Tag: Saúde

  • Três Pontas confirma mais 2 óbitos por coronavirus; Total de mortes chega a 66

    Três Pontas confirma mais 2 óbitos por coronavirus; Total de mortes chega a 66

    Número total de casos é de 3.214 positivados. Curados já somam 2.938.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (08) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais dois mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.214 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.938 já se recuperaram e, infelizmente, 66 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 210 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 210 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.575.

    Três pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros vinte e dois casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 188 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 357 dias. Isso dá uma média de 9,00 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 36 Homens

    _ 30 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 12

    _ 60 a 79 anos – 37

    _ 80 anos ou mais – 16

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 27

    _ Hipertensão – 14

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 38

    _ Doença Renal Crônica – 06

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Outra pneumopatia crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 30

    _ 8 a 15 dias – 23

    _ 16 a 21 dias – 04

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas confirma mais 6 mortes por covid-19; Total de óbitos chega a 64

    Três Pontas confirma mais 6 mortes por covid-19; Total de óbitos chega a 64

    Número total de casos é de 3.189 positivados. Curados já somam 2.925.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (07) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais seis mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.189 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.925 já se recuperaram e, infelizmente, 64 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 200 pessoas estão com o vírus.

    Números de Ontem, 06/04

    Números de Hoje, 07/04

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 200 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.494.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quinze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 185 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 356 dias. Isso dá uma média de 8,95 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Apuração

    O Conexão Três Pontas conversou com responsáveis pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas na tarde de hoje. Sobre as seis mortes divulgadas todas nesta quarta-feira (07), nos foi informado que “são óbitos que ocorreram desde o último dia 01º de abril e que entraram no Boletim Epidemiológico agora.”

    Nas 6 mortes em questão não entram os casos de uma menina com síndrome de down e de um professor, haja vista que ambos os casos já haviam sido computados.

    São mais 3 homens e 3 mulhares que faleceram, segundo a SMS em decorrência do coronavírus:

    _ Mulher de 73 anos, no dia 01º de abril

    _ Mulher de 52 anos, no dia 02 de abril

    _ Homem de 72 anos, no dia 05 de abril

    _ Mulher de 82 anos, no dia 06 de abril

    _ Homem de 59 anos, no dia 06 de abril

    _ Homem de 88 anos, no dia 07 de abril

     

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 35 Homens

    _ 29 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 12

    _ 60 a 79 anos – 35

    _ 80 anos ou mais – 16

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 27

    _ Hipertensão – 14

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 37

    _ Doença Renal Crônica – 05

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 29

    _ 8 a 15 dias – 22

    _ 16 a 21 dias – 04

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas confirma 58ª morte por covid-19; Casos disparam nas últimas 24hs

    Três Pontas confirma 58ª morte por covid-19; Casos disparam nas últimas 24hs

    Número total de casos é de 3.155 positivados. Curados já somam 2.906.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terçaa-feira (06) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais uma morte.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.155 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.906 já se recuperaram e, infelizmente, 58 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 191 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 191 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.424.

    Sete pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quinze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 176 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 355 dias. Isso dá uma média de 8,88 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 32 Homens

    _ 26 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 10

    _ 60 a 79 anos – 33

    _ 80 anos ou mais – 14

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 22

    _ Hipertensão – 13

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 36

    _ Doença Renal Crônica – 05

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 25

    _ 8 a 15 dias – 21

    _ 16 a 21 dias – 03

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Semana começa com as confirmações de mais 2 óbitos por complicações do coronavírus em Três Pontas

    Semana começa com as confirmações de mais 2 óbitos por complicações do coronavírus em Três Pontas

    Número total de casos é de 3.092 positivados. Curados já somam 2.872.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (05) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.092 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.872 já se recuperaram e, infelizmente, 57 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 163 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 163 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.315.

