Tag: Saúde

  • Mais de 133 mil unidades de medicamentos para kit intubação chegam a Minas Gerais

    Mais de 133 mil unidades de medicamentos para kit intubação chegam a Minas Gerais

    Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recebeu, neste sábado (17/4), mais um quantitativo de medicamentos do kit intubação para atender, de forma emergencial, 20 hospitais que se encontram em níveis considerados críticos. A medida contempla instituições com estoques suficientes para três dias ou menos de cobertura.

    As 133.215 unidades de fármacos são compostas por midazolam, propofol e besilato de cisatracúrio, itens essenciais à sedação dos pacientes. Parte dos medicamentos foi enviada pelo Ministério da Saúde (108.215 unidades) e também houve a aquisição, pelo Estado, de 25 mil unidades de midazolam.

    A maior parte deste quantitativo já foi entregue às instituições de saúde, mas no início da semana que vem, a distribuição dos medicamentos continua, com a inclusão de outras instituições.

    Estoque

    A SES-MG ressalta que o estoque de sedativos utilizados na intubação do paciente de covid encontra-se em nível não recomendável para o enfrentamento da pandemia, mesmo com a chegada destes insumos. As unidades hospitalares, que antes trabalhavam com estoque de 60 dias ou mais, enfrentam dificuldades no abastecimento.

    Para fazer frente a este cenário, Minas Gerais conta com a rede solidária da Saúde Pública, que permite o remanejamento de insumos entre as instituições que observam aumento no consumo destes medicamentos. O objetivo é atender os hospitais mais necessitados e com estoque mais baixos, a partir de unidades que detenham estoques mais estáveis, garantindo, de modo emergencial, a adequada assistência aos pacientes.

    Confira a relação de medicamentos:

    Midazolam – 70.650

    Propofol – 19.865

    Besilato de cisatracúrio – 17.700

    Midazolam – 25.000 (compra pelo Estado)

    Total: 133.215

    Fonte Agência Minas

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    Roger Campos

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  • Governo Federal entrega 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 à Minas Gerais

    Governo Federal entrega 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 à Minas Gerais

    Minas Gerais distribuiu, no último sábado (17/4), 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 às 28 Unidades Regionais de Saúde (URSs). Os imunizantes, enviados pelo Ministério da Saúde, chegaram sexta-feira ao estado e compõem a pauta n.13 do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para operacionalização de vacinação contra a covid-19. São 426.000 doses da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, para dar prosseguimento à maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.

    A segurança e a agilidade da operação logística são garantidas pelo apoio das Forças de Segurança e Salvamento, disponibilizando as aeronaves do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), e efetivo terrestre da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e da Polícia Civil (PCMG) para transporte e escolta dos insumos.

    “A secretaria orienta municípios e gestores de Saúde conforme o Programa Nacional de Imunização (PNI): todas as doses entregues aos municípios devem dar continuidade às campanhas de vacinação observando a cobertura dos públicos prioritários”, explica a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Josianne Gusmão.

    Públicos prioritários 

    Conforme Informe Técnico emitido pelo Ministério da Saúde, esta etapa da campanha deve distribuir as doses 2 relativas ao esquema vacinal dos trabalhadores da Saúde (2%) e da população de 65 a 69 anos (23%).

    Será entregue, ainda, a dose 1, direcionada aos grupos de trabalhadores de Saúde, de pessoas de 65 a 69 anos e dos grupos das Forças de Segurança e Salvamento e Forças Armadas. Idosos entre 60 a 64 anos são contemplados por esse novo lote.

    Grupos atendidos até o momento, no Brasil

    • 100% das pessoas idosas (igual ou superior a 60 anos) residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas) – ILPI;

    • 100% das pessoas com deficiência, vivendo em residências inclusivas (institucionalizadas), maiores de 18 anos;

    • 100% da população indígena aldeada em terras homologadas, maiores de 18 anos;

    • 100% das pessoas com 90 anos ou mais

    •      100% das pessoas com 85 a 89 anos

    •      100% das pessoas de 80 a 84 anos

    •      100% das pessoas de 75 a 79 anos

    •      100% das pessoas de 70 a 74 anos

    •      100% das pessoas de 65 a 69 anos

    •      2,4% das pessoas de 60 a 64 anos

    •      100% da população quilombola e ribeirinha

    •      100% dos trabalhadores de saúde seguindo os critérios de prioridade.

