Edição de 2018 aconteceu entre os dias 20 e 22 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

O destino do ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB) será decidido hoje pelos cinco desembargadores da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMG), que julgam os embargos infringentes apresentados pela defesa. O político foi condenado a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro e, se confirmada a decisão de segunda instância, a pena pode começar a ser executada ainda nesta semana. Ontem o ex-governador disse esperar ser inocentado. “Que a justiça seja feita reconhecendo a minha inocência.”
O resultado do julgamento dos embargos, que são os últimos recursos no TJMG, será conhecido 11 anos depois de a primeira denúncia ser feita ao Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação da Procuradoria-Geral da República foi aceita em 2009, quando Azeredo era senador por Minas Gerais. Em fevereiro de 2014, quando era deputado federal, o tucano renunciou ao mandato, após a PGR entregar as alegações finais do processo ao STF. Sem o foro privilegiado, Azeredo teve seu caso enviado para o Tribunal de Justiça mineiro, onde recomeçou. Na ocasião, ele disse, em carta, considerar injustas e agressivas as acusações.
O ex-governador é acusado de ter desviado R$ 3,5 milhões em recursos de três estatais mineiras para sua campanha à reeleição em 1998. Ele teve a condenação confirmada pela 5ª Câmara Criminal do TJ em agosto de 2017. Na ocasião, com dois votos pela condenação e um pela absolvição, os desembargadores reduziram em nove meses a pena da primeira instância.
No recurso interposto por Azeredo, a defesa requer a absolvição do tucano e, se isso não ocorrer, a revisão da dosimetria das penas para o mínimo legal. Também pede que a Justiça reconsidere a expedição de mandado de prisão contra o político. “A defesa espera que amanhã (hoje) os desembargadores entendam pela prevalência do voto do desembargador Alexandre Carvalho, dando provimento aos embargos infringentes, com a consequente absolvição do ex-governador”, disse o advogado Castellar Modesto Guimarães Neto. Ele afastou a hipótese de o tucano ser preso ainda nesta semana. “Não trabalhamos com essa possibilidade porque temos convicção na reforma da decisão.”
O Ministério Público de Minas Gerais pede a aplicação imediata da prisão, após o esgotamento dos recursos no TJMG. Em parecer, o MP opina pelo conhecimento do recurso de Azeredo, mas pela não aceitação da rediscussão da pena e da aplicação da prisão em segunda instância. Assinado pelo procurador de Justiça Antônio de Padova Marchi Júnior, o parecer é pela condenação do tucano três vezes pela pena de peculato e seis vezes como incurso em lavagem de dinheiro. A dosimetria também é definida levando em conta a “continuidade delitiva” dos crimes de peculato.
DENÚNCIA
No caso que ficou conhecido como o mensalão mineiro, o MP denunciou Azeredo como principal beneficiário do desvio de recursos do governo do estado. O esquema, operado pelo publicitário Marcos Valério, segundo o MP, foi executado por meio de contratos superfaturados. Segundo as investigações, foram desviados R$ 1,5 milhão de duas estatais.
A decisão do STF que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no início de abril reafirmou o entendimento de que a execução provisória da pena, quando ainda não houve o trânsito em julgado do processo, é válida.
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Paladas de Alexandria disse que “Muita coisa acontece entre o cálice e o lábio”. Com esse pensamento a primeira coisa que me ocorreu foi o universo poético entre o cálice e o lábio: a chegada de um vidro fino, o toque, a vinda não de um copo, mas, de um cálice, que conserva na sua palavra algo doce, fino, elegante, e que pode transportar desde a bebida mais simples, ao amargo do veneno, ou ser o calar de uma boca.
Esse espaço pode ser o início da celebração de uma alegria, de uma vitória, de uma data, um evento qualquer que traga alegria àquele que vai começar a beber. Pode também traduzir o infortúnio, a desgraça, o desafogo de esperanças, a perda de um amor, irremediavelmente. Pode ser o veneno que vai dar fim a uma vida inteira, repleta de desilusões para consigo mesma e parar com o mundo. A bebida e o cálice são do alcoólatra, do suicida, do refinado, sem distinção.
