Categoria: Brasil

  • Frio: Temperaturas caem ainda mais no Sul de Minas

    Frio: Temperaturas caem ainda mais no Sul de Minas

    CONFIRA A PREVISÃO ATÉ DOMINGO EM TRÊS PONTAS.

    A  grande forte massa de ar frio de origem polar que se espalhou sobre o Brasil continua fazendo a temperatura baixar muito no Sul no Sudeste e também no Centro-Oeste do país nesta quarta-feira. Podem ser observados valores ainda menores do que os registrados na madrugada do dia 26 de maio.

    A madrugada de 26 de maio pode ser considerada a mais fria do ano, de forma geral, no estado de São Paulo,  no centro- sul e oeste de Minas Gerais,  no centro-sul de Goiás, no oeste sul do estado de Mato Grosso e também no centro-sul do Rio de Janeiro.

    Temperaturas pouco abaixo de 5°C foram observadas no sul de Mato Grosso do Sul, mas o amanhecer do dia 25 de maio foi mais frio. O termômetro marcou valores de 5° também no sul de Mato Grosso e muitas áreas no oeste do estado amanheceram com frio entre 9°C e 11°C. O sul de Goiás teve temperaturas de 5°C a 10°C.

    Várias áreas no Sul de Minas e também na região do Triângulo Mineiro registraram temperaturas entre 1°C e 7°C. No centro-oeste e norte do estado de São Paulo temperaturas entre 3°C e 7°C foram observadas em vários locais. No Rio de Janeiro, valores abaixo de 10°C também foram observados.

    Todos os estados da Região Sul registraram temperaturas abaixo dos 5°C, mas a madrugada de 26 de maio não pode ser considerada a mais fria de 2020 até agora nesta Região.

    Três Pontas

    Até o próximo domingo, 31 de maio, segundo o Instituto Clima Tempo, não há previsão de chuva em Três Pontas, no sul de Minas Gerais. Mas as temperaturas seguirão baixas. A máxima prevista é de 24 graus e a mínima de, gelados, 7 graus.

    Fonte: Instituto Clima Tempo

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  • Contrato com moratória na Caixa, o que isso significa?

    Contrato com moratória na Caixa, o que isso significa?

    DIANTE DA PANDEMIA DE CORONAVÍRUS  PAGAMENTO HABITACIONAL PODE SER PRORROGADO; SAIBA COMO.

    Pausa estendida é o mesmo que pausa moratória

    Devido à pandemia do coronavírus, e em virtude da perda de renda da maior parte da população, a Caixa Econômica Federal havia anunciado que as pessoas físicas poderiam solicitar a pausa estendida de até duas prestações. Posteriormente, este período foi ampliado, permitindo a pausa de até 90 dias, o que equivale a deixar de pagar até quatro prestações.

    A solicitação devia ser feita por meio do aplicativo Caixa Habitação. Todos aqueles que solicitaram a pausa dos seus contratos habitacionais, procederam com a pausa moratória. Portanto, fique tranquilo, que é justamente a pausa estendida que você solicitou.

    O que é moratória?

    Moratória nada mais é do que o ato de atrasar ou suspender algo que havia sido acordado, como um pagamento. Especificamente no Direito das Obrigações, trata-se de uma concessão do credor ao devedor que permite um atraso no pagamento da dívida.

    Milhões de mutuários da Caixa desconhecem essa possibilidade, conhecida como “pausa moratória”, que não é estipulada em contrato, mas pode ser aplicada em outras situações além do coronavírus, no caso da perda de um emprego, por exemplo.

    Em vigor desde 2015, a regra prevê que o mutuário pessoa física que estiver em dia com suas prestações e que já tenha pago pelo menos 24 parcelas desde a concessão do financiamento ou da última negociação, poderá suspender o pagamento das prestações por até 12 meses. O valor da nova dívida, porém, não pode ser superior a 80% do preço do imóvel.

    Pausa no financiamento pode dobrar o valor de parcelas prorrogadas

    Mesmo diante da possibilidade de usar este benefício, ele deve ser usado com cautela, pois a pausa estendida ou moratória pode até dobrar o valor das parcelas prorrogadas. Isso acontece porque os juros são somados ao saldo devedor para quitação no final do financiamento.

