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  • Em Belo Horizonte, público vota nos melhores cafés do Brasil

    Em Belo Horizonte, público vota nos melhores cafés do Brasil

    Resultado da premiação da Semana Internacional do Café sai amanhã

    Entre as atrações que reuniram a maior atenção do público no primeiro dia da Semana Internacional do Café (SIC), que começou ontem (10) em Belo Horizonte, estava a chance de provar e votar nos melhores cafés do Brasil.

    Concorrem à premiação Coffee of the Year (Café do Ano) 150 cafés arábicas, 30 canéforas, dez de fermentação induzida arábica e dez de fermentação induzida canéfora. Entre esses, o público pode experimentar os dez primeiros de arábica, os cinco primeiros de canéfora e três de cada tipo de fermentação induzida, e votar nos seus preferidos de cada categoria.

    O resultado da premiação será divulgado amanhã (12) à noite, último dia do evento, que ocorre no centro de convenções Expominas.

    Olfato e paladar

    Além da degustação, a feira tem também as sessões de cupping, em que a experimentação vai além do sabor e inclui sentir o aroma em várias etapas, desde o pó do café. Apesar de esse ser um trabalho para classificadores profissionais, os Q-graders, o responsável por organizar o espaço de Cupping da feira, Alex Eduardo, conta que leigos também podem se aventurar no processo.

    Por segurança, o evento exige teste negativo de covid-19 para participar do cupping, além de ao menos uma dose da vacina para poder entrar na área de exposições.

    A primeira etapa é sentir o aroma do pó de café seco. Depois, esse pó é hidratado, e mais uma vez é o olfato que entra ação. Em cada passo, é preciso registrar quais aromas estão sendo reconhecidos, para compará-los com o paladar em seguida, quando o pó decanta e o líquido é separado para ser provado.

    “O café tem que dar a volta no céu da boca e voltar para a língua, para vaporizar e você sentir o gosto e o aroma juntos, de uma só vez”, explica Alex.

    Para provar o café, os q-graders usam uma colher, da qual chupam o café, sem nenhum receio de fazer barulho. O som, na verdade, faz parte da técnica de conduzir o café às partes certas da boca.

    Como uma sessão de cupping pode ter dezenas de xícaras seguidas, os avaliadores levam ainda um copo onde cospem o café, para que tanta cafeína não cause mal estar.

    Baristas campeões

    O público do evento pode apreciar também a arte de preparar o café, em um espaço dedicado aos maiores baristas do Brasil. Em um estante que funciona como uma cafeteria, profissionais preparam cafés especiais enquanto explicam suas técnicas e escolhas ao público.

    Campeão brasileiro de barismo em 2020 e semifinalista do campeonato mundial de baristas, Boram Um serviu ao público o mesmo café que o levou ao título nacional. Criado em uma família de produtores de café, ele começou na profissão quando abriu uma cafeteria. Desde então, ele observe uma crescente demanda por baristas profissionais.

    “O mercado brasileiro está crescendo bastante, tem profissionais excelentes, mas ainda faltam baristas”.

    O campeão barista considera a profissão boa para quem está começando a vida profissional e pode usar esse passo para entrar na indústria de cafés especiais. Para suprir a necessidade de baristas em suas cafeterias, Boram abriu uma escola que treina e certifica esses profissionais.

    “O brasileiro vai cada vez mais migrar para o café especial. Hoje temos grandes marcas trabalhando com café especial e isso traz visibilidade”, avalia ele, que compara. “Assim como na cerveja artesanal, as pessoas começaram a comprar o café especial no mercado para provar e consumir algo em menor quantidade e maior qualidade”.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Cerca de 85 mil pessoas podem ter benefício do INSS suspenso

    Cerca de 85 mil pessoas podem ter benefício do INSS suspenso

    Segurados têm até hoje para agendar perícia

    Cerca de 85 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem o benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) têm até hoje (11) para agendar a perícia médica. Eles foram convocados pela operação pente-fino do órgão para verificar possíveis irregularidades e terão o benefício suspenso se não passarem por nova perícia.

    Em 27 de setembro, o INSS convocou 95.588 segurados para agendarem perícia médica até 11 de novembro. Segundo o instituto, até agora somente 10.397 marcaram o exame, com 85.191 passíveis de perderem o auxílio de incapacidade temporária.

    A relação completa dos convocados pode ser consultada no Diário Oficial da União. Desde julho, o órgão está enviando cartas a 170 mil segurados. As perícias começaram em agosto.

    Quem recebe a notificação tem 30 dias, a contar da data informada pelos Correios, para agendar o procedimento.

    De acordo com o INSS, as pessoas convocadas por meio do Diário Oficial não foram localizadas nos endereços da base de dados do órgão ou receberam a carta de notificação, mas não marcaram a perícia.

    O exame pode ser agendado de três formas: pelo aplicativo Meu INSS, pela Central de Atendimento 135 ou pela página do INSS na internet.