Esse espaço poético é grandioso e ao mesmo tempo assustador. Da sua imagem somente o contorno do cálice e a boca se abrindo para receber o seu líquido. Como uma dupla inseparável, pronta para lutar, ambos, pelo seu espaço na poesia. Ao cálice, a tarefa de erguer um brinde, de ser beijado pela boca seca e ardente do beberrão, do alpinista social, ou simplesmente de alguém de bem com a vida e mais nada a desejar deste mundo, confortavelmente sentado em frente a uma lareira, um alpendre, a deixar a imaginação viajar pelo nada.
Também este cálice esteve a serviço do Mestre. Envolto, simbolicamente, na atitude e na dúvida do Filho de Deus diante da missão a ser cumprida. Em um último apelo Ele pede que aquele cálice se afaste da Sua boca e Ele possa evitar a Sua entrega em nome de outros, recusando-se a manter o Seu destino e, em determinado momento, se revoltar diante dele.
A Este lábio se juntou um cálice, um calar-se, como um grito de dor e de angústia, quando vivemos as duras penas de um regime militar, que o cantor eternizou em sua letra, pedindo ao mesmo Pai que Ele afastasse dali aquele medonho compromisso de lutar pela liberdade civil de muitos, de beber a bebida amarga do infortúnio.
Enfim, muitas coisas acontecem no pequeno espaço que se espreme entre o cálice e o lábio. Poeticamente perfeito, por menor que seja, encerra uma musicalidade insuperável.
Aos poetas é dado beber de um cálice, onde se inspiram para as realizações. Ao criador de histórias, um cálice vale mais do que muitas fortunas. É bebendo um líquido afogueado, ou adocicado de um belo vinho, que a inspiração finalmente venha até os lábios e se transforme, pelas mãos do artista, evoluindo de um calar-se para um falar interminável.
Nilson Lattari
www.facebook.com/conexaotrespontas
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

A faixa mais rica da população brasileira, correspondente a 1% do total, ganhou 36,1 vezes mais do que a metade com menos dinheiro, faturando, em média, R$ 27,2 mil por mês, enquanto o rendimento mensal dos mais pobres foi de R$ 754, cerca de 0,7% da renda total. De acordo com o instituto, o valor, apesar de alto, é menor do que o obtido em 2016: na época, era 36,3 vezes maior.
A renda média per capita foi reduzida em 2017, passando de R$ 1.285 em 2016 para R$ 1.271, uma queda de 1,09%. O IBGE aponta que se a distribuição de renda no país fosse igualitária, cada pessoa receberia por mês cerca de R$ 2,1 mil.
Em todas as regiões do país, com exceção do Sudeste, que registrou uma ligeira queda na concentração de renda, houve aumento na desigualdade social.
Para analisar a desigualdade nas regiões do Brasil o IBGE considerou o Índice de Gini, um indicador que vai de 0 a 1, sendo que 0 significa uma distribuição perfeita de dinheiro e 1 a pior possível. A região Sudeste teve nota 0,529, enquanto a região Nordeste ficou em 0,567, Norte com 0,544, Sul com 0,477 e Centro-Oeste com 0,523.
Cerca de 60% da população brasileira teve, em 2017, algum tipo de fonte de renda. O número de pessoas que teve rendimentos vindos do trabalho caiu, passando de 42,4% para 41,9%, enquanto a parcela que teve acesso ao dinheiro vindo da aposentadoria cresceu, saindo de 13,9% para 14,1%. A pensão alimentícia, a mesada e a doação não registraram aumento, ficando em 2,4%. Os alugueis tiveram um pequeno aumento em relação a 2016, saindo de 1,8% para 1,9% no ano passado.
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Além do reajuste anual, o processo de revisão, previsto nos contratos de concessão, é promovido de cinco em cinco anos. O objetivo seria obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel. O presidente do Conselho Nacional dos Consumidores de Energia Elétrica (Conacen), José Luiz Nobre Ribeiro, explicou que essa medida é adotada para evitar que as empresas tenham prejuízos, ou seja, que não gastem com a compra da energia mais que o valor recebido para distribuí-la.