    •      18% das Forças de Segurança e Salvamento

    Fonte: Plano de Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19

    URSs que receberão as vacinas em seus aeroportos

    – SRS Alfenas

    – SRS Diamantina

    – SRS Governador Valadares

    – SRS Juiz de Fora

    – SRS Manhuaçu

    – SRS Montes Claros

    – SRS Patos de Minas

    – GRS Pedra Azul

    – SRS Teófilo Otoni

    – SRS Uberlândia

    – GRS Unaí

    URSs que retirarão as vacinas nos aeroportos de cidades polo

    – SRS Barbacena

    – GRS Ituiutaba

    – GRS Januária

    – GRS Leopoldina

    – SRS Passos

    – GRS Pirapora

    – SRS Ponte Nova

    – SRS Pouso Alegre

    – GRS São João del-Rei

    – GRS Ubá

    – SRS Uberaba

    – SRS Varginha

     

    URSs que retirarão as vacinas na Central Estadual de Rede de Frio

    – SRS Belo Horizonte

    – SRS Coronel Fabriciano

    – SRS Divinópolis

    – GRS Itabira

    – SRS Sete Lagoas

     

    Acompanhe o quantitativo de cada remessa

    1ª remessa

    577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021

    2ª remessa

    190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021

    3ª remessa

    87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021

    4ª remessa

    315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021

    5ª remessa

    220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021

    6ª remessa

    285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021

    7ª remessa

    303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021

    8ª remessa

    509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021

    9ª remessa

    86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021

    10ª remessa

    116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021

    11ª remessa

    73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021

    12ª remessa

    257.750 da AstraZeneca e 220.400 da Coronavac, em 8/4/2021

    13ª remessa

    426.000 da AstraZeneca e 275.200 da Coronavac, em 16/4/2021

    Total: 5.841.330 doses

    Fonte Agência Minas

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  • BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    Governo Federal comprou 42,5 milhões de doses de vacinas do consórcio Covax Facility

    A ONU – Organização das Nações Unidas – anunciou nesta sexta, 16, que vai antecipar a entrega de 4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil

    As vacinas chegarão ainda neste mês de abril por meio do consórcio Covax Facility, co-liderado pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

    E mais: a ONU informou que há a possibilidade de se antecipar o envio de outras 4 milhões de doses via Covax. Portanto, no total, serão 8 milhões de doses antecipadas.

    Na próxima semana, o consórcio vai definir se doses serão da vacina da Pfizer, ou da vacina de Oxford.

    Reunião

    O anúncio do repasse foi feito em reunião virtual de dirigentes da ONU e da OMS com 22 governadores e 4 vice-governadores do Fórum de Governadores do Brasil nesta sexta.

    O país tem atravessado nas últimas semanas o pior momento da pandemia, com elevados registros de mortes, novos casos de Covid, colapso nos sistemas de saúde com falta de leitos de UTI, escassez de medicamentos do chamado kit intubação e a demora na imunização.

    No dia 21 de março, o Brasil recebeu o primeiro lote com 1 milhão de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 por meio do Covax Facility.

    O programa oferece auxílio especialmente a países em desenvolvimento, permitindo que eles vacinem profissionais de saúde e outros grupos em alto risco, mesmo se seus governos não conseguiram garantir vacinas com os fabricantes.

    No caso do Brasil, foram adquiridas pelo Governo Federal via Ministério da Saúde 42,5 milhões de doses de vacinas por meio do programa.

    Fonte SNB (Apud Money Times e CNN)

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  • Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Após um mês de restrições mais severas, Três Pontas avança para a onda vermelha; Conexão faz comparativo dos números do período de onda roxa

    O governador Romeu Zema (Novo) confirmou que a Macrorregião Sul de Saúde, onde estão a maior parte dos municípios do Sul de Minas, vão avançar para a onda vermelha do Plano Minas Consciente. Segundo a Assessoria de Imprensa do Governo, a mudança começa a valer neste sábado (17).

    Segundo o secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, o avanço para a onda vermelha se deve à melhora de índices de incidência de novos casos de Covid-19 e queda de internações. Além do Sul de Minas, avançam para a onda vermelha as macrorregiões de Saúde Norte, Sudeste e Jequitinhonha, além das microrregiões de Betim, Belo Horizonte/Nova Lima/Caeté, Vespasiano, Contagem, Curvelo e Manhuaçu.

