Tag: Educação

  • Alunos do Unis fazem aula prática no Laboratório Cocatrel

    Alunos do Unis fazem aula prática no Laboratório Cocatrel

    Alunos do curso de agronomia do Unis visitaram o laboratório de análises da Cocatrel para fazerem uma aula prática. O evento aconteceu no sábado, dia 6 de novembro, de 8:30 às 11:30. O coordenador do laboratório, Denilson Esteves de Oliveira, recebeu os alunos e o professor Gustavo Renno e falou sobre os processos de análise.

    Primeiramente, Denilson reforçou sobre a importância das análises, especificamente as análises de solo, folhas, granulometria, organomineral, compostagem, adubos, calcário e gesso. Os destaques foram as análises de solo e de folhas, importantes ferramentas na gestão das propriedades rurais, permitindo um diagnóstico preciso sobre a necessidade de macro e micronutrientes para serem aplicados via solo ou via foliar.

    Nesse ponto, também foi dado o destaque sobre essa ser a primeira grande decisão do ano agrícola, já que balizará a adubação e pulverizações na dose certa, o que certamente impactará no aumento de produtividade e na redução de custos para os produtores.

    A aula foi feita seguindo-se as etapas que ocorrem nas atividades do laboratório: passa a passo. Iniciou-se com o protocolo de entrada das amostras no laboratório, passou por cada determinação, tais como ph, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e outros. Também foi mostrado a importância da análise de folhas, mostrando-se todos os procedimentos envolvidos.

    Na segunda parte da aula, que ocorreu de forma interativa com os alunos, a ênfase foi sobre os processos de extração, determinação e outros procedimentos na prática. A rotina de trabalho, o uso de reagentes de qualidade e as recomendações de manejo também foram assuntos tratados.

    Por fim, Denilson ressaltou a importância do laboratório da Cocatrel, que por contar com pessoal especializado e tecnologia de ponta, consegue oferecer resultados confiáveis para que os agrônomos e produtores possam tomar decisões seguras. A Cocatrel agradeceu o Unis pela confiança em escolher seu laboratório e se colocou à disposição para contribuir para a formação dos alunos.

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • Dia Nacional do Livro: hábito da leitura aumentou na pandemia

    Dia Nacional do Livro: hábito da leitura aumentou na pandemia

    Mercado passa por momento de alta após crise de vendas na pandemia

    A pandemia de covid-19 fez com que a população de todo o mundo passasse por experiências de isolamento e distanciamento social. Para muitas pessoas, os grandes companheiros durante estes momentos foram os livros, que são celebrados hoje (29) – Dia Nacional do Livro – em todo o território nacional.

    As livrarias, que tiveram que fechar as portas logo no início da emergência sanitária, foram altamente afetadas pela impossibilidade de vendas. Agora, registram o retorno gradual do público e o aumento significativo nas vendas de livros em geral.

    “As pessoas compraram muito mais livros [na pandemia]. Passados os quatro primeiros meses, quando houve muita incerteza e muitas dificuldades até mesmo de logística e de lojas fechadas, as pessoas começaram a se reconectar e as vendas cresceram, o que observamos no mundo inteiro. Aqui no Brasil demorou um pouco mais. Começamos a notar isso mais forte a partir de agosto. De setembro em diante, o crescimento foi tão grande que praticamente recuperou todas as perdas do período inicial da pandemia. E esse movimento permanece em 2021”, disse Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

    Segundo ele, neste ano de 2021, o setor está crescendo de forma robusta inclusive sobre 2019, período anterior à pandemia. “Acho que as pessoas redescobriram o prazer de ler e [isso] recolocou o livro nos hábitos diários”, disse Pereira.

    Ler é um hábito para a especialista em inovação Solange Belchior, 43 anos. “Sempre foi uma das minhas atividades favoritas nas minhas horas vagas”, disse ela, que costumava ler cerca de dez livros por ano. Solange lê muito mais do que a média nacional: a quantidade média de livros consumida pelo brasileiro é de apenas 2,5 livros inteiros por ano.

    Como ocorreu com muitas pessoas, ela não conseguia ler no início da pandemia. “O ano de 2020 foi muito intenso e eu não conseguia me concentrar. Li pouquíssimo, mas também não me forcei a ler. Leitura tem que ser por prazer, não por obrigação”, falou. Já neste ano de 2021, ela leu mais do que costumava: foram 26 livros lidos até agora. “Em 2021 tudo mudou. Foi o ano que mais li. Comecei a seguir no Instagram mais pessoas ligadas aos livros e essas pessoas inspiram a gente a querer ler mais, saber mais”, explicou.

    Com menos deslocamentos pela cidade e menos atividades presenciais, grande parte das pessoas também teve mais tempo livre durante a pandemia. “Por conta do trabalho, estudos, distância de casa e deslocamentos, o único tempo que tinha para ler era no transporte público. Por conta da pandemia estou em home office desde março de 2020, então tenho um pouco mais de tempo livre. Às vezes fecho o notebook e já emendo um livro para desligar a cabeça dessa doideira corporativa”, disse Pedro Balciunas, 26 anos, escritor, roteirista e jornalista.

    Nesse tempo, ele também criou um perfil no Instagram para publicar resenhas sobre livros. “Como sempre li muito, as pessoas naturalmente vinham me procurar para pedir dicas de livros, incentivos para ler mais. Então decidi maximizar isso com a rede social, um lugar que te dá acesso a muita gente interessada no mesmo assunto que você”, contou.

    Balciunas tem o hábito de ler desde criança. E assim como Solange, passou a ler mais durante a pandemia. “Em 2019, li 12 livros; em 2020 foram 14 livros. Até o momento, em 2021, já foram 24”, falou.