Ribeiro afirma que o modelo de exploração energética adotado no Brasil prevê três dimensões: geração, transmissão e distribuição. Ele esclarece que o aumento a ser implementado pela revisão tarifária diz respeito à distribuição de energia no Estado e não à sua geração. Para ele, o acréscimo de 22,63% para os consumidores residenciais; de, em média, 22,73% para as empresas de baixa tensão, e de, em média, 34,41% para as de alta tensão; “provocará, com o perdão do trocadilho, um curto-circuito no bolso dos contribuintes”.
Esses percentuais, de acordo com o presidente do Conacen, são baseados na metodologia de cálculo adotada pela agência reguladora e que está prevista nos contratos de concessão. Ele explicou que, diferente do reajuste anual, que leva em conta a inflação e o chamado fator de qualidade, a revisão possui outros componentes que oneram os valores finais. Ribeiro afirma que não foram encontrados erros nos cálculos realizados, mas que a metodologia pode ser considerada perversa.
O deputado Elismar Prado, que solicitou a audiência juntamente com os parlamentes Felipe Attiê (PTB) e João Leite (PSDB), disse que os cálculos são feitos “friamente”, sem ponderar o atual contexto de desemprego e crise no país. Ele informou ainda que participou de audiência com a Aneel, em 28 de março deste ano, quando apresentou documento para questionar o aumento “abusivo” que está em pauta.
O parlamentar afirmou que são levados em conta, de fato, critérios técnicos como os custos de aquisição da energia e as perdas de acionistas, mas que deveriam ser consideradas também as condições dos mineiros de pagar essa conta. Ele argumentou ainda que a Cemig vem acumulando lucros bilionários e que a divisão de ganhos deveria ser feita também com os consumidores.
Outro questionamento diz respeito ao sistema de bandeiras tarifárias, em que é cobrado um valor adicional na conta de energia por períodos específicos. O deputado explicou que, entre janeiro de 2015 e junho de 2017, foram arrecadados dos consumidores R$ 20,5 bilhões, sendo que o ônus das empresas concessionárias foi de apenas R$ 12,6 milhões.
Elismar Prado ressalta que as bandeiras tarifárias já são alvo de processo no Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, essa é apenas uma forma de antecipar receitas para as empresas, sem representar qualquer benefício para os contribuintes.
Os deputados Elismar Prado, Felipe Attiê e João Leite pretendem aprovar novo requerimento e realizar outra audiência pública. Eles lamentaram a ausência de representantes da Aneel e, sobretudo, da Cemig. Desta vez, eles farão uma convocação do presidente da empresa ou de um dos seus diretores.
Para os parlamentares, a Cemig precisa prestar os esclarecimentos necessários à população do Estado. João Leite afirmou que o Executivo tem adotado essa mesma postura em outras reuniões realizadas, por exemplo, no âmbito da Comissão de Segurança Pública. Foi aventada até mesmo a possibilidade de se instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), caso a Cemig não envie representantes para a próxima reunião.
Impactos no mercado – Para Edilson Cruz, representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o aumento médio de 25,87% para o comércio vai impor um acréscimo de até 2 % no custo final da mercadoria, o que pode parecer pouco, mas que dificultaria a concorrência com os produtos vendidos online. Já Mariel Orsi, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomercio-MG), o micro e pequeno empresários serão os mais penalizados pelo “aumento desarrazoado”.
Fonte ALMG
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Muito tem se falado sobre a aprovação da Lei 13.467/2017, conhecida como Reforma Trabalhista. Foram trazidas pela Lei diversas e polêmicas alterações na Consolidação das Leis do Trabalho.
Uma das alterações trazidas pela Reforma Trabalhista foi a inclusão do artigo 855-B, que dispõe sobre o processo de homologação de acordo extrajudicial, que nada mais é que a possibilidade das partes (empregador e empregado), em comum acordo, provocarem o poder Judiciário para a homologação de um acordo realizado extrajudicialmente.
