Autor: Roger Campos

  • Vazamento em tanque contaminou cervejas da Backer, diz Polícia Civil

    Vazamento em tanque contaminou cervejas da Backer, diz Polícia Civil

    Dietilenoglicol, substância ligada aos casos de síndrome nefroneural manifestados em pessoas que consumiram a cerveja, vazou em tanque

    Um vazamento liberou dietilenoglicol nas cervejas produzidas pela Backer. Cinco meses depois, foi essa a conclusão da Polícia Civil de Minas Gerais ao investigar os casos da síndrome nefroneural, doença provocada pela ingestão da substância tóxica. Os resultados foram apresentados nesta terça-feira no auditório do Departamento de Trânsito (Detran), em Belo Horizonte.

    O resultado do inquérito foi apresentado pelo delegado Flávio Grossi, à frente dos trabalhos, e o superintendente de Polícia Técnico-Científica, o médico-legista Thales Bittencourt.

    Flávio Grossi explicou que a apuração foi multiprofissional, envolvendo químicos, engenheiros e peritos. Primeiro, foi preciso entender como a cerveja é feita. “O malte é levado para um processo que leva o mosto. O mosto é resfriado e é levado por tubulações ao tanque. O tanque é resfriado com líquido anticongelante e, posteriomente, embalado para consumo. Ele resfria os tanques de forma que não haja vazamento: é  uma grande geladeira chamada de chiller”, detalhou.

    O vazamento que contaminou as cervejas foi identificado justamente no chiller. “O líquido jorrava e se misturava com a cerveja”, informou. “Além do vazamento do chiller, havia outros pontos de vazamentos pela fábrica”. Em janeiro, a Polícia Civil já havia constatado a presença do dietilenoglicol no chiller. Segundo Flávio Grossi, houve falha na solda do tanque, adquirido pela empresa no fim do ano passado.
    Pelo menos 42 pessoas intoxicadas por dietilenoglicol, sendo que nove delas morreram. Ainda que a incidência maior tenha sido a partir de dezembro de 2019, foram investigados casos de meados de 2018 ao início de 2020.
    Onze pessoas serão indiciadas por lesão corporal, homicídio e intoxicação, segundo a Polícia Civil.

    Fonte EM

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  • Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    O fato de ser o primeiro país a testar a vacina de Oxford contra a covid-19, pode fazer o Brasil ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

    A participação do nosso país – o primeiro fora do Reino Unido a fazer parte das pesquisas da vacina – coloca o Brasil como “grande candidato” a usá-la, disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, à Agência Brasil.

    A Unifesp vai participar da terceira fase de pesquisas da vacina inglesa nas próximas semanas. Os testes serão feitos em mil voluntários que vivem em São Paulo e atuam em atividades com exposição ao vírus.

    “Existem algumas conversas nesse sentido [para o país poder ter prioridade no uso da vacina]. Nós estamos trabalhando para que sim. O fato de estarmos integrando e sermos o primeiro país fora do Reino Unido e também o primeiro laboratório no Brasil a realizar esses estudos – semelhantes a esses não há nenhum outro no Brasil – torna o país um grande candidato”, afirmou.

    A produção

    De acordo com a reitora da Unifesp, com acesso à “receita” da vacina, o Brasil terá capacidade de reproduzi-la em grande escala, a partir de laboratórios nacionais.

    “Tendo acesso à vacina, nós temos capacidade de produção em larga escala, por meio dos nossos laboratórios nacionais de fato, como o Instituto Butantan, e os laboratórios da Fiocruz, entre outros”, afirmou.

    Por que Unifesp?

    Soraya explicou porque a Unifesp foi uma das escolhidas para testar a vacina no Brasil.

    “Inicialmente é por conta da liderança da doutora Lily Yin Weckx, que é a coordenadora do estudo no Brasil e é coordenadora do laboratório do Centro de Referência em Imunização da Unifesp. Esse centro tem conexões com diversos outros pesquisadores do Reino Unido e da Europa. E também por conta da doutora Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também pesquisadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Unifesp. Por causa da experiência que elas têm na área e dos estudos que já realizaram anteriormente, com reputação muito boa internacional, o nosso laboratório aqui da Unifesp foi indicado para executar essa fase do teste da vacina”, disse.

