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  • A FANTASIA NA HORA DO SOL por JUAREZ ALVARENGA

    A FANTASIA NA HORA DO SOL por JUAREZ ALVARENGA

     

                             A noite começa perder sua escuridão. O pescador abre os olhos e enxerga ao seu redor uma profissão de desafios. Levanta sem muita arma, mas com muita coragem.

                            Lutar para sobreviver é o seu lema. Viver é apenas uma fábrica de matéria prima produzida na sua pura, inocente e inteligente mente.

                            O sol agora aparece e a escuridão tímida se escondeu para mais tarde voltar a expor.

                            O pescador de pés descalço, camisa aberta vai até o barco e enfrenta por mais uma vez o tenebroso mar. Joga as redes e as esperanças. Pega desilusões e fantasias. Insiste e nada consegue. De volta a praia começa então a pensar em coisas que nunca havia pensado antes.

                            Enquanto as enzimas destroem o restante do pão da manhã ele catalisa na sua rica mente fantasias e interrogações provocadas pela própria realidade.

                            Começa a olhar na superfície do oceano e fazer perguntas a si mesmo. Por que neste monstruoso mar existe tantos peixes e eu volto de barco vazio? Por que o homem dividiu o mar e os peixes não obedecem as limitações desta divisão? Por que estes mesmos peixes não ficam na superfície, pois assim seria muito mais fácil pegá-los?

                            Chegou em terra firme e deixou dentro do mar os pensamentos. As crianças o rodeiam e reclamam dos peixes que não vieram. Sua mulher lamenta mais um dia de podridão.

                            E novamente a escuridão que havia acovardado, agigantou e apareceu. O pescador cansado dorme como se estivesse morrido. Mas o galo anuncia que a claridade está de volta.

                            Agora as coisas mudaram. As redes estão cheias de peixes e soluções. E o velho pescador tornou-se novo. Ao encontrar com sua mulher foi logo dizendo: esta vida só se consegue quando parte. Porém é partindo que conseguimos voltar. É conhecendo o começo que atingimos o fim. É chegando no fim que retornamos no princípio. É sonhando na hora do sol que chegamos na novela das seis vitoriosos.

                            O importante é nós sabermos que somos possuidores de uma dupla personalidade como a do pescador. Que enfrenta o sol para brincar com a lua. Que procuramos os peixes para sobreviver, mas só realizamos na fantasia.

                            O melhor nós termos uma única personalidade. A do sol (realidade) nos é vestida. A da lua (fantasia) é totalmente despida. A primeira nos é imposta a segunda nos é desejada.

                            Ainda bem que existe um final de semana para tirarmos a roupa que nos está incomodando e jogarmos nas madrugadas. Voltando a vestir somente na segunda-feira.

    JUAREZ ALVARENGA

    ESCRITOR EM COQUEIRAL

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  • COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISMO: CHEGUEI AO PORTO OCASIONALMENTE por JUAREZ ALVARENGA

             A minha primeira entrada no mar foi de deslumbramento e bravura. Senti sua imensidão e sonhei atravessar navegando. Era adolescência acreditava no potencial virgem que iria, com uma só braçada, atravessar o gigantesco mar. Pura ilusão. Dentro da lógica do sucesso tem que haver planejamento e preparação.

             Joguei os olhos sob sua imensidão. Tinhas sonhos e objetivos do tamanho de sua grandeza.

             Dentro do mar perdido navegava sob suas ondas, sem bussola e sem destino. Enfrentei tempestades sem abrigo e sem estrutura psicológica. Era um aventureiro solitário que acreditava na sua aventura sem propósito e sem direção.

             Sozinho e povoado de terror com as investidas do mar, não tinha como sair; deixei as ondas impulsionar as águas e meu destino.

             O que delineava nesta aventura existencial era um precoce fim trágico sem minhas rédeas, impulsionado pelas destemidas ondas de um mar sem piedade.

             No auge do desespero as ondas, sem saber, estavam mim levando para o sonhado porto.

             Avistei; isto foi para mim como a abertura do sol depois do anoitecer. A claridade da realidade favorável foi um lance de sorte de ter chegado ao porto seguro ocasionalmente modificou minha vida.

