Tag: Brasil

  • Como reduzir os riscos de contaminação por coronavírus durante o Enem?

    Como reduzir os riscos de contaminação por coronavírus durante o Enem?

    Cerca de 5,7 milhões de estudantes estão inscritos para as provas nos dias 17 e 24 de janeiro

    Mesmo em meio a pressões por um novo adiamento e à notícia da morte por complicações de Covid-19 do diretor responsável pela elaboração do exame, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou, nesta terça-feira (12), que as datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão mantidas.

    Cerca de 5,7 milhões de estudantes estão inscritos para as provas nos dias 17 e 24 de janeiro, apesar de uma votação, no ano passado, ter apontado que a maioria preferia novas datas em maio. A nova onda da pandemia, com nova variante do vírus e hospitais lotados, tornou-se uma ansiedade a mais para quem vai fazer o exame, além de um obstáculo ainda maior para quem é de baixa renda.

    De acordo com Ribeiro, os pedidos pela postergação do exame são de uma “minoria barulhenta”. A declaração do ministro, junto com a garantia, segundo ele, de que as medidas de prevenção estão asseguradas, torna improvável, até o momento, uma nova postergação, mesmo com pressões de entidades científicas, estudantis – como União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) -, das redes sociais e o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) à Justiça Federal da 3ª região.

    Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e outras entidades escreveram uma carta com abaixo-assinado expressando preocupação com a realização do Enem. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) também solicitou um novo adiamento.

    Os estudantes diagnosticados com o vírus, com sintomas de Covid-19 ou de outras infecções contagiosas terão direito a segunda chamada nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, é preciso comunicar a situação ao Inep pela Página do Participante e ou pelo 0800 616161.

    Especialistas têm avaliado como frágeis os protocolos do Inep e reclamado da falta de informação e da necessidade de uma campanha de comunicação mais eficaz sobre os riscos.

    Como reduzir os riscos

    Aqui reunimos as principais orientações do físico e engenheiro biomédico Vitor Mori, que atua no Observatório Covid-19 BR, uma iniciativa independente fruto da colaboração entre pesquisadores com a missão de disseminar informação de qualidade baseada em dados, e também indicações do próprio observatório.

    Também trazemos orientações do Wearing is Caring (Vestir é Cuidar, em tradução livre), um grupo de cientistas da Universidade de Columbia que compartilham diretrizes de uso de máscara no combate à Covid-19 com base em evidências científicas.

    Locais de prova

    As provas ocorrerão em locais fechados, o que representa maior risco. Por isso é importante que as salas mantenham todas as portas e janelas bem abertas. O uso de ventiladores só é recomendado quando ele é posicionado perto das janelas, funcionando como exaustores.

    O ideal é que, mesmo com o ar condicionado ligado, se mantenha alguma ventilação natural.

    Manuseio da máscara

    Antes de mais nada, é importante reforçar as vias de transmissão do SARS-CoV 2. Apesar do grande enfoque na transmissão por superfícies de objetos no começo da pandemia, essa via é muito menos prevalente do que a transmissão pelo ar.

    Nas salas, que o Inep afirma que estarão com bancas distanciadas, a máscara é obrigatória e só poderá ser retirada na hora da identificação do participante, para beber e comer. É preciso o máximo de atenção para evitar tocar na parte frontal do Equipamento de Proteção Individual (EPI), higienizando sempre as mãos, antes e depois, com álcool próprio que o candidato pode levar ou fornecido por quem estiver aplicando a prova. O mesmo vale para ir ao banheiro.

    A máscara de pano funciona principalmente como controle da fonte, ou seja, reduz a emissão de partículas potencialmente contaminadas por parte de quem a está usando. Ela também protege, em certo grau, quem está usando, mas isso depende de uma série de fatores. O mais importante deles é a capacidade de vedação da máscara, ou seja, de não inalarmos uma grande quantidade de ar que entra pelos vãos nas laterais ou por cima.

    Máscaras faciais são uma das ferramentas mais importantes no combate à pandemia e uma enorme variedade de estilos e modelos de máscaras de pano estão disponíveis no mercado. Como avaliar a qualidade de uma máscara?

    Antes de mais nada, o ponto mais importante é o ajuste da máscara ao rosto. A máscara deve estar bem presa no rosto, minimizando a quantidade de vazamentos, especialmente pelos lados e por cima.

