Tag: Saúde

  • Órgãos são captados por comissão hospitalar do HSFA

    Órgãos são captados por comissão hospitalar do HSFA

    Fígado e córneas partiram de Três Pontas e foram transportadas por aeronave do Corpo de Bombeiros

    A comissão responsável pela doação de órgãos e tecidos para transplantes da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, de Três Pontas, conseguiu a captação de um fígado e as córneas de um único paciente, após autorização da família, mostrando que mesmo no momento de dor pela perda de um ente querido, é possível praticar a generosidade e a empatia, ajudando que outras pessoas se mantenham vivas através da doação de órgãos ou que gozem de mais qualidade.

    Uma aeronave do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais pousou no Aeródromo de Três Pontas na manhã desta quarta-feira (11) trazendo uma equipe do Hospital Felício Rocho, de Belo Horizonte, um dos hospitais cadastrados para fazer a captação de órgãos no estado.

    O doador foi um paciente de 69 anos, que estava hospitalizado havia alguns dias e que acabou tendo a confirmação de morte cerebral no último domingo.

    O trabalho de captação de órgãos é sempre muito minucioso e cheio de critérios a serem cumpridos, passando por exames complexos e cuidados com o doador para que seus órgãos possam ser reaproveitados.

    Por conta da idade do doador foram aproveitados apenas o fígado e as córneas, que poderá salvar outra vida vou dar melhor qualidade através de uma nova visão.

    Captação de Órgãos em Destaque em Três Pontas

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas, fez a primeira doação múltipla de órgãos da unidade de saúde. Foram recebidos o coração, os rins e as córneas do jovem Alessandro de Paula Vitor, de 22 anos, que morreu após complicações depois de um acidente de moto, em janeiro deste ano.

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    Sistema Estadual de Transplantes

    O sistema estadual de transplantes é composto pela central estadual de transplantes (CET) e pelas organizações de procura de órgãos (OPO’s). É responsável por coordenar a política de transplantes de órgãos e tecidos no estado de Minas Gerais, regulando o processo de notificação, doação, distribuição e logística, avaliando resultados e capacitando hospitais e profissionais afins na atividade de transplantes.

    Critérios

    A doação de órgãos e sua destinação para transplante é coordenada em Minas Gerais pelo MG Transplantes, que é responsável pela captação e distribuição de órgãos em todo o estado, por meio da central estadual de transplantes (CET).

    Há três tipos de doadores: o doador em morte encefálica, o doador vivo e o doador de coração parado. É importante comunicar à família o desejo de ser doador, não é necessário deixar nada por escrito. Podem ser doados os seguintes órgãos e tecidos: córneas, coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas, intestinos, pele e tecidos musculoesqueléticos. O doador vivo é qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, sem comprometimento de sua saúde e aptidões vitais. Por lei, podem ser cônjuges e parentes até o quarto grau.

    Os doadores vivos podem doar um dos rins, a medula óssea, uma parte do fígado e uma parte do pulmão. O potencial doador vivo também deve ser encaminhado a um centro transplantador, para que se verifique as possibilidades do transplante. A retirada de tecidos e órgãos de doador falecido para transplantes depende da autorização do cônjuge ou parentes até o segundo grau, que são consultados após o diagnóstico de morte encefálica (parada total e irreversível do cérebro, atestado por diversos exames).

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    Quando o paciente está em quadro de morte encefálica, podem ser retirados todos os órgãos passíveis de doação. Com o coração parado é possível doar apenas as córneas, que podem ser retiradas num prazo de até seis horas. Para entrar na lista de receptores de órgãos e transplante é preciso ser encaminhado por um médico para um dos centros transplantadores. O paciente é submetido a vários exames, que variam conforme o caso clínico, para que seja comprovada a necessidade do transplante.Para a realização do transplante, há uma lista única do estado de Minas Gerais, sob a responsabilidade do MG Transplantes, em que são observados vários critérios: urgência, compatibilidade de grupo sanguíneo, compatibilidade anatômica (tamanho do órgão e do paciente), compatibilidade genética, idade do paciente, tempo de espera, dentre outros critérios.

    Covid-19 e a queda na doação de órgãos

    Um levantamento da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) revela que, no primeiro semestre de 2021, o número de doadores caiu 13% em nível nacional. O relatório foi publicado em agosto do ano passado e também apontou queda na taxa de doadores efetivos, passando de 18,1 por milhão de habitantes, em 2019, para 15,8 por milhão de habitantes, em 2021. Isso significa que, até 2020, eram necessários três potenciais doadores para efetivar uma doação. Agora, são necessários quatro potenciais doadores para obter o mesmo resultado.

    O risco de contaminação e a sobrecarga hospitalar, com a lotação das UTIs, consequências diretas da pandemia de covid-19, foram os principais fatores responsáveis pela baixa. Os procedimentos mais afetados foram os transplantes de pulmão, com decréscimo de 62%, rim e coração, com 34%, e fígado, com redução de 28%. O mês de setembro é dedicado à campanha do Setembro Verde, que reforça a importância da doação de órgãos e tecidos.