    Cinco pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quatorze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 149 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 354 dias. Isso dá uma média de 8,73 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 31 Homens

    _ 26 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 09

    _ 60 a 79 anos – 33

    _ 80 anos ou mais – 14

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 22

    _ Hipertensão – 12

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 35

    _ Doença Renal Crônica – 05

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 25

    _ 8 a 15 dias – 20

    _ 16 a 21 dias – 03

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • BOA NOTÍCIA: Mais de um milhão de vacinas contra a Covid-19 chegam a MG

    BOA NOTÍCIA: Mais de um milhão de vacinas contra a Covid-19 chegam a MG

    Imunizantes foram descarregados na central da Rede de Frio e estão sendo enviados às 28 regionais de saúde do estado

    O maior lote de vacinas contra a Covid-19 já enviado a Minas Gerais começou a ser descarregado na noite desta quinta-feira (1), na central da Rede de Frio, localizada no bairro Gameleira, região Oeste de Belo Horizonte.

    O caminhão com as mais de um milhão de doses chegou ao local às 20h. São exatamente 1.016.650 doses, sendo 943.400 da vacina Coronavac e 73.250 da AstraZeneca.

    A remessa que chegou nesta quinta foi a décima primeira que Minas recebeu desde o início da vacinação no país e a primeira que chegou ao estado por via terrestre. Os imunizantes foram transportados do almoxarifado do Ministério da Saúde, localizado em Guarulhos.

    A previsão inicial era de que as doses chegassem ao estado às 21h. Após a chegada, foi realizada a conferência dos imunizantes. Em seguida, eles devem ser enviados para as 28 regionais de saúde.

    Remessas já entregues a Minas

    • 18 de janeiro: chega a primeira remessa de Coronavac, com 577.480 doses.
    • 24 de janeiro: chega a segunda remessa de 190.500 doses de AstraZeneca.
    • 25 de janeiro: 87.600 doses da Coronavac chegam a Minas.
    • 7 de fevereiro: quarta remessa, com 315.600 doses de CoronaVac.

    • 24 de fevereiro: chegam mais 357.400 doses das duas vacinas.
    • 2 de março: chega mais 285.200 doses de Coronavac a Minas.
    • 9 de março: mais de 300 mil doses de vacina Coronavac chegam a Minas Gerais.
    • 17 de março: 509.800 doses de Coronavac desembarcam no estado
    • 20 de março: 542.550 doses de Coronavac e AstraZeneca chegam a Minas
    • 26 de março: 475.600 doses de Coronavac e AstraZeneca chegam à Central da Rede de Frio em BH

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Três Pontas confirma 55ª morte por covid-19; Vacinação segue de forma acelerada!

    Três Pontas confirma 55ª morte por covid-19; Vacinação segue de forma acelerada!

    Número total de casos é de 3.026 positivados. Curados já somam 2.816.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (30) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais uma morte.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.026 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.816 já se recuperaram e, infelizmente, 55 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 155 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 155 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 13.017.

    Sete pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros 0nze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 144 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 349 dias. Isso dá uma média de 8,67 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 31 Homens

    _ 24 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 20 a 59 anos – 09

    _ 60 a 79 anos – 32

    _ 80 anos ou mais – 14

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 21

    _ Hipertensão – 12

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 34

    _ Doença Renal Crônica – 05

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 24

    _ 8 a 15 dias – 19

    _ 16 a 21 dias – 03

    _ 22 ou mais – 08

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Governo e ALMG recuam e cancelam superferiado em Minas

    Governo e ALMG recuam e cancelam superferiado em Minas

    A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e o Governo de Minas recuaram e desistiram de implementar o superferiado em Minas Gerais.

    “Tal definição se deve ao entendimento de que a eficácia desta medida requer maior embasamento fático e estatístico, por isso, a proposta foi retirada do projeto”, informou a ALMG, em nota conjunta à imprensa.

    O Projeto de Lei (PL) seria votado na Assembleia Legislativa (ALMG) nesta terça-feira (30/3). A ideia era estender o recesso, que terá início na sexta-feira (2/4), até quarta-feira (7/4), para aumentar o isolamento social no estado, na tentativa de conter o avanço da COVID-19.