    Ela também deve ser confortável de forma que não seja necessário ficar mexendo nela constantemente. Além disso, o ideal é que ela não se mova nem saia do rosto quando falamos.

    Por último, você pode borrifar um spray de água através da máscara e verificar a quantidade de gotículas que passam pela máscara. Se ela conseguir reter a maioria, é sinal de que ela é de boa qualidade.

    A melhor forma de beber água

    Uma garrafa com canudinho ajuda a tomar água só levantando a máscara por baixo. Dá para tirá-la rapidamente só para tomar água.

    Evite comer

    Tente ir bem alimentado, é melhor evitar comer ou sair da sala para isso.

    Depois que tirar a máscara para beber ou comer, ajuste-a bem novamente, mantenha-a bem vedada ao rosto.

    Transporte público

    Já vá com a máscara.

    Nem sempre é possível, mas, se o ônibus, estiver mais livres, busque sentar ou ficar perto da janela e mantenha a janela aberta, garantindo que ar fresco exterior esteja constantemente entrando no ônibus.

    Também evite ficar próximo de pessoas sem máscara e que estejam falando alto dentro do transporte público.

    Contaminação pelos olhos

    É possível se contaminar pelos olhos, mas a principal pergunta que temos que fazer é o quão provável isso é. Apesar de ainda termos poucas evidências, elas indicam que essa não é uma rota tão prevalente.

    Isso faz bastante sentido físico. Inspiramos ar pelo nariz e pela boca, ou seja, estamos ativamente movendo o ar para dentro do corpo e trazendo partículas potencialmente contaminadas.

    Levando em consideração que a principal via de transmissão é por aerossóis, a contaminação pelo olho aconteceria apenas com a deposição de aerossóis nos olhos, que é bem menor do que a quantidade que inspiramos quando estamos sem máscara.

    Para pessoas que trabalham em ambiente hospitalar, na linha de frente, com alta exposição a esses aerossóis, é válido usar óculos de proteção. Para uso cotidiano, talvez seja um pouco de exagero.

    Pensando na contaminação pela deposição de aerossóis nos olhos, óculos normal e face shield já ajudariam, mas ainda não parece ser algo tão crítico assim.

    De qualquer forma, mal não faz, então, se quiser usar óculos de proteção ou face shield, sem problema desde que você também esteja usando uma máscara.

    Fonte Marco Zero

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  • Covid-19: FAB envia nova leva de cilindros de oxigênio a Manaus

    Covid-19: FAB envia nova leva de cilindros de oxigênio a Manaus

    Ao todo, a Força Aérea Brasileira transportou oito toneladas de materiais hospitalares, incluindo camas, macas, barracas e oxigênio. O objetivo das missões é enviar ao estado até o final da ação 386 cilindros de oxigênio

    Aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou da base do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), com destino a Manaus (AM), para fazer a entrega de oito toneladas de material hospitalar. A ação foi iniciada na tarde de quarta-feira (13/1), às 16h10, quando decolou. Os materiais, que incluem camas, macas, barracas e cilindros de oxigênio, chegaram à capital do Amazonas às 21h do mesmo dia. Na tarde desta quinta-feira (14), os hospitais começaram a receber os insumos, após a população local relatar falta de oxigênio nos centros de internação.

    A missão teve início na última sexta-feira (8), e deve ser concluída no próximo domingo (17). O objetivo é enviar ao estado até o final da ação 386 cilindros de oxigênio por aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

    Segundo a FAB, a missão marca o início de uma nova fase de combate à covid-19 em 2021. “É um orgulho poder ombrear com militares e civis num esforço conjunto de combate à pandemia. Esperamos que, muito em breve, estejamos todos celebrando o fim desses infortúnios”, disse o comandante da Aeronave, Major Aviador Flavio Diniz Pereira.

    Pelo Twitter, o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), divulgou a missão realizada pela Força Aérea Brasileira.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Manaus: Empresário é preso por esconder oxigênio para vender mais caro

    Manaus: Empresário é preso por esconder oxigênio para vender mais caro

    Enquanto pessoas morriam asfixiados por falta de oxigênio na cidade amazonense, empresário teria escondido cilindros para lucrar mais.

