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  • País tem dia DIA D DE VACINAÇÃO contra pólio e sarampo.

    País tem dia DIA D DE VACINAÇÃO contra pólio e sarampo.

    TRÊS PONTAS TEM GRANDE MOVIMENTAÇÃO PELA MANHÃ NA POLICLÍNICA CENTRAL.

    Com a meta de vacinar cerca de 11 milhões de crianças de 1 ano de idade até os 5 anos incompletos, mais de 36 mil postos de saúde de todo o país promovem neste sábado (19) um dia D de vacinação contra o sarampo e a poliomielite. Em Três Pontas são 2.700 crianças como o público alvo do “Zé Gotinha”, personagem que alegra a campanha contra a paralisia infantil.

    A campanha de vacinação neste ano foi intensificada devido ao surgimento de um maior número de pessoas infectadas por essas doenças. Há no momento, por exemplo, dois surtos de sarampo ativos no país: um no Amazonas, onde foram confirmados 910 casos, com três mortes; outro em Roraima, com 300 casos confirmados e quatro mortes.

    Nas propagandas, tem sido reforçada aos pais a importância de imunizar os pequenos no caso do sarampo e da pólio, doenças que pareciam esquecidas pela população, pois eram consideradas eliminadas no país, mas cujos casos voltaram a aparecer. Para garantir a cobertura total contra o sarampo, mesmo as crianças de 1 ano a até 5 anos que já tomaram alguma dose devem ser imunizadas novamente com a vacina tríplice viral.

    No caso da poliomielite, crianças que nunca tomaram nenhuma dose recebem a vacina inativada poliomielite (VIP). As que já tomaram pelo menos uma dose da vacina receberão apenas a gotinha (vacina oral poliomielite). As autoridades de saúde têm buscado também afastar o receio dos pais que recebem informações falsas sobre supostos perigos de tomar a vacina, destacando não haver nenhum risco para as crianças.

    A meta do Ministério da Saúde é vacinar 95% do público-alvo da campanha, iniciada no último dia 6 e que segue até 31 de agosto. Até o momento, no entanto, somente 16% das crianças foram vacinadas em todo o país, segundo dados do próprio ministério. Em Três Pontas, até a última quinta-feira, 20% das crianças haviam sido imunizadas.

    Nossa reportagem esteve  na Policlínica Central de Três Pontas na manhã deste sábado e observou um movimento intenso. Veja o vídeo publicado em nossas redes sociais:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/1374041292740420/

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Grupo Unis articula intercâmbio entre universidade do Chile e a Cooperativa Agrária de Machado

    Grupo Unis articula intercâmbio entre universidade do Chile e a Cooperativa Agrária de Machado

    Com o objetivo de aumentar as relações internacionais, tratar de oportunidades de negócios e promover uma integração entre culturas, a Cooperativa Agrária de Machado (Coopama) recebeu duas alunas da Universidade Bernardo O’Higgins (UBO) do Chile. As recém-formadas fizeram um estágio na cooperativa durante o mês de julho e puderam entender bastante sobre o agronegócio brasileiro e principalmente sobre o cooperativismo.

    Paola Pardo e Lorena Quinteros, que estudaram engenharia comercial e nutrição, respectivamente, foram muito bem recebidas pelos colaboradores da cooperativa e em um mês aprenderam muito conteúdo em suas áreas, desde os processos de comercialização de cafés nacionais e internacionais, até os processos de nutrição animal que maximizam a produção.

    “Meu objetivo vindo passar um tempo no Brasil é melhorar meu conhecimento nas áreas nutricionais e agrícolas, conhecendo o manuseio e o processamento dos produtos cafeeiros da Coopama e em conjunto, colocar em prática essas informações recebidas e inovar nas técnicas relacionadas à produção e comercialização dos produtos sustentáveis”, declara Lorena.