    Aumento de Vendas

    O Painel do Varejo de Livros no Brasil, divulgado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) a partir de pesquisa feita pela Nielsen BookScan, demonstrou que, entre janeiro e setembro deste ano foram vendidos 36,1 milhões de exemplares de livros, aumento de 39% em comparação ao mesmo período de 2020.

    Apesar da base de comparação ser baixa, já que em 2020 o setor ainda enfrentava muitos problemas relacionados à pandemia, esse aumento já é robusto em relação a 2019 também. “A gente está crescendo em 2021 em relação a 2019. A gente cresceu muito em relação a 2020, ano da pandemia. Mas se comparar com 2019, é um crescimento robusto também”, afirmou Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel.

    Compras online

    Em entrevista à Agência Brasil, Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), disse que a pandemia foi um momento muito difícil para o setor. Principalmente nos primeiros meses após a chegada do novo coronavírus ao Brasil, quando os governos determinaram o fechamento do comércio não essencial – caso das livrarias. “A pandemia afetou muito, não só o setor editorial, mas a economia como um todo. No começo da pandemia, ficamos muito preocupados porque as livrarias e as editoras, no mês de março, pararam. Ficamos praticamente 90 dias com o afastamento social. As livrarias físicas estavam fechadas, sem faturar nada. Todo mundo ficou muito preocupado”, disse Tavares.

    “Depois, em um segundo momento, a gente percebeu que a pandemia não ia terminar assim tão rápido e começamos a nos reinventar. Os editores, por exemplo, se tinham planejamento de fazer uma certa quantidade de livros, diminuíram pela metade. As livrarias tradicionais, que já trabalhavam com vendas pela internet, tiveram um aumento muito bom, até dobraram o faturamento das vendas de livros pela internet. Foi o que de fato alavancou as vendas no ano de 2020”, falou Tavares.

    Solange foi uma das pessoas que comprou livros pela internet durante a pandemia. “Comprei muito mais livros na pandemia. E o consumo foi muito maior pelo e-commerce. Mas com a volta da abertura do comércio, estou indo também em livrarias de rua pra comprá-los”, disse Solange.

    Depois desse período mais difícil da pandemia, o setor agora se anima também com a volta dos eventos presenciais dedicados ao livro, como a Bienal do Livro de São Paulo. Em julho de 2022, ela volta a ser presencial e vai prestar uma homenagem a Portugal, como parte das celebrações pelos 200 anos da Independência do Brasil.

    Apesar dessas perspectivas positivas, o setor ainda batalha para impedir que a taxação sobre os livros seja aprovada. Desde 1946, os livros são isentos de impostos, mas uma proposta de reforma tributária do governo prevê o fim dessa isenção. “Temos combatido, lutado muito, para que o livro não seja tributado e para que ele seja acessível cada vez mais para a população como um todo”, disse Tavares.

    Dia do Livro

    Em celebração ao Dia Nacional do Livro, Solange reforça a importância da leitura como instrumento de transformação. “Acho que é uma troca muito intensa de conhecimento entre o escritor e o leitor. Além claro, de que quanto mais se lê, mais a gente entende as questões políticas e sociais que envolvem nosso dia a dia. Com isso, começamos a pensar e agir de forma diferente para que o cenário mude”, refletiu. “Dica? Desligue do celular e vá ler um livro”, acrescentou.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Dia do Professor: docentes contam como está sendo o preparo para o Enem

    Dia do Professor: docentes contam como está sendo o preparo para o Enem

    Em todo o país, milhões de estudantes se preparam para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 nos dias 21 e 28 de novembro. As datas são importantes não apenas para eles, mas para todos os professores que estão diariamente preparando aulas, corrigindo redações, tentando tornar o conteúdo mais interessante para que os alunos aprendam o máximo possível. Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil conversou com alguns desses profissionais.

    Em Brasília, o professor de geografia e coordenador da Secretaria de Cursos do Colégio Sigma, Robson Lucas Caetano, junta todas as forças nessa reta final. “Está mais próximo de terminar do que de começar. A jornada está em um momento importante, mais para o fim do que para o começo”, reforça também para estimular os colegas professores.

    O fôlego é necessário porque o Enem terá duas edições no mesmo ano. “No ano passado, a escola funcionou no auge da crise [de forma remota]. O Enem 2020 foi neste ano, na verdade. A preparação fez com que tivéssemos mudanças. Tivemos aulas em janeiro, com professores atuando na revisão”, diz.

    O Enem de 2020, após adiamento por causa da pandemia, acabou sendo realizado no início deste ano. Ao todo, foram três rodadas de exame, o Enem regular, em papel, realizado em janeiro, o Enem digital, aplicado pela primeira vez na história do exame, em janeiro e fevereiro.

    Houve ainda a reaplicação do Enem, em fevereiro. Essa aplicação ocorre todos os anos mas, nessa edição, ganhou outra dimensão devido ao agravamento da pandemia no estado do Amazonas e nas cidades Espigão D’Oeste e Rolim de Moura, ambos em Rondônia. Todos os estudantes dessas localidades tiveram as aplicações regulares canceladas e tiveram que prestar o exame na reaplicação.

    No Sigma, as aulas presenciais foram retomadas recentemente, em um modelo híbrido, ainda mantendo aulas remotas e turmas reduzidas. Caetano diz que isso significa dar aulas, às vezes, para três grupos de uma mesma turma.

    “Nossos alunos estão em frangalhos. Os alunos que chegam ao terceiro ano foram ceifados do amadurecimento que é necessário. Esse aluno do terceiro é o que estava no primeiro ano [antes da pandemia] e, de repente, se viu no terceiro. Com o afastamento da escola, ele não teve o amadurecimento necessário”.

    A escola, que é particular, conta com ampla rede de apoio, que inclui ajuda na hora da escolha da carreira a ser seguida e até mesmo apoio emocional para os quais um grupo de professores recebeu formação específica. Apesar do impacto da pandemia, Caetano afirma que o rendimento dos estudantes nas provas do Enem manteve, no ano passado, o mesmo nível de anos anteriores.

