Autor: Roger Campos

  • Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Mulher decepou o pênis do tarado com uma faca de cozinha.

    Um estuprador invadiu a casa de uma mulher e tentou violentá-la. O caso aconteceu no Paquistão, segundo o jornal britânico Daily Mirror.

    O indivíduo invadiu a casa quando a vítima estava sozinha, de acordo com informações da polícia local cedidas ao jornal. Quando a mulher percebeu que o agressor tentaria estuprá-la, correu até a cozinha e pegou uma faca.

    O estuprador teve que ser levado às pressas para uma unidade de saúde em Faisalabad, na região leste do país, e já recebeu alta na última terça-feira (4).

    Autoridades acreditam que o agressor tenha 28 anos e seria um vizinho da vítima. A investigação está em andamento e a mulher não foi presa.

    Fonte IstoÉ

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  • Filha de casal assassinado no ABC (SP) confessa participação no crime

    Filha de casal assassinado no ABC (SP) confessa participação no crime

    Além dos pais, irmão também foi torturado. Os três corpos estavam carbonizados.

    A filha do casal assassinado junto com o filho no ABC Paulista e a companheira dela confessaram nesta quarta-feira (5) participação em parte do crime. De acordo com o advogado de defesa de Anaflávia Gonçalves e Carina Ramos, elas admitiram, em novo depoimento à polícia, participação no roubo à casa da família, mas negaram envolvimento nas mortes.

    Os empresários Flaviana e Romuyuki Gonçalves e o filho adolescente deles, Juan Victor, foram torturados e mortos em 28 de janeiro. Os corpos foram encontrados carbonizados em um carro em chamas na área rural de São Bernardo do Campo.

    Nesta quarta-feira, Anaflávia Gonçalves e Carina Ramos chegaram ao Deic do município do ABC às 16h e saíram às 21h40. Desde o início das investigações elas vinham negando participação no crime.

    A Polícia Civil tenta identificar e prender o quinto suspeito de participar do assassinato da família. Ele seria um homem que teria resgatado o grupo de carro na estrada de terra onde o veículo da família foi encontrado carbonizado. O nome e a foto dele não foram divulgados.

    Filha do casal e sua namorada (Dir. p/ Esq.) confessaram participação no crime hediondo.

    No depoimento de segunda-feira (4), um dos envolvidos no crime contou à polícia como a ação foi planejada. Juliano Ramos Júnior, primo de Carina disse que, dois dias antes dos assassinatos, ele, os dois comparsas, Carina e Ana Flávia fizeram uma reunião para combinar o roubo à casa da família porque ali teria cerca de R$ 85 mil guardados.

    No final da tarde desta quarta (5), a PM encontrou parte dos objetos levados da casa, após receber uma denúncia anônima. Relógios e bijuterias estavam em uma casa em Santo André com uma adolescente. Ela foi levada para a delegacia acompanhada da mãe para prestar depoimentos.

    A polícia ainda ouviu o depoimento de um homem que estava com um carro que tinha as mesmas características de um dos veículos usados no crime. O carro foi apreendido.

    Suspeito disse ter simulado assalto

    Juliano explicou que, no dia do crime, os três homens entraram no condomínio no carro de Ana Flávia e, já dentro da casa, simularam um assalto. Ele contou ainda que Romuyuki e o filho Juan Vitor foram torturados no andar de cima do imóvel para que passassem a senha do cofre, mas eles não sabiam a combinação.

    De acordo com a investigação, os dois foram torturados e mortos, possivelmente em decorrência de pauladas. A polícia ainda não sabe se Flaviana foi obrigada a dirigir o carro da família até a estrada com o marido e o filho no porta-malas, antes de ser morta na via, ou se foi morta junto com Romuyuki e Juan Victor, ainda na casa.

    Anaflávia e a namorada dela, Carina, estão detidas, assim como outros dois homens apontados como participantes dos assassinatos. Além disso, um quinto suspeito é investigado.

    Nesta terça-feira (4), a polícia disse não ter mais dúvidas de que o grupo está envolvido nos assassinatos e de que Anaflávia e Carina planejaram o crime. Falta esclarecer, contudo, a motivação.