    As relações internacionais da cooperativa intensificaram-se após ​a assinatura do convênio entre COOPAMA e UBO, firmad​o ​​durante uma das reuni​ões ​do Conselho Empresarial do Sul de Minas​ (CESUL)​, promovido pelo Grupo Unis, através de Alejandra Becerra, que representava a universidade chilena que esteve presente no evento com a intenção de fortificar essa aliança.

    “Estes estágios internacionais permitem que nossos alunos adquiram conhecimentos e experiências sobre questões relacionadas às disciplinas que aprendem em sala de aula em outras realidades. Dessa forma, elas podem ser reaplicadas em suas rotinas quando retornarem, sem contar a rede de contatos que eles criam ao realizar esse tipo de viagem”, explica Alejandra.

    “Este convênio de estágio internacional é inédito no cooperativismo agropecuário de Minas Gerais. A Coopama sente-se honrada pela confiança da Universidade Bernardo O’Higgins em nos enviar suas recém-formadas para estagiar conosco. Elas tiveram a oportunidade de conhecer o processo produtivo do café desde a semente até a xícara e levam um conhecimento amplo sobre o nosso cooperativismo. As estagiárias demostraram um grande interesse pelas nossas atividades e serviços oferecidos. Agradecemos a parceria com a Universidade e parabenizamos Paola e Lorena que durante o estágio fizeram jus a integridade do povo chileno”, concluiu o Diretor da Coopama, Dr. João Emygdio.

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    Roger Campos

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  • Tempo Seco x Exercícios Físicos.

    Tempo Seco x Exercícios Físicos.

    Quais os cuidados para evitar queda de rendimento durante os treinos?

    O tempo seco pode afetar diretamente a performance na hora de treinar. Isso ocorre pela dificuldade ao respirar em exercícios praticados principalmente ao ar livre. O professor Denis Timote da Silva, da Needs Academia, dá algumas sugestões para que esta condição climática não interfira no desempenho dos praticantes de atividades físicas.

    O primeiro passo é optar por lugares fechados que tenham umidade. Outro pormenor é evitar a realização de exercícios ao ar livre das 9h30 às 16h. As academias são a melhor opção já que, na maioria das vezes, estes espaços contam com vaporizadores e fácil acesso à água. A hidratação é fundamental.

    O vestuário é extremamente importante. O recomendado é utilizar roupas claras, leves e com o tênis sempre apropriado para cada tipo de treino. Ademais, é necessário reduzir o ritmo dos exercícios em aproximadamente 20%, praticá-los dentro do limite, já que o clima seco faz com que o cansaço apareça mais cedo. Alguns sintomas como tontura, dor de cabeça, vista turva, coração disparado, câimbras, sangramento do nariz e fadiga além do normal, são sinais de alerta e, caso surjam, é preciso que o exercício seja interrompido imediatamente.

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    Roger Campos

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  • IMAGINE OR IMAGINE por Nilson Lattari

    IMAGINE OR IMAGINE por Nilson Lattari

    As duas palavras do título têm o mesmo formato, tanto em português quanto em inglês. Título de uma letra emblemática feita por John Lennon. Eram tempos onde a imaginação corria forte, diante de um mundo caminhando entre a guerra fria de duas potências, e os ditadores que pululavam pelo mundo. Era um mundo alegre dentro de um subterrâneo, como se estivesse armazenando alegrias e possibilidades quando a virada acontecesse.

    Aquela geração hoje chegou ou passou dos sessenta e alguns perderam os cabelos em sua cabeça, porém alguns perderam bem mais do que os cabelos, perderam a imaginação de um mundo sem países, sem religiões, sem querer encontrar infernos abaixo dos céus, ou estar em busca de moradas celestes.

    Dessa geração, alguns ainda cantam em inglês, em seus apartamentos, ou ouvem saudosamente os CDs ou vinis, e o piano branco de Lennon ainda martela as possibilidades de um mundo imaginário, onde todos compartilhariam o próprio mundo real. Alguns ainda teimam em acreditar naquele mundo, enquanto outros reinventaram os países e suas fronteiras, se agarraram às suas propriedades, onde a presença do indesejável próximo não seja penetrada. O que nos leva a acreditar que estes curtem a música, mas não entenderam nada.