    Prazos

    Os testes ainda não começaram. Isso deve acontecer por volta da terceira semana de junho.

    “Essa fase será a fase de recrutamento. Em seguida, os testes desses voluntários selecionados. Depois, a aplicação da vacina, e o seguimento por alguns meses, até doze meses, para que os resultados possam ser conclusivos. Eu disse até 12 meses, porque a perspectiva é que este período pode ser de doze meses ou talvez um pouco menos”.

    A vacina de Oxford, feita no laboratório da universidade do Reino Unido, é a que está em processo mais adiantado no mundo.

    Com informações da Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • POLÍCIA MILITAR DE TRÊS PONTAS LOCALIZA DROGA APÓS ABORDAGEM E PRENDE AUTOR

    POLÍCIA MILITAR DE TRÊS PONTAS LOCALIZA DROGA APÓS ABORDAGEM E PRENDE AUTOR

    Na última quarta-feira (03) por volta das 16hs, durante patrulhamento pelo bairro São Judas Tadeu em Três Pontas, uma viatura policial se deparou com 02 indivíduos correndo pela Rua Adolfo de Paula Pereira e eles, ao avistarem a viatura, adentraram num matagal próximo.

    A equipe policial seguiu os indivíduos, sendo que um deles não foi mais visto e o outro de 26 anos foi alcançado pela equipe e durante o trajeto veio a dispensar uma sacola com 40 pinos de cocaína, droga que foi recolhida pela equipe. Com ele foi encontrado 01 aparelho celular e R$ 101,75.

    Ele não quis informar quem seria o outro indivíduo, sendo então preso e conduzido para a delegacia de Polícia Civil, junto com o material arrecadado onde o flagrante foi ratificado.

    Fonte: Assessoria de imprensa do 24° BPM

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  • Os desafios do Jornalismo em época de pandemia por Roger Campos

    Os desafios do Jornalismo em época de pandemia por Roger Campos

    Assim como a sociedade de uma forma geral, os jornalistas têm uma tarefa árdua e inédita pela frente. Afinal de contas é a primeira vez que estamos nos deparando com uma realidade tão complexa e que exige tanto dos profissionais da comunicação.

    Os desafios dos jornalistas atualmente são muitos, desde a necessidade de apurar, se envolver e produzir reportagens atuais e acima de tudo coerentes e responsáveis sobre o tema coronavírus. Em meio à necessidade ou recomendações de isolamento social, cabe aos jornalistas se desdobraram para garimpar as melhores informações para alimentar o seu público.

    Como se isso já não fosse o bastante, vivemos um período em que os jornalistas são colocados à prova a todo instante, a começar pelo governo federal na figura do seu presidente Jair Bolsonaro que diariamente mantém o relacionamento com os profissionais da informação de uma maneira áspera e rude, enquanto, não se pode negar, é atacado de todas as formas por parte da mídia, como nunca se viu.

    Além disso ainda convivemos com todo o universo das fake News, uma realidade que acabará separando o joio do trigo em relação aos bons profissionais, onde aqueles que se sobressaírem conquistarão respeito e sua vaga no mercado de trabalho.

    Infelizmente assim como na economia de uma forma geral os efeitos causados pelo coronavírus no Jornalismo são grandes, inclusive no aspecto da diminuição de efetivo de profissionais atuando já que algumas demissões têm ocorrido com o propósito de enxugar os gastos fazendo com que aqueles que almejam manter seus trabalhos acabem sendo obrigados a exercer mais de uma função.

    No meu ponto de vista o mercado de trabalho para os futuros jornalistas vive um período difícil onde algumas portas devem se encontrar fechadas obrigando muitos profissionais a trabalharem por conta própria como por exemplo em blogs, sites, podcast, YouTube e outras ferramentas.