    O beneficiário deve levar os seguintes documentos no dia da perícia: carteira de identidade, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), exames médicos recentes que comprovem a incapacidade de trabalhar e laudo com nome do médico, registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), código da doença/CID (classificação internacional) e a descrição da doença.

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    Roger Campos

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  • Câncer já é a principal causa de morte de crianças e adolescentes

    Câncer já é a principal causa de morte de crianças e adolescentes

    Oncologista alerta para importância do diagnóstico precoce

    Embora o câncer em crianças seja uma doença rara, ele é responsável pela maioria das mortes entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade, da ordem de 8% do total, de acordo com o  Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). 

    “É a primeira causa de morte por doença no Brasil e nos países desenvolvidos. Ele (câncer) só perde para causas externas, como traumas, e outros agentes externos”, disse hoje (14) à Agência Brasil a oncologista e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope) Flávia Martins.

    Os três tipos de câncer mais comuns entre crianças e jovens, por ordem de frequência, são leucemias, tumores no Sistema Nervoso Central (SNC) e linfomas.

    A doutora Flávia Martins recomenda que, para fazer o diagnóstico precoce, é preciso prestar atenção na criança e no que dizem os pais, pois há tempos variados de diagnóstico. Os primeiros consistem no reconhecimento dos sintomas pelos pais e no atendimento médico não especializado da criança em um hospital, pronto-socorro ou Unidade Básica de Saúde (UBS). Em seguida, vem o atendimento complexo, com o diagnóstico final.

    O mês de setembro é reservado à conscientização e combate ao câncer infantojuvenil.

    Reconhecimento

    A oncologista alerta que o reconhecimento dos sintomas pelos pais é muito importante. “Prestar atenção em febres contínuas. Lembrar que a criança tem, sim, febres, tem viroses, infecções, mas elas duram, no máximo, entre três e cinco dias, e não costumam deixar a criança prostrada, não costumam causar dor”. Outro sinal importante, segundo a médica, é a palidez.

    “Quando a criança está um pouquinho descorada e menos ativa, os pais devem levar em consideração e levar para uma avaliação médica. Qualquer sintoma neurológico, como estrabismo, quando a criança fica vesguinha, ou a criança reclamar de alteração visual súbita, dor de cabeça”.

    Flávia Martins ressaltou que a “dor é coisa de adulto, isso não é coisa de criança. Criança, para ter dor, tem que ter alguma justificativa e essa dor tem que passar por uma investigação”.

    A oncologista reconheceu que os sintomas de alerta são mais fáceis de serem detectados pelos médicos. Já os sintomas mais comuns a outras doenças, como febre e dor de barriga, acabam passando despercebidos.

     

    Qualidade de vida

    Estatísticas do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) para o triênio 2020/2022 estimam 8.460 novos casos por ano de cânceres infantojuvenis, sendo 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o sexo feminino.

    Segundo o Inca, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência nas últimas quatro décadas foi extremamente significativo. “Hoje, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos da doença podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado”, informa o Inca.

    A oncologista Flávia Martins lembrou que é importante não só a criança ser curada, mas manter qualidade de vida, com capacidade funcional. “Porque não basta curar. A gente tem que promover que essa criança chegue a ser um adulto, e até um idoso saudável. Então, quanto mais precocemente a gente encontrar aquele tumor do sistema nervoso central, aquela leucemia, a gente vai, muitas vezes, poder planejar o tratamento de forma que a criança seja menos espoliada, sofra menos agressões”.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Pesquisa indica queda da anemia em crianças de até 5 anos

    BOA NOTÍCIA: Pesquisa indica queda da anemia em crianças de até 5 anos

    Prevalência caiu de 20,9% em 2006 para 10,1% em 2019

    A prevalência de anemia em crianças brasileiras de 6 meses a 5 anos caiu de 20,9% para 10,1% entre 2006 e 2019, segundo dados divulgados hoje (19) no Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani-2019). A redução ocorreu em todas as regiões brasileiras, com a exceção da Norte, onde a prevalência subiu de 10,4% em 2006 para 17% em 2019.

    A coordenadora do eixo micronutrientes do Enani e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Inês Rugani, afirma que a prevalência de 10,1% caracteriza a anemia como um problema de saúde pública leve, segundo parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para deixar de ser considerado problema de saúde pública, o percentual precisa ser menor que 5%.

    O estudo também mapeou a deficiência de vitamina A nas crianças de 6 meses a 5 anos e constatou uma prevalência de 6% no Brasil, o que representa uma redução em relação aos 17,4% registrados em 2006, na Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde.

    Com a queda, o percentual nacional saiu da zona de problema de saúde pública moderado (10% a 20%) e passou a ser considerado um problema leve (2% a 10%). A deficiência de vitamina A foi maior no Centro-Oeste (9,5%), Sul (8,9%) e Norte (8,3%).

    A pesquisadora da UFRJ afirmou que é importante aprofundar o conhecimento sobre as desigualdades regionais e locais com novas pesquisas. “Os dados parecem indicar que a gente está em um momento em que podemos começar a trabalhar com a focalização de grupos mais vulneráveis”, avaliou.