    Para estender o feriado, o projeto, de autoria do presidente da ALMG, deputado Agostinho Patrus (PV), previa que os feriados estaduais de 21 de abril de 2021, 2022 e 2023, referentes a Tiradentes, sejam antecipados para 5, 6 e 7 de abril deste ano.

    Como justificativa para o PL, Patrus destacou a pressão na rede hospitalar mineira e a aposta no isolamento social para reduzir a velocidade de contágio do novo coronavírus.

    “Pretende, ainda, com a permissão de alteração das datas dos feriados, colaborar nas medidas de distanciamento social, que, além da vacinação e associadas às demais medidas não farmacológicas, são, até o momento, as estratégias mais efetivas para a redução da velocidade de contágio e de óbitos pela COVID-19”, argumentou o parlamentar.

    Fonte EM

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    Roger Campos

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  • MINAS PODERÁ TER 3 DIAS DE FERIADO PARA AJUDAR A “COMBATER” O CORONAVÍRUS

    MINAS PODERÁ TER 3 DIAS DE FERIADO PARA AJUDAR A “COMBATER” O CORONAVÍRUS

    Carta conjunta do Governo de Minas e da Assembleia Legislativa pede ainda a contratação emergencial de mais pessoas para a saúde, incluindo aposentados e estudantes.

    Em nota conjunta à imprensa assinada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais e pelo Governo do Estado, destacando o que eles chamam de “cenário de guerra” poderes pedem medidas extremas para auxiliar na pior fase que o estado atravessa diante da pandemia de coronavírus. Veja o que diz o documento:

    “Discussões realizadas nos últimos dias entre o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus, e o governador de Minas, Romeu Zema, resultaram na elaboração de um conjunto de medidas emergenciais para enfrentamento ao estado de calamidade pública decorrente da pandemia de covid-19 no estado.

    As novas medidas incluem a ampliação dos serviços de saúde por meio da convocação de profissionais voluntários; contratação de estudantes da área de saúde; contratação de serviços de saúde por meio de credenciamento de pessoa física ou jurídica; e a contratação temporária de profissionais da área de saúde aposentados.

    Além disso, serão antecipados para os dias 5, 6 e 7 de abril de 2021 os feriados estaduais de 21 de abril de 2021, 21 de abril de 2022 e 21 de abril de 2023 – com objetivo de intensificar as ações de distanciamento social.

    As medidas serão apreciadas pela ALMG por meio do Projeto de Lei (PL) 2.591/2021, de autoria do presidente Agostinho Patrus, e têm como objetivo fazer frente à grave situação do aumento no número de internações por covid-19, que pressiona drasticamente a estrutura hospitalar em todas as regiões do estado.

    Minas Gerais passa, hoje, por um cenário de guerra, com um alarmante índice diário de mortes, o que exige dos Poderes Estaduais a adoção de medidas ainda mais enérgicas de combate à pandemia. A tramitação do PL se dará de maneira extraordinária, com apreciação pelos parlamentares, apresentação de emendas e votação em reunião extraordinária de Plenário ainda nesta terça-feira (30/3).

    Assembleia Legislativa de Minas Gerais

    Governo do Estado de Minas Gerais”

    Fonte Agência Minas

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: DIRETORIA DA SANTA CASA TEM AS CONTAS APROVADAS

    REPORTAGEM ESPECIAL: DIRETORIA DA SANTA CASA TEM AS CONTAS APROVADAS

    PROVEDOR MICHEL RENAN FICA POR MAIS 2 ANOS NO CARGO

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, único hospital credenciado pelo SUS em Três Pontas, vem vivendo novos tempos desde que uma grande corrente do bem foi formada entre diretores, colaboradores, políticos majoritários em Três Pontas, Prefeitura e Câmara Municipal, além, é claro, da população trespontana. Liderado pelo empresário Michel Renan Simão Castro, provedor reeleito por mais dois anos, o projeto de reconstrução do hospital vem evoluindo dia após dia e caminha para respirar a plenos pulmões, mesmo diante de todo o caos na saúde pública brasileira provocada pelo coronavirus.