    Sem pausa

    Em Goiânia, o professor universitário da Unialfa Augusto Narikawa também sente o cansaço do curso preparatório para duas edições do Enem em um mesmo ano.

    “Para nós professores, está bem complicado. A nossa carga horária aumentou muito. Vários professores tiveram que aprender coisas que não sabiam, novidades para eles, que não dominavam. A partir disso, tiveram que desenvolver novas metodologias e se organizar para que pudessem entregar uma educação com qualidade”.

    Narikawa percebeu que muitos estudantes, principalmente de escolas públicas, não estavam tendo acesso à formação que precisavam para o Enem. Foi assim que nasceu, no ano passado, o Curso Preparatório Solidário do Enem da Unialfa, gratuito. O curso seguiu o preparatório para a edição de 2021. Para esses alunos, Narikawa leciona língua portuguesa.

    O cursinho praticamente não parou. “Estamos todos muito esgotados, a pandemia trouxe esgotamento mental muito grande”, acrescenta: “Os professores são heróis porque não pararam em tempo nenhum. Continuamos tentando fazer com que a educação seja levada da melhor maneira possível. A educação é a base de qualquer país”.

    A casa como sala de aula

    “Como professora, me sinto angustiada”, sintetiza a professora de língua portuguesa e redação da Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís, de Campo Grande (MS), Letícia Cintra. Os alunos que estão agora no terceiro ano do ensino médio cursaram todo o ano passado remotamente. Neste ano, em agosto, a escola retomou as aulas presenciais, em um modelo híbrido, intercalando aulas presenciais com aulas remotas.

    “É muito difícil trabalhar com aluno nesse processo de ensino e aprendizagem [a distância] para o Enem, visto que, com o distanciamento, o professor não consegue acompanhar a dificuldade que esse aluno tem. Estou trabalhando agora, com aulas presenciais, individualmente, as dificuldades. Está sendo puxado. Estou fazendo a retomada, principalmente com redação”, afirma.

    A professora observa que os alunos estão inseguros. Por causa da pandemia, muitos sequer conseguiram fazer a prova de 2020, como treineiros, o que, de acordo com ela, os ajudaria a se preparar melhor e a conhecer o funcionamento do exame.

    A edição de 2020 teve recorde de abstenções de estudantes. O Ministério da Educação disse, na época, que sabia que poderia ocorrer um número maior de faltas devido à pandemia e que decidiu manter as provas, para não atrasar ainda mais a formação dos estudantes, garantindo a continuidade dos estudos.

    Agora, o Enem volta ao calendário regular. A edição de 2021 será nos dias 21 e 28 de novembro. O Brasil está em um patamar diferente da pandemia, com vacinação em curso e redução no número de casos e de mortes em relação aos picos registrados este ano. O exame, no entanto, tem menos inscritos que em edições anteriores. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), são mais de 3 milhões de inscritos confirmados. Em 2020, foram 5,8 milhões de inscritos.

    Letícia vê menos estudantes se inscrevendo por se sentirem inseguros, por terem perdido aulas e não se sentirem prontos para as provas. Na reta final, ela conta que tem se esforçado muito. “Corrijo as redações, mostro quais são os erros, que não são os mesmos para todos os alunos. Esse trabalho é bem árduo”, diz. Apesar das dificuldades, neste ano, no entanto, ela nota maior participação das famílias dos estudantes, o que ajuda no ensino, além de maior familiaridade com conteúdos digitais, tanto entre professores, quanto entre alunos.

    Para ela, ser professora é vocação e muito trabalho. “Nós fomos trabalhadores, guerreiros durante 2020 e 2021, frente à pandemia. Nós nos desdobramos. Creio que temos mostrado para o Brasil que realmente os professores precisam ser mais valorizados porque transformamos nossa casa em escola, nosso cantinho de descanso em sala de aula, de modo que nossos alunos não fossem prejudicados. Tenho muito orgulho de ser professora e fazer parte da rede pública”.

    Adiamentos

    Estudantes de todo o país sofreram impacto pelo adiamento do Enem 2020, que não pôde ser aplicado no ano passado devido à crise sanitária mundial. Alguns, no entanto, tiveram o exame adiado mais de uma vez.

    O professor de química do Cursinho Aprova Parintins Francisco Braga viu a prova ser cancelada em todo o estado do Amazonas e precisou juntar forças, junto com os estudantes, para mais um mês de preparo até a reaplicação. “Isso atrapalhou. Não por conta do conteúdo, mas pela parte psicológica. O Enem e outras avaliações externas dependem não só do conteúdo, mas do psicológico e isso atrapalhou”.

     

    Na edição de 2021, ele diz que teve mais calma para preparar os alunos e que a volta ao ensino presencial também ajudou. O tempo no ensino remoto, porém, incorporou mudanças ao trabalho. “Eu acredito que mudei meu atendimento individual e a forma de compreender que sala de aula não dá para tirar todas as dúvidas. Ao mesmo tempo em que estávamos distantes fisicamente [nas aulas remotas], nos aproximamos mais, porque o aluno sentia mais liberdade, no momento de resolução da questão ou da revisão, de mandar mensagem no meu celular particular”, conta.

    “Apesar de ter a questão de passar a não ter horário de trabalho, me aproximei mais dos alunos e eles se sentiram mais acolhidos e atendidos”, ressalta.

