Após inauguração, lojistas reclamam que clientes migraram no sábado. Centro investe em promoções e shopping puxa clientela de outras cidades.
Os comerciantes do Centro de Varginha sentiram queda no movimento depois da abertura do shopping na cidade. Segundo eles, as ruas estão mais vazias e as vendas caíram. Já a associação comercial da cidade (Aciv) acredita que, quando a sensação de novidade do shopping passar, as lojas da região central serão beneficiadas com o movimento de clientes de outras cidades.
Nas lojas do Centro, o anúncio de oferta, tudo pela metade do preço, é uma forma de atrair o cliente. Tem quem apele até para o palhaço com pernas de pau para divulgar os produtos. Mas segundo os comerciantes, o número de pessoas nas ruas do Centro de Varginha, principalmente aos sábados, diminuiu. “Percebi que sumiu todo mundo”, conta a comerciante Dione Maria Gouvea.
A comerciante diz ainda que os clientes estão gastando menos. “Quando vai comprar escolhe uma peça só, nem compra mais de uma peça”, afirma.
O presidente do núcleo do comércio da Aciv diz que a inauguração do shopping atraiu muitos clientes que costumavam ir ao Centro da cidade, principalmente aos sábados. Mas ele atribui esse sumiço também ao mês de abril, que é quando saímos do outono para o inverno.
“É um mês de troca de estações, então ainda está fazendo muito calor, então o cliente não sai pra comprar agasalhos, sapatos, acessórios enquanto não esfria mesmo, porque aí ele vem comprar a coleção de inverno”, afirma Anderson de Souza Martins.
Com a novidade, ele reconhece que vai ser preciso investir para continuar atraindo a clientela. “A tendência é ter um primeiro momento em que o shopping fique lotado, muita curiosidade, mas depois também o comércio central, acredito, vai ter benefícios com a vinda de tanta gente da região”, completa Martins.
Cidades vizinhas
Mas se uma parcela da população migrou do Centro para o shopping, muitos clientes das cidades vizinhas que costumavam comprar em Varginha também estão no empreendimento comercial. As placas dos carros apontam São Gonçalo do Sapucaí, Três Corações, Três Pontas e até São Paulo.
Wantuir Bomfim tem uma loja no Centro de Varginha e abriu outra no shopping. Ele diz que além do fluxo de pessoas ser muito maior em relação ao Centro, a maioria dos clientes são de fora. “Está vendendo pra Varginha, mas também bastante pro pessoal de fora. Várias cidades”, comemora o comerciante.
Há menos de 50 dias para a 19ª edição da Expocafé, que será realizada entre os dias 7 e 10 de junho no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) em Três Pontas, 90% do espaço da feira já está comercializado.
Participam desta edição mais de 130 empresas que irão apresentar tecnologias, como maquinário em geral, secadores, tratores, roçadeiras, adubadeiras, plantadeiras, podadeiras, derriçadeiras, além de softwares e serviços para o setor. Serão 204 estandes em 12 mil m2 de feira. A Expocafé 2016 deve movimentar mais de R$ 200 milhões de reais em negócios gerados e prospectados, com expectativa de público de cerca de 20 mil visitantes.
A programação terá início com o 7º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira no dia 7 de junho. O evento, que reúne pesquisadores, professores, técnicos, produtores e estudantes, é exclusivo para participantes previamente inscritos. Entre os dias 8 e 10 de junho, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos técnicos.
A programação inclui ainda a dinâmica de campo, minicursos, dentre outras ações de transferência tecnológica. Durante as dinâmicas, os participantes poderão conhecer na prática o funcionamento de equipamentos instalados nas lavouras de café do Campo Experimental. Além disso, pesquisadores apresentarão resultados de pesquisas e estudos na região.
Inovação para a cafeicultura
A UllerAgro, empresa que participa pela primeira vez da feira, irá lançar na Expocafé 2016 o aplicativo para celular “Uller” que permite compartilhamento de máquinas agrícolas. É uma tecnologia moderna para criar um “markatplace” de compartilhamento de máquinas agrícolas. Através dele será possível cadastrar máquinas e equipamentos, programar e solicitar serviços, acompanhar os trabalhos realizados através de rastreadores e efetuar pagamentos, de forma organizada e transparente. O produtor terá uma fonte de renda adicional, compartilhando seus equipamentos e máquinas ociosas. Além disso, poderá realizar as atividades com planejamento e segurança. Durante a Expocafé serão demonstradas as funcionalidades e produtores serão cadastrados para se habilitarem a utilizar o aplicativo Uller.
