o Brasil e o mundo já ganharam, novamente, um grande paizão: Luís Felipe Scolari.

    Parabéns Palmeiras pela conquista! Parabéns Felipão!

     

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  • Direito de Arrependimento em compras online segundo o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49).

    Direito de Arrependimento em compras online segundo o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49).

    CIDADÃO ENTENDA O SEU DIREITO.

    Como funciona o direito de arrependimento na prática? Para esclarecermos essa questão, precisamos entender melhor o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor.

    Com o avanço da tecnologia e a comodidade que esta nos traz, alinhada ao fato de que os preços dos produtos no comércio online (sites/e-commerce), na maioria das vezes são bem mais em conta do que nos estabelecimentos comerciais propriamente ditos, é fato que a maior parte da população prefere adquirir produtos através da internet.

    Entretanto são comuns as dúvidas sobre o direito de arrependimento, posteriores a uma compra eventualmente feita por impulso no mercado online diante de todas estas facilidades.

    Inicialmente, urge salientar que os contratos pactuados pela internet estão sujeitos à aplicação tanto do Código Civil como do Código de Defesa do Consumidor, inclusive a Lei 12.965/2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil, só veio para reforçar a aplicação do Código de Defesa do Consumidor nas relações online, conforme bem preconiza o seu artigo 7º, XIII, in verbis:

    Art. 7o O acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados os seguintes direitos:

    XIII – aplicação das normas de proteção e defesa do consumidor nas relações de consumo realizadas na internet. O chamado “direito do arrependimento” está previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, senão vejamos:

    Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

    Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

    Ora, ao contrário do que muitos pensam, o consumidor tem o direito de desistir de uma compra não presencial no prazo de 07 (sete) dias, contatos do ato de recebimento do produto ou da prestação do serviço.

    Ademais, o parágrafo único bem preconiza que os valores eventualmente pagos deverão ser integralmente restituídos, com a devida correção monetária que se fizer necessária.

    Frisa-se, entretanto, que o dispositivo supramencionado aplica-se tão somente às compras efetuadas fora do estabelecimento comercial, como pode ser observado por uma leitura preliminar do artigo em análise.

    No que tange às compras feitas diretamente no estabelecimento, o consumidor só poderá pedir a devolução do dinheiro, se o produto tiver defeito que não seja sanado no prazo de 30 (trinta) dias, de acordo com o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

    A regra do “direito do arrependimento” está condicionada à consequente devolução daquele produto que não lhe serve para o uso que imaginaria, evitando, desta forma, um possível locupletamento ilícito por parte do consumidor, que teria o seu dinheiro restituído e ainda poderia ficar com o bem adquirido, ainda que não lhe servisse.

    A quem recai a responsabilidade das despesas da devolução do produto ao fornecedor?

    A Segunda Turma do Egrégio Superior Tribunal de Justiça entendeu que quem arca com as despesas de entrega e devolução do produto é o comerciante.

    “Eventuais prejuízos enfrentados pelo fornecedor nesse tipo de contratação são inerentes à modalidade de venda agressiva fora do estabelecimento comercial”, diz a ementa do REsp 1.340.604.

    Ainda nesse sentido, saliente-se que o relator do caso, o ministro Mauro Campbell Marques, afirmou no voto que “aceitar o contrário é criar limitação ao direito de arrependimento, legalmente não previsto, além de desestimular tal tipo de comércio, tão comum nos dias atuais”.

    Direito de Arrependimento em compras online segundo o CDC Art 49

    Apesar da jurisprudência, o direito de arrependimento nem sempre é atendido de pronto. Ainda nos dias atuais, é comum que algumas empresas responsabilizem o consumidor pelas despesas com serviço postal decorrente de devolução de produtos, entretanto, o entendimento das Cortes Superiores é de que nesses casos o consumidor seja ressarcido integralmente de todas as despesas efetuadas, até porque atribuir esse ônus ao consumidor seria contrariar diretamente a presunção de hipossuficiência do consumidor em relação às empresas fornecedoras.

    Com efeito, é dever dos fornecedores prestar em seus sites informações claras a respeito do produto, facilitar o atendimento para eventuais problemas ou dúvidas do consumidor, bem como, garantir que seja respeitado o direito de arrependimento do consumidor, fazendo cumprir todos os requisitos legais e morais, atentando-se sempre para a boa fé que se espera das relações consumeristas.

    GABRIEL FERREIRA DE BRITO JÚNIOR – OAB/MG 104.830

    Advogado na Sério e Diniz Advogados Associados desde 2006, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do

    Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Cel.: (35) 9 9818-1481

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Pe. EDNALDO BARBOSA É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    HISTÓRIAS DE VIDA: Pe. EDNALDO BARBOSA É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do pároco da Matriz d’Ajuda, Padre Ednaldo Barbosa, muito querido.

