Tag: Saúde

  • Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total chega a 36 óbitos.

    Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total chega a 36 óbitos.

    Número de casos segue acelerado com 2.257 positivados. Curados já somam 1.659.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (01) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.257), mas também o número de curados, que chegou a 1.659. O total de óbitos subiu para 36, com a confirmação de mais duas mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.257 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.659 já se recuperaram e, infelizmente, 36 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (01 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 562 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 562, ou seja 463 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.109.

    Três pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros dez casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 552 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 291 dias. Isso dá uma média de 7,75 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    35ª e 36ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 69 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e doença hepática crônica. Estava internado havia 14 dias e faleceu na última sexta-feira;

    _ Mulher, 94 anos de idade, que sofria de doença neurológica crônica. Estava internada havia 8 dias e faleceu na último domingo. 

    Caso se confirme uma morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 37 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    A Secretaria de Estado de Saúde (SES) anunciou nesta quarta-feira (27) mudanças no Minas Consciente, plano elaborado pelo Executivo mineiro para garantir a retomada segura da economia durante a pandemia. A partir de agora, todas as atividades vão poder funcionar nas cidades que aderiram ao programa, contemplando inclusive as que estão paradas desde o início da pandemia de Covid-19. Os protocolos a serem adotados vão variar conforme a onda, que tem a vermelha como a mais restritiva.

    “A primeira versão do Minas Consciente, lançada em abril, tinha o objetivo de controlar todo e qualquer risco de grande explosão naquele momento. Já a segunda fase, entre julho e agosto, visou manter o controle sanitário, o controle da epidemia com algum grau de compatibilização das atividades econômicas. Agora, com a chegada do início da vacinação, nós trazemos a terceira proposta de aperfeiçoamento, que tem o objetivo, se tudo correr bem, de ser mais para o longo prazo, acompanhando todo o momento da vacinação enquanto nós tivermos a necessidade de manter o plano”, explicou o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral.

    Com a nova versão, o comércio e os eventos, por exemplo, serão liberados mesmo que a cidade esteja na onda vermelha, mas terão que seguir algumas regras, pensando na saúde, no distanciamento e evitando qualquer risco acentuado para a sociedade.

    A fase 3 do plano também traz a restrição de algumas atividades que correspondem aos serviços essenciais, como padarias, bancos, farmácias e supermercados.

    “Nos serviços essenciais, tínhamos um distanciamento linear de 2 metros na onda vermelha. Nós passamos para 3 metros. Então, isso já é uma vez e meia a mais de restrição. Em relação à metragem quadrada, é importante lembrar que se temos um supermercado de 1.000 metros quadrados, no máximo 100 pessoas podem estar ali. Esse tipo de mudança é o que vai trazer impacto. Então, contamos que os proprietários passem a ter esse controle, vendo quantas pessoas estão lá dentro, porque isso que vai permitir que ao longo do tempo a gente tenha todas as atividades funcionando e com o critério sanitário maior ainda”, recomenda Amaral.

    Ainda de acordo com Amaral, apesar de liberar o funcionamento de todas as atividades, as mudanças no Minas Consciente vão resultar em maior restrição à circulação de pessoas. “Nós teremos restrição para 2,9 milhões de pessoas, que corresponde a 86% dos vínculos empregatícios. E ampliação para 470 mil pessoas, o que corresponde a 14% dos vínculos. 308 mil trabalhadores que poderão trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas”.

    Vínculos de trabalho

    A modernização do Minas Consciente permitirá que 79 mil empresas comecem a funcionar pela primeira vez desde o início do plano e que 308 mil trabalhadores possam trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas da epidemia. Atualmente, as atividades essenciais correspondem a 70% dos vínculos trabalhistas.

    “Nós estamos, efetivamente, trazendo uma restrição com uma possibilidade que todos possam trabalhar em todas as ondas. Entendemos que essas mudanças têm condições de serem mais perenes. Permitirão que aquelas atividades que estão fechadas há muito tempo tenham algum fôlego e retornem, inclusive, preservando postos de trabalho, o que é muito importante neste momento da epidemia”, explicou.

    Educação

    Para o setor de Ensino está sendo desenvolvido um estudo individualizado. Assim, as escolas ainda não passarão por mudanças neste momento. Foi aprovada, também nesta quarta-feira (27), pelo Comitê Extraordinário Covid-19, a criação de um Grupo de Trabalho para debater as possibilidades de retomada das aulas presenciais. O Grupo será formado por membros das Secretarias de Estado de Saúde e de Educação, da Sociedade Mineira de Pediatria e da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissionais Afins.