             A experiência vivida de ser um aventureiro com sorte em alto mar mim trouxe para minha existência que em todo empreendimento há uma porção do acaso.

             Setenta por centos do sucesso é racionalidade, planejamento, vontade e inteligência;  trinta por cento, são pura ocasionalidade.

             Se você está iniciando a aventura no mar é melhor dispor de instrumentos seguros e planejamentos inteligentes, pois somente assim o porto estará acessível a fazer parte de nosso destino.

             Evitar o fracasso é acreditar que o sucesso é uma porção maior de nosso planejamento; porém o acaso tem um relativo peso.

             Entre no mar na hora certa, busque assegurar de clareza diurna seus objetivos, pois senão, as ondas irão dispersar; mesmo tendo planejamento e inteligência a ocasionalidade derruba também os mais inteligentes planos.

             O negocio é se planejar para aumentar a porcentagem do sucesso. Mas 100% de acerto só depois do fato consumado. Enquanto isto, aja com determinação e fixação de objetivos.

     

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

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  • A VIDA NÃO É SÓ REALIDADE Por JUAREZ ALVARENGA

    A VIDA NÃO É SÓ REALIDADE Por JUAREZ ALVARENGA

                            A mesma preocupação que o homem tem para com o trabalho, deve se estender ao lazer, uma vez que a vida não é só a realidade, embora, as adversidades e contrariedades cotidianas fazem parte da luta na busca da realidade sonhada.

                            Nesta pluralidade existencial, entre a realidade que nos é imposta e a felicidade que o homem busca, como símbolo de eterna conquista, não nos é permitido vivenciar sofrimentos ou alimentar, com masoquismo, as contrariedades que nos é impostas, como passagem natural pelos caminhos da vida, até o fim de nossos dias.

                            Ao amanhecer, devemos acordar para a vida, pesando como Ford, que com muita propriedade, já dizia: “todos os dias acordo para vencer”. Ambições temporâneas são fundamentais, tanto para vencer, como para viver, pois ao homem somente é permitido levar a vida, e,  não deixar que a mesma o leve, como simples vivente, sem compromissos para com a sociedade ou para consigo mesmo.

                            Se a vida é um circo, a nós compete sermos acrobatas no céu da felicidade, vivenciando o lado alegre desta pluralidade existencial.

                            Vida é o fim de semana descontraído e alegre, é a vara de anzol, a beira do ribeirão, é o livro de Guimarães Rosa, retratando, com originalidade singular, a realidade sertaneja, é o gol ou a magia de seu time de futebol, ou ainda, a poesia na musica de Chico Buarque, é o sono tranqüilo, é a certeza do dever cumprido, é a reunião em família, é a beleza no horizonte, nas tardes, encantadas pelo cantar das saracuras, que podemos apreciar das sacadas de nossas casas.

                            A vida, não é só realidade, e, nesta empolgação e alegria que podemos encontrar, nas coisas mais simples, os nossos sonhos e descobrimos a alegria de viver e conviver com as pessoas que amamos. Devemos vivermos com otimismo, buscando a felicidade, mesmo que tenhamos que enfrentarmos a realidade cotidiana.

                            A vida é uma das partidas mais difíceis, que não se resume  apenas em noventa minutos, como ocorre no futebol, e, para sermos vitoriosos devemos ser eterno juiz de nossas próprias atitudes. É um jogo, mas um jogo sem fim e sem cansaço, na busca de marcar o gol, mas o gol certeiro no coração da vida, da vida que é real, mas que nem por isso deixa de ser um sonho. O sonho de viver, e, depois, bom,  depois, morrer, mas isto é outra história.

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • COLUNISMO: A NOITE Por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISMO: A NOITE Por JUAREZ ALVARENGA

            As fadas costumam-nos visitar durante a noite, mas não cabe a elas roubar nosso sono e nem intimidar nossas ações. A noite é epopeia grandiosa de um descanso generoso. Nela, a gentileza da vida, deposita sua delicadeza no santuário da alegria. É voar na paisagem concreta sem caçador para derrubar a bravura de enfrentar o espaço infinito. E o perfume no ápice de seu aroma. É um tempo mágico construído  de sonhos consistentes. É uma sombra egoística proveniente de uma alma despida. É o silêncio da realidade na folia da alegria.