Os participantes poderão também conhecer cosméticos à base de café produzidos pela Kapeh, empresa que nasceu no Sul de Minas, que vai apresentar um mix com mais de 100 itens na feira. Os produtos são diversificados nas linhas corporal, capilar, teen, masculina e ambiente, além de kits e acessórios. Além disso, empresas que participam tradicionalmente da feira já confirmaram e irão demonstrar novidades e novas versões de equipamentos e máquinas para o setor.
SERVIÇO
Expocafé 2016
7 de junho – 7º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira
8 a 10 de junho de 2016 – Feira
Horário: 8h às 18h
Local: Campo Experimental da EPAMIG – Rodovia Três Pontas/ Santana da Vargem, Km 6 – Zona Rural -Três Pontas (MG)
A primeira coisa é que, numa democracia, nós somos os grandes provedores da política, isto é, os que lá estão não aparecem porque tomaram o poder, isso seria uma ditadura. Nós os colocamos. O que significa que, de um determinado modo, nossas boas escolhas para a gestão pública da atividade política é decisiva. Em segundo lugar, a incapacidade que algumas pessoas têm, às vezes, de supor que a política não acontece somente na época das eleições. Ela exige que eu continue acompanhando no meu dia a dia aquilo que é feito pelas pessoas que me representam. E, terceiro, é que as pessoas de bem se candidatem também para os cargos. Se a gente diz que a política está muito vinculada ao desvio, ao ‘entornar o caldo’, é preciso quem não queira fazê-los, isto é, gente que não quer ser desonesto, que ela decida também participar da política.
O poder corrompe obrigatoriamente?
Ela [a corrupção] é uma possibilidade. Ela é uma possibilidade. Mas ela não é uma obrigatoriedade. Eu insisto sempre: a corrupção nunca será extinta da vida humana porque nós somos livres para o malefício e para o benefício. Isso significa que posso, sim, ter a situação, mas não sou obrigado a ter. Você tem mecanismos judiciais que bloqueiam isso, uma sociedade que acompanha e recusa a corrupção do dia a dia. Porque quando eu encontro um grande movimento é porque ele acontece no dia a dia e no momento em que a pessoa se relaciona com o poder público. Quando essa pessoa está na frente do agente de trânsito, quando ela quer oferecer e facilitar. Essas são coisas que, pouco a pouco, vai minando nossa condição.
Foto Arquivo Xtp
Todo político é corrupto porque também a sociedade é corrupta?
Não concordo. Eu acho que, por exemplo, eu costumo dizer, e vou insistir: 95% dos brasileiros acordam todos os dias em vários estados do País e vão trabalhar. Levantam de madrugada, pegam ônibus, cavalos, bicicletas, moto e vão. 5% são canalhas. Esses 5% de canalhas conseguiram duas coisas perigosíssimas. Primeira, dizer aos 95% que não são canalhas que não sê-lo é uma forma de ser tonto e otário. Segunda, que eles, os 5%, são invencíveis. Aí, duas mentiras. Primeira: Não é correto ser canalha. Segunda: que os 5%não são invencíveis.
Nós temos hoje, no País, um processo de limpeza dolorido, complicado, nos dá raiva em vários momentos, mas ele é necessário. A palavra crise tem origem numa palavra do sânscrito que é purificar, pu-ri-fi-ca-cão. Por isso cria. Tem pessoa que no exercício de ioga se cria. O que é purificar? É você se separar. A febre, por exemplo, é uma forma de purificação.
A gente pode ter uma realidade diferente daqui em diante?
A gente precisa ter. Se a gente perder essa ocasião, se nós perdermos essa ocasião… Nós não podemos perder essa chance no País porque a democracia não quebra a nação. Nós não temos uma política hoje em que a gente fica desgovernado. Ao contrário, a gente tem uma rota, ela (a democracia) está seguindo com algumas tribulações. Mas nós temos capacidade hoje de fazer um País que possa ser melhor. O que a gente não pode é achar “O que eu posso fazer?”. Qual é a frase mais perigosa num país como o nosso?: “Que horror, alguém tem que fazer alguma coisa”.
E a gente não faz nada?
Pois é, como se fosse o lado certo. Por isso vivemos um momento especial. É difícil, é duro, muito complicado, mas ele é algo que nós nunca tivemos na história. Nós não podemos perder a ocasião.
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Precisamos ter uma boa conduta moral para cobrar dos outros?
Claro. Mas a ideia de que o outro não está fazendo o que deve fazer não significa que eu adiro, ou seja, acato a lógica de que “eu faço, todo mundo faz”. Isso é absolutamente perigoso. Afinal de contas, como diz o Corpo de Bombeiros: nenhum incêndio começa grande. Todo incêndio começa com uma faísca, com uma fagulha. Quando a gente tem, assim, esse tipo de apodrecimento nos modos de convivência, tem a ver comigo. O que significa, acima de tudo, que eu preciso participar da vida coletiva de um modo que seja decente. “Ah, mas o outro não faz…”.
