Tag: Brasil

  • Bolsonaro foge do negacionismo e diz que vacinas estão garantidas em pronunciamento

    Bolsonaro foge do negacionismo e diz que vacinas estão garantidas em pronunciamento

    “Teremos 500 milhões de doses de vacina até o fim deste ano!”

    Com um tom mais moderado e fugindo do negacionismo, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional às 20h30 desta terça-feira (23). No discurso, Bolsonaro disse que o governo sempre afirmou que adotaria qualquer vacina disponível e que “em poucos meses, o país será autossuficiente na produção de vacinas”.

    “Quero tranquilizar o povo brasileiro e afirmar que as vacinas estão garantidas. Muito em breve retomaremos nossa vida normal. Solidarizo-me com todos que tiveram perdas em suas famílias. Vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros”, disse o presidente. “Ao final do ano teremos alcançado 500 milhões de doses para toda a população.”

    Apesar de ter afirmado que sempre defendeu a adoção de qualquer vacina, no ano passado o presidente chegou a dizer que não compraria doses da CovonaVac, a vacina produzida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. “Da China não compraremos. Não acredito que ela transmita segurança para a população pela sua origem. Esse é o pensamento nosso”, disse o presidente em entrevista concedida em outubro de 2020.

    Em pouco mais de três minutos de pronunciamento, o presidente defendeu que o governo vem tomando medidas de enfrentamento ao coronavírus.

    Nesta terça, o Brasil superou pela primeira vez desde o início da pandemia a marca sombria de 3 mil óbitos pela doença registrados em um único dia, com um recorde de 3.251 mortes notificadas no período de 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde.

    A equipe de análise política da XP Investimentos comentou o pronunciamento e disse que Bolsonaro fugiu do negacionismo e focou na campanha de vacinação em seu discurso. “A fala vai ao encontro da bandeira levantada por congressistas de sua base, que vinham se queixando de hipotecar apoio a um presidente que batia de frente com o senso comum e com a vontade da população de ser vacinada – movimento que desencadeava, inclusive, pressão extra por mais ações do governo no enfrentamento aos efeitos econômicos da pandemia”, diz o relatório.

    Os analistas da XP concluem que é relevante o fato de o discurso ter sido feito à véspera do encontro com os presidentes da Câmara e do Senado, que têm reverberado a pressão de seus pares no Congresso e do setor privado. “Nesse sentido, ajuda a distensionar o ambiente com o Congresso.”

    Fonte InfoMoney (Apud Reuters)

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Fiocruz entrega 1º lote de vacinas contra a covid produzidas no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Fiocruz entrega 1º lote de vacinas contra a covid produzidas no Brasil

    “FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ PRODUZIRÁ 6 MILHÕES DE DOSES POR SEMANA A PARTIR DE ABRIL. SERÃO 24 MILHÕES POR MÊS. 100 MILHÕES DE BRASILEIROS VACINADOS ATÉ JUNHO.”

    Durante entrega de 500 mil doses do primeiro lote de vacinas contra a covid-19 produzidas pela Fiocruz em território nacional com insumos importados, nesta quarta-feira (17), o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, garantiu que o Brasil vai imunizar metade da sua população até julho e a outra metade até o fim do ano, controlando assim a pandemia. E hoje (19) a Fiocruz entregou mais 580 mil doses, totalizando 1.080.000 doses do primeiro lote.

    “Vamos controlar essa pandemia ainda no segundo semestre. Essa é a nossa missão e, para isso, precisamos das vacinas”, pontuou ele ao mencionar a contratação de imunizantes de sete laboratórios diferentes.

    A cerimônia de entrega contou também com a presença do cardiologista Marcelo Queiroga, nome escolhido por Bolsonaro para assumir a pasta, já empossado no lugar de Pazuello.