            Os homens, esses seres enigmáticos, buscam na noite assistir o circo da vida, vendo os trapezistas fazerem malabarismo com os problemas existenciais. É preciso contemplar a noite como viver o dia. Distanciar das fontes potentes geradoras de problemas e regar à noite com as águas cristalinas da vida, em eterna primavera. Noite não é tempo, é divã de alegria. É uma féria diária. Para isto é preciso estrangular a noite do dia. Não levar para o céu da noite o inferno do dia. A noite é uma caverna de felicidade, onde os bandidos da realidade caem sem antes pegar o ouro da vida.

            As luzes artificiais iluminam as ruas da solidão, com fechos de soluções. Em cada lar, um universo, circunscrito de soluções infinitas.

            A noite é de vadios sonhos descompromissados com a realidade. É o antro dos casais apaixonados. É a chama de planos homéricos. É alegria persistente e transitória, porém sempre existente. A noite é a realidade pálida. É o sonho configurado. É o problema sepultado.

            Noite é alegria, felicidade vasta e férias diárias. Por isto sonhar na noite é abrir as porteiras das realizações com ilusões consistentes.

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • VOCÊ ACHA QUE A SUA VIDA É UM FATO CONSUMADO? Por JUAREZ ALVARENGA

    VOCÊ ACHA QUE A SUA VIDA É UM FATO CONSUMADO? Por JUAREZ ALVARENGA

    A visão privilegiada da vida só acontece quando estamos na sua margem. Dentro dela muitas vezes colocamos nossas possíveis soluções no vácuo ou no oco. O núcleo, nossa meta maior, fica obscuro e inacessível.

    Sondar o terreno antes de pisar é ter convicção que abaixo de nossos pés não existe areia movediça. Depois de certificar o terreno cabe a nós traçar nosso horizonte visto somente com binóculo. Paisagem a distancia a ser atingível ditará o ritmo de nossos passos.

    Ninguém acerta a essência da vida na sorte. É um processo de tentativa, juntamente de muito trabalho, contemplação e identificação com o roteiro traçado.

    O construir é um ato de observação e de muita inquietação. A inércia produz o famigerado desânimo como o começo nos impulsiona para fim com sua empolgação. As pessoas levantam apenas o físico, o espírito compreendedor fica contido nas entranhas da alma.

    Manter um sonho erguido é inquietar nossos inimigos de sufocação permanente. Não existe pior sensação para o adversário que ver nossos sonhos mantidos verticalizados. Sua manutenção é a pavimentação para sua concretização. A utopia erguida é adversário na lona. Abandonada, é alívio para as pessoas que não querem ver sua concretização.

    Ser viajante cauteloso com tanque cheio de combustível da motivação nos levará perto do céu terreno. Se o céu transcendental  tem como arquiteto Deus, o nosso terreno tem como construtor nós mesmos.

    Direcionar a vida rumo à felicidade é se deixar sair pela tangente quando estamos agindo automaticamente. A ação deve ter sua formulação exata e não nascer da improvisação.

    Nossa vida poderá se caçar abismos ou erguer edifícios existenciais monumentais. CABE A NÓS FAZERMOS DE NOSSOS ABISMOS SÓLIDAS BASES RUMO A NOSSA EDIFICAÇÃO VIVENCIAL. Nossa morada existencial deve ficar em lugar plano para podermos suportar as tempestades com resignação. Não é a força da tempestade que nos destroem, é a vulnerabilidade encontrada pela correnteza em nosso intimo alargado. Reter com fortaleza de uma argamassa impedirá o fluxo de correr a vontade. Buscar ficar fora da vida para construir soluções sábias é fundar sua própria faculdade existencial. Compreender e dar sustentabilidade interiores de êxitos, mas também é natural nascer de nossos conflitos íntimos monstros destruidores de nossa fé na vida.

