Categoria: Alerta

  • CHUVA E FRIO PODEM DEIXAR O CAFÉ MAIS CARO

    CHUVA E FRIO PODEM DEIXAR O CAFÉ MAIS CARO

    O café, que já está caro desde o ano passado por causa da estiagem e calor intenso, agora pode ter novas altas de preços devido ao frio e às chuvas que atingem as regiões produtoras de café arábica, como São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

    Isso porque o frio intenso pode desacelerar o ritmo de maturação dos grãos, o que provoca queda de produtividade, e a chuva atípica para esta época do ano, está atrapalhando a colheita. As informações são do Centro de Estudos de Economia Aplicada (Cepea/Usp).

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    De acordo com o órgão, que realiza pesquisas de campo para avaliar as lavouras, ainda não há comprometimento dos grãos para a safra 2025/2026, mas a possibilidade de geadas preocupa os produtores.

    Em nota, o Cepea informou que “a colheita da atual safra contrasta bastante com a da mesma época da safra anterior, quando o calor adiantava a maturação dos grãos e antecipava os trabalhos no campo”.

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    O levantamento do Cepea mostra que, nos primeiros dias de junho, a colheita de café no Sul de Minas Gerais se aproximava dos 20% da produção esperada, enquanto na região noroeste do Paraná, as atividades somavam entre 25% e 30%; e, na Alta Mogiana Paulista e no Cerrado Mineiro, totalizam de 7% a 10%.

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  • RESTRIÇÃO DE ARROZ CHEGA AOS MERCADOS DE TRÊS PONTAS

    RESTRIÇÃO DE ARROZ CHEGA AOS MERCADOS DE TRÊS PONTAS

    PRODUTORES E ASSOCIAÇÕES GARANTEM QUE NÃO VAI FALTAR O PRODUTO, MESMO DIANTE DA CRISE NO RIO GRANDE DO SUL

    O Rio Grande do Sul é o principal produtor do cereal, sendo responsável por 70% da safra nacional. A colheita de arroz no Rio Grande do Sul, até o momento, chegou a 83% do total da área prevista e o que já foi colhido apresenta boa qualidade e produtividade, o que garante o abastecimento dos brasileiros. A informação é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz).

    Apesar disso, muitas informações desencontradas estão sendo veiculadas nas redes sociais e na mídia dando conta de um possível desabastecimento de arroz. Mercados, Supermercados e hipermercados de vários locais do Brasil já estão racionando a venda de arroz, limitando determinada quantidade por pessoa.

    TRÊS PONTAS

    A reportagem do Conexão Três Pontas foi pessoalmente conferir em alguns Supermercados da cidade e também nos hipermercados.

    Constatamos que, em todos os estabelecimentos visitados, a venda de arroz está limitada às seis pacotes por pessoa.

    Placas indicativas confirmam a nova determinação.

    Nossa reportagem conversou com um dos proprietários do Moacyr Supermercados. Denilson Lamaita Miranda nos falou sobre a questão:

    “Por enquanto as nossas cargas de arroz estão chegando normalmente. Recebemos dois caminhões esses dias. O problema é que se as pessoas começarem a comprar além do que sempre compraram, se a demanda aumentar muito com certeza vai faltar. Isso tudo é temporário e nós estamos restringindo no máximo seis pacotes por cliente. Para a próxima semana eu não sei como ficará a situação. Mas não recomendo que as pessoas estoquem o produto”, disse ele.

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    Também conversamos com o ex-presidente da Associação Comercial, proprietário do SuperKiko, ao lado de seu pai, Bruno Carvalho:

    “Ao que tudo indica não teremos problema de desabastecimento. Estou sempre em contato com outros supermercadistas, temos um grupo, e até o momento não há motivo para pânico, não vejo o risco de faltar arroz no mercado. A minha sugestão é que as pessoas não comprem em excesso, Não há necessidade de estocar arroz. Mas se as pessoas começarem a fazer isso, com certeza a situação poderá se complicar”, declarou.

    Segundo o presidente da entidade, Alexandre Velho, dentro do espectro dos 83% já colhidos, se apresentam boas médias de produtividade. “Já temos um bom volume de arroz e mesmo que a gente tenha dificuldades na colheita deste saldo que falta colher, certamente o Rio Grande do Sul tem plenas condições de colher uma safra bem acima dos sete milhões de toneladas. Embora tenhamos este grande problema com relação à colheita do que falta, nós temos plenas condições de afirmar que nós não temos problemas com relação ao abastecimento do mercado interno”, garante.

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    Conforme o dirigente, há um problema momentâneo de logística, principalmente na ligação com o interior do Rio Grande do Sul. “Mas a ligação com os grandes centros através da BR-101 está normal, temos bastante arroz para deslocar para as regiões centrais do Brasil. Então não existe qualquer problema com relação ao abastecimento ou uma necessidade urgente de importação. O Brasil é um grande produtor de arroz, a área aumentou aqui no Rio Grande do Sul, assim como em outros Estados produtores. Então não existe motivo algum para nós termos qualquer alerta com relação a problemas de abastecimento com relação ao arroz”, avalia.

    Velho ressalta que este momento é de auxiliar os produtores, deixar baixar as águas para poder chegar nas lavouras e, desta forma, poder quantificar e ver realmente o tamanho do prejuízo.

    Até o momento, as últimas informações dão conta de que foram perdidas nas enchentes 114 mil toneladas de arroz no Rio Grande do Sul. Mas isso representa apenas 1,6% de toda a colheita esperada.

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  • BRASIL BATE RECORDE DE MORTES POR DENGUE

    BRASIL BATE RECORDE DE MORTES POR DENGUE

    Brasil já ultrapassa 1.500 mortes por dengue só em 2024

    País investiga mais de 3,5 milhões de casos prováveis da doença

    O Brasil já registrou 1.544 mortes por dengue em 2024. Os dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde foram atualizados na última quinta-feira (18). O número já ultrapassa o total de mortes por dengue registrado em 2023, de 1.094 mortes.

    Segundo a pasta, outros 2.085 óbitos estão em investigação. O número de óbitos por dengue, em 2024, corresponde a uma média de 11 pessoas mortas por dia.

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    De acordo com o painel, há 3.507.062 casos prováveis da doença e 1.958.272 casos confirmados.

    Entre as unidades da Federação, São Paulo registra o maior número de mortes (320), seguido por Distrito Federal (270), Minas Gerais (261), Paraná (170), Goiás (116) e Rio de Janeiro (116).

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    O Distrito Federal é a unidade da federação com maior taxa de incidência de casos prováveis, com 7.894,3 casos por 100 mil habitantes. Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás aparecem em seguida, somando 55% do número absoluto de casos.

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  • CRIANÇA MORRE COM SUSPEITA DE DENGUE EM TRÊS PONTAS

    CRIANÇA MORRE COM SUSPEITA DE DENGUE EM TRÊS PONTAS

    Já são mais de 2.200 casos confirmados da doença em Três Pontas neste ano.

    A situação da dengue beira o verdadeiro caos na saúde pública em todo o país. Os números são absolutamente estarrecedores. Recordes de casos e infelizmente também de mortes. E hoje, 18 de Abril, suspeita-se que uma criança tenha morrido em decorrência da dengue em Três Pontas.