    (Fotos contribuição Marcelo Ágile)

     

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    Roger Campos

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  • ALÔ DOUTOR: INFECÇÃO URINÁRIA NA GRAVIDEZ? FIQUE ATENTA!

    ALÔ DOUTOR: INFECÇÃO URINÁRIA NA GRAVIDEZ? FIQUE ATENTA!

    Artigo do Dr. Eduardo Marcondes Lemos – Ginecologista e Obstetra

    A infecção do trato urinário (ITU) é uma relevante complicação do período gestacional, podendo gerar agravos tanto para a saúde materna quanto do feto.

    A gravidez pode ser um fator facilitador para a todas as formas de ITU. Isto se deve às mudanças anatômicas e fisiológicas impostas ao trato urinário da gestantes.

    As gestantes podem apresentar quadro chamados de bacteriúricas assintomáticas, o que nada mais é do que uma infecção de urina sem qualquer sintoma para a mulher. Por ser assintomática em torno de 30% dos casos evoluem para pielonefrite, que é a infecção urinaria que atingiu os rins e também a circulação sanguínea.

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    O diagnóstico é feito exclusivamente através dos exames de urina, principalmente a cultura da urina (urocultura). O tratamento deve ser iniciado imediatamente após o diagnóstico e, na maioria das vezes, pode ser realizado em casa e com boa efetividade. Porém, nas pielonefrites, há indicação de internação para tratamento com medicamentos endovenosos.

    As complicações nos casos de pielonefrite são graves e podem evoluir com infecção generalizada (sepse). São sinais de pielonefrite:

    • Dor nas costas, logo abaixo da última costela;

    • Febre alta;

    • Calafrios;

    • Náuseas e vômitos;

    • Tremores;

    • Perda de consciência;

    Outras complicações têm sido associadas à infecção urinária, mesmo aquelas sem pielonefrite:

    • Anemia,

    • Corioamnionite e endometrite (infecção do útero e placenta).

    • Trabalho de parto e parto prematuros,

    • Recém-nascidos de baixo peso,

    • Ruptura prematura de membranas amnióticas,

    • Restrição de crescimento intraútero,

    • Paralisia cerebral/retardo mental

    • Óbito fetal.

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    Vimos neste texto que as complicações das infecções e urina podem ser graves para mãe e bebe. As melhores formas de evitar esta infecção tão comum são a ingestão de muita água e ter um bom acompanhamento pré-natal.

    Quer saber mais? Outros temas?

    Mande seu tema, suas dúvidas para o Conexão que o Dr. Eduardo Marcondes Lemos responde!!!

    Quer agendar uma consulta?
    (35) 3265-2338
    Whatsapp para pacientes:
    (35) 9 9886-9943 (somente pacientes sendo assistidas)
    Até a próxima!

     

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    Roger Campos

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  • Qual o impacto da pandemia de Covid-19 na Saúde Mental no Brasil?

    Qual o impacto da pandemia de Covid-19 na Saúde Mental no Brasil?

    Situação é alarmante e todos precisamos de informação e cuidados para evitar o agravamento dos quadros e muitas tragédias.

    Organizações de saúde avaliam que a pandemia de covid-19 teve um impacto devastador na saúde mundial.

    Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) apontam que os efeitos foram ainda maiores na saúde mental, bem-estar e na interrupção de serviços.

    Estima-se que em 2030 os transtornos mentais podem custar US$ 16 trilhões à economia global.

    O documento “Strengthening mental health responses to COVID-19 in the Americas: A health policy analysis and recommendations”, publicado na revista The Lancet Regional Health – Américas aponta que países da América se esforçam para entender os reflexos da pandemia na população.

    Quatro em cada dez brasileiros tiveram algum problema de ansiedade. No Peru os sintomas de depressão cresceram cinco vezes e a ansiedade quadruplicou.

    Desemprego, pobreza, insegurança alimentar, foram os problemas que mais agravam a saúde mental e física das pessoas.

    Outro dado importante que o estudo traz foi o aumento da violência doméstica. Três vezes mais que a média mundial. Além disso, pessoas contaminadas pelo coronavírus também foram impactadas por transtornos mentais ou neurológicos.

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    Entre os principais motivos para esse caos na saúde a OPAS aponta:

    – Falta de acesso a serviços de aconselhamento;

    – Queda nos atendimentos presenciais;

    – Fechamento de escolas;

    – Isolamento social imposto pela pandemia.

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    Saúde mental no Brasil nas áreas afetadas por conflitos

    A saúde mental está diretamente ligada aos aspectos sociais e culturais. Em 2016, o número de conflitos armados foi o maior de todos os tempos: 53 conflitos em 37 países.

    Levando isso em consideração, 12% da população mundial estavam vivendo nessa área no momento das violências.

    Uma em cada cinco pessoas que vivem em áreas afetadas pelas guerras, tem depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia.

    Por isso, a OMS fornece apoio a essas pessoas auxiliando na coordenação e avaliando as necessidades de atenção em saúde mental das populações afetadas.