    A paz sem sacrifícios nos leva ao conformismo e ao derrotismo sem enfrentamento. A paz nascida do fruto de nossa guerra vencida nos torna preponderante perante nós mesmo. É da nossa impulsão intima que lançamos nossas vidas e quilômetros de distancia do derrotismo e nos aproximamos do foco planejado.

    Que o stress de final de ano tão natural seja remo capaz de nos conduzir sempre para frente.

    Devemos guerrear com o mundo e com as coisas deste mundo, pois somente assim nossas reservas psicológicas nos descansando sempre, fazendo guerreiro armado, intimidando o avanço do ceticismo rotineiro capazes de restringirem em demasia nossos voos panorâmicos e quilométricos.

    O stress com resultados é melhor do que a paz com fracassos.

    JUAREZ  ALVARENGA

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  • A ALMA TEM SEDE por JUAREZ  ALVARENGA

    A ALMA TEM SEDE por JUAREZ  ALVARENGA

            

            A vida é dual vivencia-la em sua plenitude é a receita inteligente. Fantasia e realidade são as notas mirabolantes da musica em sintonia com a sabedoria. Estagnar numa nota só, é perder o ritmo da existência. Vem, porém, a alma humana instrumento vital ao homem, que tem como seu habitat natural a noite. É nela, que no orifício da alma, penetra a água da vida que sustenta a saúde psíquica. Deve desfilar, soberbamente,  na passarela da existência com a desenvoltura de uma bailarina clássica.

             Possuem a elegância das estrelas e o romantismo da lua.

             Porém, sabemos que os dias são hierarquizados heterogeneos e verticalizados. A noite é homogênea e sem hierarquia.

             O dia é para racionalidade como a noite é para os sonhos das almas famintas.

             Enxergar a realidade, sob a claridade do sol escaldante,  nos faz instrumento consistente de conquistas de vitorias racionais. Mas, nunca devemos expulsar de nosso cotidiano, a leveza da alma, que rastreja rasteiramente como os animais deixando marcas, para os caçadores humanos o perseguir. As marcas das almas são clarividentes, que somente o homem a entende.

             A alma tem sede de sonhos e da grandeza imaterial humana, capaz de voar no espaço da lógica racional.

             Transforme-se venha beber a agua mágica da noite, pois somente assim estará preparado, para enfrentar a rusticidade cansativa da fonte quase seca do dia.

             A alma não tem preço, para vivenciar e é, democraticamente universalizado  diferente do dia, que cobra uma taxa de competência, para conquistá-lo ou adaptá-lo.

     

    JUAREZ  ALVARENGA

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  • PÃES QUENTES ÀS TRÊS HORAS DA TARDE por Juarez Alvarenga

    PÃES QUENTES ÀS TRÊS HORAS DA TARDE por Juarez Alvarenga

            A realidade começa ao amanhecer e atingir o ápice às três horas da tarde. É nesta hora em que muralhas das adversidades tentam impedir os sonhos de ultrapassá-los.  É como uma estrada de roça em dia de chuva em que nosso carro atola no barro e só saem com ajuda de nosso trator intimo. É a onda mais alta para o surfista transpô-los ou afogar na sua intensidade.

            Às três horas da tarde as ruas da cidade move mansamente e o povo caminha psicologicamente arrastado pelos obstáculos que impedem avançar o sinal do sucesso.

            Às três horas da tarde o sol arrebentador seca nossas ilusões, maltratando a realidade de dificuldades parasitárias.

            A vida às três horas da tarde recebe de nós mesmos o sinal vermelho onde nossos projetos são anestesiados e nossas utopias sepultadas.

            Às três horas da tarde onde nossa força intima são dilaceradas por tufões incendiários capazes de deixarem tudo em cinzas.

            Transpor esta hora critica é necessário entrar nas padarias da vida e comprar pães quentes. Que saindo do forno no momento para saciar nossa alma despida de sonhos. Só os sonhos antecedentes são capazes de transpor com facilidade o mais declinante morro das três horas da tarde. Pães quentes para saciar a alma cética de sonhos das três horas da tarde são os instrumentos potentes para vencer por dentro todas as armas destruidoras de nosso campo de batalha intimo.