    O que é certo é que o coronavírus trouxe e deixará de herança uma grande mudança nas relações interpessoais e na forma como encaramos o nosso trabalho independente da profissão. Aquele jornalista que continuar trabalhando com afinco e amor mesmo que encontre algumas dificuldades terá o seu lugar ao sol se adaptando ao chamado novo normal.

    Como dica lembro que o estudo, a busca incessante pelo conhecimento acaba sendo um grande aliado no sonho de estabilidade e crescimento na vida de qualquer jornalista. Juntos iremos superar esta fase difícil e mostrar o quão importante é e continuará sendo a figura de um jornalista.

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  • Alerta: Três Pontas chega a 24 casos de Covid-19

    Alerta: Três Pontas chega a 24 casos de Covid-19

    A Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou na manhã desta segunda-feira (08) novos números, chegando ao vigésimo quarto caso de coronavírus na cidade. Deste total, 17 já estão recuperadas e há ainda o registro de uma morte.

    A Prefeitura Municipal tem tomado uma série de atitudes para conter o avanço do coronavírus na cidade. Dentre as ações está a criação dos chamados “espanta bolinhos” ou “desaglomeradores”, que têm organizado as filas na região bancária da cidade, bem como nas casas lotéricas. A novidade implantada pelo Prefeito Marcelo Chaves foi destacada em boa parte da mídia nacional e repercutiu até fora do país.

    Apesar da reabertura do comércio, que está sendo feita de forma organizada e responsável, seguindo todos os critérios de prevenção, as festas particulares, encontros em áreas afastadas como o já conhecido luau, churrascos com amigos em casas de piscina, rodas de pagode, de funk e outros eventos, têm acontecido constantemente, inclusive nas residências de pessoas conhecidas, até de autoridades. Contrariando todo apelo de isolamento social. O “fique em casa”, em Três Pontas, foi distorcido e se transformou em “fique em casa fazendo festa”, para 10, 20 ou até 30 pessoas, conforme apurou nossa reportagem nos últimos dias.

    Se lojas, supermercados, salões, padarias, entre outros setores, estão respeitando, há denúncias constatantes de que muitos bares não estão cumprindo a distância entre as mesas, o número de frequentadores e outras normas de segurança contra a pandemia. As últimas denúncias feitas ao Conexão relevam que há pessoas organizando “quadrilhas juninas” para os próximos dias, o que elevará potencialmente o risco de proliferação do vírus chinês.

    Desta forma, alertam os especialistas em saúde, o resultado não tem como ser outro senão o crescimento do número de casos e, muito provavelmente, de mortes.

    O último Boletim da Covid-19, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, são os seguintes:

    ⚠️BOLETIM DO COVID-19

    – 17 CASOS CURADOS.

    CASOS CONFIRMADOS

    – 23 CASOS CONFIRMADOS – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;
    – 01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    TOTAL DE CASOS CONFIRMADOS – 24 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    – 01 CASOS SUSPEITOS – Realizaram exames e aguardando resultados em quarentena;
    – 00 ÓBITOS EM INVESTIGAÇÃO
    – 111 CASOS DESCARTADOS – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.
    – 433 CASOS SÍNDROME GRIPAL – Suspeitos com sintomas de gripe
    – 30 DESCARTADOS DA REDE PRIVADA – Pessoas que fizeram exames particulares e foram descartados.

    – TOTAL DE COLETA PARA EXAMES – 166

    USE MÁSCARA! PROTEJA A VIDA DE SUA FAMÍLIA!

    Fonte Prefeitura Municipal de Três Pontas

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  • QUARENTENAGENS por Nilson Lattari

    QUARENTENAGENS por Nilson Lattari

    Desde o meu isolamento, vendo o mundo pela janela, acompanho as pessoas passarem na rua, e vou verificando aquelas que usam a máscara de proteção ou não. Algumas a utilizam, nem sempre no lugar apropriado.