    Conforme o governo, na última semana, Minas Gerais registrou aumento de 4,01% no número de casos e 6,81% nos óbitos, o que justifica a progressão de onda apenas nas regiões que apresentaram melhores resultados na incidência da doença e também na ocupação dos leitos. A positividade da covid-19 está em 44% em todo o Estado.

    O secretário de Saúde afirmou ainda que os cuidados devem ser mantidos para que não seja necessário o retorno para a onda roxa. Ainda conforme o novo secretário, uma nova remessa de medicamentos deverá chegar até o fim desta semana para que sejam repassados aos hospitais, que nos últimos dias, sofreram com a falta de estoque.

    A onda vermelha não proíbe o funcionamento de nenhuma atividade, mas exige um funcionamento com maior nível de restrição. Fica a cargo das prefeituras seguirem as orientações recomendadas pelo governo à macro ou microrregião.

    Onda roxa e menor incidência de casos

    A onda roxa foi implementada no dia 17 de março no Sul de Minas e completaria um mês no próximo sábado (17).

    Conforme estudo divulgado pela Unifal-MG, desde a semana passada, há tendência de diminuição de novos casos da doença em todas as regionais de saúde. Mas, a mortalidade, embora estável, continua alta, reflexo da alta de casos das semanas anteriores.

    Efeitos positivos sobre internações e óbitos só devem ser observados dentro de uma a duas semanas.

    MEDIDA FOI COMUNICADA A PREFEITOS E REPRESENTANTES DE CONSÓRCIOS MUNICIPAIS DURANTE REUNIÃO EM 15/3

    O governador Romeu Zema anunciou, na noite de 15 de março, que a partir da quarta-feira (17/3), todas as regiões de Minas Gerais entrariam na onda roxa, para conter a disseminação da covid-19. A princípio, a medida teria validade por 15 dias. Foi prorrogada duas vezes e durou 1 mês. Coincidentenmente após a confirmação de uma CPI para apurar as gestões do presidente da República, de governadores e prefeitos diante da pandemia.

    Inicialmente Zema (Novo) sugeriu que os 853 municípios deMinas Gerais seseuissem a onda roxa, considerada a fase mais restritiva do Minas Consciente, por 15 dias. A proposta foi lançada em reunião virtual fechada com prefeitos. O sinal positivo dos municípios fez com que Zema decidisse editar decreto para colocar todo o estado sob as mais duras regras do programa estadual de combate à COVID-19.

    Pouco depois da reunião, Zema publicou um vídeo confirmando as medidas restritivas. De acordo com o governador, todas as regiões de Minas enfrentavam dificuldades em oferecer atendimento médico para quem precisava.

    Um Mês de Onda Roxa em Três Pontas: Quais os resultados?

    Um dia após o decreto estadual da onda roxa em todo estado, a população de Três Pontas e, especificamente diversos comerciantes, aguardaram com apreensão e ansiedade a divulgação de um posicionamento oficial por parte da Prefeitura Municipal de Três Pontas sobre a adesão ou não à chamada onda roxa, fase mais restritiva do Programa Minas Consciente do Governo de Minas Gerais. No início daquela noite a Prefeitura postou em sua página oficial no facebook uma nota reafirmando que Três Pontas, assim como todas as demais cidades mineiras estariam na fase mais restritiva do Programa Minas Consciente e lembrou que as cidades que, porventura, não respeitassem as determinações de governo de Minas Gerais seus gestores poderiam sofrer processos na justiça. Fato que acabou ocorrendo com Varginha.

    Nossa reportagem fez um comparativo sobre as publicações dos Boletins Epidemiológicos por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas. A primeira delas é datada de 15 de março, dia em que Romeu Zema decretava a onda roxa em todo estado. E a segunda é de hoje, último dia da onda roxa (16 de abril):

    Casos Confirmados:

    15/03 – 2.809

    16/04 – 3.345

    Pessoas Recuperadas:

    15/03 – 2.689

    16/04 – 3.010

    Óbitos:

    15/03 – 51

    16/04 – 72

    Casos em Isolamento:

    15/03 – 60

    16/04 – 244

    Internados:

    15/03 – 09

    16/04 – 19

    Síndrome Gripal:

    15/03 – 12.069

    16/04 – 14.134

    Internados com Suspeita de Covid-19:

    15/03 – 04

    16/04 – 05

    De acordo com os dados acima comparados, mesmo com todas as restrições da onda roxa, todos os indicadores tiveram uma elevação considerável. Em um mês de onda roxa Três Pontas teve mais 536 novos casos confirmados (uma média de 17,29 novas confirmações à cada 24 horas).

