Tag: Cultura

  • RESPEITÁVEL PÚBLICO: Circo SESI chega a Três Pontas com o espetáculo “A Saga do Sertão: A força de quem faz”

    RESPEITÁVEL PÚBLICO: Circo SESI chega a Três Pontas com o espetáculo “A Saga do Sertão: A força de quem faz”

    Tema é uma homenagem à obra “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos e tem entrada gratuita

    Depois de se apresentar em mais de 120 cidades mineiras e encantar 145 mil pessoas, o Circo SESI chega a Três Pontas na próxima sexta-feira (11 de setembro), com o espetáculo A Saga do Sertão: A força de quem faz. A apresentação será na Praça Cônego Victor (Praça da Matriz), a partir das 19h30min, e tem entrada gratuita.

    A passagem pelo Sul de Minas marca o encerramento da turnê deste espetáculo que viajou durante os últimos três meses por 16 cidades mineiras e foi assistido por 23 mil pessoas. Em seu terceiro ano de atuação, o projeto, iniciativa do SESI/FIEMG, realiza além do grande espetáculo, três intervenções artísticas que circulam paralelamente por Minas Gerais.

    Em cena, 09 atores, 06 artistas circenses, 03 músicos e bonecos atuam, cantam, fazem acrobacias e malabarismos para contar a história da chegada de uma indústria na pequena cidade em que vivem Fabiano, sua família e a cachorrinha Baleia. Homenageando a obra literária Vidas Secas, de Graciliano Ramos, A Saga do Sertão: A força de quem faz evoca a dura realidade dos personagens, mas com uma abordagem lúdica. Terceira grande produção do Circo SESI, o espetáculo coloca em foco a família e sua relação com o ambiente industrial. O texto destaca a importância de o industriário incorporar também em casa os cuidados adotados no ambiente de trabalho para evitar acidentes.

    Composta exclusivamente pelo músico Kiko Klaus, a execução musical acompanha toda a apresentação ao vivo, e ainda conta com a presença de recursos como o teatro de sombras e a manipulação de bonecos, que fascinam os espectadores e conquistam o público. Com coordenação artística de Samira Ávila, a montagem traz a tríade de diretores Fernando Bustamante (direção geral), Kiko Klaus (direção musical) e Gustavo Machado (direção coreográfica e diretor assistente) e atuação do humorista, ator e músico Tino Gomes. Tino é velho conhecido do público mineiro por seus “causos” no teatro e participações em novelas, minisséries e filmes. A ficha técnica conta ainda com os premiados Ed Andrade, na cenografia, Wanda Sgarbi, nos figurinos e o bonequeiro Eduardo Félix.

    O Circo SESI

    Em seu terceiro ano de atuação, o Circo SESI, idealizado pelo SESI/FIEMG, já foi apresentado em mais de 275 espaços, entre escolas, teatros, praças e demais locais públicos além de mais de 360 indústrias por toda Minas Gerais, sempre de forma gratuita. Em sua primeira edição, o projeto estreou o grande espetáculo Tempos de Transformação (2013), que contou um pouco sobre a história da indústria. No ano passado, o universo industrial ganhou abordagem mítica com Ai Meu Zeus! Os deuses na indústria (2014).

    Além do Grande Espetáculo, o projeto circula, paralelamente, com três intervenções: Indústria e Mercado de Trabalho, SST (Segurança e Saúde no Trabalho) e Escola Móvel. Em todas as suas ações a linguagem circense, o teatro e a música são caminhos para entreter e informar conceitos relacionados à saúde, segurança, valorização da indústria e capacitação profissional.

    No total o projeto já percorreu 120 diferentes cidades mineiras e atingiu 145 mil pessoas!