            Aprenda adquirir força intima de acordo do declive do morro. Aumente a musculatura, alimentando de pães quentes para a alma, pois a leveza intima fará voar transpondo toneladas de muralhas estáticas mesmo as das três horas da tarde quando a realidade parece atingir o limite de altura das nuvens.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • COLUNISTAS: CAMINHOS por JUAREZ ALVARENGA

    COLUNISTAS: CAMINHOS por JUAREZ ALVARENGA

              O sol tímido desponta com toda alegria. É um convite a dinamizar a existência. Abrir os olhos, para as varias oportunidades que aparecem em nossas vidas, é enxergar convicto, que devemos sair, da cama como um leão sai de sua toca faminta em busca de alimentos.

             Vejo a estrada em minha frente, porém com a lentidão da manhã travo meus passos. Não é preguiça da caminhada é a necessidade de refletir, pois a execução sem pensar é um pássaro com só uma asa tentando voar.

             Ficar estaticamente parado ou andar caminhos em vão é a mesma coisa.

             Hoje, primeiro traço o alvo a ser atingido. Depois, estudo o traçado da caminhada. E, finalmente, dou o primeiro passo. Depois do primeiro passo não olho as criticas e nem as adversidades, só paro na reta de chegada. As convicções dos sonhos guiam meus passos ao destino almejado.

             Ser determinado, depois do primeiro passo, é projetar para o futuro, independentemente dos obstáculos a serem enfrentados é acreditar que a intensidade dos sonhos nos locomoverá  ao alvo desejado.

             Sonhos tênues,  são ilusões fragilizadas, e penetráveis em nosso intimo que serve somente, para desgaste psicológico.

             Sonhos teimosos nos levam a viabilidade de realizações, porém são armadilhas da alma que só desarmam com as presas faminta de realizações.

             Leve para  sua caminhada diária todos os seus sonhos idealizado na cama, mas somente aqueles expostos ao sol do meio dia terá a plena condição de se vingar. Sonhos no sol poente é instrumento de que a realidades só serão atingíveis e domáveis com as consequências de nossas ações.

             Trace suas metas e brinca de sonhar com seriedade que o jardim de sua vida transformará espinhos das lutas verdadeiras em coroa de êxitos permanentes.

     

    JUAREZ  ALVARENGA

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  • AMBIÇÃO E FELICIDADE por JUAREZ  ALVARENGA

    AMBIÇÃO E FELICIDADE por JUAREZ  ALVARENGA

            É perceptível o agravamento das dificuldades de sobrevivência no mundo atual. Não apenas material, mas principalmente de relacionamento. Na realidade em que estamos circunscritos são visíveis o aprofundamento do individualismo e a exacerbação do hedonismo com o exauriamento do sucesso a qualquer custo.

            O ser humano perdeu a noção do equilíbrio entre viver e sobreviver. Na guerra cotidiana em que estamos inseridos percebemos o agravamento, juntamente com a intensidade da luta para mantermos vivos. A felicidade hoje é de preço incalculável. A ambição chegou ao extremo. A vocação para simplicidade foi inteiramente destruída pela paixão ao sucesso. Se isto leva o homem aos êxitos, retira dele valores de paz interior, distanciando quilometricamente de sua intimidade.

            A paixão pelo sucesso juntamente com a compaixão para o ser humano é a formula exata de acumulo de êxitos íntimos e materiais.

            Como manter a ambição humana sem destruir sua alma? Somos favoráveis ao crescimento humano em todos os sentidos. A estagnação é paradoxal a natureza humana. Nascemos frágeis e dependentes e com avanço da vida devemos tornar-se fortes e poderosos.

            Compreender que em nosso êxito não deve apenas está retidos os degraus humanos em que usamos em nossa subida, estes degraus deverão está nivelados no topo da escada.

            Aprender que a felicidade nasce das dádivas, apesar do sucesso individual é uma conseqüência de nossas lutas diárias.