    Para mais informações procure uma agência da Caixa Econômica Federal.

    Fonte Seu Crédito Digital

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  • ‘Brasil não será um epicentro, e sim um exemplo’, afirma Nise Yamaguchi

    ‘Brasil não será um epicentro, e sim um exemplo’, afirma Nise Yamaguchi

    A médica oncologista e imunologista, Nise Yamaguchi, cotada para assumir a pasta da saúde, defende  uso da hidroxicloroquina em casos leves de coronavírus. Ela falou sobre o protocolo de adoção da substância, apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro, que levou o ex-ministro Nelson Teich a pedir demissão do cargo.

    Yamaguchi atualmente assessora o comitê de crise do governo contra o coronavírus. E no mesmo dia em que o ex-ministro Nelson Teich se reuniu com Bolsonaro para comunicar sua saída, a médica também tinha uma reunião agendada com o presidente. O encontro se deu em um almoço, após Teich ter pedido para deixar o cargo. “Até então eu não sabia que o ex-ministro tinha pedido a demissão, apesar de tê-lo encontrado rapidamente na ante sala”, afirma Nise.

    Sobre a curta gestão, de penas 29 dias de Teich, ela diz que o ex-ministro deixou como herança para o seu substituto no Ministério da Saúde a sugestão de um modelo de plano de gestão. E comentou outros pontos positivos de seu período: “Me parece que ele trabalhou bastante com o General Pazuello na organização, na detecção da transparência das compras e dos gastos. Existe a Advocacia Geral da União, e o Tribunal de Compras da União está dentro do Ministério da Saúde. Isso é absolutamente necessário num momento de tantas epidemias. Até epidemia de outros problemas que a gente não deveria ter no momento, que são sociais, que são as formas como as pessoas lidam com as oportunidades de negócios. Eu acho que essa é uma grande herança desse momento tão dramático que a gente vive em que a moral e a ética são essenciais”, diz.

    Ela também defendeu Nelson Teich em sua fala crítica sobre a sensação do Brasil estar navegando às cegas, dizendo que na interpretação dela, ele se referia à baixa taxa de testagem. “Eu entendi que faltavam testes para dizer quanto da população já havia sido contaminada. Não que ele não sabia o que fazer”. E afirmou que o ex-ministro estava começando a pensar em estruturar centros de diagnósticos mais precoces, algo que ela também defende.

    “O que eu sinto nesse momento é que essa questão da Covid-19 ficou central não só no Ministério da Saúde, mas na interligação com a Casa Civil, com o Ministério da Infraestrutura, da Economia, da Ciência e Tecnologia, dos Direitos Humanos. Não é uma coisa que possa ser abordada de forma isolada. Tem que trabalhar com o Congresso Nacional (…) Eu acredito que essa é a essência de toda uma logística relacionada à forma como a Covid-19 deva ser dinamizada e enfrentada”, afirma.

    Sobre a elaboração do novo protocolo do governo, defendido por Bolsonaro, que visa aumentar a utilização da hidroxicloroquina, Nise Yamaguchi diz não estar envolvida. “Não estou ajudando o novo protocolo, mesmo porque eu não fui chamada para esta posição, continuo atuando como médica que sou, com a capilaridade que tenho com todas as sociedades e conselhos federais e estaduais, e como brasileira que sou. O que tenho feito de apoio é porque realmente me dói ver esta situação. (…) Acredito que no momento a gente precisa oferecer um tratamento que salva vidas e muda o curso da doença e da pandemia”, diz se referindo ao uso da hidroxicloroquina.

    Um levantamento do Conselho Federal de Farmácia mostrou que a venda de hidroxicloroquina aumentou 67% no primeiro trimestre de 2020, e cerca de 400 mil remédios foram vendidos no período. A Anvisa precisou rever as normas, e agora, para comprar remédios a base de cloroquina na farmácia, é preciso de receita médica e o número de caixas está restrito em cinco por pessoa.