    A cidade se comoveu diante da repercussão do caso, onde uma criança, com idade não confirmada, pode ter morrido em decorrência das complicações causadas pela dengue.

    O sepultamento da garota aconteceu na tarde de hoje, sendo acompanhado por familiares e amigos.

    A causa da morte da criança ainda está sendo apurada. E caso se confirme a suspeitas de que tenha sido por causa da dengue, será o terceiro óbito confirmado apenas em 2024 em Três Pontas.

    As duas primeiras mortes foram confirmadas nos boletins oficiais publicados no site da Prefeitura Municipal de Três Pontas nos dias 5 e 12 de Abril.

    Até o dia 12, data do último boletim atualizado, Três Pontas já contabilizava mais de 2.200 casos de dengue.

    O Conexão Três Pontas se solidariza com toda a família e reforça os alertas de cuidados para que a prevenção possa ser a tônica do combate ao mosquito aedes aegypti nesse momento. É preciso tomar muito cuidado! Três Pontas está lotada de casos.

    A Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde intensificou, expandiu o atendimento à população, diante do grande número de doentes, sejam casos suspeitos ou confirmados.

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    Cuidados com a Dengue

    Algumas dicas, como o uso de repelentes, podem reduzir as chances de ser picado, mas não têm nenhum efeito sobre a infestação de mosquitos. A recomendação é adotar cuidados que impeçam a reprodução do inseto por eliminar seus criadouros e complementar essas medidas com o reforço da proteção individual.

    1. Atente-se aos vasos de plantas

    Coloque areia até a borda dos pratinhos para evitar o acúmulo de água. Alternativamente, lave-os uma vez por semana com sabão e escova.

    2. Livre-se de objetos que acumulam água

    Dê o destino correto a latas, garrafas, potes, pneus e qualquer outro tipo de objeto que possa servir como criadouro, optando pela reciclagem sempre que possível.

    3. Armazene garrafas da forma correta

    Se você deseja guardar garrafas e outros objetos que podem acumular água, armazene-os tampados ou com a boca para baixo.

    4. Evite a contaminação de calhas e caixas-d’água

    As calhas devem ser mantidas desobstruídas e livres de folhas e galhos, enquanto a caixa-d’água deve estar sempre bem tampada.

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    5. Higienize recipientes que armazenam água

    Tanques, barris e tonéis utilizados para guardar água da chuva, por exemplo, devem ficar tampados e ser higienizados semanalmente com escova e sabão. As piscinas devem ser tratadas com cloro.

    6. Tenha cuidado com o lixo

    Amarre bem as sacolas e deposite-as em lixeiras fora do alcance de animais. Não jogue lixo em terrenos baldios.

    7. Utilize proteção individual

    As medidas coletivas de proteção podem ser complementadas com cuidados como o uso de repelentes e inseticidas, a instalação de mosquiteiros e telas em portas e janelas e a preferência por roupas de mangas compridas.

    Dengue pode matar: ao ter sintomas, procure um médico!!!

    Os primeiros sintomas de dengue são pouco específicos e incluem febre, dor de cabeça, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele e dores nas articulações e nos músculos, o que torna difícil diferenciar essas doenças entre si e em relação a outros males.

    Por isso, além de saber como identificar o mosquito Aedes aegypti e adotar as medidas de prevenção, é preciso estar atento aos sintomas e procurar atendimento médico de emergência ou com o clínico geral, para obter o tratamento mais adequado.

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  • POLÍCIA MILITAR ALERTA PARA A AÇÃO DE CRIMINOSOS DURANTE O CARNAVAL

    POLÍCIA MILITAR ALERTA PARA A AÇÃO DE CRIMINOSOS DURANTE O CARNAVAL

    Operação Minas em Segurança vai até 8/2 em diversas frentes para reduzir a criminalidade já no período que antecede o feriado prolongado

    Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) realiza até 8/2 a Operação Minas em Segurança, que tem objetivo aumentar a sensação de segurança, reduzir a criminalidade e a violência em todo estado por meio de ações preventivas e operações qualificadas.

    A referida operação coincide com o período que antecede as festividades do Carnaval 2024.

    Nesse período, serão desencadeadas operações específicas. Na quinta-feira (1/2) e nesta sexta (2/2), foi realizada a segunda fase da operação para cumprimento de mandados de prisão, que retirou das ruas 126 foragidos da Justiça.

    Ao longo do período, serão implementadas as operações Balneários, para abordagens a pessoas, veículos e embarcações suspeitas, Segurança no Campo”, com objetivo enfrentamento sistemático as aos crimes em zonas rurais do estado e a operação Rolezinho com o objetivo de reduzir a prática de infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

    Dentro do planejamento, está previsto o emprego de efetivo do policiamento ostensivo geral, policiamento de trânsito urbano e rodoviário, policiamento de Meio Ambiente, além de ações de inteligência e emprego de unidades especializadas: Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (RCAT), Batalhão de Choque, Rondas Ostensivas Com Cães (ROOCA), e  do Comando de Aviação do Estado (Comave).

    Minas Gerais contará com todo o efetivo das forças de segurança durante os dias de Carnaval no estado. A segurança foi um dos principais focos de preocupação do estado para os dias de folia.

    “A nossa Polícia Militar terá reforço de efetivo. Não teremos ninguém de folga ou de férias durante o carnaval. A Polícia Civil montou toda uma estrutura para dar atendimento, princialmente às mulheres, porque infelizmente é uma época em que o assédio e violência sexual aumenta. Vou deixar claro: Carnaval é para brincar e divertir, não para assediar”, disse o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), nesta sexta-feira (02).

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    Segundo o governo, a festa é uma grande oportunidade para Minas Gerais mostrar que é capaz de promover um Carnaval seguro e organizado. A previsão é que o estado tenha o maior Carnaval da história, com mais de 12 milhões de foliões e expectativa de mais de 50 mil postos de trabalhos temporários criados durante este período.

    Polícia militar vai usar drones para controlar comportamento de foliões no carnaval de Minas Gerais

    O Ministério Público estadual recomendou que blocos e escolas de samba devem manter uma distância de segurança dos prédios e bens protegidos das cidades históricas de Minas e precisam ter autorização para a instalação de equipamentos de som, por exemplo.

    Prefeituras, companhia de energia e bombeiros devem fiscalizar as instalações elétricas e de materiais inflamáveis, como botijões de gás. A polícia militar vai usar drones e acompanhar na sala de controle o comportamento dos foliões.

    “Cometeu qualquer tipo de dano ao patrimônio, pichações, quebrar qualquer tipo de patrimônio, as vezes até mesmo urinar, a gente tem aí estátuas e monumentos o que já houve, serão conduzidas a delegacia e responderão por esse dano”, diz Major Layla Brunnela, porta-voz da Polícia Militar de Minas Gerais.

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    DICAS DE SEGURANÇA PARA O CARNAVAL

    Saindo de casa, na estrada ou na avenida para se divertir, a responsabilidade faz parte de todos nós e, nada mais justo, do que aproveitar o Carnaval com segurança e sem exageros. Por isso, a Polícia Militar preparou algumas dicas para quem vai sair de casa e viajar durante o feriado prolongado.

    • Digite *#06# no seu celular, que o número de série aparecerá no visor. De posse deste número a PMMG poderá, no ato de apreensões e/ou abordagens a pessoas suspeitas, identificar a origem dos aparelhos e, constatando-se irregularidades, fazer a prisão de autores pelo crime de receptação.