    No mesmo período, as mortes saltaram de 51 para 72, um acréscimo de 21 novos óbitos (uma média de 0,67 mortes por dia).

    Nos 31 dias de comparativo, o número de pessoas em isolamento quadruplicou, pulando de 60 para 244 casos, totalizando mais 184 casos.

    Já referente ao índice de internados na Santa Casa, tínhamos 09 pessoas no início da onda roxa e temos 19 hoje (mais que o dobro).

    Em se tratando de casos de síndrome gripal, em 15 de março tínhamos 12.069 casos e hoje, 16 de abril, temos 14.134, ou seja, 2.065 novos casos (uma média de 66,61 novos registros por dia).

    Os casos suspeitos ficaram praticamente inalterados. Tínhamos 04 no começo da fase mais restritiva e hoje temos 05.

    O único índice que demonstra claramente bons números do combate ao coronavírus durante a onda roxa em Três Pontas dizem respeito aos recuperados. Eram 2.689 no dia do decreto do Governador Romeu Zema e hoje já são 3.010, ou seja, mais 321 curados (uma média de 10,35 a cada 24 horas).

    Nas redes sociais, nesta sexta-feira (16), cidadãos de todos os níveis sociais e, principalmente comerciantes e empresários, questionaram a coincidência do fim da onda roxa com a divulgação da confirmação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, de olho nos gestores públicos brasileiros. “Não vimos nenhuma diminuição ou pelo menos a estabilização dos indicadores mais preocupantes dos boletins diários do coronavírus. É a prova de que a onda roxa não cuidou da saúde e só serviu para quebrar a economia mineira e falir muitas empresas?”, disseram representantes de uma importante categoria produtiva mineira.

    Mas será que sem a onda roxa os números não seriam bem piores, o coronavírus não teria “acelerado” ainda mais? O fato é que os números preocupam, tanto para a saúde quanto para a economia. Não há uma clara perspectiva do que virá pela frente a medida em que a vacinação acontece de forma lenta, apesar do Brasil ser um dos países do mundo que mais vacinaram e um dos raros que investiu em ciência, tendo a produção de um imunizante próprio. Parte da população ainda não colabora, parece não ter entendido a gravidade da situação. Enfim, para especialistas, o que nos espera, é totalmente incerto. Só o tempo dirá!

     

     

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    Onda Roxa termina neste sábado

  • ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    Cerca de 89 mil mineiros perderam o prazo para receber a segunda injeção e devem procurar imediatamente posto de saúde mais próximo

    Cerca de 89 mil mineiros já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19, conforme dados do Ministério da Saúde. O prazo para receber a segunda aplicação do imunizante deve ser informado no cartão de vacinação no dia do recebimento da primeira dose, de acordo com orientação da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG).

    A diretora de Vigilância de Agravos Transmissíveis da SES, Janaina Fonseca, explica que todos os estudos referentes à eficácia das vacinas AstraZeneca e Coronavac, as duas aplicadas no estado, levam em conta as duas doses do imunizante e, portanto, não é comprovada a eficácia com apenas uma única dose.

    “Essas informações estão, inclusive, na bula dos medicamentos. Se a pessoa esqueceu ou atrasou, não existe um prazo máximo para considerar que perdeu a primeira dose, mas tem que buscar o mais rápido possível a unidade de Saúde mais próxima para colocar essa dose em dia”, orienta.

    É responsabilidade dos municípios orientar os profissionais encarregados da vacinação sobre a necessidade de escrever no cartão de vacina o prazo para recebimento da segunda aplicação. Cada cidadão deve comparecer na mesma unidade de Saúde no prazo estabelecido, para receber a imunização completa.

    Em caso de dúvida sobre o prazo, é recomendado procurar a unidade básica de Saúde mais próxima ou o local onde foi aplicada a primeira dose da vacina.

    Vacinas

    As vacinas contra a covid-19 estimulam as defesas naturais e fazem com que o corpo produza sua própria proteção (anticorpos) contra o vírus causador da doença, o SARS-CoV-2. Isso ajudará a proteger contra a covid-19 no futuro. Conforme a bula dos medicamentos, nenhum dos ingredientes das vacinas pode causar a covid-19.