    Um empresário de 38 anos foi preso em Manaus por, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), reter cilindros de oxigênio para especulação — quando se guarda um produto apostando na sua valorização em uma venda futura. A cidade amazonense enfrenta um colapso na saúde por falta de oxigênio, que é essencial para pacientes graves com a covid-19.

    De acordo com o secretário de Segurança, Coronel Louismar Bonates, os cilindros estavam em um caminhão, que foi encontrado após uma denúncia anônima. O veículo estava distante da empresa. No veículo, foram encontrados 33 cilindros, sendo que 26 possuíam oxigênio.

    Na delegacia, o empresário alegou que tirou os cilindros da própria empresa por ficar com medo de que a população invadisse o local em busca do material e, por isso, decidiu tirá-lo do local, de acordo com o delegado Bruno Fraga.

    “Ele informou também que os cilindros haviam sido envasados na quarta-feira (13/01). Os materiais apreendidos foram encaminhados na noite desta quinta-feira para unidades hospitalares de Manaus”, complementou o delegado. Os cilindros foram escoltados até os hospitais pela Polícia Civil.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Vacinação contra Covid-19 começa às 10h de 20 de janeiro, dizem prefeitos

    Vacinação contra Covid-19 começa às 10h de 20 de janeiro, dizem prefeitos

    Informação foi postada pelo prefeito de Florianópolis no Twitter. Ministério da Saúde não confirmou horário ou data

    Gean Loureiro (DEM), prefeito de Florianópolis, afirmou que a vacinação contra a Covid-19 começará às 10h de 20 de janeiro em todo o território nacional.

    A informação teria sido dada por Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, em reunião com prefeitos realizada nesta quinta-feira (14). Segundo Loureiro, o ministro também afirmou que as vacinas chegarão igualmente a todas as cidades brasileiras, sem priorização para capitais.

    Em publicação no Twitter, o prefeito de Florianópolis confirmou que serão 8 milhões de doses distribuídas na semana que vem, algo que Pazuello já havia afirmado anteriormente.

    Serão 2 milhões de doses do imunizante Oxford/AstraZeneca, produzido pela universidade britânica e pela farmacêutica americana, e mais 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan.

    A Frente Nacional dos Prefeitos detalhou ao portal G1 que serão mais 30 milhões de doses em fevereiro e outras 80 milhões delas em abril.

    O portal afirma que a data de vacinação foi confirmada também pelas prefeituras de Cuiabá e Maringá. A reunião teria sido feita virtualmente entre Pazuello e mais de 130 prefeitos.

    No ano, o prefeito de Florianópolis diz que serão 250 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca, 100 milhões da CoronaVac e 50 milhões da Sputnik V, vacina produzida pelo laboratório russo Gamaleya.

    Também estão no radar os imunizantes produzidos pelo laboratório americano Moderna e pela farmacêutica Johnson & Johnson, segundo Loureiro.

    InfoMoney entrou em contato com o Ministério da Saúde, que ainda não confirmou o horário ou a data.

    Fonte Info Money

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  • BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    Ministro da Saúde afirmou que primeiros imunizantes serão comprados da Índia

    Ministro da SaúdeEduardo Pazuello afirmou nesta quarta-feira (13/01) que a vacinação da COVID-19 começará no Brasil ainda neste mês, janeiro de 2021. Pazuello também disse que os primeiros imunizantes serão fornecidos pela Índia.

    “Vamos vacinar em janeiro (…) Hoje decola o avião para buscar os dois milhões de doses na Índia”, disse, em pronunciamento na cidade de Manaus, capital do Amazonas.

    O fabricante responsável pela vacina citada por Pazuello é a Serum Institute of India, vinculada ao grupo farmacêutico AstraZeneca para produção da vacina da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O ministro disse que o Brasil tem condições de iniciar o processo de imunização após aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre qualquer imunizante.

    “Nós temos duas vacinas para janeiro muito promissoras. São oito milhões de doses já em janeiro. Quando a Anvisa concluir suas análise, três, quatro dias depois, estaremos distribuindo a vacina”, afirmou o ministro.

    Nessa terça-feira (12/01), a Anvisa divulgou que se reunirá no domingo (17/01) pela autorização do uso emergencial das vacinas que estão sob análise do órgão. O último dia de avaliação dos pedidos de análise dos imunizantes é na próxima segunda-feira (18/01).

    Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados nessa terça, 8.195.637 pessoas contraíram a COVID-19 no Brasil. Dessas, 204.690 morreram e 7.273.707 se recuperaram da doença.