    Há dois mil anos um Homem tentou um mundo imaginário. Ele falava de um próximo, também Se revoltou contra as religiões e queria compartilhar o mundo no amai ao próximo. Muitos vão às missas e cultos, continuam com as suas ideias, “a velha opinião formada sobre quase tudo”, e também não entenderam nada.

    E o que houve com essa geração que veio logo após, criada por pais que amavam os Beatles e os Holling Stones e cantava Help e abominava o Vietnam, iam aos festivais de música, onde o protesto era a palavra de ordem, e hoje execram seus então ídolos, que continuam, teimosamente, a imaginar?

    Pedem ditaduras, choques de ordens, desinventando o imaginário de todas as pessoas vivendo em paz. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas acredite que eu não estou sozinho, eu espero que um dia essa nova geração se junte a nós, os sonhadores, e faremos do mundo um lugar único, com até mesmo aqueles que esqueceram de sonhar.

     

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  • DIOCESE DA CAMPANHA CONCRETIZA POSSE DA PRAÇA CÔNEGO VICTOR EM TRÊS PONTAS

    DIOCESE DA CAMPANHA CONCRETIZA POSSE DA PRAÇA CÔNEGO VICTOR EM TRÊS PONTAS

    A Diocese da Campanha concretizou a posse de forma oficial e documentada da Praça Cônego Victor, pertencente a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda. A estrutura foi somente agora registrada.

    Localizada no centro de Três Pontas, a Praça Cônego Victor, ou “Praça da Matriz”, sempre pertenceu, segundo a Paróquia d’Ajuda, a Diocese da Campanha, mas a falta do registro da escritura tornava a questão não tão clara.

    “A maioria dos terrenos no entorno da Praça Cônego Victor sempre pertenceu a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda. Mas com o passar dos tempos alguns padres foram vendendo esses terrenos. O Escritório Paroquial, a Praça Cônego Victor e a Igreja Matriz, por exemplo, nós tínhamos a escritura mas não estava registrada. Desde 2011, com a chegada do Padre Ednaldo Barbosa, pároco da Matriz, se iniciou a procura da escritura e todo o processo de registro”, explicou a Paróquia.

    A Praça Cônego Victor é um bem tombado pelo Município, porém pertencente à Mitra Diocesana da Campanha, sendo de uso comum. A sua finalidade não pode fugir ao seu propósito que é o culto religioso.

    Na gestão da ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria ficou definido que a Praça Cônego Victor somente poderia ser utilizada para fins cívicos (desde que não atrapalhe o culto) e religiosos.

    “Imagine a pessoa sai de sua casa para ir a um culto religioso, independente da Igreja, e não encontra clima, tranquilidade para essa prática. Ou seja, há algumas pessoas que acham que a Igreja quer mandar na Praça Cônego Victor, mas apenas estamos lutando para a manutenção da mesma e o cumprimento do propósito: servir a culto religioso”, emendou.

    Seguindo as determinações da lei, todo o mapeamento foi feito, a escritura se encontra agora devidamente regularizada e registrada. Estacionamento sobre a praça ou sua proibição não são de determinação da Prefeitura Municipal ou outro órgão. A responsabilidade é da Igreja.

    Sobre uma cogitada volta do carnaval para a Praça Cônego Victor, a Paróquia se manifestou ao Conexão dizendo que “normalmente, em dias comuns, voluntários lavam as portas e paredes da Igreja, que se transforma num ‘grande banheiro público’, nas primeiras horas da manhã, principalmente antes da missa das 07 horas aos domingos. Quando há eventos a coisa degringola, piora muito. Imaginem como será se o carnaval voltar pra lá?”.