    Nise Yamaguchi diz que o medicamento está faltando não apenas nas farmácias, como também no SUS. “Nós precisamos disponibilizar para a população. Isso é fundamental.”, diz. Yamaguchi ressalta a importância da cloroquina chegar para todos e ser bem distribuída a todas as regiões. Sobre isso, ela reforça que o general Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde, é especialista na área de logística. “Me parece que ele está disponibilizando algum decreto nesta direção, mas a produção ainda não está resolvida”, afirma.

    A médica chegou a afirmar que se uma mudança de postura na forma como estão enfrentando a doença no Brasil for tomada, o Brasil não será um epicentro, e sim um exemplo. “Eu tenho a certeza que estas normas podem ser incorporadas rapidamente a um modelo de atuação que seja ágil, concreto e eficiente”.

    Fonte CNN Brasil

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  • Ministério da Saúde prepara protocolo para uso de cloroquina em casos leves

    Ministério da Saúde prepara protocolo para uso de cloroquina em casos leves

    Segundo a pasta, “objetivo é iniciar tratamento antes do agravamento e necessidade de utilização de UTI.”. Medida foi anunciada após saída de Teich

    Após saída de Nelson Teich, o Ministério da Saúde prepara novo protocolo para o uso do medicamento hidroxicloroquina no tratamento da covid-19. Segundo nota divulgada nesta sexta-feira (15), novas orientações de assistência aos pacientes estão sendo finalizadas.

    “O objetivo é iniciar o tratamento antes do seu agravamento e necessidade de utilização de UTI (Unidades de Terapia Intensiva). Assim, o documento abrangerá o atendimento aos casos leves, sendo descritas as propostas de disponibilidade de medicamentos, equipamentos e estruturas, e profissionais capacitados”, afirma o texto.

    Discordância

    O medicamento foi a principal discordância do ex-ministro com o presidente da República, Jair Bolsonaro. Na live de quinta-feira (14) à noite, Bolsonaro afirmou que conversou com Teich para ele rever o protocolo de uso do medicamento, determinado pelo ex-ministro Luiz Henrique Mandetta apenas para pacientes em estado grave.

    Teich, todas as vezes que falou sobre o assunto, reforçou que faltavam dados científicos que comprovassem a eficácia do medicamento. Ele chegou a dizer, inclusive, que só se basearia na ciência para defender qualquer tratamento.

    Estudos recentes mostraram resultados inconclusivos da hidroxicloroquina no combate à covid-19 e reforçaram a dificuldade do ministro em aceitar o remédio.

    Na semana passada, ele até ensaiou um recuo ao dizer que o Ministério da Saúde queria mudar o direcionamento do tratamento, ao pensar não só nos doentes em estado grave, internados, mas também nos que acabavam de contrair o vírus Sars-Cov2. Ainda assim não citou a hidroxicloroquina.

    Segundo o presidente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) indica o uso do remédio para doentes recém-infectados. “Então, falei com o Teich para ele mudar isso, e ele deve anunciar isso amanhã [hoje, sexta-feira (15)]”, comentou o presidente um dia antes do pedido de demissão do ministro.

    Bolsonaro chegou a dizer que caso sua mãe, de 93 anos, pegasse a covid-19, daria a ela imediatamente a cloroquina.

    O remédio foi defendido pela primeira vez em março pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Fonte R7

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  • Após 29 dias no cargo, Nelson Teich pede demissão do Ministério da Saúde

    Após 29 dias no cargo, Nelson Teich pede demissão do Ministério da Saúde

    O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão após 29 dias no cargo. O secretário-executivo Eduardo Pazuello é o mais cotado para ser seu substituto.

    Nelson Teich se reuniu na manhã desta sexta-feira (15) com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O compromisso não constava na agenda oficial de Bolsonaro. O encontro durou cerca de 15 minutos.

    O presidente defende mudanças no protocolo do uso da hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus, mas o ministro é contra, o que vem gerando críticas de bolsonaristas.

    Pela manhã, o presidente afirmou que mudaria ainda nesta sexta o protocolo de uso da cloroquina adotado no sistema de saúde. Nos últimos dias, o presidente já havia citado a mudança. A declaração foi dada após apoiadores questionarem o presidente sobre o assunto no Palácio da Alvorada.

    Atualmente, a recomendação é que medicamento seja usado no tratamento de pacientes em casos graves da Covid-19. A indicação está prevista em protocolo do Ministério da Saúde publicado ainda na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, que deixou o cargo em 16 de abril.