    Fonte EM

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  • EDUCAÇÃO: Justiça Federal nega pedido de adiamento do Enem e mantém datas das provas

    EDUCAÇÃO: Justiça Federal nega pedido de adiamento do Enem e mantém datas das provas

    Defensoria Pública da União informa que vai recorrer da decisão; provas estão marcadas para 17 e 24 de janeiro

    A Justiça Federal negou o pedido de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e manteve a data das provas nos dias 17 e 24 de janeiro. O pedido havia sido feito pela Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF). Entidades estudantis fazem pressão pela alteração na data das provas, que ocorrem em meio à segunda onda da pandemia no Brasil. A DPU informou que vai recorrer da decisão.

    Na decisão, a juíza Marisa Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, afirmou entender que as medidas adotadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo exame, “são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas, sem deixar de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante e nas autoridades sanitárias locais que definirão a necessidade de restrição de circulação de pessoas, caso necessário”.

    A juíza destaca ainda que há “informações suficientes” sobre as medidas de biossegurança para a realização da prova, como a obrigatoriedade do uso de máscara pelos candidatos e aplicadores, a possibilidade de reaplicação para inscritos com sintomas da COVID-19 e a orientação para que candidatos que pertencem ao grupo de risco façam a prova em salas menores.

    Na decisão, a juíza aponta que a pandemia tem efeitos diferentes no território nacional, podendo ser mais ou menos grave em algumas cidades. “As peculiaridades regionais ou municipais devem ser analisadas caso a caso, cabendo a decisão às autoridades sanitárias locais, que podem e devem interferir na aplicação das provas do Enem se nessas localizações específicas sua realização implicar em um risco efetivo de aumento de casos da COVID-19”, escreveu.

    Segundo a magistrada, caso o risco maior de contágio em determinado município justifique um “lockdown” que impeça a realização das provas “ficará o Inep obrigado à reaplicação do exame diante da situação específica”. O Estado do Amazonas e o município de Belo Horizonte, por exemplo, fecharam o comércio nos últimos dias para reduzir a transmissão da COVID-19 – nessas localidades, é alta a taxa de ocupação de leitos.

    A decisão cita ainda a realização, nos últimos dias, dos vestibulares da Fuvest e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sem que houvesse pedido de adiamento por parte da Defensoria Pública ou das entidades estudantis. A reportagem acompanhou a aplicação das provas e registrou aglomerações nos portões de entrada e na saída dos estudantes.

    Especialistas em Saúde ouvidos pelo Estadão disseram que a realização da prova neste momento pode agravar o quadro da pandemia no Brasil e oferece risco aos alunos.

    Adiamento

    Inicialmente marcado para novembro, o Enem foi adiado para janeiro por causa da pandemia. Na época, o Ministério da Educação (MEC) fez uma enquete com os estudantes, que indicaram preferência pelo adiamento para o mês de maio de 2021. Apesar dessa indicação, a prova foi marcada para janeiro sob o argumento de não atrasar o calendário das universidades.

    Nesta terça-feira (12/1), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que uma “minoria barulhenta” quer um novo adiamento do exame. A declaração ocorreu no dia seguinte à morte do general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, chefe da diretoria do Inep e responsável pela elaboração do Enem. “Não vamos adiar o Enem”, disse o ministro.

    Fonte EM

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  • Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Segundo o diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, a eficácia da Coronavac deve ser ”bem mais alta’ que a encontrada

    diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, afirmou nesta terça-feira (12/01) que a eficácia da vacina no uso para a população em geral “deve ser bem mais alta” que o encontrado durante os estudos de fase 3 do imunizante. Segundo reforçou o pesquisador responsável pelo estudo, os testes foram realizados com profissionais da saúde voluntários e, portanto, não necessariamente representam os resultados encontrados entre a população geral.

    “A vacina é extremamente segura, ninguém vai virar outra coisa além de um ser humano protegido quando tomar a vacina”, explicou o médico.

    Conforme afirmou Palácios, 85 dos participantes do estudo clínico que receberam a Coronavac – vacina contra a COVID-19 desenvolvida em parceria com a chinesa Sinovac – tiveram sintomas muito leves ou não tiveram nenhum, contra 167 do grupo controle.

