Autor: Roger Campos

  • As ‘comorbidades silenciosas’ que podem levar pacientes com covid-19 à morte

    As ‘comorbidades silenciosas’ que podem levar pacientes com covid-19 à morte

    Em meio ao crescimento exponencial de infecções e mortes por covid-19 no Brasil, uma característica presente em diversos casos mais graves preocupa os profissionais de saúde: as comorbidades desconhecidas pelos pacientes.

    Segundo médicos ouvidos pela BBC News Brasil, são comuns casos de pacientes com doenças pré-existentes como diabetes, hipertensão e tuberculose que desconhecem tais comorbidades até serem internados com covid-19. Outra preocupação também é com aqueles que sabem da enfermidade, mas não fazem o tratamento adequado.

    Para os profissionais da área, a situação representa um retrato da saúde dos brasileiros e traz à tona questões culturais nas quais a atenção primária não recebe o devido cuidado. Para muitos pacientes, médicos e unidades de saúde devem ser procurados apenas em casos de doença.

    No contexto da covid-19, comorbidades como diabetes, obesidade, hipertensão, tuberculose, entre outros, aumentam o risco de agravamento do quadro do paciente. Para aqueles que não tratavam as enfermidades previamente, a evolução da doença causada pelo novo coronavírus pode ser ainda pior. Segundo especialistas, muitos desses casos poderiam não ter uma evolução tão grave se a pessoa fizesse o tratamento adequado da doença pré-existente.

    “A covid-19 se tornou um novo momento para muitos pacientes descobrirem questões ocultas sobre a própria saúde, principalmente aqueles que não se cuidavam ou não tinham acesso ao serviço de saúde”, declara a médica Denize Ornelas, diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

    Ornelas frisa que um paciente com uma doença pré-existente que está controlada, por meio de tratamento, pode apresentar uma resposta melhor à covid-19. Ela pontua que, em casos de pessoas que não têm a comorbidade controlada, muitas vezes o médico precisa aliar o tratamento contra a covid-19 com medicamentos para a doença pré-existente. “Nesse caso, a atenção precisa ser ainda maior”, ressalta.

    Uma das principais formas de atenção primária no Brasil é o programa Saúde da Família, criado nos anos 90 por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa atinge cerca de 65% da população. O projeto, porém, enfrenta dificuldades como a sobrecarga de equipes em algumas regiões e a falta de hábito entre os brasileiros, que nem sempre compreendem a importância das medidas preventivas relacionadas à saúde.

    Doenças pré-existentes

    O infectologista Alexandre Naime, chefe de Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), tem presenciado casos de pacientes com a covid-19 que desconheciam as próprias comorbidades. Ele revela que é comum acompanhar pessoas com sobrepeso, mas que não acreditavam que faziam parte do grupo de risco.

    “Infelizmente, temos notado muitos pacientes com a covid-19 que têm um IMC (Índice de Massa Corporal) que se enquadra na obesidade, mas não percebiam. Isso é preocupante. Estamos identificando muitas doenças, até então desconhecidas pelos pacientes, nas internações, como hipertensão e diabetes. São mazelas motivadas por hábitos ruins ou questões genéticas. Elas fazem com o que o paciente esteja no grupo de riscos da covid-19”, diz Naime.

    “Muitos não costumam buscar ou não conseguem acompanhamento médico antes da doença. Essas pessoas, normalmente, têm baixa percepção dos riscos de suas doenças, que incidem na população em geral. Nunca fizeram avaliação preventiva, nunca se preocuparam com o peso”, acrescenta o infectologista.

    Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que obesidade, hipertensão e diabetes são as comorbidades desconhecidas, ou sem tratamento adequado, mais comuns entre pacientes com quadro grave de covid-19 — elas também são as doenças crônicas mais comuns entre os brasileiros em geral, conforme o Ministério da Saúde.

    Ainda segundo os especialistas, outras enfermidades como tuberculose, doença pulmonar obstrutiva crônica e problemas cardíacos também podem estar entre as mazelas desconhecidas por pacientes infectados pelo Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus, que são internados em estado grave.

    As doenças pré-existentes costumam ser descobertas em meio aos diversos exames feitos em pacientes internados com a covid-19.

    Para os médicos ouvidos pela BBC News Brasil, um dos principais motivos para que essas comorbidades não tenham sido descobertas previamente em diversos casos é porque são silenciosas. Desta forma, como muitos deixam de fazer exames preventivos, acabam descobrindo a mazela apenas quando sentem alguma dificuldade.

    “Nem todos têm acesso à atenção primária com facilidade no Brasil ou se preocupam em se prevenir. Por isso, é comum que descubram a doença apenas quando já está em estágio avançado, quando a saúde está descompensada. Isso tudo traz uma série de consequências, porque a pessoa não se cuida desde o princípio e isso pode aumentar riscos de infartos, derrames ou insuficiência cardíaca”, aponta o médico intensivista José Albani de Carvalho.

    Albani, que também está na linha de frente dos casos do novo coronavírus, trabalha em diferentes unidades de terapia intensiva (UTI) de São Paulo. Ele acompanhou casos de pacientes graves com o novo coronavírus que descobriram que possuíam comorbidades durante a internação.

    “Na realidade, a covid-19 só torna essa situação (da falta de diagnósticos para doenças pré-existentes) mais evidente. Isso é uma situação crônica, principalmente nas classes de menor poder econômico. Países pobres ou em desenvolvimento costumam sofrer com essa baixa prevenção”, afirma Albani.

    Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, atendimentos considerados não essenciais estão sendo desmarcados nas unidades básicas de saúde. A atenção primária tem feito poucos procedimentos preventivos, pois o principal foco é o enfrentamento à covid-19.

