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Acostumamos a dividir a vida entre o certo e o errado, esquecendo, os legisladores dos caminhos, aquilo que seria o certo ou aquilo que seria o errado. Homens de bem, e mulheres também, optam por definir uma atitude correta para que a sociedade siga o bom caminho. Resta definir o que seria um homem ou uma mulher de bem, e depois de conseguir tal conclusão, entregar a eles a definição do certo e do errado.
Que coisa desgastante, definir em boas e bem traçadas linhas o que seria o certo e o que seria o errado! No meio do caminho, ou no fim dele, aparecem, simplesmente, aqueles que querem se divertir.
Uma diversão é um acordo entre duas partes, desde que transgrida todas as leis, escondam-se entre quatro paredes, e definam entre si o que seria o certo e o errado de cada um. Diversão é fazer coisas certas ou erradas, em um perfeito casamento de interesses, no caso, divertimento.
Temos o caso do casal que saiu fantasiado no carnaval, levando no ombro um filho fazendo as vezes do fiel amigo do Aladim. No caso, eles não estavam pensando no certo ou errado, estavam apenas querendo se divertir. Mas, fora das quatro paredes, o divertimento foi tachado de racismo.
Bonnie e Clyde optaram por se divertir fazendo tudo errado, ou certo para eles, que queriam se divertir, e ao que tudo indica, fora das quatro paredes, deu tudo errado.
Mas fazer a coisa errada, mesmo que pareça certa, recebe punição. O divertimento de alguns pode ser transgressão para outros, mesmo que lá no fundo estejam procurando a pessoa certa para fazer coisas erradas, e no fundo à procura de diversão.
Esta diversão pode ser simplesmente dar asas ao instinto, e o que poderia haver de errado em duas pessoas querendo se divertir, e arcando com as consequências dos seus atos?
Há limites para a diversão? Creio que sim. Afinal, a diversão de alguns não pode ser a tragédia para outros. E aí entramos na inserção daquilo que é certo, errado ou diversão.
Muitos brigam por aquilo que acham certo, e como oponentes aqueles que lutam pelo errado como se fosse o certo. Nunca vão se divertir, mas eternamente brigarão.
Na verdade, nada que existe pode ser certo ou errado, mas a diversão é o melhor caminho, entre muros, até porque uma boa chacoalhada na caretice da sociedade parece ser uma coisa divertida. O que estraga é a falta de esportividade.
O consenso em fazer a coisa certa, muitas vezes valida o errado. Mas, o consenso em fazer a coisa errada não leva àquilo que é certo. Menos policiamento sobre a vida alheia facilita a diversão, diversão que causa inveja, muitas vezes, por aqueles que não acharam o par certo para, simplesmente, poder se divertir.
Nilson Lattari
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Campos de futebol de cinco bairros de Lavras já começaram a ser restaurados com recursos de emenda individual da deputada federal Dâmina Pereira (Podemos/MG). Os locais serão reformados, com pinturas, aramado, redes, novas cercas, novas traves e novo gramado junto de outros benefícios. A verba é do Ministério dos Esportes e a Prefeitura Municipal já realiza a obra.
As reformas estão sendo feitas com a primeira parcela do montante de R$ 877.500,00 que a deputada destinou para a área do esporte em Lavras.
Os bairros Jardim Floresta, Novo Horizonte, Água Limpa e Vila Murad serão contemplados. Também serão atendidos o estádio municipal do Fabril e uma quadra no bairro Novo Horizonte.
A previsão é de que até 90 dias os campos já sejam entregues à população, através das Associações de Bairros representantes e das equipes esportivas que irão administrá-los. Assim, toda a população vai desfrutar das reformas quando finalizadas.

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Roger Campos
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Para combatê-los, o governo goiano, literalmente, chamou a polícia. Numa medida polêmica, a escola Fernando Pessoa, assim como outras 11 da rede estadual no último ano, passou por um processo de “militarização” do ensino, resultado de uma parceria das duas Secretarias (Educação e Segurança) para acabar com a violência no ambiente escolar.