    Pe. Ednaldo Barbosa nasceu em 02 de dezembro de 1971. Foi ordenado padre em 07 de julho de 2001. Ele está em Três Pontas desde 2011.

    Desde que chegou em Três Pontas para comandar a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, provocou uma verdadeira revolução na cidade. Reorganizou as finanças da Igreja, reformou diversas igrejas, como a do Pontalete, a do Hospital e também a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda. Reformou ainda todo o Escritório Paroquial. Foi com a sua supervisão que o processo de Beatificação do agora Beato Padre Victor andou e se tornou realidade. Padre Ednaldo é considerado um sacerdote de pulso firme, gênio forte, um teólogo de mão cheia, uma exímio administrador, alguém que já entrou para a história de Três Pontas pelos feitos que transformaram para melhor todo o contexto da paróquia.

    Foi com Padre Ednaldo a frente da Matriz, que no dia 06 de junho de 2015, um sábado, Vossa Santidade o Papa Francisco, autorizou, logo pela manhã, (Horário de Brasília), a Congregação para as Causas dos Santos a promulgar o Decreto de Beatificação do Padre Francisco de Paula Victor. O Conexão foi o primeiro veículo a divulgar a grande notícia, que teve uma repercussão gigantesca, a maior da ainda breve historia do portal. A emoção tomou conta de toda cidade.

    Foi graças ao grande trabalho de Padre Ednaldo, Diocese da Campanha, paróquias locais, devotos e a Associação Padre Victor, que no dia 14 de novembro de 2015 que o sonho virou realidade. Padre Victor se tornava Beato. Três Pontas, com cerca de 57 mil habitantes, se preparou para receber milhares de romeiros e devotos de Padre Victor, muito venerado na região. A cerimônia foi realizada no aeroporto municipal, às 16 horas de um sábado inesquecível. A cidade está localizada a 291 quilômetros de Belo Horizonte e a 344 quilômetros de São Paulo, com acesso pela Rodovia Fernão Dias no trevo de Varginha.

    Uma grande reforma aconteceu na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, novamente com a supervisão do Padre Ednaldo Barbosa. O local de visitação dos fiéis saiu dos fundos do templo católico e ganhou enorme destaque do lado direito do Altar.

    Padre Ednaldo, incansável, fortaleceu os movimentos e pastorais, incentivou a oração e a caridade, lutou pelas famílias, pela “coisa certa”. E normalmente quem tem a coragem de “mexer” em alguns “vespeiros”, nem sempre é compreendido e tolerado. Mas o fato é que a grande maioria dos trespontanos, principalmente os católicos, reconhecem e aplaudem o trabalho formidável desempenhado por esse sacerdote, um homem reto, coerente, verdadeiro e competente.

    Surgiram rumores recentes que preocuparam os paroquianos: Padre Ednaldo Barbosa, atendendo determinação da Diocese da Campanha, poderia deixar Três Pontas. Felizmente, para os fiéis católicos da Matriz, isso não ocorreu.  O atual Bispo Dom Pedro Cunha Cruz, renovou sua permanência na Terra de Padre Victor e de Nossa Mãe por tempo indeterminado.

    Outro grande trabalho de Ednaldo Barbosa foi a instalação do novo sino. A Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda ganhava no final do mês de março de 2017 seu terceiro sino. Feito em homenagem ao Beato Padre Victor, quem instalou, enquanto pároco, os outros dois. Para isso o atual pároco, Padre Ednaldo Barbosa, criou uma campanha de doação de recursos e contou com a ajuda dos fiéis católicos.

    No sábado, 25 de março de 2017, durante a Santa Missa das 19 horas, a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda esteve lotada. O Bispo Dom Pedro Cruz presidiu a cerimonia especial. Muitos fiéis fizeram questão de fotografar o novo sino, todo dedicado ao Beato Padre Victor. Já no dia seguinte o sino foi erguido até a torre da Igreja através de um guindaste. Agora o som vindo da Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, local onde estão os restos mortais de Francisco de Paula Victor, ecoa ainda mais forte.

    Ampliando sua gama de trabalhos, na noite do dia 31 de Janeiro de 2018, a cidade de Nepomuceno se alegrou com a apresentação e acolhida do seu novo administrador paroquial. Pe. Ednaldo Barbosa foi recebido por uma numerosa quantidade de fiéis nepomucenenses na Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano e celebrada por 15 sacerdotes. Autoridades civis se fizeram presentes, como a Prefeita Municipal e Vereadores. Também o Pastor Saulo, que representou as demais denominações religiosas presentes em Nepomuceno. Esse trabalho em nepomuceno não atrapalha em nada sua coordenação paroquial em Três Pontas, segundo o próprio sacerdote.