    Outros micronutrientes foram avaliados pela primeira vez em âmbito nacional, como a vitamina B12. Nesse caso, a prevalência da falta da vitamina foi de 14,2% no Brasil, chegando a 28,5% na Região Norte.

    O coordenador nacional do Enani-2019, Gilberto Kac, destaca que esse micronutriente reflete desigualdades socioeconômicas e um cenário de insegurança alimentar.

    “As fontes de vitamina B12 são exclusivamente alimentos de origem animal, principalmente – carne bovina, suína, fígado, vísceras e peixes. A dificuldade de acesso a esses alimentos pode estar relacionada à alta prevalência de deficiência de vitamina B12 nessa faixa etária”, analisa Kac em texto divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma das instituições participantes do projeto.

    A deficiência de vitamina D teve prevalência calculada em 4,3% para o Brasil. Nesse caso, os menores percentuais foram 0,9% no Nordeste e 1,2% no Norte, enquanto o maior foi de 7,8% no Sul. Também foram apresentados dados para a deficiência de zinco, que teve prevalência de 17,8% no Brasil, abaixo do limite de 20% que configura um problema de saúde pública.

    A pesquisa incluiu 12,5 mil domicílios e conseguiu coletar amostras de sangue de 8,8 mil crianças de 6 a 59 meses de idade. Também foram realizadas entrevistas com as famílias.

    A coordenadora-geral de alimentação e nutrição no Ministério da Saúde, Gisele Bortolini, ressaltou a importância da pesquisa para as políticas públicas e afirmou que o consumo dos dados pela gestão é imediato.

    “A prioridade, do ponto de vista de política pública, é a alimentação saudável das crianças. Esse é o objetivo. No entanto, enquanto persistirem as carências, temos os programas de suplementação”, afirmou.

    “A decisão que a gente já aprimorou, olhando para a Região Norte, identificando essa vulnerabilidade, é intensificar a ação por meio do NutriSUS  [Estratégia de Fortificação da Alimentação Infantil com Micronutrientes (vitaminas e minerais) em Pó] . Nesta sexta-feira, a equipe está indo para o Amazonas, para a intensificação do NutriSUS, que ia acontecer na escola e vai acontecer na atenção primária.”

    A pesquisadora da Universidade de São Paulo Marly Cardoso participou da transmissão ao vivo do lançamento da pesquisa e elogiou o trabalho, mas lembrou que os dados são de 2019 e refletem um período anterior à pandemia de covid-19. “Esses resultados refletem o antes da pandemia e a década anterior de ações de atenção e cuidado nutricional e a saúde infantil. A gente está diante de um outro cenário que exige cautela”.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Após vários dias sem nenhuma internação, duas pessoas com suspeita de Covid-19 estão hospitalizadas em Três Pontas

    Após vários dias sem nenhuma internação, duas pessoas com suspeita de Covid-19 estão hospitalizadas em Três Pontas

    Município segue sem registros de novos óbitos desde o dia  13 de setembro.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico semanal da sexta-feira (05) trazendo aumento no número de contaminados e de curados. O total de óbitos não voltou a subir. Não há o registro de nenhuma morte por covid-19 nos últimos 55 dias. As boas notícias não podem implicar no relaxamento total. Manter os cuidados de prevenção é fundamental!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estão melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. O que, ainda precisa CONTINUAR acontecendo, já que a pandemia, alertam os especialistas, ainda não acabou.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 7.257 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 7.086 já se recuperaram e, infelizmente, 167 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, quatro pessoas estão com o vírus.

    Números de duas semanas atrás

    Números de Hoje

    Gangorra: No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Nos últimos 135 dias havia retomado o ciclo de queda. Subiu novamente e nas últimas semanas voltou a cair, retomando nova alta nos últimos dias.

    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 27.587.

    Duas pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontra-se hospitalizada. Há pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 571 dias. Isso dá uma média de 12,70 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias em Três Pontas:

    Confirmados +7

    Recuperados +4

    Óbitos: igual

    Casos em Isolamento +3

    Internados: igual

    Com suspeita +2

    Síndrome Gripal +222

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 92 Homens

    _ 75 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 56

    _ 60 a 79 anos – 76

    _ 80 anos ou mais – 34

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 52

    _ Hipertensão – 40

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 61

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 74

    _ 8 a 15 dias – 53

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

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    Roger Campos

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  • IMÓVEL FINANCIADO, ADQUIRIDO ANTES DA UNIÃO ESTÁVEL, INTEGRA A PARTILHA NA DISSOLUÇÃO DA UNIÃO? – Dr. Gabriel Ferreira

    IMÓVEL FINANCIADO, ADQUIRIDO ANTES DA UNIÃO ESTÁVEL, INTEGRA A PARTILHA NA DISSOLUÇÃO DA UNIÃO? – Dr. Gabriel Ferreira

    Partilha das parcelas adimplidas na constância (durante) da união estável

    Na união estável, salvo contrato escrito entre os companheiros, aplica-se às relações patrimoniais, no que couber, o regime da comunhão parcial de bens. Assim, comunicam-se todos os bens adquiridos onerosamente na constância da convivência, independentemente da comprovação da efetiva participação de cada um dos companheiros, presumindo-se o esforço comum.