    Braga diz que o que o mantém no trabalho é acreditar que está mudando a vida de alguém. “A educação é um desafio. Seria muito mais fácil desistir, mas nós professores somos guerreiros e temos que motivar nossos alunos para que eles ainda vejam a gente como heróis, como símbolo de esperança, de mudança da atual situação em que se encontram. A educação traz isso. Devemos acreditar nisso, apesar de as circunstâncias apontarem que não, temos que acreditar que nosso trabalho pode fazer diferença na vida de alguém”.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Histórias de Vida: Professora Tonha Mello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Professora Tonha Mello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    ELA DEIXOU UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA NOSSA EDUCAÇÃO.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Professores, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história da querida e eterna Professora Tonha Mello.

    Maria Antonieta Mello Reis, popularmente chamada de Tonha Mello, nasceu em 12 de junho de 1943. É filha de Sérgio de Mello e Edwirges Tavares S. Mello. Seus irmãos são José de Mello, Maria da Conceição Mello Alves, Geraldo de Mello, Maria Theresa Mello de Figueiredo, Sérgio de Mello Filho e Antônio Fabiano de Mello.

    Cursou magistério no Colégio Coração de Jesus e se formou em 1965, quando começou a lecionar. Casou-se com Aloísio Henrique Reis e teve duas filhas: Patrícia e Vanessa.

    Prestou concurso público e foi admitida na carreira docente do Estado de Minas Gerais. Graduou-se em matemática pela FAFI, em Varginha, e continuou seus estudos, concluindo duas pós-graduações.

    Amada por seus alunos, Tonha Mello sempre buscou passar muito além de conhecimento. Transmitia experiência de vida e amor. Tão querida e aclamada, acabou levando seu conhecimento e boas ações para a política.

    Foi eleita vereadora, sendo atuante na área social, buscando sempre o bem da coletividade. Ajudou na fundação da Associação dos Profissionais de Educação de Três Pontas, que lutou bravamente pela vinda de faculdades para o município, sendo membro da diretoria até os presentes dias; e também é membro da Associação Padre Victor.

    Atuou como orientadora escolar e diretora da Escola Municipal José Vieira de Mendonça.

    Mesmo após sua aposentadoria, trabalhou com projeto de Educação à distância, que visava a formação de professores no Estado de Minas Gerais, sendo tutora do projeto Veredas.

    Sempre honrou a profissão e, até hoje, mantém ótimo convívio com seus ex-alunos, de quem sente muito orgulho.

    É uma mulher forte, honesta e decidida, muito querida por todos em seu ciclo familiar e de amizades. E nesta justa homenagem que hoje o Conexão Três Pontas faz para ela, de forma extensiva a todos os professores trespontanos, não poderia faltar o depoimento dos familiares, representados pela filha Patrícia:

    “Mãe, obrigada por ser, para todos nós, esse exemplo de serenidade, amor e compreensão. Obrigada por nos ensinar tantas virtudes, obrigada por nos ensinar o verdadeiro significado de família e amor. Nós te amamos incondicionalmente”.

    Eu sempre procuro contar aqui histórias de vida e não opinar sobre as mesmas. Mas em alguns casos é impossível não participar de forma mais direta. E no caso dessa mulher iluminada, dessa Professora, na acepção da palavra, com “P” maiúsculo, eu faço questão de pontuar.

    Já faz muitos anos. Escola Estadual Teodósio Bandeira (símbolo e parte da nossa história). A matéria era a, por muitos, temida matemática. Tonha Mello chegava com seu material em uma das mãos, debaixo do braço. Sorridente e ao mesmo tempo concentrada, ela parava na frente de todos, exatamente no meio da sala, como se houvesse uma marcação no chão. Esfregava as mãos, respirava fundo e dizia: “bom dia! Vamos rezar?”…

    Ali começava mais que uma aula, uma parceria, uma doação de conhecimento e de vida. O que ela nos ensinava era muito mais que as quatro operações da matemática e suas “complicações”. Nos ensinou a multiplicar os sonhos, a somar vitórias, a dividir esperanças e a nunca perder a coragem e a fé.

    Eu tive grandes, excelentes professores nesses anos todos. Mas minha relação com Tonha Mello não se explica em palavras, não dá pra verbalizar. Transcende, vai muito além de uma relação (que por si só é nobre) de aluno e professor. É de mãe e filho, de mestre e aprendiz, de criador e criatura. Nunca me esquecerei dela. Tenho muita gratidão e amor por essa Professora. Um exemplo de pessoa, de mulher e de mestra.

    Como eu queria voltar no tempo, voltar naquela sala de aula e, pelo menos mais uma vez, por 50 minutos que fosse, viver tudo aquilo de novo…

    Se me perguntarem por quanto tempo, durante quantos anos tive aula com Tonha Mello, não sei dizer cronologicamente. Mas posso garantir que foram aulas para toda uma vida.

    Seu nome é Tonha Mello, mas bem que poderia ser Conhecimento e Amor.

    Querida e eterna Professora Tonha Mello, obrigado por tudo. Eu amo você!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Professor João Victor Mendes é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: Professor João Victor Mendes é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    “O sonho da faculdade é real!”

    O EDUCADOR É UM DOS RESPONSÁVEIS PELA VINDA DO GRUPO UNIS PARA TRÊS PONTAS.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, recontando um pouco da história do querido professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça.

    João Victor Mendes de Gomes e Mendonça nasceu em 30 de março de 1971, em Três Pontas. Filho de João Laudomiro de Mendonça e Maria Idalina Gomes Mendonça (já falecida). É filho único.

    É casado com Maria Aparecida de Sousa Mendes desde 20 de maio de 1995. Dessa união abençoada nasceram Caroline Sousa Mendes, de 22 anos e de João Paulo de Sousa Mendes e Mendonça de 15 anos.

    Joao Victor é um eterno estudioso, apaixonado pelos livros, é muito querido não apenas pelo seu conhecimento, mas também pela simplicidade herdada de seus pais e que preserva até hoje. Também pelo senso ético e de justiça, procurando ajudar a todos que o cercam.

    Livro co-escrito por João Victor.