    Padre Ednaldo Barbosa recebeu uma Moções de Aplauso da Câmara Municipal de Três Pontas pelo destaque na evangelização e trabalhos importantes a frente de sua paróquia. Um verdadeiro discípulo de Cristo que cumpre com afinco e absoluta abnegação suas funções sacerdotais. Compartilha uma sinceridade que as vezes assusta, mas que é necessária nos dias de hoje e, principalmente, diante do tanto que há para se fazer pela Paróquia e pelos fiéis.

    Um religioso convicto, cumpridor dos ensinamentos de Jesus e das leis dos homens. Como um bom brasileiro, nunca foge à luta. Se precisar, “compra briga” para defender as coisas de Deus e do povo de Deus. É avesso ao errado, a mentira, a fofoca e tudo aquilo que não provém do reino dos Céus. Culto, politizado e de opiniões claras, Ednaldo está sempre em busca do melhor para todos. Por tudo isso é tão invejado, tão querido e tão amado.

    Por tudo isso, Padre Ednaldo Barbosa recebe as homenagens do Conexão Três Pontas, por sua bela História de Vida!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Muito se fala, hoje, de safras altas de café no Brasil, nesses últimos anos. Porém, pra chegar até aqui foram períodos longos e sujeitos a percalços, com influência climática e de condições de preços do produto.

    A análise das safras brasileiras de café, a partir de 1960, mostra a ocorrência de grandes variações ao longo do período, conforme os dados representados na figura 1. Podem ser observados níveis de safras em 6 intervalos de ocorrência –  abaixo de 10 milhões de sacas/ano foram verificadas somente 2 safras (1965 e 1976) função da seca e da geada; entre 10 e 20 milhões de sacas ocorreram 10 safras; entre 20 e 30 milhões foi observado o maior nº de safras (22); entre 30 e 40 milhões somente 9 safras ;  entre 40 e 50 milhões 12 safras e acima de 50 milhões  apenas 2 safras, sendo estes níveis maiores concentrados nesses  8 últimos anos. Verifica-se um crescimento constante a partir dos anos 2000.

    A média dos períodos decenais foi a seguinte:

    1961 – 70      =   22,9  milhões de sacas

    1971 – 80      =   19,5  milhões de sacas

    1981 – 90      =   26,6  milhões de sacas

    1991 – 2000  =   26,0  milhões de sacas

    2001 – 2010  =   39,0  milhões de sacas

    2011 – 2018  =  48,5  milhões de sacas

    A observação dos dados da figura 1 evidencia, ainda, 3 fenômenos importantes na definição das safras:

    1º) O ciclo bienal das produções, uma alta seguindo a baixa, característico do nosso tipo de lavoura a pleno sol, que se esgota após uma safra alta, passa o ano seguinte recuperando sua ramagem e nesse ano resulta uma safra baixa, voltando a produzir bem, novamente, após 2 anos. Com a variação climática entre as regiões, com o aumento de podas e com entrada sucessiva de novos cafeeiros em produção, nas últimas safras o diferencial de ciclo de altas e baixas safras ficou reduzido.

    2º) Os fenômenos climáticos, inicialmente com maior relevância para as geadas e hoje em dia também as estiagens, que afetam drasticamente as safras de café no mesmo ano, pelo chochamento e má granação dos frutos e no ano seguinte, pela redução no crescimento da ramagem.

    3º) A conjuntura de preços do café, a qual pode estimular ou desestimular os tratos nas lavouras e os novos plantios.

    No momento atual o setor da produção cafeeira – a lavoura de café – ainda se encontra em um ciclo de expansão, no qual houve muita renovação de áreas e melhoria nos tratos, com aumento de produtividade. Para que essa fase se mantenha é preciso que a combinação dos 3 fenômenos citados ocorra de forma adequada. Vislumbra-se, já, para 2019, uma safra em ciclo bienal de baixa, diante da alta safra observada em 2018. O clima, por enquanto, vem bem, embora um período critico, de stress hídrico, na granação dos frutos, ainda possa ocorrer. Os preços atuais do café  não estão estimulantes, situação agravada pelo aumento verificado nos custos dos insumos para a produção.

    Fonte Notícias Agrícolas

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    Pedestre: Conexão mostra diferenças entre o trânsito de Três Pontas e de Lavras.