    Sobre o festival Canto Aberto reuniões entre os envolvidos aconteceram com a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, onde o Pe. Ednaldo deu a autorização ressaltando que não atrapalhasse o culto religioso.

     

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    Roger Campos

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  • IPREV DE TRÊS PONTAS RECUPERA QUASE MEIO MILHÃO DE REAIS JUNTO AO INSS

    IPREV DE TRÊS PONTAS RECUPERA QUASE MEIO MILHÃO DE REAIS JUNTO AO INSS

    A Compensação Previdenciária foi instituída pela Emenda Constitucional nº 20/1998 que alterou o artigo 201 da Constituição Federal e pode ser definida como um acerto de contas entre o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), nos casos de contagem de tempo de contribuição recíproca para efeitos de aposentadorias e pensões.

    Os Municípios, ao atenderem o preceito constitucional, instituindo o Regime Próprio de Previdência Social, geram o direito de se compensar financeiramente com o Regime Geral de Previdência Social (INSS) pelo fato de seus servidores, anteriormente à instituição do Regime Próprio de Previdência Social serem segurados do Regime Geral de Previdência Social e, portanto, contribuírem por algum tempo àquele regime e também pelos que antes de entrar no Regime Próprio de Previdência Social contribuíram para o Regime Geral.

    O Regime Próprio de Previdência Social do Município de Três Pontas foi instituído para os seus servidores a partir de 30/06/1994, conforme a Lei 1.635, de 30 de junho de 1994 (Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Três Pontas) e, por conseguinte, a Lei 1.646 de 24 de agosto de 1994 que cria o IPREV- Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas, entidade autárquica, com personalidade jurídica própria cuja finalidade é assegurar aos servidores municipais e a seus dependentes os benefícios previdenciários de aposentadoria e pensão e demais benefícios instituídos por Lei.

    Uma vez instituído o Regime Próprio de Previdência Social, devem ser preenchidos os requisitos para pleitear o recurso da compensação previdenciária no âmbito do Ministério da Previdência Social (MPS), como a análise da legislação previdenciária do Município desde a sua emancipação; o preenchimento de toda a documentação necessária para a elaboração da minuta do Termo de Acordo de Cooperação Técnica (TACT), que se dá entre o Município e o Ministério da Previdência Social (MPS) com as interveniências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e as Unidades Gestoras na existência destas, isto é, Instituto/Fundos previdenciários municipais; a coleta das assinaturas do Município, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Ministério da Previdência Social (MPS), no Termo de Acordo de Cooperação Técnica, para posterior publicação no Diário Oficial da União e o cadastramento pelo Ministério da Previdência Social do Regime Próprio de Previdência Social no Sistema de Compensação Previdenciária – COMPREV.

    O Acordo de Cooperação Técnica (TACT) entre o Ministério da Previdência Social e a Prefeitura de Três Pontas com as interveniências do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas (IPREV) foi firmado primeiramente em 02 de maio de 2002 e renovado por termo aditivo em 25 de fevereiro de 2010, sendo que os demais requisitos também foram satisfeitos.

    Assim, o instituto da Compensação Previdenciária (COMPREV) no município de Três Pontas até o ano de 2017 encontrava-se devidamente instituído, porém, ainda não implementado.

    A partir disso, com o início de sua gestão no IPREV em janeiro de 2017, o diretor Dr. Luciano Reis Diniz notou a necessidade do destacamento de um servidor para desenvolver esse trabalho tão relevante para o instituto e para o município de Três Pontas, nomeando em agosto de 2017 a advogada autárquica concursada Paula Sarto para o seu desempenho e execução, sendo que após um trabalho sério e comprometido com a coisa pública conseguimos até o presente momento, a título de compensação previdenciária, o montante de R$474.722,10.

    Isso demonstra como a Compensação Previdenciária é um instituto de suma importância para o Município e não pode ser desprezada e deixada para segundo plano pelo gestor, pois, é uma das formas de captação de recursos financeiros para a capitalização do Instituto Previdenciário, assegurando o pagamento dos servidores aposentados e pensionistas do Município e de amortização do déficit atuarial, contribuindo para o seu equilíbrio financeiro e atuarial.