    Bolsonaro argumenta que “é direito do paciente” decidir sobre o seu tratamento. A droga ainda não tem eficácia comprovada contra o novo coronavírus. O Conselho Federal de Medicina publicou nota técnica permitindo a prescrição do medicamento mesmo em casos leves da doença, com as ressalvas dos riscos.

    “O protocolo deve ser mudado hoje, porque o Conselho Federal de Medicina diz que pode usar desde o começo”, afirmou. “O médico na ponta da linha é escravo do protocolo. Se ele usa algo diferente do que está ali e o paciente tem alguma complicação, ele pode ser processado”, explicou.

    Histórico

    O médico oncologista e empresário Nelson Teich foi anunciado como substituto de Luiz Henrique Mandetta (DEM) no Ministério da Saúde no dia 16 de abril. Teich teve o apoio da classe médica e contou a seu favor a boa relação com empresários do setor da saúde. O argumento pró-Teich na pasta era o de que ele traria dados para destravar debates “politizados” sobre a Covid-19.

    Teich é formado pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e tem mestrado em economia da Saúde pela Universidade de York, na Inglaterra. Ele chegou a ser cotado para assumir a Saúde logo após a eleição de Bolsonaro, em novembro de 2018, mas o lobby do DEM — partido de Onyx Lorenzoni (ministro da Cidadania, ex-Casa Civil), Ronaldo Caiado (governador de Goiás) e Mandetta — falou mais alto. Ele já foi sócio de Denizar Vianna, atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos do Ministério da Saúde.

    Fonte CNN Brasil

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  • Alerta: Deixar álcool em gel no console exposto ao sol faz o carro pegar fogo?

    Alerta: Deixar álcool em gel no console exposto ao sol faz o carro pegar fogo?

    Uma publicação feita nas redes sociais nos últimos dias tem rapidamente sido compartilhada em grupos WhatsApp. Nela, uma fonte anônima afirma que seu carro pegou fogo porque foi mantido por cerca de 30 minutos no sol com a presença de um frasco de álcool em gel exposto na cabine.

    “Um aviso muito importante. Não deixem o álcool em gel dentro do carro no sol. Meu carro acabou de pegar fogo. Votei  do mercado e estacionei na rua. Não deu 30mim e o carro estava pegando fogo. Por sorte o vizinho viu e conseguimos apagar com a mangueira. Graças a Deus ninguém se machucou. Acionei o seguro. Avisem a todos. Muito cuidado com o álcool em gel”, diz o texto da suposta vítima.

    Consultamos um especialista na área, tiramos os empoeirados livros de química do ensino médio do baú e fomos pesquisar se havia a possibilidade de a história ser verdadeira. Conclusão: é muito, mas muito provável mesmo, que não passe de mais uma fake news.

    Além disso, a imagem divulgada mostra que, à exceção do bico, o frasco estava intacto. Numa situação de autocombustão, ele certamente explodiria e derreteria todo o plástico.

    Tal incêndio só teria ocorrido de fato se houvesse uma fonte de ignição, ou seja, algum agente externo de calor capaz de provocar sua combustão.

    Isso porque, se o ponto de fulgor do álcool (a menor temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) é de 16,6°C, seu ponto de combustão está acima de 70°C.

    Analisando as imagens, as únicas fontes possíveis para gerar esse tanto de calor no ambiente de um carro fechado e desligado, sem ninguém dentro, seriam:

    1) O álcool vazou pela fresta do freio de estacionamento e caiu no túnel central, entrando em contato com o cano de escape ainda quente.

    2) Houve um curto-circuito na tomada 12V e uma faísca entrou em contato com o álcool vaporizado que havia vazado do frasco.

    Mesmo assim, em ambos os casos o líquido vazado teria formado um rastro, que levaria as chamas até o frasco e, de novo, provocariam a queima total da embalagem, e não apenas do seu bico.

    Na segunda hipótese, há outro detalhe: o veículo precisaria estar com a bateria ligada para gerar eletricidade à tomada. Além disso, o curto queimaria o adaptador para as entradas USB, mas tanto este quanto o cabo do carregador do celular aparecem intactos na fotografia.