    Prazos

    A segunda injeção da AstraZeneca pode ser administrada entre 4 e 12 semanas após a primeira aplicação.

    Já para a Coronavac, o esquema de imunização é de 2 doses com intervalo de 2 a 4 semanas entre elas.

    O esquema de vacinação da segunda dose depende da dinâmica estabelecida por cada município, mas, normalmente, a dose 2 é dada no mesmo local onde foi aplicada a dose 1.

    Para que a vacinação seja eficaz, é obrigatório que as duas doses sejam do mesmo laboratório. Ou seja, quando a vacina Coronavac é administrada como a primeira injeção, a mesma (e não outra vacina para covid-19) deve ser administrada como segunda injeção para concluir o esquema de vacinação. O mesmo vale para quem recebeu a dose da Astrazeneca.

    Fonte SES-MG (Apud Agência Minas)

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  • BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS CHEGA A 3.000 CURADOS DA COVID-19

    BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS CHEGA A 3.000 CURADOS DA COVID-19

    Total de casos é de 3.300 positivados com mais 2 óbitos hoje. Município contabiliza 72 mortes.

    Três Pontas confirmou que já foram curadas 3 mil pessoas do coronavírus no município. Uma notícia que traz esperança e que demonstra o quanto os profissionais de saúde têm se dedicado em salvar vidas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (14) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.300 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.000 já se recuperaram e, infelizmente, 72 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 228 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 228 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.950.

    Uma pessoa segue internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quinze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 213 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 364 dias. Isso dá uma média de 9,06 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 40 Homens

    _ 32 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 15

    _ 60 a 79 anos – 38

    _ 80 anos ou mais – 18

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 28

    _ Hipertensão – 16

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 41

    _ Doença Renal Crônica – 06

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 31

    _ 8 a 15 dias – 26

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    *Foto ilustrativa

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Secretaria de Saúde confirma mais uma morte por covid-19; Total de óbitos chega a 70 em Três Pontas

    Secretaria de Saúde confirma mais uma morte por covid-19; Total de óbitos chega a 70 em Três Pontas

    Número total de casos é de 3.285 positivados. Curados já somam 2.986.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (13) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais uma morte.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.285 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.986 já se recuperaram e, infelizmente, 70 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 229 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 229 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.882.

    Nenhuma pessoa segue internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros dezoito casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 211 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 363 dias. Isso dá uma média de 9,04 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 39 Homens

    _ 31 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 14

    _ 60 a 79 anos – 38

    _ 80 anos ou mais – 17

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 27

    _ Hipertensão – 15

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 40

    _ Doença Renal Crônica – 06

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 31

    _ 8 a 15 dias – 24

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Um grupo de trabalho voluntário criou um site que estima, com base na disponibilidade de doses de vacina, idade e estado, quando você será vacinado. Segundo o ‘Quando vou ser vacinado’, uma pessoa de 62 anos, que mora em São Paulo, por exemplo, será vacinada contra a covid-19 em 16 dias. O cálculo automatizado do site leva em conta fatores como a faixa etária da população e grupos prioritários. Leia a reportagem na íntegra e consulte a previsão para você se vacinar.

    No entanto, o site avisa que as datas podem mudar diariamente devido a alterações na sua base de dados sobre a oferta de vacinas e o ritmo da vacinação.

    Formulário

    Basta informar a idade e o estado onde será vacinado, que o site, baseado em informações sobre as doses já aplicadas, tamanho da população e no histórico do Sistema Único de Saúde na campanha de vacinação contra o H1N1 em 2020, faz o cálculo. Em alguns segundos ele dá a previsão em meses e dias.

    Contudo, alerta a Secretaria Estadual de Saúde (SES), uma estimativa realista, de fato, dependeria de muitos outros fatores.

    Dados Estatísticos

    Os dados da população que estão considerados na calculadora do site são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Vale reforçar que trata-se apenas de uma estimativa. Para saber mais acesse o site ‘Quando vou ser vacinado’.

    Fonte Andréa Fassina, Só Notícia Boa (Apud Exame)

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina brasileira poderá ter eficácia de até 12 anos, diz USP

    BOA NOTÍCIA: Vacina brasileira poderá ter eficácia de até 12 anos, diz USP

    A vacina brasileira desenvolvida por cientistas da USP Ribeirão Preto, chamada Versamune, pode ter eficácia de até 12 anos. “A Versamune tem a capacidade de ativar todo o sistema imunológico que impede não só a entrada do SARS-CoV-2 para dentro das células como também matam as células já infectadas. Acreditamos que o imunizante gere uma memória imunológica de até 12 anos”, contou o professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia da FMRP Celio Lopes Silva, em entrevista ao Jornal da USP.