    Carnaval

    Para evitar aglomerações e viagens durante o Carnaval, previsto para o dia 16 de fevereiro, o Estado não terá ponto facultativo no período. A decisão atende à necessidade atual de desacelerar o contágio da covid-19 e intensificar as ações de combate à pandemia.

    Vacinação

    Até esta quarta, Minas havia somado cerca de 115,2 mil pessoas vacinadas e 496 mil doses distribuídas, possibilitando a imunização de 248 mil pessoas.

    Outras 190.500 doses da AstraZeneca e 87.600 doses da CoronaVac, entregues pelo Ministério da Saúde começaram a ser direcionadas para as Unidades Regionais de Saúde nesta quinta-feira (28/1). As unidades farão a distribuição para os 853 municípios.

    O secretário também falou sobre a possibilidade de a Fundação Ezequiel Dias (Funed) produzir vacinas contra a Covid-19. “O planejamento da Funed é extremamente sério. Não se faz planejamento no serviço público de forma aleatória, nós não podemos comprar vacina que não seja Anvisa. Nós temos contato com várias empresas, que a gente faz memorando de entendimento, que é a possibilidade do poder público conversar com o privado. Nós temos várias vacinas, várias que já nos procuraram, mas é necessário que isso tenha viabilidade dela poder ter uma Anvisa no futuro, poder ser adquirida pelo Ministério da Saúde.”

    Fonte Hoje em Dia

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  • PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    Objetivo é “desestimular viagens e a ocorrência de aglomerações”; com isso, o expediente no serviço público estadual seguirá normal nos dias de Momo

    O site do governo de Minas Gerais publicou nesta quinta-feira (28/01) nota informando que não concederá ponto facultativo aos 147 mil servidores públicos estaduais, conforme portal da transparência do governo do estado.

    O governo  ancora a decisão na pandemia do novo coronavírus.  Neste ano, o carnaval está marcado para 13, 14, 15 e 16 de fevereiro. Nesses dias, o governo de Minas informa que haverá expediente regular.

    Ainda por meio de nota, o governo de Minas justifica a medida com de objetivo de “desestimular viagens e a ocorrência de eventos que possam gerar aglomeração e provocar o aumento de infecções pelo coronavírus”.

    A nota é encerrada com a seguinte afirmação: “O governo estadual tem como prioridade salvar vidas, e, por isso, ressalta a importância de redobrar os cuidados com a higiene e usar máscaras.”

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  • Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 34 óbitos.

    Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 34 óbitos.

    Número de casos segue acelerado com 2.203 positivados. Curados já somam 1.635.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (29) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.203), mas também o número de curados, que chegou a 1.635. O total de óbitos subiu para 34, com a confirmação de mais três mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.203 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.635 já se recuperaram e, infelizmente, 34 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (29 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 534 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 534, ou seja 435 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 9.996.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros nove casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 525 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 289 dias. Isso dá uma média de 7,62 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    32ª, 33ª e 34ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 59 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica;

    _ Homem, 67 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes;

    _ Mulher, 67 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes. 

    Caso se confirme uma morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 35 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

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  • Boa Notícia: Governo Bolsonaro dá aval para compra privada de vacinas contra a COVID-19

    Boa Notícia: Governo Bolsonaro dá aval para compra privada de vacinas contra a COVID-19

    Aval dado permite que empresas adquiram vacinas para seus funcionários e os vacine gratuitamente.

    Em carta enviada à fabricante AstraZeneca na sexta-feira (22/01), o governo brasileiro deu aval para que empresas privadas brasileiras possam adquirir um lote de 33 milhões de doses de vacina contra a COVID-19, desde que metade do lote seja doado ao SUS (Sistema Único de Saúde).

    No documento enviado, o governo envolve o fundo de investimento BRZ na negociação. O texto é assinado pelos ministros Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e José Levi (Advocacia-Geral da União), além de Élcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

    Ainda em cópia, no documento, aparecem o fundo Black Rock Holdings, que tem ações da farmacêutica anglo-sueca, e Gustavo Campolina, da BRZ Investimentos, com sede em São Paulo.

    Na carta, o governo enumera algumas condições, como por exemplo, que as companhias não podem comercializar os imunizantes e devem aplicá-los de graça em seus funcionários. As empresas ainda devem se comprometer a fazer um sistema de rastreamento das vacinas.

