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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Um dos advogados mais antigos da cidade, Dr. Olivotto é símbolo de competência e dedicação ao trabalho.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido advogado Dr. Olivotto.

    Oswaldo Olivotto Ardissono, nasceu em Três Pontas no dia 11 de junho de 1932. É filho de José Clementino da Penha e Clementina Olivotto Ardissono. A família é composta por 5 irmãos.

    Casou-se com Cleuza Silva Ardissono há 51 anos. Esta união inspiradora, de mais de meio século, trouxe muitos frutos. São, ao todo, 5 filhos, 6 netos e 2 bisnetos, todos educados no berço cristão.

    Iniciou seus estudos no Grupo Cônego Vitor e terminou o Ensino Médio no antigo Ginásio São Luís, hoje Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Após alguns anos iniciou o curso acadêmico na Faculdade de Direito Sul de Minas, na cidade de Pouso Alegre, onde se formou bacharel em Direito.

    Dr. Olivotto é um homem íntegro, honesto, de família querida na cidade. Um homem de muita fé. Sempre cultivou amizades verdadeiras e ganhou muitos admiradores. Dedicado com muito afinco ao Direito, teve uma carreira jurídica muito bem sucedida. Tranquilo, sereno, fala mansa, é daquelas pessoas que cada conversa se torna uma aula, alguém que acumulou muito conhecimento e que o repassa com toda simplicidade e eficiência.

    Foi um colaborador de muita relevância durante vários anos na Prefeitura Municipal de Três Pontas. Um servidor público que se dedicou ao Executivo Municipal de forma irretocável. Recentemente Dr. Olivotto foi, merecidamente, homenageado pelo então prefeito, Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias.

    Uma das filhas, Andreia Ardissono, falou ao Conexão sobre o pai querido: “Meu pai é um exemplo de homem, coração manso e humilde, sempre carinhoso e compreensivo, muito sábio. A palavra que o define é Amor”, pontuou.

    Por toda sua trajetória de sucesso, de lutas e de muito amor pela profissão, por tantos ensinamentos, tamanha dedicação ao Direito, Dr. Olivotto, é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Marginais serraram a grade da janela para acessar o imóvel.

    Um restaurante localizado no centro de Três Pontas foi alvo da ação de marginais nesta semana. Conforme nos relatou a proprietária do estabelecimento. Para acessar o interior do imóvel eles serraram a grande de uma janela.

    Maria Auxiliadora da Silva Mantovan e seu marido Angelo Mantovan chegaram para trabalhar por volta das 6h30 da manhã da última quinta-feira (3) quando percebeu que uma grade de uma janela frontal estava serrada. Ao entrar constatou o local revirado e ainda a falta de uma quantia em dinheiro e de um notebook.

    Ela acionou a Polícia Militar que fez o Boletim de Ocorrência. A proprietária também acionou o segurança particular. “Eu pago mensalmente por esse trabalho e mesmo assim os criminosos conseguiram entrar aqui no restaurante e me causaram esse prejuízo”, revelou.

    Ainda conforme Maria Auxiliadora, o valor levado em dinheiro gira em torno de 80,00. O notebook preto é da marca CCE. Quem receber alguma oferta de um aparelho da marca deve acionar a Polícia Militar pelo 190.

    Foi a terceira vez que o local foi vítima de criminosos. Nas duas primeiras tentativas eles não conseguiram acessar o interior. O restaurante, que funciona no mesmo ponto há 6 anos, já teve a grade arrumada e a segurança aumentada.

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  • Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Conheci o herói brasileiro das pistas no ano de 1993 – apenas um ano antes de sua morte. Certamente, pela minha tenra idade à época dos seus três títulos mundiais, eu me interessasse muito mais pela Corrida Maluca de Hanna & Barbera do que por Fórmula 1. Devo a minha aproximação a esse gênio das pistas a um vizinho que tinha por aqueles idos dos anos noventa. Fazia pouco tempo que eu morava onde ainda resido e um rapaz e uma moça, recém casados, vieram morar nesta vizinhança também. Ele era fã-incondicional de Ayrton Senna e, de uma feita, numa manhã ensolarada de domingo, sua esposa, que já se tornara amiga de minha mãe, veio perguntar-lhe, em nome do marido, se minha mãe o deixaria assistir as corridas de Fórmula 1 em nossa televisão (preto e branco!), pois eles ainda não tinham uma. Sim! A vida era muito mais difícil 30 anos atrás! Minha mãe generosamente atendeu ao pedido da jovem moça e pouco depois o rapaz chegava à minha casa meio acanhado e eu, meio intrigado com a chegada do estranho que me atrapalharia a ver meus desenhos e o Chaves nas manhãs de domingo no SBT. Como era de costume (e aqueles eram bons costumes!), minha mãe me ordenou que “fizesse sala para a visita” e pediu licença ao rapaz enquanto voltava à cozinha para terminar o almoço.

    A corrida começou. Volta e meia o rapaz trocava algumas palavras comigo e eu, como não tinha alternativa, tentava entender as regras daquele esporte chato onde carros ficavam contornando sem parar um circuito cheio de curvas. Às vezes, um ou outro se colidiam, “passavam” uns pelos outros e o narrador se exaltava e gritava o nome de um ou outro piloto. Parecia que ninguém fazia ponto nesse esporte e, obviamente, não tinha “gol”. Era enfadonho!