    No entanto, a construção e reestruturação de uma boa saúde mental nesses casos é um projeto a longo prazo, sendo importante o acompanhamento integral dessa população.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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  • INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    Como se sabe, a realidade de muitas pessoas em situação de rua configura-se em um drama social. Eles sofrem com as discriminações, falta de privacidade, carências na educação e saúde, violências, além de possuírem fragilidade dos vínculos sociais.

    No Brasil, a cidade que possui maior concentração de população em situação de rua é São Paulo. Em 2015, estima-se que 15.905 pessoas estavam vivendo em situação de rua. Desse número, 7.335 estavam sem abrigo.

    Em virtude dessas condições de vida e em busca de fugir da situação em que se encontra, o transtorno mais comum nessa população está associado à dependência de álcool (8% – 58%) e outras drogas (5% – 54%).

    Para melhorar o acesso à saúde da população em situação de rua, foi criado o Consultório na Rua. Essas ações são realizadas por equipes da atenção básica em determinadas datas para atuarem no cuidado integral dos pacientes.

    Dicas de como conquistar e manter uma saúde mental saudável

    – Realize atividades que lhe tragam prazer, como um hobby, aulas de artes, leitura ou ampliar as amizades;

    – Mantenha seu corpo ativo por meio da prática de exercícios físicos regulares;

    – Desenvolva novos hábitos e objetivos. O cérebro precisa se manter ativo;

    – Organize sua rotina, com tarefas e responsabilidades em equilíbrio;

    – Durma bem. A falta e o excesso de sono prejudicam à saúde e também podem ser gatilhos para ansiedade, estresse ou depressão;

    – Trinta minutos diários de exercícios físicos favorecem o bem-estar físico e mental;

    – Pratique meditação. Ela melhora o foco e a concentração;

    – Quando necessário, procure ajuda profissional. O desequilíbrio químico do cérebro também afeta a saúde mental;

    – Se afaste ao menos um pouco das redes sociais. Elas podem ser nocivas quando usadas em excesso;

    – Sorria mais, leve a vida de forma mais leve;

    – Se alimente bem e mantenha a hidratação;

    – Ter um amigo pet ajuda a manter a saúde emocional em dia;

    – Brinque mais, saia mais, dance, se divirta;

    – Evite se envolver com várias coisas ao mesmo tempo.

    Idoso em situação de rua no centro de Três Pontas.

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    Saúde mental no Brasil na saúde pública

    A criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) foi um importante passo da reforma psiquiátrica no Brasil, que aconteceu em 2001.

    Os CAPs substituíram o antigo modelo hospitalocêntrico e manicomial e seguem os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de universalidade, equidade e integralidade.

    O papel dos CAPs é o de oferecer assistência, cuidados e tratamentos para a saúde mental da população brasileira.

    Além do atendimento às pessoas com transtornos mentais como depressão, ansiedade, esquizofrenia e outros, os CAPs também têm um grande foco aos dependentes de substâncias psicoativas, principalmente o crack, que é uma preocupante realidade entre a população vulnerável no Brasil.

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    Saúde mental no Brasil no ambiente corporativo

    Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que no mundo, os transtornos mentais e físicos estão entre os principais motivos de faltas no trabalho no Brasil.

    A depressão afeta 59% dos trabalhadores. Outros 63% sofrem de transtornos de ansiedade. Estresse afeta 37% dos colaboradores, enquanto outros 44% afirmam ter tido esgotamento mental.

    Apesar de ser um tema não muito aberto para discussões na sociedade, é preciso mudar esse cenário com urgência. Faltas e afastamentos impactam diretamente de forma positiva no sistema produtivo.

    Apatia ou desgaste emocional são facilmente identificados e, quando tratados precocemente, não geram maiores problemas de saúde.

    Mas, se ignorados, podem causar sérios problemas psicológicos, biológicos e até no funcionamento mental e físico do trabalhador. O bem-estar da equipe é responsabilidade do gestor da empresa.

    Bons líderes precisam estar atentos para reconhecer os sinais de adoecimento mental. Os custos para tratar o problema tira todos os anos mais de US$ 1 trilhão da economia mundial.

    Além disso, são elevados os números de faltas e de afastamentos, reduzindo a produtividade e onerando os planos de saúde. Adotar programas preventivos de saúde e serviço de telemedicina pode ajudar a mudar esse cenário.

    Pessoas em situação de rua na Avenida Oswaldo Cruz, no coração de Três Pontas.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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  • ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    Especialistas da USP apontam que o Brasil está entre os países que mais apresentam pessoas ansiosas (63%) e depressivas (59%). A Irlanda ocupa a segunda colocação com 61% da população apresentando ansiedade e 57% depressão.

    Esse quadro se agravou ainda mais entre 2020 e 2021 devido à pandemia de coronavírus. Em muitos períodos o afastamento social imposto por quarentena e lockdown privou a população do convívio social e do trabalho.

    O estudo da Universidade foi realizado em 11 países. Confinadas em casa, as pessoas que ficaram desempregadas foram as mais afetadas, apresentando sintomas de depressão e de ansiedade.