    Vejo um idoso de seus noventa anos passeando, tranquilamente, na rua, dando a volta no quarteirão. Me pergunto: quantas pessoas existem na vida que não sabem o prazer de poder ler um livro, assistir a um filme sem nada para importuná-las? Nem sempre podemos fazer de nossa vida, nossa maneira de viver, um modelo para todos. Somos diferentes, mas, também, devemos perguntar se não podemos ser iguais em alguma coisa? Como estar engajados na mesma luta.

    Temos vizinhos novos, e o entra e sai é constante, e me surpreendo quando vejo a máscara de pano pousada, tranquilamente, na maçaneta da porta, como se fosse um apetrecho qualquer, um tipo de guarda-chuva, que estará em algum momento esquecido em algum lugar. Recebem visitas, enchem a casa e, chegando do mercado, o carrinho de compras entra pela cozinha. Mas, ao sair, colocam a máscara.

    Em um lugar em frente, parecendo em obras, alguém sai carregando uma quantidade de canos, seguido de uma mulher, que ao ser aberto o portão por alguém responsável, cumprimentam-se com o apertar das mãos. A mulher, ao sair na rua, põe a máscara no rosto, mesmo depois de cruzar um pátio até a saída, ajustando-a com a mão que recebeu o cumprimento. O seu acompanhante não usa.

    Chega o sinhorzinho da sua caminhada e começa a conversar com um outro que está sentado em uma vitrine de uma loja, se chegam próximos, trocam conversas, ele com a máscara, o sinhorzinho não. Ele volta e encontra um outro idoso, também sem máscara, e começam a conversar, como se o tempo não existisse, ao menos este tempo.

    Um e mais outro passam com seus pets, caminhando pela calçada, e eu me pergunto quando o animal chega em casa, quais os cuidados a fazer? Lavar as patas, esfregar o pelo, onde estará o vírus?

    Alguns estudiosos dizem que o vírus permanece no ar por algum tempo, e depois cai no piso. Se o vento leva uma simples folha, não elevará do solo o vírus?

    Passa, novamente, uma pessoa conhecida com uma comida comprada pronta. É conhecida, chamamos sua atenção e ela diz que precisa comer. Dali a um tempo ela está, novamente na rua, trazendo outra quantidade. Não nos olha mais, segue adiante.

    Um artigo ou comentário que li na internet aponta uma pesquisa feita por uma doutoranda em psicologia traçando um perfil das pessoas contrárias ao isolamento: estudante, baixa renda, desempregado e de perfil de direita. Fico pensando sobre o estudante. Seria a falta das aulas e a vontade de sair pelas ruas? Baixa renda e desempregado a razão seria, presumivelmente, a necessidade em auferir alguma renda. Com perfil de direita, seria um revolucionário contraditório? O que seria perfil de direita para um estudante, baixa renda e desempregado?

    O segundo aponta um negacionismo. Algumas pessoas devem se sentir acuadas, e o negacionismo é uma defesa em querer acreditar que não é bem assim. Se todas as autoridades ficam em uma posição de apoio, o negacionismo é menor, mas, se alguém destoa, é o suporte suficiente para acionar o gatilho. Sobre esse ponto, li, há muito tempo, longe desse instante pandêmico, que um terço da população apoia causas, outro terço não, e o restante das pessoas apena observa os dois grupos e toma uma decisão.

    É o pior momento para bater cabeças.

    Um terceiro aponta uma ansiedade. As pessoas vivem ansiosas por liberdade, por querer que tudo acabe rápido, querendo por um fim ao pesadelo.

    Enquanto isso, da minha janela me debato, o que eu sou, como me sinto. Não sei explicar. Mas viver sem que haja amanhã faz todo o sentido, pena que confinado em um espaço tão pequeno. E o nosso destino e esperança nas mãos de um terço e de outro que pode apoiá-lo.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • DEVEMOS SER EXIGENTES COM NOSSAS PRETENSÕES, POIS A VIDA É GENEROSA por JUAREZ ALVARENGA

    DEVEMOS SER EXIGENTES COM NOSSAS PRETENSÕES, POIS A VIDA É GENEROSA por JUAREZ ALVARENGA

    A vida é um buraco profundo, onde para chegar ao máximo de profundidade, devemos sintonizar nossa mente com a realidade circunscrita.