    As doses foram entregues ao PNI (Programa Nacional de Imunizações). Com o registro definitivo concedido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Fiocruz tornou-se a detentora do primeiro registro de uma vacina contra covid-19 produzida no Brasil.

    Pazuello disse que o lote inicial ainda é pequeno em relação ao tamanho do projeto desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceira com a Fiocruz. “Estávamos apenas com uma produção nacional, no Butantan, e estamos iniciando agora na Fiocruz para que chegue até o final de março com 3,8 milhões de doses e, a partir de 1º de abril, uma produção diária de até 1 milhão de doses”, disse o ex-ministro, que lamentou o atraso na distribuição devido à chegada do insumo internacional.

    O ex-ministro enfatizou ainda as medidas sanitárias para a proteção contra a covid-19. “O coronavírus veio para ficar e nós vamos controlar a pandemia com vacinação e novos hábitos, de usar máscara, lavar as mãos e manter o distanciamento social”, completou Pazuello.

    Queiroga classificou a produção dos imunizantes em solo brasileiro como o “início do maior programa de imunização contra a covid-19”. Ele avalia que os secretários de saúde de cada um dos municípios brasileiros são o “exército” para combater a pandemia. “Nossa tropa de choque está muito unida para, através de diálogo e da ciência, encontrar as soluções que o Brasil precisa”, destacou.

    “Não é um dia de celebração, mas é um marco de um processo para que o Brasil atravesse toda essa grave crise sanitária, econômica, social e humanitária com a menor perda de vidas”, afirmou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

    Nísia agradeceu o trabalho em conjunto com o Ministério da Saúde e enalteceu o trabalho de todos profissionais do instituto. “Estamos escalonado essa produção para entregar, a partir de abril a vacina totalmente nacionalizada”, afirmou.

    A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, integra o plano nacional de vacinação e está sendo aplicada por meio de uso emergencial desde janeiro a grupos prioritários. O imunizante é fabricado em Bio-Manguinhos com IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) que chegou ao Brasil a partir do dia 6 de fevereiro.

    A expectativa da Fiocruz é chegar até o final do mês com uma produção de cerca de 1 milhão de doses do imunizante contra a covid-19 por dia. Nesta semana, o Ministério da Saúde também distribui mais 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan.

    Segundo a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, a partir de abril, serão produzidas mais de 24 milhões de doses mensalmente.

    “Uma pandemia só pode ser superada com o esforço conjunto do governo e da sociedade civil. A ciência, a tecnologia e a inovação, que são os pilares da nossa instituição ao lado do papel do Sistema Único de Saúde (SUS) para quem destinamos a entrega de vacinas, é que neste momento podem contribuir para o principal objetivo das vacinas nesta pandemia, que é salvar vidas.”

    Fonte R7 / Ministério da Saúde / Fiocruz / Exame

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  • NOVOS ESTUDOS mostram que Própolis tem resultado promissor em pacientes internados com covid-19

    NOVOS ESTUDOS mostram que Própolis tem resultado promissor em pacientes internados com covid-19

    Um estudo da USP em parceria com a Apis Flora apontou que o uso de própolis no tratamento de pacientes com covid-19 pode ser uma alternativa promissora para reduzir o tempo de internação, mas outras pesquisas com um número maior de pessoas e outros métodos científicos precisam ser feitas para comprovar isso.

    O estudo “Eficácia de própolis como tratamento adjuvante para pacientes com COVID-19 hospitalizados: um ensaio clínico randomizado e controlado”, que ainda não foi revisado ou publicado, avaliou 124 pessoas internadas no Hospital São Rafael, em Salvador. Todos os pacientes receberam o tratamento padrão e 40 pessoas receberam ainda 400 mg/dia de própolis; 42 receberam 800 mg/dia de própolis; e 42 não receberam própolis.