     

    Fonte Assessoria de Imprensa – Circo SESI

  • FALTOU DIÁLOGO? Comerciantes reclamam do fechamento antecipado do trânsito na Praça Cônego Vítor por conta de eventos

    FALTOU DIÁLOGO? Comerciantes reclamam do fechamento antecipado do trânsito na Praça Cônego Vítor por conta de eventos

    Três Pontas sediará neste final de semana, mais precisamente nesta sexta (28) e sábado (29), mais uma edição do maior festival de música do Brasil: O Festival Nacional da Canção, inicialmente conhecido como o festival de Boa Esperança e que com o passar dos anos ganhou uma projeção muito maior.

    A estrutura para o evento começou a ser montada na manhã desta quarta-feira (26), fazendo com que o fluxo de veículos no entorno da Praça Cônego Vítor fosse interrompido ou desviado, como em frente às agências bancárias e também em frente ao Coreto Municipal. E esse fechamento “adiantado” do trânsito acabou desagradando mais uma vez os comerciantes que, apesar se serem favoráveis à realização de eventos, cobram mais organização no sentido de amenizar as perdas para o setor. Nossa reportagem foi procurada pelo comerciante e empresário Sebastião de Fátima Cardoso. Ele falou sobre o assunto:

    “Quero inicialmente dizer que não somos contra a realização de eventos aqui na Praça Cônego Vítor. Mas o que acontece é que por conta da falta de planejamento e de diálogo com os comerciantes nossa classe acaba sendo sempre prejudicada. Sou católico, respeito os eventos aqui, mas da forma como as coisas são conduzidas está errado. Falta respeito com o comerciante. Quem gera empregos e paga impostos somos nós. Aí vem agora mais um evento que, repito, não sou contra, que será realizado na sexta a noite e no sábado. E na quarta-feira já fecham o trânsito, interditam tudo? Tá errado, muitos reclamando sobre isso.

    Porque não montou no dia? Porque só o comerciante leva o prejuízo? E também quero saber porque esses eventos não são realizados nos locais que foram criados para eventos, como o Centro de Eventos Wagner Tiso, a Mina do Padre Victor ou até o Campo do TAC? Porque tem que ser na Praça Cônego Vítor? Os comerciantes me procuraram e estão indignados. Espero que as autoridades olhem isso com mais carinho e respeito, já que o cidadão tem o direito de ir e vir. O consumidor quando não encontra vaga de estacionamento ele procura outros lugares para comprar e como não tem como parar aqui na Praça Cônego Vítor estamos realmente sendo prejudicados. Dono de restaurante, dono de padaria, dono de loja, enfim, todos estão sentindo isso”, pontuou.

    Nós conversamos com o presidente da Associação Comercial, Michel Renan Simão Castro, que deu o posicionamento da entidade frente a essa questão:

    “Três Pontas tem muitos lugares que poderiam ser destinados para esses eventos. Insistem em realiza-los na Praça Cônego Vítor e isso provoca uma série de prejuízos para comerciantes e pessoas que ali residem. Esses eventos deveriam acontecer em locais destinados para isso. Tudo é a maneira de abordagem de se discutir, de como o trâmite foi feito. Se tivesse sido dada publicidade antecipada, informando tudo, quando seria fechado, quando seria aberto, enfim, se houvesse conversa com os comerciantes, minimizaria o mal-estar.

    O dialogo é a maneira mais correta para se evitar problemas e esses empresários não foram ouvidos e eles reivindicam um direito que é deles”, declarou.

  • FENAC 2015: Últimas cinco vagas serão disputadas em Três Pontas neste final de semana

    FENAC 2015: Últimas cinco vagas serão disputadas em Três Pontas neste final de semana

    É na terra de Milton Nascimento e Wagner Tiso que terminam as etapas classificatórias do 45° Festival Nacional da Canção.

    O município sediará a sexta fase seletiva do maior festival de música do Brasil nos dias 28 e 29/8, na Praça da Matriz, a partir das 21h.

    Mais 26 canções de vários estados foram selecionadas e concorrem as últimas cinco vagas nas semifinais que acontecem em Boa Esperança.