Na prática, os militares assumem a administração da escola, enquanto a parte pedagógica (professores e métodos de ensino) segue sob a alçada da Secretaria de Educação.
Os resultados da mudança implantada no início deste ano, segundo a escola e o governo goiano, foram satisfatórios. O diretor do agora Colégio Militar Fernando Pessoa, capitão Francisco dos Santos Silva, afirma que, implementando os princípios básicos militares de “hierarquia e disciplina”, a escola conseguiu acabar com os casos de violência e virou um “sonho” para os moradores da cidade.
“Aqui, aluno fumava droga dentro da escola e batia em professor. Eu cheguei a ter de tirar uma professora da aula. Ela estava em um estado tão grande de depressão, que eu tive que tirá-la da sala”, conta o capitão à BBC Brasil. “Agora, é outro mundo, os próprios professores perguntam como nós conseguimos. Antes, eram os alunos que mandavam na escola”, diz.
Entre os pedagogos e especialistas, porém, o modelo militar é bastante questionado. “Resolve a violência por causa do medo da repressão. Mas não resolve o problema real”, defende a doutora em Ciência da Educação e coordenadora do Observatório de Violência nas Escolas do Brasil, Miriam Abramovay.
A escola se tornou militar em janeiro deste ano e, segundo o capitão Santos, conseguiu manter 80% dos alunos após as mudanças – eram 680 alunos até então. Agora, o colégio tem quase o dobro de estudantes (1.100) e atuam nele um total de 13 oficiais militares, 38 professores – a maioria mantida do modelo antigo da escola, com apenas algumas trocas daqueles que “não se adaptaram ao novo esquema” -, além de uma psicóloga, uma psicopedagoga e outros funcionários.
Entre as funções dos militares, estão as de cunho administrativo – o comandante e o sub-comandante fazem parte do corpo diretivo – e também as de “coordenadores de disciplina”, que são responsáveis por fazer com que os alunos cumpram as regras da cartilha militar.
“O ser humano se adapta ao meio. Quando você tira o meio violento, as palavras pesadas, eles mudam, o linguajar muda, o falar muda, a gente trabalha a consciência deles”, diz o capitão Santos. “Os alunos receberam muito bem, teve três ou quatro pais que não ficaram satisfeitos. Mas para a região aqui é um sonho para esse povo, muita gente queria e não tinha oportunidade.”
O dia a dia do aluno do Fernando Pessoa já começa diferente ao sair de casa para ir à escola. Antes, bastava colocar a camiseta do colégio, agora é preciso vestir o uniforme militar completo de estudante e cuidar para que tudo esteja “nos trinques” – uma camisa para fora da calça já pode gerar uma chamada de atenção.
O corte de cabelo dos meninos agora é “padrão militar”, e as meninas devem manter o seu preso. Esmalte escuro é proibido, assim como acessórios muito chamativos. Mascar chiclete, falar palavrão ou se comunicar com gírias (“velho”, “mano”, “brother”) também são práticas banidas da escola desde que ela se tornou militar.
Ao chegarem à escola, o tradicional “bom dia” foi substituído por uma continência. “Ela é a nossa saudação, para o professor ou entre os alunos, é um jeito de dizer ‘bom dia, como vai?’”, explica o capitão Santos. Daí vem o perfilamento em formação militar seguido da revista de um “coordenador de disciplina” para evitar que alguma regra seja desrespeitada. Uma vez por semana, há também a formação geral para cantar o hino nacional e o hino à bandeira, enquanto a mesma é hasteada conforme manda o protocolo militar.
Além dos novos hábitos, os alunos da Escola Fernando Pessoa ganharam também novas aulas. O currículo do Ministério da Educação (MEC) é mantido, mas os militares adicionaram à grade aulas de música, cidadania, educação física militar, ordem unida, prevenção às drogas e Constituição Federal.
“Nós trabalhamos o respeito com o próximo, a responsabilidade com horários, a reverência aos mais velhos. E a convivência”, conta o diretor, que garante também não aplicar punições severas aos alunos que quebrarem as regras.