    No mundo a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades. Juntas, depressão e ansiedade custam US$ 1 trilhão para a economia mundial, de acordo com levantamento da OMS.

    Depressão é a causa número um de incapacidade, podendo levar ao suicídio. Todos os anos, mais de 800 mil pessoas com idades entre 15 e 29 anos, se matam. A doença afeta mais mulheres do que homens e pode gerar sérios problemas de saúde física.

    Pessoas depressivas têm problemas no trabalho, em casa ou na escola. Tratamentos com multiprofissionais ou atividades físicas podem ajudar na recuperação.

    Questionário DASS-21 sobre saúde mental

    O questionário usado para distinguir a depressão, ansiedade e o estresse é o DASS- 21, desenvolvido pelo PhD Peter Lovibond.

    A avaliação permite medir a gravidade dos sintomas do paciente, mas também um modo de acompanhar e medir a resposta do paciente ao tratamento psicológico.

    Seu objetivo é mensurar a intensidade das sensações e comportamentos dos transtornos mentais experimentados nos últimos sete dias.

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    Como funciona o teste DASS-21?

    Desenvolvido em 1995, o teste DASS-21 é uma importante ferramenta que ajuda as pessoas a identificarem o seu estado emocional. Por meio de 21 questões, o teste mede o humor, a ansiedade, o estresse e até a depressão.

    São questionamentos sobre reações ou sintomas que a pessoa vivencia, decorrente de algumas situações cotidianas. Cada pergunta é classificada na escala Likert de quatro pontos de frequência que vão de zero a três.

    Sendo zero, que não se aplica de maneira alguma e três se aplica muito ou o tempo todo. Eles servem para ressaltar os estados emocionais. O resultado pode indicar se é preciso acompanhamento médico.

    Porém o teste não substitui uma avaliação psicológica e nem vale como diagnóstico. Se prestar atenção, o ideal é que a pessoa procure atendimento psicológico o quanto antes.

    O teste é de domínio público e está disponível na internet por meio de vários sites especializados em saúde mental. Ele serve de alerta para que a pessoa possa procurar ajuda, se auto avaliar e promover mudanças em seu estilo de vida.

    Entenda a relação dos jovens com a saúde mental no Brasil

    Como se sabe, a adolescência é um período de muitas mudanças. Hábitos sociais e mentais desenvolvidos são importantes para o bem estar social.

    Diante tantas mudanças, estudos apontam que entre 10 e 19 anos existe uma prevalência maior de transtornos mentais, sendo o principal fator agravante as incertezas dessa fase da vida.

    De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, as condições de saúde mental são responsáveis por 16% da carga global de doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos.

    Os dados também apontam que metade de todas as doenças mentais começa aos 14 anos, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada. Entre os transtornos, a depressão se destaca como uma das principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes.

    Ao longo da vida, uma em cada dez pessoas precisará de cuidados de saúde mental. Se os momentos de estresse e apreensão não forem reconhecidos e gerenciados, esses sentimentos podem levar à doença mental.

    Infelizmente, a maioria não é diagnosticada e muito menos tratada. Consequentemente, o suicídio torna-se a terceira causa de morte entre os adolescentes.

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    Como prevenir os transtornos?

    Independente do tipo de problema que possamos enfrentar na vida, prevenir os transtornos mentais é sempre possível. O equilíbrio físico e mental pode partir de ações simples no dia a dia, seja em casa, no lazer ou no trabalho.

    Manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regulares, dormir bem, pode ser o ponto de partida na prevenção de doenças. Vamos ver outras sugestões que podem ajudar a prevenir transtornos mentais.

    – Mantenha o equilíbrio emocional partindo de quatro passos: não seja impulsivo; seja flexível; não foque somente no problema, busque soluções e acima de tudo, respeite seus limites;

    – Sempre fale o que pensa ou sente;

    – Não acumule tristezas e angústias;

    – Mantenha a respiração estável, mesmo em situações de estresse;

    – Ame a vida e mantenha o foco no presente.

    Atividades de promoção e prevenção

    Além das medidas individuais, é preciso olhar para a saúde mental como saúde pública. A visão estrutural da promoção e prevenção dos transtornos envolve:

    • Intervenções psicológicas individuais online, para ampliar o acesso à ajuda específica;
    • Intervenções focadas na família, como treinamento do cuidador;
    • Intervenções nas escolas, como ensino sobre saúde mental e habilidades para a vida. Treinamento pessoal para a detecção e manejo básico do risco de suicídio e programas escolares de prevenção para adolescentes vulneráveis à condições de saúde mental;
    • Programas para prevenir e administrar os efeitos da violência sexual em adolescentes;
    • Programas multissetoriais de prevenção ao suicídio.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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    Roger Campos

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  • Papo Cabeça SEXUALIDADE SEM PRECONCEITO: COITO INTERROMPIDO? – Dr. Eduardo Marcondes Lemos, Médico Ginecologista e Obstetra, fala tudo…

    Papo Cabeça SEXUALIDADE SEM PRECONCEITO: COITO INTERROMPIDO? – Dr. Eduardo Marcondes Lemos, Médico Ginecologista e Obstetra, fala tudo…

    MAS O QUE É COITO INTERROMPIDO?