Lamento. A frase é clássica mas eu sou caipira; sou de Londrina. E o caipira costuma dizer que é ‘pobre, mas é limpinho’. A ideia de ser pobre e limpinho é uma coisa que é decisiva numa circunstância como essa. O que não pode é ser cínico. O cínico é aquele que finge que é honesto. Mas é só da boca pra fora. Isso aí, como diz um personagem da TV, é nojento.
Rui Barbosa disse que ‘chegará o dia em que o homem teria vergonha de ser honesto’. Vale desistir de tentar mudar o mundo?
Jamais. Jamais. Nós somos marcados, nós humanos, pela capacidade da esperança, isto é, esperança do verbo ‘esperançar’. Tem gente que tem esperança do verbo esperar. Esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Ah, eu espero que dê certo, eu espero que aconteça. Eu espero que resolva. Isso, repito, não é esperança, é esperar. Esperança é ir atrás, é se juntar, é não desistir. Afinal, as pessoas olham e diz assim: “Ah, se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”. Falta a terceira parte, é essa que decide. Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega, mas SE JUNTAR O BICHO FOGE. E é isso que é decisivo.
Um caso no mínimo intrigante chamou a atenção da Polícia Militar no início da madrugada deste domingo (24) em Três Pontas. As primeiras informações apuradas pelo Conexão davam conta de que um veículo havia colidido com um poste de energia elétrica no bairro Jardim Boa Vista, deixando moradores das imediações sem luz.
Quando a Polícia Militar chegou ao local, apurou uma história um pouco mais complicada. “O veículo Golf, de cor verde, com placas de Santana da Vargem, foi encontrado batido em um poste de energia elétrica na Rua Vereador Edgard Girardelli, aqui no bairro Jardim Boa Vista, por volta da 01:00hs.
Chegando aqui nos deparamos com o proprietário do veículo, um lavrador de Santana da Vargem, dizendo que estava numa festa com amigos e familiares próximo do local e que escutou um barulho forte e ao sair na rua se deparou com o sumiço de seu automóvel. Ele disse que o Golf deve ter sido furtado, apesar de a chave estar com ele e de não haver sinal de ligação direta. A Sala de Operações do Quartel havia recebido uma ligação informando o acidente de trânsito e que um tal Teilor estaria na condução do veículo e que teria fugido após a batida. Mas essa história, por enquanto, aparentemente, está estranha”, disse o Sargento Viana.
Ainda segundo o militar será lavrado inicialmente um Boletim de Ocorrência de acidente de trânsito e constará a informação dada pelo proprietário do Golf de que seu carro foi furtado.
“Nós vamos procurar mais informações e conversar com o dono do carro para obter detalhes mais conclusivas”, ressaltou o Sargento Viana.
Há risco de queda de poste, que está apoiado na lataria do veículo. A Cemig já foi chamada. Os moradores das imediações continuam sem luz. Não há previsão de religação por enquanto
Usuários das vias reclamam da “demora” na colocação de sinalização horizontal nas elevações
Muitos acidentes estavam sendo registrados no perímetro urbano da cidade de Três Pontas nos últimos anos, provocados principalmente pela imprudência, desrespeito às leis de trânsito e ainda pelo grande número de veículos; cerca de 20 mil para uma população de 54 mil habitantes. Diante disso a Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do Departamento Municipal de Trânsito iniciou a instalação de várias passagens elevadas de pedestres, para conter a velocidade dos veículos. Mas a “demora” na pintura das faixas tem causado uma série de reclamações.
Diversos trechos ganharam novas passagens elevadas de pedestres que são diferentes de simples lombadas, pois nelas, além da elevação (saliência) há a pintura de faixas brancas transversais para a travessia segurança de pedestres. O problema é que muitas passagens já estão prontas e devido à necessidade de secagem do asfalto, elas não estão pintadas, o que dificulta a sua visualização, pegando motoristas desprevenidos que passam em altas velocidades, provocando alguns acidentes, principalmente por parte de motociclistas; alguns casos já foram registrados de quedas.
Nossa reportagem conversou com o Chefe do Departamento Municipal de Trânsito, Celso Joaquim Domingues. Ele revelou que é necessário esperar aproximadamente 10 dias depois de construída a passagem elevada para que a mesma possa ganhar pintura transversal. “Mas é importante dizer que todas elas ganham no ato de sua confecção uma placa de sinalização vertical e duas faixas (como de retenção) brancas, antes e depois da passagem, o que já orienta sobre a necessidade de se diminuir a velocidade. Precisa-se esperar a secagem do asfalto para se fazer a pintura”, explicou.
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O Chefe do Departamento de Trânsito de Três Pontas disse que ao todo 15 novas faixas foram colocadas recentemente pela Prefeitura Municipal, dentre elas na Avenida Ipiranga, Marquês de Abrantes, José Lagoa, entre outros pontos.