    Os grupos que não receberam própolis ficaram 12 dias internados, já nos pacientes em que a substância foi administrada via oral o tempo médio de hospitalização foi de seis a sete dias. Os pesquisadores acreditam que a redução do tempo de internação se deu porque própolis pode interferir em uma proteína que está envolvida no processo de entrada e disseminação do vírus no corpo, assim como na ancoragem do vírus na proteína que auxilia sua entrada nas células.Além disso, o estudo observou uma menor incidência de lesões renais entre os pacientes que ingeriram 800 mg por dia. O grupo de controle apresentou 23,8% de lesões, contra 4,% entre os que ingeriram a maior dosagem de própolis. As lesões renais podem ser um fator de risco para os infectados com o Sars-Cov-2.

    O estudo, que não registrou eventos negativos, deve ser expandido em um ensaio clínico duplo cego com placebo, envolvendo um maior número de pacientes.

    Própolis não previne a doença

    É importante se lembrar de que não há comprovação científica de que o consumo de própolis no dia a dia previna a doença. Por isso, mesmo que você consuma a substância regularmente, é importante tomar todos os cuidados que reconhecidamente funcionam para evitar a covid-19: evitar aglomerações e manter o isolamento social, usar máscaras, higienizar constantemente as mãos e evitar tocar no nariz, na boca e nos olhos se não estiver com as mãos limpas.

    Além disso, ao apresentar sintomas das doença, procure atendimento médico e não faça uso de nenhum medicamento ou substância natural sem orientação de um profissional da saúde.

    Fonte Uol

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Presidente sanciona Lei que amplia capacidade de aquisição de vacinas

    Presidente sanciona Lei que amplia capacidade de aquisição de vacinas

    Vacinas devem ser distribuídas pelo Plano Nacional de Imunização

    O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou nesta quarta-feira (10) projetos de lei que ampliam a capacidade de aquisição de vacinas pelo governo federal. A cerimônia foi realizada no Salão Oeste do Palácio do Planalto.

    Bolsonaro participou, na segunda-feira (8), de videoconferência com o presidente da Pfizer, Albert Bourla. Na ocasião, ficou acertado o adiantamento de mais 5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para maio e junho, totalizando 14 milhões de doses.

    Durante o evento, Bolsonaro voltou a criticar o lockdown adotado em algumas regiões do país para conter o avanço do novo coronavírus. “O isolamento ou confinamento visava tão somente dar tempo para que hospitais fossem aparelhados com leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) e respiradores. O governo federal não poupou esforços, não economizou recursos para atender todos estados e municípios”, afirmou.

    O presidente sancionou o Projeto de Lei 534/2021, que facilita a compra de vacinas pela União, governos estaduais, municipais e, também, pela iniciativa privada. A Medida Provisória 1.026/2021, que também recebeu o aval do presidente, permite a compra de vacinas antes de qualquer autorização da Anvisa e estipula um prazo de sete dias úteis para que a agência chegue a uma conclusão sobre a aprovação temporária do imunizante.

    Fonte Agência Brasil

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  • Senado aprova MP para compra de vacinas por estados sem licitação

    Senado aprova MP para compra de vacinas por estados sem licitação

    Texto também prevê prazo de sete dias para Anvisa liberar vacina

    O Senado aprovou hoje (2) a Medida Provisória (MP) 1.026/21, a MP das Vacinas. A medida facilita a compra de vacinas, insumos e serviços necessários à imunização contra a covid-19, com dispensa de licitação e regras mais flexíveis para contratos. O texto foi aprovado na Câmara na última terça-feira (23). Agora, segue para sanção presidencial.

    Segundo o texto aprovado, estados e municípios poderão comprar, sem licitação, vacinas e seus insumos necessários, contratar os serviços necessários, inclusive de vacinas ainda não registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A medida também fixa o prazo de sete dias para a Anvisa decidir sobre a aprovação temporária de vacinas, mas o prazo pode chegar a 30 dias se não houver relatório técnico de avaliação de agência internacional aceita no Brasil.