    Trespontano

    Em sua página oficial no facebook o trespontano Sid Rodrigues, que teve uma composição classificada e que irá se apresentar em sua terra natal, falou da emoção e da expectativa: “Neste sábado dia 29/08 terei o prazer de estar mais uma vez no palco do Maior Festival de Música do país, mostrando um pouco do meu trabalho autoral e representando a nossa querida Três Pontas! Desde já conto com a presença e as boas energias de todos”, pontuou.

    Veja a lista de músicas classificadas para a etapa de Três Pontas:

  • OUVIDO DE DENTRO – Por Clayton Prósperi de Paula: O Músico é o equilibrista.

    OUVIDO DE DENTRO – Por Clayton Prósperi de Paula: O Músico é o equilibrista.

    Como o saudoso Fernando Brant já dizia na célebre canção: … “todo artista tem de ir a onde o povo está”… Nós, cansados, subjugados e descontentes artistas, compositores e músicos, procuramos nosso trabalho e sustento em diversos e diferentes lugares, para mostrar o que sabemos realmente fazer que é música. Mas aí vem o choque de realidade, e com ele a pergunta: Onde estará esse povo? Em shows? Cada vez mais carentes de pessoas, quem dirá de platéia. Teatros? Rarissimamente e com público escasso.  Nos bares? Igualmente esquecidos da boa boemia musical dos tempos de outrora.

    A relação artista- público nunca esteve em vias tão distintas. “O que será, que será?” O que esse povo anda fazendo? Que não saindo de suas casas e permanecendo em suas “fortalezas” virtuais? Na falsa sensação existencial, que seus espíritos presos nem sequer presumem. “É a crise” dizem uns, “é o tempo frio” dizem outros, ou até pode-se ouvir o famoso ditado: “santo de casa não faz milagre”.

    Outro dia ouvi músicos comentando que têm que parar com sua música a pedido do proprietário, ou muitas vezes dos próprios frequentadores das casas em que se apresentam, para exibição de lutas na TV. Como assim?! Tudo bem que nem todos os músicos são suficientemente bons ou agradáveis. Mas o que me deixa intrigado é o fato dessas pessoas saírem de suas casas, e se dirigirem para um lugar que sabem notoriamente que está havendo música ao vivo, para simplesmente assistirem aos shows de barbárie explícita na televisão( o que poderia ser assistido nos seus próprios e confortáveis lares, ou melhor ringues particulares).Para onde foi o respeito ao artista e antes de tudo pelo profissional que se apresenta ali?

    A verdade é que a arte musical sempre esteve (com raras e notáveis exceções) na contramão dos povos e das grandes massas. Mas nunca, e tão ameaçadoramente como agora.

    A meu ver esse vazio terá suas raízes naquilo que sempre foi discutido e dito como solução, não para esse único problema, mas para a maioria das máculas sociais e culturais desse nosso vasto país: a EDUCAÇÃO.

    Não sei se é impressão, mas na nova propaganda midiática do governo federal, em que se utiliza um “funk”, com muitos jovens “cantando” e dançando, para convocar os alunos a retornarem as salas de aula, depois das curtas férias de julho, soa mais como um apelo suplicante, que contradiz aquilo que seu próprio sistema falho e em colapso já vinha causando há muito tempo, a apatia e a falta de interesse no conhecimento e na  informação.

    Com a cultura não poderia ser diferente. O vazio das casas noturnas, teatros, casas de espetáculo, escancara a alienação desse tempo e a indiferença a aquilo que seriam os últimos redutos da boa e velha música de sempre.