    O assunto teria sido debatido com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última semana e ele teria autorizado a liberação de compra pelas empresas. Para conseguir efetivar a aquisição, as companhias ainda precisam conseguir uma autorização para importação e para uso emergencial da vacina pela Anvisa.

    Segundo integrantes do governo, o Executivo decidiu não se opor à compra porque o lote que é negociado pelas empresas privadas é muito mais caro do que o que já foi adquirido pelo Ministério da Saúde. A dose, no acordo construído pelas firmas, está na faixa de US$ 23,79, valor muito acima do praticado no mercado.

    Além disso, o governo tem a expectativa de que as empresas doem ao Ministério da Saúde mais da metade do que será adquirido. Ou seja, o governo pode receber mais de 16,5 milhões de doses, suficiente para imunizar 8,25 milhões de pessoas.

    Fonte EM

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  • BOA NOTÍCIA: Mais um lote da vacina Coronavac, imunizante contra a Covid-19, chega a Minas Gerais

    BOA NOTÍCIA: Mais um lote da vacina Coronavac, imunizante contra a Covid-19, chega a Minas Gerais

    Um avião da Latam, com a carga de 87,6 mil doses, pousou às 15h20 desta segunda-feira (25). O primeiro carregamento chegou com mais de 577 mil aplicações.

    Mais um lote de vacinas Coronavac, desenvolvidas pelo Instituto Butantan, em parceria com a empresa chinesa Sinovac, chegou nesta segunda-feira (25) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, na região metropolitana. O imunizante é usado na prevenção da Covid-19.

    De acordo com a BH Airport, concessionária que administra o terminal, um avião da Latam, com a carga de 87,6 mil doses, pousou às 15h20. A distribuição para as 28 unidades regionais de saúde vai acontecer assim que forem avaliadas as necessidades de cada município.

    Na última sexta-feira (22), a diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

    Um primeiro lote com 6 milhões de doses da Coronavac já tinha sido liberado no domingo (17) para aplicação emergencial. Na oportunidade, Minas Gerais recebeu mais de 577 mil doses da vacina.

    A expectativa da Secretaria de Estado de Saúde é de que Minas Gerais “comece a receber periodicamente novas remessas da vacina”.

    OXFORD

    Neste domingo, o primeiro carregamento da vacina da Oxford, em parceria com a Astrazeneca e Fiocruz, chegou ao aeroporto de Confins. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou que as 190,5 mil doses serão destinadas a trabalhadores da saúde que atuam na linha de frente do combate à doença.

    A SES-MG esclareceu que o imunizante diz respeito à primeira dose da vacina e atenderá a 190 mil pessoas, reservado um contingente técnico para suprir possíveis divergências de informações.

    Fonte G1

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  • Covid-19: Sul de Minas já tem em janeiro mais do que o dobro de casos registrados em dezembro

    Covid-19: Sul de Minas já tem em janeiro mais do que o dobro de casos registrados em dezembro

    Mês ainda não acabou, mas número de casos já superaram o mês passado em 109,5%; mortes também aumentaram em 60,8%.

    O mês de janeiro ainda não terminou, mas o número de casos de Covid-19 registrados neste início do ano no Sul de Minas já é o dobro do que foi observado durante todo o mês de dezembro na região. Até esta terça-feira (26), a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) ja havia registrado 25.293 casos no Sul de Minas neste mês, com 288 mortes. O aumento é de 109,5% de casos em relação a dezembro e 60,8% de mortes em relação ao mês passado.

    A situação crítica reflete nas ocupações de leitos de UTI em hospitais. Hoje, conforme a SES-MG, o Sul de Minas tem 75% de seus leitos de UTI ocupados, sendo que 37,94% são para pacientes de Covid-19, os maiores níveis registrados desde o início da pandemia.

    Segundo os especialistas, os feriados de Natal e Ano Novo contribuíram para essa alta registrada durante o mês de janeiro. Durante a semana do Natal, o Sul de Minas teve 1.963 casos registrados. Praticamente um mês depois, na semana passada, a região registrou 8.404 novos casos, um salto de 328,12%.

    “Pela trajetória dos números quando a gente observava grandes feriados e 10, 12 dias depois, o número de casos aumentava cinco, seis vezes, é completamente e infelizmente coerente, porque além de nós termos o feriado do Natal, nós em menos de uma semana tivemos o de Ano Novo, então esse efeito que era os feriados ajudando aglomerações, facilitando o contágio, ele foi potencializado, então os casos que ocorreram no Natal e Ano Novo, eles já se resolveram, mas eles alimentaram a chamada curva epidêmica e nós estamos vendo isso agora, eles deram um impulso muito forte para o aumento de casos que nós estamos observando”, disse o professor de Epidemiologia da Unifal-MG, Sinézio Inácio da Silva Júnior.