    Formado em Filosofia Pura, História e Direito, é ainda Pós Graduado em Administração Pública Municipal e Mestre em Direito.

    João Victor é uma pessoa de muita fé, católico convicto e praticante, foi seminarista quando jovem, onde estudou Filosofia no Seminário Diocesano N. Sra. Das Dores em Campanha. Após sair do Seminário em 1990, retornou à Três Pontas onde, além de estudar, trabalhava na extinta fábrica ETEL.

    O notável professor, querido e respeitado por seus alunos ao longo dos anos, foi eleito vereador e exerceu dois mandatos, entre os anos 1993 a 2000.

    No governo da saudosa ex-prefeita Adriene Barbosa foi Secretário Municipal de Educação e Cultura e Secretário da Fazenda. Foi ainda convidado para assumir a Chefia de Gabinete do ex-vice-governador de Minas Gerais, mais tarde senador Clésio Andrade.

    Ainda na política, foi candidato a vice-prefeito na primeira eleição que o Dr. Luiz Roberto concorreu como prefeito.

    Incansável, um homem dedicado a Deus, à família e ao trabalho, foi também Superintendente Geral da AMM (Associação Mineira de Municípios).

    Mas, dentre tudo aquilo que se debruçou, estudou e lutou por uma Três Pontas melhor, mais justa e igualitária, com acesso e oportunidades para todos, João Victor é um dos pilares, um dos responsáveis pela realização de um dos maiores sonhos que a cidade tinha: a vinda de uma faculdade, o que se confirmou através do Grupo Unis. João Victor, Adriene Barbosa e o Reitor Stefano Gazzola têm papel vital nessa conquista histórica e revolucionária.

    O Professor João Victor assumiu o cargo de Diretor da Fateps durante 11 anos, onde também foi professor universitário nos cursos daquela Faculdade.

    Foi vice-presidente da Fepesmig – Mantenedora do Grupo Unis – e continua no Conselho Curador daquela instituição.  Foi membro do Conselho Estadual de Educação de MG.

    Atualmente ocupa a direção do ITL – Instituto de Transpiração e Logística, entidade privada ligada ao Sistema CNT/ SESTSENAT, cujo atual Presidente é o Dr. Vander Costa. Atualmente fica em Brasília e viaja muito pelo seu trabalho dentro e fora do Brasil. Já esteve na Nasa e na sede da gigante Google.

    Nos finais de semana costuma ficar no sítio de seu pai, perto do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, lugar que diz ter muito orgulho  de ter praticamente nascido lá (fazenda do Dr. Odilon onde seu pai era administrador).

    “Adoro conviver com o pessoal de lá. No começo de minha vida trabalhei na roça com eles. Depois vim para a cidade morar com meus pais na casa de meus avós”, destacou.

    O cantor Marciano, morto recentemente e o professor João Victor.

    Uma passagem que marcou sempre a sua vida foi também a convivência com o querido e saudoso Zé Lagoa, pessoa que o professor garante tê-lo ajudado muito! Já sobre a ex-prefeita Adriene ele se emociona e afirma: “foi a irmã que Deus colocou na minha vida!”

    João Victor relembra as dificuldades que enfrentou logo no começo do casamento, já com a primeira filha, onde ele e a esposa estudavam, trabalhando muito, sem casa própria, com dívidas. Foram tempos difíceis, mas nunca faltou o apoio dos familiares, parentes e amigos. “Difícil também agora a morte da Adriene cujo próximo dia 16 de Abril completará 1 ano”, emendou ele.

    Como meta e sonho pessoal quer continuar o seu trabalho e ingressar em um Doutorado de Direito que está às vistas de acontecer. Ver seus filhos criados e encaminhado na vida.

    “Meu sonho como cidadão é ainda poder ver um país próspero onde não tenha tantas mazelas sociais especialmente na saúde, educação, emprego e segurança. Que o Brasil seja um país fraterno, solidário e justo! Sonho com uma cidade pacificada, desenvolvida, onde a agricultura e a indústria seja pujante gerando empregos e rendas com educação e saúde de qualidade. Que nós trespontanos nos sintamos como irmãos e que o ódio, o preconceito, o rancor, a inveja, o partidarismo que tanto prejudica a cidade seja afastado de nosso meio e façamos jus de aqui termos praticamente dois santos ( Padre Victor e Nossa Mãe ).

    “Acredito na força transformadora e libertadora da educação! Foi através dela que consegui chegar até aqui com a Graça de Deus e o apoio dos amigos! Para nós que viemos de baixo só temos duas coisas além de Deus para vencermos: educação e a força do trabalho. Caso contrário, seremos engolidos pelo sistema dominante que não nos aceita. Às vezes nos tolera segundo sua conveniência.

    Professor João Victor e o reitor Stefano Gazzola, homenageados pela Câmara Municipal de Três Pontas.

    Termino falando de Stefano Gazzola. Foi e é um grande Mestre que tem me ensinado muito. Hoje também é um grande irmão”, finalizou.

    Por toda essa brilhante trajetória, por ser um defensor da família, das coisas de Deus e da Educação, pela simplicidade, humildade e a incessante busca pelo conhecimento, pelo tanto que fez pela cidade de Três Pontas, merecidamente hoje, Professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça tem a sua História de Vida contada pelo Conexão Três Pontas em forma de homenagem. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

  • Grupo Unis passa a oferecer curso de Direito em Varginha

    Grupo Unis passa a oferecer curso de Direito em Varginha

    No mês de junho de 2021 o Centro Universitário do Sul de Minas recebeu in loco a visita de credenciamento do Ministério da Educação (MEC), para avaliação e autorização da oferta do curso de Bacharelado em Direito em Varginha pela Instituição.