    O respeito no trânsito ou, pior, a falta dele. Esse é um tema recorrente em todo Brasil e não se resume apenas ao descumprimento de leis contidas no Código de Trânsito Brasileiro por parte dos motoristas. Vai muito além disso. Pedestres e ciclistas também dão exemplos diários de verdadeiros absurdos cometidos em vias públicas. Em Três Pontas algumas situações e flagrantes ultrapassam o campo da irresponsabilidade. A reportagem do Conexão Três Pontas acompanhou o trânsito na cidade de Lavras e constatou que há diferenças gritantes de comportamento no trânsito entre as duas cidades.

    A principal diferença é o respeito que em Lavras se dá aos pedestres. Na cidade com cerca de 102 mil habitantes, localizada há apenas 83,6 km de distância de Três Pontas, chega a impressionar como os condutores de veículos automotores respeitam as faixas, hoje chamadas passagens elevadas de pedestres.

    “Aqui em Lavras quando a gente (pedestre) precisa atravessar, já é de praxe que os motoristas, a grande maioria deles, param e respeitam nossa circulação em segurança. Isso só não é tão comum quando os carros são de fora, turistas, pessoas de outras cidades, talvez por, na cidade de origem deles, não se ter essa conscientização”, disse o engenheiro César Henrique Novais.

    Outra situação recorrente em Lavras é perceber como o pedestre também é educado. A grande maioria, principalmente na região central, local de maior fluxo de veículos e, consequentemente, maior risco de acidentes e atropelamentos, atravessa na faixa, mesmo que tenham que andar 10, 20 ou 50 metros até chegar à passagem elevada de pedestres mais próxima.

    “Não adianta cobrar apenas dos motoristas. Os pedestres têm que dar exemplo e aqui em Lavras, no centro da cidade principalmente, é comum se atravessar na faixa”, pontuou a dona de casa Maria Silvéria de Souza.

    Segundo a Polícia Militar de Lavras os índices de atropelamentos no município são baixíssimos, praticamente zero. O motivo, conforme a corporação, é a conscientização, o respeito ao CTB e a fiscalização.

    Essa postura dos usuários das vias públicas em Lavras é rara na maioria das cidades brasileiras, mas é comum em algumas localidades, principalmente naquelas com colonização europeia (Segundo estudo do Denatran), como na região sul do país ou no interior de São Paulo. Em Minas Gerais outras cidades também aparecem com destaque positivo no respeito aos pedestres. É o caso de São Lourenço, também no sul de estado. Lá o cumprimento às lei de trânsito também é claro.

    Em Três Pontas, cidade com cerca de 58 mil habitantes, infelizmente a realidade é bem diferente. Pedestres atravessam, quase que na unanimidade, fora da faixa; não é raro ver ciclistas andando sobre calçadas; cavalos dividindo espaço com veículos automotores no centro da cidade; motoristas sem cinto de segurança, convergindo sem dar seta e até avançando farol vermelho. Mas o destaque negativo é justamente o desrespeito ao pedestre que muitas vezes espera muito tempo para conseguir atravessar ou se sente diariamente ameaçado por carros, motos, vans, ônibus e caminhões.

    “Não tenho confiança nenhuma quando vou atravessar a rua. Eu assumo que muitas vezes não atravesso na faixa, mas mesmo sobre ela é raro quando algum carro para pra gente atravessar. Eles (motoristas) acham que, com a farol verde pra eles, podem acelerar sem lembrar que somos mais frágeis e que temos preferência”, declarou a estudante trespontana Ana Paula Laudomiro.

    Motoristas ouvidos pelo Conexão em Três Pontas opinaram que na cidade há mudanças de trânsito, nas vias públicas, nas mãos de direção “do dia para a noite”, sem aviso prévio e muitas vezes sem uma educação para o trânsito; que não há políticas de conscientização sobre as leis do CTB; que a fiscalização deixa a desejar (e que quando têm reclamam…), que faltam vagas de estacionamento e que os pedestres também precisam se educar melhor.

    “Três Pontas precisaria de uma grande campanha de conscientização no trânsito, mais fiscalização, aplicação de multas de forma justa, sem se produzir uma indústria de autuações. As vias também estão em péssimo estado de conservação. Faltam guardas municipais nas escolas e sobra imprudência. De todas as partes! Também tem um negócio de colocarem cadeiras, caixas, tijolos e qualquer coisa segurando vaga de estacionamento no centro da cidade. Isso é uma vergonha! Mesas e cadeiras que os bares colocam sobre as calçadas acabam obrigando o pedestre a atravessar na rua. É difícil dirigir ou atravessar com segurança em nossa cidade”, afirmou a instrutora de trânsito do Detran, Renata Marques.

    Vejam o vídeo que nossa reportagem gravou na cidade de Lavras mostrando o respeito ao pedestre no centro da cidade:

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    Roger Campos

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