    Isso porque, o artigo 1.725 do Código Civil não deixa margem de dúvida quanto à comunhão dos bens móveis e imóveis adquiridos por um ou por ambos os conviventes na constância da união estável.

    Portanto, em regra, os bens adquiridos, antes da união estável, não fazem parte da comunhão e não serão partilhados em eventual dissolução do relacionamento estável.

    No caso analisado neste artigo, tratando-se de bem imóvel financiado, embora adquirido anteriormente ao início do relacionamento estável, é possível a partilha dos valores das parcelas do financiamento adimplidas na constância da convivência? A resposta é positiva.

    Iniciada a união estável, presume-se que ambos os conviventes passaram a suportar, em partes iguais, a dívida e os direitos contraídos do financiamento – ainda que anterior por apenas um dos companheiros.

    Diante disso, devem ser partilhados os valores das prestações do financiamento do imóvel pagas na constância da união estável, ressaltando que, para fins de partilha, desnecessária a comprovação de que o ex-companheiro contribuiu para a formação de patrimônio comum (repita-se: é presumido).

    Assim, as prestações adimplidas (pagas) durante a união devem ser partilhadas até o momento de sua dissolução. Já as parcelas anteriores à união que foram suportadas exclusivamente por uma das partes, não integra a partilha.

    Sobre a matéria, os Tribunais têm o entendimento de que existe a comunicabilidade das parcelas do financiamento do bem pagas durante a convivência, uma vez que os pagamentos são feitos em prol da família.

    Conclui-se, então, que a partilha alcançará tão somente as parcelas do financiamento pagas durante a união estável, até a data limite da dissolução da relação, na proporção de 50% (cinquenta por cento) para cada uma das partes, não podendo ser incluídas as parcelas de períodos anteriores e posteriores à convivência.

    Estejam todos com Jesus!!!

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    http://gabrielferreiraadvogado.page/

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG

    Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.

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  • Alimentação saudável dos brasileiros caiu drasticamente

    Alimentação saudável dos brasileiros caiu drasticamente

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    Os lares brasileiros tiveram uma redução drástica no consumo de alimentos saudáveis como carne, frutas, queijos, hortaliças e legumes durante a pandemia do coronavírus. Em lares em situação de insegurança alimentar, que representam quase 60% dos domicílios, a redução do consumo destes alimentos chegou a ser de mais de 85%.

    Carne, frutas e queijo estão no topo da lista de alimentos saudáveis com redução de consumo durante a pandemia nos domicílios brasileiros:

    _ 44% dos domicílios reduziram o consumo de carne,

    _ 40,8% reduziram o consumo de frutas e

    _ 40,4% reduziram o consumo de queijo.

    Em seguida vem as hortaliças e legumes, com 36,8% de domicílios reduzindo seu consumo.

    O ovo foi o alimento que sofreu a menor redução e o maior aumento de consumo: 17,8% dos lares brasileiros diminuíram, enquanto 18,8% aumentaram seu consumo. Este aumento pode estar relacionado à substituição do consumo de carne.

    Ainda segundo o IBGE, em 2018, no Brasil, cada pessoa da família gastava em média R$ 209 por mês com alimentação. A pesquisa perguntou quanto os brasileiros precisariam gastar para comer o básico. A diferença entre o que está no carrinho e o que falta é de 66,7%. As respostas indicaram que o valor por pessoa teria que ser de R$ 348.

    Esses dados de 2018 refletem a situação em que o Brasil entrou na pandemia. Especialistas dizem que, desde então, o problema se agravou e atingiu um número cada vez maior de brasileiros.

    A pesquisa também mostra que, no Brasil de antes da pandemia, os problemas financeiros iam muito além do supermercado. Quase metade da população (46,2%) vivia em 2018 numa família que tinha alguma conta em atraso, principalmente as despesas de água, luz ou gás (37,5%).

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

    [email protected]

    @caroldiniz3

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  • IPVA 2022 deve ficar até 30% mais caro em Minas Gerais

    IPVA 2022 deve ficar até 30% mais caro em Minas Gerais

    O aumento é por causa da valorização dos carros novos e usados no país. Os valores do imposto são calculados com base nos preços praticados na tabela Fipe

    Com o fim de ano se aproximando, os consumidores brasileiros mais atentos já começam a fazer as contas dos impostos que vão precisar ser pagos no início de 2022. Um deles é o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e os motoristas que tem carros emplacados em Minas Gerais devem pagar um IPVA mais caro em até 30%, na comparação com o valor que foi pago neste ano.

    Um levantamento feito pela reportagem de O Tempo sobre o preço dos 10 carros mais vendidos do país, considerando o valor praticado na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no mês de novembro, mostra que a diferença entre o IPVA a ser pago em janeiro de 2022 e o imposto que foi pago em janeiro de 2021 varia entre 14% e 27%, dependendo do modelo do veículo.