    Na ocasião, o MEC avaliou se o curso atende aos requisitos da área em diversos indicadores, como: projeto pedagógico, políticas educacionais, corpo docente, estrutura física e tecnológica, práticas de internacionalização, bibliografia do curso, entre outros. Ao final da avaliação, o MEC atribuiu nota máxima (cinco) ao curso de Direito que agora o Centro Universitário do Sul de Minas tem autorização para oferecer.

    O curso será conduzido na Cidade Universitária, contando com toda a estrutura e os espaços do maior campus do Grupo Unis, com laboratórios de informática, amplos espaços de estudo e convivência, além de uma ampla biblioteca física e virtual com uma bibliografia extensa e exclusiva, garantida pela parceria da Instituição com a Editora Saraiva. Toda a estrutura está preparada também para receber o Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), que possibilita aos alunos colocarem a mão na massa, através de práticas simuladas e práticas reais, com atendimento à comunidade. Com o apoio de professores e advogados, os alunos atendem casos reais, auxiliando audiências, desenvolvendo peças e vivendo a prática da atuação jurídica.

    O corpo docente é totalmente formado por mestres e doutores com ampla experiência e atuação na área jurídica na região. Todos contam com experiência longa em docência e práticas inovadoras através da atuação no renomado curso de Direito oferecido pela Fateps, também pertencente ao Grupo Unis, que conta com ótimas avaliações pelo MEC e um alto índice de aprovação de alunos no exame da OAB.

    O projeto pedagógico visa preparar o estudante para ser um profissional multifacetado, preparado para amplas atuações e possibilidades de carreira, desde os trabalhos diretamente ligados à advocacia, assim como o preparo para concursos públicos e também a atuação junto à área da pesquisa. Tudo isso dispondo das tecnologias e ferramentas da plataforma Google, e da aplicação das metodologias ativas e de práticas inovadoras no seu desenvolvimento.

     

    Em Varginha, o curso de Direito já conta com convênios com 20 instituições da Europa e da América Latina, com uma estrutura preparada para oferecer aos alunos a experiência da Mobilidade Acadêmica Internacional, que já levou universitários do Direito da Fateps a países como Itália, Romênia e Paraguai, além de alguns convênios e parcerias vigentes em estágio avançado de negociação com órgãos públicos, que permitirão aos universitários o desenvolvimento de práticas do Direito, assim como a ampla possibilidade de estágios na área.

    Para saber mais sobre o curso de Direito do Unis, acompanhe as redes sociais da Instituição pelo @grupounis ou acesse unis.edu.br.

    Fonte Grupo Unis

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  • ALMG: Sancionada suplementação para saúde, educação e municípios

    ALMG: Sancionada suplementação para saúde, educação e municípios

    PL 2.937/21, do governador, autoriza a abertura de crédito suplementar de até R$ 6,5 bilhões ao Orçamento do Estado.

    Foi publicada no Diário Oficial do Estado, o Minas Gerais, do último sábado (11/9/21), a sanção do governador Romeu Zema à Lei 23.908, que autoriza a abertura de crédito suplementar de até R$ 6,5 bilhões ao Orçamento do Estado. O objetivo é destinar recursos vinculados constitucionalmente aos municípios e às áreas de saúde, educação e pesquisa.

    A lei teve origem no Projeto de Lei (PL) 2.937/21, do governador, que tramitou em turno único e foi aprovado pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no último dia 2 de setembro.

    O projeto prevê suplementações de até R$ 1,2 bilhão em favor do Fundo Estadual de Saúde (FES) e de, no máximo, R$ 90,5 milhões à Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), para cumprir a exigência constitucional de aplicação de 12% da receita de impostos em ações e serviços públicos de saúde.

    Serão utilizados para cumprir essa finalidade recursos provenientes do excesso de arrecadação da receita de recursos ordinários e da receita intraorçamentária de repasse do FES.

    Para atender ao percentual mínimo de 25% da receita de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino, foi aberto crédito suplementar de até R$ 1,6 bilhão em favor da Secretaria de Estado de Educação (SEE).

    A lei sancionada inclui a destinação de R$ 327 milhões para a valorização dos professores da educação básica, previstos originalmente para atendimento aos municípios pela SEE, o que foi objeto de emenda apresentada durante a tramitação da matéria na ALMG.

    Nesse caso, bancará a suplementação o excesso de arrecadação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

    Pesquisa e fazenda – Em cumprimento à obrigatoriedade de direcionar 1% da receita a entidade de amparo e fomento à pesquisa, o projeto estabelece a suplementação de até R$ 51,9 milhões para o Fundo de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Serão utilizados recursos do excesso de arrecadação da receita de recursos ordinários.

     

    Por fim, a proposição também autoriza a abertura de crédito suplementar de até R$ 3,6 bilhões em favor da unidade orçamentária Encargos Gerais do Estado – Secretaria de Estado de Fazenda (EGE-SEF).

    Esse valor de até R$ 3,6 bilhões se refere a parcelas de receita pertencentes às prefeituras e será coberto pelo excesso de arrecadação da receita de recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.

    Essas transferências se referem a 50% do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de veículos licenciados nos municípios; 25% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); 25% da parcela do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) repassada pela União ao Estado; e 25% do montante que cabe ao Estado da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).

    As dotações orçamentárias decorrentes das suplementações previstas poderão ser remanejadas, conforme necessidade de adequação para garantia do cumprimento dos percentuais mínimos, conforme a lei.

    Fonte ALMG

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  • Oportunidade: MG tem vários concursos abertos, com 2.709 vagas e salários de até R$ 15,9 mil

    Oportunidade: MG tem vários concursos abertos, com 2.709 vagas e salários de até R$ 15,9 mil

    São 38 concursos abertos ou com editais publicados no estado.