Desde que os militares passaram a administrá-la, a Escola Fernando Pessoa passou por reformas e teve sua aparência transformada. “A escola era toda pichada, toda deteriorada, banheiros quebrados. Tirei oito caminhões de lixo daqui, era uma coisa muito triste. Agora, reformulamos, pintamos, pusemos climatizador nas salas, sistema de câmera, não tem mais nada de violência”, diz o diretor.
O relógio marca exatamente 7h15 de uma terça-feira ensolarada quando o toque ritmado da corneta rompe o silêncio no enorme pátio, anunciando a hora de começar mais uma solenidade de formatura semanal no Colégio Militar de Belo Horizonte, na Pampulha. Enfileirados, os quase 700 alunos, de 10 a 18 anos, acompanham, com corpos fixos e cabeças erguidas, o hasteamento das bandeiras e, em seguida, cantam com vozes firmes o hino do colégio. Quando o comandante toma a palavra, autorizando a tropa a “descansar” após 20 minutos de formação, o alívio é imediato. Braços e pernas relaxam, e até mesmo alguns bocejos ecoam, comprovando que, apesar de toda pompa e formalidade, alunos de colégios militares são crianças e adolescentes como quaisquer outros, imersos em um sistema de ensino que se expande a cada ano.
Estranha à primeira vista, a cena é cada vez mais comum no Estado: Minas é o segundo do país em número de escolas militares. Ainda assim, para quem está de fora, o universo envolvendo escolas administradas ou pelo Exército Brasileiro, ou pela Polícia Militar (PM) permanece polêmico. Há os que condenem a metodologia, certos de que o ensino militar doutrina e forma uma massa de seguidores acríticos. Assim como existem aqueles que aplaudem o sucesso na consolidação do respeito como valor para os jovens. Em meio às divergências, um fenômeno curioso, alheio a tudo, tem chamado a atenção: em uma sociedade que busca o conhecimento que liberta, cresce, cada vez mais, a demanda por colégios militares pelo país.
Apenas em Minas, são mais de 20 mil alunos frequentando escolas cujo uniforme remete à farda militar, divididos em 24 colégios, dois do Exército e 22 da PM – dois deles inaugurados neste ano, em Uberlândia, no Triângulo, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas. E a intenção é continuar crescendo: Divinópolis, na região Centro-Oeste, também deverá receber uma unidade do Colégio Tiradentes. “Não conseguimos atender 100% (dos interessados). Ainda temos uma demanda reprimida de dependentes de militares”, explica a coronel Rosângela de Souza Freitas, diretora de Educação Escolar e Assistência Social da PM.
O ensino está na UTI. Professores frequentemente ameaçados e agredidos, escolas tomadas pelo tráfico de drogas, alunos desinteressados, ausentes e aprendendo pouco. Algumas escolas que passaram a ter um acompanhamento militar mudaram essa realidade. Mas há quem desaprove a entrada das forças armadas ou da polícia nas escolas.
QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A “MILITARIZAÇÃO” DAS ESCOLAS PÚBLICAS?
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Roger Campos
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Em reunião na última semana, no Palácio da Liberdade, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, recebeu em seu gabinete o deputado estadual, Mário Henrique Caixa (PV), o ex prefeito de Três Pontas, Tadeu Mendonça (PV), a atual presidente da Copasa, Sinara Meireles e o vice-presidente da companhia, Antônio Cesar de Miranda (Junior Geloso). Na ocasião o governador nomeou o trespontano Tadeu Mendonça como o novo vice-presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).
Para o deputado, esse cargo é perfeito para o seu conterrâneo. “Deposito toda minha confiança no Tadeu, sei que ele vai engrandecer e melhorar o que for preciso na Copasa. Ele já tem uma grande história na gestão pública, além de vários projetos como o Sete Cachoeiras, a Penalty, o CAIC, entre outros. Estou feliz e agradeço ao governador Pimentel por colocar mais um trespontano em um cargo tão importante”, enfatiza Caixa (PV).