    O texto também aumenta o número dessas autoridades sanitárias estrangeiras que servem como base para autorização temporária de vacinas no país. Além das agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Japão, da China, do Reino Unido, do Canadá, da Coreia do Sul, da Rússia e da Argentina, o texto inclui as agências da Austrália e da Índia e demais autoridades sanitárias estrangeiras reconhecidas e certificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

    A MP vai ao encontro do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A corte permitiu aos entes da Federação a compra e distribuição de vacinas, caso o governo federal não cumpra o plano de imunização.

    “Vivemos situação emergencial, de calamidade em saúde pública, que impõe a máxima urgência na ação do Estado de imunização da população, para que pessoas deixem de adoecer e morrer no Brasil, e justifica plenamente o recurso à excepcionalização da regra geral de contratações na administração pública”, disse o relator da matéria, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em seu parecer.

    O texto aprovado foi um Projeto de Lei de Conversão (PLV), ou seja, um texto com alterações em relação à Medida Provisória original. Dentre as alterações feitas, ainda na Câmara, está a supressão do trecho que obrigava o profissional de saúde que administrar a vacina informar ao paciente que a vacina não tem registro definitivo na Anvisa e sobre os potenciais riscos e benefícios do produto.

    Fonte Agência Brasil

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  • Boa Notícia: Aprovado auxílio Gás Social para famílias de baixa renda

    Boa Notícia: Aprovado auxílio Gás Social para famílias de baixa renda

    Texto aprovado na Câmara ainda passará por análise do Senado

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (29) a proposta que cria o auxílio Gás Social a fim de subsidiar o preço do gás de cozinha para famílias de baixa renda. A matéria segue para análise do Senado.

    O texto estabelece que o Ministério da Cidadania terá 60 dias para regulamentar os critérios para definir as famílias a serem contempladas, a periodicidade do benefício, a operacionalização do benefício e a forma de pagamento, cujas parcelas não podem passar de 60 dias de intervalo. Pelo texto, o Poder Executivo será autorizado a pagar o auxílio diretamente às famílias beneficiadas na modalidade de transferência de renda.

    A matéria assegura um benefício mensal às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo ou que tenham entre os seus integrantes pessoa que receba benefício de prestação continuada (BPC). Os créditos poderão ser concedidos por meio de cartão eletrônico ou outro meio previsto na regulamentação.

    Segundo o projeto, a primeira fonte de recursos para assegurar a medida é a parcela dos royalties e de participação especial, decorrentes da exploração de petróleo e gás natural que cabe à União. De acordo com o relator, deputado Christiano Aureo (PP-RJ), o preço do gás tem sido impactado, entre outros fatores, pela desvalorização do real frente ao dólar.

    “O GLP, impactado pela formação de preços vinculada ao barril de petróleo, ao brent, à variação do câmbio, atinge, em algumas praças o valor de até R$ 120, que é um valor insuportável para as famílias de um modo geral, mais especificamente para as famílias que compõem o CadÚnico e ainda mais especificamente para um corte de famílias na extrema pobreza”, argumentou.

     

    Desastres

    O parlamentar destacou ainda que tem sido noticiado frequentemente casos de tragédias com pessoas que utilizam meios como álcool e carvão em substituição ao gás para preparar refeições. Levantamento realizado pela a Agência Nacional de Petróleo (ANP) apontou que o preço médio do gás de cozinha, na terceira semana de setembro, era de R$ 98,70.

    “O noticiário tem trazido toda semana desastres acontecidos no interior dos lares em função da utilização de meios para cozinhar que não são adequados nem seguros, como álcool, carvão e lenha, na maioria das comunidades e na zona rural”, disse o deputado Christiano Aureo.