    • Evite a exposição do aparelho em locais de grande movimento. Se precisar atender uma chamada ou acessar às mídias sociais, procure um local que seja mais protegido.

    • Apalpar, encoxar ou apertar é crime e se chama Importunação Sexual! É a prática de ato libidinoso contra alguém e sem sua anuência, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro. Não se cale! Denuncie!

    • Doleiras e pochetes são ótimas medidas contra roubos. Leve apenas o necessário.

    • Ao utilizar aplicativos de transporte, cheque antes as informações do motorista e do carro, compartilhe a corrida com os seus contatos de confiança e ao fim verifique se a viagem foi finalizada.

    • Evite brigas e confusões e, em caso de algum problema do tipo, busque um local seguro e distante. Procure não sair com itens de valor e com cartões de limites muito altos. Carregue seus pertences de forma firme, de preferência próximo ao corpo.

    RESIDÊNCIA – Durante o feriado de Carnaval as pessoas aproveitam para viajar a lazer, mas para que o passeio seja tranquilo e sem surpresas desagradáveis no retorno é necessário tomar algumas medidas de segurança. Neste período, a Polícia Militar está com policiamento reforçado em várias regiões do Estado, além do trabalho rotineiro já feito diariamente nos municípios, mas alerta a população que algumas atitudes podem fazer a diferença na segurança da família e da residência. As orientações visam reduzir as possibilidades de ações criminosas.

    • Antes de viajar, é importante verificar se a residência está devidamente trancada, como as portas e janelas, se não tem objetos de valor do lado externo do imóvel e, mais importante, conversar com vizinhos e parentes para que possam também auxiliar na segurança, deixando um telefone de contato caso necessário.

    NA ESTRADA – Ao pegar a estrada, o motorista deve estar atento ao fluxo de veículos que fica maior nesta época e ter paciência no percurso, fazendo uma viajem tranquila. Além disso, é importante ter a manutenção do carro em dia.

    • As condições do veículo são fundamentais para que o condutor não tenha surpresas no caminho. Além disso, é sempre importante reforçar que álcool e direção não combinam, assim como o excesso de velocidade. O motorista é responsável pela própria segurança nas rodovias e também pelos demais usuários.

    NA FOLIA – E para quem vai curtir o Carnaval na avenida, seguindo o fluxo ou aproveitando os shows nos locais de evento, as principais dicas são: não exagerar e respeitar o próximo, assim como respeitar as forças de segurança que estarão presentes.

    • A PM lembra ainda do cuidado que pais ou responsáveis devem ter com as crianças que vão participar das festas do Carnaval.

    • Em situações de perigo Disque 190, e Disque  denuncias 181

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  • MULHER SOFRE INFARTO E MORRE EM LOJA DO SHOPPING DE VARGINHA

    MULHER SOFRE INFARTO E MORRE EM LOJA DO SHOPPING DE VARGINHA

    O QUE TÊM PROVOCADO UM AUMENTO EXPONENCIAL DOS CASOS DE MORTE POR PARADAS CARDÍACAS?

    Uma mulher de 58 anos acabou morrendo em uma loja de confecções dentro do Via Café Garden Shopping, na tarde dessas da última sexta-feira.

    De acordo com as informações apuradas pela reportagem do Conexão Três Pontas, era por volta das 15h quando uma mulher de que 58 anos de idade, que passeava pelo shopping e que acabara de adentrar em uma loja, acabou sofrendo um infarto fulminante e sendo constatado o seu óbito ainda no local.

    Uma equipe do Corpo de Bombeiros e outra do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) estiveram no local, prestaram os atendimentos necessários e apesar de toda a dedicação não conseguiram reverter o quadro da mulher que estava inconsciente e sem sinais vitais.

    Foram 40 minutos de manobras de ressuscitação que, infelizmente, não obtiveram êxito.

    Muitos populares que passeavam pelo shopping se aglomeraram nas imediações e fizeram com que a equipe de seguranças do local trabalhasse duro para evitar tumultos. A situação gerou grande comoção.

    A vítima é Ana Lúcia Simão Baptista, mãe do padre recém-ordenado Alex Simão e residia em Varginha.

    CASOS MAIS COMUNS

    Nos últimos tempos, as estatísticas têm mostrado um aumento considerável no número de casos de óbitos envolvendo pessoas acometidas por paradas cardíacas ou infartos. E o que mais tem chamado atenção é o fato de que essas situações, que historicamente eram mais comuns em pessoas idosas, agora estão acometendo homens e mulheres de todas as idades.

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    Sempre que uma notícia de um caso de infarto ou parada cardíaca é propagada, diante da polarização em que o Brasil se transformou nos últimos anos por conta de sua política questionável e arcaica, muitas pessoas têm feito comentários associando esses casos não apenas às sequelas da covid-19 mas principalmente às vacinas contra o coronavírus.

    Por outro lado há também aqueles que não concordam com essas afirmações, classificando-as de irresponsáveis e oportunistas.

    O fato é que ainda não há nenhum estudo que comprove essa relação. E a reportagem do Conexão Três Pontas, sempre primando pela ética e profissionalismo com imparcialidade e responsabilidade no ato de informar, jamais afirmará ou sequer dará a entender qualquer tipo de situação e suas correlações. O que não se prova não pode ser afirmado!

    É fato que esse crescimento de casos de infarto e de parada cardíaca têm preocupado não apenas as autoridades de saúde mais a população de uma forma geral e vários fatores devem ser levados em consideração como a maior cobertura dos fatos pelas redes sociais o que gera mais repercussão fazendo com que os casos se tornem mais destacados, o crescimento do estresse, uso de cigarro eletrônico, drogas ilícitas e a cada vez mais exaustiva carga de trabalho e o uso indiscriminado de anabolizantes por parte de muitos adeptos da musculação.

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    O que se sabe, é que, nas últimas décadas, a obesidade, o sedentarismo, o uso de cigarro, o diabetes e as doenças do coração, muitas delas hereditárias, têm sido as principais causadoras de mortes por problemas crônicos ou episódios agudos cardíacos.

    O que se espera, finalmente, é que a ciência, o quanto antes, traga a luz sobre esse tema para acabar com as especulações. Apoiadores e críticos da vacina contra a covid merecem e precisam de uma resposta urgente!

    Aos familiares e amigos de Ana Lúcia os nossos mais sinceros sentimentos!

     

     

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  • PREFEITURA INICIA A VACINAÇÃO CONTRA RAIVA ANIMAL EM TRÊS PONTAS

    PREFEITURA INICIA A VACINAÇÃO CONTRA RAIVA ANIMAL EM TRÊS PONTAS

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Epidemiológica e Ambiental, realiza, de 1° de agosto a 11 de setembro a vacinação contra raiva animal em Três Pontas.

    Na zona urbana a vacinação ocorre de 6 a 28 de Agosto. Já na zona rural a programação é mais extensa por conta do número de comunidades.

    Veja abaixo a programação completa:

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    Você sabe o que é Raiva Animal e todos os seus perigos e alertas?

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    A raiva é uma doença infecciosa viral que atinge o sistema nervoso central. O agente infectante é um vírus pertencente à família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus, presente na saliva do animal doente. Este, ao morder ou lamber mucosas ou regiões feridas, pode transmitir a enfermidade a seres humanos.