    Portanto, o relato muito provavelmente é falso. Deixar um frasco de álcool em gel dentro do carro, mesmo sob o sol, não é tão perigoso assim. Nem mesmo o seu pH será drasticamente afetado.

    Mas é claro que há riscos: passar o álcool nas mãos e em componentes como painel, volante e câmbio, e logo depois acender um fósforo ou um cigarro dentro do veículo, por exemplo, potencializam riscos de incêndio.

    E aqui vale lembrar: o fogo gerado pelo álcool em gel é invisível durante alguns segundos, o que atrapalha (e muito) o tempo de reação. Por isso, é recomendável usar o álcool em gel sempre com parcimônia e segurança, e isso não vale só para dentro do carro.

    Fonte Quatro Rodas

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  • “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    10 milhões de brasileiros já perderam seus empregos formais devido à crise provocada pelo coronavírus.

    O Ministro Paulo Guedes, chefe da pasta econômica do Governo Bolsonaro, ouviu de grandes empresários e do setor industrial, na manhã desta quinta-feira (07) que se não houver agora uma abertura responsável, porem urgente, do comércio e da indústria, a economia pode parar.

    Já são, segundo levantamentos, 10 milhões de empregos formais a menos no país. O pior cenário dos últimos 25 anos e a tendência, caso nada seja feito na defesa da economia, é só piorar.

    O número de desempregados informais ou de pessoas que tiveram seus rendimentos severamente diminuídos já passa dos 38 milhões de pessoas.

    O presidente Bolsonaro disse após a reunião, que contou com a presença do Presidente do STF, Ministro Dias Toffoli, que teme que o Brasil tenha sua economia encolhida a ponto de virar uma Argentina ou até uma Venezuela.

    “A indústria está na UTI. Depois da UTI vem o cemitério. Não há mais espaço para postergar! Ou fazemos algo urgente agora, ou todos vamos sentir mais ainda essa crise, muito mais do que agora. Todos precisam ajudar, ter consciência, inclusive os funcionários públicos, cujo aumento neste atual momento é totalmente inviável. Vou vetar esse aumento para o bem da economia, dos empregos, para o bem de todos nós, inclusive dos servidores públicos”, disse o presidente da República.

    O Governo acreditava, num cenário mais pessimista, que o número de empregos formais perdidos devido à crise do coronavírus seria de, no máximo, 3 milhões. Visivelmente assustado e preocupado, Jair Bolsonaro lamentou os números três vezes maiores.

    Especialistas em economia, avaliando o cenário hoje, falam em até 20 milhões de pessoas perdendo seus empregos formais nos próximos dois meses.

    Também foi dito no encontro, pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, que um quadro que era inimaginável pode começar a assombrar o país: o desabastecimento. “Se o quadro se agravar mais ainda, se não voltarmos a produzir e a trabalhar, com responsabilidade e todos os critérios de proteção contra o coronavírus, começará a faltar mantimentos, haverá desabastecimento e uma grande desorganização social”, emendou.

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  • ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    26 anos depois, Conexão traz detalhes daquela tragédia que enlutou todo país em 1º de Maio de 1994. As principais causas da morte do piloto brasileiro – e as consequências que mudaram a Fórmula 1 para sempre

    Uma batida violenta, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, em 1994, tirou a vida do tricampeão mundial de F-1. Era a terceira etapa de uma temporada que não ia nada bem para Senna. Ele ainda não havia conquistado pontos no campeonato e via um novato, Michael Schumacher, disparar com duas vitórias (o alemão viria a conquistar seu primeiro título naquela temporada).

    Ayrton passou os dois anos anteriores comendo poeira dos carros da Williams e, justo quando se transferiu para a equipe com o melhor veículo, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) proibiu as tecnologias que davam vantagem à escuderia azul e branca.

    O fim de semana do GP, disputado no circuito de Ímola, já estava carregado por causa de um acidente grave de Rubens Barrichello, nos treinos de sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. No domingo, 1º de maio, foi a vez de Senna.