    O coito interrompido é o ato de o homem retirar o pênis da vagina antes de ejacular, limitando as chances de o esperma atingir o óvulo. É um método de fácil entendimento sobre como funciona, mas de difícil execução e pouco eficiente.

    Ele pode gerar gravidez?

    É muito importante o entendimento de que nem todo o esperma é liberado na hora da ejaculação. O líquido pré-ejaculatório, aquele liberado pelo homem durante a excitação, ou seja antes do orgasmo, já possui espermatozoides e pode sim engravidar.

    Outro fator é que o parceiro deve ter um autocontrole muito grande e experiência em realizar este método, para ter certeza do momento que vai ejacular e conseguir realizar a retirada do pênis antes da saída do esperma.

    Motivos que levam o casal a realizar esta prática

    • A mulher não gosta de usar camisinha ou acredita que tenha alergia a ela.

    • O parceiro impõe a sua vontade por não gostar da camisinha.

    • Desconhecimento sobre o potencial de gerar gestação do método

    • Falta de acesso a outros métodos

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    Como utilizar o coito interrompido corretamente?

    • Retirar o pênis bem antes da ejaculação, sem deixar “escapar” nada de sêmen para dentro da vagina

    • Não ejacular na região próxima à vulva

    • Se houver um segundo round no sexo, fazer uma pausa para urinar e lavar o pênis

    • Tomar banho e cuidar para que não chegue perto da vagina nada com o conteúdo da ejaculação no intervalo de uma a seis horas

    • Combinar o coito interrompido com outro método contraceptivo, como anticoncepcionais, pode diminuir muito a chance de gravidez.

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    Principais desvantagens do coito interrompido

    • O método tem eficácia reduzida, com potencial de falhas de até 27 %.

    • É uma prática pouquíssimo segura em relação a doenças transmitidas pelo sexo, visto que não há qualquer proteção para evitar a troca dos fluidos entre os parceiros

    • O fato de que muitos casais que adotam o método relatam um extremo desgaste psicológico e insatisfação com a vida sexual.

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  • URGENTE: USO DE MÁSCARAS DEIXARÁ DE SER OBRIGATÓRIO EM AMBIENTES FECHADOS EM TRÊS PONTAS

    URGENTE: USO DE MÁSCARAS DEIXARÁ DE SER OBRIGATÓRIO EM AMBIENTES FECHADOS EM TRÊS PONTAS

    Mudança segue orientação do Governo de Minas e acontecerá a partir de 1º de Maio

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em suas redes sociais o fim da obrigatoriedade do uso das máscaras contra a covid-19 em ambientes fechados, a partir do dia primeiro de maio. 

    O Executivo Municipal está seguindo uma orientação do Governo do Estado de Minas Gerais.

    O uso das máscaras já havia deixado de ser obrigatório em locais abertos por conta da melhora dos números de casos, que segue em baixa, muito por conta da vacinação que acontece de forma ampla e acelerada em todo município.

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    Ainda conforme a Prefeitura Municipal e recentes declarações do gestor Marcelo Chaves Garcia, Três Pontas havia alcançado o índice de 50% da população imunizada e com o esquema vacinal completo, ou seja, com todas as doses tomadas. Mas que seria necessário atingir a meta de 70% para que a liberação também ocorresse em ambientes fechados. 

    De acordo com a Prefeitura Municipal, procurada na manhã de hoje pelo Conexão, o percentual de 70% ainda não foi atingido, devendo estar na casa de 60% a 65% neste momento. Porém o Município segue as diretrizes do Estado e como houve a orientação para a liberação por parte da Secretaria de Estado da Saúde, Três Pontas acatou e liberará a partir de primeiro de maio.

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    A campanha de vacinação contra a covid-19 segue de forma rápida, eficaz e exemplar, com a dedicação de muitos profissionais, divulgações maciças e uma incessante luta para vencer o inimigo invisível. O que, finalmente, parece estar acontecendo, embora, as autoridades de saúde alertem que os cuidados de prevenção devem continuar.

     

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA casos de covid-19

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA casos de covid-19

    Último Boletim mostra nenhum caso ativo, ninguém em isolamento ou internado com o coronavírus.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou no último dia 25, início desta semana, o mais recente Boletim Epidemiológico que trata dos números da covid em Três Pontas. Não há, no momento, ninguém com covid-19 no município!

    A boa notícia dos dados trazidos pelo boletim mostram que não há ninguém internado na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis com coronavirus, Também não há ninguém internado com suspeita e ainda nenhum caso confirmado em isolamento.

    Isso se deve, fundamentalmente, à toda grande campanha de vacinação contra o vírus e ainda revela a importância de todas as campanhas de divulgação e conscientização por parte do Executivo Municipal no sentido de mostrar aos cidadãos trespontanos a importância da imunização e que, sem ela, seria impossível vencer o inimigo invisível.

    A vacinação segue avançando de forma exemplar e deve ser destacada toda atuação e dedicação de todos os profissionais de saúde do município.