    Nos últimos dias, em assembleia da Irmandade, a atual diretoria apresentou a prestação de contas da Santa Casa e ainda os novos integrantes que formam a direção para o biênio 2021/2023, encabeçada, mais uma vez, pelo provedor Michel Renan.

    Quando Michel Renan assumiu o hospital, ao lado de sua equipe, a situação da unidade de saúde era quase que catastrófica, com acúmulo de dívidas, salários atrasados, sem crédito na praça, com falta de profissionais e ainda sem a CND (Certidão Negativa de Débito), situação que impedia o hospital de contrair empréstimo financeiro junto à instituições bancárias. Passado esse tempo, a somatória de forças, a dedicação voluntária de muitos – como do próprio Michel Renan Simão Castro -, a criatividade por parte da diretoria e colaboradores, bem como a confiança depositada pela população, resultaram numa grande transformação na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, e só não está melhor por conta da pandemia do coronavírus.

    Em todo Brasil a grande preocupação tem sido não apenas o crescente número de casos positivados de covid-19 e também de óbitos, mas, principalmente neste momento, a falta de leitos de UTI nos hospitais de todo o país, bem como em praticamente toda Minas Gerais. As novas cepas do coronavirus, mais transmissíveis, mais graves e, consequentemente, mais letais, somadas ao descumprimento das normas sanitárias por boa parte dos brasileiros, como a falta de uso do álcool em gel, das máscaras e o desrespeito ao distanciamento social, têm agravado consideravelmente a doença em todo país, que vive o seu pior momento da pandemia, desde março de 2020. Em Minas Gerais, a falta de leitos na UTI e os casos em elevação motivaram o atual governador Romeu Zema a decretar a onda roxa em todo estado (uma espécie de lockdown) tentando controlar a propagação do vírus chinês. 

    A Santa Casa de Três Pontas, hospital referência para diversas cidades da região, se tornou modelo administrativo e no tratamento da covid-19. Até o fechamento desta reportagem, Três Pontas tinha 3012 casos confirmados e 54 óbitos. Destaca-se o número de recuperados que era de 2796 pessoas que venceram o coronavirus.

    Foto Arquivo Conexão – Reunião no jardim da Santa Casa (Antes da pandemia)

    A maior preocupação da atual direção da Santa Casa de Três Pontas neste momento é com a lotação na Unidade de Terapia Intensiva, bem como com o estoque de medicamentos e insumos que está ficando escasso, sem contar a elevação nos preços para serem adquiridos. Os dez leitos de UTI que foram criados para atender pacientes com covid-19 estão lotados.  dos 21 leitos da enfermaria para tratar a doença, a metade também já está ocupada. 

    Quando chegam novos pacientes com coronavirus no Pronto Socorro Municipal que aspiram mais cuidados, a unidade tenta estabilizar cada paciente até que um leito para internação seja liberado no HSFA. “Buscamos sempre oferecer um atendimento com qualidade e muito digno a cada doente”, disse a direção da Santa Casa. 

    Na grande maioria dos municípios mineiros a situação dos hospitais públicos é caótica. Em Três Pontas é preocupante mas, conforme sua diretoria, ainda é administrável.

    A direção da Santa Casa também lembra a importância do tratamento precoce e da parceria efetiva que tem com a Secretaria Municipal de Saúde, onde os acompanhamentos são feitos permitindo que os doentes que necessitem de atendimento no hospital cheguem na fase inicial da covid-19, com muito mais chances de recuperação. “A maioria das pessoas que vem à óbito por covid-19 já chegaram ao hospital com a situação bastante agravada, por isso é importante ficar atento e procurar atendimento logo nos primeiros sintomas”, disse o diretor técnico Dr. Geovanni Barros Pereira.