    Não me lembro se Senna ganhou aquela primeira corrida que meu vizinho veio assistir em minha casa. Contudo, a cada duas semanas ele vinha assistir a corrida e eu, lhe fazia sala – ordens de minha mãe – e fui, aos poucos, tomando gosto pelas corridas e pela emoção do narrador ao comemorar as vitórias de Senna.

    Naquele ano de 1993, eu assisti tudo o que pude na TV sobre Fórmula 1 e Ayrton Senna. Nas “corridas de bicicleta” depois da escola com os amigos da rua, eu queria ser Senna, embora sempre perdesse, ao contrário do campeão das pistas mundo afora. Naquele ano de 1993, Senna não ganhava mais com a frequência de anos anteriores. Seu carro era muito inferior ao de seus adversários diretos, como o de seu arquirrival Alain Prost, que se tornaria tetracampeão mundial naquele mesmo ano. Todavia, em várias corridas, Senna fez mágica com um carro que deixava muito a desejar para um candidato ao título mundial. O ano de 1993, para Senna, foi o ano em que ele, diversas vezes, provou suas habilidades quase sobre-humanas ao conduzir um carro de Fórmula 1, como na célebre corrida de Donington Park, Inglaterra, quando ultrapassou quatro pilotos, sob chuva, ainda na primeira volta e ganhou de ponta a ponta com esse carro extremamente limitado para o porte de um piloto como ele que almejava o tetracampeonato mundial.

    Mas o que tornava Senna tão especial para nós brasileiros e cativava até garotos de 11 anos como eu à época?

    Senna entrou de vez para o cenário da Fórmula 1 quando ganhou sua primeira corrida no Estoril, Portugal, em 1985, no ano do fim do regime militar, mas o auge de sua carreira se deu em momentos talvez ainda mais conturbados para o país. Seu primeiro campeonato mundial de Fórmula 1 aconteceu no ano da Constituinte, em 1988, e ele emendou, a partir dali uma carreira curta e estelar, durante os anos tumultuados da hiperinflação, dos escândalos do governo Collor, seus planos econômicos desastrosos e seu impeachment. Some-se a isso os insucessos seguidos do nosso maior orgulho no esporte, a seleção canarinho. Dizem que naqueles tempos, ainda se vivia na pele o trauma da tragédia do Sarriá frente à Itália, em 1982. Então, de repente, nesse cenário desalentador e com poucas perspectivas de um futuro menos tétrico em todos os sentidos, surgiu um jovem rapaz paulistano que pilotava um carro de corrida de maneira magistral e levava o nome do Brasil altivamente aos quatro cantos do mundo, encantando plateias por onde passava. Senna devolvera-nos o orgulho de ser brasileiro. Representava-nos na arena esportiva e fora dela, defendendo, por exemplo, uma melhor qualidade de vida para todos os cidadãos brasileiros a partir da Educação. Ao contrário de muitos “atletas” da atualidade que só se preocupam em fazer caras e bocas em redes sociais, Senna tinha uma postura profissional ímpar e um desejo de vitória inigualável, o que o levou a incontáveis feitos, mesmo quando todas as circunstâncias lhe eram totalmente desfavoráveis e sempre, em todas essas situações, ressalte-se, fazia questão de enaltecer o fato de ser brasileiro, o que lhe rendeu a alcunha de Ayrton Senna do Brasil. Víamos, portanto, em Senna, um arquétipo do que gostaríamos de ser enquanto nação, pois ele vinha “de baixo”, de um país não levado à sério e relegado à condição de terceiro mundo no cenário internacional, teve muitas vezes mil e um obstáculos a impedir o seu progresso, mas se impunha frente a ingleses, franceses, americanos e – por puro mérito do seu profissionalismo e trabalho árduo – alcançava a vitória, ganhando o respeito e admiração até mesmo de seus mais ferrenhos adversários. Em suma, Senna era uma amálgama do inconsciente coletivo do Brasil.

    Nosso ás do asfalto foi vice-campeão do mundo ao final da temporada de 1993, vencendo sua última corrida em Adelaide, na Austrália, no dia 07 de novembro daquele ano. Um mês mais tarde, ele deixava a equipe McLaren, onde obteve a maioria de suas vitórias e os seus três títulos mundiais, e assinava contrato com a Williams, que tinha o melhor carro da época. O francês Alain Prost, então piloto da Williams e arquirrival de Senna, deixava a equipe por não querer trabalhar novamente lado a lado com seu desafeto. Quando vi a notícia na TV, exultei de alegria e lembro de dizer à minha mãe: “ano que vem (1994) ninguém ganha do Senna. Será tetra! O melhor piloto no melhor carro.” Infelizmente, o meu vaticínio não se cumpriria, como todos sabemos. Mas não quero terminar este artigo de forma fúnebre. Quero terminá-lo relembrando as façanhas do nosso herói das pistas e evocando a esperança que ele tinha de dias melhores para o nosso Brasil. Que tenhamos a força, a garra e a determinação de Senna, enquanto ele desfilava pelas pistas do mundo, para superarmos todos os problemas do presente e que voltemos às suas memórias, memórias de um eterno herói nacional, como fonte de inspiração.

    Senna, você faz muita falta!