    Também hoje, a Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em suas redes sociais que seguirá a orientação do Governo do Estado de Minas Gerais no sentido de extinguir a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados a partir do próximo dia primeiro de maio.

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    Ainda conforme o último Boletim Epidemiológico contra a covid-19 em Três Pontas, o total de casos confirmados é de 10748. O número de pessoas recuperadas é de 10562. O número de óbitos totaliza 186. E os casos de síndrome gripal somam 39491 registros.

    Do total de casos confirmados até o último dia 25 de abril, 4742 são homens e 6006 são mulheres.

    Separando o número de contaminações desde o início da pandemia até agora, por faixa etária, são 342 casos de zero a nove anos, 711 casos de 10 a 19 anos, 4466 casos de 20 a 39 anos, 3610 casos de 40 a 59 anos e 1619 casos em pessoas com mais de 60 anos.

    Em relação as vidas que foram perdidas para o coronavirus em Três Pontas, são 101 homens e 86 mulheres. Isso dá um total de 187 óbitos, e não 186 como mostra o boletim, mas considera-se o fato de um óbito ter sido registrado em outro município.

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    Sobre as comorbidades, doenças pré-existentes que acabaram sendo determinantes no agravamento de alguns casos que terminaram em mortes, 58 deles tinham diabetes, 44 tinham hipertensão arterial, 67 tinham um doença cardiovascular, 12 tinham doença renal, 10 tinham obesidade, 8 tinham doença neurológica crônica, 6 tinham outra pneumopatia crônica, 4 tinham asma, além de outros casos com outras doenças.

    Desde o início da pandemia, em abril de 2020, hoje, sem sombra de dúvida, se vive o melhor momento de enfrentamento à pandemia.

    Autoridades de saúde insistem que, apesar do afrouxamento do uso da máscara, outros cuidados de prevenção devem ser mantidos.

    Vale lembrar que na Europa e no nascedouro do coronavirus, a China, os casos seguem aumentando por conta da baixa vacinação. Todo cuidado é pouco para que não tenhamos no Brasil uma nova onda de casos e mortes.

    Dia D de Vacinação

    Fique ligado. Sábado teremos o DIA D da Vacinação em Três Pontas. Vacinas contra COVID, Influenza e Sarampo.

    INFLUENZA (GRIPE)

    – Idosos acima de 60 anos
    – Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
    – Profissionais de saúde
    SARAMPO
    – crianças de 6 meses a menores de 5 anos.
    – profissionais de saúde;
    COVID
    – 1ª e 2ª doses: crianças e adolescentes
    – 3ª dose ou reforço: pessoas acima de 18 anos
    – 4ª dose: pessoas acima de 70 anos
    SÁBADO, 30 DE ABRIL
    Horário: de 8h às 17h
    Local: salas de vacinas municipais:
    – CENTRO DE SAÚDE SANTA EDWIGES
    – CENTRO DE SAÚDE CATUMBI
    – CENTRO DE SAÚDE VILA MARILENA( MORADA NOVA)
    – Policlinica
    – PSF Dr. Oscar de Oliveira Brito ( Bairro Filadélfia)

     

     

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    Roger Campos

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  • FIQUE ATENTO: Vacinação contra a Covid-19, Gripe e Sarampo acontecerão em Três Pontas de 25 a 29 de abril

    FIQUE ATENTO: Vacinação contra a Covid-19, Gripe e Sarampo acontecerão em Três Pontas de 25 a 29 de abril

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde e do setor de imunização está realizando um amplo trabalho de vacinação em diversas frentes no município. É preciso ficar atento!

    Dentre os dias 25 de abril e 29 de Abril acontecerá a vacinação contra a influenza (gripe), contra o sarampo e contra a covid-19.

    Contra a influenza (gripe), serão imunizados idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses até 5 anos de idade, gestantes e puérperas e ainda profissionais de Saúde. A vacinação ocorrerá em todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 às 17 horas.

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    Já a vacinação contra o sarampo atenderá crianças maiores de 6 meses e menores de 5 anos de idade além dos profissionais de saúde, com aplicação em todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 horas às 17 horas.

    E a vacinação contra a covid-19 continua em ritmo acelerado em Três Pontas, já que a meta é ter mais de 70% da população vacinada, com o esquema vacinal completo, para que a obrigatoriedade da máscara não seja mais exigida em ambientes fechados.

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    Estão sendo aplicadas a primeira e segunda doses em crianças e adolescentes, a terceira dose ou reforço em pessoas acima de 18 anos e ainda a quarta dose em pessoas acima de 70 anos. Os locais de imunização são todas as salas de vacina dos postos de saúde do município, das 8 horas às 17 horas.

    É preciso levar documento e o cartão de vacina.

     

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  • II Conferência Municipal aborda os desafios da Saúde Mental em Três Pontas

    II Conferência Municipal aborda os desafios da Saúde Mental em Três Pontas

    Está acontecendo em Três Pontas a II Conferência Municipal da Saúde Mental, evento que tem como sede o auditório da Associação Comercial e Industrial de Três Pontas – ACAITP.