    Em nota à BBC News Brasil, o Ministério da Saúde afirma que tem orientado os gestores locais de saúde que os atendimentos essenciais sejam mantidos e que os procedimentos eletivos, que não precisam de urgência, sejam adiados. A pasta pontua que uma das opções para continuidade dos atendimentos nas unidades básicas é a telemedicina, visitas domiciliares ou outras formas, desde que sejam adotadas as medidas de precaução adequadas.

    Fonte BBC Brasil

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  • Menos roubos e mais feminicídios: como a pandemia influenciou a violência no Brasil

    Menos roubos e mais feminicídios: como a pandemia influenciou a violência no Brasil

    O levantamento Anuário de Segurança Pública mostra mudanças nos dados da violência no Brasil no contexto da pandemia de COVID-19: crimes contra o patrimônio diminuíram, mas os assassinatos voltaram a subir.

    Uma mala e outras pequenas bolsas ficaram sobre a cama. Para a polícia, o quarto desarrumado era um indício de que Rosana* estava de saída. Mas não deu tempo. Seu marido invadiu a casa antes, quebrando o cadeado da porta. O boletim de ocorrência (BO), produzido pela Polícia Civil de Mato Grosso, narra que Rosana, de 46 anos, ainda tentou se trancar no quarto. Mas o marido, de espingarda, disparou contra a esposa, atingindo-a no lado esquerdo do peito. Ela ainda se sentou na cama, colocando a mão no local do tiro. Segundo vizinhos, em meio aos tiros, o suspeito ainda gritou: “É, Rosana, eu já te amei…”

    Esse feminicídio ocorreu em agosto deste ano, durante a pandemia de COVID-19, em uma cidade do interior de Mato Grosso. O principal suspeito do crime, segundo a investigação, é o marido da vítima, que fugiu. Ironicamente, o assassinato aconteceu no mesmo mês em que a polícia, coletivos e conselhos de direitos humanos faziam campanha para diminuir a violência doméstica no contexto do isolamento social, no chamado Agosto Lilás.

    No primeiro semestre deste ano, os feminicídios aumentaram 2% no país em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O relatório é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a partir de dados fornecidos por secretarias estaduais.

    De janeiro a julho, 648 mulheres foram assassinadas no Brasil em episódios classificados como feminicídio — quando o crime é motivado por violência doméstica ou discriminação por gênero.

    Para especialistas e profissionais que atuam no combate a esse tipo de crime, o isolamento social fez aumentar os delitos cometidos dentro de casa, como agressões, abusos e assassinatos. Isso teria ocorrido por causa de uma maior proximidade entre vítimas e agressores, além de uma maior dificuldade de realizar denúncias.

    Mas outros tipos de crimes também foram influenciados pela pandemia, segundo o relatório. Alguns deles, como roubos, diminuíram consideravelmente. Já outros, como homicídios, voltaram a crescer depois de um período em queda.A BBC News Brasil listou alguns desses delitos. Confira abaixo.

    1 – Feminicídio em alta, registros de violência doméstica em queda

    Os dados de violência doméstica parecem contraditórios. Enquanto os feminicídios aumentaram 2% e as chamadas de emergência subiram 3,8%, os registros de agressões feitos em delegacias diminuíram 10% no primeiro semestre deste ano.

    “É preciso tomar muito cuidado ao analisar esses dados, porque eles indicam claramente que houve um aumento da violência doméstica durante a pandemia, mas também um crescimento da subnotificação”, explica Silvia Chakian, promotora de Justiça na área de violência doméstica contra mulher do Ministério Público de São Paulo.

    Segundo ela, a alta de assassinatos de mulheres e ligações de emergência à polícia indicam uma intensificação das agressões. “Normalmente, a vítima ou alguma testemunha liga para a polícia quando a situação fica violenta. No caso do feminicídio, é mais difícil haver subnotificação, embora em alguns lugares a polícia ainda tenha dificuldade para classificar esse crime”, diz.

    Por outro lado, a queda dos boletins de ocorrência apontam uma dificuldade maior das vítimas em conseguir formalizar uma denúncia à polícia, segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Antes da pandemia, as ocorrências só eram produzidas pessoalmente, na delegacia. Em alguns Estados, isso continua.

    “Com as medidas de isolamento social, as mulheres em situação de violência ficaram confinadas com os agressores, sem possibilidade de sair de casa, e de circular para ir até uma delegacia. Além disso, a pandemia afetou também a polícia, com inúmeros casos de agentes afastados por doença, gerando uma alteração no atendimento das delegacias”, diz.

    Para Silvia Chakian, medidas como boletins de ocorrência produzidos pela internet facilitam as denúncias. “Na pandemia, o Estado de São Paulo abriu a possibilidade de BO online, mas essa não é uma realidade no país inteiro. As pessoas não conseguem denunciar. É preciso fortalecer esses canais para facilitar que mulheres em situação de violência possam pedir ajuda”, diz.

    2 – Homicídios voltaram a crescer

    Nos últimos dois anos, o número de crimes contra a vida no Brasil estava em queda. As mortes violentas intencionais (MVI), por exemplo, tinham caído 17,7% no ano passado, em comparação com 2018 — no total, 47.773 pessoas foram assassinadas no país em 2019.

    Mas agora o cenário se inverteu. Esse tipo de crime cresceu 7,1% nos primeiros seis meses de 2020, quando 25.712 pessoas foram vítimas de mortes violentas intencionais — uma morte a cada 10 minutos.

    Em parte, o crescimento foi puxado pelo Ceará, que registrou 96,6% de alta em relação ao ano anterior. O Estado viveu, no início do ano, uma grave crise de segurança pública, quando policiais militares ficaram em greve por 13 dias.

    Para Luiz Fábio Paiva, professor de Sociologia e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará, a pandemia também teve uma influência na produção de homicídios.