    Quantos mergulhos em vão, mas tem uma hora que acertamos o alvo do tesouro cobiçado, deste que num de nossos mergulhos, não voltamos à tona.

    Aprender com a desilusão é fechar, com convicção caminhos que não levam a lugar nenhum. E voltar a iludir com as artimanhas que nos faz atingir o núcleo do êxito.

    Saber compreender, querer para nossas vidas aquilo que até então está distante de nossas mãos é uma receita infalível que nos leva ao topo do sucesso.

    Não devemos confundir generosidade da vida com gratuidade. Neste repertório abundante de conquistas, todas elas exigem desgaste psicológico, como sonhos com logísticas. Pois, os lugares das utopias são o sereno das madrugadas e não no conforto das cobertas quentinhas nos meses de frio, nas camas de repouso.

    É penetrando no átrio da realidade, que devemos dar, os primeiros passos, em direção ao concreto estagnado

    Pois, o habitat natural de nossas utopias, é agredindo a realidade até intimidar, com os nossos sonhos valentes como o leão destemido agride um pedaço de carne com sua fome imensurável.

    Sonhos, sem logística, são como um canteiro adubado com clima favorável, porém não com as sementes fecundas, plantadas em seu subsolo.

    Gratuito na vida só espermatozoide de meu pai com o ovulo de minha mãe.

    Tudo exige sacrifícios da realização e sonhos, como dinâmica para atingir o alvo.

    Não confunda a generosidade da vida, que exige reciprocidade com gratuidade.

    Sei que a vida nos reserva algumas dadivas, mas não ao ponto de solucionar todas as nossas necessidades psicológicas.

    Se, exigimos o máximo da vida, ela retribui contente com sua generosidade, mas não como figurino estático, porém com sonhos caçando a realidade.

    Mobilidade, é o motor que potencializa os sonhos, em realidade ao dinamismo de quem sabe que vida é uma nota de cem reais, no topo de um pau de sebo, onde somente os persistentes e determinados serão premiados.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

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  • COVID-19 E A FALTA DE LEITOS: O DIREITO DIZ QUEM DEVE MORRER??? – Gabriel Ferreira

    COVID-19 E A FALTA DE LEITOS: O DIREITO DIZ QUEM DEVE MORRER??? – Gabriel Ferreira

    Neste artigo falaremos a respeito da necessidade x escassez de recursos públicos para suprir a população em tempos de coronavírus.

    Inicialmente, precisamos compreender que o direito à vida é um dos nossos direitos fundamentais, com previsão no artigo 5º, caput, da Constituição Federal de 1988. Logo, para que possamos viver bem, nossa saúde precisa estar em boas condições. Justamente por isso, a Constituição Federal faz menção à necessidade do Estado em fornecer boas condições para os tratamentos de saúde, bem como criar medidas para evitar os riscos. Vejamos o que dispõe o artigo 196, caput, da CRFB/88:

    “Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

    Desta forma, não nos resta dúvida de que o Estado deve sempre buscar atender a sociedade, seja com investimentos em médicos, psicólogos, advogados e demais profissionais que prestarão serviços públicos. De todo modo, o foco deste artigo é a saúde pública em tempos de pandemia, vez que há mais demandas do que recursos.

    O que deveria ser disponibilizado?

    O cenário perfeito seria os testes para COVID-19 sendo realizados rapidamente e, em casos positivos, haver tratamentos eficazes, de qualidade, com medicamentos gratuitos e em todas as condições que assegurariam uma vida digna.

    Deveria também haver alas em hospitais para todos os pacientes, com toda segurança e equipamentos necessários, sem que ficassem em corredores ou em salas tumultuadas.