    Fonte Agência Brasil

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  • ECONOMIA: Governo Federal zera PIS e Cofins do diesel e do gás de cozinha

    ECONOMIA: Governo Federal zera PIS e Cofins do diesel e do gás de cozinha

    Medidas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial

    O presidente da República editou na noite desta segunda-feira (1º) um decreto e uma medida provisória que zera as alíquotas da contribuição do Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do gás liquefeito de petróleo (GLP) de uso residencial. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

    Em relação ao diesel, a diminuição terá validade durante os meses de março e abril. Quanto ao GLP, ou gás de cozinha, a medida é permanente. A redução do gás somente se aplica ao GLP destinado ao uso doméstico e embalado em recipientes de até 13 quilos. “As duas medidas buscam amenizar os efeitos da volatilidade de preços e oscilações da taxa de câmbio e das cotações do petróleo no mercado internacional”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

    Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, como forma de compensação tributária, também foi editada uma medida provisória aumentando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, alterando as regras de Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrando o Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

    “Para que o final do Reiq não impacte as medidas de combate à Covid-19, foi previsto um crédito presumido para as empresas fabricantes de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação que utilizem na fabricação desses produtos insumos derivados da indústria petroquímica, o que deve neutralizar o efeito do fim do regime para essas indústrias, que vigorará até o final de 2025”, informou a Secretaria-Geral.

    As novas regras do IPI entram em vigor imediatamente. O aumento da CSLL e o final do Reiq entrarão em vigor em 1º de julho.

    As medidas de redução do PIS e da COFINS no diesel e no GLP resultarão em uma redução da carga tributária de R$ 3,67 bilhões em 2021 neste setor. Para 2022 e 2023, a diminuição da tributação no gás de cozinha implicará em uma queda de arrecadação de R$ 922,06 milhões e R$ 945,11 milhões, respectivamente.

    Fonte Agência Brasil

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  • ESPERANÇA: Vacina da Johnson não precisa refrigeração e é em dose única

    ESPERANÇA: Vacina da Johnson não precisa refrigeração e é em dose única

    A vacina da Johnson & Johnson apresentou mais uma vantagem, além de imunizar com apenas uma dose: ela não precisa de refrigeração abaixo de zero. Isso facilita sua distribuição, de acordo com o infectologista Renato Kfouri, diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

    “A grande vantagem é ser uma vacina de dose única, o que permite imunizar o dobro de pessoas”, disse.

    Testes

    A vacina da J&J está na terceira e última fase de testes no Brasil, com 7.560 voluntários.

    A empresa já recebeu da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Este é um dos documentos exigidos para o pedido de uso emergencial ou de registro da vacina no país.

    Porém a J&J ainda não entrou com nenhuma das solicitações.

    A Johnson & Johnson anunciou que a vacina foi 72% eficaz na prevenção da doença nos Estados Unidos e alcançou uma taxa de 66% de eficácia global, em um teste realizado em três continentes e com variantes múltiplas do vírus.

    Adenovírus

    O infectologista Renato Kfouri explica que o imunizante é fabricado por meio da tecnologia do adenovírus vetor, assim como a vacina de Oxford, que já está em aplicação no Brasil.

    Conforme descrito pela Janssen, os adenovírus são um tipo de vírus que causam o resfriado comum que, ao serem modificados para desenvolver a vacina, não se replicam e não causam resfriado.

    Quando a pessoa recebe a vacina composta do adenovírus, o corpo inicia um processo de defesa e produz anticorpos contra aquele invasor, o que cria uma memória no corpo contra o coronavírus.

    “Outra parte do processo envolve o código genético do próprio SARS-COV-2. Ele possui em sua superfície externa uma espécie de coroa, formada pelos chamados ‘spikes’, ou espigões, que são os responsáveis pela ligação do vírus às células do corpo humano. Para produzir a vacina da Janssen, um pedaço da proteína ‘S’, presente nesses espigões, é colocado dentro do adenovírus (que é o vetor, ou transportador)”, explicou a empresa por meio de nota.