    Quem eram as vítimas

    • Romuyuki Veras Gonçalves – empresário prestador de serviços de uma montadora; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 43 anos
    • Flaviana de Meneses Gonçalves – mulher de Romuyuki, era proprietária de duas perfumarias; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 40 anos
    • Juan Victor Gonçalves – filho do casal Romuyki e Flaviana; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 15 anos

    Quem são os suspeitos do crime

    • Anaflávia Martins Meneses Gonçalves, de 24 anos – filha do casal Flaviana e Romuyuki e irmã de Juan Victor, está detida no estão detidas no 7º Distrito Policial (DP) desde 29 de janeiro; ela nega participação no crime
    • Carina Ramos de Abreu, de 26 anos – namorada de Anaflávia há 2 anos, também está detida desde 29 de janeiro e nega participação no crime
    • Juliano de Oliveira Ramos Júnior, de 22 anos – primo de Carina, foi detido em 3 de fevereiro e está em uma cadeia para presos provisórios em São Caetano do Sul; em depoimento, confessou envolvimento nas mortes e acusou de participação tanto Anaflávia quanto Carina. Juliano tem passagem por roubo
    • Guilherme Ramos da Silva – comparsa citado em depoimento por Juliano, também é conhecido como Lipe ou Massa, segundo a polícia; está preso
    • Quinto suspeito ainda não identificado – a Polícia Civil tenta identificar e prender o quinto suspeito de participar do assassinato da família

    Cronologia do crime

    • Às 18h de 27 de janeiro, Anaflávia – filha do casal Romuyuki e Flaviana e irmã de Juan Victor – chega no próprio veículo modelo Palio à casa onde moravam os pais e o irmão, em um condomínio fechado em Santo André, também no ABC Paulista. O carro entra e sai do imóvel algumas vezes.
    • Às 20h, a namorada de Anaflávia, Carina, chega a pé usando um agasalho com capuz.
    • Por volta da meia-noite, Flaviana chega dirigindo o carro da família, modelo Jeep Compass de cor azul, encontrado posteriormente carbonizado.
    • Quase 3 horas depois, por volta da 1h da manhã de 28 de janeiro, os dois carros – o Palio e o Jeep – saem juntos do condomínio. Quem dirige o carro da família neste momento é Carina, com Flaviana no bando atrás do motorista.
    • Às 2h50 , o Corpo de Bombeiros recebe chamado para atender à ocorrência de um carro incendiado na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo.

    O que foi constatado pela perícia

    • Em 28 de janeiro, o carro da família foi encontrado em chamas na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo, próximo ao Rodoanel. O local fica a cerca de 6 km do condomínio de sobrados em Santo André onde a família morava.
    • Havia dois corpos totalmente carbonizados no porta-malas do veículo.
    • Os três corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) Central, onde foram feitos exames para identificação. Dois dias depois, um laudo apontou que a causa da morte dos 3 foi traumatismo craniano, possivelmente em decorrência de pauladas na cabeça. As vítimas, então, foram mortas antes de terem os corpos queimados na Estrada do Montanhão.
    • A polícia encontrou a casa da família revirada. Os policiais também identificaram que foram levados objetos de valor, como joias, TV e videogame, e dinheiro em espécie que somam a quantia de R$ 8 mil em moeda nacional e estrangeira, além de uma arma antiga quebrada, que pertenceu ao avô de uma das suspeitas, Anaflávia.
    • Em 1º de fevereiro, exames feitos pela polícia confirmaram a presença de sangue humano na casa da família, nas escadas, nas roupas e na máquina de lavar.
    • A polícia teve acesso a imagens de câmeras de segurança da portaria do condomínio, que mostraram a visita de Anaflávia aos pais na noite que antecedeu a madrugada do crime, seguida da saída do carro dela e da família do local.

    O que falta saber

    • A polícia tem como uma das linhas de investigação uma possível briga familiar. A outra hipótese seria de um latrocínio – roubo seguido de morte, mal sucedido. A polícia cogita ainda que o grupo queria a herança que Flaviana e Romuyuki deixariam depois de mortos.
    • A investigação ainda não está certa de que Flaviana foi obrigada a dirigir o carro da família até a estrada com o marido e o filho no porta-malas, antes de ser morta na via, ou se foi morta junto com Romuyuki e Juan Victor.
    • A investigação procura a arma usada para matar as três vítimas.
    • A investigação ainda tenta identificar um quinto suspeito.

    Fonte G1

     

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  • “Fada Madrinha” emociona os militares do 24º BPM

    “Fada Madrinha” emociona os militares do 24º BPM

    Sua meiguice, carinho e desprendimento no auge de seus 80 anos, têm se tornado um luzeiro de farol nessa grande tempestade que todo o Estado tem vivido. Senhora de olhar terno, andar tranquilo e muita saudade no peito. É um exemplo de amor ao próximo e dedicação sem exigir nada em troca, como todos os doadores que, sem descansar, têm estado conosco, oferecendo o que tem no coração.

    “Por isso, Dona Edwiges, nós do 24° BPM nos espelhamos na doçura de suas palavras para bem servir e proteger sem nunca nos afastar de nossa origem e índole.Aprendemos que mesmo em meio à dor e a tristeza, se doar a alguém preenche nossa vida de sentido e amor. Queremos agradecer por seu exemplo, seu sorriso e olhar tão fraquinho e ao mesmo tempo tão profundo, pois consegue ver além da simples aparência”, destacou o Batalhão.