    Com os dados divulgados, o Butantan reforça que a eficácia geral da vacina ficou em 50,38% – medida da capacidade da vacina de reduzir os casos muito leves. Na última semana, o Butantan havia anunciado que a vacina foi capaz de reduzir em 78% a ocorrência de casos leves da doença e em 100% as formas graves e internações.

    “Temos uma vacina capaz de controlar a pandemia por diminuir a intensidade da doença”, afirmou Palácios durante entrevista coletiva no Instituto Butantan no início da tarde desta terça-feira.

    Fonte EM

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  • Inep divulga cartão de confirmação com local de prova do Enem 2020

    Inep divulga cartão de confirmação com local de prova do Enem 2020

    Inscrição, hora e data do Enem estão no cartão

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou o cartão de confirmação de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por meio do qual os inscritos podem consultar o local onde devem fazer a prova.

    O cartão está disponível desde o início da manhã, segundo o Inep. No documento, constam também informações como número de inscrição e o registro da hora e data do Enem. Consta, ainda no cartão, a confirmação de que o participante que pediu atendimento especializado será atendido. O mesmo serve para o inscrito que solicitou o tratamento pelo nome social.

    O inscrito pode consultar o cartão na Página do Participante e também pelo aplicativo oficial do Enem. O Inep aconselha quem vai fazer as provas que imprima o documento e leve no dia de realização do exame, junto com o documento oficial com foto.

    Segundo o Inep, o sistema tem funcionado sem problemas e algumas reclamações em redes sociais sobre dificuldade de acesso podem ter sido causadas por tentativas de acesso durante a madrugada, quando o cartão de confirmação ainda não estava disponível.

    Datas

    A atual edição impressa do Enem será nos dias 17 e 24 de janeiro. Num projeto piloto, o exame será realizado também numa versão digital para 100 mil inscritos, desta vez nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Ao todo, 5.783.357 inscritos foram confirmados.

    Em alguns casos específicos, como quando houver problemas estruturais no local das provas, o exame poderá ser reaplicado. As datas para isso são 24 e 25 de fevereiro. Nessas datas, as provas serão aplicadas também para as pessoas que estiverem privadas de liberdade. Em todas as situações, o resultado do Enem está marcado para ser divulgado em 29 de março.

    As datas da atual edição do Enem foram divulgadas em junho, após o Ministério da Educação anunciar o adiamento do exame, que seria realizado em novembro, em razão da pandemia de covid-19. À época, estudantes fizeram campanha para que o governo ou o Congresso adiassem as provas.

    Reaplicação por doença

    Também poderá pedir para participar da reaplicação da prova em fevereiro quem estiver diagnosticado com covid-19, nas primeiras datas de realização das provas. A solicitação poderá ser feita na Página do Participante do Enem.

    O mesmo serve para outras doenças infectocontagiosas. São elas: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, e varicela.

    O Inep orienta o participante que seja acometido por sintomas de qualquer dessas doenças no dia ou na véspera da realização do Enem a entrar em contato também pela Central de Atendimento, no número 0800-616161, de modo a agilizar a análise do caso.

    Fonte Agência Brasil

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  • Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Solicitação contempla dois milhões de doses importadas da Índia; resposta pode levar 10 dias

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou, nesta sexta-feira (08/01), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação emergencial da vacina contra a COVID-19 produzida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca. O processo faz parte dos trâmites necessários para a aplicação do imunizante.

    O prazo da Anvisa para avaliar uso emergencial de vacinas é de até 10 dias. Portanto, a expectativa é que a autorização pedida pela Fiocruz saia até o próximo dia 18. Dois milhões de doses devem ser importadas da Índia. A tendência é que a carga chegue, justamente, em no máximo 10 dias.

    Também nesta sexta, a Anvisa já havia recebido, do Instituto Butantan, o pedido para utilização emergencial da CoronaVac, composto de origem chinesa produzido pela entidade paulista.

    “As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, diz a Agência.

    Se as primeiras doses de Oxford e a autorização da Anvisa cheguem até o dia 18, o país terá condições de iniciar a vacinação na data mais otimista do plano federal de imunização: 20 de janeiro.

    Fiocruz mira produção nacional

    Posteriormente à entrega das doses vindas da Índia, com ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) importados, a Fiocruz iniciará a produção, em solo nacional, do imunizante pensado por Oxford e AstraZeneca. A previsão é que o primeiro milhão de doses fabricado no Brasil seja entregue ao governo entre 8 e 12 de fevereiro.