            Se as ruas estão complexas e arrebatadoras de gente o ser humano começa a se esconder. E deste refugio nasce à felicidade verdadeira. Devemos jogar nossas vidas a rotina como a dona de casa joga o lixo na lixeira, mas ao mesmo tempo devemos proteger nossa intimidade com a mesma intensidade em que um leão protege seus filhotes.

            Se pensarmos em ser protagonistas influentes de nosso meio primeiro devemos construir uma realidade intima autentica e calma. Buscar distribuir as conquistas com altruísmo.

            Despossuir a felicidade cara mesmo assim almejando, pois isto nos leva a agressividade de nossos atos perante a vida e em compensação as realizações. Compreender que ser feliz é ter dinheiro para comprarem pilhas para por no rádio com objetivo de ver o Cruzeiro jogar e ganhar.

            É das dádivas que nasce nossas alegrias, como também  é do reconhecimento de nosso intimo que nasce nosso império vivencial.

            Seja agressivo nos seus objetivos, porém mantém a mansidão consigo próprio e quando sozinho chegar no quarto de dormir  sinta acompanhado do sucesso. Se jogue ao sono como o pescador jogar a rede ao mar com otimismo e alegria. Que o repouso noturno seja maneira de abençoar o amanhecer.

            Felicidade é si armar para a vida e desarmar para si próprio. É querer o império e dentro dele coisas simples como o cobertor velho que acompanha a vida inteira nos dando calor vivencial e alegria de sermos íntimos felizes agrupado a nós mesmos.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • A FELICIDADE NÃO É PADRONIZADA – JUAREZ  ALVARENGA

    A FELICIDADE NÃO É PADRONIZADA – JUAREZ  ALVARENGA

             Ser feliz é a grande meta humana, porém não existe felicidade padronizada.

             Cada um tem a tua, ao seu modo e a sua época.

             Quando criança, a inocência e a gratuidade, nos levava a felicidade. Nosso mundo infantil e imaginário fabrica alegria espontaneamente.   Não existem limites dentro da nossa mente. Por isso, a maioria absoluta das crianças são feliz.

             Na adolescência aparece a vida e a sociedade. Se não bem trabalhada são barreiras, quase intransponíveis, de serem ultrapassadas.

             Os horizontes longos nos desorganizam, pois é nessa época que estamos iniciando a caminhada real e queremos, num passe de magica os objetivos imaginários realizados nos outros extremos dos horizontes distantes.

             Vem então a maturidade. A felicidade está mais nos passos do que nas metas. A lentidão e o perfeccionismo do que caminhamos exteriormente é no compasso em que imaginamos em nossas mentes.

             Nosso mundo interior, na maturidade, é construído de barreiras de ferro, capazes de suportarem tempestades grandiosas sem transformar em devaneios assustadores .

             Nossa mente é uma enciclopédia. Entende qualquer palavreado desta faceira vida.

             A felicidade é um ato de disposição mental e não matéria prima, que buscamos no decorrer de nossa existência. Ela é uma conquista da mente e não patrimônio acumulado no confronto do homem com a realidade.

             A felicidade, para ser verdadeira é mais dadiva da generosa existência do que empoderamento ou posição social.

             Não é padronizada. Seus caminhos são vários e o andar na sua procura que determina a sua vitória.

             O nomadismo, de novos objetivos, não pode fazer mudar de metas de acordo com os obstáculos encontrados. O enfrentamento de barreiras deve ser adicionado à felicidade final. O impulso para transpor obstáculos é um dos fatores mais significativos na construção de uma felicidade consistente.

             Felicidade não é grandeza é simplicidade dos fluxos das aguas cristalinas correndo o leito psicológico, sem barreiras imaginarias ou verdadeiras.

             É a sede da alma alimentando de águas profundas de um oceano mental.

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

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  • DANDO UM SENTIDO PARA A VIDA – JUAREZ  ALVARENGA

    DANDO UM SENTIDO PARA A VIDA – JUAREZ  ALVARENGA

             A vida é uma surpresa. Nela nada é definitivo. A permanência em nós de algum problema que apareça no seu desenrolar é impedir que a felicidade se expanda. Cativo em nós, só a perenidade desenvolta de uma alma cativante.