Para que o acordo seja homologado pelo Juiz as partes deverão cumprir os requisitos previstos no referido artigo, bem como em seus parágrafos, quais sejam: a) iniciar o processo de homologação de acordo extrajudicial por petição conjunta, sendo obrigatória a representação das partes por advogado; b) e que as partes não poderão ser representadas pelo mesmo advogado, sendo facultado ao trabalhador ser assistido pelo advogado do sindicato de sua categoria.
Conforme artigo 855-C da CLT, o processo de homologação do acordo não afasta a multa do artigo 477, parágrafo 8º da CLT, assim, o pagamento das verbas rescisórias deverá ser efetuado em até 10 dias contados a partir do encerramento do contrato, a fim de que não incida a referida multa.
Outro fato importante é a previsão do artigo 855-D da CLT, determinando que no prazo de 15 dias a contar da distribuição da petição, o Juiz analisará o acordo, podendo designar audiência se entender necessário, e, em seguida, proferirá a sentença. Inclusive, caberá recurso ordinário da sentença que rejeitar a homologação do acordo ou de parte dele.
Vale lembrar que com o protocolo da petição de acordo extrajudicial, ficará suspenso o prazo prescricional com relação aos direitos ali discriminados, sendo certo que o prazo só voltará a fluir após o trânsito em julgado da decisão que não homologar o acordo, sendo o previsto no artigo 855-E da CLT.
Registre-se que a criação do procedimento de Jurisdição Voluntária na Justiça do Trabalho trouxe segurança jurídica para as partes, tendo em vista que a transação será respeitada quando for devidamente homologada pelo Juízo. Além disso, evitará a propositura de reclamações trabalhistas que visam rediscutir créditos decorrentes da relação de emprego, pois, este era um dos fatores que contribuía para o grande volume de processos trabalhistas, vez que muitas das vezes os acordos realizados acabavam não refletindo a realidade dos fatos.
Por outro lado, destaca-se que o novo procedimento ao mesmo tempo em que veio para trazer segurança para as partes, trouxe também preocupação, principalmente quanto a sua forma de utilização, tendo em vista que o processo de homologação de acordo extrajudicial não pode ser utilizado para burlar a Lei e lesar os trabalhadores, e, portanto, não pode o empregador deixar de pagar os direitos trabalhistas do trabalhador, para depois buscar um acordo extrajudicial de tudo que não adimpliu durante o pacto laboral.
Sendo assim, esta nova previsão legal trouxe alternativas para solução dos impasses decorrentes da relação de trabalho, porém, frisa-se, que somente será válido quando resultar de verdadeira vontade das partes e com o equilíbrio que deve existir em qualquer transação.
Portanto, caberá ao Poder Judiciário adotar o seu procedimento quanto a homologação do acordo, devendo o Juízo proceder à análise de cada caso concreto, levando-se em conta, inclusive, o Princípio da Primazia da Realidade, cabendo, ainda, aos advogados e aos Sindicatos, a fiscalização para a correta utilização do Processo de Homologação de Acordo Extrajudicial.
Dra. Fernanda Marques – OAB MG nº 166.381
www.facebook.com/conexaotrespontas
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Fonte Grupo Unis
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Acostumamos a dividir a vida entre o certo e o errado, esquecendo, os legisladores dos caminhos, aquilo que seria o certo ou aquilo que seria o errado. Homens de bem, e mulheres também, optam por definir uma atitude correta para que a sociedade siga o bom caminho. Resta definir o que seria um homem ou uma mulher de bem, e depois de conseguir tal conclusão, entregar a eles a definição do certo e do errado.
Que coisa desgastante, definir em boas e bem traçadas linhas o que seria o certo e o que seria o errado! No meio do caminho, ou no fim dele, aparecem, simplesmente, aqueles que querem se divertir.
Uma diversão é um acordo entre duas partes, desde que transgrida todas as leis, escondam-se entre quatro paredes, e definam entre si o que seria o certo e o errado de cada um. Diversão é fazer coisas certas ou erradas, em um perfeito casamento de interesses, no caso, divertimento.