    Aos profissionais da saúde, deveriam ser fornecidos todos os equipamentos de proteção, que de fato os protegessem, além de um tratamento humanizado que não os colocassem sob extrema pressão, anseio e culpa pelo que não conseguissem controlar.

    Isto porque, como já vimos acima, o Estado possui o dever de criar políticas públicas para a promoção, proteção e recuperação das pessoas em relação ao direito constitucional à saúde.

    Mas então, por qual motivo este cenário não existe?

    Bom, em primeiro momento devemos entender que o Estado também precisa de dinheiro para se manter. Além do mais, seu orçamento deve ser destinado para várias áreas, como a educação, cultura, saneamento básico, saúde, dentre outras.

    Assim sendo, não é a integralidade do dinheiro público destinada à saúde. Portanto, como em tempos de COVID-19 há mais demandas do que recursos, o Estado não consegue cumprir integralmente o que precisa.

    Neste patamar, temos as chamadas escolhas trágicas, que são escolhas entre dois direitos importantes, porque o Estado, financeiramente e economicamente, não pode amparar a todos em todos os momentos.

    E como são feitas as escolhas?

    Tragicamente, como o próprio nome já diz, o Estado escolhe entre dois direitos altamente importantes e o prioriza. Exemplo disto são as vagas em hospitais em tempos de COVID-19, que, não havendo para todos, os profissionais da saúde têm a recomendação de solicitar aos mais saudáveis que, embora estejam contaminados, tentem se recuperar em suas casas.

    Como já dito acima, o cenário perfeito seria haver vaga para todos que dela necessitam, mas, em decorrência do orçamento público, é preciso escolher.

    Desta forma, há um protocolo para que os profissionais da medicina sigam, relativos à prioridade no atendimento. Os médicos deverão observar se o quadro clínico do paciente é leve ou grave, bem como as suas condições físicas, como idade, problemas de saúde, se a mulher é gestante, dentre outros.

    Nos casos leves, a recomendação é o manejo terapêutico e o isolamento domiciliar. O manejo terapêutico é entendido pelo protocolo como repouso, hidratação, alimentação adequada, analgésicos e anti-térmicos. Já o isolamento domiciliar, nessas recomendações, é indicado por 14 dias a contar da data de início dos sintomas.

    Nos casos graves, a recomendação é a estabilização e encaminhamento do paciente ao centro de referência ou ao centro de urgência.

    A tabela a seguir, elaborada pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), nos mostra quais são os sinais e sintomas da gravidade da doença:

    Deste modo, havendo estes sintomas, o paciente será encaminhado ao local de tratamento, por ser questão de prioridade.

    A reserva do possível e o mínimo existencial

    Nesta mesma linha de pensamento das escolhas trágicas, encontra-se a reserva do possível e o mínimo existencial.

    Reserva do possível é a limitação do Estado ao investir em condições sociais, como a saúde, justamente por conta do orçamento público, como é o caso das escolhas trágicas que já falamos acima.

    Mínimo existencial é tudo aquilo que é necessário para uma vida digna, pois é observado o princípio da dignidade da pessoa humana.

    Logo, quando o Estado precisa escolher entre duas trágicas opções, pois ambas são necessárias ao ser humano, estamos diante da reserva do possível e do mínimo existencial.

    E o Direito diz quem deve morrer?

    Bom, ao longo de todo o texto podemos compreender que o Direito diz quem deve ser priorizado, devido às escolhas trágicas.

    Mas, e se caso a pessoa não priorizada morrer ou sofrer graves complicações em decorrência da sua não priorização pelo Estado, o que acontece? há responsabilidade do Estado? Neste caso devemos observar a responsabilidade civil do Estado, prevista no artigo 37, § 6º da Constituição Federal, em que aponta a responsabilidade estatal como objetiva, pois independe de culpa. Vejamos:

    “Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

    § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.”