    “Por isso, quando a senhora chega com suas doações, conseguimos ver mais do que está nas mãos; vemos a face de Deus que se faz presente na sua doce presença. Estendemos nossos sinceros agradecimentos a todos que têm nos ajudado a amenizar a dor de quem perdeu tudo e precisa de força para recomeçar”, concluiu o órgão.

    Todos juntos por Minas Gerais.

    Autor: Assessoria de comunicação do 24º BPM

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  • CAMINHO DA ROÇA por Juarez Alvarenga

    CAMINHO DA ROÇA por Juarez Alvarenga

    O caminho da roça por ser curto e rotineiro faz termos afetividade, tornando-nos automáticos e presos ao cotidiano, pois sempre andamos o mesmo tanto.

    Esta prisão de nosso trajeto me incomoda. Buscamos no dia-a-dia a sobrevivência mínima por falta de ousadia  permanecemos sem ampliar nossa caminhada.

    Sua extensão é pequena fazendo cair das nuvens estrelas iluminadas, capazes de nos fornecer subsídios suficientes para fomentar nossos sonhos. Contidos e sem ação são devaneios, imaginários, porem executados e jogados no cotidiano são maquinas capaz de nos tirar do caminho da roça.

    Estradas curtas retêm nossos sonhos e impede as destrezas de nossos pés.

    Sermos livres e ambiciosos nos tornará piloto de estradas perigosas e longas.

    Hoje o homem já está chegando a Marte. A distância entre a terra e Marte deve ser mensurável pelas utopias que infiltramos em nossa alma.

    Alguns ainda são encantados pelos sons dos carros de bois, outros entusiastas da razão moderna. Esta nos provoca agilidade e pragmatismo e a outra a sensação extremamente agradável. Cabe então a escolha entre a complacência e a ousadia. Nós seres humanos devemos mapear nossa caminhada com pontos cada vez mais distantes, para sua conquista é necessário caminhar à exaustão. Aprendi que a velocidade não está no velocímetro e sim em nosso intimo. E que a direção de nossos sonhos deve ser guiada com firmeza e determinação. A capacidade de chegar ao fim de qualquer caminhada se deve à hostilidade que damos ao parasitismo. A autenticidade de nossos sonhos faz eles serem desfeitos somente com uma única alternativa à sua realização.

    Se formos otimistas em nossos dias, as porteiras se abrirão a todos instante. Sabemos que todo inicio de caminhada é pungente e toda chegada empolgante. Então o que nos diferencia é o durante. Manter a pungência com empolgação a corrida inteira nos qualifica a chegar ao paraíso das grandes conquistas.

    Ter paciência nos momentos de monotonia diária nos levará sem duvida ao êxtase do êxito.

    O caminho pedregoso, esburacado, não nos faz conter nosso ímpeto e assim manter nossa vontade de ultrapassar as adversidades com determinação.

    O automatismo que o caminho da roça nos proporciona precisa ser eliminado. Conjugar com parasitismo e rotina nos faz abandonar as acrobacias diárias.

    Colocar nossos ideais em Marte e acreditar que os sonhos polidos tiram do caminho todas rusticidades encontradas. Sabemos do provincianismo e bucólica estradas rurais. Sabemos também de seu encurtamento que nos leva ao comodismo e parasitismo. Os pássaros ainda nos cativam, mas os passos lentos e monótonos nos tiram da capacidade de ultrapassar os desafios do mundo moderno.

    Devemos aprender a cheirar gasolina de avião a jato. E no meio-dia das metrópoles enfiar um sonho sutil na rusticidade cotidianas que as metrópoles nos impõem. Os caminhos da roça devem ser abandonados com tristeza, mas com a certeza que o rendimento diário chegara ao topo. Se sua extensão é estreita para colocar nossa locomotiva de utopias, devemos substituir as seguranças pelos sonhos que vagueia em nuvens poluídas e rotas desconhecidas, mapeando nosso inconsciente potente e realizador de sonhos íntimos.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

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  • Ladrão furta motocicleta e tem braço arrancado em acidente durante a fuga

    Ladrão furta motocicleta e tem braço arrancado em acidente durante a fuga

    A motocicleta estava estacionada na porta de um bar na localidade do Tabuões, Zona Rural de Lavras, quando foi furtada.

    Na tarde de domingo, dia 2, às 13h, a Polícia Militar foi acionada para comparecer ao Tabuões, na zona rural de Lavras, onde havia ocorrido o furto de uma motocicleta. O proprietário, que mora na zona rural e é retireiro, estava em um bar naquela localidade quando um rapaz furtou sua Honda Bros preta, subiu na motocicleta e fugiu em disparada.

    Na fuga ele sofreu um acidente: bateu numa cerca de arame liso. Seu corpo correu com o braço apoiado no arame, o que provocou a amputação na altura do cotovelo. O braço do rapaz ficou jogado no chão próximo a motocicleta. Mesmo com o membro amputado, ele conseguiu fugir a pé do local e pediu ajuda em uma casa.

    Uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) o socorreu e levou para um hospital da cidade, onde foi realizado o procedimento de limpeza e sutura. O braço foi recolhido e levado também até o hospital, porém, não pôde ser implantado.

    Segundo a Polícia Militar, tão logo ele receba alta, responderá pelo crime de furto. Ele mora no bairro Pitangui e já tem passagem pela polícia.

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  • A CARTA – Professor Chico 

    A CARTA – Professor Chico 

    Sou fã de Legião Urbana. Renato Russo era um poeta em roupagem de cantor. Pode soar certo saudosismo de minha parte, mas é fato que não se faz mais música como antigamente. Entretanto, isso é tema para outro dia. Ainda assim, o que me traz hoje aqui é uma música de Renato Russo; uma das últimas levadas ao público num álbum póstumo de nome Presente, lançado em 2003. Nesse álbum, encontra-se um dueto de Renato Russo e Erasmo Carlos, “A Carta”. Ouvindo “A Carta”, comecei a divagar sobre esse ser totalmente estranho à geração Z, chamada, às vezes, sofisticadamente de “Millennials”. E a alcunha é mesmo sofisticada, pois tudo neles o é. Dizem que já nasceram com um Iphone no berço o que eu não duvido de que de fato o tenham. Não estou aqui, no entanto, para tecer diatribes à tecnologia moderna, uma vez que ela possivelmente nos traz muito mais conforto e bem-estar do que motivos para lamentos. Todavia, quem é ao menos um “oitentista” (nascidos na década de 80), como eu, sabe de tudo que o avanço tecnológico, “nunca antes visto na história deste mundo”, levou de roldão. Uma longa introdução que me leva de volta à Carta, à canção “A Carta” e às divagações e lembranças que ela me ensejou:

    O ano era 2001 e eu estava no final da minha adolescência. Uma das minhas paixões à época era animês – desenhos animados japoneses. Meus amigos e eu nos reuníamos todas as tardes e contávamos as horas e os minutos para um novo episódio de Dragon Ball Z na Band. Comecei então, em meio à febre causada pela saga de Akira Toriyama, a colecionar as revistas em quadrinhos do desenho (os famosos mangás japoneses nos quais se lê de trás para frente!) e nelas havia uma seção de cartas à qual leitores escreviam falando de sua paixão por Dragon Ball Z e deixando seu contato para correspondência entre si . Foi aí que encontrei o contato de Hiroko. Hiroko era uma jovem paulista da cidade de Suzano e tão fã de animês e mangás quanto eu. De súbito, tomei de uma caneta e uma folha de papel, lhe escrevi uma carta e lhe enviei junto, como um mimo, um desenho que rabisquei do meu personagem favorito de Dragon Ball Z. Perguntei ao atendente dos Correios quanto tempo levaria para que a carta chegasse ao seu destino e ele me disse que seriam cerca de sete dias. Logo calculei que uma possível resposta de Hiroko levaria por volta de duas semanas. Entre a empolgação por um e outro episódio novo de Dragon Ball na TV, acabei não percebendo os dias se passarem e fui tomado de surpresa quando me chamaram ao portão e me entregaram uma carta. Hiroko havia respondido. Não pude conter a alegria e a satisfação por estabelecer contato com uma legítima fã nipônica do meu desenho predileto. O envelope por si só já era um prêmio à parte. Hiroko havia cuidadosamente traçado os rostos dos personagens mais famosos da animação japonesa por ele todo e, inclusive, escrito alguma coisa em japonês que até hoje não consegui decifrar. Quando abri o envelope da carta e fisguei seu conteúdo, fui levado do êxtase ao embaraço total. A garota paulista me havia enviado um desenho perfeito do meu personagem favorito, aquele mesmo, do qual eu lhe havia mandado alguns rabiscos na minha carta. Se comparado ao que eu, agora, segurava constrangido e admirava em estado de total perplexidade, o meu não passava de um apanhado de linhas disformes feitas por uma criancinha de colo que mal sabe segurar um lápis. Mas Hiroko não havia feito isso por mera ostentação. Ela era uma exímia artista. Já havia muitos anos que desenhava e escrevia quadrinhos japoneses por hobby. Imediatamente após ler sua carta por duas ou três vezes lhe redigi uma resposta e nos correspondemos, a partir daí, por quase três anos.

    Cada espera entre uma carta e outra era repleta de ansiedade. Checar a caixa do correio quase todos os dias, redigir uma nova carta e abrir aquele envelope vindo de longe na expectativa do que ele continha e do que aquelas linhas traziam era uma aventura saborosa e romântica (no sentido literário do termo) não só para mim, mas também para muitas pessoas que utilizavam deste meio de comunicação, mas que hoje se perdeu na imensidão do tempo.