Temos o caso do casal que saiu fantasiado no carnaval, levando no ombro um filho fazendo as vezes do fiel amigo do Aladim. No caso, eles não estavam pensando no certo ou errado, estavam apenas querendo se divertir. Mas, fora das quatro paredes, o divertimento foi tachado de racismo.
Bonnie e Clyde optaram por se divertir fazendo tudo errado, ou certo para eles, que queriam se divertir, e ao que tudo indica, fora das quatro paredes, deu tudo errado.
Mas fazer a coisa errada, mesmo que pareça certa, recebe punição. O divertimento de alguns pode ser transgressão para outros, mesmo que lá no fundo estejam procurando a pessoa certa para fazer coisas erradas, e no fundo à procura de diversão.
Esta diversão pode ser simplesmente dar asas ao instinto, e o que poderia haver de errado em duas pessoas querendo se divertir, e arcando com as consequências dos seus atos?
Há limites para a diversão? Creio que sim. Afinal, a diversão de alguns não pode ser a tragédia para outros. E aí entramos na inserção daquilo que é certo, errado ou diversão.
Muitos brigam por aquilo que acham certo, e como oponentes aqueles que lutam pelo errado como se fosse o certo. Nunca vão se divertir, mas eternamente brigarão.
Na verdade, nada que existe pode ser certo ou errado, mas a diversão é o melhor caminho, entre muros, até porque uma boa chacoalhada na caretice da sociedade parece ser uma coisa divertida. O que estraga é a falta de esportividade.
O consenso em fazer a coisa certa, muitas vezes valida o errado. Mas, o consenso em fazer a coisa errada não leva àquilo que é certo. Menos policiamento sobre a vida alheia facilita a diversão, diversão que causa inveja, muitas vezes, por aqueles que não acharam o par certo para, simplesmente, poder se divertir.
Nilson Lattari
www.facebook.com/conexaotrespontas
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Campos de futebol de cinco bairros de Lavras já começaram a ser restaurados com recursos de emenda individual da deputada federal Dâmina Pereira (Podemos/MG). Os locais serão reformados, com pinturas, aramado, redes, novas cercas, novas traves e novo gramado junto de outros benefícios. A verba é do Ministério dos Esportes e a Prefeitura Municipal já realiza a obra.
As reformas estão sendo feitas com a primeira parcela do montante de R$ 877.500,00 que a deputada destinou para a área do esporte em Lavras.
Os bairros Jardim Floresta, Novo Horizonte, Água Limpa e Vila Murad serão contemplados. Também serão atendidos o estádio municipal do Fabril e uma quadra no bairro Novo Horizonte.
A previsão é de que até 90 dias os campos já sejam entregues à população, através das Associações de Bairros representantes e das equipes esportivas que irão administrá-los. Assim, toda a população vai desfrutar das reformas quando finalizadas.

www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Para combatê-los, o governo goiano, literalmente, chamou a polícia. Numa medida polêmica, a escola Fernando Pessoa, assim como outras 11 da rede estadual no último ano, passou por um processo de “militarização” do ensino, resultado de uma parceria das duas Secretarias (Educação e Segurança) para acabar com a violência no ambiente escolar.
Na prática, os militares assumem a administração da escola, enquanto a parte pedagógica (professores e métodos de ensino) segue sob a alçada da Secretaria de Educação.
Os resultados da mudança implantada no início deste ano, segundo a escola e o governo goiano, foram satisfatórios. O diretor do agora Colégio Militar Fernando Pessoa, capitão Francisco dos Santos Silva, afirma que, implementando os princípios básicos militares de “hierarquia e disciplina”, a escola conseguiu acabar com os casos de violência e virou um “sonho” para os moradores da cidade.
“Aqui, aluno fumava droga dentro da escola e batia em professor. Eu cheguei a ter de tirar uma professora da aula. Ela estava em um estado tão grande de depressão, que eu tive que tirá-la da sala”, conta o capitão à BBC Brasil. “Agora, é outro mundo, os próprios professores perguntam como nós conseguimos. Antes, eram os alunos que mandavam na escola”, diz.