    A Conferência de Saúde Mental é organizada pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Conselho Municipal de Saúde e tem como objetivo propor diretrizes para a formulação da Política Municipal, Estadual e Nacional de Saúde Mental e o fortalecimento dos programas e ações de Saúde Mental para a cidade.

    Estão participando da conferência, dentre outras pessoas, o prefeito Marcelo Chaves Garcia, a secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa e o provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro.

    Saúde mental no Brasil: entenda o que é, impactos e como prevenir

    Quais os desafios da saúde mental no Brasil? Nos últimos anos, as doenças mentais tiveram um aumento considerável. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. Mesmo assim, parte dessas pessoas não possuem assistência médica adequada quanto à saúde mental.

    A depressão é o mal do século XXI. A ansiedade afeta 18,6 milhões de brasileiros. Os transtornos mentais são responsáveis por mais de um terço do número total de incapacidades nas Américas. Então, como viver de forma plena e equilibrada diante uma realidade tão alarmante?

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    O que é saúde mental?

    Apesar da OMS apontar que não existe uma definição oficial sobre o problema, a saúde mental é considerada a todas as formas como a pessoa reage à diversas situações da vida.

    Exigências, desafios, problemas, mudanças, momentos felizes e nem tão bons. Emoções que vivenciamos todos os dias, ao acordar e ao se deitar. Sentimentos que, de alguma forma despertam reações emocionais que impactam nossas vidas e a maneira como agimos e como pensamos.

    Saúde mental é equacionar bem essas emoções. É estar bem consigo mesmo e com os outros, aceitando e entendendo o que a vida nos apresenta.

    É considerado um nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional, que define o nosso bem-estar social, emocional e psicológico. A forma como lidamos com esses fatores é que será determinante para manter ou não a qualidade da nossa saúde mental.

    Seja em casa, em família, com amigos ou no trabalho, as adversidades existem e podem ser superadas.

    Mas se não conseguirmos lidar com elas positivamente, isso pode gerar um desequilíbrio emocional, ocasionando uma série de transtornos emocionais e até doenças mentais.

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    Os desafios de saúde mental no Brasil

    O assunto ganhou importância e preocupação internacional. Tanto que foi instruído uma data especial para alertar sobre o tema e suas consequências. No dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde Mental, especialistas e instituições de saúde focam suas iniciativas sobre os desafios desta área.

    Os desafios são grandes, em especial em relação à assistência que ainda é deficitária. Problema que compromete a reabilitação do paciente, em especial em instituições públicas.

    A falta de uma política séria e programas eficientes são os maiores desafios a serem ultrapassados. Aliado a isso, o preconceito ainda é outro grande entrave. Muitas pessoas simplesmente são chamadas de loucas e afastadas do convívio social.

    Por outro lado, a pessoa doente se sente envergonhada ou tem medo de buscar ajuda psiquiátrica. Desinformação, falta de programas educativos preventivos e falta de conhecimento sobre a realidade do problema completam o quadro.

    O Ministério da Saúde reconhece o agravamento da situação, em especial, pelo aumento no número de doenças psicossomáticas e suicídios.

    Praticamente 20% dos brasileiros têm, teve ou terá algum distúrbio emocional, como ansiedade, depressão ou síndrome do pânico. Por outro lado, o declínio no número de leitos para internação só vem caindo nos últimos anos.

    Em 1980 eram 120 mil e hoje em dia, não passam de 12 mil em todo país. No trabalho o problema é grande, agravado por jornadas de trabalho exaustivas, cobranças incabíveis e metas inalcançáveis. A mudança desse cenário exige engajamento de todos!

    Conscientização

    A maioria das pessoas não sabe ou confunde os sintomas de doenças mentais. Conscientizar as pessoas sobre o problema e as formas preventivas para evitá-lo é o melhor caminho.

    Se não tratada corretamente, as doenças mentais agravam o estado de saúde mental e físico. A mudança desse cenário exige engajamento social. Os serviços de saúde precisam esclarecer a população sobre os cuidados preventivos.

    Para isso se faz necessário investimentos públicos e privados em medidas de prevenção e de conscientização. Isso, para que um grau relativamente leve não evolua para grave, levando à pessoa à internação e privação do convívio social e do trabalho.

    Cuidar do preconceito com o tema é o primeiro passo. O segundo é identificar e tratar sintomas como:

    – Tristeza e preocupações excessivas;

    – Cansaço sem motivo aparente;

    – Perda do prazer por atividades que antes gostava;

    – Desmotivação pelo trabalho;

    – Alterações de humor ou alucinações.

    Tratamento

    Doenças mentais são complexas por si só. Exigem tratamento com multiprofissionais de saúde, como psicólogos, terapeutas ocupacionais, farmacêuticos, entre outros.

    Claro que nem todas as pessoas que apresentam algum transtorno psíquico devem passar por todos esses profissionais. Os tratamentos são individualizados e personalizados de acordo com a grau do problema e as necessidades do paciente.

    Os tratamentos podem ser somáticos ou psicoterapêuticos. O primeiro inclui medicamentos e terapias que estimulem o cérebro, como os estímulos magnéticos transcraniana e do nervo vago.