    “Em relação ao Ceará, a pandemia chegou num momento em que havia uma reorganização do crime e um reajuste da relação de forças entre as facções criminosas. A pandemia mudou a dinâmica econômica dos mercados ilegais. Os grupos armados tiveram que fazer ajustes em sua atuação, inclusive para sobreviver durante a pandemia, o que pode ter gerado tensões e incremento de conflitos”, explica.

    Samira Bueno concorda que a alta de homicídios pode ter a ver com mudanças provocadas pela covid-19. “A pandemia mexeu com os negócios ilícitos, como o tráfico de drogas, que precisou se adaptar. É possível que o tráfico tenha tido mais dificuldade para se reabastecer, ou novas disputas tenham ocorrido. Algo pode estar acontecendo nesses mercados, e é provável que só saibamos o que ocorreu no futuro”, explica.

    Por outro lado, as mortes em decorrência de operações policiais também cresceram — 6% nos primeiros seis meses do ano, com 3.181 vítimas. Os policiais também morreram mais neste período — foram 110 novas mortes, alta de 19,6%.

    3 – Menos assaltos a casas e comércio

    Já os crimes contra o patrimônio tiveram uma queda considerável no primeiro semestre deste ano.

    Roubos a pedestres, por exemplo, diminuíram 34%, segundo o Anuário da Segurança Pública. Assaltos a carros caíram 22,5%, e roubos de cargas, 25,7%.

    Já os assaltos a residências registraram uma queda de 16%, enquanto houve 18,8% menos roubos ao comércio.

    “A diminuição dos crimes contra o patrimônio é uma clara influência da pandemia. Como o comércio estava fechado e havia menos pessoas circulando nas ruas durante a fase mais restrita da quarentena, os criminoso tiveram menos oportunidades para agir. O isolamento dificultou a ação de pessoas que atuam nessa área”, explica a pesquisadora Samira Bueno.

    4 – Polícia rodoviária apreendeu mais drogas

    Outra estatística possivelmente afetada pela pandemia de covid-19 foi a apreensão de drogas ilegais.

    A Polícia Federal (PF), que fiscaliza aeroportos, fez menos apreensões de drogas, provavelmente por causa da diminuição do número de voos. Porém, o volume de maconha apreendido quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 217 toneladas. Em relação à cocaína, houve uma queda de 2,3%.

    Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atua em estradas e rodovias, aumentou bastante suas apreensões. No primeiro semestre, o volume de cocaína apreendida pela PRF cresceu 56,7%, atingindo 14 toneladas. Já a quantidade maconha presa pelo órgão aumentou 128%, chegando a 316 toneladas.

    Para Samira Bueno, um fluxo menor na quantidade de carros e caminhões nas estradas pode ter influenciado o incremento das apreensões.

    “Com isolamento social e rodovias mais vazias, a PRF conseguiu ser mais efetiva na fiscalização. Uma hipótese que trabalhamos também é que, com menos voos, houve uma diminuição do tráfico por esse meio, e um aumento do transporte de drogas por vias terrestres”, afirma.

    Para Marcelo Campos, professor da UFGD e do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, da Universidade Federal Fluminense, o aumento das apreensões não significa que o uso de drogas ilegais tenha caído.

    “Esse aumento de apreensões ocorre há certo tempo, mas não há uma correlação de que apreender mais diminua o uso, como mostrou a guerra às drogas nos Estados Unidos. Um horizonte de mudança na política de drogas e no proibicionismo, como vem ocorrendo em vários locais dos Estados Unidos, é o que nos faz ter esperança (de diminuição da violência), e não o aumento de apreensões”, afirma.

    Fonte G1

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  • COMENTANDO: MAIS UM ACIDENTE NA “ARMADILHA” DO TREVO PADRE VICTOR E AGORA COM MORTE. SERÁ QUE AGORA VÃO “ARRUMAR AQUELA VERGONHA”?

    COMENTANDO: MAIS UM ACIDENTE NA “ARMADILHA” DO TREVO PADRE VICTOR E AGORA COM MORTE. SERÁ QUE AGORA VÃO “ARRUMAR AQUELA VERGONHA”?

    Já perdi as contas de quantos acidentes aconteceram naquele trecho extremamente mal projetado no Trevo Padre Victor, uma das principais vias de acesso e de entrada para a nossa cidade. Eu mesmo já registrei jornalisticamente mais de 20 acidentes. Recentemente havia sido um caminhão carregado de cimento.

    O que eu quero entender é por que até agora não foram tomadas as providências necessárias? E não é questão de apontar ou culpar prefeito A ou B ou outros órgãos. Até porque ali é jurisdição do Governo do Estado de Minas Gerais. E certamente o DER possa solucionar a questão.

    Se eles enrolarem pra fazer, como de costume, penso que o Município poderia, através de seus deputados, cobrar uma ação junto ao Governador Romeu Zema. Não dá pra esperar mais. Uma vergonha para a nossa cidade, na “cozinha da nossa casa”.

    Muitos passaram pelo cargo de prefeito e o problema não foi solucionado junto ao Estado. Será que agora vão resolver? Tomara que sim! O atual gestor municipal é um cara bem intencionado e espero que não faça vistas grossas. Que ele cobre junto aos órgãos competentes os reparos devidos no local. E se o Estado não quiser fazer, que o Município pegue uma autorização e faça ele mesmo!

    Antes muitos cobravam: “vão esperar morrer alguém para que se faça algo?” E agora que uma mulher morreu? E de uma maneira absurda, ridícula e que poderia ser totalmente evitada? Certamente os familiares entrarão com pedido de indenização. Embora a indenização não traga a pessoa amada de volta.