Tadeu Mendonça (PV), agora o atual vice-presidente da Copasa, nasceu na cidade de Três Pontas, é bacharel em Direito e tem mais de 20 anos de experiência no setor público. Foi diretor geral do IPEM – Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais, superintendente na AMM – Associação Mineira de Municípios, conselheiro no DER-MG – Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais, advogado na Prefeitura Municipal de Três Pontas, diretor de transportes aeroviários na Secretaria de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais e prefeito de Três Pontas, além dos 16 anos de experiência no setor privado.
“Agradeço a confiança do governador, em me colocar nesse cargo. Terei muitos desafios pela frente, mas sei que posso contar com a ajuda da presidente Sinara Meireles e que estarei sempre à disposição do meu corpo de diretores da Copasa”, afirma Tadeu Mendonça.
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Roger Campos
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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) um projeto que altera a legislação para permitir que o trabalhador possa sacar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caso peça demissão.
Atualmente, nessa hipótese, o trabalhador não pode movimentar a conta a ele vinculada no FGTS, a não ser que haja acordo entre empregado e empregador, o que permite saque de até 80% do saldo.
O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela CAS, ou seja, se não houver recurso para análise do plenário do Senado, a proposta seguirá diretamente para análise da Câmara dos Deputados.
Para entrar em vigor, a possibilidade precisa ser aprovada por Senado e Câmara e, depois, ser sancionada pela Presidência da República.
Fonte G1
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O salário mínimo deve ultrapassar a barreira dos milhares no ano que vem. Mas não há, segundo especialistas, motivos para comemorar, já que continuará bem longe do ideal. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019 estima que a remuneração chegará a R$ 1.002 no ano que vem. Hoje, o salário é de R$ 954.
O PLDO traz ainda a previsão para o salário mínimo nos dois anos seguintes. Para 2020, a estimativa é que ele chegue a R$ 1.076. Em 2021, R$ 1.153.
O valor previsto no Orçamento para o ano que vem pode mudar ao longo do ano, de acordo com surpresas na inflação. Isso porque o cálculo para o salário mínimo considera o crescimento da economia de dois anos anteriores e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Ou seja, o número que aparece no PLDO é feito com base em uma estimativa de inflação.
O valor do salário mínimo ideal para que o trabalhador possa custear as suas despesas básicas e de sua família (composta de quatro pessoas) foi calculado em R$ 3.754,16, ou quase 4 vezes o valor do salário mínimo vigente. A estimativa é do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). O departamento divulga mensalmente uma estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.
Esse valor é calculado com base na cesta básica mais cara entre as 27 capitais. Em abril, o maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 464,19). A diferença entre o salário mínimo real e o necessário aumentou de março para abril deste ano.
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Um homem foi baleado na tarde desta quarta-feira (18) em Três Pontas. Por volta das 17 horas, Cleison Vítor e dois irmãos estariam trabalhando em uma obra. Segundo nos foi relatado, na saída da construção, no fim do expediente, três marginais da cidade de Campos Gerais fizeram a abordagem com o intuito de roubar o carro de Cleison, momento em que a vítima teria levado a mão no bolso para pegar a chave. Acreditando que ele sacaria uma arma, um dos bandidos teria efetuado alguns disparos, sendo que um deles acabou atingindo o rapaz no abdômen.
Conforme apurou o Conexão, Cleison Vitor de Souza, 37 anos, casado, pedreiro, residente na rua Jonas Carlos Paiva, no bairro Cidade Jardim, onde também possui uma padaria, está fora de perigo no momento. Isso se deve a eficiência e agilidade do serviço de resgate bem como dos médicos – Dr. Hércules e Dra. Desireé – e todo corpo de enfermagem tanto do Pronto Atendimento Municipal (PAM) quanto da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis (HSFA).
Levantamos que em menos de 5 minutos a vítima já estava sendo atendida e utilizando de toda a estrutura e profissionais altamente qualificados do PAM. Devido a constatação da gravidade do caso, em menos de 30 minutos Cleison já estava no centro cirúrgico, nas mãos dos médicos Dr. Geovanni Barros e Dr. Eduardo Vasconcelos, que têm feito um grande trabalho no HSFA. A operação durou cerca de 2 horas.