    Você aí, que prefere ficar no” conforto” de seu computador micro ou macro, gastando seu precioso tempo de vida, e achando que vai encontrar tudo o que sonha e procura na tela e nos pixels que enxerga, sem perceber, deposita uma moeda no baú que isola, tranca e apaga toda uma história e evolução cultural conquistada (por pessoas reais e não “perfis” ou ”curtidas”) até o nosso presente. Eu mesmo, nesse exato momento em que escrevo, me utilizo desse meio que falo tanto (e não me abstenho também da culpa) para chegar até você, leitor.

    Alguns vão dizer que isso será uma evolução natural causada pela modernidade. E o que ela traz consigo, será naturalmente entendido e compreendido no” futuro”.

    Afinal, pra que sair de casa pra tomar uma cerveja, bater um bom papo com os amigos e ouvir boa música? Posso ter tudo isso aqui no conforto do meu celular, da minha poltrona. Talvez em um futuro não muito distante, as máquinas farão também o trabalho de músicos, artistas e até compositores. Aliás, pasmem, isso já esta seguindo lenta e veladamente seu caminho.

    Então lhe pergunto caro leitor: Existirá um aplicativo para felicidade? Existirá um download para a emoção? Um link para o sentimento? Um reiniciador para a realidade? Uma formatação para a alma?

    Pode até ser que um dia isso aconteça, mas receio, não terá metade da humanidade e do espírito, contidos em uma poesia declamada, em uma melodia bem tocada, em uma canção encantada e ao vivo.

    O músico, assim como o artista, se nutre do calor das pessoas, do público, dos fãs, dos ouvintes. E esse alimento anda cada vez mais escasso. As pessoas distanciam-se cada vez mais de sua essência humana.

    É gente fugindo de gente, pra se comunicar com seres e coisas ausentes. Será esse o futuro que nos espera? A irrealidade existencial? Isso com certeza vai trazer uma mudança radical em tudo e também na forma como artista e público se interagem. Se será benéfica ou não, a realidade que nos apresenta até o momento são casas de shows, teatros, centros de cultura e bares vazios de gente, de música, de arte, de vida. Por favor, o último a sair, apague a luz para a economia da máquina.

  • CULTURA & GASTRONOMIA: Começa hoje o Batuque na Cozinha

    CULTURA & GASTRONOMIA: Começa hoje o Batuque na Cozinha

    Com o apoio da Prefeitura Municipal de Três Pontas, o 3º Concurso de Tira Gosto e Atendimento de Três Pontas, Batuque na Cozinha, começa hoje (12), e o primeiro bar a apresentar seu prato será o bicampeão Quilombo.

    O encontro começa às 20hs00 e se encerra às 00hs00, com direito à música ao vivo. O preço do prato está fixado em R$ 34,90, e deve render para duas pessoas. Após provar o tira-gosto do bar, o cliente poderá dar sua nota para o sabor e para a apresentação do prato, além de avaliar também o atendimento do local.

    Confira os participantes do concurso:
    12/08 – Quilombo
    13/08 – Gaúcho
    19/08 – Bar da Mina
    20/08 – Esquina da Pizza
    26/08 – Pizza Fone
    27/08 – Bar do Raúl
    02/09 – Quirinos
    03/09 – Cheiro Verde

    As notas serão somadas às dos jurados do concurso, que já foram convidados. A apuração e entrega dos prêmios serão realizadas na Casa da Cultura Alfredo Benassi, na quarta-feira (9/9) e poderão ser acompanhadas pela comunidade.

    Fonte: Ascom PMTP

  • CULTURALIS Por Paula Beckher – Sobre Aprender…

    CULTURALIS Por Paula Beckher – Sobre Aprender…

    Olá gente! Que saudade… Estou feliz por poder estar de volta a esse espaço para batermos mais um papo sobre tudo o que se vê por essa vida afora.  Sou educadora e essa opção está longe de ter sido feita por falta de oportunidades; essas, graças a Deus e a minha família, pude ter. Formei-me em Letras – Inglês, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e foi na universidade que descobri o encanto do processo do aprender. Sou encantada pelas possibilidades infinitas que nos são descortinadas pelo conhecimento. No entanto, hoje sei que liberdade de conhecer implica em responsabilidade de ação ética, pois somos frutos de nossas escolhas.