    A culpa nada mais é do que a negligência, imprudência e imperícia, algo cometido sem intenção, mas que cause alguma consequência negativa. E o dolo nada mais é do que a vontade da pessoa em praticar o ato, mesmo sabendo que ele é ilícito, ou seja, contrário a lei.

    Assim, como ressaltado, o Estado terá responsabilidade sempre que estiverem presentes:

    a) Alguma conduta cometida por ele, seja por ação (como por exemplo, medicar o paciente com algum remédio que este é alérgico ou colocá-lo em local que exponha ainda mais a sua vida em risco, como em alas com outros pacientes em situações extremas, sem isolamento quando necessário) ou por omissão (como por exemplo, deixar de medicar o paciente ou de tomar as providências que deveria para salvar sua vida).

    b) Algum dano ao paciente, como por exemplo, a piora do seu quadro clínico ou a morte.

    c) O nexo de causalidade ou nexo causal, que é a relação da conduta com o dano sofrido. Exemplo: o paciente morreu em decorrência da conduta do médico, pois o médico o deixou no corredor, com várias outras pessoas em situações iguais ou piores, quando este deveria ter sido colocado em isolamento.

    Assim sendo, podemos ver que somente estes três elementos bastam para a responsabilização do Estado. Isto porque não precisa ser comprovada a culpa do Estado.

    Então, mesmo que o paciente tenha falecido sem que o Estado quisesse isso, ainda assim ele será penalizado se provada sua conduta, dano e nexo causal, pois não depende de culpa ou de dolo.

    Desta forma, caso a pessoa não priorizada morra ou sofra graves complicações em decorrência da sua não priorização pelo Estado, se o Estado não tiver aplicado as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública prevista na Lei nº 13.979/20, que trata a respeito do surto do COVID-19, o Estado poderá sim ser responsabilizado.

    Essas medidas objetivam a proteção da coletividade, como a necessidade de pronto atendimento da situação de emergência, o direito de receberem tratamento gratuito, dentre outros.

    Desta forma, podemos compreender que, infelizmente, não se pode priorizar a todos em todos os momentos, pois a verba orçamentária possui limites. Portanto, apesar de haver o direito constitucional à saúde, ainda assim é preciso lidar com as escolhas trágicas.

    Ficou com alguma dúvida? Fale com quaisquer advogados especialistas.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

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  • Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Próxima fase de testes terá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido, já selecionados, e a mesma quantidade em território brasileiro

    vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia, será testada em humanos também no Brasil.

    Segundo informações obtidas pela ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil  voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

    Isso se deve ao fato de a menor circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento ter tornado mais difícil a avaliação da eficácia da imunização. A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

    As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

    A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

    No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.
    A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas. (ANSA)

    Fonte EM

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  • DENGUE SEGUE CONTAMINANDO; MINAS JÁ TEM MAIS DE 60 MIL CASOS: NOVA MORTE REGISTRADA NO SUL DO ESTADO

    DENGUE SEGUE CONTAMINANDO; MINAS JÁ TEM MAIS DE 60 MIL CASOS: NOVA MORTE REGISTRADA NO SUL DO ESTADO

    Brasil já tem mais de meio milhão de casos de dengue em 2020.

    Os anos passam e Minas Gerais continua perdendo vidas por causa da dengue. Desta vez, o óbito foi registrado na cidade de Guaxupé, na Região Sul do estado. Ao mesmo tempo em que registrou mais uma morte, Minas Gerais rompeu a marca, este ano, dos 60 mil casos prováveis da doença. A soma dos suspeitos aos confirmados alcançou o número de 61.000 no estado. A cada semana são, em média, mais 5 mil novos casos de dengue.

    Antes da morte em Guaxupé, foram registradas vidas perdidas em Alfenas (Sul), Medina (Vale do Jequitinhonha), Itinga (Vale do Jequitinhonha) e Carneirinho (Triângulo). Há cerca de 30 outros óbitos em investigação.

    Há 20 cidades com incidência muito alta doença: quando há mais de 500 casos por 100 mil habitantes. Dessas, nenhuma está localizada na Grande BH. O maior município, em termos populacionais nessa lista, é Pará de Minas, no Centro-Oeste do estado.