    Com informações do SNB (Apud R7)

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  • Ministério da Saúde compra mais 54 milhões de doses da CoronaVac

    Ministério da Saúde compra mais 54 milhões de doses da CoronaVac

    O governo federal corre contra o tempo para vacinar a população. O Ministério da Saúde confirmou a compra de mais 54 milhões de doses da vacina Coronavac, do Instituto Butantan.

    Somando com outras 46 milhões de doses já adquiridas do mesmo Butantan, o governo federal vai totalizar 100 milhões de doses da CoronaVac.

    O contrato de compra da vacina contra Covid-19 – desenvolvida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac – foi assinado no último dia 15, após anúncio feito em janeiro.

    A informação saiu na Agência Brasil, a agência oficial do governo federal.

    Pelo contrato para a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunização (PNI) as primeiras 46 milhões de doses da CoronaVac serão entregues até 30 de abril. Já o novo lote deve ser entregue até setembro.

    Doses já compradas

    Além da Coronavac, o Ministério da Saúde afirma que o Brasil vai receber até dezembro mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility.

    O governo também diz que contratou da Fundação Oswaldo Cruz mais 222,4 milhões de doses que começaram a ser entregues mês passado.

    O Ministério da Saúde deve assinar ainda os contratos de compra com a União Química, que deverá entregar 10 milhões de doses da vacina Sputnik V, entre março e maio, e com a Precisa Medicamentos, que pretende entregar, no mesmo período, mais 30 milhões de doses da Covaxin.

    Tudo isso somado, chega a 400,9 milhões de doses de imunizantes para 211 milhões de brasileiros.

    Já vacinados

    Até este Carnaval, o Brasil vacinou pouco mais de 5 milhões de pessoas, o que equivale a menos de 3% da população.

    Com informações doSNB (Apud G1 e Agência Brasil)

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil autoriza compra das vacinas Sputnik V e Covaxin sem licitação

    BOA NOTÍCIA: Brasil autoriza compra das vacinas Sputnik V e Covaxin sem licitação

    O governo brasileiro corre contra o tempo pra conseguir comprar vacinas para toda a população. O Ministério da Saúde autorizou, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), a compra das vacinas Sputnik V, da Rússia, e Covaxin, da Índia, sem licitação.

    A decisão saiu no DOU desta sexta, 19. Os extratos de dispensa de licitação informam que a compra de vacinas será no valor de R$ 693,6 milhões para o imunizante da Rússia e de R$  1,614 bilhão para a vacina indiana.

    No total, o governo brasileiro pretende gastar R$ 2,3 bilhões com a compra dos dois imunizantes e de insumos destinados à vacinação contra o novo coronavírus.

    A dispensa de licitação foi autorizada pela Medida Provisória 1.026, que trouxe medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística destinados à vacinação contra a covid-19.

    As publicações no DOU não especificam o volume de doses contratadas.

    A Sputnik V e a Covaxin ainda não tiveram seu uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

    Até o momento, a Anvisa só autorizou a aplicação de dois imunizantes contra a COVID-19: a CoronaVac – da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan – e a vacina de Oxford/AstraZeneca, fabricada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Sputnik V

    A eficácia da Sputnik V é de 91,6%, segundo dados publicados na The Lancet.

    No Brasil, ela será produzida no Distrito Federal em parceria com União Química Farmacêutica Nacional.

    Covaxin

    A vacina da Índia está em uso emergencial no seu país de origem, mas tem dados de eficácia ainda desconhecidos.

    A Covaxin é fabricada pela Bharat Biotech, representada no Brasil pela Precisa Medicamentos.

    ​As entregas

    Pelo cronograma do ministério, serão entregues a partir de março 20 milhões de doses da Covaxin e 10 milhões da Sputnik V.

    Na quarta-feira (17), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou, em reunião com governadores, que 230 milhões de doses de vacinas serão entregues até 31 de julho. O número apresentado por Pazuello considera a negociação das vacinas Sputnik V e Covaxin.