Entre os pedagogos e especialistas, porém, o modelo militar é bastante questionado. “Resolve a violência por causa do medo da repressão. Mas não resolve o problema real”, defende a doutora em Ciência da Educação e coordenadora do Observatório de Violência nas Escolas do Brasil, Miriam Abramovay.
A escola se tornou militar em janeiro deste ano e, segundo o capitão Santos, conseguiu manter 80% dos alunos após as mudanças – eram 680 alunos até então. Agora, o colégio tem quase o dobro de estudantes (1.100) e atuam nele um total de 13 oficiais militares, 38 professores – a maioria mantida do modelo antigo da escola, com apenas algumas trocas daqueles que “não se adaptaram ao novo esquema” -, além de uma psicóloga, uma psicopedagoga e outros funcionários.
Entre as funções dos militares, estão as de cunho administrativo – o comandante e o sub-comandante fazem parte do corpo diretivo – e também as de “coordenadores de disciplina”, que são responsáveis por fazer com que os alunos cumpram as regras da cartilha militar.
“O ser humano se adapta ao meio. Quando você tira o meio violento, as palavras pesadas, eles mudam, o linguajar muda, o falar muda, a gente trabalha a consciência deles”, diz o capitão Santos. “Os alunos receberam muito bem, teve três ou quatro pais que não ficaram satisfeitos. Mas para a região aqui é um sonho para esse povo, muita gente queria e não tinha oportunidade.”
O dia a dia do aluno do Fernando Pessoa já começa diferente ao sair de casa para ir à escola. Antes, bastava colocar a camiseta do colégio, agora é preciso vestir o uniforme militar completo de estudante e cuidar para que tudo esteja “nos trinques” – uma camisa para fora da calça já pode gerar uma chamada de atenção.
O corte de cabelo dos meninos agora é “padrão militar”, e as meninas devem manter o seu preso. Esmalte escuro é proibido, assim como acessórios muito chamativos. Mascar chiclete, falar palavrão ou se comunicar com gírias (“velho”, “mano”, “brother”) também são práticas banidas da escola desde que ela se tornou militar.
Ao chegarem à escola, o tradicional “bom dia” foi substituído por uma continência. “Ela é a nossa saudação, para o professor ou entre os alunos, é um jeito de dizer ‘bom dia, como vai?’”, explica o capitão Santos. Daí vem o perfilamento em formação militar seguido da revista de um “coordenador de disciplina” para evitar que alguma regra seja desrespeitada. Uma vez por semana, há também a formação geral para cantar o hino nacional e o hino à bandeira, enquanto a mesma é hasteada conforme manda o protocolo militar.
Além dos novos hábitos, os alunos da Escola Fernando Pessoa ganharam também novas aulas. O currículo do Ministério da Educação (MEC) é mantido, mas os militares adicionaram à grade aulas de música, cidadania, educação física militar, ordem unida, prevenção às drogas e Constituição Federal.
“Nós trabalhamos o respeito com o próximo, a responsabilidade com horários, a reverência aos mais velhos. E a convivência”, conta o diretor, que garante também não aplicar punições severas aos alunos que quebrarem as regras.
Desde que os militares passaram a administrá-la, a Escola Fernando Pessoa passou por reformas e teve sua aparência transformada. “A escola era toda pichada, toda deteriorada, banheiros quebrados. Tirei oito caminhões de lixo daqui, era uma coisa muito triste. Agora, reformulamos, pintamos, pusemos climatizador nas salas, sistema de câmera, não tem mais nada de violência”, diz o diretor.
O relógio marca exatamente 7h15 de uma terça-feira ensolarada quando o toque ritmado da corneta rompe o silêncio no enorme pátio, anunciando a hora de começar mais uma solenidade de formatura semanal no Colégio Militar de Belo Horizonte, na Pampulha. Enfileirados, os quase 700 alunos, de 10 a 18 anos, acompanham, com corpos fixos e cabeças erguidas, o hasteamento das bandeiras e, em seguida, cantam com vozes firmes o hino do colégio. Quando o comandante toma a palavra, autorizando a tropa a “descansar” após 20 minutos de formação, o alívio é imediato. Braços e pernas relaxam, e até mesmo alguns bocejos ecoam, comprovando que, apesar de toda pompa e formalidade, alunos de colégios militares são crianças e adolescentes como quaisquer outros, imersos em um sistema de ensino que se expande a cada ano.