    O Acidente Fatal

    Janice Maria Nogueira, de 56 anos (cheia de vida, residente em Boa Esperança) estava no banco de trás de um carro que seguia de Varginha para Boa Esperança no último domingo, quando o automóvel, ao fazer o contorno do Trevo Padre Victor, saiu da pista de rolamento e caiu numa vala.

    É fato que muitos motoristas entram no trecho de forma imprudente e acelerando, ou já imprimindo alta velocidade. E foi o que ocorreu nesse caso. O motorista de 29 anos de idade fez, segundo a Polícia Rodoviária Estadual, teste do bafómetro que deu negativo.

    Além do condutor estavam três mulheres no veículo. Duas sofreram ferimentos leves, mas Janice não resistiu e, depois de ser encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, pelo SAMU, acabou falecendo.

    As ocorrências que ali se consumam são conduzidas pela PRE que, por se tratar de uma rodovia estadual, tem jurisdição sobre a via. O problema já deveria ter sido resolvido há tempos, antes de uma morte ser consumada.

    Muitas pessoas se mostraram indignadas com o ocorrido, dentre elas um comerciante de gás da cidade. Ele lamentou a tragédia, disse que um grande manifesto deveria ocorrer ali e que, inclusive, colocaria seus caminhões para apoiar o protesto. “Aquilo ali é um absurdo, uma vergonha, e o que aconteceu agora é inadmissível. Uma armadilha para matar gente inocente, isso é triste demais e me revolta muito”, disse ele.

    Será que agora, depois do leite derramado, ou pior, do sangue derramado, de uma morte confirmada, vão resolver o problema? Problema que parece ser de fácil solução, segundo alguns especialistas. Cadê o Governo de Minas?

    Por que ninguém resolveu esse problema há 15, 10, 5 anos ou depois que aquele caminhão tombou nos últimos dias?

    A terceira pista entre Três Pontas e Varginha virou uma arma eleitoreira e nunca se concretizou. Ninguém acredita mais. Será que o mesmo ocorrerá no Trevo Padre Victor?

    Com a palavra aqueles que são responsáveis pela vida, ou melhor, pela “vala”…

    Que Padre Victor interceda por nós!

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  • Bombeiros são acionados para resgate de vítima de afogamento no Pontalete

    Bombeiros são acionados para resgate de vítima de afogamento no Pontalete

    Bombeiros foram acionados na tarde desta quarta-feira (27) para resgate de uma vítima que teria se afogado na região do Pontalete. De acordo com as primeiras informações um rapaz estava nadando num determinado ponto da represa de Furnas quando teria imergido.

    Equipes dos bombeiros militares estiveram no local. Mergulhadores de Varginha fazem buscas. A identidade da pessoa não foi divulgada nem pelos bombeiros nem pela Polícia Militar.

    Uma moradora da região relatou ao Conexão que a vítima era seu conhecido. “Realmente teve um afogamento. O moço deixou a moto no porto de Eloi Mendes, nadou até a ilha e quando estava quase chegando na ponte mais próxima ele afundou. Um amigo ainda tentou salvá-lo mas não deu. Os bombeiros estão do outro lado fazendo a busca”, relatou a mulher durante a operação desencadeada pelo Corpo de Bombeiros.

    Em contato com o Corpo de Bombeiros, foi passado para nossa reportagem, pelo Segundo Sargento Macedo, que de fato dois amigos sairam para nadar na Represa de Furnas. “Eles tentaram atravessar de um determinado lado até outro. E chegando na margem, a cerca de 50 metros, um deles começou a se sentir mal, dizendo que estava muito cansado e que não iria conseguir nadar mais. O amigo tentou segurá-lo pelo braço e não conseguindo acabou indo até a margem e pegando um pedaço de pau no intuito de resgatá-lo. O amigo fez o que podia fazer, mas não evitou que o amigo afundasse e se afogasse, temendo também pela própria vida. Ele então saiu para buscar ajuda”, revelou o Sgt. Macedo.

    Além dos homens dos Bombeiros por terra, uma aeronave ajudou nas buscas (5 militares ao todo). Foram utilizados diversos equipamentos de mergulho, como máscaras e roupões. Ainda conforme o chefe da operação de resgate o corpo de Renato Reis Oliveira, natural de Elói Mendes, 26 anos de idade, foi encontrado e resgatado. “Ele estava há apenas 7 metros de distância da margem e há cerca de 2 metros e meio de profundidade. Infelizmente mais uma vida perdida”, concluiu o bombeiro militar.

    O serviço de perícia foi acionado e posteriormente o corpo foi liberado para a funerária.

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  • Motorista morre em capotamento na zona rural de Três Pontas

    Motorista morre em capotamento na zona rural de Três Pontas

    Um grave acidente de trânsito foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas na noite da última segunda-feira (26) na região da Fazenda Pinheiros, zona rural da cidade. De acordo com as informações dos profissionais de resgate um veículo Voyage, com placas de Campos Gerais, acabou capotando e tirando a vida de seu condutor.

    José Afonso Mesquita, de 58 anos de idade, estava sozinho no veículo e não utilizava o cinto de segurança. Com o capotamento seu corpo foi parcialmente arremessado para fora, sendo comprimido pelo automóvel.

    Ainda segundo o resgate a vítima teria sofrido esmagamento do crânio e também do pescoço.

    O SAMU e os Anjos da Vida Socorristas Voluntários estiveram no local. Profissionais da Polícia Civil realizaram o serviço de perícia.

    As causas do acidente serão investigadas.