    Fonte SNB (Apud R7 e Agência Sputnik)

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  • BOA NOTÍCIA: Estudo inédito indica benefícios do própolis no tratamento da Covid-19

    BOA NOTÍCIA: Estudo inédito indica benefícios do própolis no tratamento da Covid-19

    Trabalho feito por pesquisadores brasileiros mostrou que o extrato de própolis reduz em 50% o tempo de internação e diminui danos renais

    Um estudo brasileiro e inédito indica que o extrato de própolis é benéfico no tratamento da Covid-19. A pesquisa mostrou que a administração da substância em pessoas infectadas é capaz de reduzir em 50% o tempo de internação e diminuir os danos renais.

    Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após avaliar o impacto da substância em 124 pessoas com Covid-19 entre junho e agosto de 2020.

    Todos os voluntários tinham cerca de 50 anos, comorbidades similares, apresentavam sintomas havia cerca de oito dias e o mesmo grau de acometimento pulmonar – em torno de 50%.

    Os participantes foram divididos aleatoriamente em três grupos: o primeiro era composto por pacientes que foram submetidos ao tratamento hospitalar padrão para a doença. Já os outros dois receberam, além do protocolo padrão, doses diferentes de extrato de própolis, 400 mg ou 800 mg por dia.

    Os resultados mostraram que os pacientes que receberam extrato de própolis se recuperaram mais rápido, com um período de internação 50% menor do que aqueles submetidos apenas ao tratamento padrão.

    Além disso, aqueles que tiveram acesso à substância apresentaram índice menor de lesão renal aguda. Em pacientes que receberam a dose maior, o risco foi de 4,8%; já entre os que receberam a dosagem menor, o risco atingiu 12,5%. Por fim, no grupo que recebeu o tratamento convencional do hospital, o risco atingiu 23,8%.

    “Ainda sobre a questão renal, todos os pacientes que receberam as cápsulas de própolis não apresentaram necessidade de diálise, diferentemente dos outros que tiveram o tratamento padrão. Além disso, a pesquisa mostrou ainda uma tendência entre os pacientes que receberam extrato de própolis de precisar menos de intubação”, disse Marcelo Silveira, pesquisador clínico da Apis Flora e do Instituto D’Or, responsável pela condução do estudo.

    A pesquisa foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e é uma parceria entre Apis Flora, Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e Hospital São Rafael, de Salvador. Vale ressaltar que os resultados são preliminares. O trabalho foi publicado recentemente na plataforma de pesquisa médica medRxiv e ainda precisa ser revisado por outros especialistas. As instituições informaram que irão conduzir um novo estudo, com um número maior de participantes.

    “O fato de se tratar de um produto facilmente acessível por toda a sociedade também representa um ganho importante no combate à doença”, comenta o David De Jong, pesquisador do grupo e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo.

    Fonte Veja

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  • Câmara e Senado: Arthur Lira e Rodrigo Pacheco vencem as eleições com folga

    Câmara e Senado: Arthur Lira e Rodrigo Pacheco vencem as eleições com folga

    Candidatos apoiados pelo presidente Jair Bolsonaro, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) venceram com folga a disputa pela presidência das duas Casas do Congresso. Arthur Lira teve 302 votos e Rodrigo Pacheco 57 votos.

    Nesta segunda-feira (1º), o Brasil conheceu os novos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, em um movimentado dia de eleições internas no Congresso Nacional, em Brasília.

    Por 57 votos a 21, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) derrotou a concorrente Simone Tebet (MDB-RS) para suceder Davi Alcolumbre (DEM-AP) na presidência do Senado pelos próximos dois anos. Com apoio de Alcolumbre e do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), Pacheco confirmou seu favoritismo no pleito após ter construído uma rede de alianças unindo nove partidos, entre governistas e opositores – DEM, PT, PP, PL, PSD, PSC, PDT, Pros e Republicanos.