    A zoonose afeta, unicamente, os mamíferos.

    “Isso significa que animais como cães, gatos, saguis e morcegos podem carregar o vírus, mas pássaros e insetos, não. Pequenos roedores, a exemplo de hamsters, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos, e lagomorfos – coelhos e lebres –, também mamíferos, quase nunca são infectados com raiva e não são conhecidos por transmitir a doença”, explica a infectologista Christianne Takeda.

    Depois que o vírus entra no corpo, por meio da lambedura, arranhadura ou mordedura, o tempo de incubação pode variar de duas semanas a 60 dias, em média. Porém, esse período pode se prolongar por até cinco anos, principalmente, nos casos de mordidas de primatas não humanos.

    Em seguida, o vírus se movimenta a uma velocidade de cerca de 100 mm/dia pelos nervos até o cérebro e a medula espinhal, causando uma encefalite, ou seja, uma inflamação no cérebro.

    Os sintomas da raiva em pessoas são: dor de cabeça, febre, náusea, dor de garganta e alterações de sensibilidade no local da ferida provocada pela mordedura do animal. Estes sinais evoluem para paralisia e espasmos dos músculos de deglutição.

    O paciente também pode apresentar inchaço nos gânglios linfáticos, aumento da sensibilidade e dormência em locais próximos ao contato com o animal infectado, além de alterações de comportamento.

    Raiva nos animais

    Assim como outras doenças causadas por vírus, existem variantes da raiva que podem desenvolver sintomas diversos. Por isso, é recomendável se manter distante de animais silvestres como saguis e, principalmente, morcegos, mesmo que pareçam saudáveis.

    “Os morcegos podem carregar o vírus na saliva e transmiti-lo às pessoas por meio de mordidas ou arranhões. É importante evitar manuseá-los e procurar ajuda se vir algum por perto”, reforça Takeda.

    Ainda conforme a infectologista, ao alimentar animais de rua, por exemplo, é importante tomar precauções de segurança para evitar acidentes.

    “Você deve se aproximar com cuidado e evitar movimentos bruscos que possam assustá-los. É melhor usar recipientes e utensílios de alimentação adequados. Também é uma boa ideia buscar orientação de organizações de bem-estar animal ou autoridades locais”, diz.

    Apesar de o vírus atuar da mesma forma no organismo dos animais silvestres e dos domesticados, os sintomas podem ser diferentes. Em cães e gatos, geralmente, a apresentação clínica é furiosa. Em animais de produção, como bovinos, caprinos, suínos e ovinos, é paralítica. Já em mamíferos silvestres, é variável.

    Como o vírus compromete o sistema nervoso central, são prejudicadas todas as atividades do corpo, incluindo os movimentos respiratórios e a deglutição. “A sintomatologia que compreende o ‘engasgo’, bem como a dificuldade de ingestão de água devem-se à paralisia dos músculos. Quanto aos incômodos com a luz, a chamada de ‘fotofobia’, deve-se ao fato dos vírus atuarem nos bastonetes localizados na retina. Depois do comprometimento do sistema nervoso central, ocorre a disseminação em todos os órgãos por meio do movimento centrífugo.

    Prevenção

    Para prevenir a raiva, além de gatos e cachorros, os animais de produção também devem ser imunizados anualmente. No caso dos animais de produção, a vacina deve ser reforçada após 30 dias.

    Além de cumprir o esquema completo da imunização, é necessário fazer a observação clínica, por dez dias, de cães e gatos que morderam uma pessoa. Já o paciente mordido deve receber, prontamente, a primeira dose da antirrábica, e as outras, com três, sete, 14 e 28 dias depois.

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  • ESPECIAL: MUITO MAIS MULHERES ESTÃO MORRENDO POR CAUSA DE INFARTO; AUMENTO É DE 176%

    ESPECIAL: MUITO MAIS MULHERES ESTÃO MORRENDO POR CAUSA DE INFARTO; AUMENTO É DE 176%

    O Brasil registrou um aumento assustador no número de mortes de mulheres por conta de infarto. Situação liga o alerta!

    Os dados foram revelados por uma recente pesquisa, onde o crescimento foi de 62% em mulheres com idades entre 15 e 49 anos. Já em mulheres acima de 50 anos, com idade até 69 anos, o aumento foi simplesmente assustador. O crescimento foi de 176%, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    Dentre os principais motivos estão a mudança na rotina de vida que levaram muitas mulheres ao sedentarismo. Por outro lado, há também os casos cada vez mais comuns de mulheres com duplas ou triplas jornadas de trabalho, com estresse elevado e com uma alimentação pouco saudável. A mortalidade por infarto entre mulheres jovens no Brasil está em crescimento — e menos da metade delas recebe o tratamento adequado para prevenir ou tratar esse problema.

    Esses são os dois principais alertas de um recente posicionamento sobre a saúde do coração feminino lançado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

    A entidade chama a atenção para todas as falhas na cadeia de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do ataque cardíaco — e de outras doenças agudas que afetam o sistema cardiovascular — entre o público feminino.

    Na cardiologia, as diferenças entre homens e mulheres “vão além das questões cromossômicas” e envolvem “os valores sociais, as percepções e os comportamentos”, que “moldam padrões e criam diferentes papeis na sociedade”, aponta o documento.

    Essas questões ganham mais importância quando lembramos que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, independentemente do sexo.

    Mulheres mais jovens sob risco

    O infarto geralmente acontece quando há o entupimento das artérias coronárias, os vasos que levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para o coração funcionar direito.

    Essa crise cardíaca aguda — e potencialmente mortal — costuma ser o estopim de uma série de elementos que se acumulam por anos ou décadas, como doenças crônicas (obesidade, hipertensão, colesterol alto, diabetes…), comportamentos e mudanças de estilo de vida (consumo de álcool, tabagismo, sedentarismo, sono de má qualidade…) ou características individuais (idade, sexo, histórico familiar…).

    Tradicionalmente, o ataque cardíaco sempre foi vinculado à figura do homem com mais de 45 ou 50 anos que carrega um ou mais fatores de risco da lista detalhada no parágrafo anterior. E, segundo essa linha de raciocínio, o risco para as mulheres só aumentava no pós-menopausa — quando elas perdem a proteção cardiovascular conferida por alguns hormônios, como o estrogênio e a progesterona.

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    Fatores de risco menos óbvios

    Para começar, o posicionamento destaca que “as mulheres apresentam com maior frequência fatores de risco cardiovascular não tradicionais, como estresse mental e depressão, e sofrem as consequências das desvantagens sociais devido à raça, etnicidade e renda”.

    Ou seja: além daqueles gatilhos clássicos do infarto (pressão alta, diabetes, sedentarismo, excesso de peso…), o público feminino ainda é mais afetado por problemas relacionados à saúde mental.

    As questões psicológicas, por sua vez, vão representar um fardo a mais para um coração que já está sobrecarregado.

    O impacto do estresse e da saúde mental no coração da mulher foi medido em vários estudos publicados ao longo dos últimos anos.

    Um deles, feito na Universidade Emory, nos Estados Unidos, mostrou que a taxa de ataques cardíacos relacionados ao estresse era o dobro no público feminino em comparação com o masculino.