    Considerando que a alíquota do imposto cobrado pela Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) é de 4% para os automóveis, os donos de um Gol usado deverão arcar com um IPVA 25,49% mais caro no ano que vem, enquanto quem tem um Uno vai pagar um imposto 14,56% maior, podendo chegar a até 27,12% no caso do Corolla (veja detalhes abaixo).

    Esse aumento é devido à elevação do preço dos automóveis no Brasil em 2021, por causa da escassez de peças e componentes eletrônicos enfrentados pela indústria automotiva durante a pandemia, com fila de espera para a compra de um carro novo, e a consequente valorização dos usados, diante da alta demanda.

    De acordo com o diretor da Associação dos Revendedores de Veículos no Estado de Minas Gerais (Assovemg) e sócio proprietário da Auto Maia Veículos, Flávio Maia, a grande demanda pela compra de carros seminovos tem feito o preço dos usados subirem entre 15% e 25%, algumas vezes até acima da tabela de referência (Fipe).

    “Os seminovos e usados estão valorizados em um nível como nunca estiveram. Os (veículos) que custam entre R$ 25 e R$ 40 mil são os mais procurados e é exatamente esse perfil de veículo que subiu em 2021. Alguns modelos tiveram pico de 35% de aumento no valor nesse ano. Ano que vem, o IPVA deve ser 30% maior do que foi pago ano passado, porque o preço do carro, em média, subiu esse percentual no mercado”, diz.

    Segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, o valor médio dos veículos no país aumentou 24,9% nos últimos 12 meses, entre outubro de 2020 e setembro deste ano. Os carros zero tiveram aumento de 20,72% no mesmo período, enquanto os veículos usados ficaram, em média, 30,25% mais caros.

    De acordo com a SEF-MG, a cobrança do IPVA de carros usados em Minas Gerais é baseada no valor venal do veículo, de acordo com o preço médio praticado no mercado, no final do exercício anterior ao da cobrança. “Desde o IPVA do exercício 2008, essa cotação é realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com supervisão dos técnicos da SEF/MG”, diz. No caso dos veículos novos, a base de cálculo do imposto é o preço total que consta na nota fiscal de venda.

    PREPARE O BOLSO: IPVA 2022 SERÁ MAIS CARO

    Veja o valor estimado do imposto para os 10 carros mais vendidos no Brasil

    MODELO / ANO / PREÇO NOV. 2020 / PREÇO NOV. 2021 / IPVA 2021 / IPVA 2022*/ VARIAÇÃO (%) IPVA

    Gol 1.0 / 2016 / R$ 30.767,00 / R$ 38.611,00 / R$ 1.230,68 / R$ 1.544,44 / 25,49%

    Palio Way Fire 1.0 / 2017 / R$ 28.452,00 / R$ 35.047,00 / R$ 1.138,08 / R$ 1.401,88 / 23,17%

    Uno Way 1.0 / 2020 / R$ 40.766,00 / R$ 46.704,00 / R$ 1.630,64 / R$ 1.868,16 / 14,56%

    Celta Spirit LT 1.0 / 2016 / R$ 26.458,00 / R$ 32.807,00 / R$ 1.058,32 / R$ 1.312,28 / 23,99%

    Onix LTZ 1.4 / 2019 / R$ 54.613,00 / R$ 65.660,00 / R$ 2.184,52 / R$ 2.626,40 / 20,22%

    Fox Connect 1.6 / 2020 / R$ 47.120,00 / R$ 57.051,00 / R$ 1.884,80 / R$ 2.282,04 / 21,07%

    Corolla GLi 2.0 / 2020/ R$ 93.403,00 / R$ 118.739,00 / R$ 3.736,12 / R$ 4.749,56 / 27,12%

    KA 1.0 S / 2020 / R$ 41.020,00 / R$ 49.121,00 / R$ 1.640,80 / R$ 1.964,84 / 19,74%

    Corsa Hatch Maxx 1.4/ 2012 / R$ 21.644,00 / R$ 26.943,00 / R$ 865,76 / R$ 1.077,72 / 24,48%

    Fiesta 1.5 / 2016 / R$ 34.715,00 / R$ 43.340,00 / R$ 1.388,60 / R$ 1.733,60 / 24,84%

    Fonte: Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) – Setembro 2021 / *Estimativa com base em dados da tabela Fipe

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CANTORA MARÍLIA MENDONÇA E MAIS 4 MORREM EM QUEDA DE AVIÃO

    CANTORA MARÍLIA MENDONÇA E MAIS 4 MORREM EM QUEDA DE AVIÃO

    Aeronave de pequeno porte caiu no município de Caratinga, em Minas Gerais

    O Brasil, a música e a cultura estão de luto! Foi confirmada agora há pouco a morte da Cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas que estavam a bordo de um avião de pequeno porte que caiu no distrito de Piedade de Caratinga, no município de Caratinga, a 200 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Marília Mendonça, uma das principais cantoras sertanejas da atualidade, tinha 26 anos e deixa um filho de 1 ano e 10 meses.