    Em discurso no plenário, Pacheco defendeu que o Senado deve “atuar com vistas no trinômio saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis, gerar emprego e renda”. Argumentou também que as reformas tributária e administrativa “deverão ser enfrentadas com urgência, mas sem atropelo”, e garantiu que sua gestão prezará a independência em relação aos demais Poderes: “Não haverá nenhum tipo de influência externa capaz de influenciar a vontade livre e autônoma dos senadores”.

    Completando uma dupla vitória para o governo no Legislativo, outro candidato endossado por Bolsonaro, Arthur Lira (PP-AL), venceu a disputa pelo comando da Câmara dos Deputados em primeiro turno, com 302 votos contra 145 do segundo colocado, Baleia Rossi (MDB-SP) – apoiado pelo agora ex-presidente da Casa Legislativa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Líder do bloco de partidos do chamado Centrão, Lira conquistou o cargo com a aliança de 11 siglas: PP, PL, PSD, Republicanos, Avante, PROS, Patriota, PSC, PTB, PSL e Podemos. Em seu primeiro discurso como presidente da Câmara até 2023, ele anunciou que pretende articular com Pacheco a votação de uma “pauta emergencial”. “Precisamos urgentemente amparar os brasileiros que estão em caso de desespero econômico; analisar como fortalecer nossa rede de proteção social; vacinar, vacinar e vacinar a população; e buscar o equilíbrio das contas públicas“, declarou.

    Com a vitória do deputado federal Arthur Lira na eleição para presidência da Câmara dos Deputados, o Centrão começa agora a cobrar a fatura por ajudar a eleger o candidato que foi apoiado pelo Palácio do Planalto. A primeira promessa do Planalto ao Centrão é entregar o Ministério da Cidadania ao Republicanos, partido da base de Lira. O favorito para o posto é o deputado federal Marcio Marinho, da Bahia.

    Com a dança das cadeiras, Onyx Lorenzoni, hoje na Cidadania, deve migrar para a Secretaria-Geral da Presidência da República, que fica no Palácio do Planalto.

    Majoritário em Três Pontas

    O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), eleito com 57 votos, é o novo presidente do Senado Federal. Ele substituirá David Alcolumbre (DEM-AP).

    Rodrigo Pacheco tem 44 anos, nasceu em Porto Velho (RO), se mudou para Minas Gerais ainda criança e se formou em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Iniciou sua carreira política como deputado federal do MDB em 2014. Em 2016, Pacheco votou favoravelmente ao impeachment da ex-presidente Dilma. No ano seguinte, se tornou presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Na presidência da CCJ, se absteve das votações contra o ex-presidente Michel Temer(MDB) por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da justiça. Em 2018, deixou o MDB e se filiou ao Democratas para disputar o governo de Minas Gerais. Sua candidatura, no entanto, não seguiu em frente. Pacheco, então, se candidatou como senador. Na casa, ele votou contra o Decreto das Armas do governo Bolsonaro. Atualmente, é líder do DEM no Senado.

    Muito ligado à agricultura, especialmente ao café, Rodrigo Pacheco já esteve em Três Pontas, visitou e discursou no auditório da Cocatrel e obteve votação expressiva no município, sendo considerado o senador majoritário dos trespontanos, já que obteve 11.101 votos (21,39%). Tem forte ligação com o deputado federal de Três Pontas Diego Andrade.

    Independência

    Pacheco afirmou, apesar do apoio do chefe do Executivo, que seu mandato será independente. “Não haverá nenhum tipo de influência externa capaz de influenciar a vontade livre e autônoma dos senadores”, disse. “Asseguro com toda a força do meu ser o meu propósito de independência em relação aos demais Poderes”.

    Pacheco Se torna mais um elo, uma liderança que, agora com mais poder, pode e deve fazer mais pelos mineiros e por Três Pontas.

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