    Professor Chico

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  • ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    26 anos depois, Conexão traz detalhes daquela tragédia que enlutou todo país em 1º de Maio de 1994. As principais causas da morte do piloto brasileiro – e as consequências que mudaram a Fórmula 1 para sempre

    Uma batida violenta, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, em 1994, tirou a vida do tricampeão mundial de F-1. Era a terceira etapa de uma temporada que não ia nada bem para Senna. Ele ainda não havia conquistado pontos no campeonato e via um novato, Michael Schumacher, disparar com duas vitórias (o alemão viria a conquistar seu primeiro título naquela temporada).

    Ayrton passou os dois anos anteriores comendo poeira dos carros da Williams e, justo quando se transferiu para a equipe com o melhor veículo, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) proibiu as tecnologias que davam vantagem à escuderia azul e branca.

    O fim de semana do GP, disputado no circuito de Ímola, já estava carregado por causa de um acidente grave de Rubens Barrichello, nos treinos de sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. No domingo, 1º de maio, foi a vez de Senna.

    SANGUE NO ASFALTO

    A pista de Ímola tinha muitas ondulações. Os carros de F-1 precisam “grudar” no asfalto e, numa superfície irregular, ficam instáveis e sujeitos a derrapar. Para complicar a situação, os veículos da Williams estavam difíceis de guiar, já que a equipe ainda estava se adaptando à proibição do uso do sistema de suspensão eletrônica.

    CURVA DA MORTE

    A Tamburello já havia sido palco de acidentes. Em 1987, Nelson Piquet bateu no mesmo ponto a 280 km/h por causa de um pneu furado. Dois anos depois, Gerhard Berger, amigo de Senna, bateu e incendiou sua Ferrari no muro da curva. Após o acidente de Senna, a curva virou uma inofensiva chicane – sequência de curvas de baixa velocidade.

    RODA MURCHA

    Uma teoria culpa os pneus. Na primeira volta da corrida, os pilotos tiveram de dirigir devagar por causa de um acidente. Com isso, os pneus esfriaram e perderam 25% da pressão. O carro ficou 5 mm mais baixo, o que pode ter desestabilizado a aerodinâmica. Isso teria causado a perda de aderência da Williams com a pista.

    FORA DE CONTROLE

    A explicação mais famosa é a de que a coluna de direção, que liga o volante às rodas da frente, quebrou. Senna pediu aos engenheiros que aumentassem o tamanho da peça em 1,8 cm para que o volante ficasse mais próximo dele. Segundo a Justiça italiana, a solda de um pedaço extra de metal teria sido mal feita e causado a quebra da coluna.

    A última vez em que Senna testou seu carro, o mesmo do acidente fatal.

    (SEM) FIO DA MEADA

    Os sistemas eletrônicos do carro enviam dados de performance a computadores da equipe. É a chamada telemetria. No caso de Senna, os dados revelam que havia força sendo aplicada na coluna de direção, o que provaria que ela não quebrou antes do impacto. Também dá para saber que o piloto acionou freios e soltou o acelerador.

    IMPACTO PROFUNDO

    O carro não estava tão rápido (216 km/h) e a batida não foi frontal – pilotos já escaparam com vida de acidentes mais violentos. A falta de sorte foi que, na batida, a roda direita ficou prensada entre o muro e o carro. Isso causou a quebra do braço da suspensão, que entrou pela viseira do capacete, perfurou o crânio e atingiu o cérebro. Além do crânio perfurado, não havia outra lesão no corpo de Senna: nenhum osso quebrado ou hematomas.

    À ESPERA DE UM MILAGRE

    Os bombeiros chegaram 20 segundos após o acidente, mas não tinham o que fazer, já que não houve incêndio. A ambulância levou dois minutos para chegar ao local do acidente – tempo demorado na opinião de especialistas em segurança de corridas. Já fora do carro, Senna teve o pescoço cortado para poder respirar (traqueostomia). Após mais 15 minutos, um helicóptero levou o piloto ao hospital Maggiore, em Bolonha. Ele morreu 40 minutos após ser internado.

    Brasil parou durante o velório do herói nacional Ayrton Senna.

    Resultados da tragédia

    Acidente tornou a F-1 mais segura

    A Justiça italiana investigou o caso até 1997. Membros da equipe Williams, incluindo o dono, Frank Williams, foram julgados e absolvidos. O jornalista Flavio Gomes, especializado em automobilismo, explica: “Não há culpados no sentido de alguém ter sido negligente ou descuidado”. Pelo menos, houve uma boa consequência: a segurança aumentou. Hoje, as rodas são “amarradas” ao carro para não voarem, há reforços nas laterais e uma comissão de segurança da F-1.

    O foto mais emblemática do fim de uma lenda. Minutos antes de entrar em seu carro, naquele fatídico dia, Senna olha para sua Williams visivelmente triste, parece estar prevendo o que lhe aconteceria naquela manhã de domingo. Com as mãos sobre o aerofólio, Ayrton parece se despedir das pistas, da vida…

    Fontes:  Flavio Gomes, jornalista da FOX Sports e do site Warm Up / Livro The Death of Ayrton Senna, de Richard Williams / documentário Seismic Seconds: The Death of Ayrton Senna, da National Geographic / The Guardian / Super Interessante / Terra Brasil / Abril.com / The Independent / BBC / VEJA / FastCompany

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    Roger Campos

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  • Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    A taxa de desemprego no país subiu para 12,2% no primeiro trimestre, na comparação com o último trimestre de 2019, atingindo 13 milhões de pessoas. Segundo analista do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ainda não é possível medir o impacto do coronavírus sobre esse resultado, já que os dados são dos meses de janeiro a março.