    Fonte Iprev

     

     

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    Roger Campos

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  • CAMINHONEIRO ESCAPA DE EMBOSCADA NA BR 381 ENTRE NEPOMUCENO E LAVRAS

    CAMINHONEIRO ESCAPA DE EMBOSCADA NA BR 381 ENTRE NEPOMUCENO E LAVRAS

    Uma ocorrência policial foi registrada nesta segunda-feira (13) pela PM de Três Pontas. Um caminhoneiro teve o para-brisa de seu veículo danificado por pedras e acabou sofrendo ferimento num dos olhos. Para evitar a ação dos marginais ele não parou na rodovia BR 381, entre Nepomuceno e Lavras, fugindo de emboscada.

    De acordo com as informações da Polícia Militar de Três Pontas, um caminhoneiro que trafegava na BR 381 percebeu que havia pedras num determinado trecho, no meio do asfalto, na tentativa de impedir a circulação dos veículos para a realização de assaltos.

    Ele reduziu a velocidade mas temendo ser abordado por bandidos não parou e o caminhão acabou sendo atingido por uma pedra jogada pelos criminosos. Estilhaços teriam atingido um dos olhos do condutor.

    O caminhoneiro continuou dirigindo até Três Pontas, onde entrou em contato com a Polícia Militar. O rapaz, natural de Belo Horizonte, foi levado para o Pronto Atendimento Municipal. A ocorrência foi registrada.

    O trecho entre Nepomuceno e Lavras é considerado perigoso por conta dessa prática e as autoridades pedem que os motoristas fiquem atentos e evitem trafegar de forma isolada.

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    Roger Campos

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  • FURTO EM LOJA É EVITADO POR VIZINHA SEGUNDO POLÍCIA MILITAR

    FURTO EM LOJA É EVITADO POR VIZINHA SEGUNDO POLÍCIA MILITAR

    No fim da noite desta segunda-feira, 13, uma guarnição da Polícia Militar de Três Pontas recebeu um chamado dando conta de uma tentativa de furto a uma loja, localizada na Avenida Ipiranga.

    De acordo com as primeiras informações, homens desceram de um carro preto e com uma marreta tentaram arrebentar a porta do estabelecimento, mas com o barulho, uma vizinha acabou abrindo a janela dispersando os criminosos que tomaram rumo ignorado.

    A Polícia Militar esteve no local. Até o fechamento desta reportagem ninguém havia sido preso.

    Nós últimos dias várias tentativas e furtos consumados no comércio trespontano têm sido registrados.

    A PM vem tentando dar uma resposta rápida e positiva para a sociedade, com a prisão de alguns ladrões.

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  • A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    Todos nós temos dores. De uma pequena pancada aqui, um roxinho que aparece depois de um encontro casual com algum objeto, o tal mau jeito nas costas (sempre as costas encontram esse mal para nós), o peso mal calculado na academia, todas capazes de nos fazer chorar, que seja uma lagrimazinha ou um muxoxo, uma cara triste.

    Choramos por dor, mas às vezes é bom chorar, porque choramos de alegria, choramos pela vitória e choramos pela derrota. Derramamos lágrimas de pura emoção, contentamento, pela perda, pela falta; tem gente que chora por tudo, até por tristeza.

    Chorar por dor é um desafogo, um descanso para a alma, como se um balde prestes a encher transbordasse finalmente por um motivo qualquer. Igual manteiga derretida que se esvai pelos cantos da manteigueira, quando a esquecemos fora da geladeira (sempre um esquecimento).

    E, nesse esquecimento, choramos para desaguar as mágoas, e no fundo não esquecemos coisa nenhuma, e a cada lembrança vem aquele caudal de lágrimas.

    Usamos lágrimas para tudo, inclusive quando dói demais.