    Foto Arquivo Conexão – O provedor Michel Renan Castro, Dr. Lucas Erbst (diretor clínico do PAM), Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos (diretor clínico da Santa Casa) e o Dr. Geovanni Barros Pereira (duiretor técnico da Santa Casa).

    Por conta do desabastecimento de insumos e medicamentos e a dificuldade de novas aquisições, a Santa Casa já precisou suspender por tempo indeterminado as cirurgias eletivas. Estão sendo realizadas apenas cirurgias de urgência e emergência. Para o doutor Eduardo Camargo Vasconcelos, diretor clínico da Santa Casa, a grande preocupação é com a possível falta de medicamentos que fazem parte do chamado kit-intubação, que são relaxantes musculares e sedativos, usados na anestesia e na ventilação de cada paciente.

    Boa Notícia

    Após longa negociação, houve a contratação de um médico infectologista para integrar o quadro de profissionais da Santa Casa, ampliando e aprimorando ainda mais os tratamentos oferecidos à população. 

    Todo o bom andamento da Santa Casa também se deve ao apoio do prefeito Marcelo Chaves Garcia, da secretária de saúde Teresa Cristina Rabelo Corrêa e dos deputados votados em Três Pontas, dentre os quais estão os majoritários Mário Henrique Caixa e Diego Andrade.

    (Foto Arquivo Conexão) União de forças: O provedor Michel Renan Castro e o prefeito Marcelo Chaves Garcia

    Nova Diretoria

    Michel Renan Simão Castro continua a frente da provedoria da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis após ter seu nome aclamado na última reunião ordinária da irmandade, realizada de forma mista (presencial e remota) na última terça-feira dia 23. Além dele tomou posse, para o biênio 2020 e 1/2023, sua nova diretoria. Após o trabalho muito elogiado do então vice-provedor Wilson Ferreira Júnior, pela primeira vez, uma mulher assume o posto, sendo ela Alessandra Diniz Pereira Miranda. Outros 12 novos membros também foram empossados:

    _ Diretor administrativo e financeiro: Clóvis José Araújo Castro

    _ Vice-diretor administrativo e financeiro: Mateus Vilela de Brito

    _ Conselheiros: António Carlos Mesquita, Sebastião de Fátima Cardoso e Leonardo Miari Pieve

    _ Conselheiros fiscais: Romeu Cândido da Silva Barroso, Miller Oliveira Mendonça e Edvard José Diniz

    _ Conselheiros suplentes: Francisco de Paula Vitor Barros e Rovilson de Paula Tavares

    _ Conselheiros fiscais suplentes: Francisco Miranda de Figueiredo Filho e Mariliz Simão Castro

    Ainda durante a reunião realizada no auditório Moacyr Pieve Miranda, sede da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, a diretoria apresentou o balanço financeiro auditado pela WH Auditores Independentes sem nenhuma ressalva. Todos os números apresentados foram aprovados mostrando que a Santa Casa está com as contas equilibradas,  embora as dificuldades não estejam descartadas já que a Santa Casa ainda precisa de recursos públicos, como convênios, subvenções e emendas parlamentares para que receitas e despesas se mantenham em harmonia. 

    Projetos 

    A Santa Casa de Misericórdia de Três Pontas respira, administrativamente falando, como dissemos no início, sem ajuda de aparelhos, com credibilidade, contas equilibradas, a situação da UTI fora do caos estadual e federal e ainda com projetos bem audaciosos como a implantação do serviço de Hemodiálise, que já está a todo vapor e que amenizará o sofrimento de tantas pessoas que precisam pegar condução para fazer o penoso tratamento em Varginha hoje em dia. 

    Foto Arquivo Conexão – Provedor destaca o apoio dos deputados majoritários em Três Pontas

    Também está em pauta a construção de um setor de Oncologia na Santa Casa, o que também é visto como grande sonho e, felizmente, cada vez mais viável. 