    Minas Gerais tem 38 concursos abertos ou com editais publicados no momento, alguns com salários chegando a R$ 15,9 mil. São, ao todo, 2.709 vagas ofertadas. Veja os destaques abaixo:

    Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG)

    • Inscrições até: 20/8/2021
    • Vagas: 20
    • Salários de até R$ 4.180,66
    • Cargos de nível médio e superior
    • Veja o edital

    Prefeitura de Contagem (MG)

    • Inscrições até: 13/8/2021
    • Vagas: 11
    • Salários de até R$ 35 / hora-aula
    • Cargos de nível superior
    • Veja o edital

    Polícia Militar de Minas Gerais

    • Inscrições até: 12/8/2021
    • Vagas: 120
    • Salários de até R$ 6.519,44
    • Cargos de nível superior
    • Veja o edital

    Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (MG)

    • Inscrições até: 2/9/2021
    • Vagas: 166
    • Salários de até R$ 6.519,44
    • Cargos de nível médio
    • Veja o edital

    Prefeitura de Ervália (MG)

    • Início em: 8/9/2021
    • Vagas: 126
    • Salários de até R$ 15.900,00
    • Cargos de nível fundamental, médio e superior
    • Veja o edital

    Tribunal de Justiça de Minas Gerais

    • Início em: 4/10/2021
    • Vagas: 27
    • Salários de até R$ 4.677,09
    • Cargos de nível médio e superior
    • Veja o edital

    Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig)

    • Inscrições até: 17/8/2021
    • Vagas: 5
    • Salários de até R$ 5.801,50
    • Cargos de nível técnico e superior
    • Veja o edital

    CLIQUE AQUI para acessar a lista completa de concursos abertos em Minas e em outros estados do Brasil.

    Fonte: G1 Sul de Minas

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  • EDUCAÇÃO: Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira

    EDUCAÇÃO: Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira

    Prazo para o segundo processo seletivo de 2021 termina no dia 6

    Estudantes de todo o país que participaram da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que pretendem estudar em uma universidade pública podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a partir desta terça-feira (3).

    Desenvolvido e administrado pelo Ministério da Educação, o sistema é usado para selecionar os candidatos a vagas em instituições públicas de ensino superior a partir das notas obtidas no Enem.

    O prazo de inscrições para o segundo processo seletivo de 2021 se encerra na próxima sexta-feira (6). Para participar da seleção, os interessados devem ter obtido nota maior que zero na redação do Enem e não ter participado do exame na condição de treineiro.

    Na página do sistema é possível consultar as vagas disponíveis, pesquisando por cidades, cursos e instituições. No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso. Será possível alterar as opções durante o período das inscrições.

    Conforme o cronograma divulgado pelo ministério, o resultado da seleção será divulgado no dia 10 de agosto. As matrículas serão abertas no dia 11, se estendendo até o dia 16 de agosto. De 10 a 16 de agosto, estarão abertas as inscrições para a lista de espera por vagas remanescentes, cujos contemplados serão anunciados no dia 18.

    Fonte Agência Brasil

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  • Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Especialistas alertam para cuidados que devem ser tomados

    No segundo semestre deste ano, mais escolas públicas e particulares deverão retomar as atividades presenciais. A volta às salas de aula ocorrerá de forma diferente em cada localidade. O ensino remoto ainda deve seguir, mesmo que junto com o presencial, para evitar aglomerações. Para que as escolas sejam reabertas da forma mais segura possível, segundo especialistas, além de cumprir os demais protocolos de segurança, uma atitude faz toda a diferença: que todos usem máscaras da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca.

    Segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), pelo menos nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre. Esses estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

    Eles se somam a Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que já retomaram este ano alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais concentram as matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano.

    Entre as redes municipais, o último balanço divulgado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) mostrou que cerca de 16% das redes já retomaram o ensino presencial em 2021. A maioria em modelo híbrido, ou seja, mesclando aulas presenciais com o ensino remoto. As redes municipais são responsáveis, por sua vez, pela creche, pré-escola e ensino fundamental até o quinto ano.

    Entre as escolas particulares, a reabertura, de acordo com balanço da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), já é permitida em todos os estados. Cabe às escolas, de acordo com o contexto local, definir como se dará a retomada conforme as necessidades dos alunos e das famílias.

    Orientações para a reabertura

    Visando orientar escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre cumprimento de carga horária, formação de professores e outras questões. O documento, aprovado por unanimidade, aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC).

    “O CNE reconhece, em primeiro lugar, que a pandemia não acabou”, disse o conselheiro Mozart Neves Ramos. “A primeira [recomendação] é o controle sanitário e a vacinação, para o retorno seguro ao presencial. Recomendamos fortemente esse retorno presencial, porque os danos de aprendizagem que estão aí são muito preocupantes”, acrescentou.

    O Conselho recomenda, ainda, que seja feita uma avaliação diagnóstica para saber a situação de cada estudante e o que pode ser aprendido até o momento. A orientação é que as escolas sigam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que reúne o mínimo que deve ser aprendido a cada ano, como o essencial que deve ser passado aos estudantes.

    O ensino remoto, segundo Ramos, deverá permanecer, seja para que estudantes intercalem aulas presenciais com a distância para evitar aglomeração, seja para recuperar conteúdos que não foram aprendidos até o momento. Para isso, os professores devem também ser formados.

    “Uma recomendação forte do CNE para o ensino híbrido [que mescla presencial e remoto]. Não dá para fazer como se fez no ano passado. No ano passado, era o que tinha. Os professores foram para a luta sem estar preparados. A consequência foi, mesmo para quem teve a oportunidade de acesso ao ensino híbrido, situações muito a desejar, porque não tínhamos nem material adequado para isso”.

    Uso de máscaras

    Usar máscaras de boa qualidade e da maneira correta, bem justas ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, reduz o contágio por covid-19 nas escolas significativamente, de acordo com estudos do projeto ModCovid19. Por meio de simulações, o grupo de estudos concluiu que, sem os devidos cuidados, com o uso de máscaras de pano finas que não retêm as partículas apropriadamente, o risco de contrair a doença aumenta 1.141%.