    A alta do desemprego foi de 1,3 ponto percentual (p.p) sobre o trimestre anterior (10,9%), o que representa 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por um emprego.

    Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada hoje pelo IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.). “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 p.p.”, disse a analista da pesquisa Adriana Beringuy.

    Pesquisa ainda não mediu impacto do coronavírus Ainda não foi possível mensurar se as medidas de isolamento social, provocadas pela pandemia do novo coronavírus, refletiram na taxa de desemprego do trimestre fechado em março, afirmou Beringuy.

    Segundo a analista, grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. A maioria dos estados decretou o isolamento a partir da segunda quinzena de março. “Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, comentou. Por causa do isolamento social, os dados da Pnad Contínua estão sendo coletados pelo IBGE somente por telefone, e não mais presencialmente.

    Informalidade tem leve queda A taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, representando 36,8 milhões de trabalhadores. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,8%.

    Rendimento médio é R$ 2.398 O rendimento médio real dos brasileiros ficou em R$ 2.398. O valor permaneceu estável em comparação com o trimestre móvel anterior e com o primeiro trimestre do ano passado. Subutilizados são 27,6 milhões A taxa de subutilização ficou em 24,4%, o que representa 27,6 milhões de brasileiros.

    A taxa cresceu em relação ao trimestre anterior (23%) mas caiu se comparada ao primeiro trimestre de 2019 (25%).

    A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa), pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia, pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa.

    Metodologia da pesquisa

    A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

    Fonte IBGE/ Uol

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  • Obra: Prefeitura instala Passagem Elevada de Pedestres na Rua Barão da Boa Esperança

    Obra: Prefeitura instala Passagem Elevada de Pedestres na Rua Barão da Boa Esperança

    Trecho é marcado por acidentes e atropelamentos.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Transportes e Obras, realizou nesta quinta-feira (30) a colocação de uma passagem elevada de pedestres na Rua Barão da Boa Esperança, sentido centro, em frente ao Moacyr Supermercado. O trecho é complicado e em alguns horários chega a ter um trânsito caótico. Alguns acidentes já ocorreram ali, como um atropelamento confirmado na última quarta-feira (29), felizmente sem gravidade.

    Muitas empresas estão aportando naquela região e com isso, além do aumento do fluxo de pedestres, também subiu consideravelmente o número de veículos automotores circulando. Além de veículos pequenos, muitos caminhões trafegam durante todo horário de expediente no local. A pouca visibilidade na esquina entre a Rua Barão da Boa Esperança e Rua Barão do Pontal é outro agravante.

    Muitas reclamações foram levadas ao conhecimento do poder público diante dos riscos e dos acidentes consumados. Comerciantes do local também disseram ao Conexão terem feito solicitações de providências, como a colocação de um semáforo no trecho ou a instalação de uma passagem elevada de pedestres. E foi justamente a segunda opção adotada pelo Executivo Municipal.

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, toda operação de colocação da faixa e seus gastos, orçados em aproximadamente 8 mil reais, foram realizados pela própria Prefeitura.

    Desde que assumiu o comando da Prefeitura, o gestor Marcelo Chaves Garcia, bem como o secretário municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Pereira, instalaram 5 faixas elevadas, como na Avenida Nilson José Vilela. Também colocaram na mesma via de acesso da cidade um radar, além de outras providências, como reforma e mudança de sinalização, recuperação de vias públicas, asfaltamento e recapeamento.

    Conforme o Secretário Maquil Pereira, para esta obra, que inclui a colocação da passagem nos dois sentidos da via, foram gastos 15 toneladas de massa asfáltica. O setor de Trânsito não é favorável a colocação dessas passagens em grande escala, para não “imobilizar o trânsito”, mas, em pontos estratégicos, específicos, diante da complexidade e de acidentes, se tornaram necessárias. Ainda conforme Maquil, a Prefeitura tem em torno de 600 pedidos de colocação de passagens elevadas, o que, tanto na questão de circulação, quanto na parte econômica, é totalmente inviável.

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  • Projeto aprovado garante continuidade de recapeamento e pavimentação em Três Pontas

    Projeto aprovado garante continuidade de recapeamento e pavimentação em Três Pontas

    Seguindo as normas de segurança neste período de Coronavírus, a Câmara realizou mais uma sessão ordinária na segunda-feira, 27 de maio. Com ausência justificada por motivo de doença, o vereador Luis Carlos da Silva não participou da reunião. Sem Projetos na pauta, o presidente Maycon Douglas Vitor Machado submeteu ao Plenário a entrada do PL 051, que foi aprovado e entrou na discussão e votação.