             Neste tabuleiro enigmático,  as alternâncias  das peças torna o jogo interessante e não definitivo. A passagem de um momento de dor aguda, para alegria faceira é sempre a regra. A dinâmica é um processo permanente.

             A vida não deve ser um peso pesado que devemos carregar forçosamente, mas sim uma avenida com saídas mirabolantes.

             Devemos ter espontaneidade com os ritmos da existência. Acordar todo amanhecer prontos, para os acontecimentos e armados, para o fortalecimento de nosso interior.

             Dizia o grande pensador FORD “que todo dia acordo para vencer”. Esta máxima, foi dita aos 70 anos de idade e nisto está o seu significado perene. Com está filosofia, a vida nunca perde sua cor.

    Henry Ford

             Buscar um significado, para a existência é encontrar na imensidão do dicionário a palavra chave. Vocacionado, para a felicidade devemos ser eternos caçadores de superlativos que valorize nosso cotidiano de otimismo existencial.

             A vida, em tudo, sempre tem dois caminhos. O primeiro o que devemos percorrer e o segundo o que devemos evitar. Buscar trajetos, que nos leva a felicidade, é sempre estar à disposição de que chegaremos convictos com nossas próprias pernas ao mundo da realização pessoal. Fechar os caminhos das tristezas, da dor e das desmotivações é provocar nas alturas que o azul das nuvens, desenhe em seu quadro, os formatos significativos de paisagens prodigas.

             Dar um sentido para a vida é abrir as fontes intimas da alegria, com águas cristalina que irão saciar sua sede de bem viver.

             Dar um sentido, para a vida, não escapulir da responsabilidade de enfrentar a realidade como um guerreiro destemido, é acreditar que os problemas podem ser sepultados, com ineditismo e brilhantismo de cada amanhecer.

             Se sua vida está sem significado e você acorda teimosamente, para ser infeliz, busque com suas próprias forças levar, para a existência a suavidade de viver retirando de seu subterrâneo o excesso de terras, que apressadamente, precisa ser removido.

     

     

     

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL     MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

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  • SEGUNDA FEIRA DE ONTEM E DE HOJE por JUAREZ  ALVARENGA

    SEGUNDA FEIRA DE ONTEM E DE HOJE por JUAREZ ALVARENGA

    Nossa morada é de variados compartimentos. Dentro dela sentimos modalidades diferenciadas de comportamentos.

    Lembro que no passado minhas segundas feiras eram estáticas e sem brilhos e meus sonhos não saiam do porto. Enquanto o restante da população ostentava seus objetivos reais, em direção a alto mar, a distancia ficava só na contemplação. E era bom que fosse assim. Sem instrumentalizar a vida, todos os sonhos descem sempre sem paraquedas.

    Hoje, sobre um batalhão de atiradores de elite meus voos mesmo assim atingem alturas quase inatingíveis. Aprendi a dar sentidos e ritmos as asas e meus sonhos, como bussola, atinge o alvo da realidade.

    Desvendei que é na segunda feira em que impulsionamos a realidade, para concretização. Para locomover devemos fazer como os bravos pássaros, que resolvem atravessar o mar sem medir a distancia. Ou chegamos heroicamente no alvo traçado, ou caímos das alturas para as profundezas oceânicas.

    Levar as utopias no bico é ter a certeza que o peso é confortavelmente suportável. Aterrissar com os sonhos, nas extremidades, é semear na compacta terra garantidora de que nossa vocação sonhadora vale a pena.

    Hoje minhas segundas feiras, não são inícios de sonhos, mas sua continuidade. Não são estáticas como as múmias,  possuem a leveza e a elegância dos voos das águias.

    Das segundas feiras antigas só resta à lembrança de apreciar os barcos alheios com sua robustez  tomando velocidade em alto mar distanciando de meu olhar retraídos.

    Hoje, solto meus papagaios no espaço infinito, mesmo porque, Deus nos dá em grande quantidade, cabendo a nós, a vontade e a destreza de manusear os papagaios a alturas imensuráveis, porque a firmezas das mãos garantirá o sucesso do voo, independentemente, da velocidade dos ventos.

     

     

    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

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