    Na mesma proporção, o número de mortes também vem aumentando muito. Só na última semana, foram 97 na região, quase três vezes mais do que a média registrada em dezembro, de 36 mortes por semana.

    “Do dia 15 de janeiro pra cá, no Sul de Minas, o crescimento da média móvel de mortes passou de -2% no dia 15 e no dia 16 esse crescimento da média semanal de mortes aumentou em 26% e hoje está em 123% a mais, então nós estamos observando o que é esperado na epidemiologia. Mesmo que os casos comecem a diminuir, mas lembrando, eles estão em nível alto, as mortes ainda estarão aumentando por um tempo nós vamos observar esse aumento”, disse o professor.

    Para ele, a situação somente poderá ser contida com a adoção de medidas mais rigorosas.

    “Comerciantes em uma legítima preocupação com a sobrevivência econômica deles, com os empregos, eles têm protestado, tem sido muito difícil para eles, assim como muito difícil para muita gente, crianças fora de casa, então se a gente pelo menos pegasse 10 dias e de uma maneira firme a gente fizesse esse distanciamento social, nós conseguiríamos provavelmente diminuir esse contágio e colocar essa curva, esse número de casos, em uma descendente, para sair desse novo patamar que nós estamos entrando, em cima do qual podemos dizer que se continuar, e a situação somada nos vários municípios ao mesmo tempo, vai ser uma situação bastante crítica para o sistema de saúde”, completou o professor Sinézio.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 31 óbitos.

    Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 31 óbitos.

    Ainda há uma morte suspeita ocorrida no dia 30 de novembro sob investigação. Número de casos segue acelerado com 2.033 positivados. Curados já somam 1.586.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (25) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.033), mas também o número de curados, que chegou a 1.586. O total de óbitos subiu para 31, com a confirmação de mais três mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.033 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.586 já se recuperaram e, infelizmente, 31 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (25 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 416 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 416, ou seja 317 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 9.580.

    Sete pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros seis casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 410 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 285 dias. Isso dá uma média de 7,13 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    29ª, 30ª e 31ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Mulher, 54 anos de idade, estava internada havia 15 dias e que sofria de doença cardiovascular crônica. Ela faleceu na última sexta-feira;

    _ Homem, 84 anos de idade, estava internado havia 1 dia e a Secretaria de Saúde ainda não recebeu informações se a vítima tinha doenças pré-existentes. Ele faleceu no domingo;

    _ Mulher, 82 anos de idade, estava internada havia 7 dias e que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes. Ela faleceu no domingo.

    Caso se confirme a morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 32 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total chega a 28 óbitos.

    Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total chega a 28 óbitos.

    Ainda há uma morte suspeita ocorrida no dia 30 de novembro sob investigação. Número de casos segue acelerado com 1.990 positivados. Curados já somam 1.578!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (22) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.990), mas também o número de curados, que chegou a 1.578. O total de óbitos subiu para 28, com a confirmação de mais uma morte, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 1.990 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.578 já se recuperaram e, infelizmente, 28 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (22 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 384 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 384, ou seja 285 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 9.336.

    Oito pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros seis casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 378 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 282 dias. Isso dá uma média de 7,05 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    28ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher, idosa de 88 anos de idade, que estava internada na Santa Casa de Três Pontas. Não foi confirmado se a vítima tinha comorbidades ou não.

    Duas outras mortes foram noticiadas por familiares e amigos nas redes sociais nesta quinta-feira (21) e esperava-se que elas também entrassem nas estatísticas. mas segundo a coordenação da Vigilância Epidemiológica os dois homens em questão, apesar de trespontanos, não foram hospitalizados em Três Pontas e desta forma não se somarão as outras vítimas já confirmadas.

    Caso se confirme a morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 29 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total chega a 27 óbitos.

    Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total chega a 27 óbitos.

    Ainda há uma morte suspeita ocorrida no dia 30 de novembro sob investigação. Número de positivados segue acelerado. Curados já somam 1.485!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (20) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.890), mas também o número de curados, que chegou a 1.485. O total de óbitos subiu para 27, com a confirmação de mais uma morte, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 1.890 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.485 já se recuperaram e, infelizmente, 27 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (20 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 378 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 378, ou seja 279 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 9.022.