    Mas, de todas as dores, daquelas que nos faz chorar, não conter as lágrimas, ou contê-las por um minuto, que o transbordo já começa a ultrapassar a barreira dos olhos, como a enchente que pega de surpresa a ponte, o reservatório de águas, além das suas forças; é aquela que não marca, não deixa o roxo, o vermelhão do encontro casual; não está na notícia da perda, que nos faz perder o fôlego, como aquele que as crianças vão buscar no fundo da alma, e que todos, em suspense, aguardam a chegada com alívio; o grito que abala o ambiente, que ensurdece os ouvidos, do ser contido no colo, na tentativa de apaziguar a alma que esbulha as gotas salgadas no próprio rosto ou no rosto de quem acalenta, é a dor do silêncio a mais triste.

    Nada acalenta o não retorno, a decisão sem volta, a comunicação do desfeito, do encontro do outro ou da outra que se completa em outro alguém, que não nós, e que nos tira do circuito amoroso, a dor da exclusão, da realidade, do fato em si, daquilo que atinge os outros e não a nós mesmos.

    É aquela dor que marca como o chumbo derretido, a fumaça que o fogo cruel deixa no ar, da atmosfera que será sempre lembrada, do dia sempre remarcado na folhinha ao longo de muito tempo, como a comemoração do vazio, do antes e do depois; do arrependimento de ter encontrado, mas uma dor que lembra também a experiência do nunca fazer de novo, promessas tantas vezes repetidas, mas que guarda no fundo uma mágoa transcendente, também transbordante, que se consuma em lágrimas a cada momento revivido.

    Rever as lembranças agradáveis até a desconstrução ao seu final é uma dor irreparável, incurável, que deixa sequelas, rostos tristes, esperanças de voltas nunca acontecidas.

    A dor mais sentida é a dor da indiferença, de saber que por mais que queiramos, que venhamos a insistir, a dor não reparará nunca a quebra do elo da paixão perdida.

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  • CHUVAS DE VERÃO

    CHUVAS DE VERÃO

    Tudo bem que no Brasil as estações do ano não sejam bem definidas, à exceção de um inverno chuvoso e de um verão extremamente tropical. Falo da indefinição quanto às outras estações. Até mesmo no inverno, no Rio de Janeiro, por exemplo, pela ausência das chuvas e com a presença do sol, temos o chamado “veranico” de julho. É certo que iniciando o mês de agosto, o inverno vem permeado por um ventinho chato, que é normal, mas, quando chega traz algo de inesperado.

    Mas, no verão, principalmente, as chuvas me trazem uma certa nostalgia. É quando os dias quentes são repentinamente banhados com as pancadas súbitas de uma chuva com suas gotas grossas e frias que nos surpreende nas ruas. E logo depois o sol dá o ar de sua graça, esbanjando claridade, iluminando os estragos pelas ruas. Em janeiro, as chuvas trazem as surpresas das enchentes e quedas de barreira, e em março elas fecham o verão.

    Mas, eu volto a lembrar da nostalgia que a chegada do verão me anuncia. Ele começa, não pela data, mas pelo fato, em novembro e traz aquela lembrança do Natal chegando, do final de ano, presentes, apertos de mãos, correrias, um ar diferente no ar. A minha melhor lembrança é um certo clima de coisa passada, de fazer novos planos para o ano que começa.

    E como as chuvas de verão são coisas passageiras, principalmente, os desejos de feliz natal, prosperidade, chavões entre nós, são passageiros, também.

    Porém, existem as outras chuvas de verão. Amores passageiros, amores de carnavais, o primeiro dia de trabalho no emprego novo, que, ao longo tempo, vai dando lugar ao tédio, amor que se distancia no tempo. Chuvas de verão são gotas que nos pegam de surpresa, não ventanias, são lágrimas quase de alegria que caem do céu nos surpreendendo. Ventanias são notícias amargas, súbitas e inesperadas.