    O modelo Beech Aircraft caiu, na zona rural de Piedade de Caratinga. O CBMMG confirma que a aeronave transportava a cantora Marília Mendonça e que ela está entre as vítimas fatais”, diz nota divulgada pela corporação. Também em nota, a assessoria da cantora informou que também morreram no acidente o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor de Marília Mendonça, Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e o copiloto da aeronave.

    “O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga/MG, onde Marília teria uma apresentação esta noite”, informou a assessoria da cantora, que colecionava vários sucessos musicais e era conhecida como Rainha da Sofrência.

    De acordo com o porta-voz do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, Tenente Pedro Aihara, a corporação foi acionada às 15h30 para atender à ocorrência. Segundo ele, a aeronave tem prefixo PT-ONJ e caiu em uma região com cursos d’água, nas proximidades da BR-474. Até o fechamento desta reportagem, três corpos haviam sido retirados do avião.

    “Assim que as equipes chegaram iniciaram os trabalhos de desencarceramento e de acesso forçado [à aeronave]. Quando adentraram no interior, verificaram a existência de alguns óbitos, incluindo da cantora Marília Mendonça”, disse.

    A cantora acumula 13,9 bilhões de visualizações em seus clipes no YouTube. Sua música mais famosa, Infiel, tem 546 milhões de acessos. No Spotify, são 8,2 milhões de ouvintes mensais. Em 2019 e 2020, Marília foi a cantora mais ouvida do Brasil. O cachê de seus shows chegava a R$ 2 milhões.

    Na manhã de hoje a cantora compartilhou um vídeo em seu perfil no Instagram entrando em sua aeronave para um show em Minas Gerais. Veja aqui sua última postagem!

    Nossos sentimentos aos familiares e fãs.

    Relembre o vídeo do maior sucesso de Marília Mendonça:

     

    *Com informações do Poder360 e Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • WhatsApp deixa de funcionar em alguns celulares

    WhatsApp deixa de funcionar em alguns celulares

    O WhatsApp está presente nos celulares de quase todos os brasileiros. No entanto, na medida em que o aplicativo vai sendo atualizado, alguns modelos antigos deixam de receber suporte. Desde o último dia 1º de novembro 43 smartphones antigos deixaram de ser compatíveis com o mensageiro.

    A remoção foi anunciada em setembro e contempla usuários do iOS e Android. Aliás, é justamente a versão do sistema operacional que marca o fim da compatibilidade do whatsapp.

    Todos os celulares com iOS 9 ou inferior e Android 4.0.4 ou versões mais antigas deixaram de ter o WhatsApp funcional. Além do comunicado, usuários de modelos que não suportam mais o app também foram notificados sobre isso.

    Confira a lista de todos os celulares que não vão mais suportar o WhatsApp

    • LG: LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact , Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD e 4X HD, e Optimus F3Q.
    • Samsung: Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy SII, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core and Galaxy Ace 2;
    • Huawei: Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S, e Ascend D2;
    • Sony: Xperia Miro, Sony Xperia Neo L, Xperia Arc S;
    • ZTE: Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo;
    • Outras marcas: Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.

    Mudança no WhatsApp

    Há algum tempo, o WhatsApp passou a exibir o termo “from Facebook” bem rapidamente abaixo do logo durante a inicialização do app em celulares. Na época, isso fez parte de um processo de integração das plataformas da empresa. Agora, com a mudança do nome da corporação para Meta, é natural que essa citação seja alterada e parece que isso já está acontecendo.

    Alguns usuários do WhatsApp Beta já deixaram de ver o nome do facebook na abertura do aplicativo. Em seu lugar aparece o “from Meta”, acompanhado do logo da nova marca da empresa.

    Segundo o WaBetainfo, site especializado em analisar códigos de apps, a versão beta 2.21.220.14 já chega com a nova citação “from Meta”. O nome do Facebook também é removido das configurações.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Vai o rosa vem o azul: Novembro é dedicado aos cuidados com a próstata

    Vai o rosa vem o azul: Novembro é dedicado aos cuidados com a próstata

    Câncer de próstata é o mais comum entre os homens.

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    O câncer de próstata, o mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    O que é a próstata?

    É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

    Sintomas:

    Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, os sintomas são:

    • Dor óssea
    • Dores ao urinar
    • Vontade de urinar com frequência
    • Presença de sangue na urina

    Fatores de risco:

    • Histórico familiar de câncer de próstata na família, pai, irmão e tio
    • Raça: homens negros sofrem maior incidência desse tipo de câncer
    • Obesidade

    Prevenção e tratamento:

    A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom trans retal.

    A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

    [email protected]

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  • Dezenove dos 26 suspeitos mortos em ação policial em Varginha são identificados; veja quem são

    Dezenove dos 26 suspeitos mortos em ação policial em Varginha são identificados; veja quem são

    Os corpos foram encaminhados de Varginha para o Instituto Médico-Legal de Belo Horizonte. Os homens identificados são dos estados de Amazonas, Rondônia, Goiás, Maranhão, São Paulo e Minas Gerais, além de Brasília.