    SANGUE NO ASFALTO

    A pista de Ímola tinha muitas ondulações. Os carros de F-1 precisam “grudar” no asfalto e, numa superfície irregular, ficam instáveis e sujeitos a derrapar. Para complicar a situação, os veículos da Williams estavam difíceis de guiar, já que a equipe ainda estava se adaptando à proibição do uso do sistema de suspensão eletrônica.

    CURVA DA MORTE

    A Tamburello já havia sido palco de acidentes. Em 1987, Nelson Piquet bateu no mesmo ponto a 280 km/h por causa de um pneu furado. Dois anos depois, Gerhard Berger, amigo de Senna, bateu e incendiou sua Ferrari no muro da curva. Após o acidente de Senna, a curva virou uma inofensiva chicane – sequência de curvas de baixa velocidade.

    RODA MURCHA

    Uma teoria culpa os pneus. Na primeira volta da corrida, os pilotos tiveram de dirigir devagar por causa de um acidente. Com isso, os pneus esfriaram e perderam 25% da pressão. O carro ficou 5 mm mais baixo, o que pode ter desestabilizado a aerodinâmica. Isso teria causado a perda de aderência da Williams com a pista.

    FORA DE CONTROLE

    A explicação mais famosa é a de que a coluna de direção, que liga o volante às rodas da frente, quebrou. Senna pediu aos engenheiros que aumentassem o tamanho da peça em 1,8 cm para que o volante ficasse mais próximo dele. Segundo a Justiça italiana, a solda de um pedaço extra de metal teria sido mal feita e causado a quebra da coluna.

    A última vez em que Senna testou seu carro, o mesmo do acidente fatal.

    (SEM) FIO DA MEADA

    Os sistemas eletrônicos do carro enviam dados de performance a computadores da equipe. É a chamada telemetria. No caso de Senna, os dados revelam que havia força sendo aplicada na coluna de direção, o que provaria que ela não quebrou antes do impacto. Também dá para saber que o piloto acionou freios e soltou o acelerador.

    IMPACTO PROFUNDO

    O carro não estava tão rápido (216 km/h) e a batida não foi frontal – pilotos já escaparam com vida de acidentes mais violentos. A falta de sorte foi que, na batida, a roda direita ficou prensada entre o muro e o carro. Isso causou a quebra do braço da suspensão, que entrou pela viseira do capacete, perfurou o crânio e atingiu o cérebro. Além do crânio perfurado, não havia outra lesão no corpo de Senna: nenhum osso quebrado ou hematomas.

    À ESPERA DE UM MILAGRE

    Os bombeiros chegaram 20 segundos após o acidente, mas não tinham o que fazer, já que não houve incêndio. A ambulância levou dois minutos para chegar ao local do acidente – tempo demorado na opinião de especialistas em segurança de corridas. Já fora do carro, Senna teve o pescoço cortado para poder respirar (traqueostomia). Após mais 15 minutos, um helicóptero levou o piloto ao hospital Maggiore, em Bolonha. Ele morreu 40 minutos após ser internado.

    Brasil parou durante o velório do herói nacional Ayrton Senna.

    Resultados da tragédia

    Acidente tornou a F-1 mais segura

    A Justiça italiana investigou o caso até 1997. Membros da equipe Williams, incluindo o dono, Frank Williams, foram julgados e absolvidos. O jornalista Flavio Gomes, especializado em automobilismo, explica: “Não há culpados no sentido de alguém ter sido negligente ou descuidado”. Pelo menos, houve uma boa consequência: a segurança aumentou. Hoje, as rodas são “amarradas” ao carro para não voarem, há reforços nas laterais e uma comissão de segurança da F-1.

    O foto mais emblemática do fim de uma lenda. Minutos antes de entrar em seu carro, naquele fatídico dia, Senna olha para sua Williams visivelmente triste, parece estar prevendo o que lhe aconteceria naquela manhã de domingo. Com as mãos sobre o aerofólio, Ayrton parece se despedir das pistas, da vida…

    Fontes:  Flavio Gomes, jornalista da FOX Sports e do site Warm Up / Livro The Death of Ayrton Senna, de Richard Williams / documentário Seismic Seconds: The Death of Ayrton Senna, da National Geographic / The Guardian / Super Interessante / Terra Brasil / Abril.com / The Independent / BBC / VEJA / FastCompany

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  • Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    A taxa de desemprego no país subiu para 12,2% no primeiro trimestre, na comparação com o último trimestre de 2019, atingindo 13 milhões de pessoas. Segundo analista do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ainda não é possível medir o impacto do coronavírus sobre esse resultado, já que os dados são dos meses de janeiro a março.