    É sobre isso que venho aqui lhes falar hoje: sobre as escolhas que podem ser tomadas para que a nossa qualidade de vida seja melhor, para que sejamos pessoas felizes, realizadas, positivas, saudáveis e que estejam em paz e harmonia com o mundo ao redor. Nós podemos (e devemos!) fazer a nossa parte para fazer do mundo um lugar melhor. Mas também é preciso que selecionemos bem as nossas amizades e companhias para que façamos parte de um grupo, de uma família, de uma escola, de uma equipe profissional que esteja afinada com o mesmo objetivo. Afinal de contas, o bem é uma construção que precisa ver seus frutos na comunidade para que seja efetivo.

    O diálogo, o respeito às diferenças e o amor se revelam, nesse ponto, indispensáveis. Não adianta ter o bem em nós se não o colocamos em ação para promover o bem da comunidade que nos cerca. Se assim o for, acabaremos nos frustrando. Dons e talentos pessoais têm real sentido e valor somente quando são colocados a serviço dos outros: para que o bem atue para além dos limites do eu. Felicidade vivida é felicidade partilhada!

    Mas nem tudo são flores. Um dos maiores inimigos de nosso crescimento e evolução é a acomodação e a nossa mania boba de dizer “eu sou assim e pronto”. Nós nos acostumamos muito facilmente a tudo: dia-a-dia, trabalho, família, relacionamentos, estudos… e até com nós mesmos! E também temos preconcepções que nos impedem de ver as coisas como se fosse a primeira vez. Tendemos a olhar para as coisas e pessoas com os olhos já embotados pelo que ouvimos do outro, ou pelo que somos e cremos. Isso é natural, mas pode fazer a gente perder a alegria.

    A natureza é pura alegria! Se não estamos vibrando em alegria com ela, é por termos os olhos impuros – alguns ciscos a retirar. Quando retiramos o que nos impede de ver a beleza que está em todo lugar – fora e dentro de nós – o resultado imediato é a presença radiante da alegria. Sem alegria, nada parece brilhar. Eu gosto da vida em alta definição e, por isso, olho frequentemente para o céu, para as flores, para as plantas, ambientes, animais e pessoas. Olho com olhos livres. E tudo o que vejo me encanta.

    Rubem Alves – escritor e educador mineiro (de Boa Esperança!) – era alguém que dizia da importância imensa de um educador ser um pouco de poeta, porque aprender é um processo que não pode acontecer sem o encanto. Se isso acontece, o resultado é o tédio. A tirinha abaixo retrata o dilema de muitos que se colocam na jornada da busca da construção de novos conhecimentos e encontram obstáculos de pessoas e situações que não favorecem a manutenção do encanto e do lúdico no aprender.

    Eu aprendi que o professor não é a escola – e tampouco pode ser, pois muitas de suas boas intenções podem nunca se realizar se os devidos recursos materiais e humanos não estiverem disponíveis. É preciso uma escola. Uma escola que seja o ambiente em que a aprendizagem aconteça: um ambiente pensado para ser o local em que se acolhem as pessoas que, mediadas por recursos materiais e por interações sociais, poderão se descobrir, se inspirar, se desafiar, se confrontar com os limites da realidade em que vivem, para que assim possam ser melhores. Quando nos melhoramos, o mundo melhora junto.