Cleison foi submetido a uma laparotomia de urgência para correção do sangramento e lesões de órgãos internos. O procedimento cirúrgico foi um sucesso. A vítima foi encaminhado à UTI para cuidados mais detalhados, porém encontra-se em boas condições, estando, no momento, fora de risco de morte.
Até o fechamento desta reportagem não obtivemos informações da identificação e captura dos criminosos.
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Três Pontas, nesta segunda-feira (16), parou e se comoveu com a triste e repentina notícia da morte da ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade. Lutando contra um câncer, Adriene, que chegou ao posto de presidente do TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais), continuava trabalhando, intercalando sua jornada com as viagens semanais para tratamento no Hospital Sírio Libanês na capital paulista. No último sábado seu quadro piorou muito. Após internação, Adriene não resistiu e morreu às 06h50. Desde então os noticiários e as redes sociais não falavam de outra coisa, tamanho o carinho e admiração a essa mulher, primeira prefeita da cidade, primeira presidenta da Associação Mineira de Municípios. O Conexão iniciou uma cobertura toda especial que teve mais um capítulo no início da madrugada desta terça-feira, durante o velório de Adriene na “sua casa”, a sede da Apae de Três Pontas. Diversas autoridades, amigos e familiares acompanharam o funeral. Com exclusividade nossa reportagem conversou com o marido de Adriene Barbosa, o ex-senador Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional dos Transportes, a frente ainda do Sest-Senat. Também colhemos depoimentos emocionados do sobrinho de Clésio, o deputado federal Diego Andrade. O prefeito de Três Pontas, Dr. Luiz Roberto Dias, e o amigo particular, professor João Victor Mendes, destacaram o legado de Adriene:
“O principal legado, não somente profissional, é toda vida dela. Por onde Adriene passou. Ela não se destacava apenas por ser a primeira mulher a ocupar tão importantes cargos mas principalmente pela preocupação com o social. Ela sempre lutou pelos trabalhos sociais. Foi assim na Apae durante 15 anos, Foi assim na Prefeitura de Três Pontas onde realizou e deixou mais de 50 obras. Ela conseguiu aliar toda a preocupação social com a industrialização de Três Pontas. Sem dúvida uma grande gestora e de muito coração.
No campo pessoal posso dizer que tive o privilégio de conviver com ela, conhecê-la diariamente, ser seu marido e parceiro. Nós temos muita afinidade e eu posso te dizer que somos um só. Pensamentos políticos, jurídicos, de gestão são muito iguais. O nosso amor transcende esse mundo.
O seu legado é a sua história de vida. Ela era forte, era jovem, gostava muito de viver. Era uma pessoa que, justamente por ter esse amor pela vida, era iluminada. Quero dizer ao povo de Três Pontas que continuaremos sempre juntos. Foi através de Adriene que tanto eu quanto o Diego (Andrade) nutrimos esse amor tão grande por Três Pontas. Vamos continuar olhando por Três Pontas, principalmente o Diego, um rapaz tão atuante e competente que tem se destacado na política e feito muito por essa cidade. Lembro que tudo que trouxemos pra cá, como o Sest-Senat, foi pedido pela Adriene. Ela é a grande responsável. Obrigado a todos”, comentou.
“Mais do que as obras, Adriene deixa um exemplo de carinho e de amor. Uma pessoa muito amável que tinha o dom de unir a todos. Pra nossa família é uma perda irreparável. Com muito carinho, com muito amor Adriene sempre soube pontuar as coisas muito bem e assim foi conseguindo seus objetivos e fazer muito por Três Pontas. Ela deixa um legado de muitas realizações.
Nos últimos dias nós estamos lutando por mais melhorias para a Apae e é uma pena ela não estar aqui com a gente para comemorar esse grande avanço que está por vir. Mas ela inspira o nosso trabalho e aumenta mais a nossa responsabilidade. A política ultimamente tem deixado tanta coisa ruim e ela é um exemplo de outro lado da política, da coisa boa, do amor em tudo que faz.