    Quanto a mim, nunca encontrei Hiroko. Não era fácil viajar até São Paulo sendo ainda um simples estudante de Ensino Médio sem trabalho. Falamo-nos uma única vez por telefone – fixo! – diga-se de passagem; celulares mal existiam quase duas décadas atrás e Instagram muito menos, então, dela, só tenho uma foto que me enviou em uma de suas cartas e eu, como nunca fui muito fotogênico, apenas lhe enviei um três por quatro meu, de uma feita, para retribuir sua gentileza.

    A última carta de Hiroko chegou em novembro de 2003. Nela, ela dizia, numa mistura de pesar e esperança, que voltaria ao Japão para trabalhar e que me enviaria seu novo contato assim que possível. Hiroko era uma sansei – neta de japoneses – e já havia morado no Japão por cinco anos. Isso explicava o fato de, às vezes, me escrever coisas em japonês que eu tinha de perguntar o que significavam e esperar ao menos duas semanas para descobrir do que se tratavam. Nunca mais voltamos a nos comunicar. Nem mesmo o Google me reencontrou a amiga japonesa, desenhista de mangá e fã incontestável de Dragon Ball quando, tempos atrás, procurei por ela. Hiroko, assim como as cartas, se perdeu no tempo…

    É uma pena muito grande que a atual geração, tão moderna e de comunicação tão instantânea, mal saiba o que se sentia ao se comunicar com alguém que nos fosse querido/a por este meio chamado carta. Talvez houvesse alguma espécie de virtude na demora e na espera, o que a velocidade da comunicação dos tempos atuais impossibilita porque, sem dúvida, as relações do passado, mesmo aquelas à distância, eram muito mais sólidas e verdadeiras; por vezes, inesquecíveis, mesmo quando repentinamente tolhidas pelas circunstâncias e pela implacável ação do tempo…

    ありがとうございます。Arigatô gozaimasu, Hiroko!

    Professor Chico

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  • AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    O casal vinha caminhando pela calçada, parcamente iluminada pelas lojas de roupas na avenida chique, propícia ao passeio descontraído de quem olha para os manequins com ar de desprendimento, apontando os dedos como a procurar um assunto que justifique, mais ainda que o amor, a união de duas pessoas.

    Não havia movimento na rua, apenas algumas pessoas também caminhavam despreocupadas, e o trânsito tinha poucos carros.

    Eu me distraía olhando, como de hábito, o celular que não parava de apitar o whatsapp em uma conversa para lá de animada.

    Meu olhar, quando se ergueu da pequena tela iluminada, a primeira coisa que viu foi um casalzinho caminhando. Vinham se embalançando, cada um empurrando levemente os corpos como a sentir a quentura, a maciez deles, nessa química que se constrói quando duas almas se sentem atraídas.

    Tudo bem. O que me atraiu não foi a passagem de um casal, até porque, mesmo sendo politicamente correto, não pude deixar de notar que eram duas jovens que se abraçavam e às vezes trocavam beijos apaixonados, mas nada de exagero ou extravagante.

    Ri. Ri aquele riso de quem ainda não se acostumou a vê-los assim, homossexuais assumidos a mostrarem pelas ruas a realidade dos seus sentimentos, outrora presos nas paredes de um recanto qualquer.

    Uma delas, com um vestido florido, cabelos finamente presos por uma presilha, um laço envolvendo o pescoço, sapatos de salto. A outra, um pouco mais sóbria, cabelos curtos, sem ser totalmente destoante, mas que se sobressaía na companhia da outra.

    Seus rostos eram iluminados pela juventude, e os brilhos nos olhos demonstravam rara felicidade.

    Como um céu que desaba em chuva, trovoadas, um grupo de meninos, vestindo roupas enegrecidas pelo sentimento, marcados com tatuagens assustadoras se aproximou do casal e começou a espancar aquela que era o namorado, como se uma vingança sobre ela fosse a justificativa para criticar, agredir uma figura que se acharia totalmente deslocada.

    Para a outra couberam empurrões na vã tentativa que fazia de tentar ajudar a companhia amada. Seus gritos se misturavam aos palavrões, eram inertes diante da plateia que assistia estupefata como se visse um espetáculo de horror, num palco aberto na cidade.

    Eu não me parecia estar ali, inerte e boquiaberto, acompanhado do tui, tui do whatsapp. Pessoas querendo conversar sobre banalidades, enquanto acontecia a barbárie diante dos meus olhos.

    Ensandecido o grupo se afastou, deixando no chão, envolta em uma poça de sangue e desfiguração, outrora quem passeava despreocupada pelas ruas.

    A namorada se ajoelhou chorando, com as mãos no peito, a olhar e acariciar o seu amor que era agora uma mistura de sangue, roupas rasgadas e lágrimas a lamentar e a perguntar o porquê de tudo aquilo.