    Entre pacientes que se recuperam de um infarto, a diferença no fardo mental também é marcante entre os sexos. De acordo com uma pesquisa da Universidade Yale, também nos EUA, a percepção de estresse é maior entre as mulheres mais jovens durante os doze meses que sucedem o evento cardiovascular.

    Em linhas gerais, a saúde mental das mulheres é mais afetada que a dos homens por questões hormonais, de violência de gênero e traumas, segundo uma revisão publicada no The Lancet Psychiatry.

    “Existe uma tendência na sociedade e na medicina de não se valorizar muito os aspectos da saúde mental. A mulher é vista como nervosa, como se não soubesse se portar ou reagir”, comenta a cardiologista Ieda Jatene, do Grupo de Estudo de Doenças Cardiovasculares em Mulheres do Hcor, em São Paulo.

    “Muitas vezes, as queixas emocionais não são encaradas com a mesma seriedade de incômodos físicos”, lamenta a médica.

    Que fique claro: estresse, ansiedade, depressão e outros problemas psicológicos acometem homens e mulheres. Em ambos os sexos, se essas doenças não forem diagnosticadas e tratadas adequadamente, elas podem resultar em ataque cardíaco.

    “Porém, o público feminino tende a sofrer mais com a sobrecarga relacionada à dupla ou à tripla jornada diária”, acrescenta Jatene, referindo-se à incumbência de ter uma profissão, cuidar da casa e dar atenção à família que recai com maior frequência sobre elas.

    Além da saúde mental, a lista de fatores de risco cardiovasculares não tradicionais que acometem as mulheres inclui também o parto prematuro, a doença hipertensiva da gestação, o diabetes gestacional, as doenças autoimunes (como lúpus e artrite reumatoide, mais frequentes no público feminino) e os tratamentos para doenças como o câncer de mama.

    Sintomas desprezados

    Após anos de sobrecarga, as artérias do coração entopem e o músculo entra em pane. Falamos aqui do infarto, um evento que costuma apresentar alguns sintomas importantes e bem conhecidos — o mais famoso deles é a dor no peito que irradia para o braço esquerdo.

    Mas aqui, mais uma vez, as mulheres saem no prejuízo. Nelas, nem sempre o ataque cardíaco se manifesta dessa forma.

    Mansur, que também é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, calcula que a dor no peito aparece em 90 a 95% dos homens com infarto. Enquanto isso, esse sintoma acomete de 75 a 80% das mulheres na mesma condição.

    “Ou seja: ela ainda é o sinal comum e mais importante em ambos os sexos”, constata ele.

    As mulheres vítimas desse problema, porém, podem sentir mais frequentemente outros incômodos diferentes — e, em razão disso, nem suspeitarem que estão sob risco.

    Muitas vezes, nem mesmo os profissionais da saúde que atuam em ambulatórios e serviços de emergência conhecem esses sintomas atípicos do infarto, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento delas.

    “Muitas apresentam queixas como cansaço extremo, um desconforto no peito que não tem uma característica de aperto, falta de ar e disparos nas batidas do coração”, descreve Jatene.

    “Todas essas manifestações devem sempre ser encaradas como sinais de alerta para uma doença cardiovascular”, complementa ela.

    Além das pistas de infarto citadas pela médica, os manuais de cardiologia incluem também mal-estar súbito, sensação de desmaio, dificuldades para manter a respiração, fraqueza intensa, tontura, suor frio, dor no abdômen ou nas costas, palidez, náuseas, vômitos e dificuldades para dormir.

    Diante deles, vale ir até um serviço de emergência com a maior rapidez possível.

    Jornadas duplas ou triplas, mais comuns entre as mulheres, podem resultar em mais estresse — o que afeta a saúde do coração.

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    Tratamento inadequado

    Chegamos, enfim, à terceira barreira da lista: segundo o posicionamento da SBC, “menos de 50% das pacientes [com doenças cardíacas] são submetidas ao tratamento medicamentoso adequado”.

    Em outras palavras, mesmo quando superam as outras duas dificuldades, fazem exames de rotina ou suspeitam de algo mais grave e recebem o diagnóstico correto, mais da metade das pacientes não tem acesso aos remédios ou aos procedimentos mais indicados para o caso delas.

    Segundo os médicos ouvidos pela BBC News Brasil e o próprio documento da SBC, existem vários fatores que explicam esse menor acesso aos tratamentos contra as doenças cardiovasculares.

    O primeiro deles tem a ver justamente com o fato de os profissionais de saúde suspeitarem menos desses problemas quando a paciente é do sexo feminino — com isso, elas não recebem o diagnóstico adequado, que permitiria realizar a melhor terapia no tempo adequado.

    Os especialistas também observam que, no geral, as mulheres têm menos acesso a exames de rotina do coração, que permitiriam flagrar aqueles fatores de risco por trás de um infarto — como diabetes, colesterol alto e hipertensão arterial — e poderiam ser controlados por meio de medicações. Esses problemas ficam, então, escondidos por décadas, até que desembocam numa crise aguda das coronárias.

    O posicionamento da SBC ainda chama a atenção para os “determinantes sociais da saúde”, como abuso sexual e violência, privação socioeconômica e baixa escolaridade. A entidade aponta que todos eles são “potencializadores de doenças cardiovasculares” nas mulheres — e é importante levar em consideração todos esses pontos durante a consulta para ampliar o acesso aos tratamentos mais efetivos para elas.

    “Infelizmente, essa é a realidade. O tratamento do infarto nas mulheres costuma ser inadequado e tardio”, classifica Mansur.

    “Elas são menos submetidas, por exemplo, à angioplastia e à colocação de stent”, diz o médico.

    Esses nomes citados pelo cardiologista fazem alusão aos métodos cirúrgicos minimamente invasivos que desentopem as artérias coronárias e instalam pequenos dispositivos (os stents) que garantem a passagem de sangue pela região afetada.

    Mansur acrescenta que, além dos procedimentos, as mulheres também costumam receber menos prescrições de remédios para controlar os fatores de risco tradicionais, como hipertensão e colesterol alto — que, como vimos anteriormente, são gatilhos para um infarto.

    “As mulheres também são menos representadas em estudos clínicos de cardiologia. O número de voluntárias nas pesquisas é sempre muito menor”, aponta Jatene.

    “Até há pouco tempo, acreditava-se que doença cardiovascular era coisa de homem e a mulher só apresentaria esses problemas depois que perdesse a proteção hormonal no pós-menopausa. Mas sabemos hoje em dia que eles podem aparecer de forma muito mais precoce”, reforça ela.

    Para completar, a recuperação pós-infarto também é mais complicada entre o público feminino. Segundo um estudo publicado em maio no Jornal da Academia Americana de Cardiologia, mulheres são 1,65 vez mais propensas a precisar de uma nova internação nos primeiros 12 meses em comparação com os homens.

    Elas também sofrem 1,46 vez mais complicações relacionadas ao ataque cardíaco e têm um risco 2,2 vezes maior de morrer nessa janela de um ano após o evento inicial.

    Os stents (no centro da imagem) são pequenas estruturas metálicas que desentopem e mantêm a estrutura de vasos sanguíneos.

    Como mudar isso

    Para Jatene, a melhora desse cenário passa necessariamente por uma palavra: educação.

    Na visão da médica, todo mundo deve conhecer melhor as formas de prevenção dos fatores de risco cardiovasculares e os cuidados básicos diante dos sinais de um infarto.