    A alta do desemprego foi de 1,3 ponto percentual (p.p) sobre o trimestre anterior (10,9%), o que representa 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por um emprego.

    Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada hoje pelo IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.). “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 p.p.”, disse a analista da pesquisa Adriana Beringuy.

    Pesquisa ainda não mediu impacto do coronavírus Ainda não foi possível mensurar se as medidas de isolamento social, provocadas pela pandemia do novo coronavírus, refletiram na taxa de desemprego do trimestre fechado em março, afirmou Beringuy.

    Segundo a analista, grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. A maioria dos estados decretou o isolamento a partir da segunda quinzena de março. “Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, comentou. Por causa do isolamento social, os dados da Pnad Contínua estão sendo coletados pelo IBGE somente por telefone, e não mais presencialmente.

    Informalidade tem leve queda A taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, representando 36,8 milhões de trabalhadores. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,8%.

    Rendimento médio é R$ 2.398 O rendimento médio real dos brasileiros ficou em R$ 2.398. O valor permaneceu estável em comparação com o trimestre móvel anterior e com o primeiro trimestre do ano passado. Subutilizados são 27,6 milhões A taxa de subutilização ficou em 24,4%, o que representa 27,6 milhões de brasileiros.

    A taxa cresceu em relação ao trimestre anterior (23%) mas caiu se comparada ao primeiro trimestre de 2019 (25%).

    A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa), pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia, pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa.

    Metodologia da pesquisa

    A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

    Fonte IBGE/ Uol

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  • Moro pede Demissão do Ministério da Justiça

    Moro pede Demissão do Ministério da Justiça

    O agora Ex-Ministro disparou contra o Governo Bolsonaro temendo interferência política na Polícia Federal.

    Após sucessivos embates com o presidente Jair Bolsonaro, o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro decidiu pedir demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O estopim foi a exoneração do delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). O anúncio foi feito às 11h.

    Generais palacianos conversam com Moro e tentam convencê-lo a voltar atrás em sua decisão. No entanto, o ministro já teria escrito sua carta de demissão.

    Moro foi surpreendido com a publicação da demissão de Valeixo no Diário Oficial da União (DOU). Interlocutores do ministro dizem que o agora ex-ministro não deu aval para essa decisão e que a exoneração não foi “a pedido”, como consta no texto.

    Na quinta-feira, Bolsonaro avisou a Moro que pretendia trocar o comando da PF. O ex-ministro, então, fez um ultimato e disse que deixaria o cargo se isso acontecesse.

    Durante todo o dia, ministros “bombeiros” da ala militar tentaram convencer Bolsonaro a adiar a demissão de Valeixo para encontrar um nome de consenso entre Moro e o presidente. Parlamentares bolsonaristas foram às redes dizer que era mentira que Bolsonaro trocaria o comando da PF e garantir Moro ficaria no governo.

    Assessores de Moro afirmaram que ele teria ficado no cargo caso conseguisse indicar o sucessor de Valeixo. A publicação no DOU da exoneração do seu braço-direto, na madrugada, implodiu essa possibilidade.

    Moro afirmou a diversos interlocutores que estava preocupado que a mudança na cúpula da PF tivesse como objetivo enfraquecer a autonomia da corporação e que isso pudesse comprometer a condução das investigações.

    Moro chegou ao governo em janeiro de 2019 com status de “superministro” após abrir mão de 22 anos de magistratura. Como juiz da Lava-Jato, foi alçado a herói nacional com a bandeira de combate à corrupção.

    Desde que assumiu a pasta, no entanto, Moro acumulou uma série de derrotas e esteve em rota de colisão com o presidente em diversas situações.

    As diferenças com Bolsonaro se acentuaram ainda mais em meio à pandemia do novo coronavírus. Com um discurso favorável ao isolamento social, Moro estava mais próximo do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que foi demitido na semana passada.