Um dos trechos que mais registrava acidentes e que era um anseio da comunidade trespontana há vários anos era no cruzamento das ruas Sete de Setembro com a Afonso Pena, onde diversos acidentes, alguns graves, foram contabilizados.
“Nós já estamos pintando as passagens na Avenida José Lagoa e quero avisar a todos que a partir desta segunda-feira (25) estaremos pintando todas as demais passagens que foram feitas”, concluiu.
As vacinas contra a gripe H1N1 estão esgotadas em todos os postos de saúde de Três Pontas. As últimas doses do último lote que foram enviadas pelo Ministério da Saúde terminaram na tarde desta sexta-feira (22) na Policlínica, localizada no centro da cidade.
De acordo com informações passadas pelos enfermeiros coordenadores, 5.560 doses chegaram desde o último dia 18 de abril, através de uma ação de antecipação da vacinação, devido ao grande risco de surgimento de novos casos. Várias cidades da região estão contabilizando casos de H1N1 e aqui em Três Pontas há casos suspeitos e um específico aguardando confirmação, em fase de estudo mais avançada.
Essa remessa equivale a 40% de todas as doses que serão destinadas a Três Pontas. A informação é de que no próximo dia 30 de abril os outros 60% de vacinas cheguem ao Município.
CIDADES DO SUL DE MG
Ao menos sete cidades do Sul de Minas tiveram o estoque de vacinas contra a gripe H1N1 esgotado em menos de uma semana. Diferente de anos anteriores, em que as campanhas do governo tiveram dificuldades para atingir a meta de vacinação, mais pessoas têm procurado pela vacina e muita gente não conseguiu se imunizar.
O público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe H1N1 são as pessoas consideradas do grupo de risco: os idosos com mais de 60 anos, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto, crianças entre 6 meses e 5 anos, profissionais de saúde, indígenas, além dos doentes crônicos, como, por exemplo, pessoas com diabetes, asma, bronquite e hipertensão.
Mas com o aumento de casos de H1N1 registrados em Minas Gerais, o Estado, inclusive, pediu que muitos municípios antecipassem a campanha de vacinação, e com isso, o estoque já esgotou. Na região, Varginha, Poços de Caldas, Lavras, Campo Belo, Três Corações, Andradas, Lambari e Três Pontas já estão sem a vacina. Varginha chegou a receber 12 mil doses, mas elas mal deram pra três dias de vacinação.
A situação é novidade. Na campanha de 2013, por exemplo, o governo tinha a meta de imunizar, pelo menos, 80% dos grupos prioritários, mas a procura não chegou a tanto. Em Minas Gerais, foi preciso prorrogar a vacinação por mais duas semanas pra que o número fosse atingido.
H1N1 EM MINAS GERAIS
De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde na segunda-feira (14), quatro mortes foram confirmadas em Minas Gerais decorrentes do vírus H1N1 neste ano. Duas delas foram registradas no Sul de Minas, uma em Andradas e outra em Lavras. Além dessas, uma terceira morte foi registrada em Campo Belo, confirmada apenas pela Secretaria Municipal de Saúde.
Das doses da vacina enviadas pelo Ministério da Saúde a Minas Gerais, cerca de 40% foram encaminhadas aos municípios, segundo o Estado. De acordo com a Superintendência Regional de Saúde de Varginha (MG), a previsão do ministério é de que uma nova remessa seja entregue às cidades entre os dias 25 e 30 de abril, quando acontece a mobilização nacional de vacinação.
A previsão do Ministério de Saúde é que até o dia 20 de maio a meta de vacinação seja atingida, quando se encerra a campanha.
Paulo Luís culpa antecessor pela saída da entidade
A Casa Pietá de Três Pontas, que cuida da recuperação de dependentes químicos foi “despejada” do local onde montou toda a estrutura para atender dependentes químicos: o Parque Vale do Sol, em Três Pontas. A decisão, segundo o presidente da Casa Pietá, Marcelo de Paula Lopes, foi tomada pela juíza Dra. Raissa Figueiredo Monte Raso Araújo, que fez cumprir um decreto que protege aquela área tombada pelo patrimônio ambiental e histórico. Com isso, a Pietá teve até o sábado, dia 09 de abril, para desocupar completamente o local, o que foi feito.
Atualmente a Casa Pietá está atendendo em um local improvisado cedido provisoriamente por um servo desse trabalho importante acompanhado pela Igreja Católica.