    A boa relação com a Unimed e com seu presidente Dilson Lamaita Miranda, também tem provocado melhoras visíveis na saúde de Três Pontas já que a relação entre Unimed e HSFA é uma “via de mão dupla”, onde um ajuda o outro, somando forças e não concorrendo. 

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis conta atualmente com 131 leitos, sendo 89 destinados ao SUS. A cada mês cerca de 2000 pessoas passam pela Unidade de Saúde. Além de Três Pontas o HSFA atende os pacientes da microrregião que congregam as cidades de Boa Esperança, Coqueiral, ilicínea e Santana da Vargem.

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    Roger Campos

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  • Três Pontas confirma 54ª morte por covid-19; Município ultrapassa os 3 mil casos

    Três Pontas confirma 54ª morte por covid-19; Município ultrapassa os 3 mil casos

    Número total de casos é de 3.012 positivados. Curados já somam 2.796.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (29) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais uma morte.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.012 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.796 já se recuperaram e, infelizmente, 54 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, segunda-feira (29 de março), em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 162 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 162 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 12.845.

    Dez pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros 0nze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 151 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 348 dias. Isso dá uma média de 8,65 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 31 Homens

    _ 23 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 20 a 59 anos – 09

    _ 60 a 79 anos – 31

    _ 80 anos ou mais – 14

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 21

    _ Hipertensão – 12

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 33

    _ Doença Renal Crônica – 05

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 24

    _ 8 a 15 dias – 19

    _ 16 a 21 dias – 03

    _ 22 ou mais – 07

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Butantan desenvolve a primeira vacina nacional contra a covid-19

    BOA NOTÍCIA: Butantan desenvolve a primeira vacina nacional contra a covid-19

    O Instituto Butantan anunciou hoje (26) que começou a desenvolver a produção-piloto da primeira vacina brasileira contra o novo coronavírus. A expectativa é que os ensaios clínicos de fases 1 e 2 em humanos comecem em abril, o que ainda precisa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Chamada de ButanVac, essa seria uma vacina desenvolvida e produzida integralmente no Butantan, sem necessidade de importação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA). Segundo o governo, os resultados dos testes pré-clínicos realizados com animais se mostraram “promissores”, o que permitiria evoluir para estudos clínicos em humanos.

    A produção-piloto do composto já foi finalizada para aplicação em voluntários humanos durante os testes. Os resultados da pesquisa clínica em humanos vão determinar se a vacina é segura e tem resposta imune capaz de prevenir a covid-19.

    “Este é um anúncio histórico para o Brasil e para o mundo. A ButanVac é a primeira vacina 100% nacional, integralmente desenvolvida e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, que é um orgulho do Brasil. São 120 anos de existência, o maior produtor de vacinas do Hemisfério Sul, do Brasil e da América Latina e agora se colocando internacionalmente como um produtor de vacina contra a covid-19”, disse o governador de São Paulo, João Doria.

    Para a produção da vacina, o instituto deverá usar tecnologia já disponível em sua fábrica de vacinas contra a gripe, a partir do cultivo de cepas em ovos de galinha, que gera doses de vacinas inativadas, feitas com fragmentos de vírus mortos.

    A iniciativa do novo imunizante faz parte de um consórcio internacional do qual o Instituto Butantan é o principal produtor, responsável por 85% da capacidade total, de acordo com o governo do estado, e tem o compromisso de fornecer a vacina ao Brasil e aos países de baixa e média renda.

    Diretor-presidente do Butantan, Dimas Covas, avaliou que a tecnologia utilizada na ButanVac é uma forma de aproveitar o conhecimento adquirido no desenvolvimento da CoronaVac, vacina desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica Sinovac, já disponível para a população brasileira.