Ela deixa um amor pela vida e pelas pessoas que é um grande exemplo. A forma como sempre tratou a todos com muito amor. Esse é seu grande ensinamento”, ressaltou.
“Adriene foi uma grande mulher, uma grande liderança, uma grande prefeita. A situação política está se deteriorando a cada dia, está piorando em todo país. Antes, na época da Adriene e do Carlos Mesquita, por exemplo, não havia tanta interferência do Ministério Público, do Tribunal de Contas e nós temos esses grandes poderes que interferem na administração pública, com verbas cada vez mais escassas.
Mas os ideais são os mesmos. Tanto ela quanto eu sempre buscamos os ideais da industrialização, da geração de emprego e renda, de melhores condições para as pessoas, principalmente as mais sofridas. Buscamos sempre investir na ação social e ao mesmo tempo na tecnologia, modernizando a administração pública, procurando sempre ser um gestor eficiente, dentro de um grande processo evolutivo.
Nós também buscamos muito para a saúde, mas hoje em dia há muitos cortes. Pra você ter uma ideia nos foi cortado pelo Governo do Estado o repasse do recolhimento do IPVA e isso compromete muito a administração no lado financeiro. Quero dizer que eu me espelho muito na administração da Adriene e quero deixar um legado, assim como ela, de muitas obras, já que a visão é a mesma.
Em sua homenagem, em respeito a sua pessoa decretei o luto oficial de três dias com bandeiras a meio mastro. Adriene será sempre lembrada por ser uma pessoa humilde, grata às pessoas que trabalharam com ela, demonstrando sempre muita humildade. São esses seus grandes ensinamentos. Fazer amigos e ter simplicidade”, pontuou.

“Eu diria ao Conexão que a Adriene é o principal pilar de todas as inúmeras conquistas que foram aportadas aqui em seu mandato. A Fateps, por exemplo, que tem, como você destacou, um grande trabalho do reitor Stefano Gazzola, eu como colaborador, enfim, tem a assinatura da Adriene. Ela queria muito essa faculdade. Quando eu apresentei o Stefano a ela a alegria foi imensa, de estarmos começando a concretizar um sonho de mais de 30 anos. Desde quando terminamos o curso de Direito em Varginha ela dizia que se fosse prefeita um dia levaria uma faculdade para Três Pontas e assim fez.
No geral, Adriene representou uma mudança de mentalidade. Ela queria uma Três Pontas desenvolvimentista, solidária e fraterna, com oportunidade para todos, principalmente para aqueles mais carentes. Ela lutou pela saúde, pela educação, pelos mais pobres. Estar aqui na Apae nessa despedida não é uma coincidência e sim uma providência, afinal aqui ela começou e dedicou muito amor a essa entidade.
Adriene industrializou a cidade. Adriene é Apae, é Três Pontas. Ela foi maior do que seu próprio nome. Deus não me deu irmãos de sangue, mas me deu a Adriene como uma irmã. perdemos a convivência física e tenho certeza que ao lado de Deus ela continuará fazendo por todos, pela nossa cidade, sempre com o lema da fraternidade e do amor.
Pra trazer a Estrela pra cá foi uma luta tremenda e financeiramente era inviável. O município não tinha recursos e a Adriene lutou muito até conseguir. Onde você anda em Três Pontas vê uma obra da Adriene. As obras falam por ela.
Posso definir Adriene em uma única palavra: caridade”, disse emocionado.
Adriene Barbosa de Faria Andrade foi sepultada às 11 horas em sua cidade natal, Boa Esperança.
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O Grupo Unis recebeu, com imenso pesar e consternação, a notícia do falecimento da Sra. Adriene Barbosa de Faria Andrade.
Adriene, quando prefeita de Três Pontas, foi uma das responsáveis pela chegada do Grupo Unis ao município e cedeu o espaço onde hoje funciona a Fateps, Faculdade Três Pontas.