    Em uma semana, Belo Horizonte registrou aumento de 10% nos casos de dengue em 2020.

    O número de casos registrados até o início do mês de maio é bem maior do que o apontado pelo balanço de 27 de abril de 2018, um ano sem epidemia. Na época, de janeiro a abril, a capital somava 94% menos do que em 2020.

    Brasil

    O Brasil já registrou mais de 550 mil casos prováveis de dengue e cerca de 200 mortes em decorrência da doença em 2020. Os números foram divulgados pelo Ministério da Saúde, e abrangem as 18 primeiras semanas do ano. Também foram registrados mais de 15 mil casos e três mortes por chikungunya, e 2.054 casos de zika.

    A ocorrência de dengue agora, ao lado do avanço da epidemia do novo coronavírus e também do surgimento de casos de gripe, preocupa o Ministério da Saúde.

    Outras viroses

    Também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a febre chikungunya tem cerca de 1.000 casos prováveis em Minas neste ano. Há uma morte em investigação em Campo Belo, no sul do estado. Há dois municípios em incidência muito alta dessa doença: Alpercata, no Vale do Rio Doce; e Pirapetinga, na Zona da Mata.

    Quanto ao zika vírus, há cerca de 300 casos prováveis, sendo quase 40 em gestantes. Não há mortes em investigação nem cidades em incidência muito alta.

    Em 2020, até o início de maio, conforme a pasta do governo estadual, foram notificados 174 casos de dengue com sinais de alarme e 21 classificados como dengue grave em Minas.

    Cuidados

    A orientação da Secretaria de Estado da Saúde é para que as pessoas aproveitem a quarentena em casa por conta do novo coronavírus para verificar quintais e outros espaços do imóvel que possam acumular água, onde o mosquito deposita os ovos. Veja algumas dicas:

    _ Retirar os pratinhos de plantas

    _ Acondicionar o lixo em saco plástico e mantê-lo em lixeira tampada até o dia de recolhimento do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

    _ Manter a caixa d’água vedada, sem deixar frestas

    _ Realizar a limpeza das calhas e remover folhas e outros materiais que possam impedir o escoamento da água

    _ Entregar os pneus ao Serviço de Limpeza Urbana ou mantê-los em local coberto

    _ Tratar a piscina com cloro e limpar uma vez por semana

    _ Manter o quintal sempre limpo e livre de qualquer material que possa se tornar um foco do Aedes aegypti

    Fonte: G1, Estado de Minas, Estadão. Ministério da Saúde

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  • BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    Medicamento antiviral registrado com o nome de Avifavir se mostrou promissor em testes; atualmente, não existe vacina para a doença

    A Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19 a partir da próxima semana, disse sua financiadora estatal à Reuters, uma medida que a nação espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

    Os hospitais russos podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho, disse o chefe do fundo soberano RDIF à Reuters em uma entrevista. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

    Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência.

    Um novo remédio antiviral da Gilead, chamado remdesivir, se mostrou promissor em alguns testes pequenos de eficiência contra Covid-19 e está sendo dado a pacientes de alguns países seguindo regras de uso compassivo ou emergencial.

    O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm quando esta migrou para o setor de saúde.

    O chefe da RDIF, Kirill Dmitriev, disse que cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo e que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

    O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro, Shinzo Abe, o elogiou e lhe concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal, mas ainda não aprovou seu uso.

    O Avifavir apareceu em uma lista de remédios aprovados pelo governo russo no sábado.

    Dmitriev disse que testes clínicos do remédio foram realizados com 330 pessoas e que mostraram que ele tratou o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos.

    Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento graças a um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

    Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir o cronograma dos testes, que costumam durar muitos meses, porque o genérico japonês no qual o Avifavir se baseou foi registrado em 2014 e passou por testes consideráveis antes de especialistas russos o modificarem.

    Fonte R7

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