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  • NO SUL DE MINAS: Jovem é atingido por raio ao tentar empurrar carro que tinha acabado a gasolina

    NO SUL DE MINAS: Jovem é atingido por raio ao tentar empurrar carro que tinha acabado a gasolina

    Bruno Wellerson Goulart dos Santos estava acompanhado de três adultos e duas crianças de colo; vítima foi socorrida por populares

    Um jovem de 22 anos está em estado grave após ter sido atingido por um raio na tarde deste domingo (25), em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas. O caso aconteceu quando Bruno Wellerson Goulart dos Santos estava tentando empurrar o veículo, que tinha acabado a gasolina. A vítima foi socorrida por populares e levada para o hospital da cidade.

    De acordo com a polícia, Bruno estava acompanhado de três adultos e duas crianças de colo. O carro estava na Rua Pedro Faria. “O veículo que a vítima estava teria apresentado problemas e no momento em que ele desceu do carro foi atingido por uma descarga elétrica produzida por um raio”, diz Clemente Alves, tenente da Polícia Militar.

    O áudio de um dos homens, que passava pelo local, circulou nas redes sociais. “Quando saímos da pousada, estava chovendo muito e houve um estrondo muito forte. Mas continuamos o caminho, no sentido da rodovia. Logo à frente, um pessoal estava fazendo sinal para parar e pedia por socorro. Quando chegamos perto, tinha uma pessoa em estado grave. Tinha acabado a gasolina do carro e dois jovens estavam empurrando o carro. O raio atingiu um desses jovens”, explica a testemunha.

    A vítima foi socorrida por populares e levada para o Hospital São Vicente de Paulo. “Nós colocamos ele na caminhonete e levamos para o hospital. Ele já estava ficando roxo. Foi um desespero”, completa.

    Ainda de acordo com a polícia, o jovem foi transferido para a Santa Casa de Passos.

    Fonte Estado de Minas

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  • Fiz 18 anos e meu pai nunca pagou pensão alimentícia. Posso entrar com o pedido agora? – Dr. Gabriel Ferreira

    Fiz 18 anos e meu pai nunca pagou pensão alimentícia. Posso entrar com o pedido agora? – Dr. Gabriel Ferreira

    Sim, este pedido é possível de ser formulado, mas deve ser levado em conta algumas considerações.

    Primeiramente, salienta-se que a pensão alimentícia tem caráter de futuridade, ou seja, não se pode cobrar referente aos anos que passaram.

    Assim, quem nunca pediu judicialmente antes, independentemente de ter 5, 15, ou 20 anos, não consegue o valor pretérito (PASSADO), pois a pensão SÓ PODE SER FIXADA DO MOMENTO PRESENTE EM DIANTE e a execução de alimentos – cobrança – só pode ser formulada quando tem o documento da fixação de alimentos.

    Portanto, tal pedido de pensão com 18 anos ou mais, deve analisar a NECESSIDADE PRESENTE, isto é, se no momento o filho que está pedindo, necessita realmente de ajuda e ainda não tem condições de se manter sozinho, pois tal pensão será concedida para este momento presente em diante, não levando em conta os anos que se passaram.

    Além disso, por óbvio, a partir dos 18 anos o pedido será realizado pelo próprio filho, sem a participação da representante legal, como quando é menor de idade.

    Geralmente, quando o filho está com 18 anos e entra na faculdade, tal pedido é aceito, visto que se leva em consideração que com 18 anos a pessoa ainda não consegue se manter e os ESTUDOS EXIGEM AUXÍLIO.

    Mas isso é analisado caso a caso. Depende de muitas circunstâncias para conceder ou não. Deve ser analisado as condições do alimentante (quem paga a pensão): se ele trabalha, o que tem de contas, se tem outros filhos, o que necessita para subsistência. E as necessidades do alimentado (quem recebe a pensão): idade, capacidade e disponibilidade para trabalhar, estudos, gastos que possui.

    Então, em uma situação hipotética que o filho fez 18 anos e está na faculdade, ele não tem tanta disponibilidade para trabalhar, pois não possui ensino superior e não possui muito tempo livre, além das dificuldades normais do mercado de trabalho.

    Geralmente, não se espera que alguém atinja a independência financeira com 18 anos e, por isso, normalmente é concedido com essa idade, pois entende-se que ainda precisa de auxílio para se manter.

    Já em uma outra situação, que, por exemplo, o filho se formou em uma faculdade com 24 anos e quer fazer outra, a pensão pode não ser concedida, levando em conta que o filho já possui uma idade mais avançada, um diploma de ensino superior, uma disponibilidade de tempo maior, e o que geralmente se espera é que tenha possibilidade de se manter sozinho.

    Nada impede que seja fixado uma ajuda de custo mesmo assim. Sem contar que as fixações consensuais não existem parâmetros (impedimentos). Se o pai concorda em ajudar por muitos anos, não há problema algum.

    Aqui estamos tratando de fixação litigiosa em que o juiz decide o resultado final.

    Outrossim, as condições do pai interferem muito no caso. Um pai que ganha um salário mínimo, por exemplo, ou que tem outros filhos menores em que é obrigado a dar pensão, o juiz, geralmente, não vai definir pensão para o filho que já possui idade avançada e diploma. Já um pai que tem um alto padrão de vida, pode ajudar sem se sacrificar.

    Lembrando também, que as escolhas do filho devem ser de acordo com as possibilidades do pai, não cabendo exigir ajuda em casos extremamente onerosos. Por exemplo, em uma situação que o pai ganha 2 salários mínimos, pedir para que arque com 50% de um curso que custa R$1.000,00 é possível, podendo ter êxito no pedido.

    Já se for um curso de R$2.000,00 ou mais, dificilmente conseguirá, pois isso oneraria demasiadamente o pai, com 50% dos seus rendimentos ou mais.