    Já no pequeno expediente que abre a sessão, o primeiro a explanar da tribuna foi o vice-presidente vereador Antônio do Lázaro. Ele parabenizou a administração municipal pela realização de serviços no Bairro Santa Inês e ao mesmo tempo, cobrou providências quanto ao acúmulo de pessoas durante o fim de semana no local denominado “Cocada”, em Três Pontas. O vereador pediu que fosse enviado ofício à Prefeitura, Polícia Militar, Vigilância Sanitária e Secretaria da Saúde no sentido de evitar que isso se repita neste período de isolamento. Por falar em isolamento, o vereador informou que o deputado Diego Andrade disponibilizou para Três Pontas 15 mil testes rápidos para detecção da Covid 19. Outro vereador a falar foi Roberto Cardoso, se referindo às cobranças que fez sobre os ofícios não respondidos pela administração. Robertinho afirmou que foi informado que a documentação seria enviada em parte. Ele voltou a afirmar que deseja os documentos completos conforme pediu em ofício.

    O vereador Coelho do Bar usou a tribuna para agradecer ao deputado Oswaldo Lopes que disponibilizou R$ 100 mil em recursos para a castração de cães em nossa cidade, através de um pedido seu e dos vereadores Professor Popó e Antônio do Lázaro durante viagem a Belo Horizonte. Coelho também elogiou o trabalho feito por Popó e sua esposa Tânia com os cães na cidade, bem como Daniel e Flávia, cujos resultados estão já aparecendo com a diminuição de cachorros pela cidade. O vereador ainda falou das cobranças que fez à administração para poda de árvores em alguns pontos e que ainda não foram feitas e, ao mesmo tempo, reclamou da prestação de serviços feita na troca de lâmpadas da iluminação pública. Segundo Coelho, o serviço está mal feito, pois trocam a lâmpada em um dia e no outro já está queimada. O vereador cobrou um serviço sério por parte da empresa contratada e que seja usado material de melhor qualidade.

    Por sua vez, o vereador Sérgio Silva falou sobre as medidas do isolamento social e lamentou que om comércio ainda estivesse fechado e afirmou que considerava injusto alguns abrirem e outros não. Sérgio é servidor público e trabalha na fiscalização e ressaltou que tem recebido

    denúncias que vêm dos próprios concorrentes e que nestes casos todas são checadas e que como são apenas 8 fiscais só têm atuado mediante denúncia.

    O vereador Flavão reclamou da falta de realização dos serviços cobrados da Prefeitura há alguns meses, como tapa-buracos e limpeza de campo de futebol no Bairro Cidade Jardim e outros locais da cidade. Com relação à Pandemia, o vereador disse ter participado com os proprietários de vans de uma reunião com representantes da Prefeitura na busca por uma saída para o setor, que está atravessando sua pior crise neste período. Ele também pediu a construção imediata de faixa elevada na Rua Barão da Boa Esperança, esquina com Barão do Pontal, pois mais um acidente foi registrado no local. O vereador Erik Roberto também se manifestou afirmando que neste período de Pandemia, os vereadores não foram convidados para participar da ajuda no combate ao Coronavírus e que seria importante esta união, não só nas micro, mas também nas macro decisões.

    O último a usar a tribuna foi o presidente Maycon Machado. Ele endossou as palavras de Coelho do Bar quanto ao reconhecimento do trabalho do Executivo, porém cobrou mais cobertura dos bairros de periferia que precisam de mais atenção. O presidente afirmou que estas comunidades estão ficando sem atendimento com operação tapa-buracos. Maycon citou ruas e bairros que diferentemente do centro não recebem as melhorias e que os vereadores são os alvos principais de cobranças dos moradores. Ele aproveitou para convidar a todos para a quermesse da APAE que não será presencial, contudo terá serviço de entrega com pedidos on-line de comidas típicas. O vereador pediu a colaboração de todos, pois a entidade necessita muita da contribuição e participação de todos.

    Partindo para a votação da noite foi aprovado o Projeto de Lei nº 051, de 13 de abril de 2020, de iniciativa do Executivo Municipal que tem por finalidade abrir crédito adicional suplementar no valor de R$ 100,00 (cem reais), de acordo com o art. 43, § 1º, inciso III, da Lei Federal 4.320/64, que será realizada mediante anulação de dotação do orçamento vigente. A presente adequação refere-se à suplementação orçamentária visando complementação de valor de repasse do Termo de Compromisso Celebrado entre o Município e o Ministério da Cidadania, cujo objetivo é a Implantação de Recapeamento e Pavimentação de Vias Urbanas do Município e, assim finalizar para posterior prestação de contas.

    Fonte Ascom Câmara Municipal de Três Pontas

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  • SOLIDARIEDADE: Moacyr Supermercados distribuirá quase 400 Cestas Básicas em Três Pontas por conta da pandemia de Coronavírus

    SOLIDARIEDADE: Moacyr Supermercados distribuirá quase 400 Cestas Básicas em Três Pontas por conta da pandemia de Coronavírus

    Ao todo são mais de 13 mil cestas básicas através do projeto Corrente do Bem Unissul

    Os supermercados Unissul estão doando cestas básicas para famílias carentes afetadas pela pandemia, através de ONG’s e prefeituras.  E aqui em Três Pontas, o supermercado credenciado na Rede Unissul é o Moacyr Supermercados, uma empresa de muita tradição, geradora de centenas de empregos que, ao longo dos anos, desenvolve diversas ações sociais em favor da comunidade mais carente e de entidades como o Hospital São Francisco de Assis e Vila Vicentina.