    Até as 11h50 desta quarta-feira (3), 19 corpos dos mortos na operação policial em Varginha, no Sul de Minas, no último domingo, já foram identificados. Ao todo, 26 pessoas morreram na ação. Nenhum dos policiais foi ferido.

    Os corpos estão no Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette, em Belo Horizonte. Dezesseis corpos já foram liberados para os familiares.

    Segundo os boletins de ocorrência, registrados entre 2011 e 2021, em que os homens aparecem como citados, pelo menos nove dos dez mineiros identificados até o momento já tinham antecedentes criminais, como roubo, assalto à mão armada e tráfico.

    Veja os identificados até o momento:

    1. Artur Fernando Ferreira Rodrigues, 27 anos, Uberaba (MG) – liberado;

    Tinha passagens por porte ilegal de arma de fogo e receptação. O nome dele aparece em um boletim de ocorrência da Polícia Rodoviária Federal pelo crime de roubo de carga e caminhões. A ocorrência foi em março de 2021, na BR-262, em Uberaba.

    2. Dirceu Martins Netto, 24 anos, Rio Verde (GO) – liberado;

    3. Eduardo Pereira Alves, 42 anos, Brasília (DF) – liberado;

    4. Evando José Pimenta Junior, 37 anos, Uberlândia (MG)- liberado;

    Na casa dele, em Uberlândia, os policiais já cumpriram mandados de busca e apreensão em julho e agosto de 2013. Evando e José Rodrigo Damas Alves, outro homem que morreu durante o confronto com a polícia em Varginha, se conheciam. Em 2016, os dois foram abordados pela polícia no Bairro Bom Jesus, em Uberlândia. Segundo o boletim de ocorrência, José Rodrigo era o motorista – e estava dirigindo com sintomas de embriaguez – e Evando “se apresentou como o dono do carro”.

    5. Gerônimo da Silva Sousa Filho, 28 anos, Porto Velho (RO) – liberado;

    Segundo a Polícia Civil de Rondônia, Gerônimo foi quem assassinou o dono de uma pet shop de Porto Velho por não concordar com o preço cobrado pelo serviço. O corpo do empresário Henrique Fernando Barbosa foi encontrado dentro de um carro na rua 13 de Setembro, Bairro Areal, em 11 de março deste ano. No veículo da vítima havia várias marcas de tiros. Após o crime, a investigação da Civil apontou que Gerônimo foi o autor do homicídio do empresário. Ele estava foragido da Justiça havia oito meses.

    6. Gilberto de Jesus Dias, 29 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

    Tinha passagens por furto e tráfico de drogas. Em 2014, durante uma abordagem policial, atirou contra militares que participavam da ação por isso tem anotação por tentativa de homicídio. A ocorrência foi registrada na cidade de Coromandel, no Triângulo.

    7. Giuliano Silva Lopes, 32 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

    Em 2012, uma vítima reconheceu Giuliano como o autor de um roubo na Avenida Rondon Pacheco, no Bairro Aparecida, em Uberlândia. Para os policiais, o rapaz contou que estava parado em um cruzamento quando foi abordado por dois criminosos armados. Eles levaram um malote com R$ 8 mil. Tinha passagens por ameaçar a ex-namorada. A ocorrência foi registrada em 2012. Para os policiais, a jovem disse que Giuliano “sacou um canivete, colocou no rosto e cortou um pedação do cabelo” dela. A motivação da agressão teria sido o fim do relacionamento. Em 2011, há um outro registro de ameaça. “Ô desgraça, você tá louco. Eu sou bandido. Tu vai ver comigo, cara, eu sei onde você mora”. As palavras, segundo o registro, foram ditas a um PM. Também tinha passagens por furto e homicídio.

    8. Gleisson Fernando da Silva Morais, 36 anos, Uberaba (MG) – liberado;

    Tinha passagens por furto e roubo. Em 2015, Gleison foi preso ao tentar entrar em um supermercado. Ele estava no telhado do estabelecimento quando os militares consegueiram prende-lo. Em 2012, participou do assalto ao prédio da ABZC, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebú, em Uberada. Na época, seis homens armados invadiram o setor financeiro da associação, renderam funcionários e levaram cheques, documentos e celulares.

    9. Isaque Xavier Ribeiro, 37 anos, Gama (DF);

    10. Itallo Dias Alves, 25 anos, Uberaba (MG) – liberado;

    Em 2012, quando era menor de idade, participou de um assalto à mão armada. Tinha várias passagens por dirigir sem carteira de habilitação. Em 2016 se passou por aluno e foi até a Escola Estadual Corina de Oliveira, no Bairro Mercês, em Uberaba, para ameaçar a ex-namorada. “Vou te matar, vou te dar um tiro” foram as ameaças que o rapaz disse a vítima no dia em que a ocorrência foi registrada.