    Nenhum ser humano é uma ilha: somos seres sociais e nossa razão de ser se completa no outro. Creio que acabei me tornando professora de língua inglesa um pouco pelo encanto que tenho pela cultura da diversidade, em que o outro tem papel de destaque. Para aprender inglês é preciso falar, interagir, ter bom humor, alegria, expansividade, acolhimento ao outro, vontade de ouvir e conhecer o diferente, empatia com o humano, sorriso e olhos nos olhos. É também preciso ter um espírito incansável na busca pela superação de limites, pois o novo é um convite para deixarmos de lado nossas crenças, comportamentos e pensamentos habituais para experimentar outro jeito de ser e agir. Nessa empreitada tornamo-nos pessoas mais compreensivas e flexíveis – e nossos olhos verão além do obvio.

    Vamos exercitar o olhar? Faça um exercício consigo mesmo e refine seu olhar para as coisas – e pessoas! – de sempre. E recupere o encanto que você talvez possa ter perdido pelo caminho. Depois me conta no que deu.

    Até a próxima!

  • TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    Elienai Teófilo, mais conhecido como Nanai, é um dos grandes talentos da música trespontana. Além da paixão pela música sertaneja, ele também dedica seu tempo à música religiosa, aos cantos litúrgicos durante as celebrações de Missas, principalmente na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Conhecido pela inconfundível voz que emociona a todos, Elienai vem caminhando em busca do sucesso, do reconhecimento de seu trabalho na música secular, a música sertaneja, tanto a universitária quanto a de raiz.

    Ele criou o grupo Elienai Teófilo e Banda DW. Eles se apresentaram na festa do Dia do trabalhador (1º de maio) em Três Pontas, abrindo o show da dupla Regis e Raí.  E estão abertos a contatos, convites para outras apresentações.

    A banda existe há 3 anos e conta com Willian no contrabaixo, Plínio no violão, Nanai nos vocais e Willian Damasceno na sanfona, Edson Pelé no violão solo e Adriano Maciel na bateria. Inicialmente se apresentou em eventos beneficentes da igreja católica e agora abriu seu leque para outros eventos.

    Ensaio da banda.

    Quem quiser contratar Elienai Teófilo e Banda DW pode ligar para (35) 9731-5196.

  • RESPEITÁVEL PÚBLICO: Decadência do circo leva artistas para as ruas. Em Três Pontas não é diferente

    RESPEITÁVEL PÚBLICO: Decadência do circo leva artistas para as ruas. Em Três Pontas não é diferente

    O argentino Diego Àrias, 26 anos, natural de Buenos Aires, que reside atualmente em Córdoba, voltou a Três Pontas pela terceira vez para mostrar o seu talento como artista de rua. Especializado em malabares, ele tenta driblar as dificuldades financeiras e ganhar alguns “trocados” se apresentando nos semáforos do centro da cidade.

    Ele contou ao Conexão que já passou por diversas cidades do sul de Minas e que é artista de rua há vários anos, tendo descoberto o talento, a facilidade em manejar diversas bolas coloridas com as mãos.

    Sobre o valor arrecadado nos faróis, ele não revela, mas diz que o pouco que ganha o ajuda a sobreviver. Infelizmente, segundo ao artista, nem todos os motoristas respeitam. Poucos resolvem incentivar, dando moedas (maioria das vezes) ou notas de 2 ou 5 reais. E existem aqueles que debocham, não valorizam e ainda fazem cara feia quando o artista se posiciona na frente dos veículos.

    Esta semana o Conexão flagrou um outro artista de rua, dessa vez especializado em fazer estátua viva. Ele, que não quis se identificar, ficou vários dias no calçadão da Rua Dona Isabel.

    Malabarismo

    O malabarismo pode ser definido como a arte de manipular objetos com agilidade e precisão. Estes objetos são itens que o artista usa para fazer o malabarismo, o qual pode ser feito com bolas, clavas, argolas, tochas, facas, serras, caixas, etc.