    Proprietários do Moacyr Supermercados

    Dona Maria do Carmo Mesquita Lamaita, viúva do saudoso Moacyr Pieve Miranda, coordena de perto, ao lado dos filhos Delson, Denilson e Dilson, a empresa que está no coração dos trespontanos. Além de empregar cerca de 200 funcionários, o Moacyr Supermercados também sempre demonstra preocupação e atuação na área social. E agora, diante da terrível pandemia de Coronavírus, do grande número de pessoas que estão perdendo seus postos de trabalho, do caos na economia e sabendo que muitas famílias praticamente não estão tendo o que comer, resolveu entrar na “luta pela vida” mais uma vez.

    De acordo com um dos proprietários da empresa, Delson Lamaita Miranda, a Rede Unissul, que é gerida por 13 sócios, atua em diversas cidades com um grupo de 26 supermercados. E em Três Pontas o representante da Unissul é o Moacyr Supermercados. Desta forma, sabendo da ação que a rede vem divulgando na mídia, a direção do Moacyr Supermercados colocou as mãos no próprio bolso e adquiriu 397 cestas básicas para repassar aos carentes de nossa cidade.

    “Não queríamos nada que envolvesse política de forma direta ou que alguém fosse beneficiado sem que realmente precisasse. Então, em contato com o Professor Popó Diniz, vereador local, ficamos sabendo de uma espécie de cadastro único, uma nova lista, atualizada, que foi feita na cidade de Três Pontas, envolvendo as igrejas católicas, evangélicas e espíritas, além da Assistência Social. Essa lista juntou todas as pessoas, as famílias carentes que precisam de ajuda e de uma forma mais precisa. Diante desses dados iniciaremos a entrega das cestas básicas”, revelou.

    O Moacyr Supermercados informou ainda que as entregas já serão feitas a partir desta quarta-feira, dia 29 de abril, depois do almoço.

    A Rede Unissul beneficiará diversas entidades em toda região, dentre elas o Projeto Social Santo Antônio. Ao todo serão doadas 13 mil cestas básicas, o que representa 342 toneladas e um investimento de cerca de 1 milhão de reais, onde os acionistas estão pagando tudo, sem  depender de fornecedores.

    Empresa emprega mais de 200 funcionários e atua fortemente em ações sociais em Três Pontas.

    Parabéns ao Moacyr Supermercados por mais este gesto de grandeza e de solidariedade!

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    Roger Campos

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  • GRIPE: Vacinação de doentes crônicos deverá ser agendada em Três Pontas

    GRIPE: Vacinação de doentes crônicos deverá ser agendada em Três Pontas

    Começou no dia 23 de março em quase todo Brasil a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. De acordo com Ministério da Saúde, na primeira etapa os públicos prioritários foram idosos e trabalhadores da saúde. A segunda etapa, para doentes crônicos, já está sendo dada nos postos de saúde de Três Pontas mediante agendamento.

    A primeira fase da Campanha de Vacinação no município aconteceu em locais abertos, em frente aos postos, quadras, praças, para que nenhum idoso ficasse confinado, mesmo que por alguns minutos, em um ambiente fechado e mais propenso à contaminação. Também houve agendamentos por telefone e um dia em que a vacinação se deu na Avenida Oswaldo Cruz, início da Av. Nilson Vilela, quando uma imensa fila de carros se formou. Os idosos não precisaram descer dos veículos e assim se mantiveram mais protegidos.

    Seguindo cronograma do Ministério da Saúde, os doentes crônicos também serão vacinados. E para eles a data prevista era o dia 16 de abril.  A nova etapa também abrange motoristas, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade. Idosos ainda podem se imunizar.

    Os integrantes do público-alvo desta fase da campanha são: portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; além de caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários.

    De acordo com a Assessoria da Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, mesmo a segunda fase tendo oficialmente começado no Brasil no dia 16, aqui em Três Pontas, para os doentes crônicos, deverá haver agendamento via telefone ou mesmo pessoalmente nos postos, o que não é recomendado por conta da necessidade de isolamento social provocado pelo coronavírus.

    Os doentes crônicos que quiserem tomar a vacina precisarão apresentar medicação, atestado ou laudo médico que comprove a existência da doença.

    Vacinados em Três Pontas nesta fase:

    – Membros das forças de segurança e salvamento;

    – Doentes crônicos;

    – Caminhoneiros;

    – Motoristas e cobradores de transporte coletivo;

    – Portuários;

    – População Indígena

    “Ligue ou vá no posto mais perto de sua casa para AGENDAR a sua vacina”, informou a PMTP.

    Contatos dos Postos de Saúde:

    CS CATUMBI – 3266-1056

    CS VILA MARILENA – 3265-5621

    CS PADRE VICTOR – 3265-4185

    CS SANTA EDWIRGES (EM REFORMA e será agendado no SALÃO PAROQUIAL DO BAIRRO)

    ESF DR. ODILON TEODORO LEITE – 3266-5231

    ESF DR. OSCAR DE OLIVEIRA BRITO – 3266-6798

    ESF DR. CARLOS – 3266-5407

    POLICLÍNICA – 3265-5524

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    Roger Campos

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  • ALERTA: DOS 9 CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 EM TRÊS PONTAS, APENAS 1 É DE PESSOA IDOSA

    ALERTA: DOS 9 CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 EM TRÊS PONTAS, APENAS 1 É DE PESSOA IDOSA

    ADOLESCENTES CONTABILIZAM 2 CASOS. TRÊS ADULTOS COM MENOS DE 40 ANOS FORAM CONTAMINADOS.