O corpo de Adriene será trasladado de São Paulo, onde faleceu, até Três Pontas, para ser velado. Seu enterro acontecerá na cidade de Boa Esperança.
O Grupo Unis se solidariza aos parentes e amigos neste momento de dor e separação. Em respeito por tão grande perda, as bandeiras serão hasteadas a meio mastro em todas as unidades que formam o Grupo, e as aulas da FATEPS foram suspensas nesta segunda-feira.
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Acordar com uma notícia dessas não é nada fácil. Não há como mensurar a dor dos familiares e dos amigos mais próximos. Mas eu tenho uma longa história com a ex-prefeita Adriene e a sua partida tão precoce me fez rememorar alguns capítulos marcantes.
Conheci aquela mulher linda, com aqueles sempre impecáveis cabelos louros e aquele penteado com um topete perfeito que era uma de suas marcas, quando estava cuidando de tantas pessoas especiais na Apae de Três Pontas.
Conheci uma mulher competente, de sorriso também lindo, dedicada às crianças e a todos que a cercavam. Fala doce, jeito cativante, educação refinada e um jeito todo carinhoso e atencioso para com as pessoas e em especial a imprensa.
Me tornei, com o passar do tempo, um amigo pessoal. Recordo quantas entrevistas fizemos… Várias, incontáveis! Sempre sorrindo, sempre linda, sempre com o verbo apurado e uma força de vontade latente. Num dos episódios mais marcantes pra mim, Adriene me telefonou uma manhã e pediu que eu fosse em sua casa pois ela queria conversar com alguém e, até com certa surpresa, eu fui o escolhido. Conversamos muito no “pé de sua cama”, ainda de pijama, mas, pra variar, linda. Um suco de laranja molhava suas palavras e a amizade ali foi se fortalecendo…
Veio a política e muitas vezes, mesmo contra a vontade de quem tem a caneta, de quem realmente tem o poder, acabamos nos afastando. Tivemos alguns conflitos, o que não é nada anormal entre políticos e a imprensa. Pontos de vista diferentes. Mas no fundo sempre nos respeitamos e torcemos um pelo outro.
Como ela cresceu, brilhou, alcançou suas metas, fruto de muito trabalho, suor e uma garra que só era vista em raras pessoas. Predestinada! A primeira mulher prefeita de Três Pontas, primeira presidente da Associação Mineira dos Municípios, conselheira e presidente do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. Toda beleza que Adriene sempre irradiava era chancelada por seu talento e capacidade.
Numa outra ocasião, após alguns anos sem contato, nos encontramos no aeroporto de Três Pontas. Acompanhada de amigos, assessores e do marido, o então senador Clésio Andrade, saiu de onde estava e veio me abraçar. Um gesto de humildade, de carinho, de generosidade que nunca esqueci. Ali chorei, muito. Pois percebi que a casca daquela ferida havia caído e o machucado cicatrizado.
Depois disso a encontrei em outras oportunidades, sempre linda, sorrindo, aquela magia no olhar e a doçura na voz que eram inconfundíveis. Pude entrevistá-la mais uma vez. Agora durante importante evento no Fórum de Três Pontas, que recebia mais uma melhoria graças ao seu apoio e prestígio. E não foi uma entrevista qualquer, foi diferente. Foi a primeira depois daquele “calo” que tanto incomodou. Foi mais uma prova de carinho, respeito e amizade. Mas infelizmente foi a última.
Adriene Barbosa de Faria Andrade, uma mulher de destaque, de respeito, de trabalho, de liderança, de história. Alguém que sempre buscou o melhor e que deixa seu nome nos anais da história da cidade de Três Pontas e do Estado de Minas Gerais. Da Apae local para o cenário nacional através do TCE-MG. Sem perder o sorriso, o topete (penteado perfeito), a simplicidade e sua luz.
Luz que nunca se apagará, afinal, já diria um poeta, os grandes nunca morrem, deixam legados, exemplos eternizados em nossos corações.
Obrigado Adriene pela amizade, pelas entrevistas, pelo carinho. Que Deus te receba de braços abertos! Descanse em paz guerreira!
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