    A arte do malabarismo está presente nos espetáculos de entretenimento das pessoas há milhares de anos, passando pelos espetáculos de rua, palcos de teatros, picadeiros de circos, até chegar hoje a virar uma competição. Os malabaristas impressionam o público pela sua capacidade de manipulação dos objetos, variando as dificuldades: com maior número de objetos, com objetos cortantes ou flamejantes, com uma mão só, equilibrados em uma corda bamba ou em um monociclo, etc. O termo não é utilizado somente para objetos lançados ao ar, mas também a outras artes praticadas com diferentes objetos como girar pratos, equilibrar objetos em bastões, ou manusear bastões chineses.

    Quanto maior é a criatividade do malabarista e a dificuldade de manusear os malabares, maior é a apreciação por parte do público. No caso das competições, ganha o malabarista que apresentar maior habilidade na arte. Um misto de desafio, equilíbrio e arte.

    Para um iniciante na arte do malabarismo, é importante que sejam usados objetos inofensivos, a melhor dica são as bolas de malabarismo. Começa-se, portanto, com o malabarismo de lançamento, onde a pessoa começará a adquirir suas primeiras habilidades como o equilíbrio e o manuseio de três ou mais objetos lançados ao ar.

    O lançamento de apenas dois objetos com as duas mãos ainda não é considerado malabarismo, somente a partir do terceiro objeto trata-se do malabarismo em si, o qual pode utilizar uma técnica denominada “truque shower” ou o truque da cascata.

  • CULTURA: Sarau no Quintal desta quinta-feira abordará os embalos dos Anos 70 e terá lançamento de livro e atividades extras

    CULTURA: Sarau no Quintal desta quinta-feira abordará os embalos dos Anos 70 e terá lançamento de livro e atividades extras

    Nesta quinta-feira (16) acontecerá mais um Sarau no Quintal. O tema desse encontro será os embalos dos Anos 70. O evento cultural começa às 19hs30min, na Casa da Cultura Alfredo Benassi.

    Além das apresentações de músicas, poesias e danças que sempre acontecem no evento, a escritora Mônica de Andrade Ribeiro lançará seu livro ‘Joões e Marias’, e o artista Vitinho Shinoda fará uma exposição e intervenção de grafite.

    No livro, Mônica conta a história das crianças dos Centros Educacionais, relatando as estripulias, diversões, trocas de aprendizados, choros e sorrisos que marcaram a vida dela como Educadora Infantil. “Foram 9 anos que vesti minha camisa e amei minha profissão com muita responsabilidade. Onde quer que eu vá, onde quer que eu esteja eu serei sempre com muito orgulho a Tia Mônica”, relatou ela.

    Quem quiser mostrar sua arte no Sarau, pode entrar em contato com a Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo, pelo telefone: 35 3266-6246.

  • ESTÁTUA VIVA: Homem chama a atenção de populares na rua Dona Isabel

    ESTÁTUA VIVA: Homem chama a atenção de populares na rua Dona Isabel

    Estátua viva ou estátua humana é uma performance artística em locais públicos de um artista de rua, imitando uma estátua com movimentos estáticos. Pausas sem movimento, controle sobre o corpo e técnicas e mímicas podem prender a atenção dos espectadores.

    E aqui em Três Pontas um artista de rua tem chamado a atenção na rua Dona Isabel, em frente a Mattos Calçados. Há vários dias ele tem voltado com o corpo todo pintado por uma maquiagem (tinta) prata e ali fica por horas a fio, trocando de movimentos a cada intervalo de vários minutos o que, muitas vezes, assusta, pega desprevenido aqueles que param pra olhar, sem saber do que se trata, achando ser uma estátua verdadeira.

    Os primeiros relatos de estátua viva chegam-nos do antigo teatro grego, onde em determinadas situações os actores faziam poses imitativas de estátuas. Na renascença apareceram representações de grupos em imobilidade querendo mostrar quadros vivos. No final do século XIX, as esposas dos artistas de circo costumavam receber o público também com recriações de esculturas ou pinturas famosas. Nos anos 20 aparecem relatos na dança da quietude física enquanto arte (Olga Desmond) e nos anos 60, Gilbert and George utilizam também as técnicas da estátua viva nas suas performances.