    As chuvas têm o som ritmado nos telhados, algumas trovoadas provocativas, como um trem que passa de passagem sem parar na estação, um palhaço sorridente no alto do vagão anunciando o circo na cidade. Uma nuvem branca invade os bairros, obrigando os carros a acenderem os faróis. A vida é um pouco assim. Feita de assaltos e sobressaltos.

    Para falar em assaltos, falemos da nostalgia que nos chega de forma doce e romântica, nos faz pensar, de momentos e instantes passionais. Dos sobressaltos, somos invernos, outonos, primaveras, e verões, inconstantes, indefinidos. Somos nuvens passageiras, recheadas de chuvas de verão.

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  • Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    O Dia dos Pais movimentou mais de R$ 5,4 bilhões no varejo este ano. A informação dos principais marcadores econômicos acabaram de sinalizar que as vendas tiveram um crescimento real de 2,5% a 4% em relação à mesma data de 2017, como destacou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O Dia dos Pais está entre as seis datas mais importantes do calendário varejista brasileiro. A compra de presentes vai corresponder a 8,3% de todo o faturamento esperado para o mês de agosto.

    O avanço confirmado pelo segundo ano consecutivo no volume vendido pelo comércio varejista ainda não foi suficiente para compensar as perdas registradas em 2015 (-2,1%) e 2016 (-9,4%). Em 2017, houve aumento de 3,6% nas vendas.

    “Nem mesmo a inflação mais baixa em 18 anos acelerou fortemente as vendas, pois há perda de fôlego na economia, e o mercado de trabalho ainda está enfraquecido”, justificou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

    Em 2018, os líderes de vendas foram os segmentos de hipermercados e supermercados (R$ 2,0 bilhões), lojas de eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 781,1 milhões) e itens de vestuário e calçados (R$ 622,9 milhões).

    O aumento sazonal do consumo em relação ao mês anterior gerou 10,2 mil postos de trabalho temporários, uma oferta de vagas 2,4% inferior à de 2017, quando foram contratados 10,4 mil trabalhadores nessa condição.

    Em 2014, antes da crise, o comércio varejista criou 20,6 mil vagas temporárias para dar conta do aumento na demanda impulsionada pelo Dia dos Pais.

    De cada dez vagas criadas este ano, quatro serão no setor de hipermercados e supermercados (4,1 mil postos). O salário médio de admissão deverá ser de aproximadamente R$ 1.221, 1,3% a menos, em termos reais, do que os R$ 1.180 pagos aos temporários contratados no mesmo período do ano passado.

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  • AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    De acordo com informações da Polícia Militar de Três Pontas, uma motocicleta Honda XRE 300 e uma motocicleta de trilha se envolveram em uma colisão na manhã deste sábado (11), por volta das 07hs, na Praça Monsenhor Silveira (Praça do Cemitério).

    Segundo as primeiras informações, inicialmente as vítimas não queriam efetuar o registro da ocorrência. O SAMU foi acionado e providenciou o socorro das vítimas para o Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas há poucos instantes, sendo que uma das envolvidas com ferimentos leves e outra com suspeita de fratura num dos braços.

    Ainda conforme a PM, a moto de trilha, sem placa, foi levada pelo próprio condutor para sua casa, sendo que o mesmo retornou ao local do acidente em uma caminhonete. Uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu até a residência desse envolvido para identificar a moto de trilha, mas foi encontrada “empoeirada e com o motor frio”, o que contraria a versão de que esse veículo seria o que se envolveu no acidente. O objetivo dos militares, agora, é descobrir qual veículo realmente participou dos fatos, onde foi “escondido” e se possui alguma irregularidade.

    A perícia de Varginha foi acionada mas o local está inidôneo.

    A PM está registrando a ocorrência. As identidades dos envolvidos não foram reveladas.

     *Última atualização: A motocicleta procurada foi encontrada e apreendida na Rua Agnelo Araújo, segundo a PM, às 09h20.
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    Roger Campos

    Jornalista

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