    A partir do dia 22 do segundo mês do ano, a estimativa é que 700 mil doses diárias fiquem prontas para uso.

    O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. A ideia é aplicar doses da vacina britânica em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

    O governo considera que uma vantagem da vacina de Oxford/AstraZeneca é a facilidade de armazenamento, que exige temperaturas de 2 a 8 graus. Trata-se do intervalo já utilizado na rede de frios do Sistema Único de Saúde (SUS). No Reino Unido, o composto britânico tem sido ministrado em duas doses.

    Fonte EM

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Órgãos manifestam pesar; Brasil se prepara para iniciar vacinação

    O Brasil bateu a marca de 200 mil mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (7) informa um total de 200.498 mortes em decorrência de covid-19.

    Até ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 198.974 óbitos. Ainda há 664.244 pessoas infectadas em acompanhamento. Outras 7.096.931 pessoas – 89,1% do total – já se recuperaram da doença.

    Nas últimas 24 horas foram registrados 1.524 novos óbitos. Foi o 2º dia com mais mortes notificadas durante todo o período de pandemia, perdendo apenas para 29 de julho, quando foram confirmadas 1.595 novas vítimas. Ainda há 2.543 óbitos sob investigação.

    O total de casos acumulados se aproxima de 8 milhões. Conforme o balanço do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 7.961.673 pessoas infectadas desde o início da emergência sanitária. O número de casos acumulados ontem estava em 7.873.830.

    Entre ontem e hoje, foram confirmados 87.843 novos diagnósticos positivos, o maior número em toda a pandemia. O dia com mais casos acrescidos às estatísticas havia sido 16 de dezembro de 2020, com 70.574.

    Na lista de estados com mais mortes, o topo é ocupado por São Paulo (47.768), Rio de Janeiro (26.292), Minas Gerais (12.366), Ceará (10.096) e Pernambuco (9.763). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (793), Acre (821), Amapá (956), Tocantins (1.257) e Rondônia (1.890).

    Repercussão

    O Ministério da Saúde divulgou nota em que se solidariza com as “famílias que perderam entes queridos”. No comunicado, a pasta diz que está “trabalhando incansavelmente para para garantir vacinas seguras e eficazes à população” e destaca o papel dos profissionais de saúde no combate à pandemia.

    “É importante ressaltar que é a força de cada um dos profissionais de saúde – como médicos, enfermeiros, cuidadores, técnicos e demais profissionais – que fazem o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionar”, destaca o Ministério.

    O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) classificou o fato como “triste marca”. De acordo com os secretários, o Sistema Único de Saúde mostrou o quanto é necessário para a população. Mas a entidade alerta que há vários desafios pela frente.

    “Precisamos estar atentos a todas as providências para aquisição de insumos essenciais ao sucesso da iniciativa, com seringas e agulhas. Neste momento, há um estoque suficiente para atender as demandas da primeira fase da iniciativa. É essencial, porém, que uma compra nacional, pelo Ministério da Saúde, seja realizada em quantidades que garantam a vacinação contra covid-19 e a reposição de estoques que necessitaram ser remanejados”, pontua a nota do Conass.

    Ontem, em pronunciamento de rádio e TV, Pazuello afirmou que o governo garantiu a disponibilidade de 354 milhões de doses de vacinas, de três laboratórios, para imunização da população brasileira em 2021.

    Além disso, o ministro afirmou que estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas.” 

    O Conselho Nacional de Saúde (CNS), colegiado que reúne governos, gestores, profissionais e associações de pacientes, divulgou hoje nas redes sociais que a entidade lamenta o sofrimento de brasileiros e brasileiras.

    “Nossas entidades manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e resultado da inação e da irresponsabilidade dos mandatários da nação para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiras e brasileiros infectados e mortos pela covid-19 e de seus familiares.”

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021

    O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

    O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

    Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto hoje (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da pasta informaram o contrato de compra da Coronavac e trataram da situação da vacinação contra a covid-19.

    Pazuello afirmou que a aquisição do lote da Coronavac foi possível graças à medida provisória (MP) editada ontem (6) permitindo a contratação de vacinas antes do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “A MP nos permite fazer contratação de vacinas e outros insumos antes mesmo de estar concluído o registro na Anvisa, coisa que não era permitida. Não podia fazer nenhuma contratação que não houvesse incorporação anterior no SUS [Sistema Único de Saúde] para poder comprar”, declarou o titular do MS.