    Em 1987, António Santos aka Staticman começa as suas criações de estátuas vivas na rua (Rambla, Barcelona) e em 1988 bate o record guinness de imobilidade (15h, 2min, 55 seg), com as suas apresentações pela Europa vai ganhando seguidores e hoje as estátuas vivas são presença em muitas das ruas das cidades deste nosso mundo, e em Três Pontas não é diferente.

    Todo artista de rua é, além de um talento, um grande sobrevivente do capitalismo selvagem, da falta de oportunidades, um batalhador que merece todo o nosso respeito e auxílio.

  • CULTURA: Milton Nascimento participa de evento na Fazenda Pedra Negra em Três Pontas

    CULTURA: Milton Nascimento participa de evento na Fazenda Pedra Negra em Três Pontas

    O cantor Milton Nascimento participou nesta quinta-feira (2) da inauguração da nova pintura da Fazenda Pedra Negra, um dos símbolos da cafeicultura na região. A fazenda, localizada em Três Pontas, está completando 100 anos e recebeu pintura nova por meio do projeto nacional “Tudo de cor pra você” de uma empresa de tintas. O músico, trespontano de coração, é o padrinho do projeto.

    Com as cores originais da época em que foi fundada, azul e branco, a centenária fazenda foi um dos patrimônios escolhidos para fazer parte do projeto. Um dos requisitos para participar da ação é a importância história e social do lugar, o que a fazenda cumpre bem, já que é um dos símbolos da cafeicultura mineira.

    (Foto Blog do Madeira)

    A fazenda mantém também o Museu da História do Café de Três Pontas e região. Outro requisito é ter como padrinho um artista de renome nacional, que neste caso é o cantor Milton Nascimento. Ele frequentava o local na infância e fez questão de comparecer à cerimônia de entrega da nova fachada da casa principal.

     

    Dados G1 Sul de Minas

  • REPERCUSSÃO: Zezé di Camargo & Luciano elogiam e postam entrevista dada ao Conexão Três Pontas em página oficial para mais de 8 milhões de internautas

    REPERCUSSÃO: Zezé di Camargo & Luciano elogiam e postam entrevista dada ao Conexão Três Pontas em página oficial para mais de 8 milhões de internautas

    A dupla sertaneja Zezé di Camargo & Luciano recebeu a reportagem do Conexão Três Pontas para uma entrevista rápida, pouco antes do grandioso e esperado show realizado no domingo (31 de maio) em Três Pontas. Foi um reencontro entre o repórter Roger Campos e os músicos idolatrados por todo Brasil, 15 após a primeira entrevista, ainda quando o jornalista trabalhava na extinta e saudosa TV Cidade.

    Matéria elogiada e exibida na página oficial da dupla Zezé di Camargo & Luciano nas redes sociais.

    E essa entrevista acabou agradando a dupla que postou em sua página oficial no facebook o link que leva direto para a página no site Conexão Três Pontas. Até o fechamento desta reportagem, cerca de 12.640 pessoas haviam curtido a entrevista. Ao todo, o material foi exibido para mais de 8 milhões e 800 mil pessoas, total de amigos na página da dupla.

    Bem animados Zezé di Camargo & Luciano, em camarins separados, falaram da carreira e comentaram, ou melhor “cornetaram” uma foto da primeira entrevista concedida a Roger Campos. Todos, por fim, acharam que estão muito melhores hoje em dia.

    A entrevista e o show aconteceram dentro da programação do Concertos IHARA, com apoio da Prefeitura Municipal de Três Pontas. A Marolo Produções realizou, no Parque Multiuso (Parque da Mina do Padre Victor), o projeto, com shows gratuitos de orquestra e grandes atrações como Zezé Di Camargo & Luciano e Sá & Guarabyra, além de atrações locais, como a dupla Bruno & Diogo.