Nossa reportagem conversou com exclusividade com a Juíza Dra. Raíssa Figueiredo Monte Raso Araújo e com o Prefeito Paulo Luís Rabello sobre o caso:
Paulo Luís Rabello – Prefeito Municipal
“Primeiramente eu quero dizer que vejo com muita tristeza e preocupação a saída da Casa Pietá do Parque Municipal Vale do Sol. Mas quero lembrar que isso só aconteceu devido a um grande erro cometido por quem estava sentado na cadeira de prefeito antes de mim, por ter cedido o Parque Vale do Sol à Casa Pietá apesar de o mesmo não pertencer a Prefeitura.
Como que alguém pode dar uma coisa, um local que não lhe pertence, sem pensar nas consequências que isso pode acarretar? E deu no que deu. E muitos vereadores da época que votaram favoravelmente a essa situação, ou seja, autorizando essa suposta doação estão sendo processados. Hoje, na minha gestão, nenhum vereador está sendo processado. É a diferença da forma de se conduzir as coisas.
Eu sempre procuro fazer as coisas com correção, evitando qualquer tipo de problema, principalmente no campo jurídico. Por fim, quero informar aos leitores do Conexão Três Pontas que estive reunido com o Padre Ednaldo Barbosa, Pároco da Matriz, para tratar desse assunto. Foram oferecidos vários locais para a Casa Pietá, mas não houve aceitação de nenhum deles devido a distância. A Prefeitura está tentando fazer o que pode para ajudar nessa questão a Casa Pietá e espero conseguir encontrar uma solução, corrigindo um erro do passado, que não é meu”, pontuou.
Dra Raíssa – Juíza de Direito da Comarca de Três Pontas
“Na verdade o que aconteceu foi que o Município entrou na Justiça pedindo uma reintegração de posse, requerendo aquele imóvel, por se tratar de uma área tombada e que teriam ocorrido alterações naquele local sem devidas autorizações. Inclusive houve por parte da Prefeitura uma manifestação dizendo que a Pietá não poderia estar lá da forma como estava. Na verdade não houve uma decisão judicial para que houvesse a desocupação, porque foi marcada uma audiência de conciliação e naquela oportunidade, 29 de outubro de 2014, o então presidente da Pietá, Norian Marcelino, acompanhado por seu advogado, fez um acordo com o Município se comprometendo a desocupar o local até 20 de abril de 2015.
Então foi concedido esse prazo para a desocupação mediante acordo assinado pelo então presidente. Como não houve a desocupação no prazo que eles mesmos acordaram, a Casa Pietá veio pedindo algumas prorrogações, que acabaram sendo aceitas. Eu não teria autonomia para mexer nisso. Mas o Município foi concordando com as prorrogações, assim como o Ministério Público.
Mas, infelizmente agora, nem o Ministério Público e nem a Prefeitura concordaram mais com a prorrogação. Em razão disso fez-se cumprir o acordo que a própria Pietá, através de seu antigo presidente, firmaram”, explicou.
O TRABALHO DA CASA PIETÁ
Marcelo Lopes, presidente da Casa Pietá, disse ao Conexão que a situação era irremediável, já que o despacho da Juíza foi em caráter improrrogável. “Nós estamos muito tristes. Nós pegamos o Vale do Sol completamente abandonado, servindo para uso de drogas e orgias. Cuidamos e revitalizamos tudo. Montamos até uma capela para as orações diárias, já que o nosso trabalho tem um fundo religioso, ligado a Igreja Católica. Infelizmente a situação chegou nesse ponto. Lutamos durante três anos para tentar reverter esse quadro, mas não foi possível. Tentamos ajuda e apoio de várias pessoas, entidades e órgãos públicos. O prefeito Paulo Luís até disse que arrumaria um outro local e que pagaria o aluguel para a Pietá, mas não se encontra imóveis disponíveis. E então a realidade é essa”, desabafou, bastante emocionado.
A Casa Pietá estava atendendo 13 dependentes químicos, lhes oferecendo moradia, alimentação e acompanhamento espiritual. Depois das notícias do “despejo”, a entidade parou de abrigar novos assistidos e algumas pessoas inclusive deixaram o local. Atualmente são apenas 7 pessoas que se tratam e que dependem da Pietá para sobreviver.
A Casa Pietá se mantem com muitas dificuldades. Recentemente conseguiu através de um projeto de Ministério Público o recebimento de R$8.000,00 para a compra de utensílios e equipamentos. A entidade conta esporadicamente com a ajuda de 18 cooperados. Mas as despesas são grandes e o dinheiro arrecadado quase sempre é insuficiente.
As visitas na Casa Pietá acontecem aos domingos e os internos precisavam ficar pelo menos 5 meses reclusos, sem contato com a rua para obterem um resultado esperado no tratamento de desintoxicação de álcool e drogas. Ou seja, ter um espaço é fundamental para que essas pessoas, muitas abandonadas pela própria família, consigam lutar contra o vício e tentar a cura através da fé, do trabalho e dos pensamentos positivos.