    Oito pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros oito casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 370 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 280 dias. Isso dá uma média de 6,75 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    27ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima um homem, idoso de 92 anos de idade, que estava internado na Santa Casa de Três Pontas e não tinha comorbidades.

    Caso se confirme a morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 28 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • BOA NOTÍCIA: Avião com os 2 milhões de doses da vacina da Índia chega a São Paulo

    BOA NOTÍCIA: Avião com os 2 milhões de doses da vacina da Índia chega a São Paulo

    avião que transportava o lote com 2 milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford, comprado pelo governo Bolsonaro na Índia, chegou a São Paulo na tarde desta sexta-feira (22/01). O pouso ocorreu por volta das 17h20. O lote foi transportado em voo comercial da companhia Emirates até o aeroporto internacional, em Guarulhos.

    O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanhou a chegada da carga no aeroporto.

    Oxford/Astrazeneca

    Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, esta vacina foi o segundo imunizante aprovado pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde (MHRA).

    Segundo estudiosos, esse imunizante é o mais econômico e fácil de armazenar. Isso porque ele custa cerca de 2,50 libras (cerca de R$ 14) a dose. Além disso, o medicamento também pode ser conservado na temperatura de um refrigerador, entre 2°C e 8°C, diferentemente das vacinas da Moderna e Pfizer/BioNTech, que podem ser armazenadas apenas a temperaturas muito reduzidas (-20°C no primeiro caso e -70°C no segundo).

    A vacina Oxford/AstraZeneca é de “vetor viral”. Ou seja, toma como base outro vírus (um adenovírus de chimpanzé) que foi transformado e adaptado para combater o coronavírus.

    O Ministério da Saúde confirmou a aquisição de 2 milhões de doses da vacina. A pasta tinha pedido cerca de 10 milhões de doses, mas conseguiu apenas 20% dos imunizantes.

    Fonte EM

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  • Comitê do governo estadual mantém Sul de MG na onda vermelha do Minas Consciente

    Comitê do governo estadual mantém Sul de MG na onda vermelha do Minas Consciente

    Decisão do comitê estadual de enfrentamento à doença ocorreu na tarde desta quarta-feira (20). Região fica na fase mais restritiva pela terceira semana seguida.

    O Sul de MG foi mantido na onda vermelha do programa Minas Consciente. A decisão foi divulgada pelo Comitê Extraordinário Covid-19 do Executivo Estadual na tarde desta quarta-feira (20). A região permanece na fase mais restritiva do plano pela terceira semana consecutiva.

    De acordo com o Governo de Minas Gerais, a permanência ocorre por conta do aumento de 19% na taxa de incidência do coronavírus no estado na última semana. De acordo com o Minas Consciente, a onda vermelha permite o funcionamento, de portas abertas, de apenas serviços essenciais como bancos, farmácias, padarias e supermercados.

    Outras nove regiões de MG também foram mantidas na onda vermelha. Com isso, dez das 14 macrorregiões de MG se encontram na fase mais restritiva (Oeste, Centro, Jequitinhonha, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Vale do Aço, Sudeste, Centro-Sul e Sul). Outras três estão na onda amarela (Norte, Noroeste e Triângulo Norte). Já a região Triângulo Sul permanece na onda verde.

    Veja os setores que tem funcionamento permitido na onda vermelha:

    • Supermercados, padarias, lanchonetes, lojas de conveniência;
    • Bares e restaurantes (somente para delivery ou retirada no balcão);
    • Açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros;
    • Serviços de ambulantes de alimentação;
    • Farmácias, drogarias, lojas de cosméticos, lavanderias, pet shop;
    • Bancos, casas lotéricas, cooperativas de crédito;
    • Vigilância e segurança privada;
    • Serviços de reparo e manutenção;
    • Lojas de informática e aparelhos de comunicação;
    • Hotéis, motéis, campings, alojamentos e pensões;
    • Construção civil e obras de infraestrutura;
    • Comércio de veículos, peças e acessórios automotores.

    Covid-19 no Sul de MG

    De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) nesta quarta-feira (20), o Sul de Minas contabilizava 71.951 infecções pelo coronavírus, sendo 1.429 óbitos em decorrência da doença.

    No último boletim da SES-MG, mais 1.527 casos positivos e 16 mortes pela Covid-19 foram confirmados no Sul de Minas.

    Fonte G1 Sul de Minas

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