    Era a agressão gratuita estirada na calçada, um amor feito em pedaços, depois de confrontar preconceitos, juntando cada ponto da timidez para se expor com liberdade.

    Podemos condenar toda e qualquer forma de ódio, mas nenhuma forma de amar, contudo.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • COMENTANDO… “Duplo Assassinato de Renê e Elaine” próximo do primeiro aniversário. Nós não esquecemos! Já a Justiça…

    COMENTANDO… “Duplo Assassinato de Renê e Elaine” próximo do primeiro aniversário. Nós não esquecemos! Já a Justiça…

    De quem é a culpa quando nos deparamos, noticiamos, vivemos e choramos um “acidente”? É tão comum diante de uma tragédia no asfalto apontar o dedo e bradar: “essa pista é perigosa demais, essa rodovia mata muito, o governo tem que cuidar melhor das vias…”.

    Afirmo que, pra mim, não existe pista muito perigosa e rodovia que mata. No tocante aos cuidados por parte do governo, claro que ele deve zelar sim, investir sim, realizar frequentes melhorias sim! Mas jogar o fardo do sangue escorrido no chão quente do trânsito nas autoridades (que hoje em dia, pelo menos 90%, não nos representam com o mínimo de dignidade) é tampar o sol com a peneira, é querer mascarar a realidade, desviar o foco e a verdadeira culpabilidade.

    Como instrutor de trânsito, há 14 anos, digo que é balela dizer que a Rodovia TP/Varginha é perigosa, que a TP/Santana é arriscada. Nenhuma Rodovia é perigosa em demasia. Ela está ali, parada, imóvel, inerte. O perigo está na IMPRUDÊNCIA dos humanos, do excesso de confiança, de bebida, de velocidade, de irresponsabilidade. Quem mata o homem é o próprio homem.

    No dia 17 de março de 2019, um irresponsável, um criminoso, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local. O casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. Num outro veículo, de 4 rodas, estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu na batida de frente. Todos os covardes, passageiros canalhas, fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo à entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra e feito uma conversão proibida, atingindo a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47.

    O autor desse duplo assassinato, Ademir A. S. (embriagado e realizando conversão proibida) certamente gozará sua vida numa boa! Deveria mofar na cadeia! Tirou duas vidas inocentes por total irresponsabilidade. Esse rapaz assumiu SIM o risco de matar! Sendo assim, deveria ficar o resto da vida atrás das grades! Prisão perpétua nele! Isso é utopia. No Brasil o crime continua compensando e a Justiça uma grande piada.

    A culpa, senhoras e senhores, nesta tragédia, também não foi da via. Foi de um moleque que tirou sonhos, projetos, a companhia de pai e de mãe de filhos que agora estão órfãos!

    O problema está nas pessoas! E elas se sentem poderosas, protegidas, por leis falhas (impunidade) que aumentam a irresponsabilidade e inflamam a descrença na justiça dos homens! Felizmente a de Deus não falha!

    Não adianta obras na via. O ser humano é quem precisa de “manutenção”!!!

    *Antes de postarmos este tema, entramos em contato com a filha do casal. Júlia nos autorizou a abordarmos o tema novamente e cobrar por justiça!

    #nosnaoesquecemos #naofoiacidente #reneeelaineforamassassinados #queremosjustica

    Jornalista Roger Campos (MTB 09816)

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  • Cientistas descobrem célula imune que mata vários tipos de câncer

    Cientistas descobrem célula imune que mata vários tipos de câncer

    Cientistas britânicos, da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram “por acidente” uma célula imune que pode mudar a forma como o câncer é tratado ultimamente.

    O estudo, publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Immunology, mostra que a equipe desenvolveu um novo tipo de célula T que pode encontrar e matar uma grande diversidade de células cancerígenas, como de próstata, mama, pulmão, pele, sangue, cólon, osso, ovário, rim e câncer cervical.

    “A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Este tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes de câncer. Antes, ninguém achava que isto fosse possível. Esta foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que esta célula existia”, contou Andrew Sewell, responsável pelo estudo, ao The Telegraph.

    “Por acidente”

    Os pesquisadores estavam analisando sangue de um banco no País de Gales, procurando células imunológicas capazes de combater bactérias, quando encontraram um tipo totalmente novo de célula T.

    Essa nova célula imune carrega um receptor nunca visto antes, que age como um gancho, agarrando-se à maioria dos cânceres humanos, enquanto ignora células saudáveis.

    Eles ainda não sabem o modo exato como que isso acontece, mas sabe-se que esse receptor da célula-T tem uma interação especial com uma molécula chamada MR1, presente na superfície de todas as células do corpo humano.

    Acredita-se que a MR1 seja a responsável por sinalizar ao sistema imunológico o metabolismo disfuncional de uma célula cancerosa.

    Andrew Sewell afirmou que a descoberta aumenta a perspectiva de criar uma “terapia universal” contra a doença.