Um ato, supostamente, criminoso foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas na manhã desta sexta-feira, 22 de abril. De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Conexão, um veículo Volkswagen Kombi, que pertence a Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura Municipal de Três Pontas foi alvo de um incêndio.
Ele estava estacionado nos fundos do Ginásio Coberto. De acordo com a secretária municipal de Esportes, Érika dos Reis Roberto, quando chegaram para trabalhar nesta manhã e encontraram a Kombi toda destruída. “Eles pularam o muro do Ginásio e colocaram capim seco dentro da Kombi para potencializar o fogo, as chamas. Eles quebraram um retrovisor, quebraram o limpador de para-brisa, destamparam o tanque e tentaram colocar fogo, por sorte não pegou e ela não explodiu. Mas pegou fogo nos bancos, no volante e em boa parte da lataria”, explicou.
Ainda conforme a Secretária, essa Kombi era o único veículo que o setor de esportes tinha. Era utilizada para transportar equipamentos e materiais para manutenção de quadras e campos, limpeza de terrenos nos arredores desses locais e ainda para transportar equipes de esportes, como a de atletismo que recentemente esteve em Três Corações em uma competição. Também serviu, durante a reforma do Ginásio Coberto, para levar crianças para outros ginásios, como o Delvo Corrêa.
“Estamos muito tristes com esse ato criminoso, de muita maldade no coração”, complementou Erika Roberto.
O local está isolado e a perícia da Polícia Civil está sendo aguardada para que as próximas medidas, dentro do processo de investigação sejam tomadas. O que dificulta é o fato do local não dispor de câmeras de segurança.
O Brasil meio que já revive um cenário de impedimento de um presidente da República. Em 1992, quando Collor renunciou, Itamar Franco assumiu. E agora, se Dilma for de fato impedida, Temer assumirá provisoriamente até que novas eleições sejam marcadas em caráter de urgência, ou não.
O primeiro impedido foi Fernando Collor de Mello que, antes da aprovação contra ele preferiu tentar renunciar em 29 de dezembro de 1992, para não perder seus direitos políticos (hoje, inclusive ele é senador da República e votará, ironicamente, o impedimento referente a Dilma Housseff). Com a aprovação do pedido de impeachment ontem na Câmara dos Deputados, o Senado receberá o processo contra a mandatária petista.
Abraço entre o ex-presidente Collor e a atual presidente Dilma.
Quando Collor, o presidente esportista do bordão “Minha Gente!” caiu, o Brasil viu um batalhão de jovens nas ruas, chamados de cara-pintadas. Eles foram fundamentais para que a política na época fosse passada a limpo. O empresário Paulo César Farias foi tesoureiro de campanha de Fernando Collor de Mello e Itamar Franco, nas eleições presidenciais brasileiras de 1989. Foi a personalidade-chave que causou o primeiro processo de impeachment da América Latina, em 1992. Os parlamentares reunidos em plenário para a votação do impeachment, decidiram que o presidente Collor não poderia evitar o processo de cassação, pela apresentação tardia da carta de renúncia. Collor ficou inelegível durante 8 anos. Acusado por Pedro Collor de Mello, irmão do presidente, em matéria de capa da revista Veja, em 1992, Paulo César Farias seria o testa de ferro em diversos esquemas de corrupção divulgados de 1992 em diante.
Em valores atuais o “esquema Paulo César” arrecadou, exclusivamente de empresários, o equivalente a US$ 8 milhões em dois anos e meio do governo Collor (1990-1992). O “esquema PC” movimentou mais de US$ 1 bilhão dos cofres públicos.
Itamar assumiu e com ele veio um grande trunfo: o Plano Real, que mudou favoravelmente a cara da economia brasileira, depois de Collor e sua ministra Zélia Cardoso terem congelado as poupanças. O Brasil aos poucos se fortaleceu. Também não dá pra comparar a crise daquela época com a de hoje, essa atual absolutamente sem precedentes.
Se Dilma cair, tudo indica que ela não renunciará. E isso será um problema para Temer, que terá que enfrentar a fúria do PT, agora novamente como partido de oposição (sua clara inspiração), políticos cheios de raiva e encabeçados por um Lula que sabe como poucos arrebanhar fiéis (mais do que muitos pastores inclusive). Temer ainda terá que compor um novo governo, certamente com muitos cargos e apoio gritante do PSDB. Terá que enfrentar a Lava Jato que, até 31 de dezembro, continuará sua “caça as bruxas”. Depois disso irá para o Supremo e aí as coisas caminharão a passos de tartaruga. Temer também não terá um trunfo na manga, como o Plano Real. Não dá agora pra cogitar um Plano Real 2 – A Missão.