    Em todo mundo o grande e inicial alerta dava conta de que os idosos, pessoas acima dos 60 anos de idade, seriam as maiores vítimas do Coronavírus. E de fato é, em boa parte do mundo e do Brasil, especificamente. Mas em Três Pontas a realidade é o inverso. Pessoas com menos de 40 anos de idade representam 62,50% dos casos confirmados de pessoas ainda com vida.

    Há um padrão nos países com mais casos da Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus, e dados confiáveis à disposição: a maior parte das mortes é de pessoas acima de 60 anos. Os mais jovens, entretanto, têm presença significativa nas hospitalizações e ocupam leitos que podem faltar a pacientes com Covid-19 ou outras doenças.

    Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (27) pela Prefeitura Municipal de Três Pontas, dos 9 casos confirmados, são 4 homens e 5 mulheres (incluindo 1 óbito) . Nenhum caso na faixa etária de 0 a 9 anos. São dois casos confirmados em adolescentes de 10 a 19 anos. Três casos de 20 a 39 anos. Outros 3 casos na faixa etária de 40 a 59 anos. Entre os idosos, o mais alardeado grupo de risco, apenas 1 caso confirmado (acima dos 60 anos).

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o número cada vez maior de jovens afetados de forma severa pelo Coronavírus. Ainda que os idosos sejam os que mais necessitam de cuidados, Maria Van Kerkhove, diretora técnica da OMS, afirmou que pessoas de 30, 40 e 50 anos estão morrendo nas UTIs.

    Mesmo que não apresentem sintomas ou não passem por um quadro grave da doença, os jovens podem ser vetores do vírus para os mais velhos. Logo, a importância de se evitar a contaminação independentemente da idade.

    Os casos do novo Coronavírus no mundo se aproximam dos três milhões. Até a manhã desta segunda-feira, a Universidade Johns Hopkins, nos EUA, computava 2.982.933 pessoas infectadas e 206.811 mortes em razão da Covid-19. A pandemia aprofunda crises políticas e econômicas em todo o planeta. O Brasil computa 4.205 óbitos pela Covid-19 e 61.888 contágios.

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    Roger Campos

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  • EM APENAS 10 DIAS TRÊS PONTAS SALTA DE 1 PARA 9 CASOS DE COVID-19

    EM APENAS 10 DIAS TRÊS PONTAS SALTA DE 1 PARA 9 CASOS DE COVID-19

    Casos positivos de Covid-19 sobem para 171 no Sul de Minas, com 11 mortes

    A situação da pandemia de Coronavírus em Três Pontas está piorando e numa velocidade cada vez maior. A Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou nesta segunda-feira (27) 9 casos de Covid-19, sendo que deste total, 8 estão em tratamento e confirmado ainda 1 óbito. Há exatos 10 dias Três Pontas apresentava oficialmente seu primeiro caso. Na última sexta-feira, dia 24 de abril o número triplicou. E agora saltou para 9.

    Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas e também da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis se reuniram na manhã daquele 17 de abril e gravaram um vídeo explicando os detalhes do primeiro caso. Dentre os profissionais presentes estavam a Secretária Municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello, o Provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro, os diretores Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos e Dr. Geovanni Pereira, a responsável pelo setor de Imunização da SMS, Lara Miranda Silva e outros. “Nós viemos informar a todos que na noite desta quinta-feira tivemos a confirmação de um caso de coronavírus em Três Pontas!”.

    No último final de semana, em novo vídeo, confirmaram o terceiro caso e avisaram que não informariam mais a atualização dos casos em vídeos, apenas nos boletins diários.

    Conforme os dados apresentados pela Assessoria de Imprensa, os números de hoje em Três Pontas são os seguintes:

    08 CASOS CONFIRMADOS – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;

    01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    TOTAL DE CASOS CONFIRMADOS – 09 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    03 CASOS SUSPEITOS – Realizaram exames e aguardando resultados em quarentena;

    00 ÓBITOS EM INVESTIGAÇÃO

    35 CASOS DESCARTADOS – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.

    157 CASOS SÍNDROME GRIPAL – Suspeitos com sintomas de gripe

    TOTAL DE COLETA PARA EXAMES – 47

    Por diferenças na apresentação dos dados entre a Secretaria Estadual de Saúde e as secretarias municipais, os números divulgados acabam oscilando. Hoje, conforme a SES, entrou na estatística apenas mais 1 caso em Três Pontas. Ou seja, para o órgão estadual, Três Pontas tem 3 casos confirmados enquanto que para a Secretaria Municipal de Saúde local a cidade já contabiliza 9 casos confirmados.

    Assim que a Secretaria Estadual de Saúde atualizar os casos, conforme os dados da Prefeitura, Três Pontas deverá figurar, infelizmente, entre as 5 cidades com mais casos em todo Sul de Minas, empatada com Itajubá e Boa Esperança.

    A boa notícia, segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, é que dos 8 casos confirmados de pessoas em tratamento, todas estão em isolamento residencial, ou seja, nenhum caso mais grave no Hospital de Três Pontas.