    Fonte Valor Investe

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  • Moro pode pedir demissão depois de Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

    Moro pode pedir demissão depois de Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

    APESAR DE VÁRIOS VEÍCULOS CONFIRMAREM A SAÍDA, FONTES DO GOVERNO NEGAM PEDIDO DE DEMISSÃO.

    O ministro Sérgio Moro, da Justiça, pode ter chegado ao seu limite e, segundo parte da imprensa brasileira, deverá pedir demissão ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23/4). O motivo foi o anúncio feito pelo presidente de que deve trocar o comando da Polícia Federal. Bolsonaro tenta, agora, reverter o pedido de Moro.

    O atual diretor-geral, Maurício Valeixo, que tem o apoio do ministro, deve ser demitido para dar lugar a um nome que tenha maior proximidade com Bolsonaro. Moro, porém, vê na troca um ato extremo de desautorização.

    A intenção de fazer a troca ocorre em meio ao andamento de um inquérito, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do Procurador-geral da República, Augusto Aras, que mira diversos deputados. Eles são suspeitos de atuar para financiar e incentivar manifestações contra o Supremo e o Congresso.

    As tentativas de trocar o diretor-geral da PF encontram resistência não só de Moro, mas também de delegados e agentes.

    Dentro da corporação, a notícia da troca foi recebida como uma bomba por agentes e delegados. Nem a Presidência nem o Ministério da Justiça se manifestaram oficialmente sobre o caso, até o momento.

    Fonte: Correio Braziliense

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  • Bolsonaro demite Mandetta; Conheça o novo Ministro da Saúde

    Bolsonaro demite Mandetta; Conheça o novo Ministro da Saúde

    Discordâncias sobre a forma de enfrentar o novo coronavírus no Brasil e “rusgas” públicas fizeram presidente decidir por mudança na pasta; substituto será Nelson Teich

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitiu, nesta quinta-feira, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. A decisão, comunicada em reunião no Palácio do Planalto, é resultado de semanas de tensões e discordâncias públicas entre o executivo e o agora ex-chefe da pasta sobre como combater a pandemia do novo coronavírus no Brasil.

    O substituto será o oncologista Nelson Teich, que se reuniu com Bolsonaro na manhã desta quinta, em Brasília. No encontro, o médico apresentou propostas de enfrentamento à COVID-19 no país.

    Enquanto esteve no cargo, Mandetta seguiu recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e orientou um confinamento mais abrangente, que incluísse a maioria da população, com o objetivo de evitar mortes e sobrecarga no sistema de saúde. Já Bolsonaro, com o propósito de reduzir danos econômicos, defende o chamado “isolamento vertical”, em que apenas aqueles que estão em grupos de risco (idosos e pessoas com doenças crônicas) devem ficar em casa.

    As especulações sobre a troca de comando no Ministério da Saúde se arrastam há semanas. No último dia 6, Bolsonaro havia decidido pela demissão de Mandetta, mas voltou atrás ao ser convencido pela chamada “ala militar” do governo de que era melhor mantê-lo no cargo em meio à crise. A tensão voltou a crescer quando o ministro concedeu uma entrevista ao Fantástico, da TV Globo, no último domingo. Mandetta lamentou as divergências no combate à pandemia e disse que a o brasileiro não sabe quem deve escutar: o Ministério da Saúde ou o presidente. As declarações irritaram o governo e aumentaram a pressão pela demissão, agora com o aval da própria “ala militar”.

    O Novo Ministro da Saúde

    Nelson Luiz Sperle Teich é formado em Medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), especialista em oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer e doutorado em Ciências e Economia da Saúde pela Universidade de York, no Reino Unido.

    Fundou e presidiu o Grupo Clínicas Oncológicas Integradas (COI) entre 1990 e 2018. Foi consultor da área de saúde da campanha de Jair Bolsonaro à presidência em 2018. Chegou a ser cotado para o Ministério da Saúde na época.

    O oncologista conta com apoio da classe médica e mantém boa relação com os empresários do setor de saúde. A expectativa é de que Teich traga dados que destravem debates “politizados” sobre a COVID-19.

    Segundo seu perfil no LinkedIn, ele atuou como consultor da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, atualmente comandado por Denizar Vianna.

    Com informações do Estado de Minas

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