    “Entendemos a necessidade de ampliar a capacidade de produção de vacinas contra o coronavírus e da urgência do Brasil e de outros países em desenvolvimento de receberem o produto de uma instituição com a credibilidade do Butantan. Em razão do panorama global, abrimos o leque de opções para oferecer aos governos mais uma forma de contribuir no controle da pandemia no país e no mundo”, disse Covas. Segundo ele, a parceria com a Sinovac será mantida e não haverá nenhuma alteração no cronograma dos insumos vindos da China.

    A previsão do diretor-presidente do Butantan é que será possível entregar a vacina brasileira ainda este ano. “Após o final da produção da vacina contra Influenza, em maio, poderemos iniciar imediatamente a produção da Butanvac. Atualmente, nossa fábrica envasa a Influenza e a CoronaVac. Estamos em pleno vapor”, disse.

    Tecnologia

    A tecnologia da ButanVac utiliza um vetor viral que contém a proteína Spike do coronavírus de forma íntegra. O vírus utilizado como vetor nesta vacina é o da Doença de Newcastle, uma infecção que afeta aves. Por isso, o vírus se desenvolve bem em ovos embrionados, o que permite eficiência produtiva em um processo similar ao utilizado na vacina de influenza, conforme divulgou o Butantan e o governo estadual.

    “O vírus da doença de Newcastle não causa sintomas em seres humanos, constituindo-se como alternativa muito segura na produção. O vírus é inativado para a formulação da vacina, facilitando sua estabilidade e deixando o imunizante ainda mais seguro”, diz Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    Segundo a Revista Piauí “grupo do setor de transporte teria importado o imunizante da Pfizer e, violando a lei, já que não fez a doação para o SUS e vacinou familiares a 600 reais pelas duas doses.

    Um grupo de políticos e empresários, a maioria ligada ao setor de transporte de Minas Gerais, e seus familiares, segundo a Revista Piauí, teriam tomado na terça-feira, dia 23, a primeira das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, em Belo Horizonte. “Eles compraram o imunizante por iniciativa própria e não repassaram ao SUS (Sistema Único de Saúde), como prevê a lei. A segunda dose está prevista para ser aplicada nas cerca de cinquenta pessoas daqui a trinta dias. As duas doses custaram a cada pessoa 600 reais”, disse a publicação replicada em diversos órgãos da imprensa nacional.

    O laboratório nega que tenha vendido seu imunizante no Brasil “fora do âmbito do programa nacional de imunização”.

    O Congresso aprovou há cerca de vinte dias um projeto de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que autoriza a compra de vacinas pela iniciativa privada, mas determina que todas as doses devem ser doadas ao SUS até que os grupos de risco – 77,2 milhões de pessoas, de acordo com o Ministério da Saúde – tenham sido plenamente imunizados em todo o país. O Brasil vacinou menos de 15 milhões de pessoas até agora.

    Mesmo depois da imunização dos grupos prioritários, as vacinas compradas pela iniciativa privada devem ser divididas meio a meio com o SUS, numa operação fiscalizada pela pasta.

    O Ministério da Saúde enviou uma nota na qual diz que “as doses contratadas pela pasta da Pfizer/BionTech ainda não chegaram ao Brasil. A previsão do laboratório é entregar a primeira remessa a partir de abril ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) – que é a base da vacinação de todos os brasileiros contra a Covid-19”.

    Investigação

    Em nota, a Pfizer disse que “nega qualquer venda ou distribuição de sua vacina contra a COVID-19 no Brasil fora do âmbito do Programa Nacional de Imunização. O imunizante COMIRNATY ainda não está disponível em território brasileiro. A Pfizer e a BioNTech fecharam um acordo com o Ministério da Saúde contemplando o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 ao longo de 2021”.

    Após a publicação da reportagem da Piauí, o deputado estadual João Vítor Xavier (Cidadania), presidente da CPI dos Fura-Filas da Vacina na Assembleia de Minas, afirmou estar ouvindo o Ministério Público, corregedoria e ouvidoria do governo. O objetivo é averiguar se a CPI tem competência para investigar o caso.

    Fonte Piauí / UOL / G1 / O Globo

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