O fato é que Temer, assim como o saudoso Itamar, não receberam votos populares, se igualam na personalidade tímida e discreta. Certamente o atual vice-presidente não se elegeria em nenhuma eleição com esse peso. Portanto se deve encarar, caso ele assuma o posto máximo da Nação, apenas e tão somente como um tapa buraco, algo realmente provisório.
O cenário que espera por Temer é uma incógnita, uma economia imprevisível que, segundo economistas e cientistas políticos, só deve começar a crescer em 2019, quando de fato um novo mandato se iniciará por mais 4 anos. Esses mesmos especialistas afirmam agora que se Dilma não for impedida o Brasil mergulhará numa crise ainda maior podendo inclusive chegar ao assustador percentual de queda de 6% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2016, o que seria visto como uma das maiores crises de todos os tempos no Brasil.
Caso Temer assuma, apesar se ser sim um governo “temeroso”, com perdão do trocadilho, a tendência é que investidores voltem a acreditar no Brasil, volte a haver contratações e mais fé por parte dos empresários.
Mas Temer terá que, pelo menos, fazer a Reforma da Previdência, pelo menos isso. Senão o barco chamado Brasil continuará à deriva. Temer também, não nos iludamos, terá, segundo especialistas, que provocar aperto, inclusive com corte de programas e a volta da temida CPMF. Ajustar as contas é o primeiro grande desafio.
Enfim, a situação é muito complicada. Se Temer virar presidente ele não poderá viajar. Já imaginou sermos governados, mesmo que interinamente, por Eduardo Cunha? Vai que o Cunha seja preso ou morra (longe de mim desejar isso), o Brasil ficará nas mãos de Renan Calheiros? É isso mesmo minha gente?
Cunha, Temer e Calheiros.
E, como se vê, pra qualquer lado que a gente olhe, a coisa tá feia. O PT sangrou o Brasil de tal forma que a corrupção, apesar de deflagrada como nunca tenha sido vista, se tornou endêmica e inaceitável em todo mundo. Se Dilma é ladra ou se apenas ela não tenha dado conta do comando os país, eu não sei. Só o tempo mostrará. Mas o fato é que o projeto petista, com grande apelo assistencialista, já deu o que tinha que dar. Uma grande mudança precisa ocorrer, seja pelas próprias mãos de Dilma ou do vice Temer.
De Itamar a Temer, nas duas histórias do impeachment, independente da coloração vermelha ou verde e amarela, quem sempre sai perdendo é o povo brasileiro.
Afinal, pro horizonte é que se olha, pra frente é que se anda…
Temer e Itamar, juntos, em reunião do PMDB no fim dos anos 90.
Foi realizada nesta segunda-feira (18), no Plenário da Câmara Municipal de Três Pontas, uma homenagem pelo Dia Mundial do Escoteiro, que será celebrado no próximo dia 23 ao 180º Grupo Escoteiro Boa Vista, de Três Pontas.
No texto, o Poder Legislativo Municipal ressaltou: “A Câmara reconhece assim, a determinação desta equipe que se esmera para o engrandecimento do ser humano provendo atividades voltadas para interação social, para defesa do meio ambiente e, principalmente, pelo desenvolvimento da cidadania.”
O coordenador do Grupo Escoteiro, João Paulo Baeta recebeu a honraria em nome de todos. Outra liderança, Gustavo Trolez usou o microfone para agradecer e falar do trabalho importante desenvolvido pelo agrupamento.
180º Grupo Escoteiro Boa Vista – Três Pontas
O 180º Grupo Escoteiro Boa Vista, de Três Pontas, reativado em outubro de 2014, depois de 25 anos inativo, iniciou as atividades no dia 26 de abril de 2015. A sede do grupo, a Vila Boa Vista foi o ponto de encontro de crianças, jovens e adultos. Em Minas Gerais existem 180 grupos de escoteiros, incluindo a região do Sul de Minas. Além de Três Pontas, o escoteirismo está em Varginha, Boa Esperança, Três Corações, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Santa Rita do Sapucaí, São Lourenço, entre outras cidades.
Faça parte
A criança começa como Lobinho, de 6,5 a 10 anos e meio de idade. Depois é escoteiro de 10,5 a 14 anos e meio. Em seguida vem o Seniores ou Guia que é de 14,5 a 17,5 e o Pioneiro que é de 17,5 a 21 anos, com meninos e meninas participando. Na direção do 180º Grupo de Escoteiros Boa Vista estão João Paulo Resende Baeta (presidente), o Administrativo Gustavo Marinho de Lima Trolez, o financeiro Delson de Paula Vitor, Chefe de Grupo Escoteiro Roberto Alves Barbosa Júnior e o presidente de Honra é Afonso Trolez.
Um integrante da organização terroristaDaesh (nome árabe do grupo que se autointitula Estado Islâmico) postou em sua conta pessoal no Twitter uma ameaça ao Brasil.