    A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) desenvolveu a Versamune, em parceria com a Farmacore Biotecnologia e a norte-americana PDS Biotechnology.

    O consórcio entrou com pedido junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no último dia 25 de março para iniciar os testes clínicos em humanos e espera uma resposta da agência – mesmo dia em que a agência recebeu pedido semelhante da Butanvac.

    A vacina brasileira já foi testada em animais e, de acordo com Helena Faccioli, CEO da Farmacore, os testes pré-clínicos mostram que a vacina não causou danos aos animais. “Estudos demonstram que a Versamune é segura, não apresentou efeitos tóxico nos animais, e tem grande capacidade de ativação de anticorpos, especialmente de células T (células de defesa que ajudam a combater agentes infecciosos)”, afirmou.

    Os testes

    O consórcio pediu autorização para fazer os estudos das fases 1 e 2, para verificar a segurança e a eficácia da Versamune em humanos.

    Se aprovado pela Anvisa, o teste será feito com 360 voluntários saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos, e em um segundo momento, de 55 a 75 anos. No período de 3 a 4 meses serão avaliados os efeitos colaterais e se os voluntários produziram anticorpos contra o vírus da covid. A partir de bons resultados, será feito o pedido para a fase 3. A última etapa de testes vai durar cerca de seis meses, e 10 mil voluntários serão testados. Se a resposta for positiva, o consórcio pretende pedir o uso emergencial do imunizante junto à Anvisa no começo de 2022.

    A vacina

    A fase pré-clínica mostrou ser necessária a aplicação da vacina brasileira duas doses, com um intervalo de 21 dias entre elas, para o imunizante ser eficaz.

    O imunizante foi desenvolvido pela junção de uma réplica da proteína S1, que é um pedacinho da proteína spike, parte do SARS-CoV-2 responsável pela entrada do vírus nas células humanas, com uma nanopartícula. Essa combinação é injetada no organismo das pessoas e a expectativa é que o sistema imunológico crie anticorpos contra esse pedaço do coronavírus e bloqueie instalação dele nas células.

    Além disso, essa nanopartícula induz a ação dos linfócitos T. Então, mesmo que a proteína S1 não produza a resposta esperada, os linfócitos ativados neutralizariam o novo coronavírus. “Ao contrário das tecnologias de vírus e adjuvantes, essa vacina gera uma resposta imune muito específica, direcionada e poderosa, com capacidade de gerar memória imunológica no organismo e prevenir futuras reinfecções”, diz Faccioli.

    Investimentos

    A Farmacore não informou qual será o preço final da Versamune. “O preço será determinado na fase de escalonamento industrial, mas terá o custo médio das vacinas que estão sendo usadas hoje no Brasil”, garantiu.

    Os custos da produção da vacina são de cerca R$ 633 milhões. A empresa informou ao R7 os valores gastos divididos pelas fases de produção.

    “O investimento inicial do governo federal, exclusivo para as pesquisas não clínicas realizadas sob coordenação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, foi de aproximadamente 3 milhões de reais. Para o ensaio clínico de fase 1/2, o consórcio está buscando recursos com o Governo Federal, estimados em R$ 30milhões. Com tudo certo, o investimento para a fase 3, por questões de um maior número de voluntários e toda a questão logística que esse processo demanda, deverá girar em torno de R$ 300 milhões (os valores são estimados e é necessário atualizar as cotações e orçamentos de acordo com o número de participantes dos ensaios clínicos)”, divulgou a assessora de imprensa do consórcio.

    Butanvac

    Além da Versamune, o Butantan também espera a resposta da Anvisa para começar testes clínicos da Butanvac, outra vacina brasileira produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o Icahn School of Medicine, no Mount Sinai, em Nova York (EUA). A Agência informou que ainda faltam protocolos dos estudos pré-clínicos dos dois imunizantes, para que sejam analisados e, a partir daí, liberados.