    Assim, o pai tem a obrigação de ajudar nos ensinos e no sustento, mesmo com 18 anos, se demonstrado que o filho ainda não possui condições de ser manter sozinho, contudo, deve se levar em conta as possibilidades do pai, que não pode ser extremamente onerado com tal ajuda, de modo que prejudique sua subsistência.

    Por isso, deve se levar em conta sempre o caso concreto. Existem muitas nuances (diferenças) entre as possibilidades do alimentante (quem paga a pensão) e as

    necessidades do alimentado (quem recebe a pensão). E também há muitas possibilidades entre fazer revisional de alimentos, ajuda de custo e fixar pensão temporária, por exemplo.

    Ficou alguma dúvida, procure quaisquer advogados especialistas em direito de família.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG

    Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

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  • Três Pontas tem hoje 72 pessoas com covid-19; Total de casos é de 706, com 620 curados e 14 óbitos

    Três Pontas tem hoje 72 pessoas com covid-19; Total de casos é de 706, com 620 curados e 14 óbitos

    Município registrou na última qunta-feira (22) 0 recorde de confirmações em um único dia: 22 novos casos.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (26) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o de curados. O número de óbitos permanece em 14.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 706 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 620 já se recuperaram e, infelizmente, 14 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (26 de outubro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 72 pessoas estão com o vírus.

    No boletim da última quinta-feira (22) foi registrado o maior índice de contaminação num período de 24 horas, desde que a Secretaria Municipal de Saúde iniciou as divulgações via Boletim Epidemiológico na página oficial da Prefeitura. Foram 22 novos casos num único dia.

     

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal é de 4.297.

    Duas pessoas seguem internadas com covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outras cinco estão com suspeitas da doença na unidade de saúde. Há 70 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 193 dias. Isso dá uma média de 3,65 novos casos a cada 24 horas. Mas a realidade é mais preocupante, já que a curva de contágio do coronavírus segue em alta no município. Na última semana a média de novos casos diários foi de 10, mas oscilou entre 5 e 14 novas confirmações. E nos últimos dias a escalada foi ainda maior.

    14 mortes

    O Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã da segunda-feira (19) que o décimo terceiro óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 84 anos. Não foi informado se a vítima tinha comorbidades. Já a décima quarta morte é de um homem de 67 anos. Como comorbidades ele apresentava obesidade, insuficiência renal crônica e imunodeficiência/imunodepressão.

    “Dos 14 óbitos por coronavírus em Três Pontas 9 tinham Diabetes!”

    Cuidados

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

    As últimas informações divulgadas reiteram que uma vacina deverá começar a ser aplicada no Brasil somente no mês de dezembro, ou seja, daqui 2 meses, no mínimo. Todo cuidado é pouco!

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  • Pesquisas atestam eficácia de máscaras contra disseminação do coronavírus

    Pesquisas atestam eficácia de máscaras contra disseminação do coronavírus

    O uso de máscaras cirúrgicas pode, sim, diminuir o risco de transmissão de vírus causadores de doenças respiratórias. O aparato reduz a quantidade do agente infeccioso no ar expirado por pessoas contaminadas com coronavírus sazonais, que integram a família do Sars-CoV-2, causador da pandemia de covid-19, ou com o vírus da influenza, que provoca a gripe. A conclusão foi apresentada em um artigo publicado na na revista Nature Medicine.

    A evidência de que as máscaras são barreiras eficazes para impedir a passagem de certos patógenos surge em um momento oportuno. Autoridades da saúde de alguns países ainda avaliam se é válido ou não recomendar o uso de máscara pela população em meio à pandemia de covid-19. A OMS (Organização Mundial da Saúde) chegou a aconselhar que apenas profissionais da saúde, pessoas infectadas com o novo coronavírus ou familiares cuidando de doentes utilizassem máscaras cirúrgicas. Depois expandiu para todas as pessoas.

    Um dos motivos é a crescente falta de máscaras em hospitais dos países mais atingidos pelo Sars-CoV-2. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos reviram sua posição e passaram a indicar que as pessoas usem máscaras ou proteção de tecido no rosto em locais públicos nos quais é difícil manter distância de outros indivíduos.

    A indicação de que as máscaras contribuem para reduzir a transmissão do vírus vem de um experimento com 246 pessoas, concluído antes da identificação do Sars-CoV-2. Na Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong, na China, a pesquisadora Nancy Leung convidou os voluntários a passar meia hora no interior de uma câmara que capta o ar da expiração: a Gesundheit II, desenvolvida pelo médico Donald Milton, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, um dos autores coordenadores do estudo.

    Dos 246 participantes, 111 com sinais de infecção respiratória viral estavam contaminados com coronavírus sazonais, vírus da influenza ou rinovírus, que provoca o resfriado. Metade dos indivíduos foi selecionada aleatoriamente para fazer o teste com máscara e metade sem. Todos os participantes infectados apresentavam maior concentração de vírus no nariz do que na garganta. Os vírus também foram encontrados com mais frequência em aerossóis do que nas gotículas liberadas na respiração.

    Bem menores, os aerossóis permanecem em suspensão no ar por mais tempo e também se deslocam por distâncias maiores do que as gotículas, que tendem a pousar em superfícies próximas. Em outro estudo, o grupo do patologista Joshua Santarpia, da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, analisou amostras do ar, de objetos pessoais e de superfícies das instalações médicas em que 11 pessoas com covid-19 permaneceram internadas por vários dias.

    O grupo encontrou material genético (RNA) do vírus em todas as superfícies e em dois terços das amostras de ar. Segundo os resultados apresentados em um artigo da medRxiv, havia RNA viral até mesmo nas amostras de ar coletadas nos corredores, possivelmente transportado quando médicos e enfermeiros saíam dos quartos. Segundo os pesquisadores, os dados sugerem que as pessoas infectadas produzem aerossóis contendo partículas mesmo quando não tossem.