    Células T e a imunoterapia

    As terapias das células T contra o câncer já existem e o desenvolvimento da imunoterapia contra a doença foi um dos mais importantes avanços neste campo.

    Os tratamentos, conhecidos como CAR-T ou TCR-T, envolvem a retirada de células imunes de um doente, que posteriormente são alteradas para que possam prender-se às moléculas que ficam na superfície das células cancerígenas.

    No entanto, os tratamentos realizados até agora são úteis apenas em algumas formas de leucemia e não têm os mesmos resultados com tumores sólidos, que são a maioria dos tipos de câncer.

    Os pesquisadores da Universidade de Cardiff acreditam que o receptor que encontrou nas células T pode conduzir a um tratamento para todos os tipos de câncer.

    Como

    A ideia dos pesquisadores consiste em retirar uma amostra de sangue de um doente e extrair as células T para, posteriormente, serem geneticamente modificadas e reprogramadas para produzir o receptor com função de deter o câncer.

    As células alteradas seriam cultivadas em grandes quantidades em laboratório e recolocadas no doente.

    Testes em humanos

    A pesquisa foi apenas testada em animais e são necessários mais testes para confirmar se o tratamento pode ser aplicado em humanos.

    Quando injetaram novas células num rato portador da doença e com um sistema imunológico humano, os cientistas encontraram resultados “encorajadores para a eliminação do câncer”.

    Os resultados mostraram que as células T dos doentes com câncer de pele, modificadas para expor o novo receptor, podem destruir as células cancerígenas do próprio paciente e também as células cancerígenas de outros doentes.

    No caso de o tratamento passar nos protocolos de segurança laboratoriais, a equipe pretende começar já em novembro os testes em humanos com doenças terminais.

    A descoberta é considerada promissora até mesmo por especialistas que não participaram da pesquisa.

    Fonte Só Notícia Boa (Apud The Telegraph)

     

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  • Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Após sucessivos adiamentos, começa a valer a partir do dia 31 de janeiro a obrigatoriedade de uso da placa do Mercosul em todos os Estados do país. O prazo atende ao estipulado na Resolução nº 780/2019 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de julho do ano passado, que determina que as unidades federativas do país devem utilizar o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV)..

    Desde a decisão pela adoção da placa do Mercosul, a implantação do registro foi adiada seis vezes. A adoção do sistema de placas do Mercosul foi anunciada em 2014 e, inicialmente, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016.

    Em razão de disputas judiciais a implantação foi adiada para 2017 e depois, adiada mais uma vez para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

    As novas placas já são utilizadas na Argentina e no Uruguai. A previsão é que em breve comecem a valer também no Paraguai e na Venezuela.

    Dos 26 Estados brasileiros, já aderiram à nova PIV Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.

    Nova placa

    A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa, e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

    A nova placa apresenta o padrão com 4 letras e 3 números, o inverso do modelo atualmente adotado no país com 3 letras e 4 números. Também muda a cor de fundo que passará a ser totalmente branca. A mudança também vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores.

    Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador da placa. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de autenticidade.

    Fonte R7

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  • VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    O início das aulas é sempre um tempo de expectativas e agitação. Materiais escolares para comprar e etiquetar, rever os colegas, conhecer a nova sala e os novos professores.

    Tantas coisas a fazer e tantas novidades a absorver e adaptar, que é comum descuidarmos de certas atitudes e procedimentos que devemos observar e obedecer.

    Por exemplo: a coisa mais comum neste ambiente de embarque e desembarque escolar é a permanência dos carros em fila dupla. Entretanto, esta prática revela diversos perigos que vão do abalroamento ao atropelamento. Além de ser um mau exemplo de descumprimento da lei 9.503 de 1997.

    Diversas cidades estarão fazendo campanhas educativas durante todo este mês, visando, em especial, a volta às aulas e, trabalhando preventivamente.

    Mas é sempre bom registrarmos alguns pontos principais.

    A intenção destas campanhas é chamar a atenção dos pais e responsáveis para o cumprimento de regras básicas de educação trânsito. Alertar pais e responsáveis para a condução segura de seus veículos priorizando a velocidade máxima de 50 k/h, usar cinto de segurança em todos do veículo, segurar o punho da criança ao circular a pé, verificar se mesmo com mais de 7 anos a criança tem condições de cuidar da sua própria segurança na garupa da motocicleta.

    Os órgãos de trânsito recomendam que os pais busquem um local seguro para estacionar o veículo, para desembarcar ou embarcar os alunos de forma segura e evitar fila dupla. O uso de equipamentos como cadeirinha, capacete e cinto de segurança não só no banco do carona, mas também no banco traseiro.

    Os pais também são orientados a reduzir a velocidade do veículo na área escolar. Também é ressaltado que o uso de celular enquanto o veículo está em movimento é proibido, infração que tem causado acidentes.