    A perspectiva da pasta é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia, 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho, 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

    A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

    O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Nesta hipótese, estariam disponíveis oito milhões de doses. A imunização ocorreria com as vacinas que estivessem disponíveis, sejam elas as do Instituto Butantan ou as importadas da Astrazeneca da Índia.

    O segundo cenário seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Já o terceiro seria entre 10 de fevereiro e início de março. Pazuello comentou que a estimativa é que os dois produtores nacionais, Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, cheguem ainda neste ano à capacidade de fabricação de 30 milhões de doses por mês.

    O ministro contou que a equipe do órgão continua negociando com a Pfizer, farmacêutica que já teve vacinas compradas por outros países. Contudo, argumentou que a empresa apresentou exigências mal recebidas pelo MS, como a desresponsabilização por qualquer efeito colateral, a designação dos Estados Unidos como foro para resolver eventuais ações decorrentes de problemas como este e obrigação de o Brasil fornecer o material para diluir o imunizante.

    “Não paramos de negociar com a Pfizer. E o que queremos? Que ela nos dê o tratamento compatível com o nosso país, que ela amenize essas cláusulas. Não podemos assinar desta forma. Ela ofereceu 500 mil em janeiro, 500 mil em fevereiro e 2 milhões em março, 2 milhões em abril, 2 milhões em maio e 2 milhões em junho. Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda a vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população do Rio de Janeiro”, sublinhou o ministro.

    Seringas

    Os representantes do Ministério da Saúde falaram também sobre o fornecimento de seringas. Um pregão foi realizado, tendo concluído com 3% do total previsto. O presidente Bolsonaro afirmou que suspenderia a compra de seringas até que os preços baixassem novamente.

    O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, colocou que há 80 milhões de seringas passíveis de mobilização imediata para o início da vacinação, incluindo as existentes em estados e municípios. Ele acrescentou que o Ministério obteve juntamente a fabricantes 30 milhões de seringas por meio do instrumento de requisição administrativa.

    Outras 40 milhões podem ser adquiridas por meio de uma compra internacional da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), das quais 8 milhões podem chegar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.

    Fonte Agência Brasil

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  • Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 e o total de pessoas que morreram, 9% menor

    Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 903 acidentes em rodovias federais entre os dias 30 de dezembro e 3 de janeiro. O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019. Deste total, 254 foram considerados graves, por terem resultado em vítimas – 11% a menos do que no ano passado. Ao todo, 67 pessoas perderam a vida nessas rodovias. O total de vítimas fatais foi 9% menor do que o registrado no ano anterior.

    De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (4) pela PRF, 1.150 pessoas ficaram feridas, o que representa queda de 6% na comparação com a Operação Ano-Novo do ano passado. Durante a operação, mais de 3,3 mil testes do etilômetro foram aplicados, resultando no flagrante de 479 motoristas que dirigiam após terem consumido bebida alcoólica – número 65% menor do que o registrado no período de 28 de dezembro de 2019 a 1º de janeiro de 2020.

    Cerca de 6 mil condutores foram autuados pela manobra arriscada. Na comparação com o feriado de ano-novo de 2019 para 2020, o número representa aumento de 17%.

    A PRF verificou também se os motoristas estavam usando os equipamentos de segurança obrigatórios. Segundo o órgão, mais de 800 ocupantes de motocicletas não usavam o capacete (11% a menos que no ano passado). No caso dos automóveis, cerca de 3,7 mil (-7%) pessoas viajavam sem o cinto de segurança, item cujo uso é obrigatório para motoristas e passageiros. Ao todo, 180 (+49%) motoristas foram flagrados usando celular enquanto dirigiam.

    Durante a operação deste feriado de fim de ano, a PRF reforçou a fiscalização e o trabalho de prevenção a acidentes nos principais pontos de acidentes e de maior incidência de práticas criminosas. Mais de 125 mil veículos e pessoas foram fiscalizados.

    As ações de educação para o trânsito, que visam a conscientização das pessoas sobre a importância de se obedecer as leis de trânsito, atingiram mais de 3,3 mil pessoas.

    Fonte R7

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