     

    Nos testes feitos em Hong Kong, as máscaras funcionaram melhor contra os coronavírus do que contra o vírus da influenza, mas não barraram a passagem dos rinovírus. Presentes em 40% dos aerossóis e em 30% das gotículas de quem fez o teste sem a proteção, os coronavírus não foram detectados nem nos aerossóis nem nas gotículas dos participantes infectados que usavam máscara.

    No caso do vírus da influenza, o protetor facial parece ter reduzido apenas a passagem de gotículas carregadas de vírus: eles foram encontrados em 26% das gotículas de quem não usou máscara, ante apenas 4% de quem portava o equipamento —não houve diferença significativa na quantidade de aerossóis contendo o agente infeccioso.

    O estudo não avaliou se o uso de máscara impede pessoas saudáveis de se infectar, mas indica que o protetor pode limitar a capacidade de indivíduos portadores do vírus (mesmo que assintomáticos) transmiti-lo adiante. Estima-se que 80% das pessoas contaminadas com o novo coronavírus não apresentem nenhum sintoma. “Mas, no meio de uma epidemia, estamos desesperados. O pensamento é que, mesmo que diminua um pouco a transmissão, vale a pena usar a máscara”, dizem as autoridades de saúde.

    Segundo pesquisadores, durante o estudo verificou-se que outras medidas podem ser eficazes para reduzir a transmissão, como melhorar a ventilação de locais públicos fechados, como os supermercados, e instalar, acopladas a exautores, lâmpadas que emitem radiação ultravioleta do tipo C, que inativa vírus e bactérias.

    Por fim, entendem os especialistas que, no momento atual, é muito prudente e necessário sim a utilização das máscaras.

    Fonte Veja

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  • Nova lei altera regras do Código de Trânsito; Veja o que muda

    Nova lei altera regras do Código de Trânsito; Veja o que muda

    Texto prevê CNH com até 40 pontos para alguns motoristas e estende validade do documento. Bolsonaro vetou restrições à circulação de motos.

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro. Entre outras mudanças, o projeto amplia a validade e o número de pontos da carteira de habilitação (veja detalhes abaixo).

    As novas regras entrarão em vigor 180 dias após a publicação da lei. Os trechos retirados por Bolsonaro serão reanalisados pelo Congresso Nacional, que pode restaurar as medidas ou derrubá-las em definitivo. A Câmara aprovou a versão final do projeto.

    Uma das principais mudanças feitas no Congresso prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos.

    Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Dessa forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, a condenação pode ser convertida em uma pena alternativa.

    Validade da CNH

    O texto sancionado amplia o prazo para a renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações:

    • 10 anos para condutores com menos de 50 anos;
    • 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos;
    • 3 anos para condutores com 70 anos ou mais.

    O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira.

    Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. O texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos.

    Pontos na CNH

    O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses:

    • 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima;
    • 30 pontos para quem possuir uma gravíssima;
    • 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo.

    Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos.

    O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator.

    Restrições para motos foram vetadas

    Em uma transmissão em rede social, Bolsonaro comentou a versão da lei que foi aprovada no Congresso e antecipou veto às regras que restringiam a circulação de motociclistas.

    Avaliação psicológica de condutores

    Segundo material divulgado pelo governo, Bolsonaro também vetou a exigência de avaliação psicológica de parte dos condutores nos seguintes casos:

    • motorista envolvido em acidente grave para o qual tivesse contribuído;
    • motorista condenado judicialmente por delito de trânsito;
    • motorista flagrado colocando em risco a segurança do trânsito

    Outras mudanças

    Cadeirinha

    O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança.

    Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima.

    A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio.

    Exames toxicológicos

    Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E.

    O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor.

    Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame.

    Recall

    O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento.

    Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas.

    Cadastro positivo

    A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses.

    O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados.

    Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário.

    Escolas de trânsito

    O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito.

    Consulta pública

    As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho.

    Multas administrativas

    O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo:

    • conduzir veículo com a cor ou característica alterada;
    • conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório;
    • portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran;
    • deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor.

    Penalidade de advertência

    O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses.

    Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito “entender esta providência como mais educativa” e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses.

    Faróis

    O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite.

    O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos.

    Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades “poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano.”

    Veja outros pontos do projeto:

    • Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação;
    • Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira – o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso de viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média;
    • Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite;
    • Policiais legislativos: texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente.

    Fonte G1

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  • Três Pontas tem hoje 71 pessoas com covid-19; Total de casos é de 698, com 613 curados e 14 óbitos

    Três Pontas tem hoje 71 pessoas com covid-19; Total de casos é de 698, com 613 curados e 14 óbitos

    Município registrou ontem (22) 0 recorde de confirmações em um único dia: 22 novos casos.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (22) com um dado alarmante: foram 22 novos casos de coronavírus em apenas 24 horas, o recorde desde que a Secretaria de Saúde começou de divulgar os boletins diários. Já nos dados desta sexta-feira (23) as informações trazem não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o de curados.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 698 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 613 já se recuperaram e, infelizmente, 14 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (23 de outubro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 71 pessoas estão com o vírus.

    No boletim da última quinta-feira (22) foi registrado o maior índice de contaminação num período de 24 horas, desde que a Secretaria Municipal de Saúde iniciou as divulgações via Boletim Epidemiológico na página oficial da Prefeitura. Foram 22 novos casos num único dia.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal é de 4.200.

    Duas pessoas seguem internadas com covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outras três estão com suspeitas da doença na unidade de saúde. Há 69 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 190 dias. Isso dá uma média de 3,67 novos casos a cada 24 horas. Mas a realidade é mais preocupante, já que a curva de contágio do coronavírus segue em alta no município. Na última semana a média de novos casos diários foi de 10, mas oscilou entre 5 e 14 novas confirmações. E nos últimos dias a escalada foi ainda maior. De ontem para hoje foram mais 17 casos.