Estranha à primeira vista, a cena é cada vez mais comum no Estado: Minas é o segundo do país em número de escolas militares. Ainda assim, para quem está de fora, o universo envolvendo escolas administradas ou pelo Exército Brasileiro, ou pela Polícia Militar (PM) permanece polêmico. Há os que condenem a metodologia, certos de que o ensino militar doutrina e forma uma massa de seguidores acríticos. Assim como existem aqueles que aplaudem o sucesso na consolidação do respeito como valor para os jovens. Em meio às divergências, um fenômeno curioso, alheio a tudo, tem chamado a atenção: em uma sociedade que busca o conhecimento que liberta, cresce, cada vez mais, a demanda por colégios militares pelo país.
Apenas em Minas, são mais de 20 mil alunos frequentando escolas cujo uniforme remete à farda militar, divididos em 24 colégios, dois do Exército e 22 da PM – dois deles inaugurados neste ano, em Uberlândia, no Triângulo, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas. E a intenção é continuar crescendo: Divinópolis, na região Centro-Oeste, também deverá receber uma unidade do Colégio Tiradentes. “Não conseguimos atender 100% (dos interessados). Ainda temos uma demanda reprimida de dependentes de militares”, explica a coronel Rosângela de Souza Freitas, diretora de Educação Escolar e Assistência Social da PM.
O ensino está na UTI. Professores frequentemente ameaçados e agredidos, escolas tomadas pelo tráfico de drogas, alunos desinteressados, ausentes e aprendendo pouco. Algumas escolas que passaram a ter um acompanhamento militar mudaram essa realidade. Mas há quem desaprove a entrada das forças armadas ou da polícia nas escolas.
QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A “MILITARIZAÇÃO” DAS ESCOLAS PÚBLICAS?
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

Em reunião na última semana, no Palácio da Liberdade, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, recebeu em seu gabinete o deputado estadual, Mário Henrique Caixa (PV), o ex prefeito de Três Pontas, Tadeu Mendonça (PV), a atual presidente da Copasa, Sinara Meireles e o vice-presidente da companhia, Antônio Cesar de Miranda (Junior Geloso). Na ocasião o governador nomeou o trespontano Tadeu Mendonça como o novo vice-presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).
Para o deputado, esse cargo é perfeito para o seu conterrâneo. “Deposito toda minha confiança no Tadeu, sei que ele vai engrandecer e melhorar o que for preciso na Copasa. Ele já tem uma grande história na gestão pública, além de vários projetos como o Sete Cachoeiras, a Penalty, o CAIC, entre outros. Estou feliz e agradeço ao governador Pimentel por colocar mais um trespontano em um cargo tão importante”, enfatiza Caixa (PV).
Tadeu Mendonça (PV), agora o atual vice-presidente da Copasa, nasceu na cidade de Três Pontas, é bacharel em Direito e tem mais de 20 anos de experiência no setor público. Foi diretor geral do IPEM – Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais, superintendente na AMM – Associação Mineira de Municípios, conselheiro no DER-MG – Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais, advogado na Prefeitura Municipal de Três Pontas, diretor de transportes aeroviários na Secretaria de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais e prefeito de Três Pontas, além dos 16 anos de experiência no setor privado.
“Agradeço a confiança do governador, em me colocar nesse cargo. Terei muitos desafios pela frente, mas sei que posso contar com a ajuda da presidente Sinara Meireles e que estarei sempre à disposição do meu corpo de diretores da Copasa”, afirma Tadeu Mendonça.
www.facebook.com/conexaotrespontas

Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
#doadorsemfronteiras
Seja Doador de Médicos sem Fronteiras