    Do lado dos profissionais de saúde, ela também aponta para a necessidade de uma melhoria no acolhimento das pacientes.

    “Fundamentalmente, precisamos valorizar os sintomas precoces, mesmo que eles sejam atípicos, e encaminhá-las para uma avaliação”, diz a cardiologista.

    Já do ponto de vista da população geral, conhecer mais sobre o problema e ter uma rotina de autocuidado é algo primordial, aponta Jatene.

    “É importante que toda mulher de 35 a 40 anos procure um cardiologista e faça uma avaliação. Isso pode ajudar na detecção de um problema que ainda está escondido”, sugere.

    A médica acredita que, quando o assunto é coração, o público feminino deve ter a mesma rotina de cuidados reservada à prevenção do câncer de mama — com exames periódicos quando há indicação e atenção aos possíveis sintomas de algo mais sério.

    “As mulheres geralmente cuidam do marido, dos filhos, dos pais, dos colegas de trabalho, dos amigos… Mas elas dificilmente são cuidadas como deveriam”, conclui ela.

    A pesquisa, longa, foi feita entre os anos de 1990 e 2019.

    Fonte SBC e BBC News

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  • COMO DÓI!!! Maior pedra nos rins do mundo é retirada de paciente no Sri Lanka

    COMO DÓI!!! Maior pedra nos rins do mundo é retirada de paciente no Sri Lanka

    VEJA OS CUIDADOS PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE CÁLCULOS RENAIS (PEDRAS NOS RINS)

    Além do peso, o comprimento do cálculo renal também impressiona, pois supera o tamanho médio do órgão. Jornalista do Conexão dá testemunho sobre o sofrimento das cólicas renais. “Boa alimentação é tudo!”

    Pesando 801 gramas e com 13,37 centímetros de comprimento, o exército do Sri Lanka anunciou a retirada da maior e mais pesada pedra no rim do mundo. A cirurgia para a remoção foi realizada por uma equipe de médicos militares em um paciente de 62 anos.

    Segundo o sargento aposentado Canistus Coonge, o peso da pedra é cinco vezes maior do que um rim masculino comum. E o comprimento do cálculo renal também impressiona, pois o tamanho médio de um rim é de 10 e 12 centímetros.

    “A remoção cirúrgica da maior e mais pesada pedra renal do mundo ocorreu em 1º de junho no hospital militar de Colombo”, informaram os militares em um comunicado. O recorde ainda não foi formalizado no Guinness Book.

    Pedras nos rins, também conhecido como cálculo renal, se formam por meio do acúmulo de cristais existentes na urina. O tratamento se dá com o uso de medicamento ou a realização de procedimento cirúrgico. Ingerir bastante água, reduzir o consumo de sal e praticar atividades físicas regularmente são algumas das formas de prevenção.

    SAIBA COMO EVITAR A FORMAÇÃO DE PEDRAS NOS RINS

    Sim! A cólica provocada por pedras nos rins é, clinicamente, a dor mais aguda, mais forte que um ser humano pode sentir, perdendo apenas para algumas dores provocadas por alguns tipos de câncer, em fase terminal. E o comparativo que sempre é feito, ‘igual a dor do parto’, não pode ser levado em consideração. Se o tamanho da dor é semelhante o resultado é bem diferente. No parto o que vem ao mundo é um bebê, um filho, geralmente muito amado, esperado, sonhado. Já na cólica renal o que é expelido é uma ou mais pedras, geralmente de oxalato de cálcio ou de sódio, algumas pontiagudas, cortantes, imprestáveis, que não trazem nenhuma lembrança boa.

    TESTEMUNHO IMPORTANTE

    A cólica renal leva frequentemente o paciente ao Pronto Socorro devido a intensidade absurda de dor. Lá, normalmente é aplicado soro na veia com a utilização de medicamentos analgésicos potentes, como o Tramal (Tramadol) e até Morfina.

    “Se pelo menos fossem pedras preciosas, valeria todo o sofrimento que elas provocam”, disse o jornalista Roger Campos, que já fez duas cirurgias para retirada de pedras dos rins e que se prepara para o terceiro procedimento cirúrgico, tendo cerca de 15 pedras em seus dois rins.

    Roger ressalta que todas as essas pedras são parcialmente culpa de suas escolhas alimentares ao longo da vida. Mas outra parte se deve ao fato de seu organismo não produzir uma substância chamada citrato que, em todos os humanos, têm a função justamente de quebrar as moléculas dessas pedras, evitando que elas se formem ou cresçam em demasia.

    “Além dessa questão do meu organismo não produzir o citrato, eu também sempre, principalmente desde a adolescência, tive uma péssima alimentação. Eu não tomava nada de água e todos os dias, em São Paulo, minha terra natal, eu sentava na calçada com uma garrafa de Coca-Cola de 2 litros e um pacote de salgadinho de milho industrializado, os famosos Elma Chips, carregados de sódio, como o Cheetos, Fandangos, Cebolitos, Doritos, etc. Hoje eu sofro muito com as pedras por causa dessas escolhas. Custei a entender que tinha que mudar minha alimentação. Já melhorei muito, mas não basta diminuir drasticamente o sal, é preciso cortar o refrigerante, evitar fast-food, alimentos industrializados, embutidos como linguiça, salsicha, bacon, queijo, presunto, mortadela, salame italiano, etc. Também é fundamental comer frutas cítricas, como limão, laranja, mexerica, etc.”

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    Cálculo renal

    ​O que é

    Cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma doença causada pela formação de substâncias minerais dentro do sistema urinário.  É comparado com “grãos de areia” que se juntam dentro do rim e formam uma verdadeira pedra.

    Tipos

    Os cálculos podem ser classificados de acordo com a sua localização no sistema urinário e por sua composição. Pela localização podem ser renais (dentro do rim), ureterais (dentro do ureter, que é o canal que leva a urina do rim para a bexiga) ou vesicais (na bexiga). Pela composição podem ser de vários tipos. Os mais comuns são de Oxalato de Cálcio, Ácido Úrico, Estruvita e Fosfato de Cálcio.

    Causas

    Os cálculos renais são formados dentro dos rins e dependem de uma concentração alta de cristais na urina. Assim, as principais causas de sua formação são a pouca ingestão de água, deixando a urina muito concentrada. A ingestão de comidas com muito sal e proteínas também é um fator importante. Além disso, os cálculos de estruvita são causados por bactérias decorrentes de episódios recorrentes de infecção urinária.

    Sintomas

    Pacientes com grandes cálculos podem não sentir nada, enquanto pequenos cálculos podem provocar muita dor. Temos dois tipos de quadro – o do paciente com uma pedra no rim que não está se movimentando e o quadro de cólica renal, que acontece quando a pedra começa a sair do rim e entope o ureter. Para a primeira possibilidade pode ocorrer dor na região lombar crônica, de um lado só das costas, em peso, com piora com exercícios e líquidos, associado com infecções de urina de repetição e sangramento na urina.

    Já o quadro de cólica de rim é um quadro agudo, que acontece de repente, com uma dor muito forte na região lombar – vai para a região da bexiga. Junto com a dor podem vir náuseas, vômitos e febre. É uma dor muito intensa, que geralmente só melhora com medicação na veia.