    Dois novos óbitos no início da semana

    O Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (19) que o décimo terceiro óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 84 anos. Não foi informado se a vítima tinha comorbidades. Já a décima quarta morte é de um homem de 67 anos. Como comorbidades ele apresentava obesidade, insuficiência renal crônica e imunodeficiência/imunodepressão.

    “Dos 14 óbitos por coronavírus em Três Pontas 9 tinham Diabetes!”

    Cuidados

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

    As últimas informações divulgadas reiteram que uma vacina deverá começar a ser aplicada no Brasil somente no mês de dezembro, ou seja, daqui 2 meses, no mínimo. Todo cuidado é pouco!

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    Roger Campos

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  • Silêncio! Coligações se negam a participar de Debates Políticos propostos pelo Conexão

    Silêncio! Coligações se negam a participar de Debates Políticos propostos pelo Conexão

    Portal pretendia fazer debates com candidatos a Prefeito e também a Vice-Prefeito para auxiliar na escolha do eleitor trespontano. Mas as duas coligações disseram não!

    No início da tarde desta terça-feira (20 de outubro) o Jornalismo do Conexão Três Pontas esteve na sede do Cartório Eleitoral do município para entregar pessoalmente a solicitação de realização de dois debates políticos (ao vivo), sendo um deles com os candidatos a Vice-Prefeito de Três Pontas e o outro com os concorrentes ao posto de Chefe do Executivo Municipal. Apesar da manifesfação nas redes sociais e também via whatsapp ao Conexão Três Pontas por parte de apoiadores e membros das campanhas eleitorais, feita de forma prévia, sugerindo a realização dos debates ou entrevistas, os dois grupos políticos declinaram da participação no embate político que seria ao vivo.

    Maria Rosa Guimarães Miari, Chefe do Cartório Elewitoral de Três Pontas.

    A Iniciativa

    Na terça-feira entregamos o documento para a representante da Justiça Eleitoral de Três Pontas, senhora Maria Rosa Guimarães Miari, que, de pronto, deferiu a nossa solicitação. O Conexão Três Pontas também encaminhou na mesma tarde ofícios às duas coligações que disputam as eleições na cidade convidando-os a participar dos dois debates que deverão ocorrer em dias distintos. São elas:

    _ Coligação Acelera Mais Três Pontas, composta pelos partidos PDT, PT, MDB, PSDB, PV, PSB e PSD.

    _ Coligação Todos Juntos por Três Pontas, composta pelos partidos Democratas, PTB, PSL, PL, Cidadania, Patriotas e Avante.

    O objetivo da realização dos debates era, de forma clara, imparcial e independente, auxiliar o eleitor trespontano na escolha de seus representantes máximos, onde os mesmos teriamo a oportunidade de expor os seus planos de governo e confrontar ideias dentro de um debate de alto nível e que seguiria os seguintes critérios:

    DEBATE COM OS CANDIDATOS A PREFEITO E A VICE-PREFEITO DE TRÊS PONTAS

    Realização: Portal Conexão Três Pontas

    Transmissão: Conexão Três Pontas

    Datas e horários: A serem combinados com as coligações.

    Candidatos a Vice-Prefeito: Geraldo da Caixa e Luizinho Vereador

    Candidatos a Prefeito: Paulo Luis Rabello e Marcelo Chaves Garcia

    Formato: Três Blocos

    _ 1º Bloco – 3 Perguntas alternadas do Apresentador para cada candidato com o tempo de resposta de 1 minuto e réplica de 30 segundos do adversário.

    _ 2º Bloco – 1 Pergunta de cada jornalista convidado para cada candidato com o tempo de resposta de 1 minuto e réplica de 30 segundos do adversário.

    _ 3º Bloco – 3 perguntas entre si, de forma alternada, feitas pelos participantes com o tempo de resposta de 1 minuto e réplica de 30 segundos do adversário.

    Observações:

    _ Atingindo o tempo limite, mesmo sem finalizar o raciocínio, a resposta será encerrada pelo apresentador.

    _  Caso algum candidato se negue a participar será feita entrevista com o outro proponente sozinho.

    Jornalistas convidados:

    _ Francisco Barros (Rádio Sentinela FM)

    _ Vanderley Vitoriano (Rádio Liberdade FM)

    _ Arlene Brito (Portal Sintonize Aqui)

    _ Leonardo Veiga (Correio Trespontano)

    _ Marco Túlio Mendonça (Três Pontas em Foco)

    Respostas das Coligações

    A Coligação Todos Juntos por Três Pontas, dos candidatos Paulo Luís e Geraldo da Caixa, através do seu marketing, na pessoa de Natasha Maria, via whatsapp declarou:

    _ Nós da coordenação decidimos que não iremos. Mas agradeço o seu convite! Os motivos são de agenda cheia com a campanha “me chama que eu vou”.

    A Coligação Acelera Mais Três Pontas, dos candidatos Marcelo Chaves e Luizinho Vereador disse, através do Coordenador de Campanha, Luiz Antônio Diniz (Baratinha), via whatsapp afirmou:

    _ Os representantes da coligação ACELERA+TRÊS PONTAS resolveram não participar e agradecem a oportunidade oferecida. Muito obrigado pelo convite. O motivo são as agendas já assumidas até o dia 14/11 e o Prefeito despacha na Prefeitura. Estamos tentando conciliar tudo.

    O Conexão Três Pontas lamenta profundamente pela não realização dos debates e lembra que, apesar das justificativas, quem sai perdendo é o eleitor trespontano.

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    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

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    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

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