A mensagem “Brasil, vocês são nosso próximo alvo” foi postada em novembro do ano passado, logo após os atentados que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos, na França, mas só agora a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) confirmou a autenticidade do perfil e da mensagem.
Embora alguns poucos sites tenham divulgado a existência da mensagem já à época, como o da rádio francesa Tendance Ouest, no Brasil o assunto só foi tornado público ontem (13), após o diretor do Departamento de Contraterrorismo da Abin, Luiz Alberto Sallaberry, confirmar as suspeitas.
Ao proferir palestra na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, em São Paulo, Sallaberry falou sobre as estratégias do Daesh para recrutar seguidores e ordenar atentados pelas redes sociais.
O diretor da agência de inteligência também tratou das possíveis ameaças terroristas aos Jogos Olímpicos Rio 2016 e dos riscos aos quais o Brasil está exposto atualmente.
Sallaberry não só revelou que a agência de inteligência já tinha confirmado a autenticidade da ameaça divulgada pelo francês Maxime Hauchard, como também informou que a probabilidade de o Brasil ser alvo de ataques terroristas elevou-se nos últimos meses, por causa dos eventos ocorridos em outros países e do aumento do número de brasileiros que têm aderido à ideologia do Daesh.
A reportagem não obteve detalhes sobre ligações entre brasileiros e o grupo terrorista.
Segundo o diretor de Contraterrorismo da Abin, a agência tem adotado ações para evitar possíveis ataques terroristas, como o intercâmbio de informações com serviços estrangeiros, a capacitação de profissionais de setores estratégicos e trabalhos com órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência, em especial com os eixos de segurança pública e defesa.
Conhecido como “o carrasco”, o francês Maxime Hauchard é suspeito de ser um dos terroristas que aparecem em vídeos que exibem a decapitação de pessoas sequestradas ou feitas prisioneiras pelo Daesh, sobretudo soldados sírios.
Os sites que primeiro divulgaram a informação, logo após a mensagem ter sido postada, observaram que o usuário havia criado o perfil pouco tempo antes dos ataques à França. Atualmente, a conta está desativada.
Problema se arrasta e quem vive em Pontalete pede a volta do transporte. Furnas diz que por ser ano eleitoral, não há possibilidade de convênios.
Há mais de um ano os moradores do distrito de Pontalete, em Três Pontas estão sem a balsa que atravessa do lago de Furnas e chega em Paraguaçu e Elói Mendes. Sem o transporte aquático, eles precisam viajar 90 km por uma estrada até chegar a outra cidade, no entanto, o problema está longe de ser resolvido. Por ser ano eleitoral, Furnas informou que está impedida de fazer novos convênios.
Para quem vive no distrito, a maneira mais fácil de chegar em outras cidades é cruzando o lago. A balsa que fazia a travessia significava economia de tempo e dinheiro para os moradores. Na embarcação, a viagem durava pouco mais de 10 minutos.
Nesta situação, quem tem barco a motor, como o pescador Joaquim Teodomiro Sobrinho, tem sorte. “Nem todo mundo aqui tem barco, mas os que tem, são solidários, não deixam as pessoas sem socorro”, comentou.
Os moradores do distrito contam que a situação já se arrasta por mais de um ano. Segundo o pescador Reginaldo Vitor Órfão, o transporte parou por causa de um impasse entre os balseiros e a Prefeitura de Três Pontas. “O prefeito não aceita, fica caro para a Prefeitura e do jeito que a Prefeitura quer para eles, sobrecarrega o serviço e prejudica o pessoal de Pontalete”, disse.
Procurada, a Prefeitura de Três Pontas informou que o transporte ainda não retornou porque os antigos balseiros não tinham a capacitação necessária para operar a balsa e agora ela enfrenta dificuldades para capacitar novas pessoas que possam prestar o serviço.
Já Furnas explicou que o serviço de travessia de balsa em Pontalete foi interrompido porque a Prefeitura não demonstrou interesse em manter o convênio.
(Foto Arquivo Xtp)
O prefeito Paulo Luís Rabello nega a versão. De acordo com ele, o convênio estabelece que a balsa é de responsabilidade da estatal e que os balseiros devem ser disponibilizados pelo município. “Se Três Pontas não tivesse o interesse nesse convênio, não teria mandado os marinheiros a Santos (SP), na capitania dos portos, para fazer a habilitação. Aí é uma discrepância, uma burrice de quem administra e nós fizemos para cumprir com as regras. Para resolver o impasse, seria necessário renovar o contrato, mas Furnas informou que por ser um ano eleitoral, está impedida de realizar novos convênios”, disse o gestor.
Ainda segundo o prefeito de Três Pontas, se o problema não for resolvido diretamente com Furnas, a administração vai buscar uma solução na Justiça.