    Fatores de risco

    Pessoas obesas, sedentárias, com diabetes, que moram em locais mais quentes e com histórico de doença na família têm mais chances de cálculo urinário. É, na maioria das vezes, uma doença que começa com uma alimentação ruim e com pouca ingesta de água.

    Diagnóstico

    A suspeita do diagnóstico vem com a história e o exame físico. O melhor exame para diagnóstico é a tomografia de abdômen e pelve, sem contraste. Em casos de crianças, gestantes e para o seguimento de pacientes com cálculos é possível fazer o ultrassom ou um RX de abdômen e pelve também.

    A ressonância magnética não mostra cálculos renais. Exames de sangue e urina são importantes também, inclusive para a prevenção de novos episódios.

    Incidência

    É um problema muito comum que atinge crianças, adultos e idosos. A chance de uma pessoa ter um cálculo renal é de 12% na vida, ou seja, 1 em cada 8 pessoas vai ter um cálculo renal em algum momento da vida. Os homens têm um pouco mais de chances do que as mulheres.

    Tratamento

    A dor da cólica renal é muito intensa e quando ocorre deve ser avaliada com urgência por um médico. Para evita-la somente o tratamento preventivo.

    O tratamento dos cálculos renais depende de alguns fatores, como sintomas do paciente, quantidade de cálculos, tamanho e localização deles. As opções vão desde o acompanhamento com reavaliações periódicas até cirurgias. Hoje em dia, quando a cirurgia é necessária, normalmente são realizados procedimentos extracorpóreos ou minimamente invasivos, nos quais os pacientes são tratados de forma extremamente eficiente e pouco invasiva, tendo altas taxas de sucesso e baixas de complicações.

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    Prevenção

    50% dos pacientes que tiveram um cálculo renal vão ter outro em 5 anos se não fizerem um tratamento preventivo. Medidas que servem para a maioria dos pacientes com cálculos são aumentar a ingesta hídrica, com o objetivo de o paciente urinar mais de 2 litros por dia. Para isso, pode-se verificar a cor da urina. Ela deve estar bem clara, quase transparente. Se a urina estiver amarelada é sinal que mais água deve ser ingerida.

    Prognóstico

    Os cálculos renais são altamente tratáveis e preveníveis. Assim, se uma pessoa descobrir um cálculo renal, procure um urologista para definir o que deve ser feito. Entretanto, um cálculo renal não tratado pode causar alterações renais irreversíveis, podendo levar até a perda do órgão.

    Evite sal na comida e controle a ingestão de proteínas também. Pacientes que têm muitas infecções de urina devem ser tratados.

    Possíveis complicações

    Quando o paciente tem a cólica renal significa que o rim está entupido por um cálculo no ureter. Isso pode causar muita dor e, caso não seja tratado, pode levar a perda de função renal de forma irreversível.

    Uma boa parte dos cálculos é eliminada espontaneamente, mas em cerca de 20% dos casos são necessários tratamento medicamentoso ou cirúrgico.

    Já os cálculos que estão nos rins, sem causar muita dor, podem com o tempo crescer e causar sintomas, podendo levar até a perda do rim se não tratados.

    Assim, sempre que uma pessoa descobrir que tem um cálculo, o ideal é ser avaliado por um urologista.

    Fonte Dr. Fabio Vicentini, urologista do Hospital Albert Einstein

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  • ALERTA: O que é febre maculosa e quais os sintomas?

    ALERTA: O que é febre maculosa e quais os sintomas?

    Com 53 casos registrados no Brasil em 2023, e oito evoluções para óbito, a febre maculosa é transmitida pela picada do carrapato e causada por bactéria do gênero Rickettsia. A doença não é passada diretamente entre pessoas pelo contato. No Brasil, os principais vetores são carrapatos do gênero Amblyomma.

    Este mês, três pessoas que estiveram em evento na Fazenda Santa Margarida, em Campinas (SP), morreram com sintomas da doença. Uma delas, uma mulher de 36 anos, teve o diagnóstico confirmado.

    Segundo o Ministério da Saúde, normalmente a doença se manifesta de forma repentina, com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor na cabeça e no corpo, falta de apetite e desânimo. Em seguida é comum aparecerem pequenas manchas avermelhadas, que crescem e ficam salientes.

    O quadro é agravado com náuseas e vômitos, diarreia e dor abdominal, dor muscular constante, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, gangrena nos dedos e orelhas. Nos casos mais graves, pode haver paralisia, começando nas pernas e subindo até os pulmões, o que pode causar parada respiratória.

    Prevenção

    A prevenção da febre maculosa é baseada em impedir o contato com o carrapato. Portanto, em locais onde haverá exposição ao bicho, algumas medidas podem ajudar a evitar a infecção, como usar roupas claras para ajudar a identificar o bicho; utilizar calças, botas e blusas com mangas compridas ao caminhar em áreas arborizadas e gramados; evitar andar em locais com grama ou vegetação alta e usar repelentes de insetos.

    Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a remoção – com uma pinça – se um carrapato for encontrado no corpo; não apertar ou esmagar o bicho e, depois de removê-lo inteiro, lavar a área da mordida com álcool ou sabão e água. Quanto mais rápido retirar os carrapatos do corpo, menor será o risco de se contrair a doença.

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    Diagnóstico

    Diagnosticar precocemente a febre maculosa é muito difícil, principalmente nos primeiros dias da infecção, já que os primeiros sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças, como leptospirose, dengue, hepatite viral, entre outras. Mas o que é importante para o caso, segundo o Ministério da Saúde  é se o paciente esteve em locais de mata, florestas, fazendas, trilhas ecológicas onde possa ter sido picado por um carrapato.

    O profissional de saúde deverá ainda solicitar exames para confirmar ou contribuir com o diagnóstico.

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    Tratamento

    Segundo o Ministério da Saúde, a febre maculosa tem cura desde que o tratamento com antibióticos específicos seja administrado nos primeiros dois ou três dias da infecção. O medicamento deve ser administrado assim que surgirem os primeiros sintomas, mesmo sem o diagnóstico confirmado, já que ele pode demorar. Segundo o Ministérios da Saúde, em determinados casos, pode ser necessária a internação da pessoa. A terapêutica é empregada por um período de 7 dias, devendo ser mantida por 3 dias, após o término da febre.

    Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins, dos pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

    Fonte Agência Brasil

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  • Maio Amarelo volta a acontecer nas ruas do país em 2023

    Maio Amarelo volta a acontecer nas ruas do país em 2023

    Pensar o trânsito é pensar ações que permitam, de forma segura, a movimentação diária dos milhões de brasileiros

    O movimento Maio Amarelo completa 10 anos e traz como tema central em 2023 “No trânsito, escolha a vida”. Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), diz que “o Maio Amarelo volta a tomar as ruas do país ainda com mais força; são muitas mobilizações programadas e várias já acontecendo e, dessa forma, atinge seu grande objetivo que é chamar a atenção da sociedade para o tema urgente que é salvar vidas no trânsito”.

    Segundo o Status Report on Road Safety, relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o terceiro país com mais mortes no trânsito em todo o mundo, resultando 1,3 milhão de vítimas por ano.

    O compromisso assumido pelo país é o de reduzir pela metade o número de mortes até 2028. Para tal, é necessário articular alianças e compromissos multilaterais, com engajamento de organizações privadas, governamentais e sociedade civil.