    Fontes Só Notícia Boa (Apud Jornal da USP e R7)

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  • Secretaria de Saúde confirma mais 3 mortes por covid-19 em Três Pontas; Total é de 69 óbitos

    Secretaria de Saúde confirma mais 3 mortes por covid-19 em Três Pontas; Total é de 69 óbitos

    Número total de casos é de 3.269 positivados. Curados já somam 2.964.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (12) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais três mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.269 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.964 já se recuperaram e, infelizmente, 69 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 236 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 236 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.826.

    Cinco pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quatorze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 222 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 362 dias. Isso dá uma média de 9,03 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 38 Homens

    _ 31 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 13

    _ 60 a 79 anos – 38

    _ 80 anos ou mais – 17

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 27

    _ Hipertensão – 15

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 40

    _ Doença Renal Crônica – 06

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 31

    _ 8 a 15 dias – 23

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou hoje

    Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou hoje

    Vacinação contra o vírus Influenza vai até o dia 9 de julho

    Começou hoje (12) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários. São quase 80 milhões de pessoas em todo país.

    Devem tomar a vacina crianças com mais de 6 meses e menos de 6 anos de idade, gestantes, puérperas, população indígena, trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos, professores, profissionais das forças de segurança, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas.

    As vacinas contra o vírus da gripe, o Influenza, estão sendo produzidas pelo Instituto Butantan.

    O Instituto recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário para a vacinação contra a gripe e que ainda não foram vacinadas contra o coronavírus devem dar prioridade à dose contra a covid-19 e agendar a vacina contra a Influenza.

    Além disso, deve ser respeitado um intervalo mínimo de 14 dias entre as duas vacinas. Quem tomar primeiro a da Influenza tem que esperar 15 dias para tomar a da covid-19. Se tomou a da covid-19, precisa esperar 15 dias para a da gripe.

    Além de prevenir casos graves de gripe, a imunização também ajuda a reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da covid.

    A vacinação contra o vírus Influenza vai até o dia 9 de julho.

    Fonte Agência Brasil

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  • Ótima notícia: Santa Casa de Três Pontas recebe mais cinco capacetes para ventilação não invasiva para tratar pacientes graves com a covid-19

    Ótima notícia: Santa Casa de Três Pontas recebe mais cinco capacetes para ventilação não invasiva para tratar pacientes graves com a covid-19

    Aparelhos, que evitam a necessidade da traumática intubação, foram enviados pelo deputado federal Diego Andrade e se juntam aos 11 anteriormente comprados pelo HSFA

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas, recebeu na manhã desta sexta-feira, (9) mais 5 capacetes de respiração (Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI). Os equipamentos foram entregues à direção da Santa Casa pelo professor João Victor Mendes, em nome do deputado federal Diego Andrade, majoritário em Três Pontas.

    De acordo com o provedor Michel Renan Simão Castro, os cinco novos capacetes de respiração se somam aos 11 anteriormente adquiridos pelo próprio Hospital, com recursos próprios.O grande benefício dos equipamentos é prestar um atendimento emergencial aos pacientes em estado grave com covid-19 evitando que os mesmos precisem ser entubados, procedimento sempre mais traumático e complicado. Além disso, os capacetes de respiração são mais baratos do que os respiradores.

    Também participaram da entrega dos aparelhos chefes de enfermagem, a secretária municipal de Saúde Teresa Cristina Rabelo Corrêa e o diretor clínico do HSFA, Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos.

    “O aparelho ajuda a reduzir a inflamação pulmonar, melhora a oxigenação, previne a intubação e evita a ventilação mecânica invasiva.”

    Segundo a enfermeira coordenadora da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, de Três Pontas, Alessandra Coelho Pereira Oliveira, a chegada dos novos equipamentos, somados aos outros 11 que já atuam no tratamento de casos mais graves do coronavírus, significa um fôlego maior diante da demanda de atendimento que segue crescendo. Com os 16 capacetes o hospital amplia sua estrutura e qualifica o seu atendimento durante a pandemia.

    Capacetes Respiradores

    Os “capacetes-respiradores”, batizados de Bolha de Respiração Individual Controlada (BRIC), é um instrumento, uma bolha impermeável e transparente, individual, descartável, com conexões respiratórias. São dispositivos amplamente usados na Itália para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus (Sars-CoV-2) e estão aos poucos sendo implementados no Brasil, desde o segundo semestre de 2020, com aprovação da ANVISA. A ferramenta é uma interface entre o paciente e o aparelho de ventilação mecânica. “Ele é acoplado ao ventilador ou ao fluxo do oxigênio com pressão positiva de oxigênio. É um jeito de fazer com que o ar chegue ao paciente de forma não invasiva, diferente da intubação, que necessita um tubo orotraqueal”, aponta André Nathan, pneumologista do Hospital Sírio-Libanês (SP).