    11. José Filho de Jesus Silva Nepomuceno, 37 anos, Caxias (MA) – liberado;

    12. José Rodrigo Dama Alves, 33 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

    Tinha passagens pelo sistema prisional. Em julho de 2018, foi abordado pela Polícia Militar com um carro furtado. Durante a ação, ele e um comparsa tentaram fugir e acabaram batendo em uma viatura da PM. Com eles, os policiais encontraram uma pistola calibre 380 que havia sido furtado em Uberlândia, no Triângulo. Segundo o boletim de ocorrência do furto do revólver, o autor seria “magro, alto e negro”. Características que, segundo a polícia, eram as mesmas de José Rodrigo.

    13. Julio Cesar de Lira, 36 anos, Santos (SP) – liberado;

    14. Nunis Azevedo Nascimento, 33 anos, Novo Aripuanã (AM) – liberado;

    Segundo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), na ficha criminal de Nunis só havia um processo no Juizado Especial Cível da Comarca de Humaitá. Na ocasião, o homem havia sido denunciado por um acidente de trânsito, em 2015, mas o processo não seguiu adiante por conta da ausência da autora da ação em uma audiência, sendo, posteriormente, arquivado.

    15. Raphael Gonzaga Silva, 27 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

    Tinha passagens por tráfico de drogas e receptação. Em 2012, quando era menor, fez parte de um grupo que tentou arrombar uma casa lotérica no Bairro Luizote de Freitas, em Uberlândia. No mesmo ano, uma pessoa que teve a moto roubada reconheceu Raphael por uma tatuagem que ele tinha na perna.

    16. Ricardo Gomes de Freitas, 34 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

    17. Romerito Araujo Martins, 35 anos, Goiânia (GO);

    18. Thalles Augusto Silva, 32 anos, Uberaba (MG) – liberado;

    Em 2012 participou de um roubo a uma loja de material de construção. Ele e um comparsa levaram R$ 13 mil em dinheiro e correntes de ouro de funcionárias do estabelecimento. Os dois foram localizados horas depois do crime. Em 2017, a PM apreendeu com Thalles armas de fogo, entre elas umas pistola calibre 38. Teve passagens pelo sistema prisional.

    19. Zaqueu Xavier Ribeiro, 40 anos, Goiânia (GO).

    Eles foram identificados por meio de exame datiloscópico (impressão digital), em trabalho realizado conjuntamente pelo Instituto de Identificação da Polícia Civil de Minas Gerais, que emitiu 13 laudos, e pela Polícia Federal, que emitiu sete. Em um dos casos, as duas corporações emitiram o documento.

    A Polícia Civil disse ainda que, além da identificação dos corpos, “está em curso a investigação de fatos e circunstâncias para possíveis correlações com outros eventos”.

    Críticas à operação

    A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais pediu uma apuração sobre as mortes. A deputada Andréia de Jesus (PSOL), presidente do colegiado, diz que vai acionar o Ministério Público e a Secretaria de Segurança Pública investigar o caso. O Ministério Público já disse que vai investigar a ação.

    A deputada ainda fez críticas à atuação dos agentes.

    “Uma operação policial exitosa é uma operação que não deixa óbitos para trás. Infelizmente, no Brasil, a juventude negra ainda continua tendo pena de morte como a única alternativa”, disse a parlamentar.

    Ela também defendeu que os mortos tivessem sido responsabilizado pelo crime que cometeram. “Um crime contra patrimônio não justifica a retirada de vida, seja de quem quer que seja”, acrescentou.

    Regimentalmente, para que a comissão possa iniciar a apuração oficial, é preciso que os deputados membros aprovem um requerimento. Ainda não há uma previsão para que isso ocorra.

    O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos de Minas Gerais enviou um ofício pedindo explicações ao Ministério Público, à Ouvidoria de Polícia e à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) sobre a ação policial que terminou com 26 mortos em Varginha, no Sul do estado.

    “Chama-nos a atenção o fato de a mídia noticiar um confronto altamente armado no qual uma das partes foi ‘totalmente eliminada’”, diz a nota.

    Nenhum policial ficou ferido durante a operação.

    O Fórum Brasileiro de Segurança Pública também acredita que uma investigação deve ser feita para apurar a ação.

    Em nota, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) disse que “os policiais atuaram no estrito cumprimento do dever legal, utilizando a força necessária para repelir injusta agressão e manter a ordem pública e a incolumidade das pessoas, evitando a atuação de uma quadrilha, que pelo poderio bélico encontrado, poderia instaurar o caos na região, inclusive colocando a vida de cidadãos de bem em risco”.

    A Polícia Militar disse que, “de imediato, na primeira hora dos fatos, divulgou, ao vivo, em suas redes sociais, todas as ações que foram realizadas, além de organizar uma coletiva de imprensa com os responsáveis pela operação, que estiveram in loco. Não havendo, portanto, qualquer restrição de acesso à informação relacionada à ocorrência”.

    Sobre a ação policial, além das medidas de Polícia Militar Judiciária adotadas, a instituição instaurou um Inquérito Policial Militar.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

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