    No caso das filas duplas, geralmente, a desculpa é a pressa. Neste caso, o ideal é sair um pouco antes do horário de casa, fazendo deste momento um tempo seguro e prazeroso, de responsabilidade e civilidade, coisas que todos devemos aprender e não só na escola.

    Fica a dica

    QUEM AMA CUIDA!!!

    Fred Ribeiro é Voluntário nas obras sociais e culturais para uma sociedade melhor, Instrutor de trânsito, Socorrista/Resgatista, Guarda Civil Metropolitano

    https://www.facebook.com/fred.ribeiro.566

     

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  • “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    Saiba quando a autorização de viagem é necessária para viajar com os filhos menores.

    Até 18 de março de 2019, adolescentes podiam viajar sem os pais ou responsáveis pelo Brasil sem necessidade de autorização judicial, mas fique atento, pois a Lei 13.812/2019 alterou o Estatuto da Criança e Adolescente (Lei 8.069/90) e hoje crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos precisam de autorização judicial.

    O objetivo da alteração da idade para viajar é um ato para buscar prevenir as viagens de crianças e adolescentes menores de 16 anos que possam ocasionar um desaparecimento ou até mesmo sequestro. O artigo 83 da Lei 8.069/90, hoje, estabelece que nenhuma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos poderá viajar para fora da comarca (cidade onde fica o Fórum) onde reside desacompanhado dos pais ou dos responsáveis sem expressa autorização judicial.

    A autorização não será exigida quando:

    · A criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis anos) viajar para comarca contígua (cidade onde não existe o Fórum mas está vinculada ao Fórum da cidade onde reside) à de sua residência, se na mesma unidade da Federação, ou incluída na mesma região metropolitana.

    · A criança ou o adolescente menor de 16 (dezesseis) anos estiver acompanhado de pais, avós ou irmãos, tios ou sobrinhos maior de 18 anos. Lembrando que neste caso o parentesco deve ser comprovado documentalmente.

    · As crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos poderão viajar para outras Unidades da Federação em companhia de pessoa maior, mesmo sem relação de parentesco, desde que com a expressa autorização do pai, mãe ou responsável.

    A autorização terá validade de 90 dias e poderá ser lavrada por documento público ou particular por escrito, neste caso com firma reconhecida em cartório, mas vale o alerta que apesar da lei permitir é melhor pedir a autorização judicial, pois como não há regulamentação nacional sobre o modelo de autorização (alguns tribunais tem portarias próprias), assim, a criança ou adolescente pode conseguir sair da sua cidade, mas não conseguir retornar, tendo em vista que as exigências podem ser diferentes na cidade de destino!

    Caso seja necessário que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viaje para o mesmo destino com frequência, os pais ou responsáveis podem solicitar à autoridade judiciária que conceda autorização válida por dois anos.

    Vale destacar que o adolescente maior de 16 anos não necessita de autorização para viajar dentro do território nacional, bastando portar documento oficial de identificação com foto, observado o que dispõe Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para viagens terrestres, e da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC), para viagens aéreas.

    Importante ressaltar que o Estatuto da criança e do adolescente dispõe que é proibida a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere, salvo se autorizado ou acompanhado pelos pais ou responsável. ATENÇÃO: Não esqueça de documento com foto para adolescentes (12 a 18) ANAC (Agencia Nacional de Aviacao Civil) E ANTR (Agência Nacional de Transportes Rodoviário) exigem a apresentação de documento com foto!

    Viagem para o exterior

    Para viagens internacionais a lei prevê que sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente nascido em território nacional poderá sair do País em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior.

    A autorização é dispensável, se a criança ou adolescente estiver acompanhado de ambos os pais ou responsável; viajar na companhia de um dos pais ou outro adulto, autorizado expressamente pelo outro através de documento com firma reconhecida.

    Crianças ou adolescentes que viajarem desacompanhados devem levar autorização escrita de ambos os pais ou responsáveis.

    O que preciso na autorização?

    • Preencher os dados do formulário padrão que pode ser encontrado no portal do CNJ.

    • Uma autorização para cada criança ou adolescente.

    • Indicação do prazo de validade. Caso não seja indicado, será válida por dois anos.

    • Firma reconhecida em cartório por autenticidade.

    Duas vias (uma ficará na Polícia Federal).

    Atenção: não esqueça o passaporte válido e, se for o caso, o termo de guarda ou tutela.

    Pais separados

    No caso de pais separados não há nenhuma alteração na nova lei; assim, não é necessária autorização expressa com firma reconhecida para que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos quando viajar em território nacional se este estiver acompanhando de apenas um dos pais.

    Para uma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viajar em território nacional, desacompanhado, é necessário o RG ou certidão de nascimento e autorização judicial.

    Ficou com alguma dúvida? Fale com um advogado especialista.

    Gabriel ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004), Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

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