    “O objetivo com a utilização do aparelho é evitar a intubação. A intubação no paciente com Covid-19 aumenta muito a taxa de mortalidade. Por isso, o desafio é evitar o máximo esse procedimento. Com o uso do capacete, o objetivo também é proporcionar uma alta precoce do paciente.”

    O capacete envolve a cabeça inteira do paciente e é selado com um colar macio e hermético que envolve o pescoço. “Outra vantagem é que ele não permite que o vírus se espalhe no ambiente, já que não permite que grande quantidade de gás vaze, e ainda é possível colocar um filtro na saída de ar. Também melhora a troca de oxigênio e não atrapalha a troca do gás carbônico, além de ser mais confortável para o paciente do que a máscara, que aperta e pode dar a sensação de claustrofobia a algumas pessoas”, explica Carlos Carvalho, pneumologista e diretor da UTI do Incor.

    Dispositivo pode ajudar a reduzir número de internações

    “O capacete não é tão eficaz quanto a intubação, mas o suporte que ele proporciona, em alguns casos, é suficiente para evitar a intubação”, indica Nathan. Em 2016, pesquisadores da Universidade de Chicago realizaram um estudo que mostrou que o uso desses capacetes em vez de máscaras faciais comuns (a outra alternativa não-invasiva) fez com que os pacientes tivessem três vezes menos chances de necessitar de intubação. O grupo que usou o dispositivo também passou menos tempo na UTI e teve melhor sobrevida. Para que a terapia tenha maior chance de sucesso, a indicação necessita ser bem determinada.

    O médico intensivista Eric Júnior, explica que a Ventilação Mecânica não Invasiva (VMNI) torna-se uma importante opção para o tratamento da insuficiência respiratória aguda em pacientes de UTI. O capacete é composto do capuz, que cobre toda a cabeça do paciente, feito de material transparente e macio. Usados em pacientes com quadro grave da Covid-19, os capacetes têm a função de fazer uma ventilação contínua não invasiva. “Normalmente, esse processo é feito por período, com sessões entre uma hora e uma hora e meia. Esse equipamento permite fazer uma ventilação invasiva prolongada por dois a três dias”, explica o médico.

    “O uso dos capacetes pode reduzir a inflamação pulmonar, melhorando a oxigenação e o esforço do paciente, prevenindo a intubação e evitando a ventilação mecânica invasiva com alto risco. Além disso, por ser um dispositivo estanque (vedado), diminui drasticamente as chances de contaminação dos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à doença.”

    O tratamento tem seus riscos e por isso deve ser feito em uma fase precisa da doença, sempre por uma equipe que conhece a interface e sabe como oferecer os cuidados de modo adequado. A atenção à resposta do paciente é essencial para evitar outros problemas. A pressão positiva também pode danificar o pulmão, assim como em outros tipos de terapia. Por isso, antes de aplicar a técnica em alguém, é necessário balancear riscos e benefícios.

    O médico pneumologista Marcelo Amato, professor livre-docente da Universidade de São Paulo (USP). que também é supervisor científico da UTI Respiratória do Instituto do Coração de São Paulo (Incor), testou o uso do capacete em alguns pacientes que, por conta da covid-19, apresentavam fibrose pulmonar em estado avançado. Ou seja, quando o tecido pulmonar é danificado pela infecção no pulmão, causando desconforto na respiração. Ele garante que foi possível reverter o quadro clínico desses pacientes com a utilização dos capacetes de respiração. “O uso do capacete nesta condição pode contribuir para remodelar a fibrose pulmonar que ainda não é definitiva, diminuindo o estresse mecânico sobre o pulmão, reduzindo a inflamação, e permitindo uma maior reabsorção de colágeno. Reduzimos assim a fibrose e nenhum paciente precisou ser intubado, eles voltaram a ficar independentes, sem uso de oxigênio suplementar”, salienta.

    A utilização desses equipamentos já foi estendida a pacientes internados com quadros graves de Covid-19 em hospitais de diversas localidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo e Piauí) e agora é um grande aliado na luta contra o coronavírus na Santa Casa de Três Pontas.

    Fotos meramente ilustrativas

    Fontes Viva Bem / Uol / InforChannel

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    Roger Campos

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