    Uma das entidades comprometidas com essa proposta é a Vital Strategies, que por meio da iniciativa da Fundação Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito, atua em várias cidades do país, como  São Paulo, onde  auxilia no desenvolvimento de um plano de segurança viária que norteará as ações da cidade até 2028, e Fortaleza, que alcançou uma redução de 47% nas mortes no trânsito entre 2014 e 2019.

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    Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, “pensar o trânsito é pensar e oportunizar ações e medidas que permitam, de forma segura, a movimentação diária dos milhões de brasileiros que utilizam as vias, seja na condição de pedestre, motociclista, ciclista, passageiro, na condução de veículos particulares ou na condução profissional, afinal, toda vida importa”, diz.

    Em 2004 a OMS divulgou um estudo que avaliou 178 países, apontando que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas morreram e entre 20 e 50 milhões ficaram feridas em sinistros naquele ano. Na época, o trânsito ocupava a 11ª posição entre as principais causas de mortes em todo o mundo. Dessa forma projetou-se que se não houvesse qualquer intervenção organizada e com esforços conjuntos, no ano de 2020 chegaríamos à marca de 1,9 milhão de mortes anuais no trânsito.

    Diante desse mapeamento, a OMS e a ONU passaram a fomentar ações a fim de promover a segurança no trânsito em escala mundial, com base em cinco pilares: Gestão de Segurança no Trânsito; Infraestrutura Viária; Segurança Veicular; Segurança dos Usuários e Conscientização; e Resposta ao Acidente. Desde então, ações como as realizadas pelo Maio Amarelo têm grande impacto no Brasil e são extremamente importantes para a conscientização sobre um trânsito seguro.

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    “O objetivo maior das ações do Maio Amarelo é salvar vidas e reduzir a quantidade de feridos no trânsito brasileiro. Para isso, infraestrutura viária deve ser projetada para permitir o acesso equitativo e acomodar as necessidades de mobilidade de todos os usuários da via, garantindo a prioridade aos mais vulneráveis, conforme estabelecido pela Política Nacional de Mobilidade Urbana e pelo Código de Trânsito Brasileiro, e aos usuários de transporte público”, completa Campos.

    Fonte Paula Batista / Lide Multimídia 

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  • ALERTA: Conheça mitos e verdades sobre o câncer de pele

    ALERTA: Conheça mitos e verdades sobre o câncer de pele

    O mês de dezembro foi marcado pela prevenção ao câncer mais incidente no Brasil, o de pele. O tipo mais frequente no país é o carcinoma basocelular, considerado pouco agressivo, seguido do carcinoma espinocelular (não tão agressivo, mas que pode evoluir para metástase) e do melanoma — origina-se nas pintas e é o mais perigoso.

    Para ter um tratamento curativo e mais simples em qualquer um dos casos, o indivíduo deve estar atento aos primeiros sinais da doença. No caso dos carcinomas basocelular e espinocelular, há lesões avermelhadas e elevadas que parecem verrugas e espinhas, mas não coçam nem doem.

    O melanoma, por sua vez, deixa a pinta com formato irregular e com múltiplas cores, e pode coçar, machucar e sangrar. Estar atento a esses sinais é essencial, mas as pessoas também devem conhecer o que é mito ou verdade sobre a doença.

    Pessoas de pele clara têm mais risco de ter câncer de pele? VERDADE

    A melanina, pigmento responsável por dar cor à pele e aos pelos, protege as células contra os danos causados pelos raios ultravioleta do sol. As pessoas de pele clara, no entanto, têm menos melanina do que as de pele negra, situação que aumenta a sua vulnerabilidade.

    “Quem tem mais melanina tem uma maior proteção natural contra o câncer de pele. Mas mesmo pessoas de pele negra precisam manter a proteção solar, pois o câncer de pele pode acometer todas”, alerta o dermatologista oncológico Denis Miyashiro, do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Oswaldo Cruz.

    Câncer de pele é mais incidente em mulheres? MITO

    Apesar de as mulheres formarem a maioria do público que compartilha as experiências e as formas de prevenção relacionadas à doença, os homens sofrem mais com o câncer de pele. Isso ocorre principalmente, segundo Denis, em razão dos hábitos de exposição solar desse público.

    “Homens aderem menos às medidas de proteção solar, como o uso de filtros solares e a proteção física com guarda-sol e roupas. [Também] têm exposição solar maior em alguns tipos de emprego, principalmente trabalhos rurais”, conta o dermatologista.

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    Exposição solar aumenta o risco de câncer de pele? VERDADE

    A exposição solar sem proteção adequada ou em períodos do dia em que os raios ultravioleta são mais intensos, como das 10h às 15h, aumenta a chance de a pessoa desenvolver câncer de pele. Segundo Miyashiro, isso acontece porque a exposição “causa danos nas células da pele que, ao longo do tempo, podem sofrer transformação maligna”.

    Apenas a exposição solar causa câncer de pele? MITO

    Apesar de a maioria dos casos da doença estar relacionada à exposição solar, ela também pode acontecer devido a outros fatores, como alterações no sistema imunológico — causados por outras doenças —, uso de medicamentos imunossupressores e feridas crônicas, por exemplo.

    De acordo com o Oncoguia, a doença também pode estar ligada a fatores genéticos, já que cerca de 10% das pessoas com melanoma têm um histórico familiar de casos de câncer de pele.

    Utilizar cremes bronzeadores aumenta o risco de câncer de pele? VERDADE

    Os cremes bronzeadores são usados para potencializar a ação do sol e aumentar a pigmentação da pele. O produto em si não causa câncer de pele, mas a forma como ele é usado pode se tornar danosa.

    “Quando se utiliza esse tipo de creme, a pessoa acaba se expondo mais ao sol sem a proteção adequada. E é essa exposição que aumenta o risco”, explica Miyashiro.

    Ainda segundo orientações do A.C. Camargo Cancer Center, o bronzeador é comumente aplicado por cima do protetor solar, o que impede que raios solares sejam filtrados.

    Melasma pode virar câncer? MITO

    O melasma é uma condição que desencadeia um maior acúmulo de melanina na pele, o que leva à aparição de manchas. No entanto, essas manchas não se transformam em câncer de pele.

    “Tanto o melasma quanto o câncer de pele podem ser causados pela exposição solar excessiva sem a proteção adequada, mas são condições diferentes”, relata Miyashiro.

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    O guarda-sol e o guarda-chuva protegem contra o câncer de pele? VERDADE

    Ambos os produtos protegem a pessoa contra a exposição solar direta, portanto previnem essa doença. No entanto, a luz ultravioleta é refletida nas superfícies e pode atingir a pele.

    “Por isso, é fundamental o uso do filtro solar. Isso [também] vale para chapéus e bonés. Esses acessórios protegem apenas parcialmente contra a luz solar”, diz o dermatologista.

    Protetor solar não precisa ser usado em dias nublados ou quando estou na sombra? MITO

    Para Miyashiro, esse é um “dos maiores erros” cometidos pelas pessoas. O protetor solar deve sempre ser utilizado, independentemente se o sol está em evidência ou não.

    “A radiação ultravioleta atravessa as nuvens. Por isso dizemos que o mormaço também queima. E a radiação ultravioleta se reflete nas superfícies, podendo atingir a pele mesmo na sombra”, finaliza o dermatologista.

    Fonte R7

     

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    Roger Campos

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