    Já os tratamentos psicoterapêuticos, envolvem psicoterapia, técnicas de terapia comportamental e hipnoterapia. Dependendo do caso, o especialista pode associar todos os tipos de tratamentos e ainda indicar uso de medicamentos.

    Entre eles antidepressivos, inibidores de substâncias químicas presentes no cérebro, ansiolíticos, antipsicóticos, entre outros. Em geral é o psiquiatra o profissional mais indicado para tratar doenças mentais e indicar o melhor tratamento.

    Os mais convencionais são: eletroconvulsoterapia; psicoterapia; terapias comportamental, cognitiva e interpessoal; psicanálise; psicoterapia psicodinâmica ou psicoterapia de apoio.

    *Com informações do Conexa Saúde

     

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    Roger Campos

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  • CONEXÃO URGENTE: PARÓQUIA D’AJUDA SERÁ ELEVADA A SANTUÁRIO EM TRÊS PONTAS

    CONEXÃO URGENTE: PARÓQUIA D’AJUDA SERÁ ELEVADA A SANTUÁRIO EM TRÊS PONTAS

    Se tornará assim, em 23 de Maio, o primeiro santuário da Diocese da Campanha

    De acordo com informações que nos foram passadas na noite deste sábado, 16 de Abril, pelo ministro extraordinário da sagrada comunhão, Luis Gustavo Mendonça, A Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda será elevada a santuário no dia 23 de maio deste ano.

    Ainda conforme LG Santos Mendonça, o Cônego Douglas Baroni trouxe a informação durante a celebração de Aleluia das 19 horas na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Nos próximos dias os critérios e outros detalhes referentes a mudança, serão divulgados. Com a confirmação, a Paróquia D’Ajuda passará a ser o primeiro santuário da Diocese da Campanha.

    Uma grande celebração acontecerá com a presença do bispo Dom Pedro Cunha Cruz.

    Veja o vídeo abaixo com outras informações e o anúncio oficial por parte do pároco da Matriz d’Ajuda:

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    Um santuário (do Latim sanctuarium, de sanctus), no conceito religioso, é um local sagrado, para onde, por devoção, acolhem peregrinos de diversas regiões. Geralmente possui objetos simbólicos usados no culto. Em algumas denominações religiosas, estes objetos são imagens ou relíquias.

    Na igreja Católica, é considerado um Santuário a Igreja frequentada por fiéis vindos de outras regiões atraídos por algo que existe especificamente naquele Templo.

    Por exemplo no Brasil, em Aparecida (São Paulo), temos o Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Este é o maior e mais visitado Santuário brasileiro e maior santuário do mundo de devoção a Maria. O Santuário recebe visitas de romeiros de todo o Mundo, o motivo são os vários milagres concedidos por Deus, pela intercessão de Maria a seus devotos naquele lugar. Entre eles está o que deu origem a primeira Igreja do local: o encontro da imagem da Santa de cor morena, que está disposta no interior do Santuário.

    A cada ano, a fé no beato Padre Victor segue rompendo fronteiras e crescendo mundo afora. Agora, com a confirmação de que a paróquia será santuário, a tendência é que o número de romeiros que visitam o município a cada ano cresça substancialmente.

    De todas as formas, em diversos setores, tal mudança trará inúmeros benefícios para nossa comunidade, para nossa economia.

    Cada vez mais, Três Pontas se consolida como a terra da música, do café e da fé.

     

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    Roger Campos

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  • Estudo aponta que cerveja aumenta chance de contrair Covid-19, e vinho diminui

    Estudo aponta que cerveja aumenta chance de contrair Covid-19, e vinho diminui

    O consumo de cerveja ou de destilados pode tornar mais fácil para que as pessoas sejam infectadas pela Covid-19, enquanto o vinho pode tornar mais difícil. A conclusão é de um estudo comportamental realizado por pesquisadores do Hospital Shenzhen Kangning, na China.

    A pesquisa analisou 473.957 pessoas, das quais 16.559 receberam diagnóstico positivo para Covid-19. Os resultados apontaram que pessoas que consomem cerveja e cidra, não importando frequência e quantidade, tem risco maior de contrair a doença, assim como quem consome destilados frequentemente (cinco ou mais copos por semana).

    Por outro lado, quem tinha maior consumo de vinho tinto, branco ou champanhe apresentou menos chance de ser infectado.

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    “O consumo de cerveja e cidra não é recomendado durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de Covid-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja e cidra”, afirmam os autores no estudo.

    Os cientistas ainda compararam o risco de ser infectado de quem não bebe com o de quem consome bebidas alcoólicas, e identificaram que os que bebiam tinham uma chance ligeiramente menor de desenvolver a doença, mas o efeito protetor não foi significativo.

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    Por outro lado, quem bebia acima das diretrizes (sete litros de cerveja, sete taças de vinho ou 14 doses de destilado por semana) teve uma tendência de risco para a Covid-19 aumentada.

    E aí? Vai largar a ‘loira gelada’ por conta do coronavírus?

    Fonte JPNews

     

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