    Caso os professores utilizem todos máscaras do modelo PFF2, adequadamente, cobrindo o nariz e a boca, e os estudantes usem corretamente máscaras de pano de boa qualidade – mais grossas, com duas camadas de tecido – o percentual de contágio cai para 39%.

    “Se estamos em um ambiente fechado, como são muitas salas de aula, a maior linha de infecção é inspirando partículas virais que estão no ar”, explicou o bolsista Marie Curie, na Universidade de Roma Guilherme Goedert, que integra o grupo de estudos e é responsável pelo desenvolvimento do modelo de simulação. “É a nossa recomendação de ouro, tudo que a gente testou funcionou muito melhor com professores com PFF2”, ressaltou.

    Goedert disse que os professores circulam entre as turmas e são também os que mais falam em voz alta, expelindo mais partículas no ambiente e facilitando a disseminação da covid-19 caso sejam contaminados, por isso precisam dessa proteção.

    A recomendação para os alunos é uma máscara de tecido grosso que se ajuste bem ao rosto. “Pode usar [máscara] de pano, mas tem que ser de boa qualidade e tem que se ajustar bem ao rosto, senão não é efetiva. Se puderem, havendo de pano e descartáveis, juntando ambas, estudos mostram que aumenta bastante o poder de filtragem com o uso das duas máscaras juntas”.

    Além do uso de máscaras, a circulação do ar nas salas, por meio de janelas e portas abertas; a divisão dos estudantes em grupos que se alternam entre aulas presenciais e remotas, para reduzir aqueles que ficam nas salas; e o rastreamento de casos – se houver caso na família, o estudante deve ser afastado por 14 dias. Se o aluno ficar doente, o grupo presencial dele deve ser todo afastado – são medidas que aumentam a segurança no retorno às aulas.

    “Estamos reabrindo as escolas quando uma nova variante está chegando. Precisamos reabrir? Precisamos. Mas, precisamos ter cuidado em como fazer isso”, disse o pesquisador.

    O ModCovid19 é um grupo de estudos formado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (ICMC), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp (Imecc), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro (Impa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio).

    Cuidados com o emocional

    Além de todos os cuidados para evitar a disseminação, outro cuidado será necessário nesse retorno: o emocional. Para a gerente de projetos do Instituto Ayrton Senna e especialista na área de Formação de Educadores, Silvia Lima, a relação entre as escolas e as famílias será fundamental para o processo de readaptação dos estudantes no retorno às atividades escolares presenciais e servirá como importante ponto de apoio no cuidado emocional de todos.

    “Famílias e professores devem considerar não apenas como se dará a retomada dos conteúdos pedagógicos, que estará definida nos planos de retorno e readaptação à rotina escolar, mas também ao cuidado socioemocional. Contudo, será preciso cuidar das emoções e sentimentos da equipe escolar e dos estudantes, retomando os processos de ensino e aprendizagem com base no acolhimento e empatia”, disse.

    Este é, de acordo com Silvia, um momento importante para que se trabalhe nas escolas as chamadas habilidades socioemocionais, que estão previstas inclusive na Base Nacional Comum Curricular. “Sendo as competências socioemocionais as capacidades individuais das pessoas que se manifestam por meio dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, é possível aproveitar  para aliar as competências socioemocionais a uma rotina de sala de aula e trabalhar não só com os estudantes, mas também com os educadores. Foco, empatia, respeito, tolerância ao estresse, imaginação criativa, organização e outros [fatores] serão importantes para essa retomada”, explicou.

    O instituto elaborou um guia com dicas para a acolhida pós isolamento social, que está disponível na internet.

    Fonte Agência Brasil

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  • Enem 2021 está marcado para 21 e 28 de novembro

    Enem 2021 está marcado para 21 e 28 de novembro

    Versões impressa e digital do exame serão realizadas na mesma data

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

    “Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”, postou o ministro na rede social.

    Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    Fonte Agência Brasil

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  • CONGRESSO INTERNACIONAL DO GRUPO UNIS: Ministro da Educação e Secretário de Educação Superior participam da abertura do evento

    CONGRESSO INTERNACIONAL DO GRUPO UNIS: Ministro da Educação e Secretário de Educação Superior participam da abertura do evento

    Entre os dias 17 e 21 de maio de 2021 acontece o VII Congresso Internacional do Grupo Unis, com o tema principal: “Empoderar gente para transformar realidades”.

    E para a abertura do evento, HOJE, às 19h, o VII Congresso Internacional vai contar com as presenças ilustres do Ministro da Educação, Prof. Dr. Milton Ribeiro; do Secretário de Educação Superior no Ministério da Educação, Wagner Vilas Boas de Souza; do Reitor do Centro Universitário do Sul de Minas, Prof. Stefano Barra Gazzola; além de uma palestra de abertura conduzida pelo tecladista da banda Skank, Henrique Portugal.

    Trazendo palestras, oficinas, minicursos, workshops, debates e práticas, o Congresso conta com atividades relacionadas a mais de 10 áreas do conhecimento como Desenvolvimento Humano e Regional; Representações Sociais; Direito; Educação; Engenharias; Inovação; Saúde, e muito mais. Tudo isso com a participação e experiência de profissionais de 18 países diferentes.

    Contando com 30 convidados diretamente de países como Angola, Argentina, Índia, Japão, Moçambique, Portugal, Romênia, e muitos outros, esta edição do Congresso leva em conta o cenário atual e a necessidade de desenvolver capacidades nas pessoas para que elas possam se reinventar e superar as dificuldades.

    A programação completa do Congresso pode ser acessada clicando aqui.

    Fonte Grupo Unis

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