    Também foi divulgado o perfil dos casos confirmados em Três Pontas. Dos 9 casos confirmados, são 4 homens e 5 mulheres (incluindo 1 óbito) . Nenhum caso na faixa etária de 0 a 9 anos. São dois casos confirmados em adolescentes de 10 a 19 anos. Três casos de 20 a 39 anos. Outros 3 casos na faixa etária de 40 a 59 anos. Entre os idosos, o mais alardeado grupo de risco, apenas 1 caso confirmado (acima dos 60 anos).

    Pouso Alegre lidera com 24 casos confirmados e 2 mortes. Em seguida vem Extrema com 21 casos e 1 morte. Na terceira posição está Poços de Caldas com 14 casos confirmados e 1 morte. Varginha ocupa o quarto lugar, com 12 casos e 1 morte. Na quinta posição vêm Três Pontas, Boa Esperança e Itajubá, todas com 9 casos confirmados (baseando Três Pontas nas informações divulgadas pelo Município) . Três Pontas é a única das três cidades com uma morte confirmada por Covid-19.

    Ao todo, Minas Gerais tem 1.586 casos confirmados de Coronavírus, sendo 62 mortes por Covid-19. A Secretaria de Estado não divulga estatística de pessoas curadas da doença.

    Casos suspeitos diminuem

    O número de casos em investigação por Covid-19 caiu no Sul de Minas conforme novos números divulgados pela SES-MG na sexta-feira (24). Em relação ao último levantamento, na quarta-feira (22), são 675 suspeitas a menos. Agora a região, conforme a SES-MG, tem 6.602 casos suspeitos.

    Ao todo foram 754 casos descartados em 72 cidades e +79 suspeitas em 39 municípios. São Lourenço foi a cidade que teve mais casos descartados (219). Pouso Alegre teve 129, Varginha 58 e Extrema 56 descartados.

    Com informações do G1 Sul de Minas

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  • QUARENTENA E ABSTINÊNCIA – Nilson Lattari

    QUARENTENA E ABSTINÊNCIA – Nilson Lattari

    A palavra quarentena, hoje, domina todo o cenário mundial. As pessoas estão antenadas, linkadas no termo e, ao mesmo tempo, isoladas dentro de seus lares. O mundo está conectado porque todos procuram as notícias, enquanto os motoboys dominam as ruas, acompanhados por aqueles que necessitam trabalhar; as ruas estão paralisadas.

    Todos sofremos, também, da abstinência da ida ao supermercado, aos restaurantes, a um passeio no final de tarde, até a praia, à academia e um papo com os amigos em um bar.

    Porém, a palavra que me retém é a abstinência, dentre as duas. E, com ela, a companhia ao meu lado. Sim, porque o caso é grave e algumas vezes um pouco assustador. Vou explicar.

    Estou em casa com uma mulher com abstinência de chocolates e sorvetes. Parece brincadeira mas não é. Cada vez mais, a decepção de abrir a embalagem plástica de sorvete, pela enésima vez, e, nela, encontrar o feijão congelado eleva a angústia. Não, existe ainda a miragem desértica de imaginar que aquilo seria sorvete de cacau 100%, talvez meio amargo, quem sabe. Uma abstinência em busca de algo doce pelo ar. Isso me lembra um desenho do Tom, o gato, e o Tweet, aquele canarinho, quando, às vezes, formavam uma dupla amistosa. Lembro um episódio em que a vovó, então a dona deles, deixou-os em uma cabana isolada pela neve e foi em busca de comida. O Tom ficou preocupado com a falta de alimentos pela demora da vovó. E foi tranquilizado pelo canarinho, que lhe disse que estavam servidos de comida, porém, somente alpiste havia ali. O Tom ficou desesperado e lutou contra a tentação de devorar o companheiro.

    Seria mais ou menos isso, se a abstinência aqui em casa, também pela dieta açucareira minha, e a total inexistência de algo doce em casa não estabelecessem a mesma relação.

    Algumas vezes, fico um pouco preocupado com o excesso de carinho com os companheiros de quatro patas e com ela, a minha abstinente, chamando-os, carinhosamente, de meus docinhos de coco. O olhar é um pouco, ou melhor, temerário.

    Aquele olhar perdido de alguém que procura o chocolate no ar, fazendo pasta de amendoim enroladinha no pão integral, imaginando uma língua de sogra. Refleti, assim, pela sobrevivência de ambos (no caso, eu incluído), que evitaria os filmes água com açúcar, diálogos melosos, músicas melodiosas (que vem de algo meloso) e a Luísa Mel sendo bloqueada, nem pensar, e nem uma palavra sobre a minha taxa de glicose, que está um pouco alta, para não me converter em algo comestível. O açúcar mascavo, escondido no fundo do armário, seria uma tentativa última de barganha, para conter essa ânsia.

    Uma dessas noites acordei, no meio da noite, suando frio, com um sonho. Ou pesadelo? Ela, vindo de gatinhas na minha direção, dizendo.

    – Docinho, sabe em que estou pensando?

    E eu pensei lá, nos meus sonhos temerários:

    – Que o companheirismo permaneça. Mas tem aquela coisa do até que a morte nos separe, ou a quarentena.

    Despertei me perguntando: De onde virá a salvação? No desenho, a vovó chegou, finalmente, e trouxe mais alpiste, para desespero do Tom.

    E ainda tem a Páscoa… estou preocupado.

    A saga continua.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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